Inovaçoes Tecnologicas para o Pre Sal

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Palestra ministrada pelo Engenheiro Antonio Carlos Pinto da Petrobras no 1° Encontro de Jovens Liderenças da Industria do Petroleo sobre as inovaçoes Tecnologicas que o pre-sal ira demandar bem como as fases do projeto

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Inovaçoes Tecnologicas para o Pre Sal

  1. 1. 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS NA INDÚSTRIA DO PETRÓLEO Inovações Tecnológicas para o Pré-sal e seus Desdobramentos para a Indústria Antonio Carlos Capeleiro Pinto Jaime Turazzi Naveiro 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  2. 2. Sumário 1) Introdução – Pré-Sal 2) Estratégia de Desenvolvimento da Produção 3) Desafios Tecnológicos Poços Reservatórios Escoamento e sistemas de produção Processamento de fluidos Materiais 4) Desdobramentos & Oportunidades 5) Conclusões 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  3. 3. Sumário 1) Introdução – Pré-Sal 2) Estratégia de Desenvolvimento da Produção 3) Desafios Tecnológicos Poços Reservatórios Escoamento e sistemas de produção Processamento de fluidos Materiais 4) Desdobramentos & Oportunidades 5) Conclusões 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  4. 4. História Geológica – Pré-Sal Há Forma Atual de de anos Há 130 milhões anosanos 164 milhões Há 108 milhões de 122 152 anos SINBPA/Petrobras Scotese 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  5. 5. Há 120 milhões de anos a paisagem era semelhante a essa... Estromatólitos – Shark Bay - Australia – Sedimentação recente 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  6. 6. Ou paisagem semelhante no Brasil: Lagoa Vermelha 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  7. 7. Análogos Recentes do Pré-Sal Estromatolitos Lagoa Salgada, Litoral Norte Fluminense 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  8. 8. As áreas do Pré-Sal da Bacia de Santos Planos de Avaliação aprovados pela ANP Parati – 1-RJS-617 Tupi – 1-RJS-628 Carioca – 1-SPS-50 Caramba – 1-SPS-51 Guará – 1-SPS-55 Bem-Te-Vi – 1-SPS-52 Iara – 1-RJS-656 Júpiter – 1-RJS-652 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  9. 9. Alguns testes de produção feitos no Pré-Sal 1-RJS-628A 1-RJS-617 3-RJS-646 50 150 N 1-SPS-050 0 100 200 km 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  10. 10. Sumário 1) Introdução – Pré-Sal 2) Estratégia de Desenvolvimento da Produção 3) Desafios Tecnológicos Poços Reservatórios Escoamento e sistemas de produção Processamento de fluidos Materiais 4) Desdobramentos & Oportunidades 5) Conclusões 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  11. 11. Previsão de Arrojado Programa de Desenvolvimento da Produção Perfuração de poços de delimitação Realização de Testes de Longa Duração em várias áreas Fase 0: • Fase de obtenção de informações • Piloto de Produção de Tupi em 2010 Fase 1A: • 2 Pilotos de Produção no BMS-09 e BMS-11 em 2013 e 2014 • FPSOs padronizados, na medida do possível, para implantação até 2017 Fase 1B: • Aplicação intensiva de novas tecnologias 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  12. 12. Tradição da Petrobras: Desenvolver em fases para obter informações e diminuir os riscos FASE 0 Obtenção de Informações • Sísmica de alta resolução, calibração da interpretação de perfis… Poços de Extensão • Testemunhagem, Testes de Formação, Ensaios em Fluidos (miscibilidade, garantia de escoamento, …) Produção em pequena escala (TLDs) Tupi Tupi TLD Piloto 2008 2009 2010 2011 ... 2017 ... 2020 ... 2030 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  13. 13. Teste de Longa Duração (TLD) – Área de Tupi Unidade de Produção Unidade de Produção Navio Aliviador FPSO Teste de Longa Duração RJS-646 conectado a FPSO ancorado (capacidade até 30.000 Poços Poços bopd) para investigar o comportamento do reservatório. Iniciou a produção em 01 de maio de 2009. N Reservatório Reservatório 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  14. 14. Piloto de Tupi (final de 2010) • FPSO Ancorado • 5 produtores; 1 injetor de água; 1 injetor de gás; 1 injetor WAG + 8 poços adicionais se necessário • WAG será testado • Linhas Submarinas (com material especial) • CO2 Separado e reinjetado no reservatório • Gasoduto até Mexilhão • Capacidade: 100.000 bpd (óleo) e 5 M m3/d (gás) 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  15. 15. Piloto de Produção – Área de Tupi FPSO PLET PLET Gás Export. Linha de Inj. de Água Linha de Inj. CO2 PLET Rtisers Linhas de Produção Linhas Gás Exportado Injeção de Água Linha de Prod. Injeção de CO2 Poços Produtores 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  16. 16. Tradição da Petrobras: Desenvolver em fases para obter informações e diminuir os riscos FASE 1A É a 1ª fase do desenvolvimento definitivo Usa tecnologias consolidadas e em fase de homologação, com objetivo de alcançar as metas de produção Gera receita para a Fase 1b >1M bopd 2008 2009 2010 2011 ... 2017 ... 2020 ... 2030 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  17. 17. Fase 1A – Projetos 2 FPSOs afretados (2013-2014) • Produção de óleo: 120.000 bpd • Compressão de gás: 5 M m³/d FPSOs próprios (2015-2016) • Planta de processo ainda em estudos (em princípio): – Produção de óleo: 150.000 bpd – Compressão de gás: 6,0 MM m³/d – Capacidade de Injeção Alternada de Água e Gás (WAG) • Maior número de poços • Manifolds submarinos (reservas) 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  18. 18. Sumário 1) Introdução – Pré-Sal 2) Estratégia de Desenvolvimento da Produção 3) Desafios Tecnológicos Reservatórios Poços Escoamento e sistemas de produção Processamento de fluidos Materiais 4) Desdobramentos & Oportunidades 5) Conclusões 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  19. 19. Caracterização e Engenharia de Reservatórios W E Topo do Albiano Topo do K. Fundo do Mar Topo do Sal Base do Sal Rifte T op o do ifte tra-R D isc In Embasamento 0 5 10 15 20 km 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  20. 20. Caracterização e Engenharia de Reservatórios • Previsibilidade da qualidade do reservatório a partir do modelo deposicional e sísmica. • Conhecimento da qualidade do reservatório e fluidos • Caracterização interna dos reservatório, com foco nas heterogeneidades de grande escala (inter poços). • Utilização de poços com geometrias não convencionais • Viabilidade técnica de métodos de recuperação como injeção de água, de gás, e alternada água e gás (WAG) – Pioneirismo. • Controle do varrido horizontal (reservatório heterogêneo) • Efeitos geomecânicos associados à recuperação. 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  21. 21. Injeção alternada de água e gás (WAG) Método Benefícios Desafios Injeção de • Experiência na Bacia de Campos • Inexperiência em carbonatos Água • Recuperação média • Possibilidade de canalização • Injetividade Injeção • Melhor varrido do reservatório • Experiência quase nula da indústria, Alternada de • Aumento da recuperação em em ambiente offshore e poços Água e Gás reservatórios heterogêneos satélites (WAG) • Injetividade • Maior complexidade na injeção • Fadiga na coluna de injeção • Hidratos em equipamentos submarinos 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  22. 22. Perfuração e completação de poços • Redução de custos de perfuração e completação. • Aumento das taxas de penetração (perfuração) • Simplificação do escopo dos poços. • Cargas elevadas sondas c/ grande capacidade. • Materiais resistentes a ambientes de fluidos agressivos (alto teor de CO2 e água de alta salinidade). • Controle de dano à formação (incrustações, depósitos orgânicos) • Pasta de cimento resistente a CO2 e água. • Poços especiais Leito do mar • Desvio de poços na zona de sal. • Unidades com Sonda Dedicada e poços de longo alcance (ERWs). Sessão evaporítica (sal) Perfuração no sal 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  23. 23. Poços com Geometria Especial • Verticais com estimulação ácida • Verticais fraturados • Verticais a poço aberto • Direcionais • Horizontais ou alta inclinação (áreas com alta relação Kv / Kh) • Bilaterais (áreas com alta relação Kv / Kh) • HRMF – Horizontais Multi-Fraturados (bons quando Kv / Kh é baixa) • Hidrojateamento • Grande afastamento – no caso de Unidades com Sonda Dedicada 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  24. 24. Escoamento e sistemas de produção • Qualificação de risers flexíveis para lâminas d’água de 2200 m, considerando fluidos com alto teor de CO2, alta pressão, salmouras de elevada salinidade. • Qualificação de linhas de alto isolamento térmico para lâminas d’água de 2200m. • Sistemas de risers desacoplados da plataformas. • Análise e dimensionamento de risers rígidos (SCRs) em configuração com corcova (lazy wave). • Dutos para injeção de gás / CO2 em alta pressão. • Risers com grandes diâmetros (> 8 polegadas ID) • Controle de hidratos em injetores WAG (ANM) 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  25. 25. Processamento de gases com alto teor de CO2 • Várias técnicas de remoção de CO2 a depender do teor de entrada e especificação de saída. • Tecnologia compacta de permeação seletiva em membranas se mostrou flexível para variações no teor de entrada. • Peneiras moleculares usadas para reduzir teor de umidade do gás. Molecular sieve 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  26. 26. Processamento de gás produzido Logística para o Gás Associado • Materiais mais adequados para lidar com altas concentrações de CO2. • Gasoduto de 18’’ em lâmina d’água de 2.200 m. • Longa distância da costa (300 km). • Cenário para novas tecnologias offshore: GNL, GNC, GTL, GTW, etc. 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  27. 27. Responsabilidade Ambiental • A Petrobras possui o desafio de incluir, em seus projetos de desenvolvimento dos campos de petróleo do Pré-Sal brasileiro, tecnologias que capturem e sequestrem o CO2 a ser produzido. • Alguns métodos estão sendo estudados: – Injeção no próprio reservatório produtor potencial aumento da recuperação do óleo do pré- sal em caso de miscibilidade do gás injetado. A quantidade de CO2 é limitada, devendo o mesmo ser misturado ao gás natural; – Injeção em reservatórios depletados objetivam apenas o descarte; CO2 ocupa espaço poroso da água – Injeção em aquíferos necessária presença de selo para armazenamento do gás – Injeção em cavernas a serem construídas no sal • A tecnologia de membrana será usada preferencialmente para a captura do CO2 no Projeto Piloto de Tupi. • A captura e sequestro do CO2 a ser produzido junto com o petróleo permitirão desenvolver a área de Tupi, gerando riquezas para a sociedade brasileira, sem agravar os efeitos de mudança climática. 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  28. 28. Transferência do óleo • Alívio com navios DP e transporte para Terminal Offshore em águas rasas ou profundas (a definir) • Em estudos a transferência através de oleodutos. Considerar as questões ligadas à garantia de escoamento. 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  29. 29. Seleção de materiais e controle de corrosão Corrosão por CO2 e água em duto • Ambiente corrosivo (CO2). • Compatibilidade de materiais não metálicos com CO2. • Custo e suprimento de materiais especiais. • Interação de aspectos de corrosão com cargas dinâmicas em risers. Duto recoberto por Inconel Estratégia: • Análise de ambientes corrosivos e programa de testes de laboratório. • Uso de materiais Corrosion Resistant Alloys (CRA). • Técnicas alternativas de proteção: Recobrimento de produto anti tratamentos químicos, recobrimento corrosivo em vaso de processo Inibidor de corrosão com materiais resistentes (cladeados). 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  30. 30. Sumário 1) Introdução – Pré-Sal 2) Estratégia de Desenvolvimento da Produção 3) Desafios Tecnológicos Reservatórios Poços Escoamento e sistemas de produção Processamento de fluidos Materiais 4) Desdobramentos & Oportunidades 5) Conclusões 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  31. 31. Ações em andamento UEP/Planta Elevação e Escoamento Materiais Poço Reservatórios 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  32. 32. Programa Tecnológico PROSAL CENPES Objetivo: Desenvolver e disseminar tecnologias para incorporar reservas e desenvolver a produção das recentes descobertas do Pré-Sal. Carteira de Projetos: • Construção de poços (fluidos, resistência do cimento, estimulação, controle na zona de sal, 137 Laboratórios multilaterais, alto angulo). 30 Plantas Piloto • Geociências (estratigrafia química, integração testemunho - perfil - teste, modelo geomecânico e distribuição de fraturas, imageamento do pré-sal, atributos sísmicos) • Reservatórios: Otimização da recuperação dos reservatórios. 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  33. 33. Investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) Da participação Entre 2006 - 2008: Cerca de 1500 especial: 1% da Rec Montante destinado a instrumentos Bruta da Produção vai P&D foi R$ 3.123 MM contratuais p/ P&D ESTRATÉGIA DE INVESTIMENTO • Ter no país infraestrutura capaz de simular fisicamente processos e fenômenos fundamentais relacionados aos desafios tecnológicos da Companhia; • Garantir que a infraestrutura externa à PETROBRAS seja complementar à interna e capaz de contribuir para o atendimento das demandas tecnológicas da companhia. Instalações PETROBRAS Instalações PETROBRAS/ Instalações Instituições C&T Instituições C&T (críticas) (complementar) 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  34. 34. Redes Temáticas e Núcleos Regionais CENPES: Parceria com mais de 120 universidades e centros de pesquisa no Brasil e 70 instituições no exterior. Construção de Infraestrutura de pesquisa no país com padrão internacional 38 Redes Temáticas 7 Núcleos Regionais RJ - Rio de Janeiro(2) e Macaé(1) BA - Salvador RN - Natal SE - Aracaju ES - Vitória Unidades Operacionais da PETROBRAS Instituições de ensino e pesquisa nacionais Construção de novos laboratórios Ampliação de infra-estrutura Aquisição de equipamentos Núcleos Regionais 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  35. 35. Oportunidades para a Indústria Nacional Investimentos de E&P 2009-2013 Previsto o investimento de US$ 104,6 bilhões em E&P até 2013, sendo US$ 92,0 bilhões no Brasil Investimento Total em Exploração e Produção 2009-2013: US$ 104,6 bilhões 12% 13% 8% 18% US$ bilhões 49% Exploração Pré-sal Santos Desenvolvimento da Produção Outros Internacional 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  36. 36. Conteúdo Nacional • Política industrial para o desenvolvimento no país de uma cadeia produtiva capaz de suprir as necessidades de equipamentos e serviços de engenharia, evitando os efeitos negativos de um modelo extrativista exportador de commodities; • Possibilita a entrada de novos fornecedores, aumenta a competitividade e fortalece a economia brasileira, com custos competitivos; • Abre a possibilidade de o Brasil se tornar um exportador de tecnologia, serviços e equipamentos; • Ampliação da indústria nacional possibilita a criação de um ciclo virtuoso, evitando-se a chamada “maldição do petróleo”; • O fortalecimento do mercado interno gera emprego e renda. 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  37. 37. Conteúdo Nacional O processo associado à produção de petróleo e gás gera um efeito multiplicador para toda a cadeia produtiva US$ Bilhões Investimento Colocação no Conteúdo Área de Negócio Doméstico Mercado Nacional Nacional 2009-13 2009-13 (%) E&P 92,0 48,9 53% Abastecimento 46,9 36,6 78% Gás e Energia 10,6 7,4 70% Distribuição 2,1 2,1 100% Biocombustível 2,1 1,9 83% Áreas Corporativas 3,5 2,8 80% Total 157,3 100,1 64% Dos investimentos relacionados a projetos no País, cerca de 64% serão contratados no mercado fornecedor local, levando a uma média anual de US$ 20 bilhões A média anual de colocação no mercado nacional do Plano anterior, era cerca de US$ 12,6 bilhões 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  38. 38. … mas de forma competitiva com a Indústria Mundial Alguns exemplos de setores da indústria nacional de alta competitividade: • Equipamentos Submarinos • Cabeças de Poço • Arvores de Natal Molhadas • Manifolds • Linhas Flexíveis • Construção de Rebocadores • ... 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  39. 39. Convergindo para o cenário de queda nos custos 3T 2008 200 194 4T 2008 190 1T 2008 186 3T 2007 178 180 1T 2007 172 1T 2009 170 164 175 Índice UCCI (2000 = 100) 3T 2006 160 158 150 1T 2006 140 141 3T 2005 130 126 120 110 100 90 80 00 01 02 03 04 05 06 06 07 07 08 08 08 09 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 1T 3T 1T 3T 1T 3T 4T 1T Fonte: Cambridge Energy Research Associates IHS-CERA Índice de Custo de Capital Projeto em Águas Profundas 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  40. 40. Oportunidades de Fornecimento Indústria Naval Indústria de Equipamentos Prestadores de Serviços Construção de Unidades de Baleeiras e equipamentos de Serviços de perfuração e Produção no Brasil salvatagem completação marítimos Construção de sondas de Equipamentos de Projeto e construção de perfuração e completação movimentação de cargas UPGN’s no Brasil Vasos de pressão Manuseio de equipamentos Construção de barcos de Motores, compressores e submarinos apoio no Brasil turbinas Inspeção submarina Inspeção e Manutenção da Válvulas diversas Gerenciamento de projetos frota Ligas de aços resistentes a Manutenção de grandes altas pressões e CO2 máquinas Amarras de poliéster Serviços logísticos Tubulações industriais Formação de mão de obra Capacitação e certificação 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  41. 41. Sumário 1) Introdução – Pré-Sal 2) Estratégia de Desenvolvimento da Produção 3) Desafios Tecnológicos Reservatórios Poços Escoamento e sistemas de produção Processamento de fluidos Materiais 4) Desdobramentos & Oportunidades 5) Conclusões 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  42. 42. Conclusões O desenvolvimento do Pré-Sal está sendo executado pela Petrobras através de um esforço integrado de Planejamento Existem desafios técnicos e econômicos para otimizar o desenvolvimento das áreas do Pré-Sal. No entanto, é importante frisar que nenhum destes desafios representa um impedimento ao desenvolvimento do pólo Pré-Sal. A obtenção de informações na atual fase, de avaliação exploratória, é essencial para definir os sistemas de produção, controlando as incertezas e reduzindo os riscos dos projetos. A incorporação de novas tecnologias nos projetos de desenvolvimento de produção é de grande relevância para a otimização dos mesmos. A escala dos projetos previstos para o Pré-Sal deverá permitir um enorme potencial de negócios para os fornecedores nacionais que forem competitivos e estiverem dispostos a apoiar a Petrobras no desenvolvimento das soluções necessárias para esta nova fronteira. 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  43. 43. OBRIGADO 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO
  44. 44. Para maiores informações: Jaime Turazzi Naveiro naveiro@petrobras.com.br Av. República do Chile, 65 – 16º andar E&P- PRESAL/DPROJ Telefone (021) 3224-6361 20031-912 – Rio de Janeiro, RJ – Brasil 03 de dezembro de 2009 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE JOVENS LIDERANÇAS DA IND. PETRÓLEO

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