Aplicação de Software Social

RIA, linguagens e frameworks


 –   RIA


 –   Frameworks WEB (e linguagens)
RIA   (Rich Internet application)


●   Aplicações WEB com características e
    funcionalidades de softwares
    tradicio...
RIA   (Arquitetura)
RIA    (vantagens)

●   Interface mais elaborada que html puro,
    oferecendo melhor experiência ao usuário.

●   Divisão...
RIA   (desvantagens)

●   Dependência do servidor para
    funcionamento.

●   Exigem uma boa largura de banda.

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RIA    (Outras Características)


●   Necessidade de um Navegador moderno,
    com suporte a JavaScript (Convivendo com a
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Frameworks
●   Fragmento de código utilizado para
    encapsular operações complexas ou
    repetitivas, facilitando o des...
Frameworks (Client Side)

●   Facilitam a geração de código para
    execução no Navegador.

●   Quase 100% utiliza JavaSc...
Frameworks (Server Side)
●   Acesso aos recursos do SO no servidor

●   Acesso ao Banco de Dados

●   Segurança (Autentica...
Frameworks
●   MVC (Model View Controller)
    –   Modelo de dados
    –   Interface do Usuário
    –   Regras de Negócio
...
Linguagens, Frameworks e
          CMS
●   Python : Django, Zope

●   PHP : Zoop, Joomla, Drupal

●   Perl : Catalyst, Mas...
Perguntas 1/2
●   Quando utilizar RIA ao invés de java ou HTML? (Clarissa)
     –   Sites que utilizam a nova tecnologia d...
Perguntas 2/2
●   Existem vários sistemas que utilizam a RIA, mas muitos ainda não se adaptaram
    a esses novos conceito...
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  1. 1. Aplicação de Software Social RIA, linguagens e frameworks – RIA – Frameworks WEB (e linguagens)
  2. 2. RIA (Rich Internet application) ● Aplicações WEB com características e funcionalidades de softwares tradicionais. ● Em geral, não necessitam de instalação de software adicional.
  3. 3. RIA (Arquitetura)
  4. 4. RIA (vantagens) ● Interface mais elaborada que html puro, oferecendo melhor experiência ao usuário. ● Divisão do processamento entre servidor e cliente. ● Melhor resposta ao usuário, normalmente utilizando comunicação assíncrona com o servidor. ● Acesso a aplicação em “todo lugar”
  5. 5. RIA (desvantagens) ● Dependência do servidor para funcionamento. ● Exigem uma boa largura de banda. ● O que pode ser feito é limitado pelo sandbox que utiliza (Navegador) ● Dados armazenados remotamente.
  6. 6. RIA (Outras Características) ● Necessidade de um Navegador moderno, com suporte a JavaScript (Convivendo com a falta de padrão). ● Maior dificuldade para gerenciamento da aplicação, porém com enorme versatilidade. ● Quebra do paradigma da WEB, necessitando contornar suas limitações.
  7. 7. Frameworks ● Fragmento de código utilizado para encapsular operações complexas ou repetitivas, facilitando o desenvolvimento. ● Frameworks WEB auxiliam o desenvolvimento, oferecendo: – Acesso simplificado ao Banco de Dados – Templates para visualização – Gerenciamento de sessões e cookies – Aumentam o reuso do código
  8. 8. Frameworks (Client Side) ● Facilitam a geração de código para execução no Navegador. ● Quase 100% utiliza JavaScript (também existem para ActionScript). ● Pode-se considerar como um biblioteca para JavaScript.
  9. 9. Frameworks (Server Side) ● Acesso aos recursos do SO no servidor ● Acesso ao Banco de Dados ● Segurança (Autenticação e restrição de acesso) ● Utilização de cache para os dados ● Criação de WEB Services ● Boa parte inclui um framework “Client Side”, em geral oferecendo suporte ao uso do AJAX.
  10. 10. Frameworks ● MVC (Model View Controller) – Modelo de dados – Interface do Usuário – Regras de Negócio ● Content Management Systems – Fácil edição – Suporte a módulos ● Contraponto: Facilidade de uso versus riqueza da aplicação construída
  11. 11. Linguagens, Frameworks e CMS ● Python : Django, Zope ● PHP : Zoop, Joomla, Drupal ● Perl : Catalyst, Mason ● Ruby : Ruby on Rails, Camping ● Java : Struts, OpenLaszlo ● JavaScript : Aptana, Jaxer
  12. 12. Perguntas 1/2 ● Quando utilizar RIA ao invés de java ou HTML? (Clarissa) – Sites que utilizam a nova tecnologia devem ser preferidos quando se pretende obter aplicações mais dinâmicas e que se assemelham a interatividade de um sistema desktop tradicional. – Além disso, Java também poderia se utilizado para construir tais aplicações. O que muda ao utilizar “RIA” não é a ferramenta em si, e sim a forma de utilizá-la. Em geral lançando mão de recursos do lado do cliente (quase sempre, JavaScrit (Ajax)) e do lado do servidor qualquer linguagem tradicionalmente utilizada (PHP, Java, Ruby, ...). – Em comparação com outras tecnológicas, como Flash ou Java - que oferecem suporte do lado do cliente, a mudança está na profundidade das soluções. A nova abordagem permite utilizar os recursos em setores pontuais sem ser tão dispendiosa em termos de recursos computacionais.
  13. 13. Perguntas 2/2 ● Existem vários sistemas que utilizam a RIA, mas muitos ainda não se adaptaram a esses novos conceito da WEB. Qual o custo para se fazer uma aplicação RIA em comparação a uma outra que não utiliza essas inovações? (Gabriel Campos) – O principal custo para sistemas que pretendem utilizar o RIA é contornar a falta de padronização entre os navegadores. Duas ferramentas fundamentais para esta abordagem (CSS e JavaScript) não são implementadas seguindo algum padrão, mesmo quando este está definido. Assim, fazer um sistema RIA que funcione bem nos diversos navegadores se torna uma tarefa dispendiosa desnecessariamente – Além disso, em relação a aplicações tradicionais, uma aplicação RIA é mais difícil de depurar, em especial pelas requisições assíncronas do AJAX. Outra característica que está associada ao uso intensivo de scripts do lado do cliente é a capacidade de processamento do cliente. Uma aplicação RIA pode funcionar bem em um computador moderno e facilmente quebrar o navegador em um computador mais modesto. – A questão chave está em utilizar tais recursos quando são necessários, evitando criar um verdadeiro elefante branco.

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