INTRODUÇÃO Um trabalho de Francisco da Graça, dirigido à Juventude.
A DROGA <ul><li>Segundo a Organização Mundial de Saúde, a droga é uma substância que, pela sua natureza química, provoca a...
OS JOVENS <ul><li>A juventude é o alvo favorável à infiltração e alastramento das drogas mais perigosas e tudo tem servido...
NOTICIÁRIO <ul><li>A partir dos anos 70 vulgarizou-se no país o consumo da droga, como um produto capaz de provocar grande...
O TRAFICANTE <ul><li>O tráfico de estupefacientes movimenta capitais gigantescos. </li></ul><ul><li>Traficantes e divulgad...
APREENSÃO <ul><li>A vigorosa acção de policiamento tem provocado indiscutível desequilíbrio e instabilidade no mercado ilí...
DROGA DISFARÇADA NUMA PEDRA <ul><li>A astúcia e a imaginação recorrem aos mais extraordinários disfarces e estratagemas pa...
REFINARIA NA SELVA <ul><li>Devido à acção das autoridades, são constantemente descobertos laboratórios e refinarias onde o...
JOVENTUDE INÚTIL <ul><li>A droga é uma desgraça produzida pela sociedade industrial, que rejeita a revelação e pretende ex...
O INTERMEDIÁRIO <ul><li>O mercado da droga existe porque poderosas organizações clandestinas tiram enormes lucros do seu t...
AQUISIÇÃO <ul><li>Qualquer que seja a situação, a aquisição de droga é uma operação muito onerosa. </li></ul><ul><li>Não o...
DISCOTECAS <ul><li>A música de expressão moderna exerce na juventude uma indomável atracção. </li></ul><ul><li>Estes grupo...
LABORATÓRIO FARMACÊUTICO <ul><li>A sociedade moderna desenvolveu, de maneira considerável, o uso dos produtos farmacêutico...
FARMÁCIA NO LAR <ul><li>Nos dias de hoje, é vulgar a existência de uma mini farmácia doméstica.  </li></ul><ul><li>Tratand...
HAXIXE <ul><li>Obtém-se a partir dos extractos do cânhamo, com base na resina e no óleo, de aspecto semelhante ao alcatrão...
MARIJUANA <ul><li>Deriva a palavra da designação adulterada de Mary Jane, que os mexicanos atribuem a qualquer tipo de tab...
O PRIMEIRO CIGARRO DE MARIJUANA <ul><li>É consumida em cigarros com mistura de tabaco. </li></ul><ul><li>A primeira experi...
JOVEM ISOLADO <ul><li>O jovem de hoje sente-se desorientado diante do vazio moral criado pelas liberdades e facilidades ex...
GRUPO JUVENIL <ul><li>O grupo de indivíduos com idades idênticas, com os mesmos gostos e interesses e a possibilidade de c...
JOVENS DROGADOS <ul><li>O encontro com a droga faz-se sempre porque o produto é proposto por alguém. </li></ul><ul><li>A c...
L.S.D. (Lyserg Säuner Diethylamid)  <ul><li>É tão poderoso que um só grama dá para fazer entre 4000  a 10 000 doses médias...
FORMAS E EMBALAGENS DE L.S.D. <ul><li>Uma dose activa corresponde à milionésima parte da grama. </li></ul><ul><li>Apresent...
ANFETAMINA <ul><li>É um estimulante que aumenta a reacção do sistema nervoso central; </li></ul><ul><li>Utiliza-se em medi...
EFEITO DAS ANFETAMINAS <ul><li>O consumidor experimenta uma sensação de euforia, um aumento de confiança em si próprio, um...
PAPOILA DORMIDEIRA <ul><li>É uma planta anual, com origem no Médio Oriente.  </li></ul><ul><li>Ainda em verde, da cápsula ...
CULTURA DE ÓPIO <ul><li>Na Índia, a cultura do ópio é legal. </li></ul><ul><li>No Oriente, porque tem raízes milenares, o ...
MORFINA <ul><li>Pode ser extraída a partir do ópio ou directamente das cápsulas secas e da parte superior do caule da papo...
HEROÍNA <ul><li>. O poder analgésico é duas a quatro vezes superior ao da morfina. </li></ul><ul><li>A rapidez e a intensi...
INJECÇÃO DE HEROÍNA <ul><li>A heroína pode ser inalada ou ingerida por via bucal. </li></ul><ul><li>Mais cedo ou mais tard...
EFEITO DOS ALUCINOGÉNIOS <ul><li>Provocam alucinações e perturbações da função motora, do julgamento e da percepção, trans...
SOFRIMEMTO FÍSICO DE UM JOVEM DROGADO <ul><li>A toxicomania é uma apetência anormal e prolongada por drogas. </li></ul><ul...
JOVEM EM ESTADO DE COMA <ul><li>A taxa de mortalidade entre os consumidores de heroína é elevada e tem causas indirectas: ...
CONSULTA DE UM JOVEM <ul><li>Os toxicómanos são doentes difíceis de tratar. (“Todo o drogado é alcoólico”);  </li></ul><ul...
Sistema nervoso periférico <ul><li>  nervos sensoriais – transmitem informações ao sistema nervoso    central vindas dos ó...
Sistema nervoso Sistema nervoso central  Sistema nervoso periférico <ul><ul><li>  função condutora -  condução da informaç...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

A droga[1]

526 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
526
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
5
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

A droga[1]

  1. 1. INTRODUÇÃO Um trabalho de Francisco da Graça, dirigido à Juventude.
  2. 2. A DROGA <ul><li>Segundo a Organização Mundial de Saúde, a droga é uma substância que, pela sua natureza química, provoca alteração na estrutura e no funcionamento do organismo vivo. </li></ul><ul><li>“ A droga é um carrossel entre a loucura e a morte; não entres nele”. </li></ul><ul><li>(Francisco da Graça, alcoólico recuperado desde 1979) </li></ul>
  3. 3. OS JOVENS <ul><li>A juventude é o alvo favorável à infiltração e alastramento das drogas mais perigosas e tudo tem servido de causa e motivação: </li></ul><ul><li>A evasão da realidade. </li></ul><ul><li>A necessidade de fantasia. </li></ul><ul><li>A crise adolescente de oposição. </li></ul><ul><li>A necessidade de afirmação. </li></ul><ul><li>A busca de novos prazeres. </li></ul><ul><li>A necessidade de comunicação. </li></ul><ul><li>O prazer do risco. </li></ul><ul><li>O snobismo ou moda. </li></ul><ul><li>A necessidade mística. </li></ul><ul><li>A ansiedade ou depressão no processo de crescimento. </li></ul><ul><li>O rompimento dos laços familiares. </li></ul><ul><li>O desejo da morte. </li></ul>
  4. 4. NOTICIÁRIO <ul><li>A partir dos anos 70 vulgarizou-se no país o consumo da droga, como um produto capaz de provocar grandes perturbações físicas e psíquicas e respectiva habituação; o consumo atingiu a camada jovem da população, não só nos grandes centros urbanos, como nos meios rurais. Só uma informação clara e objectiva pode suscitar uma atitude de repúdio por aquilo que é um conhecido flagelo do nosso tempo. </li></ul>
  5. 5. O TRAFICANTE <ul><li>O tráfico de estupefacientes movimenta capitais gigantescos. </li></ul><ul><li>Traficantes e divulgadores controlam a entrega à distância, sem correr riscos. </li></ul><ul><li>Auferem lucros colossais, que lhes permitem ter uma vida invulgar, cheia de tudo o que o dinheiro pode comprar. </li></ul>
  6. 6. APREENSÃO <ul><li>A vigorosa acção de policiamento tem provocado indiscutível desequilíbrio e instabilidade no mercado ilícito da droga. </li></ul><ul><li>Na imagem vemos um importante lote interceptado e apreendido a bordo de um navio pelas Forças Especiais de Intervenção Rápida. </li></ul>
  7. 7. DROGA DISFARÇADA NUMA PEDRA <ul><li>A astúcia e a imaginação recorrem aos mais extraordinários disfarces e estratagemas para movimentar e distribuir a droga. </li></ul><ul><li>A imagem mostra uma importante quantidade que circulava disfarçada no interior de uma pedra-lápis e que foi apreendida pelas autoridades na Malásia. </li></ul><ul><li>A distribuição gratuita a menores é estratagema que faz parte da esperteza dos colaboradores do traficante, com o objectivo de os levar ao uso contínuo e de os transformar em potenciais clientes. </li></ul>
  8. 8. REFINARIA NA SELVA <ul><li>Devido à acção das autoridades, são constantemente descobertos laboratórios e refinarias onde os traficante se entregam ao fabrico. </li></ul><ul><li>São locais sem equipamento, sem o mínimo de condições higiénicas, sem qualquer controlo de qualidade do produto acabado. </li></ul><ul><li>A imagem mostra-nos as autoridades policiais a desmantelar uma refinaria na selva, destinada a converter ópio em morfina. </li></ul>
  9. 9. JOVENTUDE INÚTIL <ul><li>A droga é uma desgraça produzida pela sociedade industrial, que rejeita a revelação e pretende explicar tudo por meio da razão, em vez da experiência, «sem alma e sem calor». </li></ul><ul><li>Espalha a solidão, a angústia e a insegurança. </li></ul><ul><li>Leva a condições precárias de vida. </li></ul><ul><li>O fenómeno de rejeição global do sistema sociocultural dominante no mundo em que vivemos, fornece os meios de existência, mas não dá razões sólidas para viver. </li></ul>
  10. 10. O INTERMEDIÁRIO <ul><li>O mercado da droga existe porque poderosas organizações clandestinas tiram enormes lucros do seu tráfico. </li></ul><ul><li>Enquanto os jovens se destroem física e materialmente, os intermediários enriquecem e evitam cuidadosamente drogar-se. </li></ul><ul><li>A procura mantém-se e a oferta está garantida. </li></ul><ul><li>Por vezes, são os consumidores que se entregam ao tráfico para poderem dispor de recursos económicos que lhes permita obter o produto de que necessitam. </li></ul>
  11. 11. AQUISIÇÃO <ul><li>Qualquer que seja a situação, a aquisição de droga é uma operação muito onerosa. </li></ul><ul><li>Não obstante, um toxicómano que não pode passar sem ela paga-a por qualquer preço e é capaz dos maiores sacrifícios para procurar, adquirir e consumir as doses de que está dependente. </li></ul>
  12. 12. DISCOTECAS <ul><li>A música de expressão moderna exerce na juventude uma indomável atracção. </li></ul><ul><li>Estes grupos de gente moça são o terreno ideal para aqueles que, ao serviço dos traficantes, procuram novos clientes. </li></ul><ul><li>Cabe aos responsáveis pelos estabelecimentos musicais tomar medidas para evitar que os mesmos sejam procurados para o consumo de droga. </li></ul>
  13. 13. LABORATÓRIO FARMACÊUTICO <ul><li>A sociedade moderna desenvolveu, de maneira considerável, o uso dos produtos farmacêuticos </li></ul><ul><li>As autoridades controlam a nível nacional e internacional a utilização destes produtos, com o objectivo de não facilitar o uso indevido das drogas ou o seu desvio para o mercado ilícito. </li></ul>
  14. 14. FARMÁCIA NO LAR <ul><li>Nos dias de hoje, é vulgar a existência de uma mini farmácia doméstica. </li></ul><ul><li>Tratando-se de drogas úteis, são perigosas quando se abusa do seu consumo e tornam-se particularmente perigosas quando misturadas com álcool ou estimulantes </li></ul><ul><li>O uso abusivo, sem controlo médico, produz habituação e dependência, com incidência grave no sistema nervoso central. </li></ul>
  15. 15. HAXIXE <ul><li>Obtém-se a partir dos extractos do cânhamo, com base na resina e no óleo, de aspecto semelhante ao alcatrão. </li></ul><ul><li>A resina é comprimida e misturada com cera, para se obter placas na forma de tablete, ou de cubos; </li></ul><ul><li>A cor varia entre o claro e o preto, conforme a zona de origem; </li></ul><ul><li>Tem cinco vezes mais efeito em relação aos efeitos da marijuana; </li></ul><ul><li>Produz fenómenos de desorientação, impulsividade e agressividade. </li></ul>
  16. 16. MARIJUANA <ul><li>Deriva a palavra da designação adulterada de Mary Jane, que os mexicanos atribuem a qualquer tipo de tabaco barato. </li></ul><ul><li>Obtém-se a partir das folhas da planta, que depois de secas têm o aspecto de tabaco grosso, esverdeado; </li></ul><ul><li>Os efeitos mais comuns são: euforia, abundância de ideias, alucinações, modificações do espaço-tempo, entre outros. </li></ul>
  17. 17. O PRIMEIRO CIGARRO DE MARIJUANA <ul><li>É consumida em cigarros com mistura de tabaco. </li></ul><ul><li>A primeira experiência tem mais a ver com o significado que o indivíduo atribui à droga. </li></ul><ul><li>Na origem da experiência está a curiosidade e também a pressão exercida pelo grupo em que o jovem se inclui. </li></ul><ul><li>O consumo a longo prazo diminui a perda de eficácia e de compreensão, falta de atenção, capacidade de raciocínio, perda e desprezo da personalidade. </li></ul>
  18. 18. JOVEM ISOLADO <ul><li>O jovem de hoje sente-se desorientado diante do vazio moral criado pelas liberdades e facilidades excessivas. </li></ul><ul><li>Pretende descobrir, com a inteligência e o coração, a chave da sua realidade existencial. </li></ul><ul><li>No panorama da indiferença da sociedade actual, neste estilo de vida sem importância, o jovem julga encontrar na droga a saída para um mundo diferente. </li></ul>
  19. 19. GRUPO JUVENIL <ul><li>O grupo de indivíduos com idades idênticas, com os mesmos gostos e interesses e a possibilidade de com eles trocar ideias e identificar-se, exerce sobre o jovem um fascínio a que não resiste. </li></ul><ul><li>Ele vai buscar ao grupo as respostas às suas necessidades de comunicação, de diálogo e de afecto. </li></ul><ul><li>Fá-lo normalmente desinibido, pretendendo demonstrar que não tem mentalidade retrógrada ou antiquada. </li></ul>
  20. 20. JOVENS DROGADOS <ul><li>O encontro com a droga faz-se sempre porque o produto é proposto por alguém. </li></ul><ul><li>A curiosidade e o gosto pela aventura acabam por se ligar à atracção própria do fruto proibido. </li></ul><ul><li>Os amigos com outra experiência de vida levam facilmente outros, ignorando estes o perigo a que se expõem. </li></ul><ul><li>“ Todo o drogado é alcoólico”. </li></ul>
  21. 21. L.S.D. (Lyserg Säuner Diethylamid) <ul><li>É tão poderoso que um só grama dá para fazer entre 4000 a 10 000 doses médias; </li></ul><ul><li>A motivação que se atribui ao consumo é variada: procura de inspiração por artistas, incorporação num grupo social, sendo corrente a sua introdução nas seitas de carácter ideológico ou religioso; </li></ul><ul><li>Raramente é injectado, é ingerido via oral, na forma de líquido ou de cápsulas -chamam-lhe “pílulas da paz”- e produz efeitos meia hora depois. </li></ul>
  22. 22. FORMAS E EMBALAGENS DE L.S.D. <ul><li>Uma dose activa corresponde à milionésima parte da grama. </li></ul><ul><li>Apresenta-se no mercado ilícito na forma de pó branco, drageia, cápsula, líquido, sob a aparência de rebuçados, cubos de açúcar, gelados ou contido em pedaços de papel absorvente. </li></ul><ul><li>Conduz a perigos gravíssimos: pôr termo à vida, saltar de uma janela procurar a fuga numa rua cheia de trânsito. Tudo para o paciente se “libertar” do estado em que se encontra. </li></ul>
  23. 23. ANFETAMINA <ul><li>É um estimulante que aumenta a reacção do sistema nervoso central; </li></ul><ul><li>Utiliza-se em medicina para tratar várias doenças: obesidade, depressão, fadiga, doença de Parkinson, distúrbio de comportamento, etc; </li></ul><ul><li>Deve tomar-se sob receita médica, no entanto o baixo custo, a fácil aquisição e o efeito que tem sobre a fadiga, é propício ao abuso por parte dos estudantes em época de exames, camionistas de longo curso, militares em tempo de guerra, desportistas ou atletas sujeitos a grandes esforços. </li></ul>
  24. 24. EFEITO DAS ANFETAMINAS <ul><li>O consumidor experimenta uma sensação de euforia, um aumento de confiança em si próprio, uma maior energia e uma capacidade mais elevada de concentração. </li></ul><ul><li>Quando o indivíduo atinge os extremos do abuso, surge a incapacidade de se concentrar em qualquer assunto; tem ideias que o conduzem à desconfiança de tudo e de todos e ao complexo de perseguição. </li></ul><ul><li>A alucinação pode levá-lo a ver o corpo coberto de feridas ou de vermes. </li></ul>
  25. 25. PAPOILA DORMIDEIRA <ul><li>É uma planta anual, com origem no Médio Oriente. </li></ul><ul><li>Ainda em verde, da cápsula da papoila extrai-se o ópio; o suco leitoso em contacto com o ar solidifica e dá origem ao ópio em bruto; pode ser fumado em longos cachimbos, injectado, depois de dissolvido em água quente, ou mastigado. </li></ul><ul><li>O ópio é um narcótico que influi no sistema nervoso central provocando sono e actuando como sedativo ou tranquilizante. </li></ul>
  26. 26. CULTURA DE ÓPIO <ul><li>Na Índia, a cultura do ópio é legal. </li></ul><ul><li>No Oriente, porque tem raízes milenares, o ópio continua a ser objecto de enorme consumo, sendo responsável por mortandades anuais por suicídio e morte prematura. </li></ul>
  27. 27. MORFINA <ul><li>Pode ser extraída a partir do ópio ou directamente das cápsulas secas e da parte superior do caule da papoila dormideira. </li></ul><ul><li>No início do séc. XX tornou-se hábito usá-la como droga (e distracção nas festas sociais). </li></ul><ul><li>Elimina a dor, provoca uma certa euforia e esquecimento das preocupações e problemas que invadem o consumidor. Tem utilização na medicina. </li></ul>
  28. 28. HEROÍNA <ul><li>. O poder analgésico é duas a quatro vezes superior ao da morfina. </li></ul><ul><li>A rapidez e a intensidade da sua acção tornou-a conhecida como «cavalo» ou «pólvora». </li></ul><ul><li>Apresenta-se no mercado ilícito sob a forma de pó branco ou drageia vermelha. </li></ul><ul><li>A colher que aqui se mostra está negra por dissolver a droga em água quente. </li></ul><ul><li>Coloca o drogado numa forte dependência física e psíquica, levando-o a procurar, por todos os meios, a forma de adquirir mais doses. </li></ul><ul><li>Não tem qualquer uso em medicina. </li></ul>
  29. 29. INJECÇÃO DE HEROÍNA <ul><li>A heroína pode ser inalada ou ingerida por via bucal. </li></ul><ul><li>Mais cedo ou mais tarde o drogado acaba por se injectar. </li></ul><ul><li>O efeito é quase imediato. Dá sensação de felicidade, de bem-estar. De seguida, causa perturbações físicas, nervosas, cutâneas, circulatórias, urinárias e digestivas. </li></ul><ul><li>A excitação e a arrogância desenvolvidas pela acção da heroína levam o drogado a ter tendências criminais. </li></ul>
  30. 30. EFEITO DOS ALUCINOGÉNIOS <ul><li>Provocam alucinações e perturbações da função motora, do julgamento e da percepção, transportando o drogado para o mundo da irrealidade. </li></ul><ul><li>Provocam também forte depressão do sistema nervoso central. </li></ul><ul><li>Destroem as faculdades intelectuais e físicas. (É o caso do L.S.D.). </li></ul><ul><li>O drogado julga poder cheirar as cores ou ver os sons. </li></ul>
  31. 31. SOFRIMEMTO FÍSICO DE UM JOVEM DROGADO <ul><li>A toxicomania é uma apetência anormal e prolongada por drogas. </li></ul><ul><li>Quando um drogado não pode conseguir – por falta de dinheiro ou por qualquer outra dificuldade de obtenção – a dose de que necessita, a falta da droga provoca-lhe um sofrimento físico torturante, que só passa com nova injecção. </li></ul><ul><li>Na maioria dos casos o toxicodependente torna-se rapidamente um destroçado físico e moral. </li></ul>
  32. 32. JOVEM EM ESTADO DE COMA <ul><li>A taxa de mortalidade entre os consumidores de heroína é elevada e tem causas indirectas: substâncias misturadas com a droga pelo traficante, tecidos infectados transportados pelo sangue, o tétano, etc. </li></ul><ul><li>A causa mais frequente de morte pela heroína é a absorção de doses elevadas (“overdose”). Por vezes, a morte é tão rápida, que a vítima é encontrada com a agulha ainda enterrada na veia. </li></ul>
  33. 33. CONSULTA DE UM JOVEM <ul><li>Os toxicómanos são doentes difíceis de tratar. (“Todo o drogado é alcoólico”); </li></ul><ul><li>A escalada até à droga foi rápida, a recuperação é longa, difícil e incerta. As recaídas são frequentes. A atitude dos pais e familiares deve ser de permanente acolhimento; </li></ul><ul><li>O doente precisa que lhe dêem atenção. Deve ser escutado e compreendido; </li></ul><ul><li>Necessita de ambiente afectivo e importa que a família, os educadores e o médico cooperem num esforço consciente e generoso para o recuperar e reintegrar na sociedade e na vida. </li></ul>
  34. 34. Sistema nervoso periférico <ul><li> nervos sensoriais – transmitem informações ao sistema nervoso central vindas dos órgãos receptores. </li></ul><ul><li>Sistema nervoso somático </li></ul><ul><li> nervos motores – é através destes que as mensagens com origem no cérebro ou na espinal-medula chegam aos músculos e às glândulas. </li></ul><ul><li>divisão simpática – actua nos momentos de angústia, medo, etc. </li></ul><ul><li>Sistema nervoso autónomo </li></ul><ul><li> divisão parassimpática – repõe a energia gasta pela outra divisão. </li></ul>
  35. 35. Sistema nervoso Sistema nervoso central Sistema nervoso periférico <ul><ul><li> função condutora - condução da informação de e para o encéfalo; transmissão de mensagens vindas dos órgãos receptores para o cérebro e deste para os órgãos de reacção </li></ul></ul><ul><ul><li>Espinal (músculos e glândulas). </li></ul></ul><ul><ul><li>medula </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>função coordenadora – a espinal medula é o centro da actividade reflexa, isto é, os actos reflexos dependem </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li> exclusivamente da actividade da espinal medula. O acto reflexo é uma resposta </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li> automática, involuntária, que funciona como um mecanismo de protecção. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><li>Sistema </li></ul><ul><li>nervoso </li></ul><ul><li>central </li></ul><ul><li> bolbo raquidiano – é um prolongamento da espinal medula e tem como função controlar movimentos, tais como a respiração, o sono, a tosse, etc. </li></ul><ul><li> posterior cerebelo – controla o equilíbrio e coordena os movimentos. </li></ul><ul><li> protuberância – liga as várias estruturas do sistema nervoso central. </li></ul><ul><li> Cérebro médio – formação reticular – é responsável, de entre outros, pela atenção e pela memória, </li></ul><ul><li> </li></ul><ul><li> - tálamo – recebe as informações captadas pelos órgãos dos sentidos e transmite-as às áreas do córtex cerebral. </li></ul><ul><li>anterior – hipotálamo – é considerado o guardião do corpo, porque controla as funções vitais: fome, sede, temperatura do corpo, sono, circulação sanguínea, etc. </li></ul><ul><li> - sistema límbico – é considerado o cérebro das emoções. </li></ul><ul><li> - cérebro (córtex cerebral) – está dividido em dois hemisférios: o direito e o esquerdo </li></ul><ul><li> o direito controla a parte esquerda do nosso corpo e o esquerdo controla a parte direita e cada um está dividido em quatro lobos. </li></ul>

×