ENERGIA: O MOTOR DA VIDA MODERNA
<ul><li>http://mariodemori.blogspot.com/ </li></ul><ul><li>http://imagensdomundodehoje.blogspot.com/ </li></ul><ul><li>htt...
AULA 01
OS RECURSOS NATURAIS DO MUNDO E DO BRASIL <ul><li>Para melhorar as condições de vida, o homem foi consumindo quantidades c...
FONTES DE ENERGIA <ul><li>A energia se apresenta sob diferentes formas: mecânica, calorífica, elétrica, luminosa, química,...
FONTES DE ENERGIA TRADICIONAIS <ul><li>CARVÃO MINERAL Popularizado à partir da Revolução Industrial, o carvão mineral é re...
PRODUTORES MUNDIAIS DE CARVÃO MINERAL
MAIORES PRODUTORES DE PETRÓLEO
MAIORES RESERVAS MUNDIAIS DE PETRÓLEO
PRODUÇÃO CARVÃO MINERAL NO BRASIL
PETRÓLEO NO SUDESTE
PETRÓLEO DO PRÉ-SAL
LOCALIZAÇÃO DO PRÉ-SAL
PETROBRÁS E PETROSAL !
PETRÓLEO NO BRASIL
REFINARIAS DE PETRÓLEO
FONTES DE ENERGIA TRADICIONAIS <ul><li>GÁS NATURAL Ao contrário de que se pensava há duas décadas, as reservas de combustí...
GÁS NATURAL NO BRASIL
GASODUTO BRASIL-BOLÍVIA
GÁS NATURAL NO BRASIL
GASODUTO BRASIL BOLÍVIA
MAIORES PRODUTORES MUNDIAIS DE GÁS NATURAL
HIDRELÉTRICAS NO MUNDO
FONTES DE ENERGIA TRADICIONAIS  <ul><li>ENERGIA NUCLEAR Apesar da chiadeira dos ambientalistas, é a 3ª maior fonte de gera...
ENERGIA NUCLEAR NO MUNDO
ENERGIA NUCLEAR NO BRASIL
USINAS NUCLEARES NO MUNDO
AULA 02
FONTES DE ENERGIA ALTERNATIVAS   <ul><li>EÓLICA </li></ul><ul><li>É a fonte  de energia alternativa com maior taxa de cres...
MAPA DA ENERGIA EÓLICA NO BRASIL
ENERGIA GEOTÉRMICA
FONTES DE ENERGIA ALTERNATIVAS   <ul><li>SOLAR </li></ul><ul><li>Ainda não se mostrou capaz de produzir eletricidade em gr...
ENERGIA SOLAR
POTENCIAL BIOMASSA (RESÍDUOS FLORESTAIS: SILVICULTURA)  DO BRASIL
ENERGIA A PARTIR DE ÓLEO DE DENDÊ
ENERGIA A PARTIR DO ARROZ
ENERGIA DAS MARÉS
<ul><li>As águas do mar movimentam uma turbina que aciona um gerador de eletricidade, num processo similar ao da energia e...
OS MINERAIS NO BRASIL
RECURSOS NATURAIS DO BRASIL <ul><li>O Brasil está entre os países com maior potencial mineral do mundo, ao lado de Federaç...
O BRASIL RICO EM MINÉRIOS
BRASIL MINERAL
ÁREAS MINERALÓGICAS DO BRASIL <ul><ul><li>Carajás  - maior província mineral do globo terrestre, localizada nos estados do...
SERRA DE CARAJÁS
ALUMÍNIO
QUADRILÁTERO FERRÍFERO
CASSITERITA
NIÓBIO
MINERAIS RADIOATIVOS
A HIDROGRAFIA DO BRASIL
 
Bacia Hidrográfica  ou  Bacia de drenagem  de um curso de água é o conjunto de terras que fazem a drenagem da água das pre...
 
Outro exemplo de bacia hidrográfica
TALVEGUE LEITO MARGEM MARGEM RIO VERTENTE VERTENTE CRISTA OU INTERFLÚVIO CRISTA OU INTERFLÚVIO PERFIL LONGITUDINAL DE UM  ...
PERFIL LONGITUDINAL DE UM VALE FLUVIAL <ul><li>Rio:   é uma corrente natural de água que flui com continuidade. Possui um ...
Importância dos rios <ul><li>Fornecimento de água potável </li></ul><ul><li>Produção de energia </li></ul><ul><li>Vias de ...
As Bacias Hidrográficas Brasileiras  oferecem, em muitos trechos, grandes possibilidades de navegação. Apesar disso, o tra...
<ul><li>Não possui lagos tectônicos, pois as depressões tornaram-se bacias sedimentares. Só há lagos de várzea (temporário...
Drenagem exorréica
Estuário Delta
Delta do Parnaíba
Alagoas Sergipe Estuário do rio São Francisco
Rio intermitente/Nordeste brasileiro
 
 
BACIA AMAZÔNICA
 
Bacia do rio Amazonas Sua área de drenagem total, superior a 5,8 milhões de km2, dos quais 3,9 milhões no Brasil, represen...
 
Encontro dos rios Solimões e Negro
Meandros na bacia amazônica
 
AULA 03
BACIA ARAGUAIA TOCANTINS
Bacia do rio Tocantins - Araguaia A bacia do rio Tocantins - Araguaia com uma área superior a 800.000 km2, se constitui na...
BACIA SÃO FRANCISCO
Nascente Afluentes: margem direita Curso superior Curso médio Foz: estuário Curso inferior Afluentes: margem esquerda BACI...
Bacia do rio São Francisco A bacia do rio São Francisco, nasce em Minas Gerais, na serra da Canastra, e atravessa os estad...
TRANSPOSIÇÃO SÃO FRANCISCO
Transposição das águas do rio São Francisco
 
BACIA PLATINA
Bacia Platina, ou dos rios Paraná e Uruguai A bacia platina, ou do rio da Prata, é constituída pelas sub-bacias dos rios P...
BACIAS SECUNDÁRIAS
<ul><li>1. Rios Litorâneos do Extremo Sul da Mata Atlântica (Bacia dos Rios Araranguá, Mapituba e Tramandaí) </li></ul><ul...
BACIAS SECUNDÁRIAS  Bacias do Nordeste:   Destacam-se os rios permanentes de Mearim, Turiaçu e Itapecuru ( no Maranhão ); ...
BACIAS SECUNDÁRIAS DO NORDESTE
Bacia do Atlântico Sul - trechos norte e nordeste Vários rios de grande porte e significado regional podem ser citados com...
BACIAS SECUNDÁRIAS DO LESTE
BACIA DO RIO DOCE
OCUPAÇÃO E RESULTADOS
Bacia do Atlântico Sul - trecho leste Da mesma forma que no seu trecho norte e nordeste, a bacia do Atlântico Sul no seu t...
BACIAS SECUNDÁRIA DO SUL SUDESTE
Bacia do Atlântico Sul - trechos sudeste e sul A bacia do Atlântico Sul, nos seus trechos sudeste e sul, é composta por ri...
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  1. 1. ENERGIA: O MOTOR DA VIDA MODERNA
  2. 2. <ul><li>http://mariodemori.blogspot.com/ </li></ul><ul><li>http://imagensdomundodehoje.blogspot.com/ </li></ul><ul><li>http://geografiaemdia.blogspot.com/ </li></ul><ul><li>http://ageografiaemnossodiaadia.blogspot.com/ </li></ul><ul><li>http://opinioesdetodoseasminhas.blogspot.com/ </li></ul><ul><li>PROFESSOR MARIO FERNANDO DE MORI </li></ul>
  3. 3. AULA 01
  4. 4. OS RECURSOS NATURAIS DO MUNDO E DO BRASIL <ul><li>Para melhorar as condições de vida, o homem foi consumindo quantidades crescentes de energia. </li></ul><ul><li>Todos os dias ascendemos a luz, ligamos a televisão, guardamos os alimentos na geladeira, mantemos as casas aquecidas no inverno ou frescas no verão, usamos um carro, etc. </li></ul><ul><li>No entanto, não nos perguntamos de onde sai a energia que consumimos. </li></ul><ul><li>As fontes que tradicionalmente nos fornecem energia não são inesgotáveis. </li></ul><ul><li>Chegou o momento de conter seu consumo, recorrendo ao melhor aproveitamento e desenvolvimento das energias disponíveis, melhorando o rendimento das máquinas e dos processos industriais ou pensando em novas Fontes Alternativas . </li></ul><ul><li>Não podemos esquecer que o consumo excessivo de energia leva a um aumento da contaminação, ao surgimento da chuva ácida, ao problema dos resíduos radioativos. Não devemos nos colocar apenas a questão da economia de energia, mas é preciso cuidar também do meio ambiente. </li></ul>
  5. 5. FONTES DE ENERGIA <ul><li>A energia se apresenta sob diferentes formas: mecânica, calorífica, elétrica, luminosa, química, nuclear, etc. </li></ul><ul><li>Todas as formas de energia podem se transformar em outras, e o homem aproveita essa propriedade. São fontes de energia todos aqueles componentes da natureza dos quais se pode extrair energia utilizável pelo homem. </li></ul><ul><li>Dessas fontes de energia pode-se fazer a seguinte classificação: Fontes de energia renováveis e fontes de energia não-renováveis. </li></ul>
  6. 6. FONTES DE ENERGIA TRADICIONAIS <ul><li>CARVÃO MINERAL Popularizado à partir da Revolução Industrial, o carvão mineral é responsável por 40% da produção total de energia no mundo. No atual ritmo de consumo, as reservas conhecidas são suficientes para mais dois séculos. PRÓ: é abundante, encontrado com facilidade na maioria dos países. CONTRA: o carvão mineral é o mais poluidor entre os combustíveis fósseis. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>PETRÓLEO Responde por 40% de toda a energia produzida no planeta. Ainda não se encontrou substituto mais eficiente e barato para a gasolina usada nos automóveis. PRÓ: funciona bem na maioria dos motores, apesar das oscilações de preço, mantém boa relação custo-benefício. CONTRA: as reservas concentram-se em poucos países, que podem manipular o preço. É um dos maiores poluidores do ar. </li></ul>
  7. 7. PRODUTORES MUNDIAIS DE CARVÃO MINERAL
  8. 8. MAIORES PRODUTORES DE PETRÓLEO
  9. 9. MAIORES RESERVAS MUNDIAIS DE PETRÓLEO
  10. 10. PRODUÇÃO CARVÃO MINERAL NO BRASIL
  11. 11. PETRÓLEO NO SUDESTE
  12. 12. PETRÓLEO DO PRÉ-SAL
  13. 13. LOCALIZAÇÃO DO PRÉ-SAL
  14. 14. PETROBRÁS E PETROSAL !
  15. 15. PETRÓLEO NO BRASIL
  16. 16. REFINARIAS DE PETRÓLEO
  17. 17. FONTES DE ENERGIA TRADICIONAIS <ul><li>GÁS NATURAL Ao contrário de que se pensava há duas décadas, as reservas de combustível fóssil são abundantes, a produção deve dobrar até 2010. É cada vez mais usado para gerar a eletricidade. PRÓ: é versátil, de alta eficiência na produção de eletricidade e não vai faltar. Polui menos que o carvão e o petróleo. CONTRA: os preços instáveis em algumas regiões; exige grandes investimentos em infra estrutura de transporte(gasodutos ou terminais marítimos). </li></ul><ul><li>HIDRELÉTRICAS </li></ul><ul><li>As usinas respondem por 18% da energia elétrica global. São responsáveis pelo fornecimento de 50% da eletricidade em 63 países e por 90% em outras 23, entre eles o Brasil. PRÓ: são uma fonte de energia renovável, que produz eletricidade de forma limpa, não poluente e barata. </li></ul><ul><li>CONTRA: exigem grande investimento inicial na construção de barragens. Podem ter a operação prejudicadas pela falta de chuvas. </li></ul>
  18. 18. GÁS NATURAL NO BRASIL
  19. 19. GASODUTO BRASIL-BOLÍVIA
  20. 20. GÁS NATURAL NO BRASIL
  21. 21. GASODUTO BRASIL BOLÍVIA
  22. 22. MAIORES PRODUTORES MUNDIAIS DE GÁS NATURAL
  23. 23. HIDRELÉTRICAS NO MUNDO
  24. 24. FONTES DE ENERGIA TRADICIONAIS <ul><li>ENERGIA NUCLEAR Apesar da chiadeira dos ambientalistas, é a 3ª maior fonte de geração de eletricidade. Há 438 usinas nucleares em operação, 6 delas recém-inauguradas (uma na República Checa, uma no Brasil, 3 na Índia e uma no Paquistão). PRÓ: as reservas de combustível nuclear são abundantes, não emite poluentes, o avanço tecnológico tornou as usinas mais seguras. CONTRA: a usina exige grande investimento, demora para entrar em operação e produz lixo radioativo. </li></ul>
  25. 25. ENERGIA NUCLEAR NO MUNDO
  26. 26. ENERGIA NUCLEAR NO BRASIL
  27. 27. USINAS NUCLEARES NO MUNDO
  28. 28. AULA 02
  29. 29. FONTES DE ENERGIA ALTERNATIVAS <ul><li>EÓLICA </li></ul><ul><li>É a fonte de energia alternativa com maior taxa de crescimento. Ainda assim, só entra com 0,1% da produção total de eletricidade. É a favorita dos ambientalistas. </li></ul><ul><li>PRÓ: poluição zero. Pode ser complementar às redes tradicionais. CONTRA: instável, está sujeito a variações do tempo e a calmaria. Os equipamentos são caros e barulhentos.  </li></ul><ul><li>GEOTÉRMICA </li></ul><ul><li>Aproveita o calor do subsolo da Terra, que aumenta a proporção de 3 graus a cada 100 metros de profundidade. Representa apenas 0,3% da eletricidade produzida no planeta. </li></ul><ul><li>PRÓ: custos mais estáveis que os de outras fontes alternativas. É  explorada nos E.U.A. , Filipinas, México e Itália CONTRA: só é viável em algumas regiões, que não incluem o Brasil. É  mais usada como auxiliar nos sistemas de calefação. </li></ul>
  30. 30. MAPA DA ENERGIA EÓLICA NO BRASIL
  31. 31. ENERGIA GEOTÉRMICA
  32. 32. FONTES DE ENERGIA ALTERNATIVAS <ul><li>SOLAR </li></ul><ul><li>Ainda não se mostrou capaz de produzir eletricidade em grande escala. A tecnologia deixa a desejar e o custo da instalação é alta. Para produzir a mesma energia elétrica de uma hidrelétrica, os painéis solares custariam dez vezes mais. </li></ul><ul><li>PRÓ: útil como fonte complementar em residências e áreas rurais distantes da rede elétrica central. Índice zero de poluição. </li></ul><ul><li>CONTRA: o preço proibitivo da produção em média em larga escala. Só funciona bem em áreás muito ensolaradas. </li></ul><ul><li>BIOMASSA </li></ul><ul><li>Agrupa várias opções como queima de madeira, carvão vegetal e processamento industrial de celulose e bagaço da cana de açucar. Inclui o uso de álcool como combustível. Responde 1% da energia elétrica mundial. </li></ul><ul><li>PRÓ: aproveita restos, reduzindo o desperdício. O álcool tem eficiencia equivalente ao da gasolina. Como combustível para automóveis. </li></ul><ul><li>CONTRA: o uso em larga escala na geração de energia esbarra nos limites da sazonalidade. A produção de energia cai no período da entresafra. Dependendo de que como se queima, pode ser muito poluente. </li></ul>
  33. 33. ENERGIA SOLAR
  34. 34. POTENCIAL BIOMASSA (RESÍDUOS FLORESTAIS: SILVICULTURA) DO BRASIL
  35. 35. ENERGIA A PARTIR DE ÓLEO DE DENDÊ
  36. 36. ENERGIA A PARTIR DO ARROZ
  37. 37. ENERGIA DAS MARÉS
  38. 38. <ul><li>As águas do mar movimentam uma turbina que aciona um gerador de eletricidade, num processo similar ao da energia eólica. Não existe tecnologia para exploração comercial. Franca, Inglaterra e Japão são os pioneiros na produção. </li></ul><ul><li>PRÓS: fonte de energia abundante capaz de abastecer milhares de cidades costeiras. CONTRAS: a diferença de nível das mares ao longo do dia deve ser de ao menos 5 metros; produção irregular devido ao ciclo da maré, que dura 12h30. </li></ul>
  39. 39. OS MINERAIS NO BRASIL
  40. 40. RECURSOS NATURAIS DO BRASIL <ul><li>O Brasil está entre os países com maior potencial mineral do mundo, ao lado de Federação Russa, Estados Unidos, Canadá, China e Austrália. </li></ul><ul><li>O Brasil é o maior produtor mundial de nióbio - também chamado de pirocloro, respondendo por 94,5% da demanda mundial </li></ul>
  41. 41. O BRASIL RICO EM MINÉRIOS
  42. 42. BRASIL MINERAL
  43. 43. ÁREAS MINERALÓGICAS DO BRASIL <ul><ul><li>Carajás - maior província mineral do globo terrestre, localizada nos estados do Pará, Tocantins e Maranhão. Abriga ferro, alumínio, cobre, manganês, ouro, níquel, estanho, chumbo e zinco. </li></ul></ul><ul><ul><li>Quadrilátero Ferrífero (MG) - dispõem de ferro e manganês explorados pela Cia. Vale do Rio Doce. O Quadrilátero Ferrífero situa-se na porção central do estado de Minas Gerais e vem sendo consideravelmente estudado do ponto de vista geológico, principalmente pela expressão mundial dos depósitos de ferro, manganês, ouro, topázio imperial, bauxita e interessantes características geológicas. </li></ul></ul><ul><ul><li>Serra do Navio (AP) - principal jazida de manganês do país (63% da produção nacional) inteiramente exportada. </li></ul></ul><ul><ul><li>Maciço de Urucum )MS) - manganês e ferro. </li></ul></ul><ul><ul><li>Oriximiná (PA) - importantes jazidas de bauxita, minério de alumínio. </li></ul></ul><ul><ul><li>Macau, Mossoró e Areia Branca (RN) - produção de sal marinho (mineral não-metálico) para consumo alimentar. </li></ul></ul>
  44. 44. SERRA DE CARAJÁS
  45. 45. ALUMÍNIO
  46. 46. QUADRILÁTERO FERRÍFERO
  47. 47. CASSITERITA
  48. 48. NIÓBIO
  49. 49. MINERAIS RADIOATIVOS
  50. 50. A HIDROGRAFIA DO BRASIL
  51. 52. Bacia Hidrográfica ou Bacia de drenagem de um curso de água é o conjunto de terras que fazem a drenagem da água das precipitações para esse curso de água. É uma área e, como tal, mede-se em km². A formação da bacia hidrográfica dá-se através dos desníveis dos terrenos que orientam os cursos da água, sempre das áreas mais altas para as mais baixas. Essa área é limitada por um divisor de águas que a separa das bacias adjacentes e que pode ser determinado nas cartas topográficas. As águas superficiais, originárias de qualquer ponto da área delimitada pelo divisor, saem da bacia passando pela seção definida e a água que precipita fora da área da bacia não contribui para o escoamento na seção considerada.
  52. 54. Outro exemplo de bacia hidrográfica
  53. 55. TALVEGUE LEITO MARGEM MARGEM RIO VERTENTE VERTENTE CRISTA OU INTERFLÚVIO CRISTA OU INTERFLÚVIO PERFIL LONGITUDINAL DE UM VALE FLUVIAL
  54. 56. PERFIL LONGITUDINAL DE UM VALE FLUVIAL <ul><li>Rio: é uma corrente natural de água que flui com continuidade. Possui um caudal considerável e desemboca no mar num lago ou noutro rio. </li></ul><ul><li>Margens : são os lados do leito fluvial. </li></ul><ul><li>Leito: é a superfície por onde correm as águas do rio. </li></ul><ul><li>Vertentes: são as partes do vale que se estendem desde as margens até as cristas. </li></ul><ul><li>Cristas ou interflúvios: partes mais altas do vale fluvial. </li></ul><ul><li>Talvegue :linha formada pela intersecção das duas superfícies formadoras das vertentes de um vale. É o local mais profundo do vale, onde correm as águas de chuva, dos rios e riachos. Vem do alemão talweg e significa: &quot;caminho do vale&quot;. </li></ul>
  55. 57. Importância dos rios <ul><li>Fornecimento de água potável </li></ul><ul><li>Produção de energia </li></ul><ul><li>Vias de acesso (transporte) </li></ul><ul><li>Produção de alimentos </li></ul><ul><li>Exploração mineral </li></ul><ul><li>Turismo ecológico </li></ul><ul><li>Equilíbrio do ciclo hidrológico </li></ul>
  56. 58. As Bacias Hidrográficas Brasileiras oferecem, em muitos trechos, grandes possibilidades de navegação. Apesar disso, o transporte hidroviário é pouco utilizado no país. Em outros trechos, nossos rios apresentam um enorme potencial hidrelétrico, bastante explorado no Centro-Sul do país em decorrência da concentração urbano-industrial, mas sub-utilizado em outras regiões, como a Amazônia. A hidrografia brasileira apresenta as seguintes características:
  57. 59. <ul><li>Não possui lagos tectônicos, pois as depressões tornaram-se bacias sedimentares. Só há lagos de várzea (temporários, comuns no Pantanal) e lagoas costeiras, como a dos Patos (RS) e a Rodrigo de Freitas (RJ), formadas por restingas. </li></ul><ul><li>Todos os rios brasileiros, com exceção do Amazonas, possuem regime pluvial. Uma pequena quantidade de água do rio Amazonas provém do derretimento de neve na cordilheira dos Andes, caracterizando um regime misto (nival e pluvial). </li></ul><ul><li>Os rios são exorréicos. Mesmo os que correm para o interior têm como destino final o oceano, como o Tietê, afluente do rio Paraná, que por sua vez deságua no mar (estuário do Prata). </li></ul><ul><li>Rios temporários apenas no Sertão nordestino, onde o clima é semi-árido. No restante do país os rios são perenes. </li></ul><ul><li>Predominam rios de planalto em áreas de elevado índice pluviométrico. </li></ul><ul><li>Com exceção do rio Amazonas, que possui foz mista (delta e estuário), e do rio Parnaíba, que possui foz em delta, todos os rios brasileiros que deságuam livremente no oceano formam estuários. </li></ul>
  58. 60. Drenagem exorréica
  59. 61. Estuário Delta
  60. 62. Delta do Parnaíba
  61. 63. Alagoas Sergipe Estuário do rio São Francisco
  62. 64. Rio intermitente/Nordeste brasileiro
  63. 67. BACIA AMAZÔNICA
  64. 69. Bacia do rio Amazonas Sua área de drenagem total, superior a 5,8 milhões de km2, dos quais 3,9 milhões no Brasil, representa a maior bacia hidrográfica mundial. O restante de sua área dividi-se entre o Peru, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana e Venezuela. Na Amazônia os canais mais difusos e de maior penetrabilidade são utilizados tradicionalmente como hidrovias. Navios oceânicos de grande porte podem navegar até Manaus, capital do estado do Amazonas, enquanto embarcações menores, de até 6 metros de calado, podem alcançar a cidade de Iquitos, no Peru, distante 3.700 km da sua foz. Rio Amazonas se apresenta como um rio de planície, possuindo baixa declividade. Sua largura média é de 4 a 5 km, chegando em alguns trechos a mais de 50 km. Por ser atravessado pela linha do Equador, esse rio apresenta afluentes nos dois hemisférios do planeta. Entre seus principais afluentes, destacam-se os rios Iça, Japurá, Negro e Trombetas, na margem esquerda, e os rios Juruá, Purus, Madeira, Tapajós e Xingu, na margem direita.
  65. 71. Encontro dos rios Solimões e Negro
  66. 72. Meandros na bacia amazônica
  67. 74. AULA 03
  68. 75. BACIA ARAGUAIA TOCANTINS
  69. 76. Bacia do rio Tocantins - Araguaia A bacia do rio Tocantins - Araguaia com uma área superior a 800.000 km2, se constitui na maior bacia hidrográfica inteiramente situada em território brasileiro. Seu principal rio formador é o Tocantins, cuja nascente localiza-se no estado de Goiás. Dentre os principais afluentes da bacia Tocantins - Araguaia, destacam-se os rios do Sono, Palma e Melo Alves, todos localizados na margem direita do rio Araguaia. O rio Tocantins desemboca no delta amazônico e embora possua, ao longo do seu curso, vários rápidos e cascatas, também permite alguma navegação fluvial no seu trecho desde a cidade de Belém, capital do estado do Pará. O rio Araguaia nasce na serra das Araras, no estado de Mato Grosso, possui cerca de 2.600 km, e desemboca no rio Tocantins na localidade de São João do Araguaia. No extremo nordeste do estado de Mato Grosso, o rio dividi-se em dois braços, rio Araguaia, pela margem esquerda, e rio Javaés, pela margem direita, por aproximadamente 320 km, formando assim a ilha de Bananal, a maior ilha fluvial do mundo.
  70. 77. BACIA SÃO FRANCISCO
  71. 78. Nascente Afluentes: margem direita Curso superior Curso médio Foz: estuário Curso inferior Afluentes: margem esquerda BACIA DO RIO SÃO FRANCISCO Montante jusante
  72. 79. Bacia do rio São Francisco A bacia do rio São Francisco, nasce em Minas Gerais, na serra da Canastra, e atravessa os estados da 88Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe. O rio São Francisco possui uma área de drenagem superior a 630.000 km2 e uma extensão de 3.160 km, tendo como principais afluentes os rios Paracatu, Carinhanha e Grande, pela margem esquerda, e os rios Salitre, das Velhas e Verde Grande, pela margem direita. De grande importância política, econômica e social, principalmente para a região nordeste do país, é navegável por cerca de 1.800 km, desde Pirapora, em Minas Gerais, até a cachoeira de Paulo Afonso, em função da construção de hidrelétricas com grandes lagos e eclusas, como é o caso de Sobradinho e Itaparica.
  73. 80. TRANSPOSIÇÃO SÃO FRANCISCO
  74. 81. Transposição das águas do rio São Francisco
  75. 83. BACIA PLATINA
  76. 84. Bacia Platina, ou dos rios Paraná e Uruguai A bacia platina, ou do rio da Prata, é constituída pelas sub-bacias dos rios Paraná, Paraguai e Uruguai, drenando áreas do Brasil, Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai. O rio Paraná possui cerca de 4.900 km de extensão, sendo o segundo em comprimento da América do Sul. É formado pela junção dos rios Grande e Paranaíba. Possui como principais tributários os rios Paraguai, Tietê, Paranapanema e Iguaçu. Representa trecho da fronteira entre Brasil e Paraguai, onde foi implantado o aproveitamento hidrelétrico binacional de Itaipu, com 12.700 MW, maior usina hidrelétrica em operação do mundo. Posteriormente, faz fronteira entre o Paraguai e a Argentina. O rio Paraguai possui um comprimento total de 2.550 km, ao longo dos territórios brasileiro e paraguaio e tem como principais afluentes os rios Miranda, Taquari, Apa e São Lourenço. Nasce próximo à cidade de Diamantino, no estado de Mato Grosso, e drena áreas de importância como o Pantanal mato-grossense. No seu trecho de jusante banha a cidade de Assunción, capital do Paraguai, e forma a fronteira entre este país e a Argentina, até desembocar no rio Paraná, ao norte da cidade de Corrientes. O rio Uruguai, por fim, possui uma extensão da ordem de 1.600 km, drenando uma área em torno de 307.000 km2. Possui dois principais formadores, os rios Pelotas e Canoas, nascendo a cerca de 65 km a oeste da costa do Atlântico. Fazem parte da sua bacia os rios Peixe, Chapecó, Peperiguaçu, Ibicuí, Turvo, Ijuí e Piratini. O rio Uruguai forma a fronteira entre a Argentina e Brasil e, mais ao sul, a fronteira entre Argentina e Uruguai.
  77. 85. BACIAS SECUNDÁRIAS
  78. 86. <ul><li>1. Rios Litorâneos do Extremo Sul da Mata Atlântica (Bacia dos Rios Araranguá, Mapituba e Tramandaí) </li></ul><ul><li>2. Rios Litorâneos de Santa Catarina </li></ul><ul><li>3. Rios Litorâneos do Paraná </li></ul><ul><li>4. Bacia Hidrográfica do Rio Ribeira de Iguape </li></ul><ul><li>5. Rios Litorâneos do Norte de São Paulo e Baía de Ilha Grande 6. Rios Litorâneos do Rio de Janeiro </li></ul><ul><li>7. Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul </li></ul><ul><li>8. Rios Litorâneos do Espírito Santo entre a Foz do Rio Paraíba do Sul e Rio Doce </li></ul><ul><li>9. Bacia Hidrográfica do Rio Doce </li></ul><ul><li>10. Rios Litorâneos entre a Foz do Rio Doce e do Rio Jequitinhonha </li></ul><ul><li>11. Bacia Hidrográfica do Rio Jequitinhonha </li></ul><ul><li>12. Bacia Hidrográfica do Rio Pardo </li></ul><ul><li>13. Bacia Hidrográfica do Rio de Contas e Adjacentes </li></ul><ul><li>14. Bacia Hidrográfica do Rio Paraguaçu </li></ul><ul><li>15. Rios Litorâneos entre a Foz do Rio Paraguaçu e do Rio São Francisco </li></ul><ul><li>16. Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco </li></ul><ul><li>17. Rios Litorâneos do Nordeste Oriental </li></ul><ul><li>18. Bacia Hidrográfica do Rio Paraná Superior (Alto Paraná) </li></ul><ul><li>19. Bacia Hidrográfica do Rio Iguaçu </li></ul><ul><li>20. Bacia Hidrográfica do Rio Uruguai Superior </li></ul><ul><li>21. Bacia Hidrográfica do Rio Uruguai Médio </li></ul><ul><li>22. Bacia Hidrográfica da Laguna dos Patos </li></ul>
  79. 87. BACIAS SECUNDÁRIAS Bacias do Nordeste: Destacam-se os rios permanentes de Mearim, Turiaçu e Itapecuru ( no Maranhão ); Parnaíba ( Maranhão/Piauí ); e Beberibe e Capibaribe ( em Pernambuco ). Contudo, a maior parte dos rios situa-se no sertão; eles são temporários ( intermitentes ), como o Jaguaribe ( Ceará ), considerado o maior rio temporário do mundo. Bacias do Leste: Destacam-se os rios Jequitinhonha, que corta uma região extremamente pobre do nordeste de Minas Gerais; Doce, que abrange tradicional área de mineração neste estado; e Paraíba do Sul, que atravessa importante região industrial do Brasil e de grande concentração urbana ( São Paulo e Rio de Janeiro ). Bacias do Sudeste-Sul: são importantes rios dessa bacia o Ribeira do Iguape ( São Paulo, próximo à fronteira do Paraná ), região mais empobrecida econômica e socialmente do estado; o Itajaí ( principal região industrial de Santa Catarina ) e o Tubarão ( região carbonífera e industrial, também situada em Santa Catarina ). No Rio Grande do Sul, destacam-se os rios Guaíba ( Porto Alegre ) e Jacuí, além das lagoas dos Patos, Mirim e Mangueira.
  80. 88. BACIAS SECUNDÁRIAS DO NORDESTE
  81. 89. Bacia do Atlântico Sul - trechos norte e nordeste Vários rios de grande porte e significado regional podem ser citados como componentes dessa bacia, a saber: rio Acaraú, Jaguaribe, Piranhas, Potengi, Capibaribe, Una, Pajeú, Turiaçu, Pindaré, Grajaú, Itapecuru, Mearim e Parnaíba. Em especial, o rio Parnaíba é o formador da fronteira dos estados do Piauí e Maranhão, por seus 970 km de extensão, desde suas nascentes na serra da Tabatinga até o oceano Atlântico, além de representar uma importante hidrovia para o transporte dos produtos agrícolas da região.
  82. 90. BACIAS SECUNDÁRIAS DO LESTE
  83. 91. BACIA DO RIO DOCE
  84. 92. OCUPAÇÃO E RESULTADOS
  85. 93. Bacia do Atlântico Sul - trecho leste Da mesma forma que no seu trecho norte e nordeste, a bacia do Atlântico Sul no seu trecho leste possui diversos cursos d'água de grande porte e importância regional. Podem ser citados, entre outros, os rios Pardo, Jequitinhonha, Paraíba do Sul, Vaza-Barris, Itapicuru, das Contas e Paraguaçu. Por exemplo, o rio Paraíba do Sul está localizado entre os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, os de maior significado econômico no país, possui ao longo do seu curso diversos aproveitamentos hidrelétricos, cidades ribeirinhas de porte, como Campos, Volta Redonda e São José dos Campos, bem com industrias importantes como a Companhia Siderúrgica Nacional.
  86. 94. BACIAS SECUNDÁRIA DO SUL SUDESTE
  87. 95. Bacia do Atlântico Sul - trechos sudeste e sul A bacia do Atlântico Sul, nos seus trechos sudeste e sul, é composta por rios da importância do Jacuí, Itajaí e Ribeira do Iguape, entre outros. Os mesmos possuem importância regional, pela participação em atividades como transporte hidroviário, abastecimento d'água e geração de energia elétrica.

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