KARDEC E O TRABALHADOR DA UNIFICAÇÃO

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Palestra Espírita elaborada por Jorge Luiz, Fortaleza, Ceará, Brasil.
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KARDEC E O TRABALHADOR DA UNIFICAÇÃO

  1. 1. KARDEC e o trabalhador da unificação
  2. 2. “(...) Unificar é reunir, para unir e produzir cada vez mais e melhor.” (Dr. Luiz Monteiro, Líder da Federação Espírita do Estado de S. Paulo) (MARTINS, C. & BRAGA, R. in “O Centro Espírita–Diretrizes Básicas e Unificação”)
  3. 3. UNIFICAR # # UNIFORMIZAR
  4. 4. “(...) é alcançar uma perfeita união entre os espíritas e a mais ampla difusão do Espiritismo, sem prejuízo das características de individualidade, de autonomia e de liberdade das partes unitárias do movimento que são exatamente os centros espíritas.” (MARTINS, C. & BRAGA, R. in “O Centro Espírita–Diretrizes Básicas e Unificação”)
  5. 5. “Ditosos os que hajam dito a seus irmãos: ‘Trabalhemos juntos e unamos os nossos esforços, a fim de que o Senhor, ao chegar, encontre acabada a obra’ porquanto o Senhor lhes dirá: ‘Vinde a mim, vós que sois bons servidores, vós que soubestes impor silêncio aos vossos ciúmes e às vossas discórdias, a fim de que não viesse dano para a obra!” (O Evangelho Segundo o Espiritismo – Cap. XX, item 5)
  6. 6. “A tarefa de unificação é paulatina; a tarefa de união é imediata, enquanto a tarefa do trabalho é incessante, porque jamais terminaremos o serviço, desde que somos imperfeitos, e fazemos apenas a parte que nos está confiada.” (Psicofonia de Divaldo P. Franco – Reformador – Fev./1976)
  7. 7. Espíritas Experimentadores Espíritas Imperfeitos Espíritas Verdadeiros ou Cristãos Espíritas Exaltados (O Livro dos Médiuns – 1ª parte – cap. III- item 28)
  8. 8. “(...) ele produz uma confiança cega e frequentemente pueril nas manifestações do mundo invisível, fazendo aceitar muito facilmente e sem controle aquilo que a reflexão e o exame demonstrariam ser absurdo ou impossível, pois o entusiasmo não esclarece, ofusca.(...)” (O Livro dos Médiuns – 1ª parte – cap. III- item 28)
  9. 9. “Em sua bandeira, inscrevera o mestre estas palavras: Trabalho, Solidariedade e Tolerância.(...)” (Biografia de Allan Kardec – Obras Póstumas)
  10. 10. (Obras Póstumas – Projeto 1868)
  11. 11. “O Espiritismo é uma questão de fundo; prender-se à forma seria puerilidade indigna da grandeza do assunto. Daí vem que os centros que se acharem penetrados do verdadeiro espírito do Espiritismo deverão estender as mãos uns aos outros, fraternalmente, e unir-se para combater os inimigos comuns: a incredulidade e o fanatismo.” (Obras Póstumas – Constituição do Espiritismo
  12. 12. federativas nacionais “Compreende-se que, sem uma autoridade moral, capaz de centralizar os trabalhos, os estudos e as observações, de dar a impulsão, de estimular os zelos, de defender os fracos, de sustentar os ânimos dos vacilantes, de ajudar com os conselhos da experiência, de fixar a opinião sobre os pontos incertos, o Espiritismo correria o risco de caminhar ao léu. Não somente essa direção é necessária, como também preciso se faz que preencha condições de força e de estabilidades suficientes para afrontar as tempestades”. (Allan Kardec) (Obras Póstumas – Constituição do Espiritismo)
  13. 13. federativas estaduais “Outro tanto se dará com o Espiritismo organizado. Os espíritas do mundo todo terão princípios comuns que os ligarão à grande família pelo sagrado laço da fraternidade, mas cuja aplicações variarão segundo as regiões, sem que, por isso, a unidade fundamental se rompa;(...)” (Allan Kardec) (Obras Póstumas – Constituição do Espiritismo)
  14. 14. órgãos informais de extensão (Obras Póstumas – Constituição do Espiritismo)
  15. 15. centros espíritas “Isso acontecerá com os centros gerais do Espiritismo; serão os observatórios do mundo invisível, que permutarão entre si o que obtiverem de bom e de aplicável aos costumes dos países onde funcionam, uma vez que o objetivo que eles colimam é o bem da Humanidade e não a satisfação de ambições pessoais.” (Obras Póstumas – Constituição do Espiritismo)
  16. 16. gestão unificadora “Em vez de um chefe único, a direção será confiada a uma comissão central permanente, cuja organização e atribuições se definam de maneira a não dar azo a arbítrio. (...) A comissão nomeará o seu presidente por uma ano. Puramente administrativa será a autoridade do presidente. Ele dirigirá as deliberações da comissão, velará pela execução dos trabalhos e pelo expediente; mas, fora das atribuições, nenhuma decisão poderá tomar sem o concurso da comissão. Portanto, não haverá possibilidade de abusos, nem alimentos para a ambição, nem pretextos para intrigas ou ciúmes, nem supremacia chocante.” (Obras Póstumas – Constituição do Espiritismo)
  17. 17. conselho unificador “Que fazer nesta ocorrência. Uma coisa muito simples: fechar-se nos estritos limites dos preceitos da Doutrina; esforçar-se em mostrar o que ela é por seu próprio exemplo e declinar toda a solidariedade com o que pudesse ser feito em seu nome e que fosse capaz de desacreditá-la, porque não seria este o caso de adeptos sérios e convictos. (...). É nessas condições que o Espiritismo atravessará as tempestades que serão amontoadas em sua estrada e que sairá triunfante de todas as lutas.” (Revista Espírita – jan/1867 – Ed. FEB – pag. 17 a 27)
  18. 18. “O serviço de unificação em nossas fileiras é urgente, mas não apressado. Uma afirmativa parece destruir a outra. Mas não é assim. É urgente porque define o objetivo a que devemos visar; mas não apressado, porquanto não nos compete violentar consciência alguma.” (Espírito Bezerra de Menezes -Psicografia de F.C.Xavier – Reformador dez/75)
  19. 19. “(...) é prestar relevante serviço à causa do Evangelho Redentor junto à Humanidade. Reunir elementos dispersos, concatená-los e estruturar-lhes o plano de ação, na ordem superior que nos orienta o idealismo, é serviço de indiscutível benemerência porque demanda sacrifício pessoal, oração e vigilância na fé renovadora e, sobretudo, elevada capacidade de renunciação”. (Espírito Emmanuel -Psicografia de F.C.Xavier – Reformador out/77)
  20. 20. “Seja Allan Kardec, não apenas crido ou sentido, apregoado ou manifestado, a nossa bandeira, mas suficientemente vivido, sofrido, chorado e realizado em nossas próprias vidas. Sem essa base é difícil forjar o caráter espírita-cristão que o mundo espera de nós pela unificação.” (Espírito Bezerra de Menezes) (Psicografia de F. C. Xavier – Unificação – “Reformador” dez/1975)

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