JOANA D'ARC, Médium

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Palestra espírita elaborada por Jorge Luiz, Fortaleza, Ceará, Brasil.
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JOANA D'ARC, Médium

  1. 1. Nome: Jehanne D’arc. Nascimento: 06.01.1412 Domrémy-La Pucelle - Lorena – França. (La Pucelle d’Orleans) “A Virgem de Orleans”Gravura de 1505
  2. 2. A casa de Joana d’Arc emDomrémy, atualmente um museu
  3. 3. a infância “Joana, filha de Deus, sê boa e concordata, frequenta a igreja, põe tua confiança no Senhor.”Um dos escudos usados por Joana dArc.
  4. 4. a missão “É preciso que vás em socorro do delfim, para que, por teu intermédio, ele recobre o seureino”. Joana a princípio se escusa: “Sou uma pobre rapariga, que não sabe cavalgar, nem guerrear!” “Filha de Deus, vai, serei teu amparo”, responde a voz.”
  5. 5. “Um dia S. Miguel lhe diz: Filha de Deus, tu conduzirás o delfim a Reims, a fim de que receba ai sua digna sagração. Santa Catarina e Santa Margarida lhe repetiam sem cessar: Brasão de armas de JoanaD’Arc desenhado pelo próprio “Vai, vai, nós te rei Carlos VII. ajudaremos.”
  6. 6. A IDEIA DE PÁTRIAA IDEIA DE HUMANIDADEA IDEIA DE RELIGIÃOESPIRITISMO
  7. 7. “Do coração de uma mulher, de seu amor, de sua abnegação é que nasceu a noção Léon Denis de pátria.”(1846-1927)
  8. 8. Joana reconhece o Delfim, Estátua de Joana dArc na Catedral em Chinon. de Notre-Dame de Paris.
  9. 9. a mediunidade“Os fenômenos de visão, de audição, depremonição, que pontilham a vida de JoanaD’arc, deram lugar às mais diversasinterpretações. Entre os historiadores, unsnão viram neles mais do que casos dealucinação; outros chegaram a falar emhisteria ou nevrose. Alguns lhe atribuíramcaráter sobrenatural e miraculoso.”
  10. 10. fenômenos mediúnicosaudiência vidência clarividênciapremonição Inspiração materialização
  11. 11. “Toquei em Santa Catarina, que meapareceu visivelmente”, diz, “Beijasteou abraçaste Santa Catarina ouSanta Margarida?” perguntam-lhe. –“Abracei-as ambas.” – “Rescendiamperfumes! – “É bom se saiba querescendiam perfumes.”
  12. 12. ascensão militar“Mas, sua linguagem inspirada, seuscostumes austeros, sua sobriedade eos prodígios que se operaram logoem torno dela, a impuseram bemdepressa àquelas imaginaçõesgastas.”
  13. 13. a liderança“Pelas predições realizadas, pelosacontecimentos verificados, conseguiuinspirar-lhes absoluta confiança.Chegaram quase a divinizá-la. Suapresença era tida como garantia debom êxito, símbolo da intervençãoceleste.
  14. 14. orleans“Com esse vigoroso ataque,conseguiu romper as linhasinglesas. Uma a uma asfortificações foram tomadase em três dias Orleansestava livre do cerco.Depois, os combates sesucedem, como relâmpagosnum céu de fogo. Cadaassalto é uma vitória.
  15. 15. a prisãoTorre Joana D’arc
  16. 16. o processo“De fato, nenhuma voz seelevou em toda acristandade, para protestarcontra o iníquo julgamentode Joana, quer do lado doclero que se conservarafrancês, quer do lado doclero que se passara paraos ingleses.”
  17. 17. o suplício“Sim, minhas vozes vinham do Alto.Minhas vozes não me enganaram.Minhas revelações eram de Deus.Tudo que fiz fi-lo por ordem deDeus.”(...) Ecoa um grito sufocado,supremo apelo de mártir de Ruão aomártir do Gólgota: “Jesus!”
  18. 18. A caminho do suplício
  19. 19. A execução
  20. 20. a reabilitação“O tribunal de reabilitação, (...) que se fezesperar vinte e cinco anos, sancionou aimpunidade dos carrascos do mesmo passo queproclamou a inocência da supliciada. Aindamais: declarou Joana isenta do crime de heresia;mas, admitiu que como herética, a virgem teriamerecido o fogo, consagrando, assim, o exemplodos juízes do primeiro tribunal, o nefastoprincípio da intolerância, do qual ela foi vítima.”
  21. 21. “Há nos livros de Nosso Senhormuito mais do que nos vossos. –O Senhor tem um livro no qualnenhum clérigo jamais leu, pormais perfeito que seja noclericato!”

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