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A QUESTÃO SOCIALCleusa B. Colombo   (1937-1997)     (COLOMBO, Cleusa B. in Idéias Sociais Espírita)
A VIDA SOCIAL E           SOCIEDADE“ – Certamente. Deus fez ohomem       para    viver     emsociedade.    Deus    não    ...
A VIDA SOCIAL E             SOCIEDADE                “Em sua vida social e                política, o homem               ...
A VIDA SOCIAL E             SOCIEDADE“(...) Ninguém chama a massa humanadesorganizada, aterroriada e tresmalhadaem um navi...
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KARDEC E A TRANSIÇÃO        SOCIALII. KARDEC E AS ARISTOCRACIAS      (Allan Kardec – Obras Póstumas)
KARDEC E A TRANSIÇÃO       SOCIAL   (Allan Kardec in Obras Póstumas)
KARDEC E A TRANSIÇÃO       SOCIAL   (Allan Kardec in Obras Póstumas)
TRANSIÇÃO SOCIAL E            ESPIRITISMO     I. GLOBALIZAÇÃO ESPIRITUAL“É no momento em que ela se encontra muitoapertada...
TRANSIÇÃO SOCIAL E            ESPIRITISMO         II. SINAIS DOS TEMPOS“A multiplicidade das causas de destruição constitu...
TRANSIÇÃO SOCIAL E           ESPIRITISMO      III. PARTIDAS COLETIVAS“As grandes partidas coletivas, entretantonão têm por...
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Palestra espírita !Transição Social e o Espiritismo", elaborada por Jorge Luiz - Fortaleza - Ceará.
e-mail: jorge.grauca@gmail.com

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A TRANSIÇÃO SOCIAL E O ESPIRITISMO

  1. 1. A QUESTÃO SOCIAL “Entender a questão social naFrança no século XIX é percebê-lacomo parte de um movimento da história mundial de transformação.” (Autores Diversos – “Em Torno de Kardec” – Lachâtre)
  2. 2. A QUESTÃO SOCIAL “(...) aquilo a que, desde o século XVIII, temos vindo a chamar a questão social e a que poderíamos chamar Hannah Arendt melhor e mais (1906-1975) simplesmente a existência da pobreza.”(COLOMBO, Cleusa B. in Idéias Sociais Espírita, apud Hannah Arendt)
  3. 3. A QUESTÃO SOCIAL(Autores Diversos – “Em Torno de Kardec” – Lachâtre)
  4. 4. “Liberdade, Igualdade eFraternidade. Estas três palavrasconstituem, por si sós, oprograma de toda uma ordemsocial que realizaria o maisabsoluto progresso daHumanidade, se os princípiosque elas exprimem pudessemreceber integral aplicação.”(Allan Kardec – Obras Póstumas – Edições FEB)
  5. 5. A QUESTÃO SOCIAL INDIVÍDUO SOCIEDADE DE CAPITALISMO CLASSES MOBILIDADE CIDADANIA SOCIAL(Autores Diversos – “Em Torno de Kardec” – Lachâtre)
  6. 6. A QUESTÃO SOCIAL 1º Estágio 2º Estágio Pauperismo Cultural Proletariado Espiritual Questão Operária Econômica e Social(COLOMBO, Cleusa B. in Idéias Sociais Espírita, apud Johannes Messner)
  7. 7. A QUESTÃO SOCIALCleusa B. Colombo (1937-1997) (COLOMBO, Cleusa B. in Idéias Sociais Espírita)
  8. 8. A VIDA SOCIAL E SOCIEDADE“ – Certamente. Deus fez ohomem para viver emsociedade. Deus não deuinutilmente ao homem a palavrae todas as outras faculdadesnecessárias à vida de relação.” (“O Livro dos Espíritos – Questão nº 786)
  9. 9. A VIDA SOCIAL E SOCIEDADE “Em sua vida social e política, o homem precisa de uma sociedade funcional da mesma forma que precisa do ar para respirar em sua vidaPeter Drucker (1909-2005) biológica. (...)
  10. 10. A VIDA SOCIAL E SOCIEDADE“(...) Ninguém chama a massa humanadesorganizada, aterroriada e tresmalhadaem um navio naufragado de “sociedade”.Na verdade, o pânico é resultado direto docolapso da sociedade; e a única maneira desuperá-la é restabelecendo uma sociedadecom valores, disciplina, poder eorganizações sociais.” (DRUCKER, Peter in A Sociedade)
  11. 11. A VIDA SOCIAL E SOCIEDADE POSIÇÃO SOCIAL GRUPOINDIVÍDUO FUNÇÃO SOCIAL SOCIAL PODER LEGÍTIMO (DRUCKER, Peter in A Sociedade)
  12. 12. A VIDA SOCIAL E SOCIEDADE I. PODER LEGÍTIMO“O poder legítimo origina-se damesma crença básica da sociedadeque diz respeito à natureza e àrealização do homem sobre a qualrepousam a função e a posiçãosociais do indivíduo.” (DRUCKER, Peter in A Sociedade)
  13. 13. DOUTRINA SOCIAL ESPÍRITA I. SOCIALISMO E ESPIRITISMO “o Socialismo é um capítulo do Espiritismo”Cosme Mariño (Freitas Nobre apud Cosme Mariño in Socialismo (1847-1927) e Espiritismo de Léon Denis-Prefácio)
  14. 14. DOUTRINA SOCIAL ESPÍRITA I. SOCIALISMO E ESPIRITISMO“Em realidade poder-se-ia dizer que o Espiritismo é umsocialismo etéreo baseado sobre as regras absolutas dajustiça e sobre as leis de consciência e da razão. Seusprincípios são imutáveis. Eles mostram à Humanidade ocaminho do dever pelo qual ela se proporcionará averdadeira luz e a plenitude de suas liberdades e de seusdireitos.(...)” (DENIS, Léon in Socialismo e Espiritismo)
  15. 15. DOUTRINA SOCIAL ESPÍRITAI. ASSISTÊNCIA SOCIAL ESPÍRITA ASSISTENCIALISMO ACRÍTICO LÉON DENIS BEZERRA DE MENEZES CAIRBAR SCHUTEL J. HERCULANO PIRES
  16. 16. KARDEC E A TRANSIÇÃO SOCIALII. KARDEC E AS ARISTOCRACIAS (Allan Kardec – Obras Póstumas)
  17. 17. KARDEC E A TRANSIÇÃO SOCIAL (Allan Kardec in Obras Póstumas)
  18. 18. KARDEC E A TRANSIÇÃO SOCIAL (Allan Kardec in Obras Póstumas)
  19. 19. TRANSIÇÃO SOCIAL E ESPIRITISMO I. GLOBALIZAÇÃO ESPIRITUAL“É no momento em que ela se encontra muitoapertada na esfera material, em quetransbordante se encontra de vida intelectual,em que o sentimento de espiritualidade lhedesabrocha no seio, que homens que se dizemfilósofos pretendem encher o vazio com asdoutrinas do nadismo e do materialismo!” (Allan Kardec – “A Gênese” – Cap. XVII-14 - Edições FEB)
  20. 20. TRANSIÇÃO SOCIAL E ESPIRITISMO II. SINAIS DOS TEMPOS“A multiplicidade das causas de destruição constitui sinalcaracterístico dos tempos, visto que elas apressarão aeclosão dos novos germens. São as folhas que caem nooutono e às quais se sucedem outras folhas cheias devida, porquanto a Humanidade tem suas estações, comoos indivíduos têm suas várias idades.” (Allan Kardec – “A Gênese” – Cap. XVIII-34 - Edições FEB)
  21. 21. TRANSIÇÃO SOCIAL E ESPIRITISMO III. PARTIDAS COLETIVAS“As grandes partidas coletivas, entretantonão têm por único fim ativar as saídas; temigualmente o de transformar maisrapidamente o espírito da massa, livrando-adas más influências e o de dar maisascendente às idéias novas.” (Allan Kardec – “A Gênese” – Cap. XVII-32 - Edições FEB)
  22. 22. TRANSIÇÃO SOCIAL E ESPIRITISMO IV.GERAÇÃO NOVA“Cabendo-lhe fundar a era do progressomoral, a nova geração se distingue porinteligência e razão geralmente precoces,juntas aos sentimentos inato do bem e ascrenças espiritualistas, o que constitui sinalindubitável de certo grau de adiantamentoanterior.” (Allan Kardec – “A Gênese” – Cap. XVIII-27 - Edições FEB)
  23. 23. TRANSIÇÃO SOCIAL E ESPIRITISMO VI. O CENTRO ESPÍRITA“Temos assim uma situação calamitosa, emque o aspecto cultural da Doutrina, eparticularmente o seu aspecto científico,estruturado na Ciência Espírita, com a maisbrilhante tradição, vê-se relegado, como senada representasse nessa fase de transição,(...). Enganam-se os que pensam que tudovirá do Alto.(...)”
  24. 24. TRANSIÇÃO SOCIAL E ESPIRITISMO VI. O CENTRO ESPÍRITA“Ao invés de se preocuparem com oprogresso da Ciência Espírita, que modificaráo mundo, os espíritas se apegam às suasinstituições particulares, como os curas àssuas igrejas e sacristias, pensando que issolhe basta no cumprimento do seus deveresespirituais.” (PIRES, J. Herculano in “Ciência Espírita”)
  25. 25. TRANSIÇÃO SOCIAL E ESPIRITISMO VI. O ESPIRITISMO“O Espiritismo não cria arenovação social; amadureza da Humanidadeé que fará dessa renovaçãouma necessidade.”(Allan Kardec – “A Gênese” – Cap. XVII-25 – Edições FEB)
  26. 26. “Nações, nome pomposo, para dizer barbárie, O amor se detém onde se detêm vossos passos? Rasgai essas bandeiras! Outra voz grita:Só o egoísmo e o ódio têm uma pátria, a fraternidade não.”(COLOMBO, Cleusa B. in Idéias Sociais Espírita, apud Alfredo Salsano)

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