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Criação de um grupo denominado : Queer Teacher´s Study Group onde épretendido desenvolver disciplinas com pedagogias queer...
Teorias dacomplexidade
Teorias da complexidadeCampo de investigação que analisa fenómenos dinâmicosadaptáveis e que se auto-organizam. Organismos...
Da complexidade àcumplicidade
Cohen e Stewartcriaram noçõescontrárias de“simplicidade” e de“complexidade”.Em vez de opostas,estas duas noçõestornaram-se...
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CumplicidadeEvolução e cognição são dois exemplos importantes einterligados• Os sistemas interagem de forma a transformare...
A escolha de Cohen e de Stewart dos termos “simplexidade” e“cumplicidade” vai além de um inteligente esquema retórico.A fo...
• “O ensino tem sido objecto de análises modernistas,que fragmentam os participantes, as intenções e asacções na medida em...
Cumplicidade emoralidade
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Teoria da complexidade“coloca um maior enfasena colectividade:nos efeitos mútuos, naacção conjuntae na coemergência.”pág.9...
Investigação CúmpliceAlerta-nos para “o facto de estarmos inevitavelmente comprometidos com atransformação”(pag.95)A ideia...
Vidas cúmplices
A cumplicidade é algo que exprime o nosso comportamento, é então umaafirmação do ser.Quanto á cumplicidade esta distancia ...
A pesquisa em teorias queer, psicanálise e no feminismo ampliaram o modo depensar.Através da cumplicidade os investigadore...
CumplicidadeProíbe umaseparaçãoTenta dar umprivilégiomenor àimagemexpressaIncita-nos areconsideraro terreno nãoformuladoIm...
Capítulos IndividuaisCapítulo 1 – “O pé esquerdo de Dante atira a teoria queer para a engrenagem.”(Ana Rita Rodrigues)Capí...
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  1. 1. Tecnologia da Comunicação Educacional – Licenciatura em Educação1ºAno – 2ºSemestreCapítulo 3 : “Uma outra teoria queer: ler a teoria dacomplexidade como um imperativo moral e ético”Brent Davis & Dennis J. SumaraDocente:Professora Doutora Lia Raquel OliveiraDiscentes:Ana RamosAna Raquel PereiraAna Rita RodriguesMaria do Céu RebeloMaria Inês Brás
  2. 2. Criação de um grupo denominado : Queer Teacher´s Study Group onde épretendido desenvolver disciplinas com pedagogias queer.Identificação com lésbicas, homossexuais e transexuais de maneira a que ovestuário represente uma forma de identificação com ou contra o que podedividir o homem da mulher.Relação entre as praticas pedagógicas do professor queer e a identidade-identificação do corpo do professor queer de modo a assinalar a insuficiênciade conhecimentos teóricos.É desenvolvida a “teoria da complexidade", que vem questionar as noções desenso comum de educação investigação e identidade.Discente: MariaRebelo
  3. 3. Teorias dacomplexidade
  4. 4. Teorias da complexidadeCampo de investigação que analisa fenómenos dinâmicosadaptáveis e que se auto-organizam. Organismos emdesenvolvimento e processos de vida.ExemploConjunto de Pessoas (sala de aula)Conjunto de órgãos (corpo humano)Discente: RitaRodrigues
  5. 5. Da complexidade àcumplicidade
  6. 6. Cohen e Stewartcriaram noçõescontrárias de“simplicidade” e de“complexidade”.Em vez de opostas,estas duas noçõestornaram-secomplementares.Cohen e Stewartpropuseram o termosimplexidade ecumplicidadeDiscente: AnaRamos
  7. 7. Simplexidade“Usado para referir qualquer sistema de interpretaçãoelaborado pelo homem, que por mais elaborado que seja sedestina a descrever ou a simular o universo, ou parte dele. Acaracterística que define um sistema simplex é a dependênciadas condições iniciais.”(pp.81)A educação é um exemplo de um caso de sistemas simplex, nodiscurso predominante actual e no discurso académico. Poisfunda-se num pequeno conjunto de princípios formais, bemarticulados, mas problemáticos.Cohen e Stewart compararam simplexidadescom sistemas de cumplicidade.
  8. 8. CumplicidadeEvolução e cognição são dois exemplos importantes einterligados• Os sistemas interagem de forma a transformarem-se unsaos outros.• Originando num aumento da complexidade a partir de iníciorelativamente simples. Existe uma abertura a novaspossibilidades, um aumento do espaço do possível.
  9. 9. A escolha de Cohen e de Stewart dos termos “simplexidade” e“cumplicidade” vai além de um inteligente esquema retórico.A formulação da cumplicidade juntamente com a concepção dacircularidade fundamental deveriam estimular os interessados na teoriada complexidade e no ensino a considerar as dimensões éticas e moraisdo projecto educativo formal, um outro projecto cúmplice, que muitasvezes é falsamente compreendido como simplex.
  10. 10. • “O ensino tem sido objecto de análises modernistas,que fragmentam os participantes, as intenções e asacções na medida em que o ensino e a aprendizagemsão difundidos como projectos governáveis,controláveis e mecânicos. Esta imagem segura doensino, que se apoia em manuais do currículoprescritivo e em livros de “como fazer”, no campo dovirtual de qualquer programa educativo, éproblematizada pela noção de cumplicidade. Acumplicidade torna claro que cada um de nós éenvolvido no fenómeno do ensino: participa, estácomprometido, é culpado. (pp.84)
  11. 11. Cumplicidade emoralidade
  12. 12. Foulcault demonstra que os padrões de comportamentos emergemde acontecimentos históricos.Cohen e StewartAs concepções da moralidade associam-se a premissas demasiadosimplesOs pontos de vista do senso comum relativamente à ética e moraltem um estatuto existencialA noção demoralidadeparece se tertornado parte dosenso comumDiscente:Raquel Pereira
  13. 13. Surgimento de dois modelos:Levin Ética modernistaMark Johnson reforça dizendo :”… os juízos morais nestesistema destiguem-se de outras categorias de raciocínio porestarem alinhadas com o pensamento matemático ecientifico.”Jonhson Ética depruvidência
  14. 14. Borgman :A moralidade pós- moderna exige uma maioratenção aos resultados de acção à forma comoos produtos são cúmplices na complexidade dasrelações do homem com o mundo.
  15. 15. Teoria da complexidade“coloca um maior enfasena colectividade:nos efeitos mútuos, naacção conjuntae na coemergência.”pág.93“Proporciona um modo deexplorar a possibilidade deque o que aconteceu nãofoi um “derrube debarreiras” mas oreconhecimento de que asseparações (…) são merosinstrumentosretóricos.”pág.93
  16. 16. Investigação CúmpliceAlerta-nos para “o facto de estarmos inevitavelmente comprometidos com atransformação”(pag.95)A ideia de cumplicidade “liberta-nos da critica simplista de que não temos odireito de impor os nosso juízos de valor ás demais comunidades (pag.94)Acrescenta “a responsabilidade de considerar, em conjunto, as nossas intençõese os acontecimentos produzidos pelos nossos actos”.(pag.95)Discente: Maria Brás
  17. 17. Vidas cúmplices
  18. 18. A cumplicidade é algo que exprime o nosso comportamento, é então umaafirmação do ser.Quanto á cumplicidade esta distancia questões comportamentais e questões doser.Esta cumplicidade constitui o sempre em desenvolvimento da educação, ondeaqueles que estão á frente das investigações são sempre cúmplices e se devemempenhar na pratica educativa .Discente: MariaRebelo
  19. 19. A pesquisa em teorias queer, psicanálise e no feminismo ampliaram o modo depensar.Através da cumplicidade os investigadores de educação tornam-se complexos poisnão são inocentes na interpretação coletiva dos fenómenos que estudam
  20. 20. CumplicidadeProíbe umaseparaçãoTenta dar umprivilégiomenor àimagemexpressaIncita-nos areconsideraro terreno nãoformuladoImperativoético e moral
  21. 21. Capítulos IndividuaisCapítulo 1 – “O pé esquerdo de Dante atira a teoria queer para a engrenagem.”(Ana Rita Rodrigues)Capítulo 2 – “Política de identidade, resposta institucional e negociação cultural:significados de um gabinete homossexual e lésbico num campus.”(Ana Raquel Pereira)Capítulo 4 – “Transgressão e o corpo localizando: género, sexo e o professorhomossexual.”(Maria do Céu Rebelo)Capítulo 5 – “Do armário ao curral: neo-estereotipia em In & Out”(Maria Inês Brás)Capítulo 7 - Nutrindo imagens, paredes sussurrantes: intersecções de identidades eampliação de poderes no local de trabalho académico.(Ana Ramos)

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