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      uma imagem
      distorcida do
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              sociais
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    › Esfera alimentar:
       Recusa em ingerir alimentos ricos em hidratos de carbono e
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    › Emagrecimento rápido sem
        causa aparente
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   Recusa em manter um peso corporal
    minimamente normal para uma idade e
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  amenorreia, ou seja, ausência de pelo
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   Complicações relacionadas com a
    perda de peso
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 endócrinas
    do metabolismo basal
  Distúrbios hidroelectrolíticos
  Hipoglicémia
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› Dermatológicas
    Pele e cabelos secos
    Queda de cabelo
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   Complicações relacionadas com a
    purgação
    › Metabólicas
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Psicólogo             Psiquiatra

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      Objectivos:
1. Restauração de peso normal/razoável
          - menstruação e ovulação normais (mulheres)
          ...
   Níveis de tratamento:
      Hospitalização (4-10 semanas)
      Hospitalização parcial
      Programas residenciais...
   Objectivos – ajudar os pacientes:
    1. A entender e cooperar com a sua
       reabilitação nutricional e física
    ...
   Intervenções
    1. Terapia Individual – educação da
       anoréctica sobre as suas próprias
       necessidades; nor...
  Objectivos:
a) Restaurar o peso normal/razoável
b) Normalizar o padrão da dieta
c) Recuperar a percepção de fome e
   s...
   Individualização do plano alimentar
A história dietética do paciente deve:
  Especificar o início do quadro, a velocid...
   Estabelecimento do peso a atingir:
       Doentes externos – 450g/sem
       Doentes internos – 0,9 a 1,35 kg/sem

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    Elaboração da dieta
        O nutricionista deve:
1)   Avaliar a história dietética e identificar
     excessos e def...
Plano alimentar:
Refeições planeadas e em horas marcadas
Fornecer nutrientes em quantidade e
proporção adequada
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   Suplementos alimentares:
-   P, K, Mg, Zn, Cu
-   Vit. B12, folato, ...
-   Ca e vit. D



■   Outras opções nutricion...
   Esvaziamento gástrico retardado

    Diminuição da sensação de saciedade:
   pequenas refeições frequentes ricas em H...
   Incentivo do paciente:
    Elaboração conjunta da dieta
    Apresentação de uma alimentação normal
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   Exercício físico:
    Adequado à ingestão alimentar e à
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   Aspectos psicológicos a desenvolver
    simultaneamente:
    Ausência de sentimento de culpa
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   Exemplo:
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   Objectivos
    › Uso após restauração do peso, para ajudar
      á sua manutenção e normalizar
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 Cloropromazina
 Antidepressivos
 Ciproheptidina (orexígeno)
 Fármacos neurolépticos
 Inibidores da recaptação da ser...
   40% recuperam
    ›   Peso estável e razoável
    ›   Dieta e hábitos alimentares razoáveis
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   Metabólicas
   Cardiovasculares
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   Suicídio
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   Positivos:
    ›   Diagnóstico e intervenção precoce
    ›   Menor perda de peso
    ›   Anorécticos bulímicos
    ›  ...
   Etimologia:
    › Bous – boi
                          bulimia = fome de boi
    › Limos – fome

   Definição:
    › ...
   Sexo feminino - 90%
   Classe sócio – económica mais atingida:
    › Média – alta
    › Alta
   Idade mais atingida:...
Reduzem a auto-estima
   Factores psicológicos          e o auto-controlo
   Factores físicos
   Factores académicos
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   Momentos de voracidade alimentar
    com frequência de pelo menos 2 vezes
    por semana em 3 meses consecutivos
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   Físicos
    › Grandes oscilações de peso
    › Perda de potássio e desidratação
    › Rosto inchado – indução sistemát...
   Psicológicos:
    › Emotividade e depressão
    › Alterações de humor
    › Obsessão por dietas
    › Dificuldade de c...
   Comportamentais
    ›   Obsessão por comida
    ›   Indisposição depois das refeições
    ›   Comer às escondida
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   Episódios de ingestão compulsiva de
    uma quantidade de alimentos muito
    superior à maioria das pessoas:
    › A ...
   Episódios de ingestão
    compulsiva, seguidos de manobras
    compensatórias de eliminação, no
    mínimo 2 vezes sem...
   Fadiga e perda de energia
   Menstruação irregular ou inexistente
   Desidratação
   Obstipação
   Diarreia
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   Inchaço e dores de estômago
   Enfraquecimento da estrutura óssea
   Perda do esmalte dentário
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O tratamento deve ser conduzido por uma equipa composta de:
     - Psiquiatra
     - Psicólogo
     - Nutricionista
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Objectivos clarificados e etapas bem definidas sobre a terapia
a adoptar pelo doente.


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Objectivo: - analisar e modificar os pensamentos, crenças e
sentimentos que desencadeiam e perpetuam o ciclo bulímico.


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Tratamento psicoterapêutico mais eficaz para a doença.
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suicídio, ou quando houver fracasso do tratamento no
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   Bulimia                        Anorexia
    › Idade atingida: 18-40         › Idade atingida: 13-14
        anos     ...
   Incentivar o
    paciente/família
    a procurar ajuda
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    contribuindo para
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Disturbios alimentares

  1. 1.  Anorexia: › Desordem caracterizada por uma imagem distorcida do próprio corpo e um medo mórbido de engordar, o que leva à recusa de manter um peso minimamente normal. Anorexia “Falta de apetite”
  2. 2.  Tipo restritivo  Tipo ingestão › Dieta compulsiva / purgativo › Jejum › Crises bulímicas › Exercício físico regulares ou purgativas durante o episódio actual. › Usam métodos purgativos como vómito, laxantes, diuréticos, enemas, hormonas da tiróide e pílulas para emagrecer.
  3. 3.  Sexo feminino – 90%  Localização geográfica › Europa e EUA – maior incidência de casos; aumentou 10 vezes o nº de casos nos últimos anos. › Ásia, países árabes e África – raramente aparece  Classe sócio – económica mais atingida: › Média alta › Alta  Desportos mais atingidos: › Desportos estéticos com maior incidência no ballet (4%), na ginástica e na patinagem artística. › Desportos por categorias de pesos › Desportos de resistência
  4. 4.  Inicio da adolescência  O inicio dos sintomas dá-se de forma bimodal: 13-14 anos, 16-17 anos. Os dois picos de maior incidência dão-se aos 14 e 16 anos.  Inicio dos caracteres sexuais 2º determina o inicio desta patologia  Índice de mortalidade: › 4% em anoréctico tratados › 30% em situações catastróficas
  5. 5.  São desconhecidas  Factores que contribuem para a desordem: › Aspectos: genéticos sociais familiares ambientais  Componente Biológica Psicológica
  6. 6.  Sintomas › Esfera alimentar:  Recusa em ingerir alimentos ricos em hidratos de carbono e gorduras  Apresentam apetite “caprichoso” de poucos alimentos ou até mesmo de um único alimento  Medo intenso e inexplicável de engordar  Perdem o senso critico em relação ao seu esquema corpóreo  Tem dificuldade em comer em locais públicos › Outras áreas do comportamento além da alimentar:  Grande cuidado com organização  Senso de responsabilidade apurado  Interesse especial pelo valor nutritivo da cada alimento  Por vezes são exímias cozinheiras  Passam grande parte do tempo a melhorar as condições nutricionais dos seus familiares  Preocupação excessiva com o corpo pode ser confundido com vaidade  Passam horas mirando o espelho  Submetem-se a exercícios físicos excessivos  Diminuem as horas de sono  Isolamento social e dificuldade para namoros e vida sexual
  7. 7.  Sinais › Emagrecimento rápido sem causa aparente › Cabelos finos e quebradiços › Leve alopécia › Pilosidade pela pele (lanugo) › Interrupção do ciclo menstrual nas raparigas - amenorreia › vómito › Perda de erecção nos rapazes
  8. 8.  Recusa em manter um peso corporal minimamente normal para uma idade e altura (p.e., perda de peso maior que o necessário para manter um peso de 85% do esperado, ou incapacidade em ganhar o peso esperado para o crescimento, ficando aquém de 85% do previsto – IMC 17.5 Kg / m2 .  Medo intenso de ganhar peso ou ficar gorda, mesmo quando muito magra.  Perturbação na apreciação do peso e forma corporal, indevida influência de peso e forma corporal na auto–avaliação ou degeneração da gravidade do grande emagrecimento actual.
  9. 9.  Nas raparigas após menarca, amenorreia, ou seja, ausência de pelo menos 3 ciclos menstruais consecutivos.  Nos homens após perda de erecção.
  10. 10.  Complicações relacionadas com a perda de peso › Caquexia / desnutrição  Perda de tecido adiposo  Perda da massa muscular  Fraqueza, fadiga › Cardiovasculares  Perda de músculo cardíaco  P.A. e frequência cardíaca  Bradicardia  Arritmias › Gastro – intestinais  Esvaziamento gástrico retardado  motilidade intestinal  Dor abdominal  Obstipação
  11. 11. › Metabólicas e endócrinas  do metabolismo basal  Distúrbios hidroelectrolíticos  Hipoglicémia  Hipotermia  Diminuição de T3 e T4  Hipercolesterolémia  Osteoporose e osteopenia  Atraso na maturação sexual  Amenorreia  Mulher: baixo nível de estrogénios  Homem: baixo nível de testosterona › Reprodutivas  Infertilidade  Criança com peso à nascença › Renal  Desidratação  Alteração das enzimas hepáticas
  12. 12. › Dermatológicas  Pele e cabelos secos  Queda de cabelo  Lanugo  Edema › Hematológicas  Anemia  Leucopenia › Neurológicas  Depressão  Atrofias irreversíveis do cérebro  ventricular
  13. 13.  Complicações relacionadas com a purgação › Metabólicas  Alcalose hipocalémica e hipoclorémica  Hipomagnesémia › Dentárias  Erosão de esmalte dentário › Gastro-intestinais  Inflamação e das glândulas salivares e pancreáticas  da amilase  Erosão esofágica e gástrica › Neurológicas  Fadiga, fraqueza  convulsões
  14. 14. Psicólogo Psiquiatra Médico Nutricionista TRATAMENTO 3 níveis de tratamento: A – Psicoterapia B – Reabilitação Nutricional C – Tratamento Farmacológico
  15. 15.  Objectivos: 1. Restauração de peso normal/razoável - menstruação e ovulação normais (mulheres) - função sexual e níveis hormonais normais (homem) - desenvolvimento físico e sexual normal nas crianças e adolescentes 2. Motivação do paciente para recuperar hábitos e comportamentos alimentares saudáveis e participar no tratamento 3. Corrigir pensamentos, sentimentos e atitudes disfuncionais relacionadas com a desordem 4. Corrigir sequelas biológicas e psicológicas da desnutrição 5. Tratamento de condições psiquiátricas associadas 6. Garantir suporte e aconselhamento familiar 7. Prevenir recaídas
  16. 16.  Níveis de tratamento:  Hospitalização (4-10 semanas)  Hospitalização parcial  Programas residenciais  Paciente externo  Escolha do nível de tratamento: Parâmetros físicos + parâmetros comportamentais e psiquiátricos
  17. 17.  Objectivos – ajudar os pacientes: 1. A entender e cooperar com a sua reabilitação nutricional e física 2. A entender e alterar as suas atitudes e comportamentos relacionados com a desordem 3. A melhorar as suas relações sociais e interpessoais 4. Tratar conflitos psicológicos e doenças psiquiátricas associadas com a desordem alimentar
  18. 18.  Intervenções 1. Terapia Individual – educação da anoréctica sobre as suas próprias necessidades; normalizar a sua relação com os alimentos 2. Terapia familiar – para indivíduos que ainda vivem num núcleo familiar; visa tornar a pessoa mais autónoma 3. Terapia de grupo – melhorar as relações pessoais da anoréctica
  19. 19.  Objectivos: a) Restaurar o peso normal/razoável b) Normalizar o padrão da dieta c) Recuperar a percepção de fome e saciedade d) Corrigir as alterações biológicas causadas pela desnutrição
  20. 20.  Individualização do plano alimentar A história dietética do paciente deve: Especificar o início do quadro, a velocidade da perda de peso e a sua magnitude Especificar a hora e a composição das diversas refeições, principais e ligeiras (1.289 kcal+/-150 kcal, com baixa proporção de calorias originadas de gorduras) Indicar o local onde são tomadas as refeições e as pessoas com quem são partilhadas Uso de laxativos, diuréticos ou anorexígenos Conter uma lista dos gostos e aversões Estabelecer a natureza, frequência e duração das actividades físicas História menstrual Aporte energético recomendações de actual energia
  21. 21.  Estabelecimento do peso a atingir: Doentes externos – 450g/sem Doentes internos – 0,9 a 1,35 kg/sem  Valor calórico da dieta: Dieta hipocalórica (800–1000 kcal/dia) aumento gradual 200-300 kcal cada 3-4 dias Dieta hipercalórica (3000-3500 kcal/dia) Síndrome de realimentação: - Retenção de fluidos (edema) - Arritmias cardíacas - Diminuição de electrólitos (P, K, Mg, Na, …) - Intolerância à glucose - Disfunção GI
  22. 22.  Elaboração da dieta O nutricionista deve: 1) Avaliar a história dietética e identificar excessos e deficiências específicos 2) Educar o paciente e família para as necessidades nutricionais dos adolescentes, desfazendo mitos 3) Desenvolver um plano alimentar e equilibrado para atingir um dado peso ou mantê-lo 4) Aplicar um sistema que permite variabilidade e flexibilidade na selecção dos alimentos 5) Identificar comportamentos/hábitos alimentares errados que persistam 6) Garantir que haja “feedback”
  23. 23. Plano alimentar: Refeições planeadas e em horas marcadas Fornecer nutrientes em quantidade e proporção adequada Ter em conta os riscos de edema Alimentos de digestão fácil Consumo diário de leite e derivados Consumo de legumes, saladas e frutas frescas O azeite é a melhor gordura Variar as fontes proteicas para maior equilíbrio dos aa: carne, peixe, ovos Cereais, leguminosas secas e batatas também são importantes Dar alimentos que agradem ao paciente Ingestão gradual de alimentos “proibidos” (gorduras, pão, fritos, açúcar, …)
  24. 24.  Suplementos alimentares: - P, K, Mg, Zn, Cu - Vit. B12, folato, ... - Ca e vit. D ■ Outras opções nutricionais: Substituição temporária de comida sólida por suplementos líquidos Sonda nasogástrica ou nutrição parentérica
  25. 25.  Esvaziamento gástrico retardado Diminuição da sensação de saciedade:  pequenas refeições frequentes ricas em HC  Consumo de quantidade moderada de gordura  Consumo dos alimentos frios ou à t.a.  Limitar frutos e legumes  Limitar cafeína  Uso de suplementos nutricionais líquidos  Uso de agentes procinéticos
  26. 26.  Incentivo do paciente: Elaboração conjunta da dieta Apresentação de uma alimentação normal para que tome consciência do desvio entre o que come e aquilo que é uma alimentação normal Valorização do bem-estar que se sente depois da refeição Uso de estímulos positivos/negativos
  27. 27.  Exercício físico: Adequado à ingestão alimentar e à energia dispendida pelo paciente Ter em conta a densidade óssea e a função cardíaca Fitness ≠ perder peso Momento de descontracção e relaxamento
  28. 28.  Aspectos psicológicos a desenvolver simultaneamente: Ausência de sentimento de culpa quando aumenta a diversidade e a frequência do esquema de alimentação Estratégia de luta contra o “medo de ficar gorda” Melhoria da insatisfação corporal Os momentos de refeição devem ser períodos de relaxamento
  29. 29.  Exemplo: Leite meio gordo + cereais Pequeno almoço ou 1 iogurte natural meio gordo + 1 pão com 1 queijo fresco Snack 1 iogurte natural 1 fruta ½ sopa; peixe ou ovo; batata, massa ou arroz; almoço legumes; 1 fio de azeite 1 fruta 1 néctar light lanche 1 iogurte natural 1 pão com queijo fresco magro jantar (igual almoço) snack 1 iogurte natural 1 pacote bolachas integral
  30. 30.  Objectivos › Uso após restauração do peso, para ajudar á sua manutenção e normalizar comportamentos alimentares › Tratamento de sintomas psiquiátricos associados à anorexia nervosa
  31. 31.  Cloropromazina  Antidepressivos  Ciproheptidina (orexígeno)  Fármacos neurolépticos  Inibidores da recaptação da serotonina  Ansiolíticos
  32. 32.  40% recuperam › Peso estável e razoável › Dieta e hábitos alimentares razoáveis › Ausência de vómitos › Menstruação regular › Comportamento normal do adolescente  20% peso deficiente  20% magros  5-10% obesos  5-20% morrem  Recaídas frequentes
  33. 33.  Metabólicas  Cardiovasculares  Imunológicas  Infecciosas  Gastrenterologias  Suicídio Permanecem consequências psicológicas e comportamentos obsessivos ao longo da vida: › Manias obssesivo-compulsivas › Relação anormal com a comida › …
  34. 34.  Positivos: › Diagnóstico e intervenção precoce › Menor perda de peso › Anorécticos bulímicos › Idade inferior á adulta › Sistemas orgânicos pouco comprometidos › Boa relação pais / filhos  Negativos: › Depressão associada › Presença de purgação › Maior tempo de duração do quadro
  35. 35.  Etimologia: › Bous – boi bulimia = fome de boi › Limos – fome  Definição: › É uma espécie de toxicomania que se traduz por uma espécie de delinquência alimentar. É um distúrbio grave da alimentação, sendo também considerada como faceta trágica da depressão psíquica.
  36. 36.  Sexo feminino - 90%  Classe sócio – económica mais atingida: › Média – alta › Alta  Idade mais atingida: 18 – 40 anos  Modalidades com maior incidência: › moda, dança e atletismo.  A incidência é grande em cursos secundários e universitários.  Entre as pacientes existe forte presença de problemas afectivos, transtornos ansiosos, abuso e dependência de drogas.
  37. 37. Reduzem a auto-estima  Factores psicológicos e o auto-controlo  Factores físicos  Factores académicos  Factores sociais  Factores genéticos › Pressões sociais sobrevalorizam muito a magreza › Uso de comida e controlo de peso Crises de desenvolvimento e angústia e emocional
  38. 38.  Momentos de voracidade alimentar com frequência de pelo menos 2 vezes por semana em 3 meses consecutivos  Exageradas restrições alimentares  Provocam o vómito  Usam laxantes, processos químicos de emagrecimento  Exercício físico exagerado  Comportamentos paradoxais  Sinais de auto-motilação e flagelação  Medo constante em não controlar os ataques de fome  Hesitação face a comportamentos psicoterápicos
  39. 39.  Físicos › Grandes oscilações de peso › Perda de potássio e desidratação › Rosto inchado – indução sistemática do vómito › Garganta irritada e glândulas aumentadas › Irritações graves do esófago – acidez gástrica › Fadiga › Dificuldade em dormir › Irregularidade menstrual › Fraqueza muscular › Rebentamento dos vasos › Sinal de “russel” › Problemas dentários
  40. 40.  Psicológicos: › Emotividade e depressão › Alterações de humor › Obsessão por dietas › Dificuldade de controlo › Auto-criticismo severo › Auto-estima determinada pelo peso › Medo de não conseguir parar de comer voluntariamente › Sentimento de auto-censura após o episódio bulimico › Necessidade de aprovação dos outros
  41. 41.  Comportamentais › Obsessão por comida › Indisposição depois das refeições › Comer às escondida › Abuso de laxantes, diuréticos e anorexígenos › Uso de clisteres › Provocação do vómito › Isolamento social › Exercício físico em excesso › Jejuns prolongados e frequentes › Fuga a restaurantes e refeições planeadas
  42. 42.  Episódios de ingestão compulsiva de uma quantidade de alimentos muito superior à maioria das pessoas: › A nível acelerado e caótico › Sem qualquer selecção de alimentos › Com o desaparecimento das sensações de prazer ou da obtenção da saciedade › Sentimento de total falta de controlo na ingestão dos alimentos  Comportamentos compensatórios decorrentes para perder peso e prevenir o seu ganho: › Vómito auto-induzido › Abuso de laxantes e outros medicamentos › Jejum e exercício físico prolongados
  43. 43.  Episódios de ingestão compulsiva, seguidos de manobras compensatórias de eliminação, no mínimo 2 vezes semanais durante 3 meses consecutivos.  Preocupação persistente com a forma e peso corporais.
  44. 44.  Fadiga e perda de energia  Menstruação irregular ou inexistente  Desidratação  Obstipação  Diarreia  Lesão das extremidades nervosas que alimentam as fibras musculares do intestino  Falta de ar  Batimentos cardíacos irregulares  Depressão  Alopecia
  45. 45.  Inchaço e dores de estômago  Enfraquecimento da estrutura óssea  Perda do esmalte dentário  Irritação crónica da garganta  Problemas de fígado e rins  Aumento da glândula parótida  Desequilíbrio hidro-eletrolítico  Mãos e pés inchados  Hipotensão  Úlceras  Dilatação e ruptura gástrica  Escoriações nas mãos e nas articulações  Anemia  Paragem cardíaca e morte
  46. 46. O tratamento deve ser conduzido por uma equipa composta de: - Psiquiatra - Psicólogo - Nutricionista - Endocrinologista - Assistente social O primeiro objectivo do tratamento é acabar com o ciclo de ingestão compulsiva, seguida de manobras purgativas ou de jejum prolongado. Estabelecimento de um padrão alimentar regular e disciplinado
  47. 47. Objectivos clarificados e etapas bem definidas sobre a terapia a adoptar pelo doente. Um tratamento adequado da bulimia nervosa deverá incluir: * Tratamento psicológico * Tratamento farmacológico/Medicação * Aconselhamento nutricional * Internamento em casos muito graves
  48. 48. Objectivo: - analisar e modificar os pensamentos, crenças e sentimentos que desencadeiam e perpetuam o ciclo bulímico. O tratamento psicológico passa pelas seguintes terapias: * Terapia cognitivo-comportamental * Terapia familiar * Terapia de grupo
  49. 49. Tratamento psicoterapêutico mais eficaz para a doença. Objectivo: - extinção de hábitos ou atitudes incorrectas e a sua substituição por novos padrões apropriados e não provocadores de ansiedade. 3 fases sobrepostas: * 1ª fase: - educar o paciente sobre a doença e os processos que a mantêm. - auxiliá-lo a regularizar a sua alimentação. * 2ª e 3ª fases: - ajuda na manutenção da mudança do hábito alimentar.
  50. 50. Fundamental para aqueles que mantêm uma forte dependência emocional das famílias. Objectivo: - modificação do padrão de comportamento alimentar, conseguida pela aliança terapêutica estabelecida com a família.
  51. 51. Partilha de experiências individuais: o doente apercebe-se que não está sozinho e que a recuperação é possível. Discutidas e planeadas actividades, regras do tratamento e suas modificações com a evolução do tratamento. Psicoterapia interpessoal variante psicodinâmica desta terapia, sendo a primeira com efeitos equivalentes aos da terapia cognitivo-comportamental.
  52. 52. Antidepressivos o seu uso deriva da associação frequente desta doença com a doença depressiva. Funciona como complemento dos métodos de reabilitação nutricional e de psicoterapia. Não é o tratamento principal, nem o mais eficaz!
  53. 53. Essencial para que o doente saiba exactamente aquilo que deverá comer consoante o distúrbio alimentar de que padece. Objectivos: - reconhecimento do verdadeiro valor dos nutrientes e da sua importância na alimentação Comportamento alimentar saudável - correcção dos erros alimentares e introdução ou restabelecimento de padrões alimentares adequados. - ajuda na planificação do guia de refeições, baseada no conhecimento da história dietética do bulimico. Padrão de refeições regular e disciplinado
  54. 54. Só ocorre quando existem complicações clínicas, risco de suicídio, ou quando houver fracasso do tratamento no ambulatório.
  55. 55.  Bulimia  Anorexia › Idade atingida: 18-40 › Idade atingida: 13-14 anos anos; 16-17 anos › Perda significativa de peso › Não há perda significativa de peso › Preferência pela magreza › Satisfação com um extrema peso abaixo da média › Amenorreia › Nem sempre ocorre amnorreia › Faz gala do seu estado › Guarda segredo › Facilmente diagnosticada › Passa facilmente despercebida › Internamento mais › Internamento raro frequente › Períodos de › Dietas loucas voracidade alimentar
  56. 56.  Incentivar o paciente/família a procurar ajuda médica, contribuindo para o diagnóstico precoce  Apoiar os pacientes/família

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