RelaçõEs Entre Pais E Filhos

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RelaçõEs Entre Pais E Filhos

  1. 1. “Relações entre pais e filhos” Parede, 16-10-2009 Nuno Monteiro Dias Teles Grilo nº18 Pág. 1
  2. 2. “Relações entre pais e filhos” Nuno Monteiro Dias Teles Grilo, nº 18, Turma 2-S Disciplina de CLC-2 Professor: Fernando Pág. 2
  3. 3. Parede, 16-10-2009 Índice Introdução ao tema……………………………………………………………………….Pág.4 Desenvolvimento………………………………………………………………………….Pág.5,6 e7 Pesquisa……………………………………………………………………………………….Pág.8 Conclusão Final…………………………………………………………………………….Pág.9 Bibliografia……………………………………………………………………………………Pág.10 Pág. 3
  4. 4. Introdução ao tema Neste trabalho iremos falar sobre as relações entre pais e filhos e a sua respectiva compreensão linguística e cultural nos dias de hoje. Muitos dos problemas que ocorrem nas famílias é o simples facto de que, a “comunicação” que supostamente devia existir com alguma frequência, especialmente nas crianças com idades entre os 10 e os 13 esta é, bloqueada pelos novos meios de comunicação tecnológicos como por exemplo um computador. A partir daqui tudo muda, o estado psicológico da criança ou adolescente vai se lentamente alterando até que, entra num mundo virtual que na maioria dos casos é prejudicial para estes. O objectivo deste trabalho é explicar o “porquê” e tentar encontrar algumas possíveis soluções para este tipo de problema que é muito frequente nos dias de hoje. Pág. 4
  5. 5. Desenvolvimento Hoje em dia, a comunicação na família é extremamente importante, com isto, os filhos crescem com uma certa orientação, tornam se por si só, mais cultos e obtêm já uma certa noção do que é este “mundo” em que vivemos mas, por vezes, isso não acontece. Em certas e determinadas situações, onde a comunicação é escassa os filhos tendem a obter as “informações” e o esclarecimento das suas dúvidas, noutros lugares ao invés de serem os pais a dar-lhes. Através das “más companhias” que surgem como consequência da falta de comunicação nas famílias os filhos julgam obter as informações correctas não só com os amigos, mas também no “mundo tecnológico” como por exemplo nos computadores e vídeo jogos, ou seja , vão perdendo contacto directo com os pais, porque estes simplesmente não têm tempo para os seus filhos ou porque não lhes convém saber qual será o desempenho dos seus filhos a nível educacional e se crescem de uma forma culta e também no conhecimento. É importante que, numa relação entre pais e filhos existam regras, para q o filho as saiba cumprir, porque pensando que não, a existência de regras é extremamente importante para que no futuro eles as saibam cumprir e saber o que realmente significa “regra” e as conseguir cumprir sem dificuldade no “mundo exterior”. Com os pais, os filhos vão adquirindo variadas aptidões, quer físicas, quer comunicacionais, como por exemplo dizer o que sentem, exprimir ideias e os seus desejos. A falta de um relacionamento consistente mas que ao mesmo tempo é extremamente delicado trás sem dúvida alguma sérias consequências para o filho, começa por ter problemas na escola a nível de aprendizagem, Pág. 5
  6. 6. de comportamento e interpessoal começa por não se perceber a si próprio, sendo este, o aspecto mais importante. Isto tudo, resulta da falta da “comunicação” com a família, tanto os filhos como os pais, devem interagir regularmente, deverão por tudo em questão e tentar de certa forma, resolver os seus problemas, explicar o “porquê” das coisas, porque é que tem de ser de uma maneira e não pode ser de outra com uma simples “conversa de rotina” e nunca deixar nada para depois porque a situação pode se agravar mais por não haver comunicação. Um dos problemas que afecta a sociedade hoje em dia, é que os pais começam a não ter tempo para os filhos , visto que, à 50 anos atrás isto não se observava. Antigamente, os pais passavam bastante parte do seu tempo a conversar com os seus filhos e estes “brincavam” de uma maneira diferente do que os de agora. Hoje substituem o “jogo da apanhada” por um computador, os seus filhos recebem um computador que a meu ver, é muito cedo para estes o terem. As crianças acabam por entrar num mundo diferente e perigoso. Como não têm conhecimento de tal facto, devido à falta de informação e por conseguinte, da comunicação, os filhos acabam por ficar confusos porque a comunicação real acaba por ser substituída pela virtual. Acabam por “perder” o gosto da comunicação, preferindo o mundo virtual, passando largas horas em frente a um vídeo jogo ou no computador. Perdem o contacto comunicativo com os pais, e adquirem uma aprendizagem “confusa”. Hoje, tudo começa aos poucos, a ser muito virtual, mesmo que seja necessário é preciso ter conhecimento das consequências que este “Novo Mundo” possa vir a trazer, é importante que os pais não se esqueçam disso, pois é o futuro do seu filho que está em jogo. Pág. 6
  7. 7. São poucos os pais que abdicam um pouco do seu tempo para estar com os filhos, as “respostas” que os seus filhos necessitam, estes, vão buscá-las a outros lugares devido ao seu distanciamento. A resposta correcta às dúvidas das crianças e alguns adolescentes, é essencial para uma correcta integração num meio ambiente adverso e perigoso para mentes fracas e pouco esclarecidas. Para terminar, é em regra, difícil educar um filho nos tempos que correm. As solicitações que sobre eles recaem são muitas, estão todo o lado e muitos deles conduzem-nos a caminhos perniciosos. Pág. 7
  8. 8. Pesquisa “Relação entre pais e filhos: Cabe aos pais o papel de educar os filhos. A educação é a condição básica para o convívio social. Educar implica o uso de autoridade para estabelecer limites; dar ordens e proibir o indispensável que possibilite à criança controlar sua impulsividade: toda criança nasce egoísta; ela passa a respeitar o outro através da educação, disciplina, mas, principalmente, pelo exemplo dos pais. As crianças sempre identificam-se com um dos pais, e fazem o que esse adulto faz (ex.: a menina veste-se como a mãe). Quando os filhos são pequenos, os pais sempre decidem "o que", "como" e "quando"; ou seja, eles têm plenos poderes sobre seus filhos e por eles tomam as decisões que julgam corretas. A criança vive cômoda e prazerosamente nesta relação de dependência, com suas necessidades básicas satisfeitas e papéis claramente definidos. Mas, quando os filhos chegam à fase da adolescência, surge, na maioria das famílias, uma série de conflitos entre os pais e os filhos! Os pais têm dificuldade para aceitar o crescimento de seus filhos... Quantos pais dizem sentir saudades do tempo em que os filhos eram bebês? Admitir que o filho cresceu equivale a reconhecer que eles estão ficando mais velhos! Para o pai, é difícil aceitar que sua eterna namoradinha agora se interessa por um outro homem que não é ele! E a mãe, muitas vezes, não consegue tolerar a existência de outra mulher cheia de juventude! Muitos pais não se conformam por terem perdido o "posto" de heróis insubstituíveis dos filhos, e não conseguem suportar o olhar crítico dos jovens, pois estes começam a enxergar os pais como são: pessoas com todos os defeitos e qualidades que lhe são próprios. Há pais que passam a controlar exageradamente a vida dos filhos, como se pudessem, com isso, voltar a tê-los como crianças: não respeitam sua privacidade, querem participa r da vida deles de forma integral, e usam, para o controle deles, os perigos que aumentam nesta fase (a violência, a AIDS, etc...). Muitos pais querem antecipar questões aos filhos para evitar sofrimentos futuros... Mas o único método conhecido para se aprender algo é vivendo! Na realidade, a maioria dos problemas na relação entre pais e filhos baseia-se num conflito de poder! Os pais podem exercer o autoritarismo (quando o poder está em suas mãos) para atender suas próprias necessidades, ou fazer uso da permissividade, quando delegam o poder nas mãos dos filhos para fazerem o que desejarem... O mais importante neste tipo de relacionamento é uma resolução conjunta; buscar juntos e criar soluções conciliatórias para que todos sejam bem atendidos (onde as minhas necessidades são tão importantes quanto as suas). O maior papel dos pais consiste em apoiar, compreender e dialogar sempre com seus filhos!!!” Pág. 8
  9. 9. Conclusão Para finalizar, penso que os pais devem ser mais rígidos na medida em que, consigam de certa forma, ter sucesso na educação dos seus filhos, ter a noção de que os “novos meios comunicativos” são prejudiciais. Sabemos que, este “Novo Mundo” que nos rodeia é, por outro lado, importante, porque a tecnologia permitiu-nos “facilitar” a vida mas também trouxe-nos consequências, penso que é tudo uma questão de “comunicação”. Pág. 9
  10. 10. Bibliografia http://www.lideranca.org/cgi-bin/index.cgi? action=forum&board=homens&num=1003&op=display http://osfilhosdamadrugada.weblog.com.pt/arquivo/036618.html http://www.psicologia.com.pt/artigos/ver_opiniao.php? codigo=AOP0100&area=d11&subarea= http://jfsr.blogs.sapo.pt/1923.html http://ajudaemocional.tripod.com/id11.html Pág. 10

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