Não basta não fazer o mal
é preciso fazer o bem
Basta não fazer o mal para ser
agradável a Deus e assegurar um
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decorrem das qualidades que
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sofrimento, o Espírito deve sofrer
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pelo bem que deixou de...
ANGÈLE, nulidade sobre a Terra (Bordéus, 1862)
Um Espírito se apresenta espontaneamente ao
médium sob o nome de Angèle.
1....
Certos Espíritos não consideram como
sofrimentos senão aqueles que lhes
lembrem as dores físicas, tudo convindo
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2. Como pode a paz vos faltar na vida
espiritual? – R. Um lamento do passado.
– O lamento do passado é um remorso;
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3. Quereis dizer-me o que fizestes na
vossa última existência? Isto me ajudará,
talvez, a vos esclarecer. – R. Nada.
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4. Em qual posição social estáveis? – R.
Mediana. – Fostes casada? – R. Casada e
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Sua vida foi inútil ao bem e, por isso
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Estudai os mandamentos do Senhor,
meditai-os, e compreendei que, se vos
colocam uma barreira que vos detêm à
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O mal é oposto ao bem; portanto, aquele
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existência anterior de Angèle? A última
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Preguiçosa e egoísta por gosto, quis
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Hoje, ainda compreende o perigo que há
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Espírito, o vosso corpo não é senão uma
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...não a deixeis nem em repouso nem em
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Trabalhai, trabalhai sem cessar; cumpri
todos os vossos deveres, sem exceção;
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Aquele que cumpre com consciência a tarefa
mais ingrata, a mais vil em vossa sociedade,
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Tudo são degraus para subir ao céu: não os
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  • Que Deus continue te iluminando em todo os aspctos e principalmente nesse trabalho maravilhosso de divulgação da Doutrina Espirita.
    Gostaria de saber se posso usar essas projeções em palestra no nosso Grupo, evidentemente atribuindo todos os créditos ao Grupo Espirita Allan Kardec e as equipes de elaboração.
    Tenho alguns “Power Point” produzidos especialmente para aulas em nosso grupo, se quiser posso envia-los para a sua apreciação e possível aproveitamento basta me indicar qual melhor meio de encaminha-los
    Alcides Mello
    Grupo Espirita Samaritano.
    amellolambiasi@terra.com.br
    Fique na paz de Jesus.
       Responder 
    Tem certeza que deseja  Sim  Não
    Insira sua mensagem aqui
  • Boa Noite, Amiga Graça bjs..
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Não basta não fazer o mal é preciso fazer o bem.

  1. 1. Não basta não fazer o mal é preciso fazer o bem
  2. 2. Basta não fazer o mal para ser agradável a Deus e assegurar um futuro melhor? – Não. É preciso fazer o bem no limite de suas forças, porque cada um responderá por todo o mal que resulte do bem que não tiver feito. Allan Kardec – O livro dos Espíritos, q. 642.
  3. 3. O bem e o mal que fazemos decorrem das qualidades que possuímos. Não fazer o bem quando podemos e, portanto, o resultado de uma imperfeição. Allan Kardec – O céu e o inferno, capítulo VII primeira parte, n. 6º.
  4. 4. Se toda imperfeição é fonte de sofrimento, o Espírito deve sofrer não somente pelo mal que fez como pelo bem que deixou de fazer na vida terrestre. Allan Kardec – O céu e o inferno, capítulo VII primeira parte, n. 6º.
  5. 5. ANGÈLE, nulidade sobre a Terra (Bordéus, 1862) Um Espírito se apresenta espontaneamente ao médium sob o nome de Angèle. 1. Arrependei-vos de vossas faltas? – R. Não. – Então por que viestes até nós? – R. Para tentar. – Não sois, pois, feliz? – R. Não. – Sofreis? – R. Não. – O que vos falta? – R. A paz. Allan Kardec - O céu e o inferno, segunda parte - exemplos - capítulo VII.
  6. 6. Certos Espíritos não consideram como sofrimentos senão aqueles que lhes lembrem as dores físicas, tudo convindo que o seu estado moral é intolerável. Allan Kardec - O céu e o inferno, segunda parte - exemplos - capítulo VII.
  7. 7. 2. Como pode a paz vos faltar na vida espiritual? – R. Um lamento do passado. – O lamento do passado é um remorso; portanto, vos arrependestes? – R. Não; é por medo do futuro. – Que temeis? – R. O desconhecido. Allan Kardec - O céu e o inferno, segunda parte - exemplos - capítulo VII.
  8. 8. 3. Quereis dizer-me o que fizestes na vossa última existência? Isto me ajudará, talvez, a vos esclarecer. – R. Nada. Allan Kardec - O céu e o inferno, segunda parte - exemplos - capítulo VII.
  9. 9. 4. Em qual posição social estáveis? – R. Mediana. – Fostes casada? – R. Casada e mãe. – Cumpristes com zelo os deveres dessa dupla posição? – R. Não; meu marido me entediava, meus filhos também. Allan Kardec - O céu e o inferno, segunda parte - exemplos - capítulo VII.
  10. 10. 5. Como se passou a vossa vida? – R. A me divertir na juventude, e a me aborrecer na madureza. – Quais eram vossas ocupações? – R. Nenhuma. – Quem, pois, cuidava de vossa casa? – R. A doméstica. Allan Kardec - O céu e o inferno, segunda parte - exemplos - capítulo VII.
  11. 11. 6. Não será nessa inutilidade que será preciso procurar a causa de vossos lamentos e de vossos temores? – R. Talvez tenhas razão. – Não basta com isso convir. Allan Kardec - O céu e o inferno, segunda parte - exemplos - capítulo VII.
  12. 12. 6. Quereis, para reparar essa existência inútil, ajudar os Espíritos culpados que sofrem ao nosso redor? – R. Como? – Ajudando-os a melhorarem-se pelos vossos conselhos e vossas preces. – R. Eu não sei orar. – Fá-lo-emos em conjunto, o aprendereis; quereis isto? – R. Não. – Por quê? – R. A fadiga. Allan Kardec - O céu e o inferno, segunda parte - exemplos - capítulo VII.
  13. 13. Instrução do guia do médium Damos-te instruções colocando-te, sob os olhos, diversos graus de sofrimento e de posição de Espíritos condenados à expiação, em consequência de suas faltas. Allan Kardec - O céu e o inferno, segunda parte - exemplos - capítulo VII. MONOD.
  14. 14. Angèle era uma dessas criaturas sem iniciativa, cuja vida era tão inútil aos outros quanto a ela mesma. Allan Kardec - O céu e o inferno, segunda parte - exemplos - capítulo VII. MONOD.
  15. 15. Não gostando senão do prazer, incapaz de procurar no estudo, no cumprimento dos deveres da família e da sociedade, essas satisfações do coração, unicas que podem dar o encanto da vida, porque são de todas as idades, não pôde empregar os seus jovens anos senão nas distrações frívolas; Allan Kardec - O céu e o inferno, segunda parte - exemplos - capítulo VII. MONOD.
  16. 16. ...depois, quando os deveres sérios chegaram, o mundo fizera o vazio ao redor dela, porque fizera o vazio em seu coração. Allan Kardec - O céu e o inferno, segunda parte - exemplos - capítulo VII. MONOD.
  17. 17. Sem defeitos sérios, mas sem qualidades, ela fez a infelicidade de seu marido, perdeu o futuro de seus filhos, arruinou o seu bem-estar por sua incúria e seu desleixo. Allan Kardec - O céu e o inferno, segunda parte - exemplos - capítulo VII. MONOD.
  18. 18. Ela falseou o seu julgamento e o seu coração, pelo seu exemplo primeiro, e abandonando-os aos cuidados dos domésticos que ela não se dava mesmo ao trabalho de escolha. Allan Kardec - O céu e o inferno, segunda parte - exemplos - capítulo VII. MONOD.
  19. 19. Sua vida foi inútil ao bem e, por isso mesmo, culpável, porque o mal nasce do bem negligenciado. Compreendei bem, todos, que não basta vos abster das faltas: é necessário praticar as virtudes que lhes são opostas. Allan Kardec - O céu e o inferno, segunda parte - exemplos - capítulo VII. MONOD.
  20. 20. Estudai os mandamentos do Senhor, meditai-os, e compreendei que, se vos colocam uma barreira que vos detêm à margem do mau caminho, vos forçam, ao mesmo tempo, a retornar para trás para tomar a rota oposta, que conduz ao bem. Allan Kardec - O céu e o inferno, segunda parte - exemplos - capítulo VII. MONOD.
  21. 21. O mal é oposto ao bem; portanto, aquele que quer evitá-lo deve entrar no caminho oposto, sem o que a sua vida é nula; suas obras são mortas e Deus, nosso Pai, não é o Deus dos mortos, mas o Deus dos vivos. Allan Kardec - O céu e o inferno, segunda parte - exemplos - capítulo VII. MONOD.
  22. 22. P. Posso vos perguntar qual foi a existência anterior de Angèle? A última devia ser-lhe a consequência. R. Ela viveu na preguiça beata e a inutilidade da vida monástica. Allan Kardec - O céu e o inferno, segunda parte - exemplos - capítulo VII. MONOD.
  23. 23. Preguiçosa e egoísta por gosto, quis tentar a vida de família, mas o Espírito tem muito pouco progredido. Ela sempre repeliu a voz íntima que lhe mostrava o perigo; a inclinação era doce, e gostava mais de se abandonar que fazer um esforço para se deter no início. Allan Kardec - O céu e o inferno, segunda parte - exemplos - capítulo VII. MONOD.
  24. 24. Hoje, ainda compreende o perigo que há em manter-se nessa neutralidade, mas não sente força para tentar o menor esforço para dele sair. Orai por ela, despertai-a; forçai os seus olhos a se abrirem à luz: é um dever, ninguém o negligencie. Allan Kardec - O céu e o inferno, segunda parte - exemplos - capítulo VII. MONOD.
  25. 25. O homem foi criado para a atividade: a atividade de Espírito, é a sua essência; a atividade do corpo, é uma necessidade. Cumpri, pois, as condições de vossas existências, como Espírito destinado à paz eterna. Allan Kardec - O céu e o inferno, segunda parte - exemplos - capítulo VII. MONOD.
  26. 26. Como corpo destinado ao serviço do Espírito, o vosso corpo não é senão uma máquina submetida à vossa inteligência; trabalhai, cultivai, pois, a inteligência, a fim de que ela dê um impulso salutar ao instrumento que deve ajudá-la a cumprir a sua tarefa; Allan Kardec - O céu e o inferno, segunda parte - exemplos - capítulo VII. MONOD.
  27. 27. ...não a deixeis nem em repouso nem em trégua, e lembrai-vos de que a paz à qual aspirais não vos será dada senão depois do trabalho; portanto, assim como por longo tempo negligenciastes o trabalho, assim por longo tempo durará para vós a ansiedade de esperá-lo. Allan Kardec - O céu e o inferno, segunda parte - exemplos - capítulo VII. MONOD.
  28. 28. Trabalhai, trabalhai sem cessar; cumpri todos os vossos deveres, sem exceção; cumpri-os com zelo, com coragem, com perseverança, e a vossa fé o sustentará. Allan Kardec - O céu e o inferno, segunda parte - exemplos - capítulo VII. MONOD.
  29. 29. Aquele que cumpre com consciência a tarefa mais ingrata, a mais vil em vossa sociedade, é cem vezes mais elevado, aos olhos do Mais Alto, do que aquele que impõe essa tarefa aos outros e negligencia a sua. Allan Kardec - O céu e o inferno, segunda parte - exemplos - capítulo VII. MONOD.
  30. 30. Tudo são degraus para subir ao céu: não os quebreis, pois, sob os vossos pés, e contai com que estais cercados de amigos que vos estendem as mãos, e sustentam aqueles que colocam a sua força no Senhor. Allan Kardec - O céu e o inferno, segunda parte - exemplos - capítulo VII. MONOD.

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