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por outros agentes, encarnados oudesen-carnados por meio de processos hipnóticos emagnéticos.
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    É resultante da emancipação parcial do espírito, a qual    pode ser causada por fatores físicos ou espirituais.
   Nela, o corpo perde temporariamente a sensibilidade e o    movimento; o paciente nada ouve, nada sente, não vê o    mu...
   Mas as funções do corpo continuam a se executar, sua    vitalidade não está aniquilada, porém em estado latente    (co...
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   É um sonambulismo mais apurado, o grau máximo de    emancipação da alma.
   Permite vivência maior no campo espiritual.                     O corpo fica somente com vida                     vege...
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   Em estado de emancipação, qualquer que seja o seu grau, o    espírito pode ter percepções, colher informações, observa...
   Por isso, nem tudo o que a pessoa disser nesses estados    deve ser considerado como inteiramente digno de crédito.   ...
   Há também a possibilidade de suceder que, nesse estado de    emancipação, ela mergulhe no conhecimento de si    mesma,...
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 ------------------------------     O     corpo    perde  parcialmente a sen-sibilidade e o movimento, mas não se  confun...
 ------------------------------- É o grau máximo de  emancipação que a alma atinge, sem chegar à  desencarnação. -------...
   - Fenômenos Espíritas e Anímicos, cap. I.
 -A Gênese, cap. XIV, itens 29, 30 e 37; -O Livro dos Espíritos, 2ª parte, cap. VIII; -O Livro dos Médiuns, 2ª parte, c...
   -A Alma É Imortal, 1ª parte, cap. IV.   -Recordações da Mediunidade, cap. I.
   -Hipnotismo e Espiritismo, cap. II. -No Invisível, 2ª parte, cap. XII. De Michaelus: -Magnetismo Espiritual, cap. XXI.
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Emancipação parcial da alma 1

  1. 1.  Em certos estados, o espírito encarnado se emancipa par-cialmente do corpo, passando a gozar de relativa liberdade, com diferentes percepções e manifestações.  Durante a emancipação parcial e conforme o grau dela, o corpo fica com suas funções diminuídas ou alteradas.
  2. 2.  É o nome que se dá ao fenômeno de -o espírito, com o seu perispírito, se afasta do corpo;
  3. 3. -o perispírito continua ligado ao corpo por cordões fluídicos;isto permite ao espírito tomar conhecimento de tudo que sepassa com o corpo e retornar instantaneamente, se necessário(mesmo em caso de ameaça física ou ferimento mortal); -o corpo fica com as funções orgânicas reduzidas, mais ou menos inerte, conforme o grau de desdobramento;
  4. 4. : se a pessoa guarda conhecimento cio pro-cesso ocorrido; se, ao retornar do desdobramento, a pes-soa nada recorda; Há casos em que, durante o desdobramento, a pessoa relata o que está ocorrendo, mas, ao despertar, de nada mais se lembra.
  5. 5. se a própria pessoa o promove. Há perigos, porém, para as pessoas inexperientes ou mal assistidas, em promover o desdobramento, que só deve ser feito: -por quem esteja habilitado; -com objetivos elevados; -com a concordância e auxílio do mentor espiritual.
  6. 6. por outros agentes, encarnados oudesen-carnados por meio de processos hipnóticos emagnéticos.
  7. 7. . É assim o casode relatado por André Luizno cap. II do livro Domínios da Mediunidade, psicografadopor Francisco Cândido Xavier.  Mas os espíritos obsessores também podem provocá-lo para produzir malefícios (obsessão ou subjugação); os espíritos protetores nem sempre poderão impedir, se a vítima oferecer dependência, afinidade com o obsessor.
  8. 8.  É resultante da emancipação parcial do espírito, a qual pode ser causada por fatores físicos ou espirituais.
  9. 9.  Nela, o corpo perde temporariamente a sensibilidade e o movimento; o paciente nada ouve, nada sente, não vê o mun-do exterior (mesmo se de olhos abertos), tornando-se incapaz de toda vida consciente; há flacidez geral (tronco e membros) e diminuição do metabolismo e dos ritmos fisiológico-orgânicos, Por isso é chamada também de
  10. 10.  Mas as funções do corpo continuam a se executar, sua vitalidade não está aniquilada, porém em estado latente (co-mo na crisálida). O sair deste estado faz o povo pensar em ressurreição (ex.: Lázaro).
  11. 11.  Também resulta da emancipação parcial do espírito. Nela, também há perda temporária da sensibilidade e do movimento.
  12. 12.  Mas difere da letargia, porque há imobilidade dos músculos e fixidez das atitudes (rigidez cataléptica: se erguermos o braço do letárgico, ficará nessa posição indefi-nidamente).  Os olhos permanecem muito abertos, fixos, o semblante imobilizado. Mas a inteligência pode se manifes-tar, os sentidos conservam certa atividade, por isso
  13. 13.  É outro dos estados de emancipação da alma.  No estado sonambúlico, o espírito está de posse de suas percepções e faculdades, que o corpo geralmente embota.
  14. 14.  E poderá movimentar seu próprio corpo para certas ações, como movimentaria uma mesa ou outro objeto no fenômeno de efeitos físicos, ou movimentaria a mão do médium na psicografia mecânica.
  15. 15.  É um sonambulismo mais apurado, o grau máximo de emancipação da alma.
  16. 16.  Permite vivência maior no campo espiritual. O corpo fica somente com vida vegetativa, a um passo do desprendimento total.
  17. 17.  Quando em êxtase, a pessoa pode ficar num estado de encantamento e exaltação prejudicial; é preciso, então, ad-vertida e convidá-la para o retorno ao corpo.
  18. 18.  Uno, indivisível, o espírito não se reparte. Não pode, por-tanto, estar em mais de um lugar ao mesmo tempo. Assim, não apresenta (estar em dois luga-res) nem o da (estar em vários lugares).
  19. 19.  Mas pode dar a impressão de estar em mais de um lugar ao mesmo tempo, quando irradia seus pensamentos e senti-mentos de tal modo que sua "presença" possa ser percebida por diferentes pessoas em diferentes locais.
  20. 20.  Quando o encarnado fica em desdobramento, poderá ocor-rer que o seu perispírito se apresente em grau de visibilidade e, até, de tangibilidade.
  21. 21.  Este fenômeno é denominado porque nele são percebidos dois corpos ao mesmo tempo: o organismo físico e o perispírito.
  22. 22.  Em relação ao mundo material, o corpo físico é o eo perispírito, um corpo , não material, que não é for-mado de carne e osso e, por isso mesmo, não poderá ser lesado e morto como o corpo físico.
  23. 23. dois exemplos célebres de Bicorporeidade: (canonizado), em Arienzo(província de Nápoles), onde residia, na manhã de21/9/1774, após dizer missa, atirou-se num sofá, ondeficou sem se mexer ou falar, nem comer, até a manhã do diaseguinte.
  24. 24.  Ao desper-tar, afirmou ter assistido ao Papa Clemente XIV, que estive-ra moribundo e acabara de morrer; essa "presença" do Pe. Afonso a distância, enquanto seu corpo não saíra de Arien-zo, foi confirmada por notícias posteriores, vindas de Roma.
  25. 25.  Pregava, certa vez, em uma igreja de Limoges, quando lembrou que, na mesma hora, deveria oficiar também em outra igreja, em outro extremo da cidade.
  26. 26.  Cobrindo a cabeça com o capuz, ajoelhou-se du-rante alguns minutos, enquanto a congregação esperava, si-lenciosa e reverente. Naquele instante, os monges reunidos no outro mosteiro o viram sair da capela, ler no ofício a pas-sagem marcada e, em seguida, desaparecer.
  27. 27.  Em estado de emancipação, qualquer que seja o seu grau, o espírito pode ter percepções, colher informações, observar fenômenos etc.  Entretanto, pela
  28. 28.  Por isso, nem tudo o que a pessoa disser nesses estados deve ser considerado como inteiramente digno de crédito. Há necessidade de analisar, como, por exem-plo, certas profecias.
  29. 29.  Há também a possibilidade de suceder que, nesse estado de emancipação, ela mergulhe no conhecimento de si mesma, nas suas ideias, experiências anteriores etc. e enseje o fenômeno anímico (produção da própria alma).  Conforme o grau de emancipação, o espírito encar-nado pode aparecer a distância e pode até influenciar outros médiuns e manifestar-se por meio deles (comu-nicação de vivos).
  30. 30.  1-Emancipação parcial da alma é quando o espírito encar-nado consegue desprender-se em parte do corpo, pas-sando a gozar de relativa liberdade. ( ) Certo ( ) Errado
  31. 31.  2-Coloque os nomes correspondentes a estes estados de emancipação da alma: ------------------------------ É o nome que se dá à exteriori-zação do perispírito. ----------------------------- Há suspensão das forças visais e o corpo perde temporariamente a sensibilidade e o movi-mento.
  32. 32.  ------------------------------ O corpo perde parcialmente a sen-sibilidade e o movimento, mas não se confunde com a morte. ------------------------------ O espírito recupera suas percep-ções e faculdades perispirituais e pode usar o próprio corpo.
  33. 33.  ------------------------------- É o grau máximo de emancipação que a alma atinge, sem chegar à desencarnação. ------------------------------- Tudo que alguém diz, quando em estado de emanci-pação parcial da alma, deve ser aceito ou não? Por quê?
  34. 34.  - Fenômenos Espíritas e Anímicos, cap. I.
  35. 35.  -A Gênese, cap. XIV, itens 29, 30 e 37; -O Livro dos Espíritos, 2ª parte, cap. VIII; -O Livro dos Médiuns, 2ª parte, cap. VII; -Obras Póstumas, 1ª parte, "Manifestações dos Espíri-tos", § 4º.
  36. 36.  -A Alma É Imortal, 1ª parte, cap. IV. -Recordações da Mediunidade, cap. I.
  37. 37.  -Hipnotismo e Espiritismo, cap. II. -No Invisível, 2ª parte, cap. XII. De Michaelus: -Magnetismo Espiritual, cap. XXI.

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