O Lar Adventista
Ellen G. White
2004
Copyright © 2013
Ellen G. White Estate, Inc.
Informações sobre este livro
Resumo
Esta publicação eBook é providenciada como um serviço do
Estado de Ellen G. White. É p...
White: (endereço de email). Estamos gratos pelo seu interesse e
pelas suas sugestões, e que Deus o abençoe enquanto lê.
ii
iii
Prefácio
Lar Adventista é aquele em que são vividas e ensinadas as nor-
mas e práticas adventistas do sétimo dia, lugar em...
da Sra. White a seus depositários, de providenciar “a publicação
de compilações” de seus manuscritos, pois eles contém, di...
Conteúdo
Informações sobre este livro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .i
Prefácio . . . . . . . . ...
Conteúdo vii
Os resultados da unidade de família . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49
São mais necessários homens bons...
viii O Lar Adventista
Um lar sem sombras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 72
O raciocínio d...
Conteúdo ix
Seção 5 — Do altar do casamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97
Capítulo 15 — Promessas s...
x O Lar Adventista
Por que busca Satanás debilitar o autocontrole . . . . . . . . . 118
Resultados do excesso . . . . . . ...
Conteúdo xi
Ambiente familiar: exemplo de nossas crenças . . . . . . . . . 137
Estabelecer lares no campo . . . . . . . . ...
xii O Lar Adventista
Males de intemperança são perpetuados . . . . . . . . . . . . . . . 160
Há uma razão para dupla compr...
Conteúdo xiii
Quando os filhos necessitam mais de amor do que de
alimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ...
xiv O Lar Adventista
Associar-se com eles no trabalho e nos brinquedos. . . . . . 202
Lições da natureza . . . . . . . . ....
Conteúdo xv
Prazeres mundanos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 226
Encargos desnecessários....
xvi O Lar Adventista
Resultados de severidade excessiva. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 247
Quando se faz necessário ...
Conteúdo xvii
Escolha individual. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 271
Devem as crianças or...
xviii O Lar Adventista
Cada membro da família dedicado a Deus . . . . . . . . . . . . . 292
Capítulo 55 — Normas de moral ...
Conteúdo xix
Primeiro dever é para com os filhos . . . . . . . . . . . . . . . . . . 317
A grande influência do pastor . ....
xx O Lar Adventista
Economia e generosidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 336
Economia exagerada ....
Conteúdo xxi
A uma família que devia economizar . . . . . . . . . . . . . . . . . 353
Outra família advertida . . . . . . ...
xxii O Lar Adventista
Plantar as sementes da verdade bíblica . . . . . . . . . . . . . . . . 373
Seção 15 — Graças que ilu...
Conteúdo xxiii
Diz-que-diz-que e mexerico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 394
Semear a desconfiança ajud...
xxiv O Lar Adventista
Onde passam a noite? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 417
A erva má predo...
Conteúdo xxv
Aprender a fazer fazendo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 437
Seção 17 — Descanso e recr...
xxvi O Lar Adventista
Teatro, ninho de imoralidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 460
Dança — Uma escola ...
Conteúdo xxvii
Mansões preparadas para os peregrinos da terra . . . . . . . . 481
Privilégios dos remidos . . . . . . . . ...
xxviii O Lar Adventista
Seção 1 — O lindo lar
Capítulo 1 — A atmosfera do lar
A sociedade compõe-se de famílias, e é o que a façam os chefes
de família. Do coração “pro...
A atmosfera do lar 31
Importância da atmosfera do lar
A atmosfera que circunda a alma dos pais enche a casa, e é
sentida e...
32 O Lar Adventista
almas são vigorosamente fortalecidas contra a tentação; estarão pro-
tegidas por um muro que não será ...
A atmosfera do lar 33
risonha luz solar, fazendo com que a semente germine e apareçam
as flores. Lembrai-vos de que as cri...
34 O Lar Adventista
não os possa afetar. — Conselhos aos Professores, Pais e Estudantes,
119.
Toda família cristã deve mos...
Capítulo 2 — Bases da direção do lar
O lugar mais atrativo do mundo
Ao passo que estão sobre os pais pesadas responsabilid...
36 O Lar Adventista
Deus, precisam manter sua alma pura e limpa, e que esta pureza se
deve estender a seu vestuário e a tu...
Bases da direção do lar 37
Vigilância e diligência
Quando nos entregamos sem reservas ao Senhor, os deveres
simples e comu...
38 O Lar Adventista
importância moral... . As humildes tarefas que estão diante de nós,
devem ser executadas por alguém; e...
Capítulo 3 — O lar edênico, um modelo
Deus preparou o primeiro lar do homem
O lar edênico de nossos primeiros pais foi pre...
40 O Lar Adventista
queda, Adão trouxe consigo aquém das portas do Paraíso. Quando
os princípios divinos são reconhecidos ...
O lar edênico, um modelo 41
belas flores, de rara beleza, de toda cor e matiz, perfumando o ar.
... Era desígnio de Deus q...
42 O Lar Adventista
Seção 2 — Uma luz na comunidade
Capítulo 4 — O alcance da influência do lar
O lar cristão, uma lição objetiva
A missão do lar estende-se para além do círc...
O alcance da influência do lar 45
Uma família assim dá prova de que os pais foram bem-sucedidos
no seguir as instruções de...
46 O Lar Adventista
lidades. Se abrirmos o coração e o lar aos divinos princípios da vida,
poderemos ser condutos que leve...
Capítulo 5 — Poderoso testemunho cristão
Os melhores missionários provêm de lares cristãos
Os missionários do Mestre prepa...
O lar adventista
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  1. 1. O Lar Adventista Ellen G. White 2004 Copyright © 2013 Ellen G. White Estate, Inc.
  2. 2. Informações sobre este livro Resumo Esta publicação eBook é providenciada como um serviço do Estado de Ellen G. White. É parte integrante de uma vasta colecção de livros gratuitos online. Por favor visite owebsite do Estado Ellen G. White. Sobre a Autora Ellen G. White (1827-1915) é considerada como a autora Ameri- cana mais traduzida, tendo sido as suas publicações traduzidas para mais de 160 línguas. Escreveu mais de 100.000 páginas numa vasta variedade de tópicos práticos e espirituais. Guiada pelo Espírito Santo, exaltou Jesus e guiou-se pelas Escrituras como base da fé. Outras Hiperligações Uma Breve Biografia de Ellen G. White Sobre o Estado de Ellen G. White Contrato de Licença de Utilizador Final A visualização, impressão ou descarregamento da Internet deste livro garante-lhe apenas uma licença limitada, não exclusiva e in- transmissível para uso pessoal. Esta licença não permite a republica- ção, distribuição, atribuição, sub-licenciamento, venda, preparação para trabalhos derivados ou outro tipo de uso. Qualquer utilização não autorizada deste livro faz com que a licença aqui cedida seja terminada. Mais informações Para mais informações sobre a autora, os editores ou como po- derá financiar este serviço, é favor contactar o Estado de Ellen G. i
  3. 3. White: (endereço de email). Estamos gratos pelo seu interesse e pelas suas sugestões, e que Deus o abençoe enquanto lê. ii
  4. 4. iii
  5. 5. Prefácio Lar Adventista é aquele em que são vividas e ensinadas as nor- mas e práticas adventistas do sétimo dia, lugar em que os pais e mães adventistas recebem de Cristo a missão de tornar cristãos os membros da família. E para bem realizarem dessa tarefa, os pais adventistas buscam todo auxílio que lhes é possível conseguir. Ellen G. White dirigiu aos pais muitos conselhos, que são ex- tremamente valiosos. Mencionou todos os aspectos do lar e deu instruções específicas acerca de muitos dos problemas que preo- cupam os pais de nossos dias, trazendo-lhes geralmente ansiedade. Alguns anos antes de falecer, manifestou o desejo de publicar “um livro para pais cristãos”, o qual definisse “o dever e a influência da mãe em relação a seus filhos”. No presente volume se fez empenho de cumprir esse desejo. Este livro, O Lar Adventista, é uma espécie de manual para os pais muito ocupados e ao mesmo tempo um padrão ou ideal daquilo que o lar pode e deve se tornar. Aqui se encontram as respostas para muitas de suas perguntas, através das palavras de sabedoria provindas do Pai celestial. Ao compilar esta obra, foram extraídos trechos de escritos de Ellen G. White produzidos ao longo de setenta anos, mas especi- almente dos milhares de artigos que ela preparou para as revistas da denominação. Os livros publicados, os testemunhos especiais editados na forma de folhetos e os arquivos de manuscritos de Ellen G. White também concorreram para enriquecer o volume. A fonte de todos os trechos é citada no lugar respectivo. Como os textos ex- traídos de fontes diversas e escritos em ocasiões diferentes se unem em seqüência lógica, pode haver por vezes pequenina e inevitável brecha no pensamento ou na maneira de se dirigir à pessoa, pois os compiladores se limitaram, em seu trabalho, a selecionar e dispor o assunto e suprir os títulos. Este volume foi preparado no escritório das Publicações Ellen G. White. O trabalho foi feito em harmonia com as instruções iv
  6. 6. da Sra. White a seus depositários, de providenciar “a publicação de compilações” de seus manuscritos, pois eles contém, disse ela, “instruções que o Senhor me deu para o Seu povo”. [6] Jamais na história do mundo foi mais urgentemente necessário do que agora, um livro como este. Nunca pais e filhos estiveram mais ansiosos de saber a resposta certa para as questões que os preocupam. Nunca os lares estiveram em perigo como hoje. Sabemos todos que as condições da sociedade não são senão reflexo das condições existentes nos lares do povo. Também sabe- mos que a transformação das condições domésticas se refletirá na melhora da sociedade. Para esse fim foi preparado O Lar Adventista e, como parte da Biblioteca do Lar Cristão, é entregue ao público em cumprimento de sua importante missão, pelos editores e os Depositários do Patrimônio Literário de Ellen G. White
  7. 7. Conteúdo Informações sobre este livro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .i Prefácio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .iv Seção 1 — O lindo lar. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29 Capítulo 1 — A atmosfera do lar. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30 O mais aprazível símbolo do céu. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30 Importância da atmosfera do lar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 Criando uma atmosfera pura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 Tornar o lar alegre e feliz . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32 Ternos laços, que prendem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 33 A presença de Cristo faz um lar cristão . . . . . . . . . . . . . . . . 33 Capítulo 2 — Bases da direção do lar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35 O lugar mais atrativo do mundo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35 Limpo, bem arrumado, em ordem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35 A ordem é necessária à felicidade do lar . . . . . . . . . . . . . . . 36 Vigilância e diligência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37 Prover facilidades que poupem trabalho . . . . . . . . . . . . . . . . 37 Mesmo as mais humildes tarefas são obra de Deus . . . . . . . 37 Capítulo 3 — O lar edênico, um modelo . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 Deus preparou o primeiro lar do homem . . . . . . . . . . . . . . . 39 O primeiro casamento celebrado por Deus. . . . . . . . . . . . . . 39 Foi suprida toda necessidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40 O trabalho foi indicado para felicidade do homem . . . . . . . 40 Deus é honrado por um lar cristão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41 Seção 2 — Uma luz na comunidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43 Capítulo 4 — O alcance da influência do lar . . . . . . . . . . . . . . 44 O lar cristão, uma lição objetiva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44 A influência de uma família bem ordenada . . . . . . . . . . . . . 44 Pertencem-nos maravilhosas possibilidades. . . . . . . . . . . . . 45 A influência de uma família mal dirigida . . . . . . . . . . . . . . . 46 Capítulo 5 — Poderoso testemunho cristão . . . . . . . . . . . . . . . 47 Os melhores missionários provêm de lares cristãos . . . . . . 47 Um argumento que o descrente não pode contradizer . . . . . 48 Os filhos estendem o conhecimento dos princípios bíblicos 48 Os lares alegres serão uma luz para os vizinhos . . . . . . . . . 48 vi
  8. 8. Conteúdo vii Os resultados da unidade de família . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49 São mais necessários homens bons que grandes mentalidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49 Evitar os erros que possam cerrar portas . . . . . . . . . . . . . . . 49 O cristianismo no lar irradia até longe . . . . . . . . . . . . . . . . . 50 Seção 3 — A escolha do companheiro de vida . . . . . . . . . . . . . . 51 Capítulo 6 — A grande decisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 52 Um casamento feliz ou infeliz? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 52 Sem pressa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 53 Fatores vitais na escolha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 53 Qualidades a serem buscadas numa esposa . . . . . . . . . . . . . 54 Qualidades a serem buscadas num marido . . . . . . . . . . . . . . 55 Aceitar apenas traços puros, varonis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56 É mais fácil cometer um erro do que corrigi-lo . . . . . . . . . . 56 É melhor romper um noivado imprudente . . . . . . . . . . . . . . 56 Capítulo 7 — Amor verdadeiro ou paixão . . . . . . . . . . . . . . . . 58 O amor é um precioso dom de Jesus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 58 Amor verdadeiro ou paixão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 58 Fugir do sentimentalismo como da lepra . . . . . . . . . . . . . . . 59 Conselhos a uma jovem romântica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60 Advertência a um jovem estudante . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 61 Resultados do namoro e casamento imprudentes . . . . . . . . 61 Guardar as afeições . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 61 Capítulo 8 — Práticas comuns de namoro . . . . . . . . . . . . . . . . 62 Idéias erradas de namoro e casamento . . . . . . . . . . . . . . . . . 62 Ficar até tarde da noite . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 62 Brincar com corações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63 Maneiras enganadoras no namoro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 64 Evitar o primeiro passo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 65 Semear joio — ceifar amarga colheita . . . . . . . . . . . . . . . . . 66 Capítulo 9 — Casamentos proibidos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 67 Casamentos de cristãos com descrentes . . . . . . . . . . . . . . . . 67 São positivos os mandamentos de Deus . . . . . . . . . . . . . . . . 67 Deus proíbe que crentes se casem com descrentes . . . . . . . 69 O exemplo de Salomão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 69 A desculpa: “é favorável à religião” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70 A mudança no crente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 71 Arriscar o céu . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 72
  9. 9. viii O Lar Adventista Um lar sem sombras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 72 O raciocínio do cristão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73 Um casamento bem fundamentado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 74 Quando um dos cônjuges se converte depois de casado . . . 74 Capítulo 10 — Quando é necessário um conselho . . . . . . . . . 75 Buscar conselho na Bíblia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75 A oração é necessária para decisões acertadas . . . . . . . . . . . 76 Quando a paixão é surda ao conselho . . . . . . . . . . . . . . . . . . 76 A juventude necessita da prudência da idade e experiência 77 Deve ser prezado o juízo dos pais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 77 Confiar em pais piedosos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 78 Os pais devem guiar as afeições dos jovens . . . . . . . . . . . . . 78 O exemplo de Isaque . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 79 Os pais sábios serão considerados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 79 Seção 4 — Fatores de êxito ou fracasso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 81 Capítulo 11 — Casamentos apressados, prematuros . . . . . . . . 82 O perigo de afeições imaturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 82 Obreiros em potencial são enredados . . . . . . . . . . . . . . . . . . 83 Conselho aos adolescentes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 84 Diferenças de idade. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 84 Capítulo 12 — Compatibilidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 85 Adaptados um ao outro. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 85 Contínua divergência num lar dividido . . . . . . . . . . . . . . . . . 85 Casamentos arruinados pela incompatibilidade . . . . . . . . . . 86 Frutos do amor cego . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 86 Uma advertência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 87 Capítulo 13 — Educação Doméstica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 88 Essencial o preparo para o casamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . 88 A educação doméstica no currículo colegial . . . . . . . . . . . . 89 Indispensável a noção de obrigações domésticas. . . . . . . . . 90 Atenção aos princípios de higiene . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90 Jovem aconselhada a adquirir hábitos de trabalho . . . . . . . . 91 Valor da educação prática para moças . . . . . . . . . . . . . . . . . 91 Os esposos em perspectiva devem ser econômicos . . . . . . . 92 Capítulo 14 — Verdadeira conversão é requisito . . . . . . . . . . . 94 A religião assegura a felicidade da família . . . . . . . . . . . . . . 94 O cristianismo deve ser uma influência controladora . . . . . 94 Conselho a um novo casal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 95
  10. 10. Conteúdo ix Seção 5 — Do altar do casamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 Capítulo 15 — Promessas solenes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 O propósito de Deus para marido e mulher . . . . . . . . . . . . . 98 Jesus deseja que os casamentos sejam felizes . . . . . . . . . . . 98 Uma ocasião de júbilo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 99 O que é impróprio num casamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 99 Um casamento no lar da Sra. White . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100 A união de duas vidas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100 Conselho a um novo casal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 101 Um compromisso diante de testemunhas celestiais . . . . . . 102 Capítulo 16 — Companheirismo feliz . . . . . . . . . . . . . . . . . . 103 A verdadeira união, uma experiência contínua . . . . . . . . . 103 Seja o amor provado e experimentado . . . . . . . . . . . . . . . . 103 O inimigo procurará provocar separação . . . . . . . . . . . . . . 104 Conselho a um casal voluntarioso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 104 O amor expresso em palavras e obras . . . . . . . . . . . . . . . . . 105 Pequenas atenções têm o seu peso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 106 Um esposo que não expressava afeição . . . . . . . . . . . . . . . 106 Uma esposa decepcionante e egoísta . . . . . . . . . . . . . . . . . 107 Características de uma esposa e mãe sociável . . . . . . . . . . 107 Conselho a um casal infeliz . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 108 Amor mútuo e tolerância recompensados. . . . . . . . . . . . . . 109 Capítulo 17 — Obrigações mútuas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 110 Responsabilidades individuais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 110 Instruções de Deus a Eva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 110 As esposas se submetem; os esposos amam . . . . . . . . . . . . 111 Sujeição da esposa depende da sujeição do marido a Cristo112 Necessária a tolerância mútua . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 113 Cada um deve ceder de boa vontade . . . . . . . . . . . . . . . . . . 113 Solução de dificuldades de família . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 114 Conselho a famílias em desarmonia . . . . . . . . . . . . . . . . . . 114 Cristo em cada coração levará à unidade . . . . . . . . . . . . . . 115 Capítulo 18 — Deveres e privilégios dos cônjuges . . . . . . . . 116 Jesus não impõe o celibato . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 116 O casamento é legítimo e santo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 116 Os privilégios da associação matrimonial . . . . . . . . . . . . . 117 Evitar excessos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 117 Abnegação e temperança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 117
  11. 11. x O Lar Adventista Por que busca Satanás debilitar o autocontrole . . . . . . . . . 118 Resultados do excesso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 119 Os maridos devem mostrar consideração . . . . . . . . . . . . . . 119 Quando se instala a desconfiança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 120 Solicitações irrazoáveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 120 Nosso corpo foi comprado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 122 Seção 6 — O novo lar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 123 Capítulo 19 — Onde estabelecer o lar . . . . . . . . . . . . . . . . . . 124 Princípios orientadores na escolha de local . . . . . . . . . . . . 124 O primeiro lar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 125 O lar que Deus escolheu para seu filho . . . . . . . . . . . . . . . . 125 Lares rurais na terra prometida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 126 Influência do lar no caráter de João . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 126 Outros grandes homens criados em lares rurais . . . . . . . . . 126 Capítulo 20 — A família e a cidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 128 Perigos da vida urbana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 128 Localização saudável . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 128 Ninhos de iniqüidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 129 Tumulto e confusão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 129 Conflitos de trabalho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 129 Destruição iminente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 129 Pelo amor ao interesse mundano e ao ganho . . . . . . . . . . . 129 As cidades não oferecem real benefício . . . . . . . . . . . . . . . 130 Conselho sobre a mudança de zonas rurais . . . . . . . . . . . . 130 Tempo de abandonar as cidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 132 Deus ajudará seu povo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 132 Capítulo 21 — Vantagens do campo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133 Um pedaço de terra e um lar confortável . . . . . . . . . . . . . . 133 Segurança econômica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133 Conselho a um morador de cidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133 Bênçãos asseguradas aos moradores do campo . . . . . . . . . 134 Trabalho que ativa a mente, refina o caráter . . . . . . . . . . . . 134 Deus instruirá e ensinará . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 135 Plano de Deus para a terra de Israel . . . . . . . . . . . . . . . . . . 135 Lições espirituais no viver diário. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 135 Leis idênticas governam a natureza e a humanidade . . . . . 136 Lições práticas de agricultura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 136 Hábitos errôneos como erva daninha . . . . . . . . . . . . . . . . . 137
  12. 12. Conteúdo xi Ambiente familiar: exemplo de nossas crenças . . . . . . . . . 137 Estabelecer lares no campo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 138 Capítulo 22 — Como construir e mobiliar a casa . . . . . . . . . 139 Ventilação, luz e drenagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 139 Evitar construir em baixadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 140 Um quintal ao redor da casa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 140 Efeito da beleza natural sobre a casa. . . . . . . . . . . . . . . . . . 140 Seja simples o mobiliário do lar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 141 Evitar o espírito de rivalidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 141 Contraste entre duas famílias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 142 Um princípio usado na decoração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 144 Considerar o conforto e o bem-estar dos filhos . . . . . . . . . 144 Bondade e amor mais preciosos que o luxo . . . . . . . . . . . . 145 Seção 7 — A herança do Senhor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 147 Capítulo 23 — As crianças — uma benção . . . . . . . . . . . . . . 148 Famílias fazem parte do plano de Deus . . . . . . . . . . . . . . . 148 Conselho a um casal sem filhos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 148 Traços nobres são desenvolvidos no cuidado das crianças 149 A influência do filho sobre Enoque . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 149 Um precioso depósito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 149 Capítulo 24 — Tamanho da família . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 151 Grave dano às mães, filhos e à sociedade . . . . . . . . . . . . . . 151 A saúde da mãe é importante . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 151 Outros fatores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 152 Conselho a pais com família numerosa . . . . . . . . . . . . . . . 152 Considerações de economia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 153 Como às vezes problemas são trazidos à igreja . . . . . . . . . 153 Como o trabalho missionário é limitado . . . . . . . . . . . . . . . 154 Capítulo 25 — O cuidado das crianças necessitadas . . . . . . . 155 Crianças órfãs . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 155 Responsabilidade da igreja. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 155 Apelo a casais sem filhos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 156 Devem as esposas de pastores adotar filhos? . . . . . . . . . . . 157 Abrir os lares a órfãos e desamparados. . . . . . . . . . . . . . . . 157 Um teste para o povo de Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 158 Capítulo 26 — O legado dos pais aos filhos . . . . . . . . . . . . . . 159 A lei da hereditariedade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 159 Muitos pais são lamentavelmente ignorantes . . . . . . . . . . . 159
  13. 13. xii O Lar Adventista Males de intemperança são perpetuados . . . . . . . . . . . . . . . 160 Há uma razão para dupla compreensão e paciência . . . . . 160 Seção 8 — A família feliz . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 163 Capítulo 27 — Círculo sagrado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 164 Santidade do círculo da Família . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 164 Língua, ouvidos e olhos devem ser santificados . . . . . . . . 164 União, amor e paz . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 165 O segredo da união familiar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 165 Ajudem-se uns aos outros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 166 Decisão apropriada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 166 Capítulo 28 — A primeira escola da criança . . . . . . . . . . . . . 167 Plano original de Deus para a educação . . . . . . . . . . . . . . . 167 O círculo da família . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 167 A educação do lar, primeira em importância . . . . . . . . . . . 168 Tudo o mais deve ser secundário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 168 Instrumentos de Deus no ensino no lar . . . . . . . . . . . . . . . . 169 Preparação para a escola da igreja . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 170 Predominantes injunções de Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 171 Preparo para o conflito iminente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 171 Capítulo 29 — Tarefa que não pode ser transferida. . . . . . . . 172 Responsabilidade intransferível dos pais . . . . . . . . . . . . . . 172 A igreja sozinha não pode assumir essas responsabilidades172 Nem o pode o pastor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 173 Nem o pode também a Escola Sabatina . . . . . . . . . . . . . . . 173 Capítulo 30 — Companheirismo da família . . . . . . . . . . . . . . 175 Devem os pais familiarizarem-se com os filhos . . . . . . . . . 175 Encorajamento e louvor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 175 Confidentes dos filhos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 175 “Falta tempo” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 176 Junto aos filhos no trabalho e nas recreações . . . . . . . . . . . 177 Conselho a pais reservados e ditatoriais . . . . . . . . . . . . . . . 177 Competidores do lar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 177 Os pais devem se familiarizar com seus filhos . . . . . . . . . . 178 Capítulo 31 — Segurança mediante o amor . . . . . . . . . . . . . . 179 O poder do ministério do amor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 179 O amor é uma planta que deve ser nutrida . . . . . . . . . . . . . 179 Não esquecer a própria infância . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 180 Conservar os filhos numa atmosfera adequada . . . . . . . . . 180
  14. 14. Conteúdo xiii Quando os filhos necessitam mais de amor do que de alimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 181 Desejos razoáveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 181 O amor deve ser manifesto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 182 O amor de Jesus deve ser visto nos pais . . . . . . . . . . . . . . . 182 Capítulo 32 — Ocupar previamente o jardim do coração . . . 183 Os pais como jardineiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 183 Cultivando o jardim . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 183 Semeadura e cultivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 184 Desdobrando a beleza natural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 185 Capítulo 33 — Promessas de guia divina . . . . . . . . . . . . . . . . 186 A certeza da presença de um amigo divino . . . . . . . . . . . . 186 O Deus do céu ouve orações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 187 “Pedi e recebereis” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 187 O Espírito Santo guiará . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 188 O poder divino se unirá com o esforço humano. . . . . . . . . 188 Apegar-se a Jesus quando vierem provas . . . . . . . . . . . . . . 189 Trabalhar com fé . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 189 Seção 9 — Pai — laço de união entre os membros da família . 191 Capítulo 34 — Posição e responsabilidade do pai . . . . . . . . . 192 A verdadeira definição de esposo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 192 O pai como o chefe . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 192 O legislador e sacerdote . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 193 Andar com Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 193 É exigida experiência amadurecida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 194 Submissão à vontade de Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 194 Oração apropriada para um pai de temperamento agitado 194 Autoridade com humildade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 195 Capítulo 35 — Participando dos encargos . . . . . . . . . . . . . . . 197 O dever do pai não pode ser transferido a outrem . . . . . . . 197 O trabalho prestado com alegria suaviza o fardo da mãe . 197 Mostrar consideração pela esposa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 198 Guiar mansamente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 199 Capítulo 36 — Companheiro dos filhos . . . . . . . . . . . . . . . . . 200 Gastar tempo com os filhos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200 Interessar-se de maneira especial pelos rapazes . . . . . . . . . 200 Educar os filhos para que sejam prestativos . . . . . . . . . . . . 201 Familiarizar-se com a diversidade de temperamentos . . . . 201
  15. 15. xiv O Lar Adventista Associar-se com eles no trabalho e nos brinquedos. . . . . . 202 Lições da natureza . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 202 Capítulo 37 — A espécie de marido que não se deve ser . . . 204 Encargo duplo para a esposa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 204 Ditatorial e dominador . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 205 Irritadiços e rixentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 206 Egoístas e mal-humorados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 206 Um marido egoísta e intolerante . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 206 Que despreza a cortesia cristã . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 207 Os maridos devem merecer amor e afeição . . . . . . . . . . . . 207 Seção 10 — Mãe — rainha do lar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 209 Capítulo 38 — Posição e responsabilidades da mãe . . . . . . . 210 Sua igualdade com o marido . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 210 A rainha do lar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 210 Uma comparação de valores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 211 Trabalho indicado por Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 212 Grande e nobre missão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 213 Nenhuma obra é maior nem mais santa . . . . . . . . . . . . . . . 213 Cooperadora do pastor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 214 Ela em uma missão na vida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 214 Esculpindo à semelhança da divindade . . . . . . . . . . . . . . . . 215 Inscrita no livro da fama imortal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 216 Momentos inapreciáveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 216 Capítulo 39 — Influência da mãe . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 218 A influência alcança a eternidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 218 Tal mãe, tais filhos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 218 Influência de uma mãe paciente. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 219 Modela mente e caráter . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 220 O débito do mundo para com as mães . . . . . . . . . . . . . . . . 220 Capítulo 40 — Conceito errôneo da função da mãe . . . . . . . 221 Tentada a sentir que sua obra é sem importância . . . . . . . . 221 Considerado inferior ao trabalho missionário . . . . . . . . . . 221 Atividades religiosas não devem sobrepor-se ao cuidado da família . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 222 Aspirações vãs de um campo missionário mais amplo . . . 223 Capítulo 41 — Modelos imperfeitos de mãe . . . . . . . . . . . . . 225 Mártir imaginária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 225 Descontentamento pecaminoso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 225
  16. 16. Conteúdo xv Prazeres mundanos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 226 Encargos desnecessários. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 226 Capítulo 42 — Saúde e aparência pessoal da mãe . . . . . . . . . 228 A saúde da mãe deve ser cuidada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 228 Advogar a reforma de saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 228 Exercer domínio próprio no regime . . . . . . . . . . . . . . . . . . 229 Irradiar alegria sob todas as circunstâncias . . . . . . . . . . . . 229 Considerar a estima do marido e dos filhos . . . . . . . . . . . . 229 Não escravizar-se a opiniões alheias . . . . . . . . . . . . . . . . . . 230 Dar lições de asseio e pureza . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 230 Capítulo 43 — Influências pré-natais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 232 Devem as mulheres ser qualificadas para se tornarem mães232 Importância das influências pré-natais . . . . . . . . . . . . . . . . 232 Necessidade de cuidado pré-natal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 233 O apetite não é um guia seguro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 234 Domínio próprio e temperança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 235 Disposição alegre e satisfeita . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 235 Atitude de paz e confiança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 235 Capítulo 44 — O cuidado das crianças pequenas . . . . . . . . . 237 Atitudes corretas para a mãe lactante . . . . . . . . . . . . . . . . . 237 O alimento não substitui a atenção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 238 O alimento deve ser saudável e apetitoso, mas simples . . 238 Preparando o enxoval do recém-nascido . . . . . . . . . . . . . . 239 Garantir limpeza, aquecimento e ar fresco . . . . . . . . . . . . . 239 O cuidado da criança na enfermidade . . . . . . . . . . . . . . . . . 239 Capítulo 45 — O primeiro dever da mãe é educar os filhos . 241 Possibilidades de uma criança bem-educada . . . . . . . . . . . 241 Uma obra para Deus e a pátria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 241 A educação do lar negligenciada por muitos . . . . . . . . . . . 242 Devem as mães buscar auxílio divino . . . . . . . . . . . . . . . . . 242 Quando visitas interrompem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 243 Mães, modelos de bondade e nobreza . . . . . . . . . . . . . . . . . 244 Alvo mais elevado que as normas do mundo . . . . . . . . . . . 244 Cultivar o bem; reprimir o mal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 245 A recompensa do trabalho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 245 Capítulo 46 — A madrasta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 246 Conselho a uma madrasta. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 246 Reprovação a uma madrasta destituída de amor . . . . . . . . 246
  17. 17. xvi O Lar Adventista Resultados de severidade excessiva. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 247 Quando se faz necessário duplo cuidado . . . . . . . . . . . . . . 248 Capítulo 47 — Encorajamento de Cristo às mães . . . . . . . . . 249 Jesus abençoou as crianças . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 249 Jesus ainda convida as mães . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250 O coração dos jovens é suscetível . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250 Seção 11 — Crianças — companheiros juvenis. . . . . . . . . . . . . 253 Capítulo 48 — Como o céu considera as crianças . . . . . . . . . 254 Compradas com o sangue de Cristo . . . . . . . . . . . . . . . . . . 254 “Dos tais é o reino de Deus” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 254 Propriedade de Deus confiada aos pais . . . . . . . . . . . . . . . . 255 O caminho para o céu é ajustado à capacidade das crianças255 Capítulo 49 — Auxiliadores da mãe . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 257 Filhos: participantes da sociedade do lar . . . . . . . . . . . . . . 257 Pais e filhos têm obrigações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 257 Indolência é ensinada pela bondade irrazoável . . . . . . . . . 258 Perigos da indolência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 259 Ocupação útil: a mais segura salvaguarda . . . . . . . . . . . . . 259 As crianças devem aprender a levar as cargas . . . . . . . . . . 260 A satisfação de tomar parte nas tarefas . . . . . . . . . . . . . . . . 260 Assegura equilíbrio mental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 261 Une os obreiros da terra com os do céu . . . . . . . . . . . . . . . 261 Fortalece os laços domésticos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 262 Promove o crescimento mental, moral e espiritual . . . . . . 262 Dá saúde ao corpo e paz de espírito . . . . . . . . . . . . . . . . . . 262 Assegura sono reparador . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 263 Nunca dizer: “meus filhos me atrapalham” . . . . . . . . . . . . 264 Contemplando o modelo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 264 Capítulo 50 — A honra devida aos pais . . . . . . . . . . . . . . . . . 266 A dívida dos filhos para com os pais . . . . . . . . . . . . . . . . . . 266 Um mandamento para todos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 266 Quebrando o quinto mandamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 267 Não há Lugar no céu para os filhos ingratos . . . . . . . . . . . 268 Seja o amor manifestado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 268 Como se feito a Jesus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 269 Capítulo 51 — Conselhos às crianças . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 270 Buscar a Deus cedo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 270 “Dá-me o teu coração” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 270
  18. 18. Conteúdo xvii Escolha individual. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 271 Devem as crianças orar suplicando auxílio. . . . . . . . . . . . . 272 Executar as tarefas domésticas com alegria . . . . . . . . . . . . 272 Dar às mães variação e repouso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 273 Recompensa de Deus para quem age como Daniel . . . . . . 274 Começar agora a redimir o passado . . . . . . . . . . . . . . . . . . 274 Seção 12 — Normas da vida familiar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 275 Capítulo 52 — Governo do lar. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 276 Princípios para os pais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 276 Regras para governo do lar. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 276 Princípios bíblicos a serem seguidos. . . . . . . . . . . . . . . . . . 276 Respeito aos direitos das crianças . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 277 A um pai iludido por enganadora afeição . . . . . . . . . . . . . . 278 Nem enganadora afeição nem severidade excessiva . . . . . 278 A dureza não é requisito para obediência . . . . . . . . . . . . . . 279 Firmeza uniforme e controle desapaixonado . . . . . . . . . . . 279 Regras e regulamentos não bastam . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 280 Conselho a mãe de uma criança obstinada . . . . . . . . . . . . . 280 Liderança adequada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 280 Lei mútua para pais e filhos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 281 Capítulo 53 — Frente unida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 282 Responsabilidades no governo compartilhadas . . . . . . . . . 282 Perigo de dar lições sobre o engano . . . . . . . . . . . . . . . . . . 283 Pais em desavença, filhos confundidos . . . . . . . . . . . . . . . . 283 Necessário muita oração e sóbria reflexão . . . . . . . . . . . . . 285 A suave corda do amor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 285 Capítulo 54 — A religião em família . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 286 Definida a religião em família . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 286 A religião deve ser parte da educação do lar . . . . . . . . . . . 286 A religião no lar precede a religião na igreja . . . . . . . . . . . 287 Terrível engano procrastinar a instrução religiosa . . . . . . . 288 Adaptar a instrução à idade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 289 Ensino religioso no lar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 290 Os filhos esperam dos pais uma vida coerente . . . . . . . . . . 290 Deus honra a família bem dirigida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 291 Como Cristo pode ser introduzido no lar . . . . . . . . . . . . . . 291 Tornar atrativa a religião. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 291 Por que alguns pais falham . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 292
  19. 19. xviii O Lar Adventista Cada membro da família dedicado a Deus . . . . . . . . . . . . . 292 Capítulo 55 — Normas de moral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 294 Satanás busca perverter a união matrimonial . . . . . . . . . . . 294 Tragédia em Israel. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 294 A história há de repetir-se . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 295 Predomínio da imoralidade hoje . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 295 Um contraste com o mundo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 296 Risco e perigo crescentes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 297 Vida acima de censura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 298 Altas normas de conduta para as mulheres . . . . . . . . . . . . . 299 Protegidas por um sagrado círculo de pureza . . . . . . . . . . . 300 Controle dos pensamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 301 Advertência contra a lisonja. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 301 Se o pastor tenta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 302 Fidelidade ao voto matrimonial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 303 Preservar o Recesso do Lar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 304 Como se guardar da apostasia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 304 Capítulo 56 — Divórcio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 306 O casamento é um contrato por toda a vida . . . . . . . . . . . . 306 Conceitos errôneos sobre o casamento . . . . . . . . . . . . . . . . 306 Conselho a alguém em vias de divorciar-se . . . . . . . . . . . . 307 Conselho a um casal separado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 308 Conselho a uma esposa maltratada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 309 Conselho a um marido abandonado pela esposa . . . . . . . . 309 Divorciados, mas ainda casados à vista de Deus . . . . . . . . 309 Separação de um cônjuge incrédulo . . . . . . . . . . . . . . . . . . 310 Uma esposa aconselhada a mudar de disposição . . . . . . . . 310 Adultério, divórcio e os membros da igreja . . . . . . . . . . . . 311 Capítulo 57 — Atitude em relação a um companheiro descrente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 313 Deve uma esposa cristã abandonar o marido descrente?. . 313 Dar um vivificante exemplo de domínio próprio . . . . . . . . 313 Esposa aconselhada a conservar a alegria. . . . . . . . . . . . . . 314 Manter princípios cristãos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 315 As reivindicações de Deus devem vir primeiro . . . . . . . . . 315 Melhor salvar parte que perder toda a família . . . . . . . . . . 316 Capítulo 58 — A família do pastor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 317 Vida do pastor no lar deve ser exemplo . . . . . . . . . . . . . . . 317
  20. 20. Conteúdo xix Primeiro dever é para com os filhos . . . . . . . . . . . . . . . . . . 317 A grande influência do pastor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 318 Esposa e filhos, os melhores juízes de sua piedade . . . . . . 318 A esposa do pastor, ajuda ou obstáculo?. . . . . . . . . . . . . . . 318 Palavras de conselho aos pastores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 319 Interessar-se pelos filhos de outros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 320 Conselho a um apostatado filho de pastor . . . . . . . . . . . . . 320 Tratar as crianças com bondade e cortesia . . . . . . . . . . . . . 321 Um sermão eficaz sobre piedade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 322 Capítulo 59 — Os pais idosos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 323 “Honra a teu pai e a tua mãe” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 323 Abrandar o caminho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 323 Ingratidão para com os pais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 324 Alguns pais são responsáveis pelo desrespeito . . . . . . . . . 324 Não vingar-se de pais injustos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 324 Pacientes com a invalidez . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 325 Plano de Deus para o cuidado dos anciãos . . . . . . . . . . . . . 326 Privilégio que dá satisfação e alegria . . . . . . . . . . . . . . . . . 326 Seção 13 — O uso do dinheiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 327 Capítulo 60 — Mordomos de Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 328 Reconhecer a soberania de Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 328 Temos que dar conta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 328 A família dando sistematicamente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 329 Fazer primeiro a vontade de Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 330 Lembrar-se das necessidades dos pobres . . . . . . . . . . . . . . 330 O remédio de Deus para o egoísmo e a cobiça. . . . . . . . . . 331 Capítulo 61 — Princípios de finanças domésticas . . . . . . . . . 332 Dinheiro: Bênção ou maldição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 332 Buscar a segurança do lar próprio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 332 Cuidado quanto a vender a propriedade . . . . . . . . . . . . . . . 333 Independência digna de louvor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 334 Equilibrar o orçamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 334 Manter um registro das despesas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 334 Males da prodigalidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 334 Um pai reprovado por extravagância. . . . . . . . . . . . . . . . . . 335 Uma família que gastava mais do que ganhava . . . . . . . . . 335 Uma família convidada à abnegação . . . . . . . . . . . . . . . . . . 336 Prodigalidade não é expressão de amor . . . . . . . . . . . . . . . 336
  21. 21. xx O Lar Adventista Economia e generosidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 336 Economia exagerada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 337 Prover conforto que alivie a carga da esposa . . . . . . . . . . . 337 Dinheiro para uso pessoal da esposa . . . . . . . . . . . . . . . . . . 338 Buscar conforto e saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 338 Aprender a quando economizar e quando gastar . . . . . . . . 339 O coração rendido será guiado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 339 Capítulo 62 — Deve ser praticada a economia . . . . . . . . . . . 340 “Ajuntai o que sobejou” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 340 Imitar Jesus na abnegação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 340 Economizar para auxiliar a causa de Deus . . . . . . . . . . . . . 341 Quando tentado a despesas desnecessárias . . . . . . . . . . . . . 341 Cuidar dos centavos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 342 Não imitar os vizinhos extravagantes . . . . . . . . . . . . . . . . . 342 Experiência pessoal da Sra. White na infância . . . . . . . . . 343 Praticar economia por princípio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 343 Capítulo 63 — Instrução às crianças sobre como ganhar e usar dinheiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 344 Ensinar hábitos simples . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 344 Ter em conta as finanças da família. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 344 Lições sobre o valor do dinheiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 345 Encorajar os filhos a ganhar seu dinheiro . . . . . . . . . . . . . . 345 Desencorajar o uso descuidado do dinheiro . . . . . . . . . . . . 346 Ensinar as crianças a darem dízimo e ofertas . . . . . . . . . . . 346 Erro cometido por alguns pais ricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . 347 O melhor legado dos pais aos filhos . . . . . . . . . . . . . . . . . . 347 Capítulo 64 — Integridade nos negócios . . . . . . . . . . . . . . . . 349 A Bíblia e os princípios em negócios . . . . . . . . . . . . . . . . . 349 Mente e caráter afetados pela desonestidade . . . . . . . . . . . 350 Dívidas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 350 Palavras alguém que vivia além de seus rendimentos . . . . 350 A causa de Deus pode ser desonrada . . . . . . . . . . . . . . . . . 351 Conselho a alguém endividado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 351 Mostrar consideração para com devedores insolventes . . . 352 Perigo de posições extremadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 352 Capítulo 65 — Provisão para o futuro . . . . . . . . . . . . . . . . . . 353 Economia ou imprevidência. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 353 Um conselho útil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 353
  22. 22. Conteúdo xxi A uma família que devia economizar . . . . . . . . . . . . . . . . . 353 Outra família advertida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 354 Testamento adequado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 354 Lembrar a causa de Deus enquanto há vida . . . . . . . . . . . . 355 Transferir a mordomia aos filhos nem sempre é sábio . . . 355 A maldição de acumular riqueza . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 356 Seção 14 — A guarda dos acessos à mente . . . . . . . . . . . . . . . . 357 Capítulo 66 — As portas que precisamos guardar . . . . . . . . . 358 Por que Deus nos deu olhos, ouvido e voz . . . . . . . . . . . . . 358 Como Satanás consegue entrada na alma . . . . . . . . . . . . . . 358 A estratégia de Satanás . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 359 Satanás não pode entrar na mente sem nosso consentimento359 Fechar todas as portas à tentação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 359 Evitar ler, ver e ouvir o mal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 360 A resistência debilitada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 361 Satanás procura obscurecer as glórias futuras . . . . . . . . . . 361 A ajuda dos anjos celestiais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 362 Capítulo 67 — Sons e imagens que encantam . . . . . . . . . . . . 363 Más influências ao nosso redor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 363 Muro contra a tentação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 363 Quem semeia ilegalidade ceifa o crime . . . . . . . . . . . . . . . 364 A sedução da música popular . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 364 Pensamentos impuros levam a ações impuras . . . . . . . . . . 365 Não contemplar coisas ímpias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 365 Capítulo 68 — A leitura e sua influência . . . . . . . . . . . . . . . . 367 Alimentar a mente infantil com alimento próprio . . . . . . . 367 Os pais devem controlar os hábitos da leitura . . . . . . . . . . 367 Disciplinar e educar o gosto mental . . . . . . . . . . . . . . . . . . 368 Não cultivar o gosto por leitura de ficção . . . . . . . . . . . . . . 369 Predomínio da leitura nociva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 369 Autores ateus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 369 Lendas e mitos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 370 Como é destruído o vigor mental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 370 Leitura empolgante torna a criança inquieta . . . . . . . . . . . 371 Leitura corrida, superficial, enfraquece o poder de concentração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 371 “Não posso assinar nossas revistas” . . . . . . . . . . . . . . . . . . 372 Mensagens à juventude sobre leitura . . . . . . . . . . . . . . . . . 372
  23. 23. xxii O Lar Adventista Plantar as sementes da verdade bíblica . . . . . . . . . . . . . . . . 373 Seção 15 — Graças que iluminam a vida familiar . . . . . . . . . . . 375 Capítulo 69 — Cortesia e bondade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 376 A cortesia banirá a metade dos males da vida . . . . . . . . . . 376 A cortesia começa no lar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 376 Bondade mútua torna o lar um paraíso . . . . . . . . . . . . . . . . 376 Verdadeira polidez . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 377 Fazer da regra de ouro a lei da família . . . . . . . . . . . . . . . . 378 O melhor tratado de boas maneiras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 379 A verdadeira cortesia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 380 O amor expresso em olhares, palavras e atos . . . . . . . . . . . 381 Mistura de pessoas de diferentes temperamentos . . . . . . . 381 Nada justifica a falta de cortesia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 382 Muitos anseiam por simpatia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 382 Como se estabelece o contato com o mundo . . . . . . . . . . . 383 Capítulo 70 — Alegria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 384 O verdadeiro cristão é alegre . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 384 A Sra. White mostrou alegria na adversidade . . . . . . . . . . 385 Andar como filhos da luz . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 385 Conquistar a afeição das crianças . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 385 Fisionomia agradável e voz melodiosa . . . . . . . . . . . . . . . . 386 Afastar as sombras e diminuir as cargas . . . . . . . . . . . . . . . 386 Alegria sem leviandade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 386 Capítulo 71 — Linguagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 388 A voz é um talento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 388 Cada palavra tem sua influência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 388 A linguagem como manifestação da graça interior . . . . . . 389 O cultivo da voz no lar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 389 O efeito de palavras ásperas e impertinentes . . . . . . . . . . . 390 Não haja nota dissonante . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 390 Devem as palavras causar alegria ou tristeza? . . . . . . . . . . 391 Palavras bondosas e respeitosas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 391 Expulsar a vulgaridade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 391 Resultados de palavras iradas e irrefletidas . . . . . . . . . . . . 392 Palavras coléricas, uma blasfêmia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 393 Como perdeu um pai a confiança dos filhos . . . . . . . . . . . . 393 Compromisso sugestivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 393 Conversação à mesa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 394
  24. 24. Conteúdo xxiii Diz-que-diz-que e mexerico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 394 Semear a desconfiança ajuda o inimigo . . . . . . . . . . . . . . . 394 Tolerância paterna e paciência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 395 Ocasião para silenciar ou cantar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 396 A batalha pelo domínio próprio na linguagem . . . . . . . . . . 396 Capítulo 72 — Hospitalidade. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 398 Anjos podem ser hospedados em nossos dias . . . . . . . . . . 398 Oportunidades e privilégios negligenciados . . . . . . . . . . . . 398 Desculpas que não convencem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 399 Bênçãos perdidas por exclusivismo egoísta . . . . . . . . . . . . 400 A quem mostrar hospitalidade? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 400 Um refúgio para a juventude tentada . . . . . . . . . . . . . . . . . 401 Preservar a simplicidade da família. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 402 Manter atmosfera de paz e repouso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 402 Um relatório de despesas é mantido no céu . . . . . . . . . . . . 403 Estar atento a oportunidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 404 Seção 16 — O lar e suas relações sociais . . . . . . . . . . . . . . . . . . 405 Capítulo 73 — Nossas necessidades sociais. . . . . . . . . . . . . . 406 Deus e nossas necessidades sociais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 406 A influência do companheirismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 406 Tendências do coração natural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 407 Bênçãos da sociabilidade cristã . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 408 Capítulo 74 — Amizades boas e outras duvidosas . . . . . . . . 409 Influências sobre nós e nossos filhos . . . . . . . . . . . . . . . . . . 409 Perigos de relacionamentos com ímpios . . . . . . . . . . . . . . . 409 A escolha de Sansão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 410 O fermento da impiedade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 410 Fugir dos indiferentes à religião . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 411 Não centralizar as afeições em parentes incrédulos. . . . . . 411 Afastar-se dos que possuem moral frouxa . . . . . . . . . . . . . 412 Os que se rendem à tentação por temor do ridículo . . . . . . 412 Viver diante de estranhos como se diante de Deus . . . . . . 413 Prometido o necessário auxílio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 413 Escolher companheiros sérios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 414 Capítulo 75 — Guia dos pais em assuntos sociais . . . . . . . . . 415 Influências quase esmagadoras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 415 O perigo da liberdade ilimitada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 415 Os pais devem escolher as companhias dos filhos . . . . . . . 416
  25. 25. xxiv O Lar Adventista Onde passam a noite? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 417 A erva má predomina em campos não cultivados . . . . . . . 417 Habituar os filhos a confiar no discernimento dos pais . . . 417 Contenção firme mas bondosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 418 Visitas desacompanhadas não é aconselhável . . . . . . . . . . 418 Como enfrentar conselhos imprudentes . . . . . . . . . . . . . . . 419 Fortes provas estão diante dos jovens . . . . . . . . . . . . . . . . . 419 Capítulo 76 — Feriados e aniversários . . . . . . . . . . . . . . . . . . 421 Orientação na observância de feriados . . . . . . . . . . . . . . . . 421 “Um dia perdido” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 421 Aniversários — Ocasião para louvar a Deus . . . . . . . . . . . 422 Ocasião para rever o registro do ano . . . . . . . . . . . . . . . . . . 422 A causa de Deus em primeiro lugar . . . . . . . . . . . . . . . . . . 423 Como observar o dia de ação de graças . . . . . . . . . . . . . . . 423 Um dia para dar graças . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 424 Feriados para Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 424 Oportunidades para trabalho missionário . . . . . . . . . . . . . . 424 Capítulo 77 — O Natal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 426 O Natal como dia de festa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 426 O dia não deve ser passado por alto . . . . . . . . . . . . . . . . . . 427 Troca de presentes como sinais de afeição . . . . . . . . . . . . . 427 Recomenda-se dar aos filhos livros como presentes . . . . . 428 Jesus não deve ser esquecido . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 428 Natal — Ocasião para honrar a Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . 429 Volver os pensamentos dos filhos para um novo canal . . . 429 “Devemos armar uma árvore de Natal?” . . . . . . . . . . . . . . 430 Árvore de Natal com ofertas missionárias não é pecado . . 430 Providenciar recreação inocente para o dia . . . . . . . . . . . . 431 Capítulo 78 — A família — um centro missionário . . . . . . . 432 Os pais devem orientar os filhos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 432 Os filhos devem ser Daniel e Ester hoje . . . . . . . . . . . . . . . 432 Processos eficientes de testemunhar por Cristo . . . . . . . . . 433 Crianças e jovens devem unir-se no serviço por outros. . . 433 Que as crianças sejam pequenos missionários . . . . . . . . . . 434 A igreja tem uma obra para a juventude . . . . . . . . . . . . . . . 435 Oportunidades na vizinhança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 435 Devem as famílias cristãs penetrar regiões escuras . . . . . . 436 As crianças trabalharão quando outros não puderem . . . . 436
  26. 26. Conteúdo xxv Aprender a fazer fazendo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 437 Seção 17 — Descanso e recreação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 439 Capítulo 79 — A recreação é necessária . . . . . . . . . . . . . . . . 440 Pontos de vistas extremos sobre recreação . . . . . . . . . . . . . 440 Refrigerar o espírito e revigorar o corpo. . . . . . . . . . . . . . . 440 A recreação é essencial. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 441 Os estudantes necessitam de repouso . . . . . . . . . . . . . . . . . 441 Obreiros de escritórios que necessitam dias de recreação. 442 Procurar meios de recreação instrutiva . . . . . . . . . . . . . . . . 442 Convite de Deus à juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 443 Capítulo 80 — Como nos recrearemos? . . . . . . . . . . . . . . . . . 444 O inocente no lugar do pecaminoso . . . . . . . . . . . . . . . . . . 444 O aspecto útil da ginástica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 445 Jogos de bola — Diretrizes básicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 445 O problema de muitos esportes atléticos . . . . . . . . . . . . . . 446 Quando a vida era menos complexa . . . . . . . . . . . . . . . . . . 447 Famílias em passeios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 447 Felicidade nos encantos da natureza . . . . . . . . . . . . . . . . . . 448 Reuniões sociais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 448 Jesus participava de cenas de inocente felicidade . . . . . . . 448 Seu exemplo na conversação e na conduta . . . . . . . . . . . . . 449 Ellen G. White e uma agradável reunião social . . . . . . . . . 449 Atrair a juventude com poder salvador . . . . . . . . . . . . . . . . 450 Capítulo 81 — Recreação que proporciona satisfações duradouras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 451 O que desenvolve as mãos, a mente e o caráter . . . . . . . . . 451 Exemplo de Jesus como jovem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 451 Refrigério mediante variação no trabalho . . . . . . . . . . . . . . 452 Um programa abençoado para os estudantes . . . . . . . . . . . 453 A atividade missionária é um exercício ideal . . . . . . . . . . . 454 Receita para inválidos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 454 Provisão de Deus para o verdadeiro prazer . . . . . . . . . . . . 455 Capítulo 82 — Como o cristão escolhe sua recreação . . . . . 456 Recreação cristã ou divertimento mundano? . . . . . . . . . . . 456 Regra para se reconhecer o entretenimento lícito . . . . . . . 456 Recreações que incapacitam para os deveres comuns . . . . 457 Reuniões sociais objetáveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 458 Poucos divertimentos populares são sadios . . . . . . . . . . . . 459
  27. 27. xxvi O Lar Adventista Teatro, ninho de imoralidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 460 Dança — Uma escola de depravação . . . . . . . . . . . . . . . . . 460 A dança de Davi não é um precedente . . . . . . . . . . . . . . . . 460 Jogo de cartas — prelúdio para o crime . . . . . . . . . . . . . . . 461 O temor de parecer singular . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 461 Evitar o primeiro passo na condescendência . . . . . . . . . . . 462 Uma declaração franca de princípios cristãos . . . . . . . . . . 462 Capítulo 83 — A sedução dos prazeres . . . . . . . . . . . . . . . . . 464 O coração natural busca prazeres . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 464 Milhões vão aos lugares de diversões . . . . . . . . . . . . . . . . . 464 Membros da igreja entre os amantes de prazeres . . . . . . . . 465 Satanás, hábil encantador . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 465 A educação amesquinhada pelo amor dos prazeres . . . . . . 466 A última mensagem de Deus recebida com indiferença . . 467 Os guardadores do Sábado serão testados . . . . . . . . . . . . . 467 A primeira consideração. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 468 Capítulo 84 — Como influenciar os juvenis em relação às recreações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 469 Normas rebaixadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 469 As mães devem orientar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 469 Não recusar recreações inocentes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 470 Como a Sra. White disciplinou seus filhos . . . . . . . . . . . . . 470 Problemas perturbadores da adolescência . . . . . . . . . . . . . 471 Vigilância após a conversão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 472 Como proteger os filhos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 472 Seção 18 — A recompensa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 473 Capítulo 85 — A recompensa, aqui e na eternidade . . . . . . . 474 Rica recompensa espera os pais fiéis . . . . . . . . . . . . . . . . . 474 Os filhos preparados para o céu agradecerão . . . . . . . . . . . 475 As alegrias do céu começam no lar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 475 Todos devem ser aptos para a sociedade do céu. . . . . . . . . 476 Recompensa no último grande dia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 476 O título de admissão ao palácio do rei . . . . . . . . . . . . . . . . 477 Saudação divina aos redimidos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 477 Capítulo 86 — A vida no lar edênico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 479 O Éden deve ser restaurado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 479 A “redenção da possessão de Deus” . . . . . . . . . . . . . . . . . . 480 Adão na posse de seu lar edênico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 480
  28. 28. Conteúdo xxvii Mansões preparadas para os peregrinos da terra . . . . . . . . 481 Privilégios dos remidos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 482 Unida a família da terra com a do céu. . . . . . . . . . . . . . . . . 483 A promessa é certa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 484 Capítulo 87 — Descrições da nova terra. . . . . . . . . . . . . . . . . 485 Visões da glória futura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 485 Escola de preparo aqui, graduação na eternidade . . . . . . . 486 O conhecimento no céu será progressivo . . . . . . . . . . . . . . 486 Vida social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 487 Ocupações na nova terra. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 487 No limiar do cumprimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 488 Um apelo para o preparo pessoal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 488
  29. 29. xxviii O Lar Adventista
  30. 30. Seção 1 — O lindo lar
  31. 31. Capítulo 1 — A atmosfera do lar A sociedade compõe-se de famílias, e é o que a façam os chefes de família. Do coração “procedem as saídas da vida” (Provérbios 4:23), e o coração da sociedade, da igreja e da nação, é o lar. A felicidade da sociedade, o êxito da igreja, a prosperidade da nação, dependem das influências domésticas. — A Ciência do Bom Viver, 349. A elevação ou decadência do futuro da sociedade serão determi- nadas pelos costumes e a moral da juventude que cresce ao nosso redor. Como a juventude é educada e como é moldado o seu caráter na infância em hábitos virtuosos, domínio próprio e temperança, assim será sua influência na sociedade. Se os jovens são deixados sem esclarecimento e sem controle, tornando-se em conseqüência voluntariosos, intemperantes em apetite e paixão, assim será sua influência futura em moldar a sociedade. As companhias que a ju- ventude mantém agora, os hábitos que forma, os princípios que adota, são uma indicação da espécie de sociedade do futuro. — Pacific Health Journal, Junho de 1890. O mais aprazível símbolo do céu O lar deve ser tudo quanto está implícito nessa palavra. Deve ser um pequeno Céu na Terra, um lugar onde se cultivem as afeições em vez de serem estudadamente reprimidas. Nossa felicidade depende do cultivo do amor, da simpatia e da verdadeira cortesia de uns para com outros. — Testimonies for the Church 3:539. O mais agradável símbolo do Céu é um lar presidido pelo Es- pírito do Senhor. Se a vontade de Deus é cumprida, o marido e a esposa se respeitarão mutuamente e cultivarão amor e confiança. — The Signs of the Times, 20 de Junho de 1911.[16] 30
  32. 32. A atmosfera do lar 31 Importância da atmosfera do lar A atmosfera que circunda a alma dos pais enche a casa, e é sentida em todos os recantos do lar. — Manuscrito 49, 1898. Os pais criam em alto grau a atmosfera do círculo doméstico, e quando há desinteligência entre os pais, os filhos participam do mesmo espírito. Tornai fragrante a atmosfera do lar mediante terna solicitude. Se vos alienastes e deixastes de ser cristãos bíblicos, convertei-vos; pois o caráter que apresentardes no tempo de graça será o caráter que tereis por ocasião da vinda de Cristo. Se desejais ser santos no Céu, deveis sê-lo primeiro na Terra. Os traços de caráter que nutrirdes na vida não se mudarão pela morte ou pela ressurreição. Saireis do sepulcro com a mesma disposição que manifestáveis no lar e na sociedade. Jesus não muda o caráter em Sua vinda. A obra de transformação precisa ser feita agora. Nossa vida diária está determinando nosso destino. — Carta 18b, 1891. Criando uma atmosfera pura Todo lar cristão deve ter regulamentos; e os pais, em palavras e comportamento de um para com o outro, devem dar aos filhos um exemplo precioso e vivo do que desejam que eles sejam. A pureza da linguagem e a verdadeira cortesia cristã devem ser constantemente praticadas. Ensinai as crianças e os jovens a se respeitarem a si mesmos, a serem leais para com Deus, leais aos princípios; ensinai- os a respeitar e obedecer à lei de Deus. Esses princípios lhes regerão a vida e serão guiados em suas relações com os demais. Eles criarão uma atmosfera pura, cuja influência encorajará as almas débeis no caminho ascendente que conduz à santidade e ao Céu. Seja cada lição de molde a elevar e enobrecer o caráter, e os registros feitos nos livros do Céu serão de tal natureza que vos não envergonhareis de contemplá-los no juízo. [17] As crianças que recebem esta espécie de instrução... estarão ap- tas a ocupar lugares de responsabilidade e, por preceito e exemplo, estarão constantemente ajudando outros a procederem retamente. Aqueles cujas sensibilidades morais não foram entorpecidas, apreci- arão os retos princípios; darão justo valor aos seus dotes naturais, e farão o melhor uso de suas faculdades físicas, mentais e morais. Tais
  33. 33. 32 O Lar Adventista almas são vigorosamente fortalecidas contra a tentação; estarão pro- tegidas por um muro que não será facilmente derribado. — Special Testimonies, Série B, 16:4, 5. Deus deseja que nossas famílias sejam símbolos da família do Céu. Conservem pais e filhos em mente este fato cada dia, mantendo entre si relações de membros da família de Deus. Então sua vida será de tal natureza que dará ao mundo uma lição objetiva do que podem ser famílias que amam a Deus e guardam os Seus mandamentos. Cristo será glorificado; Sua paz, graça e amor impregnarão o círculo da família como um precioso perfume. — The Review and Herald, 17 de Novembro de 1896. Muito depende do pai e mãe. Devem eles ser firmes e bondosos em sua disciplina, e devem trabalhar o mais diligentemente a fim de terem uma família bem ordenada, correta, e possam os anjos celestiais serem aí atraídos a fim de comunicar paz e uma influência odorífera. — Manuscrito 14, 1905. Tornar o lar alegre e feliz Nunca vos esqueçais de que deveis tornar o lar alegre e feliz para vós mesmos e para vossos filhos, absorvendo os atributos do Salvador. Se introduzis a Cristo no lar, discernireis o bem do mal. Estareis aptos a ajudar vossos filhos a serem árvores de justiça, dando os frutos do Espírito. — Carta 29, 1902. Podem sobrevir aflições, mas isso é a sorte da humanidade. Que a paciência, a gratidão e o amor mantenham no coração a luz solar,[18] seja embora o dia sempre nublado. — A Ciência do Bom Viver, 393. O lar pode ser simples, mas pode sempre ser um lugar em que se profiram palavras alegres e se pratiquem atos de bondade, onde a cortesia e o amor são hóspedes constantes. — The Review and Herald, 9 de Julho de 1901. Administrai as regras do lar com sabedoria e amor, e não com vara de ferro. As crianças corresponderão com uma obediência voluntária, à regra do amor. Elogiai vossos filhos sempre que possí- vel. Tornai sua vida tão feliz quanto possível. ... Conservai macio o terreno do coração, por meio da manifestação de amor e afeto, preparando-o assim para a semente da verdade. Lembrai-vos de que o Senhor dá à terra não somente nuvens e chuva, mas a linda e
  34. 34. A atmosfera do lar 33 risonha luz solar, fazendo com que a semente germine e apareçam as flores. Lembrai-vos de que as crianças necessitam não somente de repreensão e correção, mas também de animação e elogio, a grata satisfação das boas palavras. — Conselhos aos Professores, Pais e Estudantes, 114. Não deveis ter contendas em vossa família. “Mas a sabedoria que vem do alto é, primeiramente, pura, depois, pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade e sem hipocrisia. Ora, o fruto da justiça semeia-se na paz, para os que exercitam a paz.” Tiago 3:17, 18. É a brandura e a paz que precisamos ter em nossos lares. — Manuscrito 9, 1893. Ternos laços, que prendem O vínculo da família é o mais íntimo, o mais terno e sagrado de todos na Terra. Foi designado a ser uma bênção à humanidade. E assim o é sempre que se entre para o casamento inteligentemente, no temor de Deus, e tomando em devida consideração as suas res- ponsabilidades. — A Ciência do Bom Viver, 356, 357. Todo lar deve ser um lugar de amor, um lugar onde os anjos de Deus habitem, operando com influência sensibilizadora e suaviza- dora no coração dos pais e dos filhos. — Carta 25, 1904. [19] Nossos lares precisam tornar-se uma Betel, nosso coração um santuário. Onde o amor de Deus é nutrido na alma, haverá paz, haverá luz e alegria. Abri a Palavra de Deus com amor diante de vossa família, e perguntai: “Que disse Deus?” — Carta 24a, 1896. A presença de Cristo faz um lar cristão O lar embelezado pelo amor, a simpatia e a ternura, é um lugar que os anjos gostam de visitar, e onde Deus é glorificado. A influên- cia de um lar cristão cuidadosamente protegido nos anos da infância e juventude, é a mais segura salvaguarda contra as corrupções do mundo. Na atmosfera de um lar assim, as crianças aprenderão a amar tanto a seus pais terrestres como a seu Pai celestial. — Manuscrito 126, 1903. Desde a infância necessitam os jovens que uma firme barreira se levante entre eles e o mundo, para que a influência corruptora deste
  35. 35. 34 O Lar Adventista não os possa afetar. — Conselhos aos Professores, Pais e Estudantes, 119. Toda família cristã deve mostrar ao mundo o poder e a excelência da influência cristã. ... Os pais devem avaliar sua responsabilidade de guardar seu lar livre de toda mancha de mal moral. — The Review and Herald, 9 de Outubro de 1900. A santidade perante Deus deve impregnar o lar. ... Pais e filhos se devem educar para cooperar com Deus. Devem pôr seus hábitos e práticas em harmonia com os planos divinos. — Carta 9, 1904. As relações de família devem ser santificadoras em sua influên- cia. Os lares cristãos, estabelecidos e dirigidos de conformidade com o plano de Deus, são um maravilhoso auxílio na formação do caráter cristão. ... Pais e filhos se devem unir em oferecer amorável serviço Àquele que, unicamente, pode guardar puro e nobre o amor humano. — Manuscrito 16, 1896. A primeira obra a ser feita no lar cristão é ver que o Espírito de Deus aí habite, que todo membro da família seja capaz de tomar sua cruz e seguir aonde Jesus o conduzir. — Manuscrito 17, 1891.[20] [21]
  36. 36. Capítulo 2 — Bases da direção do lar O lugar mais atrativo do mundo Ao passo que estão sobre os pais pesadas responsabilidades quanto a proteger cuidadosamente a futura felicidade e os interes- ses de seus filhos, é também dever seu tornar o lar o mais atrativo possível. Isso é de importância incomparavelmente maior do que adquirir propriedades e dinheiro. Não deve faltar alegria ao lar. O sentimento doméstico deve ser mantido vivo no coração dos filhos, para que eles possam volver os olhos ao lar de sua infância como a um lugar de paz e felicidade vizinho ao Céu. Então, ao chegarem à maturidade, devem por sua vez procurar ser um conforto e uma bênção aos seus pais. — The Review and Herald, 2 de Fevereiro de 1886. O lar deve ser para as crianças o mais atrativo lugar do mundo, e sua maior atração deve ser a presença da mãe. As crianças têm natureza sensível e amorosa. Facilmente se consegue agradá-las, e facilmente também se sentem infelizes. Mediante uma disciplina branda, com palavras e atos amáveis, as mães podem unir os filhos ao seu coração. — A Ciência do Bom Viver, 388. Limpo, bem arrumado, em ordem A limpeza, o asseio e a ordem são indispensáveis na própria administração da família. Mas quando a mãe faz dessas coisas os todo-importantes deveres de sua vida, e a eles se devota com ne- gligência do desenvolvimento físico e do cultivo mental e moral dos filhos, comete lamentável erro. — The Signs of the Times, 5 de Agosto de 1875. Deve-se ensinar aos crentes que, mesmo que eles sejam pobres, não precisam ser desasseados e mal arranjados em sua pessoa ou em [22] sua casa. É preciso dispensar auxílio nesse sentido aos que parecem não ter nenhum senso da significação e da importância do asseio. É preciso ensinar-lhes que aqueles que devem representar o alto e santo 35
  37. 37. 36 O Lar Adventista Deus, precisam manter sua alma pura e limpa, e que esta pureza se deve estender a seu vestuário e a tudo quanto faz parte do lar, de modo que os anjos ministradores tenham prova de que a verdade operou uma mudança na vida, purificando a alma e refinando os gostos. Os que, depois de receberem a verdade, não se mudam em palavras e conduta, no vestir e nos arredores, estão vivendo para si mesmos, não para Cristo. Não foram criados de novo em Cristo Jesus, para purificação e santidade. ... Conquanto nos devamos guardar contra desnecessários adornos e ostentações, não devemos de maneira alguma ser descuidados e indiferentes quanto a nossa aparência exterior. Tudo quanto diz respeito a nossa pessoa e a nosso lar, deve ser bem arranjado e atrativo. Deve ser ensinado à juventude a importância de apresentar uma aparência acima da crítica, uma aparência que honre a Deus e a verdade. A negligência do asseio levará à doença. A enfermidade não vem sem causa. Têm ocorrido em vilas e cidades consideradas perfeita- mente saudáveis violentas epidemias de febres, dando em resultado físicos deteriorados e mortes. Em muitos casos, o ambiente das pró- prias pessoas que caíram vítimas dessas epidemias continham os agentes de destruição que transmitiram à atmosfera o veneno para ser inalado pela família e a vizinhança. É surpreendente ver a igno- rância dominante quanto aos efeitos produzidos pelo relaxamento e a negligência sobre a saúde. — Christian Temperance and Bible Hygiene, 105, 106. A ordem é necessária à felicidade do lar Deus Se desagrada com a desordem, o relaxamento e a falta de esmero em quem quer que seja. Essas deficiências são males sérios, e tendem a alienar as afeições do marido para com a mulher quando ele aprecia a ordem, filhos bem disciplinados e uma casa bem governada. A mãe e esposa não pode tornar a casa aprazível e[23] feliz a menos que ame a ordem, mantenha sua dignidade e governe bem; portanto, todos quantos falham nesse ponto devem começar imediatamente a educar-se nessa direção, e cultivar as próprias coisas em que maior é a sua falta. — Testimonies for the Church 2:298, 299.
  38. 38. Bases da direção do lar 37 Vigilância e diligência Quando nos entregamos sem reservas ao Senhor, os deveres simples e comuns da vida doméstica serão olhados em sua verdadeira importância, e cumpri-los-emos de acordo com a vontade de Deus. Toca-nos estar atentos, vigiando quanto à vinda do Filho do homem; e precisamos também ser diligentes; requer-se que vigiemos tanto quanto nos é requerido que trabalhemos. Importa que haja uma união dessas duas coisas. Isto equilibrará o caráter cristão, fazendo- o bem desenvolvido, simétrico. Não devemos achar que podemos negligenciar tudo o mais e nos entregarmos à meditação, ao estudo ou à oração; também não devemos ser tumultuosos, apressados, ativos, com prejuízo da piedade pessoal. Devemos misturar a espera, a vigilância e o trabalho. “Não sejais vagarosos no cuidado; sede fervorosos no espírito, servindo ao Senhor.” Romanos 12:11. — The Review and Herald, 15 de Setembro de 1891. Prover facilidades que poupem trabalho Em muitos lares a esposa e mãe não tem tempo para ler e manter- se bem informada, nem para servir de companheira ao marido, ou estar em contato com a mente em desenvolvimento dos filhos. Não há tempo para o precioso Salvador Se tornar um companheiro íntimo e querido. Ela imerge pouco a pouco unicamente na lida doméstica, absorvendo suas forças, seu tempo e interesses nas coisas que pere- cem com o uso. Demasiado tarde desperta para o fato de se achar quase uma estranha em sua própria casa. As preciosas oportunidades que lhe foram concedidas outrora para influenciar seus queridos no sentido de uma vida mais elevada, e que ela não soube aproveitar, [24] passaram para sempre. Resolvam os componentes do lar a viver de maneira mais sábia. Seja vosso primeiro objetivo tornar o lar aprazível. Cuidai em provi- denciar as condições que amenizam o trabalho e promovem a saúde e o conforto. — A Ciência do Bom Viver, 368, 369. Mesmo as mais humildes tarefas são obra de Deus Todo serviço que fazemos e que é necessário ser feito, seja lavar a louça, pôr a mesa, cuidar de um doente, cozinhar ou lavar, é de
  39. 39. 38 O Lar Adventista importância moral... . As humildes tarefas que estão diante de nós, devem ser executadas por alguém; e os que as fazem devem sentir estarem realizando uma obra necessária e honrosa, e que em sua mis- são, por humilde que seja, estão fazendo uma obra de Deus, tão certo como o estava Gabriel, quando enviado aos profetas. Todos, em suas respectivas esferas, estão trabalhando por sua ordem. As mulheres em seu lar, cumprindo os simples deveres da vida que precisam ser atendidos, podem e devem manifestar fidelidade, obediência e amor tão sinceros como os anjos em sua esfera. A conformidade com a vontade de Deus torna qualquer obra que precise ser feita uma tarefa honrosa. — Testemunhos Selectos 1:297, 298.[25]
  40. 40. Capítulo 3 — O lar edênico, um modelo Deus preparou o primeiro lar do homem O lar edênico de nossos primeiros pais foi preparado para eles pelo próprio Deus. Havendo-o provido de tudo quanto o homem podia desejar, disse: “Façamos o homem à Nossa imagem, conforme a Nossa semelhança.” Gênesis 1:26. O Senhor Se agradou dessa última e mais nobre de todas as Suas criaturas, e designou que ela fosse o perfeito habitante de um mundo perfeito. Não era, porém, intenção Sua que ele vivesse em solidão. Disse: “Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele.” Gênesis 2:18. — The Youth’s Instructor, 10 de Agosto de 1899. O próprio Deus deu a Adão uma companheira. Proveu-lhe uma “adjutora” — ajudadora esta que lhe correspondesse — a qual estava em condições para ser sua companheira, e que poderia ser um com ele, em amor e simpatia. Eva foi feita de uma costela tirada do lado de Adão, significando que ela não o deveria dominar, como a cabeça, nem ser pisada sob seus pés como se fosse inferior, mas estar a seu lado como sua igual, e ser amada e protegida por ele. Como parte do homem, osso de seus ossos, e carne de sua carne, era ela o seu segundo eu, mostrando isto a íntima união e apego afetivo que deveria existir nesta relação. “Porque nunca ninguém aborreceu a sua própria carne; antes, a alimenta e sustenta.” Efésios 5:29. “Portanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.” Gênesis 2:24. — Patriarcas e Profetas, 46. O primeiro casamento celebrado por Deus Deus celebrou o primeiro casamento. Assim esta instituição tem como seu originador o Criador do Universo. “Venerado seja ... o [26] matrimônio” (Hebreus 13:4); foi esta uma das primeiras dádivas de Deus ao homem, e é uma das duas instituições que, depois da 39
  41. 41. 40 O Lar Adventista queda, Adão trouxe consigo aquém das portas do Paraíso. Quando os princípios divinos são reconhecidos e obedecidos nesta relação, o casamento é uma bênção; preserva a pureza e felicidade do gênero humano, provê as necessidades sociais do homem, eleva a natureza física, intelectual e moral. — Patriarcas e Profetas, 46. Aquele que deu Eva a Adão por companheira, operou Seu pri- meiro milagre numa festa de bodas. Na sala festiva em que amigos e parentes juntos se alegravam, Cristo começou Seu ministério público. Sancionou assim o casamento, reconhecendo-o como instituição por Ele mesmo estabelecida. ... Cristo honrou a relação matrimonial tornando-a também símbolo da união entre Ele e os remidos. Ele próprio é o esposo; a esposa é a igreja, da qual diz: “Tu és toda formosa, amiga Minha, e em ti não há mancha.” Cantares 4:7. — A Ciência do Bom Viver, 356. Foi suprida toda necessidade Adão foi circundado de tudo quanto seu coração pudesse desejar. Foi suprida toda necessidade. Não havia pecado nem indícios de deterioração no glorioso Éden. Anjos de Deus conversavam livre e amorosamente com o santo par. Os felizes cantores alados gor- jeavam seus livres, jubilosos cantos de louvor a seu Criador. Os pacíficos animais, em feliz inocência, brincavam em torno de Adão e Eva, obedientes a sua palavra. Adão se achava na perfeição de sua varonilidade, a mais nobre das obras do Criador. — The Signs of the Times, 11 de Junho de 1874. Nenhuma sombra se interpunha entre eles e seu Criador. Conhe- ciam a Deus como seu benfazejo Pai, e em tudo a sua vontade se conformava com a vontade de Deus. E o caráter de Deus refletia-se no caráter de Adão. Sua glória revelava-se em tudo quanto havia na natureza. — The Youth’s Instructor, 2 de Junho de 1898.[27] O trabalho foi indicado para felicidade do homem Deus é amante do belo. Ele nos deu inequívocas provas disto na obra de Suas mãos. Plantou para nossos primeiros pais um belo jardim no Éden. Fez crescerem da terra majestosas árvores de toda espécie, para utilidade e para ornamentação. Foram formadas as
  42. 42. O lar edênico, um modelo 41 belas flores, de rara beleza, de toda cor e matiz, perfumando o ar. ... Era desígnio de Deus que o homem encontrasse felicidade no emprego de cuidar das coisas que Ele criara, e que Suas necessidades fossem satisfeitas com os frutos das árvores do jardim. — The Health Reformer, Julho de 1871. Foi dado a Adão o trabalho de cuidar do jardim. O Criador sabia que Adão não podia ser feliz sem ocupação. A beleza do jardim o deleitava, porém isto não bastava. Ele precisava de trabalho a fim de pôr em exercício os admiráveis órgãos do corpo. Houvesse a felicidade consistido em não fazer coisa alguma, o homem, em seu estado de santa inocência, teria sido deixado sem ocupação. Porém Aquele que criou o homem sabia o que seria para sua felicidade; e tão depressa o havia criado, deu-lhe a obra que lhe era designada. A promessa de glória futura, e o decreto de que o homem precisa labutar pelo pão de cada dia, vieram do mesmo trono. — The Youth’s Instructor, 27 de Fevereiro de 1902. Deus é honrado por um lar cristão Pais e mães que põem a Deus em primeiro lugar na família e ensinam os filhos a considerar o temor do Senhor como o princípio da sabedoria, glorificam a Deus diante dos anjos e dos homens, oferecendo ao mundo o espetáculo de uma família bem dirigida e bem educada — uma família que ama e obedece a Deus e contra Ele não se rebela. Cristo não será um estranho numa família assim; Seu nome ser-lhes-á familiar e O reverenciarão e glorificarão. Os anjos se deleitam numa família em que Deus reina soberano e os filhos são [28] ensinados a honrar a religião, a Bíblia e o Criador. Essa família tem direito à promessa: “Aos que Me honram honrarei.” 1 Samuel 2:30. Quando de uma casa assim o chefe sai a cumprir os seus deveres cotidianos, será sempre com espírito manso e submisso, adquirido pela sua comunhão com Deus. — Testemunhos Selectos 2:134. Unicamente a presença de Cristo pode tornar homens e mu- lheres felizes. Todas as águas comuns da vida, Cristo pode trans- formar em vinho do Céu. O lar se torna então como um Éden de bem-aventurança; a família, um belo símbolo da família no Céu. — Manuscrito, 43, 1900. [29] [30] [31]
  43. 43. 42 O Lar Adventista
  44. 44. Seção 2 — Uma luz na comunidade
  45. 45. Capítulo 4 — O alcance da influência do lar O lar cristão, uma lição objetiva A missão do lar estende-se para além do círculo dos seus mem- bros. O lar cristão deve ser uma lição prática que ponha em relevo a excelência dos princípios verdadeiros da vida. Semelhante exemplo será no mundo uma força para o bem. ... Ao deixarem um lar assim, os jovens ensinarão as lições que aí aprenderam. Por essa maneira, penetrarão em outros lares princípios mais nobres de vida, e uma influência regeneradora será sentida na sociedade. — A Ciência do Bom Viver, 352. O lar em que os membros são polidos, cristãos corteses, exerce vasta influência para o bem. Outras famílias notarão os resultados conseguidos por um lar assim, e seguirão o exemplo dado, guardando por sua vez o lar contra as influências satânicas. Os anjos de Deus visitarão com freqüência o lar em que a vontade de Deus domina. Sob o poder da graça divina esse lar se torna um lugar refrigerante para os enfraquecidos, fatigados peregrinos. Mediante vigilância no dominar-se, impede-se que o próprio eu se afirme. Formam-se hábitos corretos. Há cuidadoso reconhecimento dos direitos alheios. A fé que opera por amor e purifica a alma serve de leme, presidindo a toda a família. Sob a santificada influência de tal lar, o princípio da fraternidade estabelecido na Palavra de Deus é mais amplamente reconhecido e obedecido. — Carta 272, 1903. A influência de uma família bem ordenada Não é questão de pequena importância para uma família, o man- ter a posição de representantes de Jesus, guardando a lei de Deus em ambiente de incrédulos. Requer-se de nós que sejamos cartas[32] vivas, conhecidas e lidas por todos os homens. Esta posição envolve terríveis responsabilidades. — Testimonies for the Church 4:106. Uma família bem ordenada, bem disciplinada, fala mais em favor do cristianismo do que todos os sermões que se possam pregar. 44
  46. 46. O alcance da influência do lar 45 Uma família assim dá prova de que os pais foram bem-sucedidos no seguir as instruções de Deus, e de que seus filhos O servirão na igreja. Sua influência aumenta; pois à medida que comunicam, recebem para tornar a comunicar. O pai e a mãe encontram auxiliares nos filhos, os quais transmitem a outros as instruções recebidas no lar. A vizinhança deles é beneficiada, pois com isto se enriqueceu para o tempo e a eternidade. Toda a família se acha empenhada no serviço do Mestre; e pelo seu piedoso exemplo são outros inspirados a serem fiéis e leais a Deus no trato com o Seu rebanho, Seu lindo rebanho. — The Review and Herald, 6 de Junho de 1899. A maior prova do poder do cristianismo, que se pode apresentar ao mundo, é uma família bem ordenada, bem disciplinada. Isso recomendará a verdade como nenhuma outra coisa o poderá fazer, pois é um testemunho vivo de seu efetivo poder sobre o coração. — Serviço Cristão, 208. A melhor prova de cristianismo de uma casa é o tipo de caráter gerado pela sua influência. As ações falam mais alto do que a mais positiva profissão de piedade. — Patriarcas e Profetas, 579. Nossa ocupação neste mundo... é ver que virtudes podemos ensinar nossos filhos e família a possuírem, a fim de que exerçam influência sobre outras famílias, e assim podemos ser uma força educadora ainda que nunca abracemos o magistério. Uma família bem ordenada e disciplinada é mais preciosa aos olhos de Deus do que ouro fino, mesmo que o mais fino ouro de Ofir. — Manuscrito, 12, 1895. Pertencem-nos maravilhosas possibilidades Curto é o tempo de que dispomos aqui. Não podemos passar por esta vida senão uma vez; tiremos, pois, ao fazê-lo, o melhor proveito [33] de nossa vida. A tarefa a que somos chamados não requer riquezas, posição social, nem grandes capacidades. O que se requer é um es- pírito bondoso e desprendido, e firmeza de propósito. Uma luz, por pequena que seja, se está sempre brilhando, pode servir para acender outras muitas. Nossa esfera de influência poderá parecer limitada, nossas capacidades diminutas, escassas as oportunidades, nossos recursos reduzidos; no entanto, se soubermos aproveitar fielmente as oportunidades de nossos lares, maravilhosas serão nossas possibi-
  47. 47. 46 O Lar Adventista lidades. Se abrirmos o coração e o lar aos divinos princípios da vida, poderemos ser condutos que levem correntes de força vivificante. De nosso lar fluirão rios de vida e de saúde, de beleza e fecundidade numa época como esta, em que tudo é desolação e esterilidade. — A Ciência do Bom Viver, 355. Os pais tementes a Deus difundirão de seu círculo doméstico para os de outros uma influência que atuará como aquele fermento que foi escondido em três medidas de farinha. — The Signs of the Times, 17 de Setembro de 1895. O trabalho fiel feito em casa educa outros a fazerem a mesma espécie de trabalho. O espírito de fidelidade para com Deus é como fermento e, quando manifestado na igreja, terá efeito sobre outros, e será uma recomendação para o cristianismo em toda parte. A obra dos soldados de Cristo que se devotam inteiramente, é de tão vasto alcance como a própria eternidade. Então por que há tanta falta de espírito missionário em nossas igrejas? É por haver negligência na piedade doméstica. — The Review and Herald, 19 de Fevereiro de 1895. A influência de uma família mal dirigida A influência de uma família mal dirigida é dilatada, e desastrosa a toda a sociedade. Acumula uma onda de males que afeta famílias, comunidades e governos. — Patriarcas e Profetas, 579. Impossível nos é vivermos de maneira que não exerçamos in- fluência no mundo. Membro algum da família poderá encerrar-se em si mesmo de maneira que nenhum outro membro não lhe sinta a influência e o espírito. A própria expressão da fisionomia terá[34] influência para bem ou para mal. Seu espírito, suas palavras, suas ações e atitudes para com os outros, são inequívocas. Se ele vive no egoísmo, circunda sua alma de uma atmosfera má; ao passo que se estiver cheio do amor de Cristo manifestará cortesia, bondade, terna consideração para com os sentimentos de outros e por atos de amor, comunicará àqueles com quem convive sentimentos brandos, gratos e felizes. Manifestar-se-á que ele vive para Jesus, e aprende diaria- mente lições a Seus pés, dEle recebendo luz e paz. Estará habilitado a dizer ao Senhor: “Pela Tua brandura, me vieste a engrandecer.” 2 Samuel 22:36. — The Youth’s Instructor, 22 de Junho de 1893.[35]
  48. 48. Capítulo 5 — Poderoso testemunho cristão Os melhores missionários provêm de lares cristãos Os missionários do Mestre preparam-se melhor para a obra lá fora em lares cristãos, onde Deus é temido, onde Deus é amado, onde Deus é adorado, onde a fidelidade se tornou segunda natureza, onde não se permite dar aos deveres domésticos descuidosa e casual atenção, onde a tranqüila comunhão com Deus é considerada essen- cial ao fiel cumprimento dos deveres diários. — Manuscrito, 140, 1897. Os deveres domésticos devem ser cumpridos na consciência de que se eles forem desempenhados no devido espírito, comunicarão uma experiência que nos habilitará a trabalhar para Cristo de ma- neira mais permanente e cabal. Oh, que não poderia fazer um vivo cristão no terreno missionário cumprindo os deveres diários fiel- mente, levantando alegremente a cruz, não negligenciando nenhum trabalho, embora desagradável às inclinações naturais! — The Signs of the Times, 1 de Setembro de 1898. Nossa obra para Cristo deve começar com a família, no lar. ... Não existe campo missionário mais importante do que esse. ... Muitos descuidaram vergonhosamente esse campo do lar, e é tempo de que sejam apresentados recursos e remédios divinos para corrigir esse mal. — Testemunhos Selectos 3:62, 63. O mais alto dever que pesa sobre a juventude é o que lhe fica no próprio lar, sendo uma bênção ao pai e à mãe, aos irmãos e irmãs, mediante afeição e verdadeiro interesse. Aí podem eles manifestar abnegação e esquecimento de si mesmos no cuidado e serviço por outros. ... Que influência pode uma irmã exercer sobre os irmãos! Se ela for reta, poderá determinar o caráter deles! Suas orações, sua [36] gentileza e afeição muito podem efetuar no ambiente da família. — Testemunhos Selectos 1:298. Aqueles que receberam a Cristo devem mostrar na família o que a graça fez por eles. “A todos quantos O receberam deu-lhes o poder 47

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