Lição 8 – EXORTAÇÃO À SANTIFICAÇÃO<br />PROFESSOR: EDUARDO SALES, AD-MARINGA/PR<br />BLOG: TEOLOGIASALESIANA.BLOGSPOT.COM<...
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  • Jesus é melhor do que ouros e bens
    Jesus é melhor eo que mil canções
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  • “Acolhei-nos em vosso coração; a ninguém tratamos com injústiça, a ninguém corrompemos, a ninguém exploramos. Não falo para vos condenar; porque já vos tenho dito que estais em nosso coração para, juntos, morrermos e vivermos.
    Muito grande é a minha fraqueza para convosco, e muito me glorio por vossa causa; sinto-me grandemente confortado e transbordante de júbilo em toda a nossa tribulação.” 2 Coríntios 7 2-4

    Meu Senhor e Pai perdoa-me por ter corrompido as paz de pessoas, por ter condenado e pelas vezes que tenho explorado até mesmo os que já estão em meu coração. Dá-me Senhor das águas do teu Espírito, lava-me, purifica-me e guia-me a ser mais forte, fortifica-me até os ossos para que junto com meu corpo o meu Espírito te bendiga com meu viver, capacita-me a usar meu corpo e todo o meu ser em louvor a Ti e pelo que tem já realizado em mim louvado sejas meu Senhor.

    PROVISÕES DIVINAS PARA UMA VIDA CONSAGRADA. William Culbertson, 1961, São Paulo
    “Titulo do original inglês: GOD’S PROVISION FOR HOLY LIVING, Tradução de D. Iolanda Krievin Vieira


    Mas, na realidade, além de simplesmente apontar-nos os caminhos da retidão, grande e maravilhosa bênção é, também, o fato adicional de que a Palavra de Deus tem grande pode intrínseco. Usada corretamente, ela traz vitória para o filho de Deus. Verdadeiramente, guardada no coração do crente, transforma-se em poder para a santidade Nosso Senhor disse aos Seus discípulos: “Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado”. (João 15:3).
    “Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado;” João 15.3
    O apóstolo Paulo guiado pelo Espírito Santo, disse da Igreja: “...Tendo-a purificado pela lavagem de água com a palavra' (Ef.5:6)
    “Ninguém vos engane com palavras vãs; por que, por essas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.” Efésios 5.6
    Naturalmente foi esta a convicção que fêz Moody escrever na primeira página de sua Bíblia: “Êste livro afastar-me-á do pecado, ou, então, o pecado afastar-me-á deste Livro.”
    Talvez estejais dizendo: “É-me muito difícil decorar a Palavra de Deus”. Bem, eu não diria que a memorização é o único significado que poderíamos dar ao texto que fala sobre o esconder a Palavra de Deus no coração. Por outro lado, eu advogo a memorização das Escrituras. Mas, suponhamos que seja verdade o que dizeis e que à tarde já esquecestes tudo o que decorastes pela manhã. Apesar disso, será surpreendente verificar que esse esforço foi um instrumento eficaz nas mãos de Deus para a vossa orientação e proteção durante o dia.
    Um amigo ilustrou o efeito da Palavra de Deus, referindo-se às velhas cestas de vime que muitos de nós, indubitàlvemente, levamos aos pique-niques ou à feira. Vós deveis lembrar-vos delas. São feitas de tiras entrelaçadas. Meu amigo diz que a sua memória é uma espécie dessas cestas. Êle imagina-se descendo ao rio para buscar água com a cesta e descobre, então, que, ao tirála da água, esta escorrre por entre as frestas do entrelaçamento. “Veja, diaz êle, “é exatamente o que eu lhe disse. Não posso reter nada; não posso me lembrar de nada; tudo se desvanece”. Depois disso, tendo encorajado um pouco aqueles que têm memória fraca, levando-os a pensar que têm um companheiro, êle continua com sabedoria: “Mas, espere um momento; pelo menos a cesta ficou mais limpa depois que eu a mergulhe na água do rio.”. Assim acontece com as nossas mentes e corações; as Escrituras têm um efeito purificador. Elas serão de muita ajuda e muito necessárias se vós e eu estivermos pretendendo viver vidas santas para Deus.
    Seria útil para alguns, se aproveitássemos a oportunidade para olharmos a Palavra de Deus como sendo ela mesma um exemplo do uso das Escrituras na vitória sobre o inimigo. Certamente não há melhor ilustração, nem história mais grandiosa para ilustrar esta verdade do que a narrativa referente a tentação de nosso Senhor. Sem que a repitamos toda, podemos dela tirar uma ou duas lições de inestimável valor.
    A primeira lição, muito clara, é que nosso bendito Senhor, repeliu o tentador em cada ocasião, citando as Sagradas Escrituras. Podemos notar que Satanás não tentou argumentar com as declarações envolvidas em cada citação específica. É verdade que seguiram-lhe outras tentações outras tentações, mas conforme podemos delas nos recordar, cada uma foi completamente desfeita com uma simples citação.
    Penso que muitos cristãos dirão imediatamente que o Senhor Jesus Cristo poderia muito bem ter dito por si mesmo algumas palavras a Satanás que o repeliriam, palavras essas que, então, não fossem tiradas da Palavra de Deus. Êle era o Filho de Deus e, certamente, não era absolutamente necessário que êle virasse as páginas do Velho Testamento para achar a resposta a ser dada ao tentador. Entretanto, Êle o fêz e o fato de ter posto tanta confiança nas Escrituras Sagradas, quando atravessando aquela prova espiritual, é uma grande evidência do valor que Êle lhes dava.
    Há um segundo ponto que podemos encarar com tôda a honestidade e este ponto é a necessidade de conhecermos a Palavra de Deus o suficiente para dela fazermos uso no momento próprio. É verdade que o diabo pode, também , citar as Escrituras para os seus propósitos. Podemos vê-lo, na própria narrativa da tentação de Jesus. E muito poderia ser dito sobre a maneira como o diabo usa as Escrituras. Podemos muito bem observar que êle separou o texto do contexto, mais adiante, êle pode ser acusado de parar a citação no ponto exatamente em que ela se lhe torna muito embaraçosa. Pois, exatamente o verso seguinte declara: “Pisarás o leão e a cobra, calcarás aos pés o leãozinho e a serpente.” Entretanto, nosso Senhor não respondeu a esse abuso das Escrituras – a esta alusão universal que pertence somente ao que habita à sombra do Todo-Poderoso. Jesus simplesmente fêz nova citação da Palavra de Deus e isto foi suficiente.
    Esta confiança de nosso Senhor nas Escrituras do Velho Testamento, em tempo de luta espiritual, não nos dá um exemplo a nós que nos chamamos Seus seguidores?
    Esta provisão para uma vida santa é uma provisão que requer esforço de nossa parte, se nós quisermos dela tomar posse. Requer consagração que nos conduzirá à leitura e ao estudo da Palavra de Deus. É minha profunda convicção que nenhum cristão poderá conhecer o verdadeiro viver santo através da indolência, do pouco-caso, procurando algum atalho para a santificação. Apenas a inteira submissão à revelação divina poderá conduzir a essa espécie de santidade que será efetiva nas mãos do Senhor, fazendo outros virem para o nosso bendito Salvador.
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  1. 1. Lição 8 – EXORTAÇÃO À SANTIFICAÇÃO<br />PROFESSOR: EDUARDO SALES, AD-MARINGA/PR<br />BLOG: TEOLOGIASALESIANA.BLOGSPOT.COM<br />Paz do Senhor,<br />O RECURSO DIDÁTICO PARA ESSA AULA SEGUE A SEGUINTE ESTRUTURA: Apresentação do Assunto Geral; Análise do Texto Bíblico; <br />Extração de Lições para a Vida e Ministério<br />APRESENTAÇÃO DO ASSUNTO:<br />O que é Santificação? O que não é Santificação?<br />QUESTÕES PARA APROFUNDAMENTO:<br />Existem pessoas mais santas do que outras?<br />Se existem pessoas mais santas do que outras, significa que a santidade é um valor relativo, e como tal, depende de valores externos. Por exemplo, se você crê que a pessoa que ora mais é mais santa do que a pessoa que ora menos, isto pode significar que você é uma pessoa legalista, ou seja, que depende da lei para salvação.<br />O conceito de Santidade está diretamente ligado com a doutrina da Salvação, isto porque acreditamos que, para ser salvos, temos de ser santos. Logo, a forma de santidade influencia a forma de salvação.<br />De onde vêm os conceitos de santidade?<br />DEUS É BOMO conceito mais famoso sobre santidade é a idéia de separação. Ser santo é ser separado. Entretanto este conceito não corresponde à fé pentecostal. Poucos teólogos pentecostais pensam a teologia como um todo, e isso faz com que suas teologias sejam construções irregulares. Assim, observe a seguir a origem do conceito de Santidade:<br />MUNDO É MALSER SANTO É SEPARAR-SE<br />ERROS DA CONCEPÇÃO DE SANTIDADE COMO SEPARAÇÃO:Concepção dualista de Mundo: Por essa visão, Deus não é onipotente. Essa visão dualista é herança do platonismo. Platão entendia que existia um dualismo porque, na filosofia platônica, Deus não criou o mundo, assim o mundo, para Platão é mal, a prisão do espírito, muito diferente da visão bíblica que apresenta o mundo como criação de Deus e o corpo como templo do Espírito.Santidade é uma atitude humana: Segundo essa posição a santidade depende de obras, o que seria impossível, pois mesmo a melhor obra de um impuro não é capaz de produzir santidade. Nada que façamos pode nos purificar, a santidade não está em nós.Invalida a Cruz de Cristo: Nessa teoria não é a cruz de Cristo que nos faz santos, mas as práticas ascetas desenvolvidas pelo Catolicismo que, desenvolveu sua visão de santidade a partir de Platão. Afasta de Cristo: Essa teoria produz sentimento de independência. Se sou santo quando oro, ou quando Jejuo, então não preciso de Cristo, basta apenas eu orar e Jejuar. Essa teoria ensina a ser santo sem se aproximar de Cristo, motivo pelo qual nossas igrejas tem muitas pessoas santíssimas e sem nenhuma compaixão.<br />Santidade é algo que <br />CONCEPÇÃO DE SANTIDADE COMO APROXIMAÇÃO DE CRISTO:Significado: Abandone o sentido da palavra Santo, que deriva de “Sano” e “São”, pois uma das bases para o conceito de santidade como separação depende do signo da palavra. O Termo Kadosh no Hebraico e Aguios no Grego, podem até significar santidade como separação, mas seu conteúdo teológico é aproximação de Deus.Levítico 20:7 Portanto, santificai-vos e sede santos, pois eu sou o SENHOR, vosso Deus.1 Pedro 1:16 porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo.Ambos os textos possuem um sentido maior que o signo da palavra. Devemos ser santos por que o Senhor é nosso Deus, ou seja, a Santificação é um estilo de vida baseado em um relacionamento, e não uma prática vazia. Outro texto claro para entender a verdadeira santificação é o Bom Samaritano Lc 10:30-37. Esse texto apresenta dois homens Santos: O Sacerdote e o Levita, entretanto a santidade destes é separação do mundo, diferente da santidade apresentada pelo homem impuro, o Samaritano. Dessa forma, os homens que deveriam ser santos agiram como impuros, e o homem que deveria ser impuro, agiu como Santo. A Santidade não pode ser medida pela quantidade de coisas boas que fazemos, mas unicamente por Dádiva de Cristo. Ser Santo é se aproximar de Cristo, pois quando nos aproximamos, somos identificados com Ele. SER SANTO É APROXIMAR-SEEU NO MUNDODEUS EM CRISTO O Conceito Bíblico de Santidade<br />TEXTO BASE: 6:11-7:10<br />TEXTO ÁUREO: 2Co 7:1 Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus.<br />O texto áureo é claro, e coaduna com nossa exposição: Sem relacionamento com Deus não há santidade, ou seja, a santidade só é possível pela aproximação à Cristo.<br />PAULO APELA À RECONCILIAÇÃO E COMUNHÃO 2Co 6:11-13<br />Sentimento Fraterno; exemplos de reconciliação; afeto correspondido.<br />Para vós outros, ó coríntios, abrem-se os nossos lábios, e alarga-se o nosso coração. Não tendes limites em nós; mas estais limitados em vossos próprios afetos. Ora, como justa retribuição (falo-vos como a filhos), dilatai-vos também vós.<br />Recurso didático: Falar sobre os Caminhos Para exortação<br />Como exortar alguém que está fora da verdadeira Santidade sem ofender?<br />Esboce na lousa as respostas dos alunos e pergunte sobre as dificuldades e relevância desse ministério. Uma das principais estratégias de Paulo na exortação é a aproximação sincera e a abertura do coração. Amar profundamente é o melhor caminho para a exortação. <br />Falar como a Filhos: Isso é muito importante, um dos principais caminhos para a verdadeira exortação é o amor fraternal, assim, somente tem capacidade de exortar o irmão aquele que o ama como a um filho. <br />Amar os Diferentes: Optei por não colocar o termo amar os pecadores, isso porque também me considero pecador, e sei que o principal problema não é o pecado, mas o diferente, aquele que não fala como eu, que não gosta do que eu gosto, que não se veste como eu, que não louva como eu, etc... como aceitar o diferente. As diferenças são hoje um dos maiores problemas na Igreja. Mas Paulo nos ensina que devemos amar a todos, mesmo que soframos como ele no capitulo 6:1-10, ainda que sejam diferentes e opostos a nós, devemos amar como se fossem filhos.<br />PAULO EXORTA OS CORINTIOS A UMA VIDA SANTIFICADA 2Co 6:14-7:1<br />Interrupção; Jugo desigual; correto relacionamento com não crentes<br />Didática: O que é Jugo desigual?<br /> Qual a relação entre Jugo desigual e acepção de pessoas?<br /> Como relacionar o texto sobre Jugo desigual com as seguintes passagens:<br />Romanos 10:12 Pois não há distinção entre judeu e grego, uma vez que o mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam.<br />Gálatas 3:28 Dessarte, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus.<br />Colossenses 3:11 no qual não pode haver grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, escravo, livre; porém Cristo é tudo em todos.<br /> Será que Paulo é dualista? Não crê na onipotência de Deus? Não crê na Santificação em Cristo? <br />Essa é a chave de Interpretação. Quando lemos o texto sem considerar a bíblia como um todo e o correto conceito de Santidade, podemos acabar fazendo acepção de pessoas, e achar que os crentes são melhores que os não crentes, somente por que “praticam santidade”. Na concepção Paulina de Santidade, orar, ou qualquer outro laço de santidade pessoal, não é capaz de tornar ninguém Santo.<br /> Rom 3:9-12 Que se conclui? Temos nós qualquer vantagem? Não, de forma nenhuma; pois já temos demonstrado que todos, tanto judeus como gregos, estão debaixo do pecado; como está escrito: Não há justo, nem um sequer, não há quem entenda, não há quem busque a Deus; todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer.<br /> No texto de Romano 3:9-12 e vários outros, Paulo afirma que, nada que façamos nos faz melhores, isso por que, se pudéssemos ser melhores por nossas forças, não precisaríamos de Cristo. <br />O que é o Julgo desigual no Texto em Questão?<br />Paulo usa de hebraísmo e faz diversos paralelos (Poesia hebraica) somente na comparação dos paralelos podemos entender o sentido do texto:<br />Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; <br />porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? <br />Ou que comunhão, da luz com as trevas? <br />Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? <br />Ou que união, do crente com o incrédulo? <br />Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos?<br />Nessa Primeira parte já fica claro: Jugo desigual não é o simples fato de ser relacionar, ou até de se associar com um não crente. Paulo não está dizendo, como diziam os antigos fariseus, que existem pessoas impuras, mas que existe um relacionamento que nos afasta de Cristo. O problema maior a que o texto se dirige não é às associações, mas ao afastamento de Cristo. <br />Paulo está falando de corrupção da vida cristã, não em afastamento do mundo. Paulo era o primeiro a mergulhar entre os não crentes, Jesus preferia estar entre eles, nossa missão é entre eles. Não conseguiremos alcançar uma pessoa para Cristo se acharmos que ela é impura e nos afastarmos com medo de nos contaminar. Por Isso Paulo usa esse texto, ela está afirmando que não podemos aceitar os padrões do mundo para nossas vidas. Associar é aceitar a iniqüidade, as trevas, o Malígno, os ídolos e a incredulidade como forma de vida. <br />Assim, a melhor interpretação para o termo Jugo desigual não é associação, mas corrupção. “Não vos deixeis corromper nas suas relações com os Incrédulos, não se associem a eles, não aceitem sua cultura e seu estilo de Vida, não abandonem a fé e o evangelho de Cristo”. <br /> Porque nós somos santuário do Deus vivente, como ele próprio disse: <br /> Habitarei e andarei entre eles; <br /> serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. <br />Por isso, retirai-vos do meio deles, <br />separai-vos, diz o Senhor; <br /> não toqueis em coisas impuras; <br />e eu vos receberei, serei vosso Pai, <br />e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso. Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, <br />aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus.<br /> Nessa parte Paulo fecha com chave de ouro: A idéia de Santidade de Paulo não é por mérito humano, ou por separação, mas pro aproximação de Deus. Nós somos Santuários do Deus vivente, não somos santos por que o santuário está limpo, nenhum santuário é santo somente por estar limpo, mas principalmente pela presença de Deus. O Termo Habitarei e andarei entre eles refere-se a o relacionamento com Deus, somente por meio dele podemos ser santos, é Deus quem nos santifica, isso por que andamos com Ele. Assim, retirai-vos, separai-vos e não toqueis coisa imunda, possui outro sentido. No conceito de santidade como separação, Deus habita em nós por que separamos, retiramos e nos purificamos a nós (impossível). Já na concepção de santidade como aproximação nos retiramos e separamos por que Deus anda conosco, é por esse relacionamento com Deus, que nos faz santos, que mudamos de Vida e não o contrário.<br />Purificar de toda a Impureza “na carne e no espírito” surge a seguinte questão didática: Existe impureza no espírito? De que Paulo estava falando? Provavelmente da impureza oculta nas mascaras de santidade, muito comum nas pessoas que buscam se puras por si próprias, essa é uma impureza do espírito. <br />A única forma de se purificar é APERFEIÇOAR NOSSA SANTIDADE NO TEMOR DE DEUS. <br />Em outras palavras, quanto mais nos aproximarmos de Deus, mais seremos santos <br />Questão didática: Quais as formas de corrupção enfrentamos e nossa vida?<br />Como a Igreja (nós) somos afetados pelo mundo?<br />Nossa união com o mundo pode nos afastar de Deus?<br />PAULO REGOZIJA-SE COM AS NOTICIAS DA IGREJA DE CORINTO 2Co 6:7:2-16<br />Amor; Alegria; Tristeza<br />Acolhei-nos em vosso coração; a ninguém tratamos com injustiça, a ninguém corrompemos, a ninguém exploramos. Não falo para vos condenar; porque já vos tenho dito que estais em nosso coração para, juntos, morrermos e vivermos. Mui grande é a minha franqueza para convosco, e muito me glorio por vossa causa; sinto-me grandemente confortado e transbordante de júbilo em toda a nossa tribulação. <br />Questões para didática:<br />O Testemunho de Paulo é a base de sua exortação<br />Exortação não é condenação<br />Paulo está alegre em poder abrir seu coração, vencendo a crise<br />Porque, chegando nós à Macedônia, nenhum alívio tivemos; pelo contrário, em tudo fomos atribulados: lutas por fora, temores por dentro. Porém Deus, que conforta os abatidos, nos consolou com a chegada de Tito; e não somente com a sua chegada, mas também pelo conforto que recebeu de vós, referindo-nos a vossa saudade, o vosso pranto, o vosso zelo por mim, aumentando, assim, meu regozijo. <br />Questões para didática:<br />O consolo de Deus<br />Alegria na comunhão<br />Porquanto, ainda que vos tenha contristado com a carta, não me arrependo; embora já me tenha arrependido (vejo que aquela carta vos contristou por breve tempo), agora, me alegro não porque fostes contristados, mas porque fostes contristados para arrependimento; pois fostes contristados segundo Deus, para que, de nossa parte, nenhum dano sofrêsseis. Porque a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação, que a ninguém traz pesar; mas a tristeza do mundo produz morte. Porque quanto cuidado não produziu isto mesmo em vós que, segundo Deus, fostes contristados! Que defesa, que indignação, que temor, que saudades, que zelo, que vindita! Em tudo destes prova de estardes inocentes neste assunto.Portanto, embora vos tenha escrito, não foi por causa do que fez o mal, nem por causa do que sofreu o agravo, mas para que a vossa solicitude a nosso favor fosse manifesta entre vós, diante de Deus. Foi por isso que nos sentimos confortados. E, acima desta nossa consolação, muito mais nos alegramos pelo contentamento de Tito, cujo espírito foi recreado por todos vós. Porque, se nalguma coisa me gloriei de vós para com ele, não fiquei envergonhado; pelo contrário, como, em tudo, vos falamos com verdade, também a nossa exaltação na presença de Tito se verificou ser verdadeira. E o seu entranhável afeto cresce mais e mais para convosco, lembrando-se da obediência de todos vós, de como o recebestes com temor e tremor. Alegro-me porque, em tudo, posso confiar em vós.<br />Questões didáticas:<br />Qual a diferença entre a tristeza de Deus e a tristeza do mundo?<br /> A verdadeira exortação produz tristeza<br />A exortação mal administrada pode trazer pesar e produzir morte?<br />Que Deus Abençoe tua Aula!<br />Até semana que vem.<br />Eduardo Sales<br />

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