Teleaula 4 tema 4

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Teleaula 4 tema 4

  1. 1. 09/05/20131AULA 4Educação EspecialProfª Cleudimara Sanches Sartori SilvaTema da aula:Tema 4:A Integração Escolar de Pessoas comNecessidades EspeciaisConteúdos da aula•Os desafios da inclusão de alunos necessidadesespeciais em escolas regulares e/ou em classescomuns.•Construção do conceito de deficiência.•Maneiras pelas quais a Política Nacional deEducação Especial pode ser cumprida.•Perspectivas, propostas e consequências daEducação Especial.
  2. 2. 09/05/20132HabilidadesAo final, você deverá ser capaz de responder asseguintes questões:•O desenvolvimento da proposta inclusiva e domodelo de integração.• As diferentes dimensões e denominações docontinuum de serviços que visam à integraçãoescolar.•As consequências das críticas ao modelo deintegração escolar que fortaleceram a lutaeducacional inclusiva.HabilidadesAo final, você deverá ser capaz de responder asseguintes questões:Em que momento histórico iniciou a reivindicaçãoinclusiva?Do que se trata a integração escolar?
  3. 3. 09/05/20133De que maneira a integração escolar se tornou realna vida de alunos com necessidades especiais?Quais eram os questionamentos sobre os critériosestabelecidos para o acesso de alunos comnecessidades especiais à escola?Educação de qualidadeAvanços significativosacontecemA característicadestes avançosPrincípio aeducação inclusivaModelo de açãoIntegração escolar
  4. 4. 09/05/20134A integração escolar tem como objetivominimizar a distância entre os alunos comnecessidades especiais dos demais.Integração escolar, para que haja é necessário quenas atividades grupais dos alunos, aqueles comnecessidades especiais estejam inseridos eparticipem ativamente.REFLEXÃO:Na sua concepção a integração escolar da pessoacom necessidades especiais está ocorrendo? Deque forma?
  5. 5. 09/05/20135Com os movimentos sociais nacionais einternacionais foram estruturadas as propostaseducacionais de inclusão, fundamentadas na idéiade que no ambiente escolar, se os alunospudessem ter a oportunidade de estar o maispróximo possível dos demais, seria apropriado ebenéfico para todos.Com o objetivo de disponibilizar para às pessoascom necessidades especiais “padrões de vidapróximas as normas e padrões da sociedade”, nadécada de 1970 a Associação Americana deReabilitação Connseling (ANARC), conclamou aproposta que se denominou INTEGRAÇÃO.Para que a integração não se transformassenuma mera proposta e pudesse se concretizar nocotidiano dos alunos com necessidades especiais,a garantia dos direitos educacionais se daria peloestabelecimento de um continuum de serviçosespecializados.
  6. 6. 09/05/20136CONTINUUM cuja dimensão é física neste aintegração tem como objetivo garantir aproximidade na perspectiva física de alunos comnecessidades especiais dos demais alunos e dacomunidade escolar como um todo. Areivindicação é pelo direito de partilhar espaçossociais que, no caso em questão, trata-se daescola.CONTINUUM cuja dimensão é funcional, neste aintegração é passível de percepção a partir domomento em que alunos com necessidadesespeciais podem realmente usufruir de classescomuns aquelas destinadas e abertas a todos ostipos de alunos regularmente matriculados.CONTINUUM cuja dimensão é social, neste aintegração tem como objetivo o cumprimento dosfatores da dimensão funcional, de modo que quepotencialize nos alunos com necessidadesespeciais as possibilidades deles interagiremsocialmente.
  7. 7. 09/05/20137Vale lembrar que a integração escolar pararealmente acontecer é necessário que nasatividades sociais dos alunos, aqueles comnecessidades especiais estejam inseridos eparticipem ativamente das mesmas, secomunicando com todos .A construção das noções de CONTINUUM deserviços possuem três denominações distintas:Hierarquia de serviços – modelo de educaçãoespecial;Sistema de cascata dos serviços de educaçãoespecial;Modelo da pirâmide invertidaEssas três denominações são concordantes embasear suas propostas no foco do atendimentodas necessidades dos alunos com deficiência.
  8. 8. 09/05/20138Os alunos devem ser encaminhados para essesserviços especializados somente quando isto fornecessário; e que assim que for possível, devemocupar classes comuns; partilhar do convívio e dasatividades didático-pedagógicas com os demaisalunos num espaço social caracterizado pelas salasde aulas ofertadas no ensino regular.As diferenciações das denominações sobre ocontinuum de serviços, todas têm algo emcomum: a consideração da existência de classescomum, de classes especiais, de escolasespeciais, de atendimento educacional emambiente domiciliar e/ou hospitalar.Situações como encaminhamentos para serviçosespecializados, alimentaram as críticas sobre amaneira pela qual, inicialmente, ocorreu aimplantação da integração escolar no Brasil, ecomo ela foi até certo ponto distorcida.
  9. 9. 09/05/20139Dessa distorção foi o desrespeito ao chamadoprincípio da transitoriedade, ou seja, que umaluno com necessidades especiaispermanecesse apenas por tempo determinadoem ambientes exclusivos de educação especial.Princípio da transitoriedade quer dizerPermanência de alunos com necessidadesespeciais por tempo determinado em ambientesexclusivos de educação especial.REFLEXÃO:Será que o princípio da transitoriedade aindaaconteçe?
  10. 10. 09/05/201310LEMBRE-SE:Continuum de serviços: Ofertas deserviços especializados que acontecematravés de dimensões variáveis,garantindo os direitos de alunos comnecessidades especiais.APRIMORAMENTO DO CONHECIMENTOAcesse o site do MEC - Ministério daEducação. Disponível em:http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/revistainclusao1.pdfAPRIMORAMENTO DO CONHECIMENTOLeia o artigo: Integração escolar das pessoasportadoras de deficiência: uma busca da educaçãopara todos, de Kátia da Silva Soares Barroso.Revista de Ciências Jurídicas e Sociais da Unipar,2007. Disponível em: <http://revistas.unipar.br/juridica/article/viewFile/645/562
  11. 11. 09/05/201311BOM ESTUDOAté a próxima aula!

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