Emergência Pré-Hospitalar – Novas Perspectivas
Ourém, 14 Fevereiro 2015
Gisela Oliveira
COMUNICAÇÃO DO RISCO OCORRÊNCIA
COMUNICAÇÃO
DE RISCO
A comunicação é de risco
quando as informações põem
em causa a resolução da
ocorrência, seja ela de
emergência ou de urgên...
QUE
INFORMAÇÕES?
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técnicos
Com as
vitimas
Com a
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do TO
Com os
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Com os
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CONFIANÇA CREDIBILIDADE TRANQUILIDADE
QUAIS OS OBJETIVOS DE UMA
COMUNICAÇÃO EFICAZ EM SITUAÇÕES DE
EMERGÊNCIA?
O que fazer para minimizar riscos de
comunicação em situações de emergência?
Uma única pessoa a dar
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Os jornalistas são os ‘representantes’ do público
Objetivos e
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Se não existe a
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O grande
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Vincent Covello, diretor do Centro para a Comunicação do Risco, em
Nova Iorque, define 8 regras para construir a confiança...
4. Nunca enganar o público, mentindo ou não fornecendo informações
que são importantes para a sua compreensão das questões...
A eficácia de
uma
comunicação
em emergência
depende de
preparação
prévia
Ao nível psicológico
Ao nível de expressão
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Comunicar em Situações de Emergência

  1. 1. Emergência Pré-Hospitalar – Novas Perspectivas Ourém, 14 Fevereiro 2015 Gisela Oliveira
  2. 2. COMUNICAÇÃO DO RISCO OCORRÊNCIA COMUNICAÇÃO DE RISCO
  3. 3. A comunicação é de risco quando as informações põem em causa a resolução da ocorrência, seja ela de emergência ou de urgência
  4. 4. QUE INFORMAÇÕES? Entre técnicos Com as vitimas Com a coordenação do TO Com os familiares das vítimas Com os jornalistas
  5. 5. CONFIANÇA CREDIBILIDADE TRANQUILIDADE QUAIS OS OBJETIVOS DE UMA COMUNICAÇÃO EFICAZ EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA?
  6. 6. O que fazer para minimizar riscos de comunicação em situações de emergência? Uma única pessoa a dar informações Informação precisa Criar perímetro de segurança
  7. 7. Os jornalistas são os ‘representantes’ do público Objetivos e mensagens devem ser simples, honestos e realistas A informação deve ser dada com rapidez, clareza e eficácia Deverão ser marcados briefings regulares, a uma hora sincronizada com a deadline dos órgãos de comunicação
  8. 8. Se não existe a informação ou não está disponível, o melhor é admiti-lo honestamente Dizer “eu não sei” é uma resposta aceitável e pode mesmo criar credibilidade
  9. 9. O grande desafio é não permitir que a linguagem corporal afete a mensagem Nunca se deve transmitir frustração, desgosto, indiferença, ou presunção Os sentimentos não podem interferir com a capacidade de comunicar de forma positiva
  10. 10. Vincent Covello, diretor do Centro para a Comunicação do Risco, em Nova Iorque, define 8 regras para construir a confiança e a credibilidade em situações de emergência 1. Aceitar e envolver o público como um parceiro. Trabalhar com e para o público para informar e dissipar a má informação. 2. Ser sensível aos medos e preocupações das pessoas. 3. Não exagerar ou insistir na tragédia, mas criar empatia com o público e fornecer respostas que respeitem a sua humanidade. 4. Ser honesto e aberto. Uma vez perdidas, a confiança e a credibilidade são quase impossíveis de recuperar.
  11. 11. 4. Nunca enganar o público, mentindo ou não fornecendo informações que são importantes para a sua compreensão das questões. 5. Trabalhar com outras fontes fiáveis. Conflitos e divergências entre as organizações e porta-vozes credíveis criam confusão e alimentam a desconfiança. 6. Coordenar os esforços de informação e comunicação com outras instituições no terreno 8. Atender às necessidades dos órgãos de comunicação. O papel dos órgãos de comunicação é informar o público. Trabalhar com os órgãos de comunicação permite garantir que a informação que eles estão a fornecer ao público é tão precisa e esclarecedora quanto possível.
  12. 12. A eficácia de uma comunicação em emergência depende de preparação prévia Ao nível psicológico Ao nível de expressão verbal Ao nível das técnicas de intervenção Ao nível da decisão Ao nível da expressão corporal

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