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A obesidade é uma doença que se alastra de forma preocupante em todomundo. O número de crianças é crescente no Brasil (ROD...
sobre a gravidade da doença, foi lançada a Aliança Brasileira para Prevenção daObesidade e Doenças Associadas (RODRIGUES, ...
Sedentarismo; incapacidade obrigatória e idade avançada.-   Obesidade Secundária a alterações Endócrinas:Hipotireoidismo; ...
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progressivamente o fluxo sangüíneo, privando os órgãos de receber oxigênionecessário para as funções fisiológicas normais....
Com a revisão da bibliografia pertinente, observamos que existem váriosfatores que influenciam a obesidade, como fatores b...
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RODRIGUES, G; CASTELLON L. Revista Isto é. A explosão da obesidadeinfantil: Cátia Alzugaray, 15 mar 2006.ROMALDINI, CC. et...
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Obesidade infantil e aterosclerose

  1. 1. OBESIDADE INFANTIL: FATOR DE RISCO PARA ATEROSCLEROSE EMCRIANÇA Bruna Rodrigues Leal1 Carlos Alberto Miqueloto2RESUMO: Obesidade é uma doença que se alastra em todo mundo, atribuída a fatoresambientais, sócio-culturais e nutricionais, que provoca ou acelera o aparecimento deinúmeras doenças. Devido ao acúmulo de gorduras no organismo impedindo o fluxonormal do sangue, aumentando, as chances de adquirir doenças cardiovasculares como aaterosclerose em crianças, podendo causar o infarto. A obesidade infanto-juvenil deve-sea predisposição genética associada ao sedentarismo. Importante lembrar que a criançaobesa é aquela que ultrapassa 15% o peso correspondente à sua idade. Para evitar essadoença é necessário que a prevenção inicia-se na infância onde tudo começa, pois semdúvidas a obesidade infantil é comprovada como risco para aterosclerose em crianças.PALAVRAS-CHAVE: OBESIDADE ,ATEROSCLEROSE, INFANTIL, DOENÇA,INFARTO.ABSTRACT: Fatly is na illness that if spreads in everybody, aribuída the ambient,sociocultural and nutricionais factors, that the appearance of innumerable illnessesprovokes or speeds up. Had to the accumulation of fats in the organism, it hinders thenormal flow it blood, increasing the possibilites to acquire cardiovascular illnesses asaterosclerisis in children, being able to cause infarto. The infanti-youthful fatly must itassociated genetic predisposition to the sedentariness Important to remember that theobese child is that exceeds 15% the weight corresposition to its age. To prevent thisillness it is necessary that the prevention is initiated in infancy where everything starts,therefore without doubts the infantile fatly is proven as risk for aterosclesis in children.KEY WORDS: Fatly, Aterosclerosis, Clild, Disease, Herth injury.INTRODUÇÃO Importante de se descobrir os fatores que levam a obesidade sendo umproblema para os profissionais da área de saúde, pois esta doença inicia-se nainfância. A criança, segundo a psicologia, é um papel em branco, que necessitaresponsabilidade dos pais para se tornar um adulto saudável.1 Graduando do curso de Enfermagem2 Mestre em morfologia, área de concentração Biologia Celular UFPR. Doutorando em Biologia Celular e dodesenvolvimento-UPS.
  2. 2. A obesidade é uma doença que se alastra de forma preocupante em todomundo. O número de crianças é crescente no Brasil (RODRIGUES, 2006). Aobesidade infantil está aumentando nos países desenvolvidos e é atribuídaprincipalmente a fatores ambientais, sócios culturais e nuitricionais, como fator dosdistúrbios comportamentais caracterizado por uma mudança de padrões de ouhábitos de vida. Sendo assim crianças obesas estão sujeitas a doenças decorrentes:Hipertensão arterial, aumento da taxa de colesterol e triglicerídeos, diabetes,depressão, doenças pulmonares, renais e principalmente doençascardiovasculares como aterosclerose. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a obesidade éconsiderada a doença do século XXI, dado pelo seu aumento considerado napopulação e em todas as idéias nas últimas décadas. Atualmente existe umagrande preocupação com crianças obesas devido o risco de adquirir doençascardiovasculares como a aterosclerose. Essa doença altera as artérias dificultandoa passagem sangüínea na cavidade vascular (GARIDAD, et al., 2001). A aterosclerose começa como estrias gordurosas, e tecido fibroso. Criandoum bloqueio ou estreitamento dos vasos de tal modo que reduzem o fluxosangüíneo para o miocárdio, permitindo que um trombo se desenvolva, podendolevar a morte cardíaca ou a um infarto ( BRUNNER & SUDDARTH, 2002).Atualmente a incidência da aterosclerose é uma das mais frenquenciasenfermidades relacionadas a obesidade infantil. Embora seja uma triste realidadeas cardiopatias infantis acontecem em número bem maiores do que se imagina,sendo assim, é importante que haja um controle no peso das crianças para queproblemas futuros sejam evitados, pois a escolha equivocadas da dieta temestreita correlação com a obesidade infanto-juvenil, não podemos esquecer quehá casos em que o determinante genético (carga hormonal desequilibrada) sejaigualmente determinantes ( FONTANA, 2005). Atualmente é comum crianças de sete anos e obesas, terem essa doença,por isso há um esforço mundial para reverter esse cenário. Com objetivo de alertar
  3. 3. sobre a gravidade da doença, foi lançada a Aliança Brasileira para Prevenção daObesidade e Doenças Associadas (RODRIGUES, 2006). Pelos relatos da literaturas pertinente, o objetivo é concentizar osleitores à importância do controle do peso de seus filhos evitando assim possíveispatologias agravante na vida adulta. Trata-se de uma pesquisa de caráter descritivo segundo Oliveira, (1997).Possibilita o desenvolvimento de um nível de análise em que se permitem aidentificação das diferentes formas dos fenômenos, constituído principalmente delivros, artigos e atualmente material disponíveis da internet.FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Em geral, não há definição aceita pelos profissionais da área de saúde,para o termo obesidade. Este excesso de peso é resultante de uma ingestãocalórica em excesso, que produz um desequilíbrio fisiológico com diversasinfluências, como fatores metabólicos, hipotalâmicos, hereditários, sociais,culturais e principalmente psicológicos. A obesidade é considerada atualmente como uma doença crônica, Varella(2006), que pode provocar ou acelerar o aparecimento da inúmeras doenças,devido ao acúmulo de gordura no organismo, em um tipo especializado de célulaschamadas de adipócitos, presentes no tecido adiposo. O principal significado éque indivíduos propensos a obesidade tem gasto metabólico desta gordura muitobaixo, ocasionando seu acúmulo independente de quanto o mesmo ingere.CLASSIFICAÇÃO DA OBESIDADE DE ACORDO COM SUAS CAUSAS A obesidade pode ser classificada de acordo com suas causas (FONTANA,2006).- Obesidade por Distúrbio Nutricional:Dietas ricas em gordura e Dietas de lancherias.- Obesidade por inatividade Física:
  4. 4. Sedentarismo; incapacidade obrigatória e idade avançada.- Obesidade Secundária a alterações Endócrinas:Hipotireoidismo; Ovários policísticos e Déficit de hormônio de crescimento.- Obesidade Secundárias:Sedentarismo; vários tipos de drogas e cirurgia hipotalâmica.- Obesidade de Causa Genética:Autossômica recessiva; ligada ao cromossomo x ; Cromossômicas (Prader-Willi).TIPOS DE OBESIDADEA obesidade pode se dividida:Obesidade Ginóide – A gordura se localiza na região subcutânea (abaixo da pele).Obesidade Andróide - A gordura se localiza no abdome, entre as vísceras,chamada obesidade visceral.OBESIDADE INFANTIL O ganho de peso acima do normal é geralmente estimulado já nosprimeiros anos de vida, pois a família, principalmente mães e avós tem a idéia deque neném gordinho é sinal de saúde. A educação alimentar deve ser estimuladadesde os primeiros anos de vida, não somente do paciente, mas também dafamília, pois o ganho de peso acima do normal aumenta o número de célulasgordurosas e favorece o aparecimento de obesidade no futuro. Segundo Blasone 2006, afirma que mais de 99% das crianças gordinhasnão apresentam nenhum distúrbio hormonal. A confirmação desde afirmativa deveocorrer através da solicitação de exame endocrinológicos. Apesar do fato genéticoser sumamente importante, em geral a maior causa da obesidade infantil ainda é oerro alimentar. A avaliação nutricional é uma etapa inicial importante nos serviços deenfermagem, como terapia preventiva, auxiliando a identificação de práticasalimentares, conceitos e sintomas nutricionais ( ENGEL, 2002).
  5. 5. FATORES DE RISCO Se conseguirmos identificar quais as crianças que correm um maior riscode se tornarem obesas, teríamos êxito em modificar os fatores de risco ecertamente oferecendo uma melhor perspectiva de vida. Segundo Dr. Natanil, percebemos que as causas genéticas não podem sermodificadas, mas as ambientais podem. Vamos recordar quais são os fatores derisco para a obesidade infantil e detalhar medidas práticas e possíveis de seremalcançadas com o intuito de manter nossas crianças livres desse transtorno São vários os fatores identificados como fatores de risco como:- Hipertensão arterial- Colesterol- Diabetes- Depressão- Osteartrite- Doenças pulmonares e renais- Doenças cardiovasculares, outros.FATORES DE RISCO: COMO ATEROSCLEROSE (DOENÇACARDIOVASCULAR) A aterosclerose consiste no acúmulo anormal de substâncias lipídicas, ougordurosas na parede vascular. Com a obesidade a criança acumula gorduras naparede vascular, com isso impedindo o fluxo normal do sangue, aumentando asuas chances de adquirir doenças cardiovasculares como a aterosclerose,podendo causar o infarto ( AVC). A aterosclerose coronariana, ocasiona sintomas e complicações de acordocom o grau de estreitamento da luz arterial, devido a formação de um trombo eobstrução do fluxo sangüíneo para o miocárdio. Este estreitamento obstrui
  6. 6. progressivamente o fluxo sangüíneo, privando os órgãos de receber oxigênionecessário para as funções fisiológicas normais. Esta condição descrita acima é conhecida como isquemia. A angina depeito refere-se a dor torácica recorrente, que é deflagrada pelo esforço físico ouestresse emocional e aliviada, pelo repouso ou medicamento (BRUNNER &SUDDARTH, 2002).ATERIOSCLEROSE EM CRIANÇA A ateriosclerose é uma doença lenta e progressiva. Uma criança de 7 anosjá podem ser observadas estrias gordurosas que podem, progredir até uma placagordurosa endurecida que por sua vez pode levar a uma lesão mais grave,ocasionando: Infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral (derrame, isquemia),grangrena das extremidades (pés) e aneurisma, dependendo da localização daartéria comprometida. O presidente do departamento da aterosclerose da ABC, (AssessoriaBrasileira de Cardiologista), o cardiologista Francisco Fonseca coordenou ofamoso estudo de Bagalusa, desenvolvido em Santa Catarina, um trabalhocientífico do mais alto valor sobre o estudo do que acontece no coração da criançae do adolescente. Durante anos médicos americanos estudaram em uma população decrianças do estado Louisiania, explica Fonseca, analisando os fatores de risco,avaliando a aterosclerose através de autópsias. O simpósio esse ano falará para400 cardiologistas, pediatras, endocrinologistas e especialistas nas áreas dehipertensão e nutrição do Brasil inteiro que são esperados para o simpósio.Segundo Fonseca a diretriz é para a prevenção e tratamento da ateroscleroseprecoce. Desta forma o simpósio é a futura diretriz que permitirá capacitar osmédicos a identificar os sinais precoce da arterosclerose (FONTANA, 2006).RESULTADOS E DISCUSSÃO
  7. 7. Com a revisão da bibliografia pertinente, observamos que existem váriosfatores que influenciam a obesidade, como fatores biológicos (genéticos), sócio-econômicos e comportamentais. A obesidade é caracterizada pelo acúmuloexcessivo de gordura corporal que acarreta prejuízo a saúde do indivíduo. Esteaumento de peso é devido principalmente a dois fatores: o aumento da ingestaalimentar e um baixo gasto energético. Não podemos esquecer também que aqualidade de alimento ingerido influencia a obesidade. A obesidade infanto-juvenil ocorre por vários motivos, principalmente apredisposição genética e o sedentarismo, onde a grande maioria dos casos, oexcesso de comida leva a criança à obesidade. Se não forem tomadasprovidências desde a idade infantil, com certeza a criança com sobrepeso setornará um adulto obeso. Podemos definir a obesidade como um excesso de gorduras corporalrelacionada a massa magra, e o sobrepeso como uma proporção relativa de pesomaior que a desejável para a altura, e são etiologia multifatorial, cujodesenvolvimento sofre influência de fatores biológicos, psicológicos e sócio-econômicos. Os fatores biológicos, ou seja, como organismo do indivíduo processa earmazena o excesso de gorduras é condicionada a sua genética. Este fator temação permissiva para os fatores ambientais possam atuar, como se criasse umambiente interno favorável à obesidade e ao sobrepeso ( OLIVEIRA, et al, 2003).Atualmente, a obesidade é considerada uma doença crônica (Varela, 2006), eapresenta como conseqüência, doenças cardiovasculares, entre elas aarteriosclerose (BRUNNER & SUDDARTH, 2002). Estudo realizado pôr ( Saraus,1999), mostra a influência do componente biológico no desenvolvimento daobesidade, principalmente nos adultos. Segundo o Manual de Psiquiatria Infantil (1983), uma criança é consideradaobesa quando ultrapassa 15% o peso médio correspondente à sua idade, desdeque este sobrepeso corresponda ao acúmulo de lipídios. No entanto não é fácilestabelecer parâmetro que definem o limite de peso normal, sobrepeso eobesidade.
  8. 8. A aterosclerose, também conhecida como Doença Arterial Coronariana (DAC) éuma doença que se manifesta de forma lenta a progressiva (FONTANA, 2006). Oconceito mais aceito para a aterosclerose é a de endurecimento das paredes dosvasos, causado pela deposição de gorduras nas suas paredes (BRUNNER &SADDARTH, 2002; GARIDAD, et al, 2002; Biblioteca Virtual do Ministério daSaúde, 2006).Em países industrializados, a aterosclerose é uma das mais importantes emtermos de mortalidade e morbidade. No Brasil, a taxa de mortalidade por doençasno sistema circulatório foi a maior entre outras causas de morte, atingindo 34,4%da população, segundo o Ministério de Saúde (1997). Este fator de risco para se desencadear uma doença cardiovascular, antesapenas evidente nos adultos, está presente atualmente em crianças eadolescentes obesos. Fica claro a importância de se implementar medidas deprevenção e intervencionistas no combate a este distúrbio nutricional na faixaetária mais jovem. Como resposta pode aumentar à atividade física e incentiva aaquisição de hábitos alimentares saudáveis, criando condições objetivas para suarealização. A aquisição de uma política mais saudável, tanto da criança, quantodos familiares é um componente importante para se obter uma vida saudável emcrianças e adolescentes, reduzindo assim a incidência de doençascardiovasculares na vida adulta.A doença arteriosclerose, de origem multifatorial, é influenciada por diferentesvariáveis genéticas e ambientais. Não podemos deixar de lado que para odesenvolvimento da aterosclerose em crianças, é necessário existir umasusceptibilidade genética. Estudo realizado por (Fort, et al., 1996), encontraramuma elevada freqüência de colesterol total com valores a acima dos desejáveis emcrianças e adolescentes, com aumento de peso e com histórico familiar dedoenças arterial coronariana. Este estudo auxilia a atender o papel dos fatoresgenéticos que podem desencadear a aterosclerose em crianças. Um dadoimportante é que apenas 30% das crianças e adolescentes que participaram doestudo praticavam atividades física regular. O sedentarismo é um fator que podefacilitar o aparecimento da obesidade, bem como na hipertensão arterial e outros
  9. 9. fatores que reconhecidamente se associam a aterosclerose. Mas a falta deatividades físicas é um fator, que, presente na infância, tende a permanecer navida adulta (GIDDING, 1999). Este estudo também identificou que 41% dascrianças e adolescentes apresentavam de um a quatro fatores de risco paraaterosclerose com manifestação simultânea à história familiar prematura. Em geralpodemos dizer que quanto maior o número de fatores de risco, maior aprobabilidade de se manifestação a doença, bem como, quanto mais de um fatorde risco está presente, seus efeitos parecem ser de multiplicação, e não apenasde adição (ROMALDINI, et Al., 2004). Finalizando, podemos afirmar que é necessário que a prevenção da doençaaterosclerose seja iniciada desde a infância, onde os pediatras devem estaratentos para identificar a intervir precocemente nos fatores de risco, para quesejam adotados programas preventivos de saúde, que incluem hábitos alimentaresadequados e estilo de vida saudável.CONSIDERAÇÕES FINAIS Esse estudo apresentou fatores de risco que podem levar a aterosclerose,principalmente em crianças, devido ao excesso de peso e outros fatores. Em geralquanto maior o número ou a gravidade dos fatores de risco, maior a probabilidadeda doença. Observamos que as crianças e adolescentes com excesso de pesomostram um risco maior de desenvolver a doença. Deste modo torna-seimportante um controle na dieta das crianças, principalmente aquelas compredisposição genética ou histórico familiar da doença. Além de se realizar mudança no hábitos alimentar, o aspecto cultural deve ser levado em consideração, pois a falta deatividade física, bem como o advento da tecnologia, como controles remotos, celulares, vidros elétricos, computadores, internet, video-games e fast-foods, entre outros, levam a um desperdiço menor de energias, acarretando um acúmulo maior de gorduras no organismo. O deslocamento até a escola pode ser considerada uma excelenteoportunidades para se iniciar e até aumentar a atividade física das crianças,diminuindo, assim, os riscos de prevalência a obesidade infantil. A disposição de informação aos consumidores é fundamental, mas não ésuficiente para garantir mudanças em direção a hábitos alimentares mais
  10. 10. saudáveis, sendo necessário também implementar programas de educaçãonutricional. É necessário, para a prevenção da doença, que seja iniciada na infância, aadoção em programas preventivos de saúde, incluindo hábitos alimentaresadequados e estilo de vida saudável, pois sem dúvidas a obesidade infantil é maisdo que comprovada um fator de risco para doenças cardiovasculares com aaterosclerose.REFERÊNCIASBALLONE, G.J. Obesidade, en Psiq Web. Disponível em hptt://www.psiq.web.med/br,revisto em 2005. Acesso 29 mar. 2006.BRUNNER & SUDDARTH, Tratado de enfermagem médico-cirúrgica, 9ª ed.Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S. A, 2002.VARELLA, D. Obesidade grave. Disponível emhttp://www.drauziovarella.com.br/qpeso/qpeso15.asp. Acesso 09 abr. 2006.NATANIEL, V. Pediatria, especializada em obesidade infantil. Disponível emhttp://www.nutricaoampauta.com.br/view.php?page=nutricao_pediatria.Revisto 2000. Acesso 31 mar 2006.Equipe da ABC da Saúde e Prevenção Ltda. Disponível emhttp://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?303. Acesso 09 abr. 2006.ENGEL, J. Avaliação em Pediatria, 3 ed. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso,Editores, 2002.FRANCISCO, F. Assessoria de imprensa da ABC. Disponível emhttt://www.prevenacao.cardio.br/sbc_funcor/noticias/qualidade/2004/08/amaricano.asp. Acesso 02 abr. 2006.GARIDAD, G. et al, Guias práticas de enfermagem em pediatria, 1 ed. Rio deJaneiro: Guanabara Koogan, 1998.FONTANA, J. D. Jornal Estado Ciência. Obesidade infanto-juvenil e outrosdesvios,Curitiba, Domingo, 24 jul 2005.OLIVEIRA, S. L. Tratado de metodologia científica, 2 ed. São Paulo: PioneiraThomson Learning, 2002.
  11. 11. RODRIGUES, G; CASTELLON L. Revista Isto é. A explosão da obesidadeinfantil: Cátia Alzugaray, 15 mar 2006.ROMALDINI, CC. et al. Jornal de Pediatria. Fatores de risco para ateroscleroseem crianças e adolescentes com história familiar da doença arterial coronarianaprematura. Sociedade Brasileira de Pediatria. Vol. 80, Nº 2. São Paulo-SP, 2004.
  12. 12. This document was created with Win2PDF available at http://www.win2pdf.com.The unregistered version of Win2PDF is for evaluation or non-commercial use only.This page will not be added after purchasing Win2PDF.

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