Neo-impressionismo parte 2

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Neo-impressionismo parte 2

  1. 1. Pós-impressionismo - 1880-1900 Neo-impressionismo: pontilhismo ou divisionismo – 1883-1900 ? Parte 2 Paul Cézanne. La Montagne Sainte-Victoire vue de Bellevue – 1882-85. ost.
  2. 2. Neo-impressionismo (1883-1900) Em 1839 o Químico francês Michel Cheveul, publica um livro sobre A lei do contraste simultâneo das cores. Para ele as cores não deveriam ser mescladas, mais justapostas, e o olho encarregado de fazer a junção, fusão. Poderíamos afirmar que o neo-impressionismo é a forma mais sofisticada de pintar. A pintura passa a ser elaborada sob base teórica. Arte e ciência caminhando justapostas.
  3. 3. Colocando em prática a teoria do Químico. Para ele uma cor fria e uma cor quente, justapostas, se exaltam simultaneamente.
  4. 4. Primeiro exemplo: cor fria e cor quente: se exaltam.
  5. 5. Segundo exemplo: uma cor quente com uma cor quente se esfriam.
  6. 6. Terceiro exemplo: uma cor fria com uma cor fria, se aquecem.
  7. 7. Quarto exemplo: uma cor clara no fundo escuro fica mais viva.
  8. 8. Quinto exemplo: o cinza ganha cor complementar à que está a ele justaposto.
  9. 9. Essa nova versão do neo-impressionismo foi chamada de Divisionismo ou Pontilhismo - (termo preferido por Seurat). Georges Seurat. Bamhistas, 1883-84. 2 x 3 The Tate Gallery, Londres.
  10. 10. A superfície da tela está coberta por toques curtos, sistemáticos e impessoais, reduzidos a minúsculos pontos de cor brilhante que deveriam se misturar aos olhos do observador, e não misturado na paleta do artista. Georges Seurat, Tarde de domingo na Ilha de Grande Jatte. 1884-86.
  11. 11. Georges Seurat. O circo. 1891. 73x59 cm. Meseu d ’ Orsay, Paris. Ousadia do artista, pintar em primeiro plano a figura incompleta de costas para o observador.
  12. 12. Paul Signac, La calanque. 1906
  13. 13. Paul Signac. A b ó ia vermelha. 1895. Museu d ’ Orsay, Paris. Artista que se dedicou a representar os movimentos das águas do mar e dos rios.
  14. 15. Referências: JANSON, H. W. História da Arte: o mundo moderno. São Paulo, Martins Fontes, 1993. p. 940. LYNTON, Norbert. O mundo da arte: arte moderna. 7ª ed. – Rio de janeiro, Expressão e Cultura, 1979. SPENCE, Devid. Grandes artistas: vida e obra. Cézanne, Degas, Gauguin, Manet, Michelangelo, Monet, Picasso, Rembrandt, Renoir e Van Gogh. São Paulo, Editora Melhoramento, 2004. Folha de São Paulo. Vincent van Gogh. Tradução Martín Ernesto Russol. Barueri – SP, Editorial Sol 90, 2007. www.históriadaarte.com.br www.jvanguarda.com.br www.portalartes.com.br www.ricci-art.com www.abcgallery.com www.ocaiw.com www.oleografia.com.br www.pintoresfamosos.com.br www.armandguillaumin.org www.mestredapintura.com.br
  15. 16. Autoria e criação: <ul><li>Gilson Cruz Nunes </li></ul><ul><li>– Especialista em Artes Visuais – UFPB </li></ul><ul><li>Professor da Disciplina de Artes das Escolas: </li></ul><ul><li>Dr. Hortênsio de Sousa Ribeiro – Rede Estadual </li></ul><ul><li>Pe. Antonino e Lafayete Cavalcante – Rede Municipal. </li></ul><ul><li>Campina Grande, 25 de maio a 07 de setembro de 2010. </li></ul><ul><li>[email_address] </li></ul><ul><li>Paraíba - Brasil </li></ul>

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