Arte abstrata 1910 1950

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Arte abstrata 1910 1950

  1. 1. Professor Gilson Nunes<br />Arte abstrata: Suprematismo, abstracionismo geométrico e neoplasticismo - 1910-1950<br />
  2. 2. Princípios da arte abstrata.<br />O impressionismo (1874-1886) e pós-impressionismo (1885-1900) serviram de base para o fovismo (1900-1908), este por sua vez serviu de base para o cubismo ( 1908-1914), que também por sua vez serviu de base para o abstracionismo (1910-1950). <br />The White WaterLilies. 1899. Oiloncanvas. ThePushkinMuseumof Fine Arts, Moscow, Rússia<br />
  3. 3. Sistemática do estilo:<br />Opós-impressionismo (1885-1900) serviu de base para o fovismo (1900-1908), este por sua vez serviu de base para o cubismo ( 1908-1914), que também por sua vez serviu de base para o abstracionismo (1910-1950). <br />Paul Cézanne. Bridge and Pool. 1888-90. Oil on canvas. The Pushkin Museum of Fine Art, Moscow, Russia. <br />
  4. 4. Sistemática do estilo:<br />O fovismo (1900-1908), este por sua vez serviu de base para o cubismo ( 1908-1914), que também por sua vez serviu de base para o abstracionismo (1910-1950). <br />Henrri Matisse. Alegria de viver. 1905-6. 1,74x2,38. Copyryght Barnes Foundation, Merion, Pennsylvania.<br />
  5. 5. O que é abstrato: Meio convencional que se abstém de representar a realidade, imagem de compreensão difícil – “tirar para fora, separar”.<br />O que você consegue ver nesta imagem?<br />
  6. 6. Georges Rouault. Cabeça de Cristo, 1905. Óleo em papel, montado em tela, 1,14x0,78 m. Coleção de Walter P. Chrysler, Jr., Nova Iorque.<br />
  7. 7. “Pintar é libertar-se, e isso é o essencial” (Pablo Picasso)<br />O cubismo ( 1908-1914), que também por sua vez serviu de base para o abstracionismo (1910-1950). <br />Pablo Picasso. Sketch for the Demoiselles d”Avignon. 1907. Museu de Arte Moderna de Nova York.<br />
  8. 8. Kandinsky – O primeiro artista abstrato da história da arte.<br />falecer no dia 13 de dezembro de 1944, em Neuilly-sur-Seine aos 78 anos de idade . <br />falecer no dia 13 de dezembro de 1944, em Neuilly-sur-Seine aos 78 anos de idade . <br />falecer no dia 13 de dezembro de 1944, em Neuilly-sur-Seine aos 78 anos de idade . <br />Wassily Kandinsky nasceu em Moscou, no  dia  4   de   dezembro de  1866.<br />Em 1901, fundou a "Phalanx" (Falange) uma associação de artistas – expositores, que foi inaugurada com a exposição de obras suas e de seus colegas do ateliê de Stuck , dentre eles: Stern, Hüsgen , Hecker , Klee.<br /> <br />Durante os anos de 1918 a 1921, colaborou nos domínios da pedagogia de arte e reforma de museus. <br />Organizou 22 museus em várias cidades russas, era encarregado de selecionar e distribuir as obras. Faleceu em 13 de dezembro de 1944, aos 78 anos.<br />
  9. 9. Como encontrou o estilo abstrato?<br /> Inscreve-se no curso do Prof. Von Stuck, mas foi rejeitado, retornou um ano depois, quando finalmente foi aceito. Permaneceu no ateliê de Stuck até 1900.<br />A imagem ao lado lembra a influência do pós-impressinonismo.<br />Wassily Kandinsky – A Cascata – 1900<br />
  10. 10. Influência pós-impressionista e fovista.<br />Kandinsky, Outono da Bavária – 1908<br />Kandinsky, Munique o Isar – 1901<br />
  11. 11. Obra completamente abstrata.<br />Kandinsky, Jardim do Murnau II – 1910<br />Em 1910, o artista une teoria e prática, concluindo o livro “Do Espiritual na Arte“ <br />
  12. 12. Kandinsky, Pintura de todos os Santos – 1911 – Óleo sobre cartão<br />
  13. 13. Influência do Cubismo.<br />Kandinsky, AllSaints I. 1911. Oilon card. 50 x 64.5 cm. StädtischeGalerieimLenbachhaus, Munich, Germany.<br />Pablo Picasso. Sketch for theDemoiselles d”Avignon. 1907. Museu de Arte da Filadélfia. <br />
  14. 14. Abstracionismo total.<br />Kandinsky, Compisição IV – 1911<br />O estilo causou tanta estranheza que muitas pessoas achavam que tratava-se de uma obra de um louco ou de um viciado em morfina ou haxixe. <br />
  15. 15. Kandinsky, Composição V – 1911. Quadro recusado na exposição por fugir do tamanho da norma estabelecida.<br />“Impressões”com referência a um modelo naturalista, “Improvisações” – que pretendiam refletir emoções espontâneas e “Composições” – o grau mais complicado e mais elevado, alcançado após longos trabalhos preparatórios e, pelo menos uma vez fez alusão à música ao dar os títulos de “Improvisação”e “composição”. Era também por analogia à música que via as cores e as formas ”vibrarem” e “ressoarem” .<br />
  16. 16. Kandinsky, Com o Arco Negro – 1912 – ost, 188x196 cm. Museu de Arte Moderna Centre Georges Pompidou. Paris.<br />“Pintar significa trabalhar a matéria tinta pela adição de camadas e de gestualidade, a fim de construir um texto visual”. (BUORO, 2002, p. 153)<br />
  17. 17. Kandinsky, Pequenos prazeres – 1912<br />“Os sentimentos elementares, como o medo, a tristeza, a alegria, que teriam podido, durante o período da tentação, servir de conteúdo para a arte, atrairão pouco o artista.<br />Ele se esforçara por despertar sentimentos mais matizados, ainda sem nome. <br />O próprio artista vive uma existência completa, relativamente requintada, e a obra, nascida de seu cérebro, provocara no espectador capaz de experimentá-las, emoções mais delicadas, que nossa linguagem é incapaz de exprimir.”<br />(Wassily Kandinsky)<br />
  18. 18. Kandinsky, Fragmento 2 para composição 7 – 1913<br />"E assim as artes estão invadindo umas às outras, e de um uso apropriado dessa invasão surgirá a arte que é verdadeiramente monumental“ (Kandinsky).<br />
  19. 19. Kandinsky, Composição VII – 1913<br />“É evidente, portanto, que a harmonia das cores deve se basear unicamente no principio do contato eficaz. A alma humana tocada em seu ponto mais sensível responde. Chamaremos essa base de Principio da Necessidade Interior”. (Kandinsky)<br />
  20. 20. “Os que duvidam do futuro da arte abstrata fundamentam seu juízo sobre um estágio evolutivo comparável ao dos anfíbios [...]; estes não representam  o resultado final da criação, apenas seu começo.” Kandinsky<br />
  21. 21. Kandinsky, Moscow I. 1916. Oil on canvas. 51.5 x 49.5 cm. The Tretyakov Gallery, Moscow, Russia.<br />"Criar uma obra de arte é criar um mundo". (Kandinsky)<br />
  22. 22. “A cor é a tecla. O olho é o martelo. A alma é o piano de inúmeras cordas”. Kandinsky<br />Kandinsky, No cinza – 1919<br />
  23. 23. Kandisnky, Red Oval. 1920. Oil on canvas. 71.5 x 71.5 cm. The Solomon R. Guggebheim Museum, New York, NY, USA.<br /> A partir de 1920, as obras abstratas são marcadas poruma tendência crescente a geometrização de cada um dos elementos, que Kandinsky devia, por um lado, à sua própria evolução, e por outro, ao clima vanguardista que reinava em Moscou. Sobre forte influência do abstracionismo geométrico de Mondriand – ou seja, neoplasticismo de 1913.<br />
  24. 24. Em 1921, Walter Gropius convidou-o para lecionar na Bauhaus, em Weimar. Na Escola que tinha como objetivo unir as artes plásticas com as artes aplicadas, assumiu a cadeira de “Pintura Mural”,onde retomou os programas e os métodos de ensino que tinha experimentado no “Instituto de Cultura Artística” e que deveriam representar aqui o essencial de seu ensino de arte . <br />Improvisação VII 1923<br />Kandinsky, Improvisação VII 1923<br />
  25. 25. Forte influência do neoplasticismo de Mondriand.<br />PietMondrian. Composition / Compositie. 1916. Oiloncanvas. 119 x 75.1 cm. TheSolomon R. GuggebheimMuseum, New York, NY, USA.<br />Kandinsky, Preto e Violeta – 1923<br />
  26. 26. Influência do neoplasticismo.<br />PietMondrian. Composition: Light Color Planes withGreyLines. 1919. Oiloncanvas. Diagonal 67 cm. RijksmuseumKröller-Müller, Otterlo, theNetherlands.<br />Kandinsk, Sons Contrastantes – 1924<br />
  27. 27. Kandinsky, Yellow-Red-Blue. 1925. Oiloncanvas. 127 x 200 cm. MuséeNational d'ArtModerne, Centre Georges Pompidou, Paris, France. <br />PietMondrian. Composition / Compositie. 1921. Oiloncanvas. 49.5 x 41.5 cm. KunstmuseumBasel, Emanuel Hoffman Bequest, Basel, Switzerland.<br /> “Maravilhosa é a tela vazia. Mais bela que certos quadros”. Kandinsky<br />
  28. 28. “Pintar é um estrondoso choque de mundos opostos predestinados a criar juntos, na luta e a partir dela, um novo mundo que se chama obra”. Kandinsky<br />Composition X. 1939. Oiloncanvas. 130 x 195 cm. KunstzammlungNordrhein-Westfallen, Düsseldorf.<br />
  29. 29. Abstracionismo geométrico:<br />Suprematismo:<br /> "a supremacia do puro sentimento". <br />FrantisekKupka.<br />
  30. 30. FrantisekKupka. O primeiro artista da história da arte a produzir um quadro abstrato geométrico. Em 1911 realizou uma série de grandiosas telas que batizou como arquiteturas filosóficas.<br />O primeiro artista do suprematismo.<br />FrantisekKupka. 1911. MuseumKampa.<br />
  31. 31. FrantisekKupka. Os discos de Newton, 1911/12.<br />Kupka foi um eterno estudioso da arte, passou por várias academias, escolas e ateliês de artistas. Dedicou-se ao estudo da cor com suas experiências com os discos de Newton, uma marga registrada nos seus trabalhos.<br />
  32. 32. FrantisekKupka. Disco de Newton. 1912.<br />FrantisekKupka. Formo f yellou (NotreDame). 1911/12.<br />
  33. 33. FrantisekKupka. Espaço. 1911/12.<br />Formas circulares coloridas e linhas organizadas em disposição rítmica.<br />
  34. 34. FrantisekKupka. Amorfa: fuga em duas cores. 1912.<br />
  35. 35. FrantisekKupka. Amorfa: fuga em duas cores. 1912.<br />Exercício prático: ponha o lápis sobre uma folha de papel, feche os olhos e passeie com o lápis, riscando toda a folha por alguns segundos, depois abra os olhos e encontre o ponto de partida do lápis. Pinte os espaços ao seu critério.<br />
  36. 36. FrantisekKupka. Amorfa: fuga em duas cores. 1912.<br />FrantisekKupka. Ondas, 1912/13.<br />
  37. 37. Participa da Primeira Guerra Mundial (1914), promovido ao posto de capitão. <br />Em 1920 realiza a sua primeira exposição individual, bastante aceito pela crítica, mas um fracasso de vendas.<br />FrantisekKupka. Kosmickéjaro, 1913/14.<br />
  38. 38. FrantisekKupka. Vértice, plano I. 1912/13. Museu de Arte Moderna de Paris.<br />FrantisekKupka. Vertical planos III 1912/13.<br />
  39. 39. FrantisekKupka. Arquitetura filosofal, 1913-14.<br />
  40. 40. FrantisekKupka. Abstração e composição. 1925/30.<br />
  41. 41. FrantisekKupha. Okolobodu, 1927-30.<br />
  42. 42. Kupka foi apoiado financeiramente por seu bom amigo, o coleccionador de arte e empresário industrial Jindřich Waldes, que comprou vários quadros produzidos pelo artista entre 1918-35.<br />FrantisekKupka. Vértice em degradê. 1935.<br />
  43. 43. Frantisek Kupka. Elevação IV, 1938.<br />Frantisek Kupka. Elevação IV, 1938.<br />FrantisekKupka. Elevação IV, 1938.<br />
  44. 44. FrantisekKupka. Prisma. 1947.<br />Suas obras só passaram a ser reconhecidas após a Segunda Guerra Mundial 1945 e em 1957 o artista faleceu.<br />
  45. 45. O segundo artista do suprematismo abstrato.<br />Artista russo, que em 1913, na exposição “O alvo”, apresentou uma quatro sob título: Quadrado negro sobre fundo branco”, eliminando por completo a cor da pintura. Que os críticos consideraram o fim da pintura.<br />O teórico: “Por Suprematismo entendo a supremacia da sensação pura nas artes visuais”. Em latim: Supremus – “O mais elevado”.<br />KasimirMalevich<br />
  46. 46. Excluir a cor do quadro foi considerado o gesto mais corajoso praticado pelo artista. Promovendo um jogo óptico, a ambigüidade de figura-fundo. Seu olho não identifica quem é primeiro quem é o fundo. <br />KasimirMalevich. Quadrado negro sobre fundo branco, 1913.<br />
  47. 47. O quadrilátero negro representa o eclipse do sol da pintura ocidental. A inspiração veio quando o artista estava trabalhando projetos para a ópera Vitória sobre o Sol, uma das produções mais importantes da era moderna.<br />KasimirMalevich. Quadrado negro sobre fundo branco, 1913.<br />
  48. 48. Escreveu o artista: “Em 1913, quando, numa tentava desesperada para libertar a arte do peso morto da objetividade, me refugiei na forma do quadrado e expus uma tela que representava, simplesmente, um quadrado negro sobre um campo branco, os críticos – e, como eles, a sociedade – suspiraram: Perdeu-se tudo o que amávamos.<br /> Encontramo-nos num deserto. Diante de nós, ergue-se um quadrado negro sobre um fundo branco...Mas o deserto está repleto do espírito que vem dos sentimentos não-objetivos, o qual tudo penetra”.<br />KasimirMalevich. Quadrado negro sobre fundo branco, 1913.<br />
  49. 49. O quadrilátero negro representa o eclipse do sol da pintura ocidental.<br /> A inspiração veio quando o artista estava trabalhando projetos para a ópera Vitória sobre o Sol, uma das produções mais importantes da era moderna. <br />A obra pode ser vista como o triunfo do Oriente sobre o Ocidente, do homem sobre a natureza, do espírito sobre a matéria. <br />Em síntese, a substituição da trindade cristã “suprema”, uma abstração.<br />KasimirMalevich. Quadrilátero negro sobre fundo branco, 1913/15.<br />
  50. 50. O suprematismo de Malevich segue um princípio filosófico da cor com conotação mística e científica.<br />O preto poderíamos associar ao espaço, o infinito, a morte, a ausência de todas a cores, e a lateral, o branco a presença de toda a luz, o divino, o eterno.<br />KasimirMalevich. Quadrilátero negro sobre fundo branco, 1913/15.<br />
  51. 51. Kazimir Malevich, Painterly Realism. Boy with Knapsack – Color Masses in the Fourth Dimension (1915), 71,1 x 44,5 cm:<br />
  52. 52. KasimirMalevich. Trapézio negro e quadrado vermelho. 1915. Ost. Museu Stedelijk, Amsterdã.<br />
  53. 53. Abstração geométrica<br />P<br />PietMondrian<br />Neoplasticismo<br />
  54. 54. Encontrando as bases para seu estilo geométrico.<br />Mondrian: o terceiro artista abstrato da história da Arte. Influencia do impressionismo, <br />pós-impressionismo e do fovismo.<br />PietMondrian. Moinho ao Sol 1908.<br />
  55. 55. A árvore representava um signo, o princípio masculino, a linha vertical. E o complemento (feminino) a linha do horizonte do mar.<br />PietMondrian. Woods nearOele. / BosbijOele. 1908. Oiloncanvas. 128 x 158 cm. Gemeentemuseum, theHague, Netherlands.<br />
  56. 56. “A arte é apenas um substituto enquanto a beleza da vida for deficiente. Desaparecerá proporcionalmente, à medida que a vida adquirir equilíbrio”. (PietMondrian. In: STANGOS, 1993:103)<br />PietMondrian. Arvore Vermelha – 1908<br />
  57. 57. PietMondrian. Dune IV. / Duin IV. 1909/10. Oilon card. 33 x 46 cm. Gemeentemuseum, theHague, Netherlands.<br />
  58. 58. PietMondrian. ChurchnearDomburg ./ Kerk te Domburg. 1910/11. Oiloncanvas. 114 x 75 cm. Gemeentemuseum, theHague, Netherlands.<br />Em 1911 foi realizada em Amsterdã uma exposição de dois grandes artistas do cubismo (Picasso e Braque) em homenagem a Cézanne. Mondian sabia que naqueles quadros existia um signo. E mudou-se para Paris em 1912 para submeter-se a mesma disciplina.<br />
  59. 59. Árvore Cinzenta – 1911<br />PietMondrian, Árvore Cinzenta – 1911<br />
  60. 60. PietMondrian. Still LifewithGingerJar I. / Stillevenmetgemberpot I. 1911/12. Oiloncanvas. 65.5 x 75 cm. Gemeentemuseum, theHague, Netherlands.<br />
  61. 61. PietMondrian. Trees in Blossom. / Bloeiendebomen. 1912. Oiloncanvas.65 x 75 cm. The Judith RothschildFoundation, New York, NY, USA.<br />
  62. 62. PietMondrian. CompositionTrees II./  Compositiebomen II. 1912. Oiloncanvas. 98 x 65 cm. Gemeentemuseum, theHague, Netherlands.<br />
  63. 63. PietMondrian. Oval Composition. / Ovalecompositie. 1913/14. Charcoalonpaper. 152.5 x 100 cm. Peggy Guggenheim Collection, Venice, Italy.<br />Em 1914, escreveu em seus cadernos de anotações o seguinte conceito: “Um objeto é tanto mais belo, quanto mais profundamente desvendar as leis que o condicionam e o lugar que ocupa no universal”.<br />
  64. 64. PietMondrian. ChurchatDamburg. / Kerk te Domburg. c. 1914. Inkonpaper. 63 x 50 cm. Gemeentemuseum, theHague, Netherlands.<br />PietMondrian. ChurchnearDomburg ./ Kerk te Domburg. 1910/11. Oiloncanvas. 114 x 75 cm. Gemeentemuseum, theHague, Netherlands.<br />
  65. 65. PietMondrian. Composition No.6. / Compositienr.6.  1914. Oiloncanvas. 88 x 61 cm. Gemeentemuseum, theHague, Netherlands. <br />PietMondrian. ChurchatDamburg. / Kerk te Domburg. c. 1914. Inkonpaper. 63 x 50 cm. Gemeentemuseum, theHague, Netherlands.<br />
  66. 66. PietMondrian. Composition No.10 (PierandOcean) / Compositienr.10 (Pierenoceaan).Oiloncanvas. 85 x 108 cm. RijksmuseumKröller-Müller, Otterlo, theNetherlands.<br />A árvore representava um signo, o princípio masculino, a linha vertical. E o complemento (feminino) a linha do horizonte do mar. Aqui, o artista abstraiu a representação real da natureza. Encontrou o signo (estilo) de sua arte.<br />
  67. 67. PietMondrian. Oceano 5 – 1915 – Gouache sobre papel 87x103<br /> A crítica da época foi implacável com o artista, negando-lhe qualquer talento.<br />
  68. 68. PietMondrian. Composition / Compositie. 1916. Oiloncanvas. 119 x 75.1 cm. TheSolomon R. GuggebheimMuseum, New York, NY, USA.<br />
  69. 69. PietMondrian. Composition in Color A / Compositie in kleur A. 1917. Oiloncanvas. 50 x 44 cm. RijksmuseumKröller-Müller, Otterlo, theNetherlands.<br />
  70. 70. Gerrit Thomas Rietveld. Cadeira vermelha e azul. 1917.<br />
  71. 71. PietMondrian. Composição com cores planas e linhas cinzas 1 – 1918 – ost – 49x60<br />Estilo influenciado pelas idéias do cubismo e pelas corrente filosófica da teosofia.<br />Os adeptos da teosofia acreditavam no equilíbrio da espiritualidade com a ciência. O cosmo e a espécie humana estariam vivendo sucessivas encarnações rumo a perfeição. E a arte como responsável por estabelecer o caráter ético-espeiritual.<br />
  72. 72. PietMondrian. LozengewithGreyLines / Losangiquemetgrijzelijnen. 1918. Oiloncanvas, diagonal 121 cm. Gemeentemuseum, theHague, Netherlands.<br />
  73. 73. PietMondrian. Composition: Light Color Planes withGreyLines. 1919. Oiloncanvas. Diagonal 67 cm. RijksmuseumKröller-Müller, Otterlo, theNetherlands.<br />
  74. 74. PietMondrian. CompositionwithRed, BlueandYellowish-Green / Compositiemetrood, blauwengeel-groen. 1920. Oiloncanvas. 67 x 57 cm. Wilhelm-Hack-Museum, LudwigshafenamRhein, Germany.<br />
  75. 75. Características do estilo:<br />Ressalta o aspecto artificial da arte – equilíbrio assimétrico. Usam apenas vermelho, amarelo e azul.<br /> E as não cores preto (ausência da luz) e o branco (a luz total). Limpeza espacial da pintura, elimina-se os elementos decorativos. <br />Oposição a natureza animal, primitiva e grosseira do homem. Através da combinação de linhas e ângulos retos buscam a beleza universal.<br /> O olhar do receptor parece caminhar sobre as linhas e os retângulos e quadrados sumulam uma perspectiva óptica. <br />PietMondrian. Composição em vermelho, amarelo e azul – 1921 – ost – 39x35<br />
  76. 76. Outro seguidor do neoplasticismo.<br /> Theo van Doesburg:<br />"Aquilo que se expressa positivamente na plasticidade moderna – uma proporção equilibrada do peculiar e da generalidade – manifesta-se mais ou menos também na vida do homem moderno e constitui a causa original da reconstrução social de que somos testemunhas.<br />Afirmou: “O quadro é para nós o que a cruz era para os antigos cristãos”. <br />Theo van Doesburg. Counter-composition V. 1924.<br />
  77. 77. Neoplasticimo exerceu forte influência na arquitetura.<br />Gerrit Tomas Rietveld. A residência Schroder, 1924.Utrecht.<br />
  78. 78. PietMondrian. Composição com vermelho, amarelo e azul. 1930. Ost. 48xx48. Coleção Alfred Roth, Zurique.<br />
  79. 79. PietMondrian. Composition II with Black Lines. / Compositienr.2 metswartelijnen. 1930. Oiloncanvas. 50 x 51 cm. Stedelijk Van AbbeMuseum, Eindhoven, theNetherlands.<br />PietMondrian. Composição em atalho amarelo – 1930 – ost – 46x46<br />
  80. 80. PietMondrian. CompositionwithTwoLines / Compositiemettweelijnen. 1931. Oiloncanvas, diagonal 114 cm. StedelijkMuseum, Amsterdam, Netherlands.<br />PietMondrian. CompositionwithYellowLines / Compositiemet gele lijnen. 1933. Oiloncanvas, diagonal 133. Gemeentemuseum, theHague, Netherlands.<br />
  81. 81. PietMondrian.Composição nº III – 1935-42 – ost – 101x55<br />Segundo a análise de H.B.Chipp da ótica do movimento "no futuro, a materialização concreta dos valores pictóricos suplantará a arte. Então, já não precisaremos de quadros, pois viveremos no meio da arte realizada".<br />
  82. 82. PietMondrian. Composição vertical em azul e brando – 1936 – ost – 121x59<br />“Não basta explicar o valor de uma obra de arte em si; é necessário, acima de tudo, mostrar o lugar que ela ocupa na escola da evolução da arte plástica. Assim, ao falar da arte, não se pode dizer é assim que eu vejo, ou essa é a minha idéia. A verdadeira arte, como a verdadeira vida, segue um caminho único”. (PietMondrian – 1937)<br />
  83. 83. PietMondrian. Composição nº 10 – 1939-42 – ost – 80x73<br />PietMondrian. Composition / Compositie. 1939. Oiloncanvas. 105.2 x 102.3 cm. Peggy Guggenheim Collection, Venice, Italy.<br />
  84. 84. PietMondrian.New York City – 1941-1942 – ost – 119x114<br />
  85. 85. PietMondrian. BrodwayBoogiWoogie – 1942-43 – ost – 50x50<br />
  86. 86. PietMondrian. VictoryBoogie-Woogie. 1943/44 (unfinished). Oilandpaperoncanvas, diagonal 177.5 cm. Gemeentemuseum, theHague, Netherlands.<br />
  87. 87. Referências:<br />BUORO, Anamelia Bueno. Olhos que pintam: uma leitura da imagem e o ensino da arte. 2ª ed. – São Paulo, Educ/Fapesp/Cortez, 2003. p. 208-223.<br />JANSON, H. W. História da Arte: o mundo moderno. São Paulo, Marins Fontes, 1993. <br />KANDINSKY, Wassily. Do espeiritual na arte. São Paulo, Martins Fonstes, 1990.<br />___________. Ponto e linha sobre plano. São Paulo, Marins fontes, 1997.<br />LYNTON, Norbert. O mundo da arte: arte moderna. 7ª ed. – Rio de janeiro, Expressão e Cultura, 1979. p. 79-84.<br />MILLER, Joseph Emile. O fauvismo. Tradução: Adelaide Penha e Costa. Verbo, Ed. da USP, 1976.<br />MICHEL, Mario. As vanguardas artísticas. São Paulo, Martins Fontes, 1991.<br />STANGOS, Nikos (0rg.). Conceitos da moderna. Rio de Janeiro, Zahar, 1993.<br />VALLIER, Dora. A arte abstrata. São Paulo, Martins Fontes, 1980.<br />VALSECCHI, Marco. Galeria delta da pintura universal. V. II, Rio de Janeiro, Delta, 1972.<br />WOLFE, Tom. Da bauhaus ao nosso caos. Rio de Janeiro, Rocco, 1990.<br />www.historiadaarte.com.br<br />www.jvanguarda.com.br<br />www.portalartes.com.br<br />www.ricci-art.com<br />www.abcgallery.com<br />www.ocaiw.com<br />
  88. 88. Autoria e criação:<br /> Gilson Cruz Nunes<br /> – Especialista em Artes Visuais – UFPB<br />Professor da Disciplina de Artes das Escolas:<br />Dr. Hortênsio de Sousa Ribeiro – Rede Estadual<br />Pe. Antonino e Dr. Francisco Brasileiro – Rede Municipal.<br />Campina Grande, 1 setembro 2010.<br />gilsonunes2000@bol.com.br<br />

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