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  1. 1. 17/04/13 Direção motivacional, motivação e traços de ansiedade em jovens atletas da modalidade remowww.efdeportes.com/efd175/motivacao-em-jovens-da-modalidade-remo.htm 1/7educación física educacion fisica deportes deporte sport futbol fútbol entrenamiento deportivo discapacidad aventura pokerjackpot bet apuesta dados dice casino naturaleza lesión lesion deportiva psicologia sociologia estudios sociales culturalesphysical juegos game gambling education sports sciences education physique gimnasia fitness natacion atletismo velocidadresistencia flexibilidad fuerza potencia aerobico habilidad motora recuperacion pilates fatiga frecuencia cardiaca violenciaDireção motivacional, motivação e traços deansiedade em jovens atletas da modalidade remoLa dirección motivacional, la motivación y los trazos de ansiedad en remeros juvenilesMotivational direction, motivation and traces of anxiety in young athletes of rowingMestre em Treino Desportivo para Crianças e Jovens pela Universidade de CoimbraProfessor no Grupo Educacional UNIESP, SP(Brasil)Gil Oliveira da Silva Juniorgil1junior@gmail.comResumoAtravés de uma amostra composta por 13 atletas com idade de 14,85 ± 0,698, foram estudadas características dos traços de ansiedade e direção motivacionalem contexto de treino/competição em jovens atletas de remo da categoria juvenil. Foram utilizados os instrumentos para obtenção das variáveis: questionáriodemográficos, TEOSQp, reações à competição, auto-avaliação de Missouri II e questionário de auto-avaliação. Os questionários foram aplicados antes de umasessão de treino e os instrumentos utilizados em contexto de competição foram aplicados por duas vezes. Os resultados revelam que a amostra apresenta commotivação orientação para o ego. Os níveis de ansiedade também estão elevados por se tratar de uma modalidade individual quando comparado com niveis deansiedade de esportos coletivos.Unitermos: Motivação. Ansiedade. Orientação. Jovens. RemoAbstractUsing a sample of 13 athletes aged 14.85 ± 0.698, we studied characteristics of the traits of anxiety and motivational direction in the context of training /competition of young rowers of the juvenile category. Tools were used for the variables: demographic questionnaire, TEOSQp reactions to competition, self-assessment of Missouri III and self-assessment questionnaire. The questionnaires were administered before a training session and the instruments used in thecontext of competition were applied twice. The results show that the sample has motivated ego orientation. Anxiety levels are too high because it is an individualsport when compared with levels of anxiety in team sports.Keywords: Motivation. Anxiety. Orientation. Youth. Rowing.EFDeportes.com, Revista Digital. Buenos Aires, Año 17, Nº 175, Diciembre de 2012. http://www.efdeportes.com/1 / 1Revisão de literaturaA teoria motivacional é complexa por ser constituida por diversas dimensões (GILLET et al, 2009). A motivação podeter por origens, fatores internos e/ou externos, sendo assim a motivação intrínseca de origem interna, está associadaaos fatos pessoais, sensações de prazeres internos sem nenhuma relação com os elementos externos. A motivaçãoextrínseca, de origem externa, seria relativa aos fatores ambientais, influência de outras pessoas, elogios,reconhecimentos e recompensas que levariam indivíduos à prática da atividades esportiva (LOPES & NUNOMURA,2007).Segundo BALBONITTI, SALDANHA & BALBONOTTI (2009), que o termo motivação, de forma bem geral, pode serentendido como aquilo que faz uma pessoa agir.Para PELLETIER et al (1995), os atletas participam da prática esportiva em busca dos seus próprios interesses esatisfação em aprender mais sobre a modalidade escolhida.A definição apresentada por VALLERAND & THILL (1993; p. 18) em que, “um construto hipotético utilizado paradescrever as forças internas e/ou externas que podem produzir estopins, direções, intensidades e persistências em umdeterminado comportamento”.Para Deci e Ryan (PELLETIER et al, 1995), a motivação instriseca (fatores internos) decorre da inata necessidadepsicólogica de competências e autodeterminações.Já a motivação extrínseca (fatores externos ou ambientais) no esporte, segundo INTERDONATO et al (2008), está
  2. 2. 17/04/13 Direção motivacional, motivação e traços de ansiedade em jovens atletas da modalidade remowww.efdeportes.com/efd175/motivacao-em-jovens-da-modalidade-remo.htm 2/7relacionado com o ganho de medalhas, altos sálarios e interação social. LOPES & NUNOMURA (2007), que oreconhecimento e incentivo externo pode ser determinante para prática desportiva. Deci e Ryan (PELLETIER et al.,1995) propuseram que a motivação extrinseca pode ser determinado ao longo de uma autodeterminação continua.De acordo com GEORGIADIS et al (2001), teorias da motivação humana, podem ter um papel central no avanço doconhecimento sobre como comportamentos saudáveis são iniciados e sustentados. Dentro da área da psicológia doesporto, a orientação (para o ego ou para a tarefa) em que a motivação é dirigida esta sendo o foco de diversosestudos.Em vista disto a orientação para o Ego, tem como objetivo se obter a auto afirmação, superando os adversários, oque significa vencer outra pessoa, ou seja, seu referencial é tipicamente externo. As pessoas orientadas para tarefasentem-se realizadas quando desempenham adequadamente qualquer atividade. A orientação da tarefa para o Egoesta relacionado à comparação social, interpessoais ou extremamente referênciados na natureza. (GEORGIADIS et al,2001; BARKOUKIS et al 2010; COUDEVYLLE et al., 2009; CAMARGO et al., 2008). Em esportes competitivos atletas queapresentam orientação para tarefa, diante das dificuldades, sentem-se motivadas e apresenta um maior esforço parasuperar o desafio, sem levantar a questão de uso de meios ilegais para superar esta dificuldade, já a orientação parao ego os atletas ao se confrontarem com outros adversários com maior habilidade, apresenta medo ou desistem, enão veem problemas em utilizar meios ilegais para vencer (CAMARGO ET AL. 2008).O período pré-competitivo requer uma preparação específica, quer a nível físico quer mental. Por esta razão, maisdo que nunca, a preparação mental é assumida por treinadores e atletas com grande relevância para o desempenhoesportivo (VASCONCELOS-RAPOSO et al., 2007).A ansiedade é um estado emocional negativo caracterizado por nervosismo, preocupação e apreensão associadocom ativação do corpo (Weinberg & Gould, 2003). Segundo Liebert e Morris (FERREIRA, GASPAR & PÉREZ, 2006)identificaram dois fatores de ansiedade, que foram denominados de “preocupação” e “emocionalidade”. Esses doisfatores foram designados de ansiedade cognitiva e de ansiedade somática por Davidson e Schwartz.De acordo com Master (MULLEN & HARDY, 2000), o aumento do estado de ansiedade desempenha um papelimportante na desautomatização, o autor também demonstrou um maior estado de ansiedade, combinado comconhecimento explícito sobre como o desempenho da tarefa, poderia induzir um tipo de controle consciente queinterrompe o processamento de tarefas e assim prejudicar a performance.Embora se apresentem teorias e modelos para classificar a relação entre ansiedade e performance, não se tem umúnico consenso, pois a ssim como a motivação a ansiedade é um conceito multidimensional, ou seja, a ansiedade éconstituido por três componentes independentes, mas que interagem entre sim: Somática, Cognitiva e Respostacomportamental. As relações entre as componentes comportamentais da ansiedade é incerto (POLMAN et al., 2007).Segundo KIM, CHUNG, PARK & SHIN (2009), a ansiedade cognitiva no contexto esportivo apresenta reflexos nasexpectativas negativas sobre o desempenho, criando assim uma auto-avaliação negativa, tendo assim umapreocupação antecipada. Já a ansiedade somática, refere-se aos elementos fisiológicos, reflexo da expriência daansiedade que se desenvolve diretamente da excitação autonômica. A ansiedade somática é refletida em respostascomo ritmo cardíaco acelerado, respiração ofegante, mãos úmidas, “borboletas no estômago” e os músculos tensos.ObjetivoEste estudo tem como objetivo caracterizar os traços de ansiedade (ansiedade somática, preocupação, pertubaçãoda concentração e ansiedade total) e a direção motivacional (ego e tarefa) em contexto de treino e competição desjovens atletas da modalidade remo inseridos na categoria juvenil, na época competitiva de 2010/2011 em Portugal.
  3. 3. 17/04/13 Direção motivacional, motivação e traços de ansiedade em jovens atletas da modalidade remowww.efdeportes.com/efd175/motivacao-em-jovens-da-modalidade-remo.htm 3/7MetodologiaAmostraA amostra foi constituida de 13 individuos, praticantes da modalidade de Remo, pertencentes aAssociação Academica de Coimbra (AAC). Todos os individuos participam do quadro competitivo deatletas do clube e são da categoria Juvenil de acordo com Federação Portuguesa de Remo (FPR).A amostra é composta por 5 atletas do sexo masculino, representando 38,5% do total e por 8 atletasdo sexo feminino, representando 61,5% da amostra total. Os individuos apresentaram uma média deidade 14,85 (±0,689) e de tempo de prática de 2,62 (±1,85).Tabela 1. Característica da mostraInstrumentosForam utilizaados os instrumentos TEOSQ (Task and Ego Orientation in Sport Questionare), questionários dereações à competição, questionários de auto-avaliação de Missouri II e questionario de auto-avaliação (CAMARGO etal., 2008; HIROTA & TRAGUETA, 2007)Os instrumentos TEOSQ e o questionario de reações à competição foram usados em um contexto fora dacompetição e os instrumentos de auto-avaliação de Missouri II e o questionário de auto-avaliação foram usado emcontexto de competição.Os instrumentos tem como objetivo medir os niveis de motivação, direção motivacional e os niveis de ansiedade emcompetições de baixa e grande importância.ProcedimentosOs instrumentos usado fora do contexto de competição, foram aplicados antes de uma sessão de treino na amostraavaliada e os instrumentos que foram utilizados no contexto de competição foram aplicados por duas vezes, a primeirafoi aplicado uma hora antes de uma competição com baixa importância por parte dos atletas. Essa baixa importânciafoi caracterizado pela prova em questão não somar pontos para o raking do campeonato nacional. A segunda vez quefoi aplicado os instrumentos foi uma hora antes do inicio das provas do campeonato nacional de verão da categoriajuvenil, que foi realizado em melres na cidade do Porto.Análise de dadosOs procedimento de análise de dados foram realizado com auxilio do software SPSS 17 (StatisticalPackage for Social Science). Foi utilizado uma análise descritiva dos aspectos motivacionais (orientaçãotarefa e ego) juntamente para os aspectos relacionados a ansiedade (somática e cognitiva).ResultadosDe acordo com as resposta dos questionários respondidos pelo amostra em questão, na qual todos as questõesforam respondidas, sendo que todas as respostas eram válidas. No que refere-se a motivação com orientação(Tabela2) para a tarefa se obtem uma média de 4,49 ± 0,348, uma mediana de 4,57 e no que refere-se a motivaçãocom orientação para o ego obteve-se uma média de 2,74 ±- 0,980 e uma mediana de 2,83.
  4. 4. 17/04/13 Direção motivacional, motivação e traços de ansiedade em jovens atletas da modalidade remowww.efdeportes.com/efd175/motivacao-em-jovens-da-modalidade-remo.htm 4/7Tabela 2.Motivação com orientação para tarefa e egoCom relação ao traço de ansiedade cognitiva, em prova de pouca importância (Tabela 3) apresenta-se valores commédia de 26,923 ± 6,356, com mediana de 24. Em prova de grande importância (Tabela 4) os valores sãoligeiramente superiores com uma média de 27,076 ± 6,197, com mediana de 24. Em relação ao traço de ansiedadesomática (Tabela 3), em prova de pouca importância apresenta-se valores com média 22,087 ± 5,965, com medianade 21,428. Em provas de grande importância, seguindo a mesma tendência da ansiedade cognitiva (Tabela 4), éapresentado valores ligeiramente mais elevados com média de 22,197 ± 5,993, com mediana de 21,498.Com relação a direção em provas de menor importância (Tabela 3), a direção da ansiedade cognitiva apresentavalores de média -3,186 ± 10,897, com uma mediana -4,285 e a direção de ansiedade somática apresentas valores demédia -3,076 ± 10,897), com mediana de -3. Em provas de maior importância (Tabela4) os valores apresentados,com relação a escala de direção de ansiedade cognitiva apresenta uma média de -6 ± 11,254, com mediana de -6, e aescala de direção de ansiedade somática apresenta um média de -2,527 ± 10,990 com mediana de 1,428.Tabela 3. Ansiedade Cognitiva e Somática (Prova de menos importância)Tabela 4. Ansiedade Cognitiva e Somática (Prova de maior importância)E por fim, com relação a ansiedade total (Tabela 5), se obtem uma média de 34,615 ± 11,793 com uma medianade 33.Tabela 5. Ansiedade TotalDiscussão e conclusãoPerante aos resultados obtidos dos inqueritos respondidos pela amostra, composta por 13 atletas do escalãojuvenil, de acordo com a orientação motivacional para o ego apresenta maior valor, com isso pode-se concluir que o aamostra em questão tem a motivação com direção ao ego.De acordo com RODRIGUES et al. (2009), quando orientados para a tarefa , os individuos preocupam-se em
  5. 5. 17/04/13 Direção motivacional, motivação e traços de ansiedade em jovens atletas da modalidade remowww.efdeportes.com/efd175/motivacao-em-jovens-da-modalidade-remo.htm 5/7demonstrar uma certeza maestria na realização das tarefas e suas percepções de grande habilidade e de sucessosubjetivo são baseados nas experiências aprendidas e nas melhorias pessoas. Quando orientados para o ego(resultado), os individuos dão maior importância à competição como fator de reconhecimento, já que comparam seusdesempenhos com os demais praticantes.Com relação a ansiedade cognitiva e somática e escala de direção, nas provas de menor e maior importância, aansiedade cognitiva e somática apresentaram um maior valor para a competição de maior importância, porém naescala de direção os maiores valores foram obtidos na prova de menor importância.Os maior valores obtidos, com relação a ansiedade, tanto somática como cognitiva, em competição de maiorimportância já era esperado, devido a tarefa de maior importância envolvendo o atleta e o clima motivacionalenvolvendo o atleta (BARKOUKIS et al, 2010).Os valores de ansiedade se comparados com outros trabalhos como VASCONCELO-RAPOSO et al (2007), no qualcaracterizou os níveis de ansiedade em praticantes de atletismo tendo como ansiedade cognitiva uma média de 24,1 eansiedade somática 22,1. A amostra deste trabalho obteve valores superiores a amostra de Vasconcelo-Raposo.Os níveis de ansiedade somática e cognitiva, em atletas de desportos individuais apresentam maiores valoresquando comparados com praticantes de desportos coletivos (VASCONCELO-RAPOSO et al., 2007).Juntamente com VASCONCELO-RAPOSO et al. (2007), MELLALIEU et al. (2004), complementa que além dosdesportos individuais, os praticantes de desportos de contato apresentam maiores níveis de ansiedade cognitivaquando comparados aos desportos coletivos ou de equipas.A experiência com a modalidade ou com a tarefa que esta sendo realizada ajuda a dimunuir os efeitos daansiedade, assim como a manutenção em determinado foco (BARKOUKIS et al, 2010; MELLALIEU et al. 2004).As pesquisas relacionadas com a motivação, orientação e estado de ansiedade relacionados com o desporto temtido um crescente muito grande, mas ainda carece de estudo relacionado com a população jovem ou os jovensdesportistas, pois estes estão ainda em formação e construção de seus ideais e ideias para a formação de seucarater.Suas reações perante as competições de grande importância tem que ser estudada mais ao fundo, alem do maisquando se trabalha com desporto individual de jovens, em que as falhas e insucessos são somente deles.Referências bibliográficasBALBINOTTI, M; SALDANHA, J.; BALBINOTTI, C. Dimensões motivacionais do basquetebolista infanto-juvenil: umestudo segundo o sexo, Motriz, vol.15,n.2, p.318-329, 2009.BARKOUKIS, V.; KOIDOU, I.; TSORBATZOUDIS, H. (2010). Effects of motivational climate intervention on stateanxiety, self-efficacy, and skill development in physical education” European Journal of Sport Science, 10(3),167-177, 2010.BOIS, J.; LALANNE, J.; DELFORGE, C. (2009). The influence of parenting practices and parental presence onchildren´s and adolescent´s pre-competitive anxiety. Journal of Sport Sciences. 27(10). 995-1005, 2009.CAMARGO, F.P; HIROTA, V.B; VERARDI, C.E; Orientação motivacional na aprendizagem esportiva do futsal naescola. Revista Mackenzie de Educação Física e Esporte, vol.7, n.3, p 53-62, 2008.COUDEVYLLE, G. R.; GINIS, K. A.; FAMOSE, J.P.; GERNIGON, C. (2009). An experimental investigation of the
  6. 6. 17/04/13 Direção motivacional, motivação e traços de ansiedade em jovens atletas da modalidade remowww.efdeportes.com/efd175/motivacao-em-jovens-da-modalidade-remo.htm 6/7determinants and consequences of self-handicapping strategies across motivation climates. European Journal ofSport Science, 9(4), 219-227, 2009.FERREIRA, José Pedro, GASPAR, Pedro, PÉREZ, Luís Miguel, Ansiedade e Performance: Compreensão dofenomeno e sugestões para jovens atletas. In Coelho e Silva, Manoel, Gonçalves, Carlos & Figueiredo, Antonio.Desporto de Jovens ou Jovens no Desporto? Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física, Universidadede Coimbra, 2006.GEORGIADIS, M. M.; BIDDLE, S.; CHATZISARANTIS, N. The mediating role of self-determination in therelationship goal orientations and physical self-worth in greek exercisers. European Journal of Sport Science.vol.1, n.5, p1-9, 2001.GILLET, N.; BERJOT, S.; GOBANCÉ, L.A motivational model of performance in sport domain. European journal ofsport science. vol.9, n.3. p.151-158, 2009.HIROTA, V.B; TRAGUETA, V.A; Verificação do clima motivacional em atletas femininas do futsal: um estudocom o questionário de orientação para o ego ou tarefa (TEOSQ). Revista Mackenzie de Educação Física, vol.6,n.3, p.207-213, 2006.INTERDONATO, G.; MIARKA, B.; OLIVEIRA, A. R.; GORGOTTI, M.; Fatores motivacionais de atletas para a páticaesportiva. Revista Motriz, vol.14, n.1, p.63-66, 2008.KIM, K. J.; CHUNG, J. W; PARK, S.; SHIN, T. Psychophysiological stress response during competition betweenElite and Non-elite Korean Junior Golfers. International Journal Sports Med., vol.30, p.503-508, 2008.LOPES, P.; NUNOMURA, M. Motivação para prática e permanência na ginástica artística de alto nível. RevistaBrasileira de Educação Física e Esportes. vol.21, n.3, p.177-187, 2007.MELLALIEU, S. D.; HANTON, S.; O’BRIEN, M. Intensity and direction of competitive anxiety as a function of sporttype and experience. Scandinavian Journal of Medicine & Science in Sport, vol.14, p326-334, 2004.PELLTIER, L. G.; FORTIER, M. S.; VALLERAND, R. J.; TUSON, K. M.; BRIERE, N. M.; BLAIS, M. R. Toward a NewMeasure of Intrinsic Motivation, Extrinsic Motivation, and Amotivation in Sport: The Sport Motivation Scale(SMS). Journal of Sport & Exercise Psychology, vol.17, p.35-53, 1995.POLMAN, R.; ROWCLIFFE, N.; BORKOLES, E.; LEVY, A. Precompetitive State Anxiety, Objective and SubjectivePerformance and Causal Attributions in Competitive Swimmers. Pediatric Exercise Science, vol.19, p.39-50,2007.RODRIGUES, A.D.; LÁZARO, J. P.; FERNANDES, H. M.; VASCONCELOS-RAPOSO, J. Caracterização dos níveis denegativismo, activação, autoconfiança e orientação motivacionais de alpinistas, Motricidade, vol.5, n.2, p.63-86,2009.VALLERAND, R.J; THILL E.E; Introduction au concept motivation, In: VALLERAND, R.J.; THILL, E.E; Introduction àla psychologie de la motivation. Laval, Quebec, Édition Études vivantes, p.3-39.VASCONCELOS-RAPOSO, J.; LÁZARO, J. P.; TEIXEIRA, C.; MOTA, M.; FERNANDES, H. Caracterização dos niveisde ansiedade em praticantes de atletismo, Motricidade, v.3, n.1, p.298-314, 2007.WEINBERG, R.; GOULD, D. Foundations of sport & exercise psychology. Campaing III. Human Kinetics, 2003.Outros artigos em Portugués
  7. 7. 17/04/13 Direção motivacional, motivação e traços de ansiedade em jovens atletas da modalidade remowww.efdeportes.com/efd175/motivacao-em-jovens-da-modalidade-remo.htm 7/7BuscarRecomienda este sitioBúsqueda personalizadaEFDeportes.com, Revista Digital · Año 17 · N° 175 | Buenos Aires, Diciembre de 2012© 1997-2012 Derechos reservados

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