ATIVIDADES AVALIATIVAS DE GEOLOGIA 
Profa. Ana Cristina Sanches Diniz 
7º Período / 2º Semestre de 2014 
Alunos; Gilmar An...
ATIVIDADE 1 
Elaboração de três mapas de conceitos, um para cada tema abaixo: 
1. Geotectônica de Placas;
2. Processos de Formação das Rochas; 
Rochas 
sedimentares. 
Orientação e cozimento. 
Aumento da pressão e da 
temperatura...
3.Métodos de Datação. 
Os métodos de datação agrupam-se em 4 categorias: 
RADIOISOTÓPICOS QUÍMICOS BIOLÓGICOS 
Inorgânicos...
Datação relativa. 
(idade relativa) 
Datação radiometrica. 
Estratigrafia: corelação da idade e 
classificação da rocha se...
ATIVIDADE 2 
Sobre os processos de datação das rochas, responda às seguintes questões: 
1. O que é isótopo radioativo? 
O ...
carbono 14 é de 5730 anos, assinale a alternativa que corresponde aos anos que se 
decorreram após a morte do indivíduo. D...
Referencias Bibliográficas: 
Thompson, Tim, 2003. A radiometric dating resource list. http://www.tim-thompson. 
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Atividades avaliativas de geologia

  1. 1. ATIVIDADES AVALIATIVAS DE GEOLOGIA Profa. Ana Cristina Sanches Diniz 7º Período / 2º Semestre de 2014 Alunos; Gilmar Andrade, Paulo Freitas, Jessica rayane, Eliane, Claudia. Ibirité, novembro 2014.
  2. 2. ATIVIDADE 1 Elaboração de três mapas de conceitos, um para cada tema abaixo: 1. Geotectônica de Placas;
  3. 3. 2. Processos de Formação das Rochas; Rochas sedimentares. Orientação e cozimento. Aumento da pressão e da temperatura. Rochas metamórficas. Fusão. Sedimentação. Transporte. Erosão. Rochas magmáticas. Recristalização. Diagenese.
  4. 4. 3.Métodos de Datação. Os métodos de datação agrupam-se em 4 categorias: RADIOISOTÓPICOS QUÍMICOS BIOLÓGICOS Inorgânicos; 1 - métodos radioisotópicos – taxa de desintegração atômica de uma amostra. 2 - métodos paleomagnéticos – padrão de inversão dos polos Magnéticos. 3 - métodos químicos orgânicos e inorgânicos – alterações químicas de uma amostra com o tempo 4 – métodos biológicos – taxas de crescimento de organismos para datação do substrato sobre o qual este reside. Medição do decaimento radioativo ou dos produtos do decaimento (14C, K/Ar) Medição do equilíbrio (series do urânio) Efeitos integrados (termo-luminescência e traços de fissão). Orgânicos (racemização de aminoácidos) Taxas de intemperismo. Tefrocronologia. Anéis de crescimento Taxas de crescimento
  5. 5. Datação relativa. (idade relativa) Datação radiometrica. Estratigrafia: corelação da idade e classificação da rocha sedimentares. (idade absoluta) Princípios da horizontalidade. Decomposição de sedimento Datações por Carbono 14. MÉTODO DO RADIOCARBONO MÉTODO POTÁSSIO-ARGÔNIO. MÉTODO URÂNIO-TÓRIO-CHUMBO. MÉTODO DE TRAÇOS DE FISSÃO TERMOLUMINESCÊNCIA - TL MÉTODO QUÍMICO – AMINOÁCIDO. DENDOCRONOLOGIA TEFROCRONOLOGIA .
  6. 6. ATIVIDADE 2 Sobre os processos de datação das rochas, responda às seguintes questões: 1. O que é isótopo radioativo? O fenômeno da Radioatividade consiste na emissão espontânea de raios (partículas e ondas) de um núcleo instável com objetivo de adquirir estabilidade. O átomo radioativo transforma-se em um elemento químico diferente. “Na natureza, existem 92 elementos. Cada elemento pode ter quantidades diferentes de nêutrons. Os núcleos com mesmo número de prótons, mas que diferem no número de nêutrons, são denominados isótopos de um mesmo elemento. Para determinadas combinações de nêutrons e prótons, o núcleo é estável – nesse caso, são denominados isótopos estáveis. Para outras combinações, o núcleo é instável (isótopos radioativos ou radioisótopos) e emitirá energia na forma de ondas eletromagnéticas ou de partículas, até atingir a estabilidade”1.  Um elemento só é dito radioativo se o isótopo mais abundante desse elemento for radioativo.  Os isótopos radioativos de qualquer elemento são chamados de radioisótopos  A radioatividade é uma propriedade essencialmente nuclear, não dependendo de estado físico ou químico do isótopo radioativo.  As partículas emitidas por elementos radioativos recebem o nome de alfa (α), beta (β) e gama (γ).  Na radiação sempre há modificações no núcleo atômico. 2. O que é meia-vida? Período de meia vida ou período de semidesintegração (p ou t1/2) e o período de tempo em que a metade da quantidade dos átomos de um isótopo radioativo numa amostra leva para se desintegrar. Resumidamente, e o tempo para uma amostra radioativa reduzir a metade. 3. Um osso encontrado em uma caverna apresenta uma taxa de carbono 14 igual a 6,25 % da taxa existente em um animal vivo e na atmosfera. Sabendo que o tempo de meia-vida do
  7. 7. carbono 14 é de 5730 anos, assinale a alternativa que corresponde aos anos que se decorreram após a morte do indivíduo. Deixe os cálculos na questão. a) 5 730 anos. b) 11 460 anos. c) 17 190 anos. d) 22 920 anos. x e) 28 650 anos. Alternativa “d”. 100% x → 5730 anos → 50 % x → 5730 anos → 25 % x→ 5730 anos → 12,5 % x → 5730 anos → 6,25 % x Idade estimada: 4 . 5730 = 22 920 anos. 4. Por que o método Carbono 14 não serve para datar fósseis de dinossauros? O método de Carbono 14 (14C ® 14N) não é normalmente aplicado em Geologia, pois a meia-vida do 14C é muito curta (= 5730 anos), não sendo compatível com a taxa da maior parte dos processos geológicos. É conveniente apenas para datação em estudos arqueológicos, compreendendo bem o espaço da existência de humanoides na Terra dentro de um intervalo de tempo equivalente a 7-10 meias-vidas do 14C.
  8. 8. Referencias Bibliográficas: Thompson, Tim, 2003. A radiometric dating resource list. http://www.tim-thompson. com/radiometric.html Wiens, Roger C., 1994, 2002. Radiometric dating: A Christian perspective.http://www.asa3.org/ASA/resources/Wiens.html Dalrymple, G. Brent, 2000. Radiometric dating does work! Some examples and a critique of a failed creationist strategy. Reports of the National Center for Science Education 20(3): 14-17. Harland, W. B., R. L. Armstrong, A. V. Cox, L. E. Craig, A. G. Smith, and D. G. Smith, 1990. A Geologic Time Scale 1989. Cambridge: Cambridge University Press. Hilgen, F. J., W. Krijgsman, C. G. Langereis and L. J. Lourens, 1997. Breakthrough made in dating of the geological record. EOS 78(28): 285,288-289. http://www.agu.org/sci_soc/eos96336.html http://www.oceanografia.ufba.br/ftp/Geologia_Marinha/AULA_6%20_Metodos_Datacao.pdf dia 29/11/2014 15;54

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