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ASSOCIATIVISMO                                      Uma associação empresarial deve assumir-se como um fórum              ...
FORMAÇÃO PROFISSIONAL:                           e, por outro lado, pelo reconhecimento e                                 ...
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  1. 1.  G ESTÃO DO RISCO DE CRÉDITO.. 1 Núme ro 0 0 6  P ONTO DE S ITUAÇÃO……………. 2 An o — 2 0 1 2  A SSOCIATIVISMO E MPRESARIAL… 3 Rental  FORMAÇÃO P ROFISSIONAL…….. 4PONTO DE ENCONTRO: AL UG ADO RES DE EQUIP AM ENTO S INDUSTRI AI S Gestão do Risco de CréditoJá anteriormente tivemos oportunidade de referir que: focus A deterioração a que se tem vindo a assistir, relativamente sistematicamente compilada e devidamente tratada. Neste campo abre-se a possibilidade de estabelecimento de acordos preferenciais de colaboração mútua. Quanto ao segundo pilar, apesar de existir igualmente alguma aos indicadores representativos da qualidade da cobrança, informação disponibilizada por estes mesmos “players”, é de traduzem claramente uma dificuldade acrescida, que cada reforçar o esforço conjunto das empresas interessadas, no alugador tem sentido na boa execução das suas cobranças, sentido de captar e tratar informações complementares que bem como um aumento significativo nos recursos alocados à ajudem a melhor compreender as características do sector e a cobrança e no esforço dispendido. identificar antecipadamente situações potenciais de risco. As “boas práticas do mercado”, em termos de política de As associações e, mais concretamente, a criação de grupos de gestão de cobranças, recomendam adoptar, desde o início, trabalho que possam conceber e desenvolver rotinas de recolha boas políticas de gestão e acompanhamento dos clientes. De e partilha de informação, alavancam fortemente o forma a minorar situações de risco, há que procurar conhecimento do mercado e evitam situações mais complicadas. antecipar essas mesmas situações, prevenir incidentes e ir A criação de Bases de Dados informativas, no rigoroso respeito acompanhando sistematicamente todos os clientes. pela protecção de dados e pela livre concorrência inter- empresas, é uma das formas claras de obtenção de ganhos As políticas de crédito têm de ser encaradas duma forma significativos na qualidade da informação obtida. dinâmica, obrigando à sua revisão periódica. O nível de periodicidade deve ser igualmente dinâmico, embora as boas Tendo em vista aumentar a rapidez de decisão e diminuir o grau práticas recomendem revisões no mínimo semestrais. de exposição ao risco, há que desenvolver “ferramentas”, de acesso em tempo real, que traduzam a verdadeira identidade dopelo que não será novidade relembrarmos estes conceitos. No mercado. Decisões fundamentadas serão então tomadas maisentanto, o objectivo não pode e não deve ser o relembrar conscientemente e em linha com as estratégias de negóciosistemático de situações críticas mas sim o desenvolvimento de definidas individualmente por cada empresário.acções proactivas que possam levar à redução destas situações. A obtenção de informação actualizada e qualificada é importanteÉ nesse sentido que procurámos estabelecer contactos com ou, até, fundamental para o desenvolvimento sustentável dosentidades habilitadas a lidar com este tipo de processos e nos negócios.empenhámos no desenvolvimento de acções concretas que Conhecer e entender o risco associado a cada Cliente ouvisam a melhoria das condições e a diminuição do Risco de Potencial Cliente e reduzir as probabilidades de incumprimentoCrédito. devem ser objectivos de todos, permitindo a tomada deCada vez mais a actividade de recolha, tratamento, produção e decisões bem estruturadas e criadoras de negócios seguros efornecimento de informação para negócios deve ser encarada consistentes.como uma ferramenta de trabalho. Não será difícil enumerar as vantagens deste tipo de atitudes:Ainda que seja possível a cada empresa trabalhar isoladamente Redução/optimização de prazos médios de recebimentoa informação, essa não será a melhor estratégia e seguramente Redução de custos associados à prestação do serviçonão será nem a menos onerosa, nem a que trará maior Racionalização da actuação das equipas administrativas,retorno. salvaguardando o relacionamento comercialO tratamento da informação de negócios deverá assentar em Optimização de planos de tesourariadois pilares básicos: Redução do nível de dívida e consequentes processos de . Informação Pública (Comercial, Judicial e Financeira) contencioso . Informação Complementar (Sector, Fornecedores, Outros) A adequada gestão dos factores do risco de crédito permitirá àsO primeiro destes pilares pode e deve ser feito recorrendo a empresas a focalização na sua razão de ser, isto é, no seu “coreempresas especialistas, que disponibilizam informação -business”.
  2. 2. cujo modelo poderá ser facilmente adaptado a BASE DE DADOS DE operadores de outros tipos de equipamentos, para a identificação de profissionais que pretendam desta MANOBRADORES forma publicitar a sua disponibilidade.Em reunião da Divisão de Gruas Torre e Esta base de dados está desenhada para identificar oAutomontantes da ANAGREI foi referido o interesse perfil profissional dos candidatos e o seu percursomanifestado por clientes em disporem de uma base laboral. Além da informação sobre competênciasde dados com informação sobre gruistas disponíveis adquiridas e equipamentos operados, são solicitadaspara operar as máquinas objecto de aluguer. informações sobre o seu percurso profissional eTratando-se de equipamentos que, normalmente, são referências de empregadores e de alugadores em quealugados sem operador/manobrador, a possibilidade o operador tenha trabalhado.de enriquecer a oferta ao cliente com informação Considerando a dinâmica informativa que lhe estásobre operadores disponíveis poderá ser uma mais- subjacente, a operação da base de dados obrigará avalia digna de realce. Também a difícil situação de uma actualização trimestral dos dados, sendofalta de emprego, que afecta de forma muito eliminada a informação não confirmada.significativa os profissionais do sector da construçãocivil, justifica a criação de mecanismos que possam A PARTISER manifesta a sua disponibilidade paracontribuir, ainda que de forma temporária, para a integrar dados e divulgar a informação acima referida,minorar. bem como para concretizar eventuais adaptações àsAssim, a PARTISER desenvolveu uma ferramenta, necessidades de outras Divisões.CAEP - Cartão de Aptidão e Experiência ProfissionalFace à actual situação relativamente à certificação profissional dos manobradores de equipamentos industriais e à formacomo este processo tem sido conduzido, a Direção da ANAGREI entendeu emitir um Cartão comprovador da Aptidão eExperiencia Profissional dos técnicos e operadores, que prestam serviços às Empresas suas Associadas, mediante solicitaçãodestas. Todo o processo de recepção dos pedidos e de emissão do Cartão será conduzido pela PARTISER . Para o efeito, asempresas Associadas da ANAGREI, que pretendam ver emitidos os cartões CAEP para 2012, para os seus técnicos, deverãocontactar a PARTISER, formalizando o pedido de emissão de acordo com o procedimento difundido. Ainda de acordo com o IMTT, no que diz respeito às chapas MATRICULAÇÃO (“OUTROS”) de matrícula, confirma-se a existência de um fabricante EQUIPAMENTOS devidamente homologado para as fabricar:2011/12/31 era a data limite para a matriculação deequipamentos industriais, que circulassem na via pública, dotipo Auto-gruas, Retroescavadoras e Unidades deTransporte. Efectivamente esta data foi tida em conta paraas Auto-gruas, estando neste momento as autoridades já a Alguns Associados já sentiram os efeitos da fiscalização,fiscalizar o cumprimento da legislação. mesmo perante situação de atraso no processoRelativamente aos outros equipamentos, de acordo com o administrativo. A ANAGREI continuará a lutar pelaIMTT, as novas datas serão as constantes do seguinte salvaguarda dos legítimos interesses dos seus Associados.quadro: A titulo informativo, os Associados poderão sempre consultar o site de informação do IMTT, de forma a manterem-se actualizados relativamente a esta problemática: http://www.imtt.pt/sites/IMTT/Portugues/Veiculos/ Matriculas/Paginas/Matriculas.aspx
  3. 3. ASSOCIATIVISMO Uma associação empresarial deve assumir-se como um fórum de discussão, reflexão e partilha de informação não concorren- cial, capaz de definir e defender posições comuns, bem como EMPRESARIAL promover de forma autónoma a actividade das empresas que a constituem. Ao caracterizar o associativismo empresarial em Financiamento - O financiamento é uma questão basilar nas Portugal somos inelutavelmente levados a associações. testemunhar a forte dispersão e fragmentação de Na verdade o profissionalismo da actuação passa por uma or- associações empresariais. Na verdade, estimativas ganização conhecedora do ramo de negócio, apta para uma da AIP apontam para a existência de cerca de 700 actuação preditiva e capaz de dialogar quer com as entidadesorganismos de representação, abrangendo 8.000 dirigentes e públicas, quer com as partes interessadas. Ora, o profissional-4.000 técnicos. Esta fragmentação associativa, que tem raízes ismo na actuação, sobretudo em períodos longos, não se com-históricas e culturais profundas, traduz-se num elevado grau padece com a carolice ou com a boa vontade dos associados ede impotência para formatar decisões políticas, na incapaci- tão pouco com um financiamento assente apenas em quotas;dade para influenciar ou uniformizar procedimentos e, até, na tem a ver com planos de acção realistas, com organização,pura inoperância de muitos organismos de representação em- com actividade quotidiana e com diversificação das fontes depresarial. receita.A difícil conjuntura que vivemos e a necessidade de repensar/ No campo da referida diversificação não há limites ao engenhominimizar custos aconselham a focarmo-nos nos objectivos (pode é haver limites conjunturais à efectivação), podendo sersubjacentes à organização, de forma a rentabilizar as estru- alcançada, por exemplo, através da prestação de serviços es-turas existentes e a colher os benefícios decorrentes da sua pecíficos aos associados, ou da comercialização de espaçospráxis. Neste artigo procuraremos abordar duas questões de publicitários nos meios de comunicação da associação ou narelevo na vida das associações empresariais: (i) os objectivos venda de serviços a outras entidades ou, ainda, no estabeleci-da organização e (ii) o seu financiamento. mento de parcerias que possam resultar numa mais valia paraAlém destas duas questões, será também importante que se a associação ou directamente para os associados.faça alguma reflexão relativamente à forma de organizaçãodas associações, bem como ao desenvolvimento atempado dos Organização - O estabelecimento de regras bem definidas eseus planos de acção e consequente orçamentação de despe- a criação de procedimentos são fundamentais para qualquersas e receitas. A prossecução desses planos e o respectivo organização. As associações não fogem a esta regra básica,acompanhamento deverão seguir padrões objectivos, com pelo que é de grande importância definir claramente os cam-grande rigor de execução e, sobretudo, gerar confiança e valor pos e formas de actuação dos seus órgãos sociais, atribuir re-acrescentado para os associados. sponsabilidades e zelar pelo cumprimento das obrigações e direitos dos associados.Objectivos - O trabalho associativo vale enquanto con- A oportunidade criada pela organização periódica de reuniões,cretização de acções que acrescentem valor às empresas asso- e mais concretamente as Assembleias Gerais, deve ser bemciadas; uma associação empresarial opera não em benefício aproveitada para que se discutam as problemáticas comuns, sepróprio mas em benefício das empresas que a fundaram e que planifiquem as acções necessárias e se definam estratégias dea financiam. actuação e defesa dos interesses do sector.Em termos genéricos, uma associação empresarial é uma or- Tendo por base um plano de acção bem definido, devidamenteganização de empresas que operam num determinado sector e suportado por um orçamento exequível, caberá à Direcçãotem como áreas de actuação tradicionais: orientar a estrutura da Associação no sentido de se cumprirem os objectivos da mesma, salvaguardando o cumprimento rig- acções de relações públicas, abrangendo aqui as acções oroso dos pressupostos estabelecidos e facultando os recursos de publicidade, educação, lobbying e publicações necessários. (website, newsletter, directórios impressos); Ainda que nunca seja demais reforçar as obrigações dos Asso- relacionamento e colaboração entre as empresas. Po- ciados, será no entanto importante relembrar que uma Associ- deríamos incluir neste campo a implementação de acções ação existe para dignificar a actividade dos seus associados, de normalização ou estandardização de procedimentos, exigir do poder político-administrativo (Governo) o estabeleci- acções de formação profissional, workshops e networking mento de regras de funcionamento do sector, arbitrar sempre ou acções especificamente dirigidas às partes interessa- que seja chamada a fazê-lo, zelar pela qualidade e segurança das de qualquer negócio, desde os clientes aos colabora- dos serviços prestados e defender os interesses dos Associados dores das próprias empresas; proporcionando: auto-regulação. A auto-regulação encarada como sistema, baseado em princípios, com o objectivo de assegurar o . Partilha de informação respeito de normas de actuação, promovendo o cumpri- . Aproveitamento de sinergias e recursos mento da lei, em benefício de uma concorrência honesta . Racionalização e optimização de custos e leal; . Retorno do esforço dispendido outras actividades como a promoção de interesses co- O associativismo deve ser encarado como um esforço conjun- muns, partilha de boas práticas ou o desenvolvimento de to dos associados, em prol do bem comum e visando incre- padrões ambientais e técnicos através do desenvolvi- mentos nos níveis de serviço e na rentabilização dos serviços mento de orientações, códigos de conduta ou notas in- prestados individualmente. formativas regulares sobre questões que afectam a ac- tividade das empresas.
  4. 4. FORMAÇÃO PROFISSIONAL: e, por outro lado, pelo reconhecimento e validação de competências e saberesA adequada formação profissional dos decorrentes da prática profissional.trabalhadores é uma condição para o sucesso Destacávamos, na altura, a importância dodas organizações. estabelecimento de pontes e do diálogo com a Agência Nacional de Qualificação e o InstitutoEm Portugal o baixo nível de qualificações tem de Emprego e Formação Profissional de formasido referido como um dos factores que a acautelar os interesses das entidadescondiciona negativamente o desenvolvimento empregadoras e dos respectivos trabalhadores.do país. Entendemos, no entanto, que muitodeste discurso, negativista e reducionista, é Mais recentemente, em Julho de 2011, foiproduzido ao nível do gabinete, ignorando a promulgado o Dec. Lei nº 92/2011, de 27 derealidade dos factos: Portugal tem excelentes Julho, que veio estabelecer o regime jurídicoprofissionais, capazes de desempenhar do Sistema de Regulação de Acesso aadequadamente as tarefas de que são Profissões (SRAP) e criou a Comissão deincumbidos e alcançando, até, excelentes Regulação do Acesso a Profissões (CRAP).níveis de performance individual. Pretende-se com este novo normativo (i)Acontece é que o processo formativo não facilitar o acesso a determinadas profissões,acompanhou o desenvolvimento económico- tornando-o mais fácil e rápido, (ii) simplificarsocial e muitas das competências adquiridas ao regras e reforçar o papel do Catálogo Nacionallongo da vida profissional não são de Qualificações (CNQ) como referência parareconhecidas ou certificadas por entidades os conhecimentos e competências exigidosterceiras, logo são tidas por inexistentes, para cada profissão e (iii) promover oincompletas ou imperfeitas. emprego, estimulando a economia.Na verdade, assistimos nos últimos anos Esta simplificação do acesso às profissões,(muito por força da transposição de directivas eliminando obstáculos (como a exigência decomunitárias e do interesse em aproveitar a certificados de aptidão profissional (CAP) ou decorrespondente subsidiação) a um forte carteiras profissionais) e atenuando regras demovimento de formatação e acesso, corresponde aoformalização da formação acordado entre o Estadoprofissional. Sendo de Português e a Troikasalientar que a razão de ser (Comissão Europeia, Fundodesta tendência radica na Monetário Internacional enecessidade de Banco Central Europeu), queestandardização, prevê, por um lado, a revisãofundamental para uma e redução do número deEuropa sem fronteiras, com profissões regulamentadaslivre circulação de (parágrafos 5.33 e 5.35),trabalhadores e a bem como, por outro, apossibilidade de encontrar melhoria do funcionamentotrabalho onde houver do sector das profissõesprocura. Mas, em Portugal, este movimento regulamentadas, analisando os requisitos quetem sido primordialmente focado na condicionam o seu exercício e eliminando oscomponente formativa, condicionando de que sejam injustificados ou desproporcionados.algum modo a certificação das competências O órgão com competências para acompanhar eadquiridas ao longo da vida profissional. avaliar a aplicação dos regimes de acesso àsTanto assim é que, só em finais de 2007 (31 profissões, a par da definição ou reformulaçãode Dezembro) foi publicado o Dec. Lei nº dos regimes de acesso constantes do Catálogo396/2007, que criou o Sistema Nacional de Nacional de Qualificações é a mencionadaQualificações e foram disponibilizados os perfis Comissão de Regulação do Acesso a Profissõesprofissionais e os respectivos referenciais de (CRAP). Está, actualmente, em curso aformação, possibilitando o desenvolvimento de nomeação dos seus membros.processos de Reconhecimento, Validação e Perante estes recentes desenvolvimentosCertificação de Competências. entendemos que a melhor defesa dosEm anterior artigo referimos esta temática e o interesses dos alugadores de equipamentosfacto de a oferta formativa para o perfil industriais, associados da ANAGREI, e dos seusprofissional “condutor/manobrador de Colaboradores, passará pela rápidaequipamentos de movimentação de terras” constituição de um Grupo de Trabalho que (i)prever a frequência de unidades de formação proceda a um levantamento da experiência dede curta duração (25 e/ou 50 horas) até um outros países comunitários (e o caso espanholtotal de 900 horas de formação. Referimos, é paradigmático) e (ii) estabeleça o diálogotambém, a possibilidade de a certificação da com a referida Comissão no sentido de avaliaraptidão profissional ser obtida por uma dupla e definir e/ou reformular as competênciasvia: por um lado, pela frequência de módulos chave objecto de formação e certificação.Mail - geral@partiser.ptGPS – N 41º 10,676’ - W 8º 41,013’ Av. Gomes Pereira, 18 - 1 DtoAv. Comendador Ferreira de Matos, 401-4º-403 1500 Lisboa4450-124 MATOSINHOS PortugalPORTUGAL Tef – (+351) 217 162 661Tlm – (+351) 917 539 157 Fax – (+351) 217 163 067Tef – (+351) 220 925 508 / (+351) 220 925 510Fax – (+351) 220 925 084

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