Lei De ConservaçãO

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Lei De ConservaçãO

  1. 1. IV. Lei de conservação Instituto de conservação Meios de conservação Usufruto dos bens terrenos Necessário e supérfluo Privações voluntárias Instinto de conservação
  2. 2. <ul><li>702. O instinto de conservação é uma lei da natureza? </li></ul><ul><li>- Sem duvida, ele esta presente em todos os seres vivos, seja qual for o grau de sua inteligência. Para uns, o o instinto de conservação é puramente mecânico e para outros é racional. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>703. Com que objetivo Deus outorgou a todos os seres vivos o instituto de conservação? </li></ul><ul><li>- Todos devem colaborar com os desígnios da providencia, por isso Deus lhes deu a necessidade de viver. Alem disso, a vida é necessária ao aperfeiçoamento dos seres, e eles o sentem instintivamente, sem se dar conta disso. </li></ul><ul><li>Meios de conservação </li></ul><ul><li>704. Ao dar o homem a necessidade de viver, Deus sempre lhe facultou os meios para isso? </li></ul><ul><li>- Sim, e se ele não os encontra, é porque não os compreende. Deus não pode ter dado ao homem a necessidade de viver sem lhe dar os meios para consegui-lo. É poer essa razão que ele faz a Terra produzir o necessário a todos os seus habitantes, pois somente o necessário é útil; o supérfluo nunca o é. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>705. Por que a Terra nem sempre produz o bastante para fornecer o necessário a homem? </li></ul><ul><li>- É porque o homem a negligencia, esse ingrato! Ela é, no entanto, uma excelente mãe. Muitas vezes também, ele acusa a Natureza do que é resultado de sua própria imperícia ou imprudência. A Terra sempre produziria o necessário, se o homem soubesse contentar-se com ele. Se ela não é suficiente a todas as necessidades, é porque o homem emprega no supérfluo o que poderia ser destinado ao necessário. Vede o árabe no deserto: ele sempre encontra do que viver, porque não criou para si necessidades fictícias, o homem deve espantar-se por não encontrar nada no dia seguinte? Tem razão de lastimar-se, caso seja pego de surpresa quando chegar o tempo da escassez? Na verdade eu vos digo, não é a natureza que é imprevidente, é o homem que não sabe ser moderado. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>706. Os bens da Terra devem ser entendidos apenas como os produtos do solo? </li></ul><ul><li>- O solo é a origem primeira de onde emanam todos os outros recursos, pois, definitivamente, esses recursos nada são que uma transformação dos produtos do solo. Por isso precisamos considerar como bens da Terra tudo aquilo que o homem pode usufruir neste mundo </li></ul>
  6. 6. <ul><li>707. Os meios de subsistência muitas vezes são escassos para algumas pessoas, mesmo havendo abundancia ao seu redor. A que se deve atribuir esse fato? </li></ul><ul><li>- Ao egoísmo dos homens, que nem sempre fazem o que devem. Depois, e com mais freqüência, a eles mesmos. Buscai e achareis: essas palavras não querem dizer que basta olhar para a Terra para encontrar o que se deseja, mas que é preciso procurar com ardor e perseverança, e não com displicência, sem se deixar desencorajar pelos obstáculos que, muito frequentemente, são apenas meios de pôr à prova a vossa constância, a vossa determinação (Ver tópico 534) </li></ul><ul><li>Se a civilização multiplica as necessidades, multiplica também as fontes de trabalho e os meios de viver; mas é preciso convir que, sob esse aspecto, ainda lhe resta muito a fazer. Quando ela tiver realizado a sua obra, ninguém poderá dizer que lhe falta o necessário, a não ser que seja por sua própria culpa. Para muitos, a infelicidade existe por se empenharem num caminho que não é aquele que a Natureza lhes traçou; é quando lhes falta inteligência para ser bem sucedidos. Há, para todos, um lugar ao Sol, mas com a condição de tomarem a sua parte, e não a dos outros. A Natureza não poderia ser responsável por vícios da organização social e pelas conseqüências da ambição e do amor-próprio. </li></ul>
  7. 8. <ul><li>No entanto, seria preciso ser cego para não reconhecer o progresso realizado sob esse aspecto entre os povos mais adiantados. Graças aos louváveis esforços que, Juntas, a Filosofia e a Ciência não param de realizar para melhora do estado material dos homens, e apesar do crescimento incessante da população, a insuficiência da produção esta, pelo menos em grande parte, atenuada. Os anos mais calamitosos nada tem de comparável ao que eram há pouco tempo atrás. A higiene publica, esse elemento tão essencial da forca e da saúde, desconhecidos encontram lcais de refugio. O infortúnio e o sofrimento encontram locais de refugio. Em toda parte, a ciência é posta em ação em prol do aumento do bem-estar. Isso quer dizer que se atingiu a perfeição? Oh! Certamente que não, mas o que já esta feito dá a medida do que se pode vir a fazer com perseverança, se o homem for bastante prudente para buscar sua felicidade nas coisas positivas e sérias, e não nas utopias que o atrasam, em vez de faze-lo avançar. </li></ul>
  8. 9. <ul><li>708. Há situações em que os meios de subsistência absolutamente não dependem da vontade do homem, e a privação do mais imperiosamente necessário é uma conseqüência da força das coisas? </li></ul><ul><li>- É uma provação muitos vezes cruel a que o homem deve submeter-se, e à qual ele sabia que seria exposto. Seu mérito esta na submissão à vontade de Deus, se a inteligência não lhe fornece nenhum meio de livrar-se das dificuldades. Se a morte vier a atingi-lo, deve submeter-se a ela sem sem reclamar, pensando que a verdadeira hora da libertação é chegada, e que o desespero do ultimo momento pode faze-lo perder o fruto de toda a sua resignação. </li></ul>
  9. 11. <ul><li>709. Aqueles que em certas situações criticas, se viram obrigados a sacrificar seus semelhantes para sustentar-se, cometeram um crime? Se há crime, este é atenuado pela necessidade de viver que o instinto de conservação lhes dá? </li></ul><ul><li>- Já respondi a essa pergunta dizendo que há mais mérito em sofre todas lesa-natureza, falta que deve ser duplamente punida. </li></ul>
  10. 12. <ul><li>710. Nos mundos cuja é mais depurada, os seres vivos têm necessidade de alimentação? </li></ul><ul><li>- Sim, mas os alimentos são de acordo com sua natureza. Esses alimentos não seriam tão substanciais aos vossos estômagos grosseiros; da mesma forma, eles não poderiam digerir os vossos alimentos. </li></ul>
  11. 13. <ul><li>711. O uso dos bens da Terra é um direito de todos os homens? </li></ul><ul><li>- Esse direito é a conseqüência da necessidade de viver. Deus não imporia um dever sem ter dado o meio de cumpri-lo. </li></ul>
  12. 15. <ul><li>712. Com que finalidade Deus colocou um atrativo no usufruto dos bens materiais? </li></ul><ul><li>- Para estimular o homem ao cumprimento de sua missão, e também para experimentá-lo através da tentação? </li></ul><ul><li>712. a) Qual o objetivo dessa tentação? </li></ul><ul><li>- Desenvolver-lhe a razão, que deve preservá-lo dos excessos. </li></ul><ul><li>Se o homem tivesse estimulado ao uso dos bens da Terra pela utilidade que têm, sua indiferença poderia ter comprometido a harmonia do Universo: Deus lhe deu o atrativo do prazer, que o induz à realização dos desígnios da Providencia. Porem, através desse mesmo atrativo, Deus também quis prova-lo pela tentação, que o arrasta ao abuso, do qual a razão deve defende-lo. </li></ul>
  13. 16. <ul><li>713. Os gozos têm limites traçados pela Natureza? </li></ul><ul><li>- Sim para vos indicar o limite do necessário. Mas através dos excessos chegais a saciedade e, com isso, puni-vos a vós mesmos. </li></ul><ul><li>714. O que pensar do homem que busca, nos excessos de todos os gêneros, um refinamento de seus prazeres? </li></ul><ul><li>- Pobre ser digno de lastima, e não de inveja, pois ele esta bem próximo da morte! </li></ul>
  14. 17. <ul><li>714. a) Perto da morte física ou morte moral ele se aproxima? </li></ul><ul><li>- O homem que busca nos excessos de todas as espécies um refinamento dos prazeres rebaixa-se mais do que os animais, pois estes sabem parar assim que satisfazem suas necessidades. Ele abdica da razão que Deus lhe deu como guia, e quanto maiores forem seus excessos, maior domínio ele concede à sua natureza animal sobre a espiritual. As doenças, as enfermidades e a própria morte, resultantes do abuso, são também punição à transgressão da lei de Deus. </li></ul>
  15. 19. <ul><li>715. Como o homem pode conhecer o limite do necessário? </li></ul><ul><li>- O sábio conhece-o intuitivamente; muitos só o conhecem à custa de suas próprias experiências. </li></ul><ul><li>716. A Natureza não traçou o limite das necessidades em nosso próprio organismo? </li></ul><ul><li>- Sim, mas o homem é insaciável. A Natureza traçou o limite das necessidades em seu organismo, mas os vícios lhe alteraram a constituição e criaram para ele necessidades que não são reais. </li></ul>
  16. 20. <ul><li>717. O que pensar daqueles que se apropriam de todos os bens terrenos para proporcionar-se o supérfluo em detrimento dos que não tem sequer o necessário? </li></ul><ul><li>- Eles desconhecem a lei de Deus e terão de responder pelas privações que tiverem ocasionado. </li></ul><ul><li>O limite do necessário e do supérfluo não tem nada de absoluto. A civilização criou necessidades que não existem no estado de selvageria. Os espíritos que ditarem esses preceitos, aqui expressos, não pretendem que o homem civilizado deva viver como o selvagem. Tudo é relativo, e cabe a razão colocar cada coisa em seu devido lugar. A civilização desenvolve o senso moral e, ao mesmo tempo, o sentimento de caridade que leva os homens a apoiar-se mutuamente.Aqueles que vivem à custa das privações de outros exploram benefícios da civilização em proveito próprio.Eles tem apenas o verniz da civilização,assim como há pessoa que só possuem a máscara da religião. </li></ul>
  17. 21. <ul><li>Privações voluntárias, Mortificações. </li></ul><ul><li>718.Aleis de conservação obriga a prover as necessidades do corpo? </li></ul><ul><li>-Sim;sem força e a saúde o trabalho e impossível </li></ul><ul><li>. </li></ul><ul><li>719.O homem deve censurado por procurar o bem-estar? </li></ul><ul><li>-O bem-estar e um desejo natural.Deus só proíbe o abuso por ser contrario à conversação.O homem não comete nenhum crime ao buscar o bem-estar desde que não seja conquistado à custa de outrem,e se não causar o enfraquecimento nem de suas forças morais nem de suas físicas. </li></ul>
  18. 23. <ul><li>720.As privações voluntárias,com vistas a uma expiação igualmente voluntária, têm algum mérito aos olhos de Deus? </li></ul><ul><li>-Sim fazei o bem aos outros e mas méritos tereis. </li></ul><ul><li>720.a)Há privações voluntárias que sejam meritórias? </li></ul><ul><li>-Sim, a privação dos gozos inúteis,porque desprende o homem da matéria e eleva sua alma.Meritório é resistir à tentação que induz aos excessos ou ao gozo das coisas inúteis;é retirar de seu necessário para dar aos que não tem o suficiente.Se,a privações não passa de um simulacro,é uma derrisão. </li></ul>
  19. 24. <ul><li>721.A vida de mortificações ascéticas sempre foi praticada desde a mas remota Antigüidade e por povos diversos.Ela e meritória,sob um ponto de vista qualquer? </li></ul><ul><li>-Pergunta-vos para que ela serve e tereis a resposta.Se ela só serve para quem pratica e o impede de fazer o bem,é egoísmo, seja qual for o pretexto utilizado.privar a si mesmo e trabalhar para os outros e a verdadeira mortificação,segundo a caridade cristã. </li></ul>
  20. 25. <ul><li>722.A abstenção de certos alimentos,prescrita por diversos povos,é fundamentada na razão? </li></ul><ul><li>-É permitido ao homem alimentar-se de tudo o que não lhe prejudique a saúde.No entanto, legisladores podem ter proibido certos alimento s com um objetivo útil e , para dar mais crédito ás suas lei, apresentam-nas como vindas de Deus. </li></ul><ul><li>723.Para o homem,a alimentação animal e contrária a natureza? </li></ul><ul><li>-Em sua constituição física, a carne nutre,do contrário, o homem parece.Alei de conservação toma o dever,para o homem,manter as energias a saúde para o cumprimento da lei do trabalho.Portanto,ele deve alimentar-se segundo o que exige seu organismo. </li></ul>
  21. 27. <ul><li>724.Abstenção da alimentação animal ou de outra,como expiação,é meritória? </li></ul><ul><li>-Sim, se essa privação é em beneficio dos outros;para Deus,só há mortificação havendo privação séria e útil.Por isso dizemos que aqueles que se privam apenas aparentemente são hipócritas. </li></ul><ul><li>725.O que pensar das multidões operadas no corpo do homem ou dos animais? </li></ul><ul><li>-Qual a utilidade de uma questão dessa natureza?Perguntai-vos então,mas uma vez,se tal coisa e útil.O que é inútil não pode ser agradável a Deus e o que é prejudicial sempre lhe é desagradável.Pois,sabei bem,Deus só é sensível aos sentimentos que elevam a alma ate Ele.É praticando a sua lei,em vez de viola-la ,que podereis libertar-voz da tirania de vossa matéria terrena. </li></ul>
  22. 28. <ul><li>726.Se a maneira como suportamos os sofrimentos deste mundo nos eleva,os sofrimentos que criamos voluntariamente também podem elevar-nos? </li></ul><ul><li>-Os únicos sofrimentos que elevam são naturais,porque vem de Deus.Os sofrimentos voluntários não servem pra nada,quando nada fazem bem dos outros.Acreditas que aqueles que abreviam sua vida com rigores sobre-humanos,como os bonzos,os faquires e fanáticos de várias seitas,avanças em seu caminho?Por que, em vez disso,não trabalham para o bem de seus semelhantes? </li></ul><ul><li>Que vistam o indigente,consolem quem chora, trabalhem para quem esta enfermo e sofram privações para o consolo dos infelizes,e então suas vidas serão úteis e agradáveis a Deus.Quando, nos sofrimentos voluntários a que sujeita , o homem só pensa em si mesmo,trata-se de egoísmo.Quando se sofre pelos outros,trata-se de caridade: são esses os preceitos de Cristo. </li></ul>
  23. 29. <ul><li>727.Se não devemos criar sofrimentos voluntários que não são de nenhuma utilidade para os outros,devemos procurar preservar-nos daqueles que podemos prever ou daqueles que nos ameaçam? </li></ul><ul><li>-O instinto e conservação foi dado a todos os seres contra os perigos e os sofrimento.Fustigai vosso Espírito, e não vosso corpo mortificai vosso coração,e fareis mas pelo vosso adiantamento do que através de mortificações que não mais pertencem a este século. </li></ul>
  24. 30. Que a Paz permaneça com todos

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