Gerenciamento da qualidade projetos

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Notas de aula da disciplina gerenciamento da qualidade em projetos

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Gerenciamento da qualidade projetos

  1. 1. 1 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Disciplina Gestão da Qualidade em Projetos Faculdade Pitágoras São Luís MBA em Gerenciamento de Projetos Prof. MSc. Gerisval Alves Pessoa Março de 2015
  2. 2. 2 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Compromissos de aula Três compromissos básicos em sala de aula: 1. Aprender algo novo 2. Ouvir algo que já sabe 3. Obter o máximo proveito da turma para colocar em prática.
  3. 3. 3 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Gerisval Alves Pessoa  Mestre em Gestão Empresarial (EBAPE/FGV).  Especialista em Engenharia da Qualidade (UEMA). Químico Industrial (UFMA)  Aperfeiçoamento em Total Quality Control - TQC (JUSE / Tóquio - Japão)  Programa de Desenvolvimento de Empreendedorismo (MIT Sloan School of Management Cambridge-MA-EUA)  Professor do curso de Administração (UEMA: 1998 – 2002 e FAMA: 2003 – 2014)  Professor dos cursos de Administração, Ciências Contábeis e CST em logística (Faculdade Pitágoras Maranhão)  Professor Especialização em Engenharia Ferroviária (IFMA e UNDB)  Professor Especialização em Engenharia Portuária (UFRJ, UFMA e ISUTC – Maputo - Moçambique)  Professor Especializações (UFMA): Engenharia de Campo – Qualidade; Gestão Portuária e Logística Portuária  Professor Mestrado Energia e Meio Ambiente (UFMA)  Professor MBA: Gerenciamento de Projetos; Gestão de Pessoas, Logística Empresarial e Gestão de Sistemas Integrados–(QSMS- RS). Especializações: Engenharia de Produção e Engenharia de Segurança do Trabalho (Faculdade Pitágoras São Luís)  Professor Especialização em Gestão Empresarial (UEMA e CEST). Qualidade e Produtividade (UEMA)  Professor Especializações em Gestão Estratégica de Pessoas /Qualidade / Engenharia de Segurança do Trabalho / Gestão Educacional (FAMA)  Coordenador dos Cursos de Pós-Graduação Gestão Estratégica da Qualidade e Gestão Estratégica de Pessoas (FAMA: 2004 a 2012). Qualidade e Produtividade (UEMA: 1999 – 2002)  Coordenador do MBA em Gestão de Pessoas (Faculdade Pitágoras São Luís)  Auditor Líder ISO 9001 e 14001 e Auditor Líder Sistema Integrado de Gestão (Qualidade, Meio Ambiente e SSO)  Instrutor Internacional de TPM (Total Productivity Maintenance)  Examinador Prêmio Nacional da Qualidade: Ciclos 2000, 2001 e 2002  Analista da Qualidade Máster (Vale)  31 anos de experiência profissional (24 anos em gestão da qualidade / sistema de gestão da qualidade)  Coautor do livro Administração: Uma visão pragmática – discutindo teoria e prática  Membro do Harvard Business Review Advisory Council
  4. 4. 4 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Apresentação dos Alunos  Entrevista em duplas (10 min)  Nome:  Onde trabalha*:  Função*:  Conhecimento / Experiência  Objetivos pessoais  Objetivos Profissionais  Expectativas em relação à disciplina * Caso trabalhe Qual o impacto da Qualidade no Gerenciamento de Projetos?
  5. 5. 5 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Cronograma das Aulas Horário 06/03/2015 (Sexta) 09/03/2015 (Segunda) 11/03/2015 (Quarta) 12/03/2015 (Quinta) 19h00 -20h30 • Introdução à Gestão de Projetos • Processo realizar a garantia da qualidade • Processo controlar a qualidade • PDCA • Ferramentas para Planejamento, Garantia e o Controle da Qualidade • Ferramentas para Planejamento, Garantia e o Controle da Qualidade 20h30 -20h45 Intervalo 20h45 -22h00 • Processos da Gestão da qualidade • Processo planejar o gerenciamento da qualidade • Conceitos de qualidade • Sistema de Gestão da Qualidade • Ferramentas para Planejamento, Garantia e o Controle da Qualidade • Custos da Qualidade • Auditoria da Qualidade
  6. 6. 6 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Ementa O que é qualidade em projetos. Planejamento da qualidade. Qualidade de produto. Qualidade de processo. Qualidade do projeto. Garantia da qualidade. Controle da qualidade do projeto. Processo de auditorias e inspeções. Certificação.
  7. 7. 7 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Objetivo Geral Capacitar o aluno a compreender a ligação vital entre o gerenciamento da qualidade e o sucesso do projeto
  8. 8. 8 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Objetivos Específicos  Entender o que é qualidade  Conhecer os processos que suportam o gerenciamento da qualidade do projeto  Conhecer como garantir a qualidade do produto/serviços e das entregas  Utilizar adequadamente as ferramentas básicas de controle da qualidade em projetos  Promover uma abordagem de melhoria contínua em gestão de projetos  Entender o custo da qualidade
  9. 9. 9 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa – 1.1 Apresentação – 1.2 Introdução ao gerenciamento de projetos – 1.3 Gerenciamento da qualidade e projetos – 1.4 Gestão da qualidade e escopo – 1.5 Processos de gestão da qualidade em projetos 1. Gerenciamento da qualidade em projetos – 3.1 Gestão da qualidade: evolução e conceitos – 3.2 Fundamentos da qualidade – 3.3 Gestão da Qualidade Total – 3.4 Modelo de Excelência da Gestão® 3. Sistemas de Gestão da Qualidade Total Conteúdo Programático – 2.1 Planejar o Gerenciamento da Qualidade – 2.2 Realizar a Garantia da Qualidade – 2.3 Controlar a Qualidade 2. Processos de gerenciamento da qualidade em projetos
  10. 10. 10 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Conteúdo Programático 5. Ferramentas para a Gestão de Projetos – 5.1 Ferramentas Planejamento da qualidade – 5.2 Ferramentas de Garantia da qualidade – 5.3 Ferramentas de Controle da qualidade – 6.1 Custos de controle – 6.2 Custos da falhas internas 6. Custos da qualidade – 7.1 Sistema de Gestão da Qualidade – 7.2 Auditoria da qualidade – 7.3 Processo de Certificação 7. Certificação pelas Normas ISO – 4.1 Conceito de PDCA – 4.2 PDCA para manter – 4.3 PDCA para melhorar 4. PDCA
  11. 11. 11 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Procedimentos Metodológicos  Aulas expositivas: exposição dialogada;  Trabalhos individuais  Formação de grupos de trabalho;  Aplicação de Estudos de Casos e exercícios práticos;  Workshop;  Apresentação de vídeos / podcast
  12. 12. 12 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Avaliação de Aprendizagem  Participação/Integração, Pontualidade e Assiduidade (2,0 pontos)  Elaboração do Plano de Gerenciamento Qualidade do Projeto da Equipe (4,0 pontos)  Atividades em grupo em sala de aula (4,0 pontos)
  13. 13. 13 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Referências AGUIAR, Silvo. Integração das ferramentas da qualidade ao pdca e ao programa seis sigma. v. 1. Belo Horizonte: INDG, 2006. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 9000:2005: Sistemas de gestão da qualidade: fundamentos e vocabulário. Rio de Janeiro, 2005. ___. NBR ISO 9001:2008: Sistemas de gestão da qualidade: requisitos. Rio de Janeiro, 2008. ___. NBR ISO 9004:2010. Gestão para o sucesso sustentado de uma organização – uma abordagem da gestão da qualidade. Rio de Janeiro: ABNT, 2010. ___. NBR ISO 14001:2004. Sistemas de gestão ambiental – requisitos com orientações para uso. Rio de janeiro: ABNT, 2004. CAMPOS, V. Falconi. Gerenciamento da rotina do trabalho do dia-a-dia. 9. ed. Belo Horizonte: INDG Tecnologia e Serviços Ltda, 2014. ___. Gerenciamento pelas diretrizes. 5. ed. Belo Horizonte: INDG Tecnologia e Serviços Ltda, 2004 Belo Horizonte: INDG Tecnologia e Serviços Ltda, 2013
  14. 14. 14 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa ___. Qualidade total: padronização de empresas. Belo Horizonte: INDG Tecnologia e Serviços Ltda, 2004 ___. TQC: controle da qualidade total (no estilo japonês). 8. ed. Belo Horizonte: INDG Tecnologia e Serviços Ltda, 2004. CARVALHO, Marly M. e PALADINI, Edson P. (Coord.) Gestão da qualidade: teoria e casos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. CARVALHO, Marly Monteiro de e RABECHINI JR, Roque. Construindo competências para gerenciar projetos: teoria e casos. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008 CROSBY, P. B. Qualidade é investimento. José Olympio Editora, Rio de Janeiro: 1999. DELLARETTI FILHO, O. As sete ferramentas do planejamento da qualidade – série ferramentas da qualidade. v. 5. Belo Horizonte: FCO/EEUFMG, 1996. DINSMORE, P. C e ADRIANE, C. (Orgs). Como se tornar um profissional em gerenciamento de projetos. 4. ed. revista e ampliada. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2011 Referências
  15. 15. 15 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa FUNDAÇÃO PARA O PRÊMIO NACIONAL DA QUALIDADE. Critérios de Excelência: avaliação e diagnóstico da gestão organizacional. 20. ed. São Paulo: FNQ, 2013 ___. Gestão por processos. Disponível em< http://www.fnq.org.br/informe-se/publicacoes/e- books> Acessado em 10 de Jan. 2015 ___. Modelo de excelência em gestão (MEG). Disponível em< http://www.fnq.org.br/informe- se/publicacoes/e-books> Acessado em 10 de Jan. 2015 ___. Sistemas de gestão. Disponível em< http://www.fnq.org.br/informe-se/publicacoes/e- books> Acessado em 10 de Jan. 2015 ___. Sistema de indicadores. Disponível em< http://www.fnq.org.br/informe-se/publicacoes/e- books> Acessado em 10 de Jan. 2015 GARVIN, D. A. Gerenciando a qualidade: a visão estratégica e competitiva. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1992. GIDO, Jack e CLEMENTS, James P. Gestão de projetos. São Paulo: Thomson Learning, 2007 Referências
  16. 16. 16 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Referências HELMAN, Horácio e ANDERY, Paulo R. P. Análise de falhas: aplicação dos métodos de fmea e fta. Série Ferramentas da Qualidade. v. 11. Belo Horizonte: FCO/EEUFMG, 1995. JURAN, J. M. A qualidade desde o projeto. 1. ed. São Paulo: Thomson Learning, 2002. KUME, H. Métodos estatísticos para a melhoria da qualidade. São Paulo: Editora Gente, 1993. LAPA, Reginaldo P. Praticando os 5 Sensos. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1997 MARSHALL JUNIOR, Isnard (coord). et al. Gestão da Qualidade. Rio de Janeiro: FGV, 2004. MOURA, Eduardo. As sete ferramentas gerenciais da qualidade – implementando a melhoria contínua com maior eficácia. São Paulo: Makron Books, 1994. MULCAHY, Rita. Preparatório para o exame de PMP. 8. ed. EUA: RMC Publication Inc., 2014. NOCÊRA, Rosaldo de Jesus. Gerenciamento de Projetos: Teoria e Prática - de acordo com a 4ª ed. 2009 do PMBOK do PMI. São Paulo: Editora Zamboni, 2009.
  17. 17. 17 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Referências OLIVEIRA, Otávio J. (org.) Gestão da qualidade: tópicos avançados. São Paulo: Thomson Learning, 2004. OLIVEIRA, M. A. SA 8000 – O modelo ISO 9000 aplicado à responsabilidade social. Rio de Janeiro: Qualitymark. 2002. PALADINI, Edson P. Gestão estratégica da qualidade: princípios, métodos e processos. São Paulo: Atlas. 2008. PESSOA, Gerisval A . PDCA: ferramentas para excelência organizacional. (Apostila). São Luís: FAMA, 2007. PROJECT MANAGMENT INSTITUTE. Um guia do conhecimento e gerenciamento de projetos (guia PMBOK). 5. ed. Pensylvania: PMI, 2013 SCAPIN, Carlos Alberto. Análise Sistemática de Falhas. Belo Horizonte: EDG, 1999. SILVA, J. M. da. 5S – O ambiente da qualidade. FCO/EEUFMG, Belo Horizonte: 1994. VARGAS, Ricardo Viana. Manual prático do plano de projetos. 2. ed. atual. Rio de Janeiro: Brasport, 2005
  18. 18. 18 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Referências WALTON, M. Método Deming de administração. Marques-Saraiva, Rio de Janeiro, 1989. WERKEMA, M.C.C. As 7 ferramentas da qualidade no gerenciamento de processos – Série Ferramentas da Qualidade. v. 2. Belo Horizonte: FCO/EEUFMG, 1995.
  19. 19. 19 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa gerisval@terra.com.br pt.slideshare.net/gerisval http://www.scribd.com/gerisval http://www.twitter.com/gerisval http://www.gerisval.blogspot.com http://www.facebook.com/gerisval http://www.linkedin.com/in/gerisval + 55 98 99114 4699 Contatos
  20. 20. 20 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa UNIDADE I GERENCIAMENTO DA QUALIDADE EM PROJETOS
  21. 21. 21 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Como a Qualidade é percebida nos projetos? A qualidade é percebida de forma diferente pelas seguintes partes interessadas: • Organizações • Profissionais • Clientes Introdução ao Gerenciamento da Qualidade Q Percebida = Q Ofertada - Q Esperada
  22. 22. 22 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Como a Qualidade é percebida nos projetos? Alguns dados estatísticos: • 28% dos projetos são abortados • 46% dos projetos extrapolam o prazo ou custo • Somente 26% dos projetos são bem sucedidos Introdução ao Gerenciamento da Qualidade
  23. 23. 23 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Como a Qualidade é percebida nos projetos? O sucesso de um projeto está intimamente ligado com a qualidade que ele apresenta e pode ser avaliado de diferentes perspectivas: • Cliente: Preço e prazo de entrega • Sócios: Retorno do investimento e lucro • Equipe: remuneração e realização pessoal • Sociedade: Geração de empregos • Fornecedores: Parceria e remuneração Introdução ao Gerenciamento da Qualidade
  24. 24. 24 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa A equipe de gerência do projeto deve estar atenta a: • Satisfação do cliente: Entender, gerenciar e influenciar necessidades de forma que as expectativas do cliente sejam satisfeitas ou excedidas. • Prevenção ao invés de inspeção: A qualidade deve ser planejada, projetada e incorporada, em vez de ser inspecionada. O custo de prevenir erros é muito menor do que corrigi-los quando encontrados pela inspeção • Responsabilidade da gerência: O sucesso exige a participação de todos os membros da equipe, mas permanece a responsabilidade da gerência em fornecer os recursos necessários para se ter êxito. Introdução ao Gerenciamento da Qualidade
  25. 25. 25 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa A equipe de gerência do projeto deve estar atenta a: • Melhoria contínua Ao ciclo PDCA: Planejar, Fazer, Checar e agir (Plan-Do-Check-Act ) • Custo da qualidade (COQ). Refere-se ao custo total da conformidade do trabalho e da não-conformidade que deve ser feita como um esforço compensatório, porque, na primeira tentativa de realizar esse trabalho, existe o potencial de que uma parte do esforço necessário pode ser ou foi realizado de forma incorreta. Introdução ao Gerenciamento da Qualidade
  26. 26. 26 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa  O que é um projeto? É um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo. (Guia PMBOK, 5ª Edição) Introdução ao Gerenciamento da Qualidade
  27. 27. 27 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Projeto bem sucedido é:  Custo: realizado dentro do orçamento  Tempo: realizado dentro do cronograma planejado  Escopo: realizado com o mínimo de alterações  Qualidade: cumprir todos os requisitos com qualidade desejada e aceito sem restrições Introdução ao Gerenciamento da Qualidade
  28. 28. 28 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Processos de Gerenciamento de Projetos Baseado no PMBOK 5ª edição - 2013
  29. 29. 29 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Descreve os processos necessários para assegurar que o projeto satisfará as necessidades contratadas. Gerência de Qualidade em Gestão de Projetos
  30. 30. 30 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Inclui os processos e atividades da organização executora que determinam a política da qualidade, os objetivos e as responsabilidades, de modo que o projeto satisfaça as necessidades para as quais foi empreendido. Gerência de Qualidade em Gestão de Projetos
  31. 31. 31 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Implementa o sistema de gerenciamento da qualidade por meio de política e procedimentos com atividades de melhoria contínua de processos realizada durante todo o projeto, conforme apropriado. Gerência de Qualidade e Gestão de Projetos
  32. 32. 32 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Devido a natureza temporária dos projetos, os investimentos na melhoria na qualidade do produto, especialmente a prevenção de defeitos e avaliações, devem ficar a cargo da organização executora, uma vez que o projeto pode não durar o suficiente para colher as recompensas. Gerência de Qualidade e Gestão de Projetos
  33. 33. 33 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Trabalha para garantir que os requisitos do projeto, incluindo os requisitos do produto, são cumpridas e validadas. Gerência de Qualidade e Gestão de Projetos
  34. 34. 34 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Qualidade e Escopo Escopo Saídas Do Produto • Aspectos e funções que caracterizam um produto/serviço Características, Funções X Produtos / Serviços Do Projeto • Trabalho que deve ser feito para fornecer o produto/serviço conforme acordado. Plano do Projeto Gestão da Qualidade: Requisitos Gestão da Qualidade: Plano
  35. 35. 35 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa A Efetividade de um Projeto Projeto Produto do Projeto Requisito de conformidade do PROCESSO DO PROJETO Requisito de conformidade do PRODUTO Requisito da Organização Executora do PROJETO Requisito de Cliente do produto do PROJETO EFICIÊNCIA EFICÁCIA EFETIVIDADE
  36. 36. 36 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Requisitos da Qualidade de um projeto
  37. 37. 37 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa UNIDADE II PROCESSOS DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE EM PROJETOS
  38. 38. 38 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Processos de Gerenciamento da Qualidade VisãoGeraldoGerenciamentoda QualidadeemProjetos 8.1 Planejar o Gerenciamento da Qualidade 8.2 Realizar a Garantia da Qualidade 8.3 Controlar a Qualidade O processo de identificação dos requisitos e/ou padrões da qualidade do projeto e suas entregas, além da documentação de como o projeto demonstrará a conformidade com os requisitos e/ou padrões de qualidade. O processo de auditoria dos requisitos de qualidade e dos resultados das medições do controle de qualidade para garantir o uso dos padrões de qualidade e das definições operacionais apropriadas O processo de monitoramento e registro dos resultados da execução das atividades de qualidade para avaliar o desempenho e recomendar as mudanças necessárias.
  39. 39. 39 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Iniciação Planejamento Execução Monitoramento e Controle Encerramento Qualidade Planejar o Gerenciamento da Qualidade Realizar a Garantia da Qualidade Controlar a Qualidade Processos de Gerenciamento da Qualidade
  40. 40. 40 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Visão Geral do Gerenciamento da Qualidade do Projeto
  41. 41. 41 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa É o processo de identificação dos requisitos e/ou padrões da qualidade do projeto e suas entregas, além da documentação de como o projeto demonstrará a conformidade com os requisitos e/ou padrões de qualidade Planejar o Gerenciamento da Qualidade
  42. 42. 42 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Planejar o Gerenciamento da Qualidade
  43. 43. 43 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa É o processo de auditoria dos requisitos de qualidade e dos resultados das medições do controle de qualidade para garantir o uso dos padrões de qualidade e das definições operacionais apropriadas. Realizar a Garantia da Qualidade
  44. 44. 44 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Realizar a Garantia da Qualidade
  45. 45. 45 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa É o processo de monitoramento e registro dos resultados da execução das atividades de qualidade para avaliar o desempenho e recomendar as mudanças necessárias. Controlar a Qualidade
  46. 46. 46 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Controlar a Qualidade
  47. 47. 47 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Plano de Gerenciamento da Qualidade – Modelo 1 O Plano de gerenciamento da qualidade é um documento formal que descreve os procedimentos utilizados para gerenciar todos os aspectos da qualidade do projeto. No plano devem estar documentados:  Título do projeto  Nome da pessoa que elaborou o documento  Descritivo dos processos de gerenciamento da qualidade (regras gerais)  Priorização das mudanças nos quesitos da qualidade e respostas  Sistema de controle de mudanças das qualidade  Frequência de avaliação dos requisitos da qualidade do projeto  Alocação financeira das mudanças nos requisitos da qualidade  Administração do plano de gerenciamento da qualidade  Nome do responsável pelo plano  Frequência de atualização do plano de gerenciamento da qualidade  Outros assuntos relacionados ao gerenciamento da qualidade não previstos no plano  Registro de alterações no documento  aprovações
  48. 48. 48 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Nome do projeto Nome da Equipe Nome do Gerente do Projeto Data: 1. Disposições gerais 1.1 Objetivo Este documento constitui-se como principal referência dentro do Sistema de Qualidade do Projeto ( ) tendo como objetivo assegurar e definir as atividades de garantia e controle da qualidade. Por ser uma ferramenta de coordenação, este documento destina-se a:  Definir para todos os profissionais os procedimentos, regras e métodos comuns ao projeto  Fornecer aos responsáveis da qualidade do projeto as informações que permitam implementar e acompanhar as ações de prevenção e de correção e os respectivos planos de ação  Estabelecer obrigações e atribuições da direção do projeto relativas ao seguimento da qualidade. Plano de Gerenciamento da Qualidade – Modelo 2
  49. 49. 49 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Plano de Gerenciamento da Qualidade 1. Disposições gerais 1.2 Campo de Aplicação Este documento se aplica em todo o ciclo de vida do projeto e obriga a todas as partes interessadas a respeitar as disposições nele descritas. Caso ocorram desvios ao cumprimento das disposições aqui descritas, o fato deve ser relatado em reunião, seguindo as regras de escalonamento, para que seja discutido e acertado o ponto em questão. 1.3 Controle e Utilização Este documento será utilizado durante todo o ciclo de vida do projeto e deve garantir que:  Nenhum outro plano de qualidade ou nenhuma norma ou regra que entre em contradição com este plano, seja utilizada. Os controle de qualidade se efetuem, primeiro, em relação a este documento, e a partir deste, com outros planos específicos.  Qualquer modificação necessária deverá seguir as regras definidas para alteração, definidas neste documento.  Deve ser respeitado o fluxo de alteração do documento de qualidade, descrito no item relativo a processos.
  50. 50. 50 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Plano de Gerenciamento da Qualidade 2. Responsabilidades 2.1 Gerente do Projeto  Deve entender os princípios da gestão da qualidade  Deve ser sensível aos requisitos do clientes  Deve estabelecer padrões para avaliação do progresso do projeto  Focar na prevenção em vez de na correção  medir a qualidade em termos financeiros: o custo da qualidade 2.2 Membros da Equipe do Projeto  Devem entender o trabalho as ser executado  Devem ter conhecimento das habilidades necessárias  Devem estar motivadas  Devem entender as razões para executar o trabalho da forma prescrita  Devem receber as ferramentas necessárias  Devem receber o treinamento necessário
  51. 51. 51 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa 3. Procedimentos e processos 3.1 Processo de aceite de entregas Para aceitação da entrega de um pacote de trabalho, o profissional responsável pela entrega deverá verificar se o produto desta encontra-se em conformidade com os requisitos estabelecidos. A correção de pendências terá apenas um ciclo para evitar que o fluxo fique sempre em aberto. Ao final da primeira correção caso não tenha alguma pendência será resolvida via reunião entre os envolvidos. No caso de haver algum impeditivo, deverá ser seguido o procedimento de escalonamento. 3.2 Controles periódicos Os controle periódicos do projeto serão realizados pelo Gerente do Projeto e consiste na verificação de cronogramas, gráficos de andamento das atividades, gestão de alerta, dificuldades técnicas imprevistas, solicitações de alterações de requisitos e riscos levantados. Plano de Gerenciamento da Qualidade
  52. 52. 52 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa 4. Revisões de Qualidade Os objetivos de uma revisão de qualidade são verificar se estão sendo aplicadas as orientações estipuladas neste plano, se as metas e objetivos do projeto estão sendo cumpridos, se o cronograma está sendo cumprido e se os produtos estão sendo entregues conforme estipulado. Uma revisão serve como medida de controle sobre todas as atividades do projeto. A revisão não segue uma data de calendário para sua realização mas sim, em função dos eventos. 5. Auditoria de Projeto A auditoria de projeto é uma intervenção coordenada pelo Gerente de Qualidade que tem o objetivo de averiguar aspectos do projeto relativos a organização, documentação, gestão, cumprimentos aos cronogramas, objetivos e compromissos assumidos. 6. Critérios e Indicadores da Qualidade do Produto Os principais objetivos de qualidade os critérios para medir a qualidade das entregas estão definidos abaixo: Plano de Gerenciamento da Qualidade
  53. 53. 53 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Objetivos Padrões de Qualidade Indicadores Atendimento às especificações Simetria 7. Critérios e Indicadores da Qualidade do Projeto Os principais objetivos de qualidade os critérios para medir a qualidade do projeto estão definidos abaixo: Objetivos Itens de verificação Indicadores Respeito aos prazos definidos Respeito aos padrões de qualidade Respeito ao orçamento Plano de Gerenciamento da Qualidade
  54. 54. 54 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa LOGO PROJETO PLANO DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE Rev.: Data: Folha ___ de ___ 1. INTRODUÇÃO Este plano descreve a elaboração e a composição do plano de gerenciamento da qualidade do projeto X. 2. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA QUALIDADE Indicar o organograma, funções e responsabilidades dos integrantes da equipe de gerenciamento da qualidade. 3. POLÍTICAS DA QUALIDADE Indicar as políticas da qualidade da organização que serão utilizadas ou servirão de base para o gerenciamento da qualidade do projeto. Plano de Gerenciamento da Qualidade – Modelo 3
  55. 55. 55 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa LOGO PROJETO PLANO DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE Rev.: Data: Folha ___ de ___ 4. PROCESSOS E PROCEDIMENTOS DO GERENCIAMENTO DA QUALIDADE Indicar os processos e procedimentos que deverão ser utilizados no gerenciamento fda qualidade 5. RECURSOS DO GERENCIAMENTO DA QUALIDADE Indicar os recursos humanos (próprios ou contratados), recursos de materiais e equipamentos (próprios ou contratados) para o desenvolvimento do gerenciamento da qualidade. 6. CONTROLE DA QUALIDADE Indicar equipe específica de execução do controle da qualidade 7. GARANTIA DA QUALIDADE Indicar o setor, departamento ou organização responsável pela execução da garantia da qualidade. Plano de Gerenciamento da Qualidade – Modelo 3
  56. 56. 56 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa UNIDADE III SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE TOTAL
  57. 57. 57 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Gestão da qualidade: evolução e conceitos
  58. 58. 58 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Evolução da Qualidade  Inspeção  Controle Estatístico da Qualidade  Garantia da Qualidade  Gestão Estratégica da Qualidade As Quatro Principais Fases da Qualidade
  59. 59. 59 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Evolução da Qualidade 1 - Preocupação básica: Verificação 2 - Visão da Qualidade: Um problema a ser resolvido 3 - Ênfase: Uniformidade do produto 4 - Métodos: Instrumento de medição 5 - Responsável pela Qualidade: O Departamento de Inspeção 6 - Orientação e abordagem: “Inspeciona” a qualidade Inspeção
  60. 60. 60 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa 1 - Preocupação básica: Controle 2 - Visão da Qualidade: Um problema a ser resolvido 3 - Ênfase: Uniformidade do produto com menos inspeção 4 - Métodos: Instrumentos e técnicas estatísticas 5 - Responsável pela Qualidade: Os departamentos de produção e engenharia 6 - Orientação e abordagem: “Controla” a qualidade Controle Estatístico da Qualidade Evolução da Qualidade
  61. 61. 61 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa 1 - Preocupação básica: Coordenação 2 - Visão da Qualidade: Um problema a ser resolvido, mas que seja enfrentado proativamente. 3 - Ênfase: Toda a cadeia de produção, desde o projeto até o mercado, e a contribuição de todos os grupos funcionais, especialmente os projetistas, para impedir falhas de qualidade. 4 - Métodos: Programas e Sistemas 5 - Responsável pela Qualidade: Todos os departamentos, embora a alta gerência só se envolva perifericamente com o projeto, o planejamento e a execução das políticas da qualidade. 6 - Orientação e abordagem: “Constrói” a qualidade Garantia da Qualidade Evolução da Qualidade
  62. 62. 62 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa 1 - Preocupação básica: Impacto estratégico 2 - Visão da Qualidade: Uma oportunidade de concorrência 3 - Ênfase: As necessidades de mercado e do consumidor 4 - Métodos: Planejamento estratégico, estabelecimento de objetivos e a mobilização da organização 5 - Responsável pela Qualidade: Todos na empresa, com a alta gerência exercendo forte liderança 6 - Orientação e abordagem: “Gerencia” a qualidade. Gerenciamento Estratégico da Qualidade Evolução da Qualidade
  63. 63. 63 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa  Feigenbaum É uma determinação do consumidor e não do engenheiro, da área comercial ou da administração de uma empresa. É um conjunto de características do produto ou serviço em uso, as quais satisfazem as expectativas do cliente. Conceitos de Qualidade  Juran É a adequação ao uso. Estabeleceu que a Qualidade é feita de três processos gerenciais que são: o planejamento, o controle e a melhoria.
  64. 64. 64 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Processos Gerenciais – Trilogia de Juran A C P D Plano PROCESSO NOVO Definir novos padrões ( produto novo ) para atingir metas QCEMS Padrão PROCESSO EXISTENTE Cumprir os padrões estabelecidos verificando os resultados e corrigindo as anomalias A C P D A C P D Plano PROCESSO EXISTENTE Alterar padrões para atingir novas metas
  65. 65. 65 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa  Deming – 14 Princípios 1. Criar constância de propósitos na melhoria contínua de produtos e serviços Destine recursos permanentes, para a melhoria dos produtos e serviços, com o objetivo de tornar-se competitivo, assegurar a continuidade do negocio e criar empregos. 2. Adoção da nova filosofia Os atrasos, os erros e a falta de uma política de formação já não podem ser tolerados sendo necessária uma transformação na abordagem da gestão ocidental. Conceitos de Qualidade
  66. 66. 66 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa  Deming – 14 Princípios 3. Não depender da inspeção em massa - Para eliminar a necessidade da inspeção em massa, colocar a produção com qualidade em primeiro lugar - A inspeção em massa normalmente não e confiável e custa caro 4. Cessar a prática de avaliar as transações apenas com base nos preços - Em vez disso, minimizar o custo total de uso. O preço não faz sentido sem uma medida da qualidade do que se esta adquirindo. - Procurar fazer parcerias, tendo um único fornecedor para cada insumo, construindo um relacionamento de longo prazo, lealdade e confiança Conceitos de Qualidade
  67. 67. 67 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa  Deming – 14 Princípios 5. Melhorar continuamente o sistema de produção e serviços Assim e possível melhorar a qualidade e produtividade e, dessa forma, reduzir constantemente os custos 6. Instituir o treinamento profissional do pessoal Dar ênfase ao treinamento em serviço. 7. Instituir a liderança - O objetivo das chefias deve ser ajudar as pessoas, maquinas e sistemas a fazerem um trabalho melhor - Não e apenas supervisionar Conceitos de Qualidade
  68. 68. 68 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa  Deming – 14 Princípios 8. Não lidere com base no medo - Evite usar um estilo autoritário de gestão - Ninguém pode dar o melhor de si se não se sentir seguro, e necessário haver espaço para questionamentos e erros 9. Romper as barreiras entre os departamentos - As pessoas das áreas de pesquisa, projetos, vendas e produção devem trabalhar como uma só equipe, para prevenir quaisquer problemas da produção, do produtos e dos serviços - A existência de círculos de qualidade multidisciplinares contribuem para o enriquecimento das tarefas e das soluções Conceitos de Qualidade
  69. 69. 69 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa  Deming – 14 Princípios 10. Elimine as campanhas ou slogans com base na imposição de metas - A maioria dos problemas de qualidade tem a ver com os processos e sistemas que são criados pelos gestores -Objetivos são necessários a todos, mas objetivos numéricos definidos para terceiros sem nenhuma indicação de como chegar la, produzem efeitos contrários aos desejados 11. Eliminar quotas numéricas para a mão de obra Esses indicadores realçam a quantidade em detrimento da qualidade Conceitos de Qualidade
  70. 70. 70 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa  Deming – 14 Princípios 12. Remover barreiras ao orgulho do trabalho bem realizado - Isto inclui eliminar avaliações anuais por cumprimento de metas numéricas 13. Instituir um vigoroso programa de educação e reciclagens nos novos métodos Uma organização precisa de profissionais que buscam se aprimorar de forma adequada ao seu trabalho 14. Planos de ação: agir no sentido de concretizar a transformação desejada. A transformação e o trabalho de todos, mas a administração deve “vivenciar” diariamente cada um dos 13 princípios anteriores. Conceitos de Qualidade
  71. 71. 71 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa  Crosby Define qualidade como a conformidade com as especificações. Esta definição é voltada inteiramente para o cliente, enfatizando que a Qualidade é tangível, gerenciável e pode ser medida. Enfatiza:  Formação de uma equipe de melhoria  Fazer certo da primeira vez  Zero defeito  Especificar bem  Avaliação dos custos da qualidade Conceitos de Qualidade
  72. 72. 72 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa  Ishikawa Destaca que a qualidade deve ser em toda a empresa: Qualidade do serviço, Qualidade do trabalho, Qualidade da informação, Qualidade do processo, Qualidade do departamento, do operário, do engenheiro, do administrador, Qualidade das pessoas, Qualidade da própria empresa, de sua diretriz. Coloca o consumidor em 1º lugar = transposições das opiniões e expectativas do consumidor ao projeto, produção e distribuição. Enfatiza  O trabalho em equipe  A lealdade da empresa e dos funcionários  A forte relação entre fornecedor e consumidor. Conceitos de Qualidade
  73. 73. 73 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa  Gitlow É o julgamento feito pelos clientes ou usuários de um produto ou serviço; é o grau em que os clientes ou usuários sentem que o produto ou serviço exceda suas necessidades e expectativas. Conceitos de Qualidade  Falconi Um produto ou serviço de Qualidade é aquele que atenda perfeitamente, de forma confiável, de forma acessível, de forma segura e no tempo certo às necessidades do cliente.
  74. 74. 74 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa  Fiat Uno x Mercedes O Fiat Uno tem qualidade? Conceitos de Qualidade
  75. 75. 75 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa O grau em que um conjunto de características inerentes satisfaz os requisitos. Qualidade (PMBOK 2013)
  76. 76. 76 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa  Grau = quantidade de funcionalidades Qualidade e Grau
  77. 77. 77 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa  PNQ 2015 Totalidade de características de uma entidade (atividade ou processo, produto), organização, ou uma combinação destes, que lhe confere a capacidade de satisfazer as necessidades explícitas e implícitas dos clientes e demais partes interessadas. Conceitos de Qualidade  NBR ISO 9000:2005 É o grau no qual um conjunto de características inerentes satisfaz a requisitos. (Requisitos: necessidade ou expectativa que é expressa, geralmente, de forma implícita ou obrigatória Característica: propriedade diferenciadora)
  78. 78. 78 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Conceitos de Qualidade Parâmetros da Qualidade de Produto – Fatores de Satisfação Desempenho funcional; Disponibilidade, confiabilidade; Durabilidade; Conformidade; Mantenabilidade; Facilidade/conveniência de uso; Instalação e orientação de uso; Interface com o usuário Meio ambiente; Atendimento pós-venda, assistência; Estética; Qualidade percebida, imagem da marca Custo do ciclo de vida do produto
  79. 79. 79 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Conceitos de Qualidade Parâmetros da Qualidade em Serviços – Fatores de Satisfação As pessoas são:  Responsivas  Competentes  Acessíveis  Cortês  Boas comunicadoras  Sinceras  Conhecedoras dos clientes  Confiáveis
  80. 80. 80 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Conceito de Produtividade
  81. 81. 81 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Como aumentar a Produtividade  Aumente a saída usando o mesmo ou menor quantidade de recursos.  Reduza a quantidade de recursos usada enquanto mantenha a saída constante ou aumentando-a.  Use mais recursos ao mesmo tempo que apresente uma maior taxa de saída.  Diminua a saída ao mesmo tempo que apresente uma menor taxa de uso de recursos. Conceito de Produtividade
  82. 82. 82 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Medição da Produtividade  Capital = Número dos produtos produzidos dividido valor do custo de produção dos produtos  Materiais = Número dos produtos produzidos divididos pelos recursos ($) gastos com materiais  Mão de obra direta = Número de produtos produzidos dividido pelas horas diretas trabalhadas  Despesas gerais = número produtos produzidos dividido pelos gastos ($) com despesas gerais Conceito de Produtividade
  83. 83. 83 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Variáveis que afetam a Produtividade  Ambiente físico do trabalho:  Tecnologia, equipamentos, materiais, Iluminação, layout  Qualidade do produto:  Defeitos, sucatas, retrabalho  Performance do empregado Habilidade do empregado e motivação Conceito de Produtividade
  84. 84. 84 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa É Produzir cada vez mais e melhor com cada vez menos Conceito de Produtividade
  85. 85. 85 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Conceito de Competitividade Qualidade Produtividade + Foco no Mercado (Q,P,P) + Competitividade =
  86. 86. 86 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Conceito de Sobrevivência A produtividade cresce com a qualidade dos produtos, imprimindo maior competitividade à empresa e garantindo a sua sobrevivência no mercado.
  87. 87. 87 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Fundamentos de Gestão
  88. 88. 88 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Fundamentos de Gestão Fundamentos da Excelência  Pensamento sistêmico: Compreensão e tratamento das relações de interdependência e seus efeitos entre os diversos componentes que formam a organização, bem como entre eles e o ambiente com o qual interagem. Fonte: www.fnq.org.br
  89. 89. 89 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Dinâmica do Ponto Cego Mental Você pode responder quantos rostos existem na figura abaixo? Fundamentos de Gestão
  90. 90. 90 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Fundamentos da Excelência  Atuação em rede: desenvolvimento de relações e atividades em cooperação entre organizações ou indivíduos com interesses comuns e competências complementares.  Aprendizado organizacional: busca de maior eficácia e eficiência dos processos da organização e alcance de um novo patamar de competência, por meio da percepção, reflexão, avaliação e compartilhamento de conhecimento e experiências.  Inovação: promoção de um ambiente favorável à criatividade, experimentação e implementação de novas ideias capazes de gerar ganhos de competitividade com desenvolvimento sustentável. Fonte: www.fnq.org.br Fundamentos de Gestão
  91. 91. 91 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Fundamentos da Excelência  Agilidade: flexibilidade e rapidez de adaptação a novas demandas das partes interessadas e mudanças do ambiente, considerando a velocidade de assimilação e o tempo de ciclo dos processos.  Liderança transformadora: atuação dos líderes de forma inspiradora, exemplar, realizadora e com constância de propósito, estimulando as pessoas em torno de valores, princípios e objetivos da organização, explorando as potencialidades das culturas presentes, preparando líderes e interagindo com as partes interessadas.  Olhar para o futuro: projeção e compreensão de cenários e tendências prováveis do ambiente e dos possíveis efeitos sobre a organização, no curto e longo prazos, avaliando alternativas e adotando estratégias mais apropriadas. Fonte: www.fnq.org.br Fundamentos de Gestão
  92. 92. 92 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Fundamentos da Excelência  Conhecimento sobre o cliente e mercados: interação com clientes e mercados e entendimento de suas necessidades, expectativas e comportamentos, explícitos e potenciais, criando valor de forma sustentável.  Responsabilidade social: dever da organização de responder pelos impactos de suas decisões e atividades, na sociedade e no meio ambiente, e de contribuir para a melhoria das condições de vida, por meio de um comportamento ético e transparente, visando ao desenvolvimento sustentável.  Valorização das pessoas e da cultura: criação de condições favoráveis e seguras para as pessoas se desenvolverem integralmente, com ênfase na maximização do desempenho, na diversidade e fortalecimento de crenças, costumes e comportamentos favoráveis à excelência. Fonte: www.fnq.org.br Fundamentos de Gestão
  93. 93. 93 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Fundamentos da Excelência  Decisões fundamentadas: deliberações sobre direções a seguir e ações a executar, utilizando o conhecimento gerado a partir do tratamento de informações obtidas em medições, avaliações e análises de desempenho, de riscos, de retroalimentações e de experiências.  Orientação por processos: busca de eficiência e eficácia nos conjuntos de atividades que formam a cadeia de agregação de valor para os clientes e demais partes interessadas.  Geração de valor: alcance de resultados econômicos, sociais e ambientais, bem como de resultados dos processos que os potencializam, em níveis de excelência e que atendam às necessidades das partes interessadas. Fonte: www.fnq.org.br Fundamentos de Gestão
  94. 94. 94 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Gestão da Qualidade Total
  95. 95. 95 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa O que é Gestão da Qualidade Total?  Forma de gerenciamento que visa: • melhorar de modo contínuo o desempenho organizacional • possibilitar o alcance de vantagens competitivas • Auxiliar na sobrevivência das empresas  De que maneira: • Com o aumento da qualidade produtos/serviços • Com o crescimento da satisfação dos clientes • Viabilizando maior lucro e participação nos mercados
  96. 96. 96 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa  É o controle exercido por todas as pessoas para a satisfação de todas as pessoas.  É a busca da satisfação de todas as “pessoas” que se relacionam com a organização “stakehoders” (partes interessadas) de forma simultânea. Gestão da Qualidade Total - Conceito
  97. 97. 97 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa  É o sistema de atividades dirigidas para se atingir clientes satisfeitos, empregados com responsabilidade e autoridade, maior faturamento e menor custo” (Juran)  É uma estratégia de fazer negócios que objetiva maximizar a competitividade de uma empresa através da melhoria contínua da qualidade dos seus produtos, serviços, pessoas, processos e ambiente (Goetsch) Gestão da Qualidade Total - Conceito
  98. 98. 98 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa  Foco no cliente  Qualidade em primeiro lugar  Melhoria contínua de produtos e processos  Envolvimento, comprometimento e desenvolvimento de recursos humanos Princípios Fundamentais da Gestão da Qualidade Total
  99. 99. 99 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Foco no Cliente Melhoria contínua Comprometimento & Envolvimento Educação & Treinamento Foco em processos Abordagem científica Valores Métodos QFD DOE/Taguchi Seis SigmaBenchmarking FMEA PDCA SGQ ISO CEP Ferramentas Gráficos de Controle Pareto Causa e Efeito Matriz de Relações Diagrama de Afinidades Histograma Diagrama Árvore Elementos da Gestão da Qualidade Total
  100. 100. 100 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Gestão da Qualidade Total CLIENTES ACIONISTAS EMPREGADOS Preço Qualidade do produtos Qualidade dos serviços Valor agregado Satisfação do empregado Valorização profissional Vantagens e benefícios Ações comunitárias Defesa do meio ambiente VIZINHOS
  101. 101. 101 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Dimensões da Qualidade Total Satisfazendo a Necessidade das Pessoas Dimensões Qualidade Custo Entrega Moral Segurança Produto Serviço Custo Preço Prazo Certo Local Certo Empregados Usuário Quantidade Certa Empregados Cliente Comunidade Cliente Acionista Empregado Comunidade Cliente Empregado Cliente Empregado Comunidade
  102. 102. 102 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Modelo de Excelência da Gestão ®
  103. 103. 103 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Dinâmica da Excelência Associada
  104. 104. 104 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa O Modelo de Excelência da Gestão (MEG) é concebido tendo como base os Fundamentos da Excelência, sendo constituído por oito critérios: 1 Liderança 2 Estratégias e Planos 3 Clientes 4 Sociedade 5 Informações e Conhecimento 6 Pessoas 7 Processos 8 Resultados Critérios de Excelência em Gestão
  105. 105. 105 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Modelo de Excelência em Gestão Uma visão sistêmica da gestão organizacional
  106. 106. 106 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Diagrama de Gestão
  107. 107. 107 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Critério 1 – Liderança Esse Critério aborda os processos gerenciais relativos à orientação filosófica da organização e controle externo sobre sua direção; ao engajamento, pelas lideranças, das pessoas e partes interessadas na sua causa; e ao controle de resultados pela direção.
  108. 108. 108 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Critério 2 – Estratégias e Planos Esse Critério aborda os processos gerenciais relativos à concepção e à execução das estratégias, inclusive aqueles referentes ao estabelecimento de metas e à definição e ao acompanhamento de planos necessários para o êxito das estratégias.
  109. 109. 109 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Critério 3 – Clientes Esse Critério aborda os processos gerenciais relativos ao tratamento de informações de clientes e mercado e à comunicação com o mercado e clientes atuais e potenciais.
  110. 110. 110 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Critério 4 – Sociedade Esse Critério aborda os processos gerenciais relativos ao respeito e tratamento das demandas da sociedade e do meio ambiente e ao desenvolvimento social das comunidades mais influenciadas pela organização.
  111. 111. 111 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Critério 5 – Informações e Conhecimento Este Critério aborda os processos gerenciais relativos ao tratamento organizado da demanda por informações na organização e ao desenvolvimento controlado dos ativos intangíveis geradores de diferenciais competitivos, especialmente os de conhecimento.
  112. 112. 112 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Critério 6 – Pessoas Esse Critério aborda os processos gerenciais relativos à configuração de equipes de alto desempenho, ao desenvolvimento de competências das pessoas e à manutenção do seu bem-estar.
  113. 113. 113 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Critério 7 – Processos Esse Critério aborda os processos gerenciais relativos aos processos principais do negócio e aos de apoio, tratando separadamente os relativos a fornecedores e os econômico-financeiros.
  114. 114. 114 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Critério 8 – Resultados Esse Critério aborda os resultados da organização na forma de séries históricas e acompanhados de referenciais comparativos pertinentes, para avaliar o nível alcançado, e de níveis de desempenho associados aos principais requisitos de partes interessadas, para verificar o atendimento.
  115. 115. 115 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Fundamentos x Critérios de Excelência
  116. 116. 116 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa UNIDADE IV PDCA
  117. 117. 117 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Método PDCA
  118. 118. 118 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa PDCA  Cria um ambiente favorável à (ao):  Tomada de decisões baseada em fatos e dados  Estímulo à participação de todos os empregados  Valorização e estímulo ao trabalho em equipe  Valorização e reconhecimento da capacidade intelectual  Busca da identificação e a solução das causas dos problemas significativos (ações corretivas)  Melhoria da Qualidade de forma contínua Importância do PDCA
  119. 119. 119 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa O PDCA e as ferramentas gerenciais são utilizadas no ambiente organizacional, predominantemente, para manter e melhorar resultados por meio da identificação, observação e análise de problemas, bem como para o alcance das metas. Auxiliarão os gestores e todos os empregados na tomada de decisão adequada. O método de melhoria contínua (PDCA) não é apenas um instrumento para ser utilizado na gerência ou entre gerências, mas também auxilia na comunicação do quadro de comando (up-and- down). A solução de problemas faz parte do nosso cotidiano. Resolvemos problemas diariamente, mas ainda não estamos totalmente conscientes da necessidade de seguir um método estruturado do tipo PDCA. Independentemente do método a seguir, três etapas são fundamentais para o sucesso do processo de solução de problemas: identificar o problemas, analisar o fenômeno e as causas, propor solução e avaliar resultados. Então, rigor e disciplina no método são essenciais para o sucesso dos resultados! PDCA e Ferramentas
  120. 120. 120 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Por que estudar PDCA e Ferramentas Para .... • Reduzir ineficiências • Não conformidades, • Falhas, • Erros, • Desperdícios, • Retrabalhos • Reduzir custos • Melhorar a qualidade • Melhorar a produtividade • Melhorar a eficiência • Aumento da satisfação dos clientes
  121. 121. 121 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Como obter estes resultados? Gerente (responsável ou dono do processo) Liderança Conhecimento Gerencial (Método e Ferramentas) Conhecimento Técnico (Processo) Triângulo da Gestão (Vicente Falconi Campos)
  122. 122. 122 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Como aumentar o conhecimento gerencial? Método de Solução de Problemas Aumentando a capacidade analítica dos empregados.... • Utilizando: Ferramentas para análise de dados +
  123. 123. 123 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Como aumentar o conhecimento gerencial? Dominando as informações .... UNIVERSO DAS INFORMAÇÕES FATOS = Informações Qualitativas Dados = Informações Numéricas ATINGIR A META PLANOS DE AÇÃO PROCESSAMENTO COLETA CONHECIMENTOS DOS FATORES CONHECIMENTO TÉCNICO ATUAIS DO PROBLEMA ACUMULADO . O QUE? . QUEM? . COMO? . PSICOLOGIA . ONDE . QUANTOS . QUANDO? . ADMINISTRAÇÃO . ENGENHARIA, ETC. Várias Ferramentas da Administração e do Planejamento Estatística e Ferramentas da Estatística DISPOSIÇÃO ANÁLISE DO PROCESSO ANÁLISE DO FENÔMENO META PROBLEMA
  124. 124. 124 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Definição de Problema PROCESSO RESULTADOS Problema é o resultado indesejável de um processo
  125. 125. 125 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Definição de Problema SEU PROCESSO RESULTADOS 13 14 J F M A M J J A S O N D 2015 PROBLEMA PARA 2015 PROBLEMA TOTAL META (1,50) TaxadeFreqüênciadeAcidentes Pessoais(TRIFR) 3,00 3,20
  126. 126. 126 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Definição de Problema Em Suma Problema é: Qualquer diferença entre uma situação desejada e a situação atual. Problema é, portanto, um resultado indesejável do trabalho quando se compara o previsto (meta) com o real.
  127. 127. 127 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Definição de Meta É um objetivo a ser alcançado. Determinando-se um valor e um prazo para se chegar a esse objetivo Componentes de uma meta: • Objetivo gerencial • Valor • Prazo • Exemplos: • Aumentar o Índice de Desempenho de Prazos (IDP) do projeto “alfa” de 95% para 100% até 30/11/2015 • Aumentar o índice de satisfação dos clientes/usuários dos projetos da empresa “beta” de 90% para 95% até 31/12/2015
  128. 128. 128 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Definição de Método Método: Palavra de origem grega Método = Meta + Hodos (Caminho) Situação atual Meta É o caminho que leva a uma meta Método MELHOR
  129. 129. 129 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Método PDCA O PDCA é um método de gestão A DC P Situação atual Meta
  130. 130. 130 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa P – Plan (Planejar) D – Do (Executar)C – Check (Verificar) A – Act (Agir corretivamente ou Padronizar) A DC P Método PDCA
  131. 131. 131 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa PDCA para Gerenciamento de Processos P D A C Plan Do Action Check Defina as metas Determine os métodos para alcançar as metas Eduque e treine Execute o trabalho Verifique os efeitos do trabalho executado Atue no processo em função dos resultados
  132. 132. 132 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa PDCA para Solução de Problemas P D A C Plan Do Action Check Executar as ações propostas Verificar os efeitos do trabalho executado Padronizar Concluir
  133. 133. 133 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Gerenciando para Manter – Meta Padrão A S C D 1 2 3 4 5 EFETIVO ? NÃO SIM META PADRÃO: Qualidade Padrão, Custo Padrão, etc. PADRÃO: Estabelecido para atingir as metas padrão EXECUÇÃO: Cumprir o PADRÃO VERIFICAÇÃO: Confirmação da efetividade do PADRÃO AÇÃO CORRETIVA: Remoção do Sintoma Ação na causa (ANÁLISE) RELATO (Verbal ou Escrito) • Treinamento OJT/TWI • Supervisão • Diagnóstico PDCA - Operacional
  134. 134. 134 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa EXECUÇÃO: Atuação de acordo com o "Plano de Ação" A P C D 1 2 3 4 5 EFETIVO ? PROBLEMA: Identificação do Problema OBSERVAÇÃO: Reconhecimento das características do problema ANÁLISE: Descoberta das causas principais 7 6 8 PLANO DE AÇÃO: Contramedidas ás causas principais VERIFICAÇÃO: Confirmação da efetividade da ação PADRONIZAÇÃO: Eliminação definitiva das causas CONCLUSÃO: Revisão das atividades e planejamento para trabalho futuro NÃO SIM 00 01 2002 J D META MELHOR NÚMERO DE RECLAMAÇÕES Gerenciando para Melhorar – Meta de Melhoria PDCA - Tático
  135. 135. 135 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Resolvendo problema sem o PDCA Problema Causa Fundamental Causa Fundamental Causa Fundamental Causa Fundamental Mesmas causas fundamentais atuam novamente Problema Reincidente Ação de correção somente para remoção do sintoma Causas fundamentais do Problema não são investigadas Não são tomadas ações para bloquear as causas fundamentais do problema
  136. 136. 136 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Ocorrência da NC Avaliação da necessidade de ações para garantir a não reincidência da NC Determinação e implementação das ações Análise Crítica da NC Registro dos resultados de ações executadas Análise crítica de ações corretivas executadas Ok? Necessidade de ações? Sim Encerra a NC Sim Não Não Determinação das Causas Ação Corretiva (NBR ISO 9001:2008)
  137. 137. 137 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa UNIDADE V Ferramentas para o Gerenciamento da Qualidade em Projetos
  138. 138. 138 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa • Análise Custo/ Benefício • Custo da qualidade • Sete ferramentas básicas da qualidade • Benchmarking • Projeto de experimentos • Amostragem estatística • Ferramentas adicionais de planejamento da qualidade • Reuniões Ferramentas e Técnicas para o Processo Planejar o Gerenciamento da Qualidade
  139. 139. 139 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Ferramentas e Técnicas para o Processo Realizar a Garantia da Qualidade • Ferramentas de gerenciamento e controle da qualidade • Auditorias da Qualidade • Análise de processos
  140. 140. 140 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Ferramentas e Técnicas para o Processo Controlar a Qualidade • Sete ferramentas básicas da qualidade • Amostragem Estatística • Inspeção • Análise das solicitações de mudanças aprovadas
  141. 141. 141 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa CONCEITO: Análise Custo-Benefício Os principais benefícios de cumprir os requisitos de qualidade podem incluir menos retrabalho, maior produtividade, custos mais baixos, aumento da satisfação das partes interessadas e aumento da lucratividade. Um business case de cada atividade de qualidade compara o custo da etapa de qualidade com o benefício esperado. Etapa/ Atividade Critérios Resultado PriorizaçãoRetrabalho Produtividade Satisfação partes interessadas Custo Lucratividade
  142. 142. 142 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa CONCEITO: Benchmarking Benchmarking é um processo contínuo e sistemático para avaliar produtos e processos de trabalho de organizações que são reconhecidas como representantes das melhores práticas, com a finalidade de melhoria organizacional (SPENDOLINI, 1992). Benchmarking é a busca das melhores práticas na indústria que conduzem ao desempenho superior. (CAMP, 1998) Benchmarking envolve a comparação das práticas atuais ou planejadas de projetos com projetos referenciais para identificar, melhores práticas, ideias para gerar melhorias e prover uma base para medir o desempenho. Os projetos referenciais podem existir dentro ou fora da organização, ou dentro da mesma área de aplicação. Benchmarking permite a realização de comparações de projetos em diferentes áreas de aplicação.
  143. 143. 143 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa CONCEITO: QFD (Quality Function Deployment) QFD é uma técnica que que pode ser empregada durante todo o processo de desenvolvimento de produtos e que tem por objetivo auxiliar a equipe de desenvolvimento a incorporar no projeto as reais necessidades dos clientes. É a conversão dos requisitos dos requisitos do consumidor em características de qualidade do produto e o desenvolvimento da qualidade de projeto para o produto acabado através de desdobramentos sistemáticos das relações entre os requisitos do consumidor e as características do produto.
  144. 144. 144 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa A Casa da Qualidade QFD (Quality Function Deployment) A Casa da Qualidade é a mais importante matriz do QFD. É a matriz que auxilia o desdobramento dos requisitos do cliente em especificações técnicas do produto e permite que sejam estipulados os valores metas para o desempenho em termos destas características.
  145. 145. 145 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa A Casa da Qualidade QFD (Quality Function Deployment)
  146. 146. 146 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa A Casa da Qualidade QFD (Quality Function Deployment) A Casa da Qualidade é obtida pelo cruzamento da tabela dos requisitos do cliente (ou da qualidade exigida) com a tabela das características de qualidade
  147. 147. 147 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa A Casa da Qualidade QFD (Quality Function Deployment)
  148. 148. 148 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa A Casa da Qualidade QFD (Quality Function Deployment)
  149. 149. 149 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa A Casa da Qualidade QFD (Quality Function Deployment)
  150. 150. 150 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa A Casa da Qualidade - Exemplo QFD (Quality Function Deployment) Produto a ser desenvolvido: percevejo Função: fixar papéis/cartazes em painéis
  151. 151. 151 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Exercício 1 Vivenciar o QFD
  152. 152. 152 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Resposta Exercício QFD
  153. 153. 153 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Resposta Exercício QFD
  154. 154. 154 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa
  155. 155. 155 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Resposta Exercício QFD
  156. 156. 156 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Resposta Exercício QFD
  157. 157. 157 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Resposta Exercício QFD
  158. 158. 158 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Resposta Exercício QFD
  159. 159. 159 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Resposta Exercício QFD
  160. 160. 160 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Projeto de Experimento Projeto de experimentos (DOE) é um método estatístico para identificar quais os fatores que podem influenciar variáveis específicas de um produto ou processo em desenvolvimento ou em produção. DOE pode ser utilizado durante o processo Planejar o gerenciamento da qualidade para determinar o número e o tipo de testes e seu impacto no custo da qualidade.
  161. 161. 161 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa DOE também desempenha um papel importante na otimização produtos ou processos. DOE é usado para reduzir a sensibilidade do desempenho produto de fontes de variações causadas pelas diferenças ambientais ou de fabricação. Um aspecto importante desta técnica é que ela fornece uma estrutura estatística para alterar sistematicamente todos os fatores importantes, em vez de alterar a fatores, um de cada vez. Análise dos dados experimentais devem proporcionar melhores condições para o produto ou processo, destacar os fatores que influenciam os resultados e revelar a presença de interações e de sinergia entre os fatores. Por exemplo, designers automotivos usam esta técnica para determinar qual a combinação de suspensão e pneus produzem as características de passeio mais desejáveis ​​a um custo razoável. Projeto de Experimento
  162. 162. 162 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Ruído (z) Projeto de Experimento
  163. 163. 163 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Projeto de Experimento
  164. 164. 164 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Mapa do Processo Têm vários usos – Identificar os pontos para coleta de dados – Encontrar fontes de problemas – Identificar oportunidades de melhoria – Classificar as etapas com “adiciona/não adiciona” valor; – Medir o tempo de execução de cada etapa várias vezes; – Identificar gargalos e outras ineficiências (loops de retrabalho); – Avaliar a possibilidade de eliminar uma etapa; combinar uma etapa com outras; mudar a sequência das etapas; automatizar uma etapa
  165. 165. 165 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Mapa do Processo
  166. 166. 166 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Mapa de Processos Um exemplo de mapa de processo de carregamento de um operador logístico.
  167. 167. 167 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Mapa de Processos Um exemplo de mapa de processo de carregamento de um operador logístico.
  168. 168. 168 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Mapa de Processos
  169. 169. 169 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Mapa de Processos
  170. 170. 170 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Mapa do Processo – Modelo SIPOC
  171. 171. 171 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Métricas da Qualidade Uma métrica da qualidade especificamente descreve um atributo de projeto ou produto e como o processo de controle da qualidade o medirá. A medição é um valor real. A tolerância define as variações aceitáveis na métrica. Por exemplo, se o objetivo de qualidade é ficar dentro do orçamento aprovado em ± 10% , a métrica de qualidade específica é usada para medir o custo de cada entrega e determinar a variação percentual do orçamento aprovado para tal entrega. As métricas da qualidade são usadas nos processos de garantia da qualidade e de controle da qualidade. Alguns exemplos de métricas da qualidade incluem desempenho dentro do prazo, controle dos custos, frequência de defeitos, taxa de falhas, disponibilidade, confiabilidade, cobertura de testes, pontos de função, tempo médio entre falhas (TMEF), e tempo médio de reparo (TMDR).
  172. 172. 172 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa UTILIZAÇÃO: Utilizado para o levantamento de ideias relacionadas a um determinado assunto ou objetivo, como identificação de um problema, prováveis causas, solução de uma não conformidade ou problema, etc. CONCEITO: É uma técnica que visa desinibir os participantes da reunião para que dêem o maior número possível de idéias, encorajando o pensamento criativo de todos. OBJETIVO: Criar o maior número de idéias a cerca de um tema previamente selecionado. Brainstorming
  173. 173. 173 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Formas de Brainstorming • Estruturado • Nesta forma, todas as pessoas da equipe deve dar uma ideia a cada rodada ou "passar" até que chegue a sua vez. Vantagem: obriga até mesmo os tímidos a participarem. Desvantagem: pode gerar uma certa pressão sobre a pessoa • Não estruturado •Nesta forma, os membro da equipe simplesmente dão ideias conforme elas surgem em suas mente. Vantagem: Pode criar uma atmosfera mais relaxada. Desvantagem: Há risco de dominação/monopolização pelos participantes mais extrovertido .
  174. 174. 174 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa  Estimular a participação de todos.  Nunca criticar ideias  Respeitar as diferentes opiniões.  Ouvir sem preconceitos.  Suspender pré-julgamentos.  Apresentar muitas ideias. Quantidade é importante.  Pegar carona é permitido. Combine ou aperfeiçoe a ideia do colega.  Não ter receio de dar ideias.  Ter o pensamento flexível (deixar fluir o pensamento).  Ousar nas sugestões de melhoria.  Ter rapidez na resposta.  Escrever todas as ideias  Obter a concordância de todos  Duração de 5 a 15 minutos Regras básicas do brainstorming
  175. 175. 175 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Exercício 2 Vivenciar o Brainstorming
  176. 176. 176 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Resposta do Brainstorming: Causas do fracasso em projetos 1. Falta de entendimento do Escopo 2. Crescimento desordenado do Escopo 3. Falta de Patrocínio 4. Estimativas imprecisas 5. Excesso de Otimismo 6. Comunicações Pobres 7. Achar que planejamento é perda de tempo 8. Pobre Gestão de Mudanças 9. Falta de Liderança 10. Recursos Inadequados
  177. 177. 177 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Técnica Delphi
  178. 178. 178 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Ferramenta utilizada para dividir o todo em partes (estratos), facilitando a observação individual das mesmas. Uso na etapa de Observação do PDCA EXEMPLO: Os dados sobre pequenos acidentes ocorridos numa área podem estar sendo registrados numa simples folha, estejam eles aumentando ou diminuindo. Mas esse número é a soma do total dos acidentes, e que poderia ser estratificado: Por tipo: corte, queimadura, etc. Por local afetado: olhos, mãos, cabeça, etc. Por departamento: manutenção, expedição, laboratório, etc. Estratificado por cor Estratificação
  179. 179. 179 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Por Tempo Hora, dia da semana, dia do mês, mês, turno, horários diurno e noturno Por Local Máquina, área e posição Por Tipo Matéria-prima e produto Por Sintoma Defeito e ocorrência Outros Fatores Turma, operador, método, processo, instrumentos de medição e ferramentas D A D O S Tipos de Estratificação
  180. 180. 180 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Exercício 3 Vivenciar a Estratificação
  181. 181. 181 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa É a ferramenta da qualidade utilizada para facilitar e organizar o processo de coleta e registro de dados, de forma a contribuir para otimizar a posterior análise dos dados obtidos. Uso nas etapas de Identificação do problema e observação do PDCA UTILIZAÇÃO E ELABORAÇÃO: • Defina o objetivo da coleta de dados. • Inclua campos para: • Título (p. ex.: reclamações dos clientes) • Identificação do responsável pela coleta (quem). • Período de observação • O registro da origem dos dados (turno, data de coleta, turma, período da coleta, etc.). • Instrua os envolvidas na coleta sobre importância do preenchimento da folha, e exatamente o que, onde, quando e como será medido. NOTA: Uma folha bem elaborada é o início da transformação de opiniões em fatos e dados. Folha de Verificação
  182. 182. 182 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Folha de Verificação (Simples) Rev.: Data: Folha ___ de ___ Sempre Na maioria das vezes NuncaAtividades do treinamento LOGO PROJETO FOLHA DE VERIFICAÇÃO 1 As atividades estão sendo execitadas conforme treinamento? 6 A produtividade prevista no treinamento está sendo alcançada? 7 Os relatórios obedecem o estipulado no treinamento? 8 Foram listados os problemas ocorridos? 9 Foram definidas as causas dos problemas? 2 Todos estão cumprindo os horários estabelecidos? 3 As instruções relativas ao uso dos equipamentos estão sendo observadas? 4 As instruções de serviço estão sendo seguidas? 5 As instruções de seguranças estão sendo seguidas? 10 Foram tomadas ações corretivas para os problemas ocorridos? 11 Foram tomadas ações preventivas para os problemas? 12 Os resultados são satisfatórios de uma forma geral?
  183. 183. 183 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Folha de Verificação (De frequência) Rev.: Data: Folha ___ de ___ Processo: Fabricação da peça X Período: 01/08/2013 a 30/08/2013 Responsável: Carlos Augusto Produção: 420 peças NC- 1 NC- 2 22//// //// //// //// // 8 NC-3 NC-4 NC´S diversas //// //// //// //// //// / 73Total de NCs LOGO PROJETO FOLHA DE VERIFICAÇÃO DE FREQUÊNCIA DE NÃO CONFORMIDADES //// //// //// //// //// //// 19 15 9
  184. 184. 184 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Exercício 4 Vivenciar a Folha de Verificação
  185. 185. 185 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa É um gráfico de barras verticais que dispõe a informação de forma a tornar evidente e visual a priorização de temas. É utilizado para classificar e priorizar problemas, falhas, não conformidades ou anomalias. Uso nas etapas de Observação e Verificação do PDCA UTILIZAÇÃO: O Método de Análise de Pareto permite: a - dividir um problema grande num grande número de problemas menores e que são mais fáceis de serem resolvidos; b - priorizar projetos; c - estabelecimento de metas concretas e atingíveis. Nota: Em muitos casos, a maior parte dos defeitos e de seus decorrem de um número relativamente pequeno de causas (poucos vitais e muitos triviais: 80 / 20) Diagrama de Pareto
  186. 186. 186 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Diagrama de Pareto – Regra 80 / 20
  187. 187. 187 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa COMO CONSTRUIR DIAGRAMAS DE PARETO Etapa 1 – Defina o tipo de problema a ser investigado / estudado (Atrasos na entrega de uma obra, número de reclamações dos clientes, Acidentes em um projeto, etc.) Etapa 2 – Liste os possíveis fatores de estratificação do problema escolhido (por tipo, turno, máquina, etc.) Etapa 3 – Estabeleça o método e período de coleta de dados Etapa 4 – Elabore um lista de verificação e registre o total de observações de cada categoria e o número total. Etapa 5 - Prepare uma planilha de dados para o Diagrama de Pareto com as seguintes informações: categorias, quantidades individuais, totais acumulados, percentagens individuais, percentagens acumuladas.
  188. 188. 188 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa COMO CONSTRUIR DIAGRAMAS DE PARETO Categoria Frequência Frequência Acumulada % Relativo % Acumulado Total
  189. 189. 189 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa COMO CONSTRUIR DIAGRAMAS DE PARETO Etapa 5 – Ordene os itens, listando as categorias em ordem decrescente de quantidade e preencha a planilha de dados para o Diagrama de Pareto. Etapa 6 – Trace dois eixos verticais de mesmo comprimento e um eixo horizontal. • Marque o eixo vertical do lado esquerdo com uma escala de 0 até o valor total geral (identifique o nome da variável representada neste eixo e a unidade de medida. • Marque o eixo vertical direito com uma escala de 0% a 100%. Identifique este eixo como “percentagem acumulada (%)” • Divida o eixo horizontal em número de intervalos igual ao número de categorias constantes na planilha de dados. Etapa 7 – Identifique cada intervalo do eixo horizontal com o nome das categorias.
  190. 190. 190 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa COMO CONSTRUIR DIAGRAMAS DE PARETO Etapa 8 – Construa um gráfico de barras utilizando a escala do eixo vertical do lado esquerdo. Etapa 9 – Construa a curva de Pareto marcando os valores acumulados(total ou percentagem), acima e no lado direito do intervalo de cada categoria, e ligue os pontos com seguimentos de reta. Etapa 10 – Registre outras informações que devam constar no diagrama: • Título • Período de coleta dos dados • Número Objetivo do estudo realizado • Quantidade total de dados
  191. 191. 191 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Priorização com Ajuda do Diagrama de Pareto
  192. 192. 192 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Priorização com Ajuda do Diagrama de Pareto
  193. 193. 193 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Priorização com Ajuda do Diagrama de Pareto
  194. 194. 194 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Análise de Pareto (Relatório de Acidentes)
  195. 195. 195 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Depois da Execução da Melhoria Efeito total da execução das melhorias 0 (%) 100 50 125 100 0 B C D A Outros Tipo de defeito Quantidadede itensdefeituosos (%) 100 Antes da Execução da Melhoria 50 100 200 225 0 0 A B C D Outros Tipo de defeito Quantidadede itensdefeituosos Antes e Depois
  196. 196. 196 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Exercício 5 Vivenciar o Diagrama de Pareto
  197. 197. 197 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa É uma estrutura gráfica que representa a relação entre um efeito e suas respectivas causas. FINALIDADE: Identificar de modo simples, rápido e sistemático a relação múltipla entre causa e efeito. Este diagrama é usado par levantar as causas de problemas, de não conformidades, estabelecer itens de controle, etc. PROBLEMA CAUSAS EFEITO Diagrama de Causa e Efeito
  198. 198. 198 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Característica Característica ou Problema (Efeito) Espinha Grande Espinha Média Espinha Pequena Espinha Dorsal Fatores (Causas) Estrutura:
  199. 199. 199 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa COMO USAR? • A equipe deve se munir de todos os dados e informações disponíveis, fazer um “brainstorming” ou seja, uma “tempestade de ideias” . • O “brainstorming” deve ser conduzido pelo líder, nos seguintes passos: 1. Desenhe, no quadro, o diagrama com a indicação clara do problema; 2. Faça a pergunta: “o que está causando este problema?”; 3. Deixe que os membros do grupo deem suas opiniões; 4. Agrupe as opiniões (reunindo as similares e descartando as que, segundo consenso do grupo, não são causas do problema) e escreva no diagrama. Poderão ser agrupadas seguindo os 6M’s (máquina, mão-de-obra, medida, método, material, meio ambiente); 5. Estipule a importância de cada fator Dormir com a TV ligada ALTO CONSUMO DE ENERGIA Lâmpadas acesas de dia Geladeira aberta, após o uso Esquece de ligar o “timer”
  200. 200. 200 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Falha de Equipamento MÉTODOMÃO DE OBRA MEDIDA MÁQUIN A MATERIALMEIO AMBIENTE VibraçãoBibliografia Vazamento de óleo Poluição salina Ruído excessivo Sobressalentes Tempo de execução Padrões inadequados Baixa motivaçãoExcesso de reuniões Tempo de pesquisa Treinamento Exemplo
  201. 201. 201 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Exemplo
  202. 202. 202 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Exercício 6 Vivenciar o Diagrama de Causa - Efeito
  203. 203. 203 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa É uma ferramenta usada para registrar, cronologicamente, a evolução de um fenômeno dentro de certo período de tempo, ou as frequências de vários fenômenos em um momento ou período definido. É um gráfico de barras que mostra a variação de um grupo de dados relativos a uma mesma variável, por meio da distribuição de frequência. Nele, o eixo vertical se refere à frequência da ocorrência. Por isso, a altura da coluna vertical é proporcional a essa frequência. O eixo horizontal, por sua vez, mostra a característica de medida dividida em classes. É uma forma de descrição gráfica de dados quantitativos, agrupados em classes de frequência. Uso na etapa de Identificação do problema do PDCA Histograma
  204. 204. 204 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Durante a construção e análise de um histograma, devemos ter alguns cuidados: • Quanto maior for a quantidade de dados para a construção do histograma, mais precisa será a informação sobre a variabilidade do processo; • Não é aconselhável tirar conclusões definitivas somente com a análise do histograma, é preciso recorrer a outras ferramentas. Análise do Histograma Histograma
  205. 205. 205 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa •Variabilidade do processo (dispersão deve ser pequena); • Simetria da distribuição (forma); • concentração de dados em dado valor (centralização – deve estar na média); • Truncamento dos dados em determinada faixa. Análise do Histograma – Fatores observados Histograma
  206. 206. 206 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Exemplo
  207. 207. 207 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Elementos de um Histograma • Classe: Cada barra • Limites de classe: São os valores máximo e mínimo de cada classe • Amplitude: Intervalo entre os limites de uma classe • Frequência: Número de observações pertencentes a uma dada classe
  208. 208. 208 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Distribuição dos Dados Média ˆ ˆ ˆ ˆ ˆ ˆ xx - 3ˆ x + 3ˆ 99,73% dos dados Histograma
  209. 209. 209 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa COMO CONSTRUIR Etapa 1 – Colete n dados (amostra) referentes à variável cuja distribuição será analisada n > 50 Etapa 2 – Escolha o número de intervalo de classes (k) k =√ n ou utilizando o guia abaixo: Tamanho da Amostra (n) Nº de intervalo k < 50 5 – 7 50 – 100 6 – 10 100 – 250 7 – 12 > 250 10 - 20
  210. 210. 210 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa COMO CONSTRUIR Etapa 3 – Identifique o maior e o menor valor da amostra Xmáx e Xmin Etapa 4 – Calcule a amplitude total dos dados ( R ) R = Xmáx - Xmin Etapa 5 – Calcule o comprimento de cada intervalo ( h ) h = R / k (amplitude de classe) Etapa 6 – Determine os limites de cada intervalo Primeiro intervalo: Limite inferior: LI1= Xmin – h / 2 Limite superior: LS1= LI1 + h
  211. 211. 211 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa COMO CONSTRUIR Segundo intervalo: Limite inferior: LI2= LS1 Limite superior: LS1= LI2 + h i- ésimo intervalo: Limite inferior: LIi= Lsi - 1 Limite superior: LSi= LIi + h Etapa 7 – Construir uma tabela de frequência contendo: • Nº de ordem de cada intervalo (i) • Limites de dada intervalo (fechados à esquerda e aberto à direita ├ ) • Ponto médio xi do i-ésimo intervalo: xi = (Lsi+ Lii)/2 • Tabulação • Freqüência (fi) do i-ésimo intervalo • Freqüência relativa (fi/n) do i-ésimo intervalo • Desenhar o histograma • Registre: Título, período de coleta dos dados e tamanho da amostra.
  212. 212. 212 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Exercício 7 Vivenciar o Histograma
  213. 213. 213 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa É usado para se verificar uma possível relação de causa e efeito entre duas variáveis objetos de estudo. Revela a maior, menor ou nenhuma dependência de uma variável em relação à outra. Uso na etapa de Análise do problema do PDCA Diagrama de Dispersão Distância de frenagem de carros de 1920 Velocidade (Km/h) Distânciaparafrenar(m)
  214. 214. 214 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa COMO CONSTRUIR Etapa 1 – Coletar uma amostra de pelo menos 30 pares (x, y) das variáveis cujo tipo de relacionamento será estudado. Etapa 2– Registrar os dados em uma tabela . Etapa 3 – Traçar um gráfico cartesiano. Etapa 4 – Marcar no gráfico os pares de valores (x e y) Etapa 5 – analise o diagrama, verificando a existência de correlação. Etapa 6 – Registra as seguintes informações: • Título • Período de coleta dos dados • Nº de pares de observações • Unidade de medida de cada eixo • Responsável pela construção do diagrama
  215. 215. 215 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Tipos de Correlações Correlação nula: O gráfico demonstra que nem inflação gera aceleração do crescimento e nem que o crescimento da demanda acelera a inflação
  216. 216. 216 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Cálculo do coeficiente de correlação ( r ) Coeficiente de correlação: É uma medida do grau de correlação entre duas variáveis ( representado pela letra r ). Varia de –1 a + 1. Quanto mais próximo da unidade ( acima de 0,75 ) mais correlacionadas são as variáveis. ])(][)([ ))(( 2222 yynxxn xyxyn r   
  217. 217. 217 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Coeficiente de correlação ( r ) Valores dos Coeficientes Descrição +1,00 Correlação positiva perfeita + 0,70 a 0,99 Correlação positiva muito forte + 0,50 a 0,69 Correlação positiva substancial + 0,30 a 0,49 Correlação positiva moderada + 0,10 a 0,29 Correlação positiva baixa + 0,01 a 0,09 Correlação positiva ínfima 0,00 Nenhuma correlação - 0,01 a 0,09 Correlação negativa ínfima - 0,01 a 0,29 Correlação negativa baixa - 0,30 a 0,49 Correlação negativa moderada - 0,50 a 0,69 Correlação negativa substancial - 0,70 a 0,99 Correlação negativa muito forte - 1,00 Correlação negativa perfeita
  218. 218. 218 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Propriedades do ( r ) • Valor de r não muda se todos valores de qualquer das variáveis forem convertidos para uma escala diferente. • Valor de r não é afetado pela inversão de x ou y. Ou seja, mudar os valores de x pelos valores de y e vice-versa não modificará r. • r mede intensidade de relação linear, não sendo planejado para medir intensidade de relação que não seja linear. • O valor de r2 é a proporção da variação em y que é explicada pela relação linear entre x e y.
  219. 219. 219 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Estimativa da reta de regressão y = a + bx (Método dos Mínimos Quadrados) y = Variável dependente x = Variável independente x y α b =tg α x a     2)(2 ))(( xxn xyxyn b     2 _ 2 __ )( . xnx yxnxy b Estimativa: Equação da reta
  220. 220. 220 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Exemplo: Verificar se existe alguma correlação entre o número de palestras sobre segurança no trânsito (variável X) e os acidentes ( variável Y). Qual o percentual da variação do número de acidentes que pode ser explicada pela variação do número de palestras?
  221. 221. 221 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Exemplo: Palestra (x) Acidente (Y) x.y x2 y2 1 35 35 1 1225 2 39 78 4 1521 0 42 0 0 1764 5 28 140 25 784 12 18 216 144 324 4 35 140 16 1225 3 30 90 9 900 11 15 165 121 225 14 10 140 196 100 6 25 150 36 625 4 30 120 16 900  = 62   307   1274   568   9593 media x 5,6 média y 27,9
  222. 222. 222 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Exemplo: Y = a + bx = 39,1 – 2x
  223. 223. 223 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Exercício 8 Vivenciar o Diagrama de Dispersão
  224. 224. 224 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Mostra o desempenho do processo. Avalia se o comportamento de um processo, em termos de variação, é (ou não) previsível. O processo está sob controle se: a)Todos os pontos estão dentro dos limites estabelecidos b)A disposição dos pontos, dentro dos limites, é aleatória O processo não está sob controle se: a)Existir periodicidade (subidas e descidas) em intervalos regulares de tempo b)Existir tendência para cima ou para baixo c)Existe deslocamento (mudança no nível de desempenho) Gráfico de Controle
  225. 225. 225 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Existem dois tipos de gráfico de controle – um para valores contínuos e outro para valores discretos. Gráfico de Controle
  226. 226. 226 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Em qualquer tipo de gráfico de controle os limites de controle são calculados pela seguinte fórmula: O desvio-padrão é o da variação devido a causas comuns. Este tipo de gráfico é chamado de gráfico de controle 3 sigma e, estatisticamente, 99,73% das ocorrências estarão entre os limites superior e inferior de controle. Gráfico de Controle
  227. 227. 227 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Exemplo: comprimento(mm) lo te s C A U S A E S P E C I A L L IC ( lim ite in fe r io r d e c o n tr o le ) L S C ( lim ite s u p e r io r d e c o n tr o le ) M é d ia L IE ( lim ite in fe r io r d e e s p e c ific a ç ã o ) L S E ( lim ite s u p e r io r d e e s p e c ific a ç ã o ) Gráfico de Controle
  228. 228. 228 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa • Quando todos os valores marcados no gráfico estão dentro dos limites, sem qualquer tendência particular, o processo é considerado sob controle. Entretanto, se os pontos incidirem fora dos limites de controle ou apresentarem uma disposição atípica, o processo é julgado fora de controle. • A qualidade de um produto gerado por um processo está sujeita a variação e suas causas podem ser classificadas em dois tipos: • Causas comuns: a variação devida a causa comum é inevitável e inerente ao processo. • Causas especiais: a variação devida a causa especial é evitável e significa que existem fatores relevantes a ser investigados. Interpretação: Gráfico de Controle
  229. 229. 229 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa O processo abaixo não está sob controle estatístico, porém atende às especificações do produto. Análise do processo graficamente Gráfico de Controle
  230. 230. 230 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa O processo está sob controle estatístico, porém não atende às especificações do produto. Análise do processo graficamente Gráfico de Controle
  231. 231. 231 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa O processo está sob controle estatístico e atende às especificações, por isso pode ser considerado um processo seguro. Análise do processo graficamente Gráfico de Controle
  232. 232. 232 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa O processo não está sob controle estatístico e não atende às especificações. Análise do processo graficamente Gráfico de Controle
  233. 233. 233 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa É uma configuração (desenho) que contém as indicações passo a passo das etapas ou atividades de um processo de produção ou execução de um serviço É uma ferramenta para a avaliação de processos administrativos e produção Fluxograma
  234. 234. 234 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa BENEFÍCIOS: 1. Oferece compreensão única do processo 2. Possibilita a correção / eliminação de anormalidades ou etapas 3. Permite a visualização das: - Etapas que necessitam padronização - Relações interdepartamentais - Relações entre etapas e fases Fluxograma
  235. 235. 235 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Símbolos básicos do Fluxograma Início Fronteira do Processo Etapa do Processo Ponto de Decisão Fim Fronteira do Processo Fluxograma
  236. 236. 236 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Exemplo: Projeto reciclagem lixo eletrônico
  237. 237. 237 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Exercício 09 Vivenciar o Fluxograma
  238. 238. 238 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa É uma matriz especialmente construída para ordenar uma lista de itens. É uma ferramenta para tomadas de decisões, já que estabelece a priorização, que pode ou não ser baseada em fatores com pesos definidos (Ex.: 5, 3 e 1). UTILIZAÇÃO: A matriz deve ser usada quando: a)Todos concordam com os critérios de solução, mas discordam da ordem de implementação. b)Tem-se dificuldade em sequenciar a execução de uma série de tarefas. c)Tem-se dificuldade em escolher melhor o problema. Matriz de Priorização
  239. 239. 239 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa PONTUAÇÃO / PESOS DEFINIDOS: 1, 3 e 5 Modelo Conceitual Exemplos de fatores: Simplicidade, Gravidade, Urgência, Tendência, Benefícios, Segurança, Autonomia, Rapidez, Custo, Investimento, Impacto, Cliente, Operacionalização, Abrangência, Satisfação, Economia, Confiabilidade, Disponibilidade, Produtividade, etc. Fatores/ Problemas A B C Pontuação Classificação Matriz de Priorização
  240. 240. 240 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Matriz ABC © Matriz de Priorização
  241. 241. 241 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Matriz GUT É uma matriz de priorização que estabelece a priorização baseada nos fatores de Gravidade, Urgência e Tendência. Funcionamento: Após o brainstorming, vote em cada um dos problemas levantados e dê a sua nota conforme o quadro abaixo, multiplicando a gravidade pela tendência e pela urgência de cada item (problema), anotando em seguida os resultados encontrados. Feito isto some os pontos de cada problema e de cada participante da equipe. Dica: O(s) problema(s)/item(ns) com a(s) maior(es) pontuação (ões) deverá(ão) ser o(s) primeiro(s) a ser(em) atacado(s). Matriz de Priorização
  242. 242. 242 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa GRAVIDADE URGÊNCIA TENDÊNCIA O prejuízo que poderá decorrer da situação será: Sinto que deverei tomar uma ação: Se eu não fizer nada a situação será: Muito, muito Nota = 5 Já, já mesmo Nota = 5 Piorar Nota = 5 Mais ou menos Nota = 3 Posso aguardar Nota = 3 Permanece como está Nota = 3 Pequeno Nota = 1 Não há pressa Nota = 1 Melhorar Nota = 1 Critérios de Pontuação – Matriz GUT
  243. 243. 243 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Lista de Problemas G U T Pontuação (G x U x T) Prioridade 1 - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7 - 8 - 9 - . . n Matriz de Priorização - GUT
  244. 244. 244 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Consumo excessivo de baterias 3 5 3 45 Vazamento de óleo do motor 5 5 3 75 Ruído excessivo no motor 5 5 3 75 Consumo exessivo de combustível 3 5 3 45 Vazamento água do radiador 3 5 3 45 Vazamento do fluído de freio 5 5 5 125 Gravidade G Urgência U Tendência T Total Ocorrências CRITÉRIOS Consumo excessivo de baterias 3 5 3 45 Vazamento de óleo do motor 5 5 3 75 Ruído excessivo no motor 5 5 3 75 Consumo excessivo de combustível 3 5 3 45 Vazamento água do radiador 3 5 3 45 Vazamento do fluído de freio 5 5 5 125 Gravidade G Urgência U Tendência T Total Ocorrências CRITÉRIOS Utilizando a Matriz GUT Item priorizado
  245. 245. 245 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Matriz BRA © Matriz de Priorização
  246. 246. 246 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Exercício 10 Vivenciar a Matriz de Priorização
  247. 247. 247 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa É uma ferramenta muito eficaz para isso, já que permite fazer o mapeamento detalhado dos caminhos a serem percorridos para alcançar o objetivo e assim definir uma estratégia de abordagem, ou dar uma visão da sua estrutura. Possibilita desdobrar o objetivo, repetidamente, até se chegar a ações executáveis. Deve-se usá-lo quando: 1- uma tarefa específica é complicada e não é fácil atribuí-la a uma só pessoa; 2- a implementação de uma tarefa é bastante complexa. 3- quando é muito perigoso esquecer uma tarefa básica. 4- quando existem obstáculos que tenham levado ao fracasso tentativas anteriores de execução de um tarefa. Diagrama de Árvore
  248. 248. 248 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Roteiro para Construção: 1 - Definir o objetivo básico - tema do trabalho. Colocar o objetivo básico dentro de um retângulo de linhas duplas do lado esquerda do papel. 2- Definir os meios, os mais gerais possíveis, respondendo, sucessivas vezes, à pergunta: “como fazer?” 3- Esgotada a definição dos meios, fazer uma análise de viabilidade de execução dos meios definidos. 4- Definir meios específicos, transformando cada meio geral em um objeto intermediário. Repetir o passo 2 e 3 para cada objetivo intermediário. 5- Repetir o passo 4 até que se chegue a um nível de desdobramento que se julgue conveniente como estratégia de ação. ( são os meios executáveis da árvore). 6- Fazer análise crítica obtida. ( Por que ? / para que?). 7- Acrescentar a coluna de informações complementares (3W-1H faltantes) 8- fazer uma revisão final da árvore constituída.
  249. 249. 249 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Método para construção do Diagrama de Árvore Tipo: Desdobramento de medidas
  250. 250. 250 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Aumentar esforço de venda de semi- produtos em estoque Reduzir a ocorrência de não-conformi- dades na produção Melhorar a operação do pátio de estocagem Alterar regras de programação da produção Reduzir o nível de estoque de semi- produtos em 40% Negociar venda de produtos em estoque Antecipar venda de semi- produtos em estoque Reduzir cancelamento de pedidos de última hora Alterar normas de operação do pátio de estocagem Retornar estoque com mais de 10 dias para o processo Implantar controle de estoque via código de barras Reduzir tamanho de lote Introduzir kanbam Reduzir não conformidades de composição química Reduzir não conformidades de superfície Objetivo Meios Exemplo
  251. 251. 251 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Exemplo Refugo Linha produtos Familia Produto Tipo de defeito (66,6%) 17.203 (64,3%) 25.830 (30,6%) 7.904 (94,4%) 40.172 (2,8%) 723 (97,8%) 42.554 (96,2%) 13.487 (34,9%) 14.020 43.512 peças (3.3%) 1.404 (0,8%) 322 (3,8%) 533 (1,3%) 553 (1%) 425 (2,2%) 958 INDICE DE REFUGO RASO OURO PRATOS XICARAS TRINCA OUTROS MARCA DE MANUSEIO OUTROS BULES CLASSIC SOPA ESPESSURA DA BORDA NÃO CONFORME MARCA DE MANUSEIO TRINCA
  252. 252. 252 de 403Revisão 01  Gerisval Pessoa Plano de Ação • É uma ferramenta para se utilizar na elaboração e gerenciamento de planos, podendo ser utilizada, também, na padronização. Na fase Plano de ação do PDCA , o Plano de Ação (3W, 5W1H ou 5W2H), é usado para propor soluções para o problema, baseado na observação, análise e no conhecimento técnico do processo. • Quando a não conformidade e suas causas já forem conhecidos, resta determinar as ações, medidas, ou estratégias que garantam o alcance dos objetivos desejados. Na elaboração do plano devem ser consideradas as precedências entre as ações e as possíveis contingências.

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