Apresentação Gestão da Qualidade Mestrado PPGEA UFMA_Revisão 03

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Apresentação Gestão da Qualidade Mestrado PPGEA UFMA_Revisão 03

  1. 1. Disciplina Gestão da Qualidade Prof. MSc Gerisval Alves Pessoa São Luís, Julho 2016 Mestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente
  2. 2. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Gerisval Alves Pessoa  Mestre em Gestão Empresarial (EBAPE/FGV).  Especialista em Engenharia da Qualidade (UEMA).  Químico Industrial (UFMA)  Aperfeiçoamento em Total Quality Control - TQC (JUSE / Tóquio - Japão)  Programa de Desenvolvimento de Empreendedorismo (MIT Sloan School of Management Cambridge-MA-EUA)  Instrutor Internacional de TPM (Total Productivity Maintenance)  Auditor Líder ISO 9001 e 14001 e Auditor Líder Sistema Integrado de Gestão (Qualidade, Meio Ambiente e SSO)  Especialista Seis Sigma – Green Belt e Orientador Seis Sigma – Green Belt  Professor do curso de Administração (UEMA: 1998 – 2002 e FAMA: 2003 – 2014)  Professor dos cursos de Administração, Ciências Contábeis e CST em logística (Faculdade Pitágoras Maranhão)  Professor Especialização em Engenharia Ferroviária (IFMA e UNDB)  Professor Especialização em Engenharia Portuária (UFRJ, UFMA e ISUTC: Maputo - Moçambique)  Professor Especializações (UFMA): Engenharia de Campo – Qualidade; Gestão Portuária e Logística Portuária  Professor Mestrado Energia e Meio Ambiente (UFMA)  Professor MBA: Gestão de Projetos; Gestão de Pessoas, Logística Empresarial e Gestão de Sistemas Integrados–(QSMS-RS). Especializações: Engenharia de Produção e Engenharia de Segurança do Trabalho (Faculdade Pitágoras São Luís)  Professor Especialização em Gestão Empresarial (UEMA e CEST). Qualidade e Produtividade (UEMA). Logística Portuária e Direito Marítimo (Instituto Navigare / Fac. Santa Fé)  Professor Especializações em Gestão Estratégica de Pessoas /Qualidade / Engenharia de Segurança do Trabalho / Gestão Educacional (FAMA)  Coordenador dos Cursos de Pós-Graduação Gestão Estratégica da Qualidade e Gestão Estratégica de Pessoas (FAMA: 2004 a 2012). Qualidade e Produtividade (UEMA: 1999 – 2002)  Coordenador do MBA em Gestão de Pessoas (Faculdade Pitágoras São Luís – 2013 - 2015)  Examinador Prêmio Nacional da Qualidade: Ciclos 2000, 2001 e 2002  Analista da Qualidade Máster  32 anos de experiência profissional (25 anos em gestão da qualidade / sistema de gestão da qualidade)  Coautor do livro Administração: Uma visão pragmática – discutindo teoria e prática  Membro do Harvard Business Review Advisory Council
  3. 3. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Apresentação dos Participantes  Entrevista em duplas (10 min)  Nome:  Formação:  Conhecimento / Experiência sobre o tema:  Responda: 1. O que é qualidade? 2. Qual a importância da Gestão da Qualidade à formação em “Energia e Meio Ambiente?
  4. 4. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Compromissos da disciplina Três compromissos básicos em sala de aula: 1. Aprender algo novo; 2. Ouvir algo que já sabe; 3. Obter o máximo proveito da turma para colocar em prática.
  5. 5. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Compromissos de aula 5 pontos críticos que meus alunos devem pensar sobre suas carreiras: 1. Aumentar sua rede de relacionamento imediatamente 2. Ser mais competitivos nas atividades em sala de aula 3. Descobrir o que vai fazer depois da especialização 4. Aprender muito 5. Experimentar sempre.
  6. 6. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Dados da Disciplina Nome : GESTÃO DA QUALIDADE Bloco: Ferramentas de Administração Áreas de concentração : Gestão empresarial Carga Horária : 30 h Número de Créditos : 2
  7. 7. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Ementa Conceitos de qualidade e produtividade; Sistemas de Gestão da Qualidade Total; Ferramentas e métodos para melhoria da qualidade; Programas de qualidade e produtividade; PDCA; Gestão empresarial pelas normas da série ISO 9000; Certificação pelas Normas ISO; Sistemas de Premiação para Qualidade e Produtividade: prêmios mundiais, prêmio nacional, setoriais e empresariais; Qualidade e cidadania.
  8. 8. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Cronograma das Aulas Horário 04/07/2016 (Segunda) 05/07/2016 (Terça) 06/07/2016 (Quarta) 07/07/2016 (Quinta) 08/07/2016 (Sexta) 09/04/2016 (Sábado*) 18h30 - 20h30 Módulo I Módulo I Modulo III Módulo III Módulo IV Módulo VI 20h30 - 20h45 Intervalo 20h45 - 22h10 Módulo I Módulo II Módulo III Módulo IV Módulo V Seminários * A aula de Sábado será de 08h00 – 18h00
  9. 9. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Objetivo Geral Capacitar os mestrandos nos conceitos fundamentais, metodologias e ferramentas indispensáveis para a concepção e implantação de processos eficazes de mudança organizacional em Qualidade e Produtividade, de modo a tornar as organizações mais competitivas.
  10. 10. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Objetivos Específicos  Compreender a Qualidade como um modelo de Gestão baseado na melhoria contínua dos processos;  Conhecer a evolução e conceitos da qualidade;  Entender a importância da gestão da qualidade no contexto empresarial;  Entender o papel das “partes interessadas” na gestão empresarial;  Compreender o método para planejamento, controle e melhoria da qualidade;  Entender a abordagem de processos;  Entender o gerenciamento para manter e melhorar resultados;  Conhecer os modelos de gestão da qualidade baseados em normas  Conhecer os prêmios voltados para a excelência da gestão
  11. 11. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente – 1.1 Introdução – 1.2 Gestão da qualidade: evolução e conceitos – 1.3 Fundamentos de gestão – 1.4 Modelo de Excelência da Gestão® – 1.5 Gestão da Qualidade Total 1. Sistemas de Gestão da Qualidade Total Conteúdo Programático – 2.1 Conceito de PDCA – 2.2 PDCA para manter – 2.3 PDCA para melhorar – 2.4 PDCA Manter x Melhorar – 2.5 PDCA para Novos Produtos – 2.4 PDCA: Metodologia de Solução de Problemas – 2.5 Tratando NC com o PDCA 2. PDCA
  12. 12. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Conteúdo Programático 4. Métodos de para a Melhoria da qualidade – 4.1 Programa 5S – 4.2 Círculos de Controle da Qualidade – 4.3 Gerenciamento pelas diretrizes – 4.4 Programa Seis Sigma – 4.5 Pensamento enxuto 3. Ferramentas para a Melhoria da Gestão – 3.1 Ferramentas básicas da qualidade – 3.2 Ferramentas de planejamento da qualidade – 3.3 Ferramentas básicas aplicadas às confiabilidade – 5.1 Conceito de processos – 5.2 Abordagem por processos – 5.3 Concebendo processo – 5.4 Modelos de configuração – 5.5 Visão geral da gestão de processos 5. Gerenciamento de processos
  13. 13. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Conteúdo Programático – 6.1 A ISO e seus objetivos – 6.2 Sistema Brasileiro de Certificação – 6.3 Sistema de Gestão da Qualidade – 6.4 Certificação de Sistema – 6.5 Auditoria de Sistema 6. Sistema de Gestão Baseado em Normas
  14. 14. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Procedimentos Metodológicos Aulas expositivas: exposição dialogada;  Seminários e debates Formação de grupos de trabalho; Aplicação de estudos de casos e exercícios práticos; Resenha crítica de artigos Workshop; Exibição de Filmes
  15. 15. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Avaliação de Aprendizagem  Leitura, apresentação e debates de artigos e estudos de casos (5,0 pontos)  Trabalho final (5,0 pontos)
  16. 16. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Referências AGUIAR, Silvo. Integração das ferramentas da qualidade ao pdca e ao programa seis sigma. v. 1. Belo Horizonte: INDG, 2006. ARAÚJO, L. C. G; GARCIA, A. A. e MARTINES, Simone. Gestão de processos: melhores resultados e excelência organizacional. São Paulo: Atlas, 2011 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 9000:2015: Sistemas de gestão da qualidade: fundamentos e vocabulário. Rio de Janeiro, 2015. ___. NBR ISO 9001:2015: Sistemas de gestão da qualidade: requisitos. Rio de Janeiro, 2015. ___. NBR ISO 9004:2010. Gestão para o sucesso sustentado de uma organização – uma abordagem da gestão da qualidade. Rio de Janeiro: ABNT, 2010. ___. NBR ISO 14001:2004. Sistemas de gestão ambiental – requisitos com orientações para uso. Rio de janeiro: ABNT, 2004. ___. NBR ISO 19011:2012. Diretrizes para auditoria de sistemas de gestão Rio de Janeiro: ABNT, 2012.
  17. 17. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Referências BALLESTRO-ALVAREZ, M.E. Gestão de qualidade, produção e operações. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2012. CARPINETTI, Luís C. R. ; MIGUEL, Paulo A. C. e GEROLAMO, Mateus C. Gestão da qualidade ISO 9001:2008: princípios e requisitos. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2011. CAMPOS, V. Falconi. Gerenciamento da rotina do trabalho do dia-a-dia. 9 ed. Belo Horizonte: INDG Tecnologia e Serviços Ltda, 2014. ___. Gerenciamento pelas diretrizes. 5. ed. Belo Horizonte: INDG Tecnologia e Serviços Ltda, 2004 Belo Horizonte: INDG Tecnologia e Serviços Ltda, 2013 ___. Qualidade total: padronização de empresas. Belo Horizonte: INDG Tecnologia e Serviços Ltda, 2004 ___. TQC: controle da qualidade total (no estilo japonês). 8. ed. Belo Horizonte: INDG Tecnologia e Serviços Ltda, 2004. CARVALHO, Marly M. e PALADINI, Edson P. (Coord.) Gestão da qualidade: teoria e casos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
  18. 18. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Referências CERQUEIRA, Jorge P. Sistemas de Gestão Integrados. 2. ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2010 CROSBY, P. B. Qualidade é investimento. José Olympio Editora, Rio de Janeiro: 1999. DE SORDI, Jose Osvaldo. Gestão por processos. 2. ed. rev. São Paulo: Saraiva, 2008. DELLARETTI FILHO, O. As sete ferramentas do planejamento da qualidade – série ferramentas da qualidade. v. 5. Belo Horizonte: FCO/EEUFMG, 1996. FUNDAÇÃO PARA O PRÊMIO NACIONAL DA QUALIDADE. Critérios de Excelência: avaliação e diagnóstico da gestão organizacional. 20. ed. São Paulo: FNQ, 2013. GARVIN, D. A. Gerenciando a qualidade: a visão estratégica e competitiva. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1992. HELMAN, Horácio e ANDERY, Paulo R. P. Análise de falhas: aplicação dos métodos de fmea e fta. Série Ferramentas da Qualidade. v. 11. Belo Horizonte: FCO/EEUFMG, 1995. JURAN, J. M. A qualidade desde o projeto. 1. ed. São Paulo: Thomson Learning, 2002.
  19. 19. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Referências JURAN, J.M e GODFREY, A. B. Juran´s quality handbook. 5th ed. New York: McGraw-Hill, 1999 KUME, H. Métodos estatísticos para a melhoria da qualidade. São Paulo: Editora Gente, 1993. LAPA, Reginaldo P. Praticando os 5 Sensos. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1997 MARANHÃO, Mauriti. ISO série 9000 Versão 2008 – Manual de implementação. 9. ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Qualitymark. 2011. MARSHALL JUNIOR, Isnard (coord). et al. Gestão da Qualidade. Rio de Janeiro: FGV, 2004. MAXIMIANO, Antonio César A. Introdução à Administração. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2011. MELLO, Carlos H. P. et al. ISO 9001:2008 sistema de gestão da qualidade para operações de produção e serviços. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2009
  20. 20. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Referências MINTZBERG, H. Criando organizações eficazes: estruturas em cinco configurações. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003 MOURA, Eduardo. As sete ferramentas gerenciais da qualidade – implementando a melhoria contínua com maior eficácia. São Paulo: Makron Books, 1994. OLIVEIRA, Otávio J. (org.) Gestão da qualidade: tópicos avançados. São Paulo: Thomson Learning, 2004. OLIVEIRA, DJALMA P. R. Estrutura organizacional: Uma Abordagem para Resultados e Competitividade. 3. ed. São Paulo, Atlas, 2014 PALADINI, Edson P. Gestão estratégica da qualidade: princípios, métodos e processos. 2. ed. São Paulo: Atlas. 2009. PESSOA, Gerisval A. Círculos de controle da qualidade como instrumento de gestão participativa e motivacional. Revista Visão Executiva. FAMA. 1 ed. n. 1. 2. sem. 2009. Disponível em http://www.fama.br/revista/administracao Acesso em: 01 de abr. 2010. ___. PDCA: ferramentas para excelência organizacional. (Apostila). São Luís: FAMA, 2007.
  21. 21. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Referências PESSOA, Gerisval A. e SILVA, Maria José N. Aplicação do PDCA: redução. do índice de reclamações de clientes. Disponível em http://www.fama.br/revista/administracao Acesso em: 01 de out. 2011. •ROBBINS, Stephen P.; DECENZO, D. A. e WOLTER, R. M. Fundamentos de gestão: conceitos essenciais e aplicações. 4. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2014 SCAPIN, Carlos Alberto. Análise Sistemática de Falhas. Belo Horizonte: EDG, 1999. SILVA, J. M. da. 5S – O ambiente da qualidade. FCO/EEUFMG, Belo Horizonte: 1994. VALLE, Rogério e OLIVEIRA, Saulo B. Análise e modelagem de processos de negócio: Foco na Notação BPMN (Business Process Modeling Notation). 1.ed. São Paulo: Atlas, 2009 WALTON, M. Método Deming de administração. Marques-Saraiva, Rio de Janeiro, 1989. WERKEMA, M.C.C. As 7 ferramentas da qualidade no gerenciamento de processos – Série Ferramentas da Qualidade. v. 2. Belo Horizonte: FCO/EEUFMG, 1995.
  22. 22. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Contatos gerisval@terra.com.br pt.slideshare.net/gerisval http://www.scribd.com/gerisval http://www.twitter.com/gerisval http://www.gerisval.blogspot.com http://www.facebook.com/gerisval http://www.linkedin.com/in/gerisval + 55 98 99114 4699
  23. 23. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente UNIDADE I SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE TOTAL
  24. 24. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Introdução
  25. 25. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Vivemos em um mundo de economia globalizada, num mercado sem fronteiras e internacionalizado, que leva as empresas a buscarem uma maior competitividade de seus produtos e/ou serviços. Para que estas empresas sobrevivam de forma sustentável neste ambiente competitivo, é necessário que se tenha um excelente sistema de gestão e, que o mesmo, aborde uma filosofia global do negócio (visão sistêmica). A Gestão da Qualidade Total busca maximizar os resultados das organizações por meio da satisfação simultânea de todas as partes interessadas, ou seja, os clientes, empregados, acionistas, meio ambiente, comunidade, sociedade e fornecedores. Introdução
  26. 26. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Para satisfazer as partes interessadas, é necessário: uma estrutura organizacional voltada para o mercado, atuando de forma sistematizada e científica, com uma compreensão e segmentação do conjunto de atividades e processos da organização que agreguem valor, tomando decisões e executando ações baseadas em medição e análise do desempenho, levando-se em consideração as informações disponíveis, além dos riscos identificados; um sistema de padronização bem definido para garantir a previsibilidade dos resultados esperados pelos clientes e para que se possam buscar melhorias (competitividade) de forma consistente; um sistema de indicadores de desempenho, para avaliar os resultados; e um controle da qualidade, para mantê-los. Introdução
  27. 27. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Desafios no Cenário Atual  Globalização  Competitividade  Preservação Ambiental  Parceria  Crise do Estado  Iniciativa Privada  Distribuição de renda  Desverticalização Introdução
  28. 28. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Como reduzir custos, aumentar a rentabilidade, agregar valor ao acionista, criar valor aos clientes, criar mais postos de trabalho, gerar renda, reduzir acidentes, melhorar a qualidade de vida e eliminar a poluição simultaneamente? Equação Estratégica de Negócios Introdução
  29. 29. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente A organização é um sistema vivo integrante de um ecossistema complexo com o qual interage e do qual depende (FNQ, 2016) O que é uma organização? Introdução
  30. 30. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente O papel das organizações Introdução
  31. 31. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Gestão da qualidade: evolução e conceitos
  32. 32. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Evolução da Qualidade  Inspeção  Controle Estatístico da Qualidade  Garantia da Qualidade  Gestão Estratégica da Qualidade As Quatro Principais Fases da Qualidade
  33. 33. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Evolução da Qualidade 1 - Preocupação básica: Verificação 2 - Visão da Qualidade: Um problema a ser resolvido 3 - Ênfase: Uniformidade do produto 4 - Métodos: Instrumento de medição 5 - Responsável pela Qualidade: O Departamento de Inspeção 6 - Orientação e abordagem: “Inspeciona” a qualidade Inspeção
  34. 34. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Evolução da Qualidade 1 - Preocupação básica: Controle 2 - Visão da Qualidade: Um problema a ser resolvido 3 - Ênfase: Uniformidade do produto com menos inspeção 4 - Métodos: Instrumentos e técnicas estatísticas 5 - Responsável pela Qualidade: Os departamentos de produção e engenharia 6 - Orientação e abordagem: “Controla” a qualidade Controle Estatístico da Qualidade
  35. 35. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Evolução da Qualidade 1 - Preocupação básica: Coordenação 2 - Visão da Qualidade: Um problema a ser resolvido, mas que seja enfrentado proativamente. 3 - Ênfase: Toda a cadeia de produção,desde o projeto até o mercado, e a contribuição de todos os grupos funcionais, especialmente os projetistas, para impedir falhas de qualidade. 4 - Métodos: Programas e Sistemas 5 - Responsável pela Qualidade: Todos os departamentos, embora a alta gerência só se envolva perifericamente com o projeto, o planejamento e a execução das políticas da qualidade. 6 - Orientação e abordagem: “Constrói” a qualidade Garantia da Qualidade
  36. 36. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Evolução da Qualidade 1 - Preocupação básica: Impacto estratégico 2 - Visão da Qualidade: Uma oportunidade de concorrência 3 - Ênfase: As necessidades de mercado e do consumidor 4 - Métodos: Planejamento estratégico, estabelecimento de objetivos e a mobilização da organização 5 - Responsável pela Qualidade: Todos na empresa, com a alta gerência exercendo forte liderança 6 - Orientação e abordagem: “Gerencia” a qualidade. Gerenciamento Estratégico da Qualidade
  37. 37. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente  Feigenbaum É uma determinação do consumidor e não do engenheiro, da área comercial ou da administração de uma empresa. É um conjunto de características do produto ou serviço em uso, as quais satisfazem as expectativas do cliente. Conceitos de Qualidade  Juran É a adequação ao uso. Estabeleceu que a Qualidade é feita de três processos gerenciais que são: o planejamento, o controle e a melhoria.
  38. 38. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Processos Gerenciais – Trilogia de Juran A C P D Plano PROCESSO NOVO Definir novos padrões ( produto novo ) para atingir metas QCEMS Padrão PROCESSO EXISTENTE Cumprir os padrões estabelecidos verificando os resultados e corrigindo as anomalias A C P D A C P D Plano PROCESSO EXISTENTE Alterar padrões para atingir novas metas
  39. 39. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente  Deming – 14 Princípios 1. Criar constância de propósitos na melhoria contínua de produtos e serviços Destine recursos permanentes, para a melhoria dos produtos e serviços, com o objetivo de tornar-se competitivo, assegurar a continuidade do negocio e criar empregos. 2. Adoção da nova filosofia Os atrasos, os erros e a falta de uma política de formação já não podem ser tolerados sendo necessária uma transformação na abordagem da gestão ocidental. Conceitos de Qualidade
  40. 40. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente  Deming – 14 Princípios 3. Não depender da inspeção em massa - Para eliminar a necessidade da inspeção em massa, colocar a produção com qualidade em primeiro lugar - A inspeção em massa normalmente não e confiável e custa caro 4. Cessar a prática de avaliar as transações apenas com base nos preços - Em vez disso, minimizar o custo total de uso. O preço não faz sentido sem uma medida da qualidade do que se esta adquirindo. - Procurar fazer parcerias, tendo um único fornecedor para cada insumo, construindo um relacionamento de longo prazo, lealdade e confiança Conceitos de Qualidade
  41. 41. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente  Deming – 14 Princípios 5. Melhorar continuamente o sistema de produção e serviços Assim e possível melhorar a qualidade e produtividade e, dessa forma, reduzir constantemente os custos 6. Instituir o treinamento profissional do pessoal Dar ênfase ao treinamento em serviço. 7. Instituir a liderança - O objetivo das chefias deve ser ajudar as pessoas, maquinas e sistemas a fazerem um trabalho melhor - Não e apenas supervisionar Conceitos de Qualidade
  42. 42. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente  Deming – 14 Princípios 8. Não lidere com base no medo - Evite usar um estilo autoritário de gestão - Ninguém pode dar o melhor de si se não se sentir seguro, e necessário haver espaço para questionamentos e erros 9. Romper as barreiras entre os departamentos - As pessoas das áreas de pesquisa, projetos, vendas e produção devem trabalhar como uma só equipe, para prevenir quaisquer problemas da produção, do produtos e dos serviços - A existência de círculos de qualidade multidisciplinares contribuem para o enriquecimento das tarefas e das soluções Conceitos de Qualidade
  43. 43. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente  Deming – 14 Princípios 10. Elimine as campanhas ou slogans com base na imposição de metas - A maioria dos problemas de qualidade tem a ver com os processos e sistemas que são criados pelos gestores -Objetivos são necessários a todos, mas objetivos numéricos definidos para terceiros sem nenhuma indicação de como chegar la, produzem efeitos contrários aos desejados 11. Eliminar quotas numéricas para a mão de obra Esses indicadores realçam a quantidade em detrimento da qualidade Conceitos de Qualidade
  44. 44. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente  Deming – 14 Princípios 12. Remover barreiras ao orgulho do trabalho bem realizado - Isto inclui eliminar avaliações anuais por cumprimento de metas numéricas 13. Instituir um vigoroso programa de educação e reciclagens nos novos métodos Uma organização precisa de profissionais que buscam se aprimorar de forma adequada ao seu trabalho 14. Planos de ação: agir no sentido de concretizar a transformação desejada. A transformação e o trabalho de todos, mas a administração deve “vivenciar” diariamente cada um dos 13 princípios anteriores. Conceitos de Qualidade
  45. 45. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente  Crosby Define qualidade como a conformidade com as especificações. Esta definição é voltada inteiramente para o cliente, enfatizando que a Qualidade é tangível, gerenciável e pode ser medida. Enfatiza:  Formação de uma equipe de melhoria  Fazer certo da primeira vez  Zero defeito  Especificar bem  Avaliação dos custos da qualidade Conceitos de Qualidade
  46. 46. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente  Ishikawa Destaca que a qualidade deve ser em toda a empresa: Qualidade do serviço, Qualidade do trabalho, Qualidade da informação, Qualidade do processo, Qualidade do departamento, do operário, do engenheiro, do administrador, Qualidade das pessoas, Qualidade da própria empresa, de sua diretriz. Coloca o consumidor em 1º lugar = transposições das opiniões e expectativas do consumidor ao projeto, produção e distribuição. Enfatiza  o trabalho em equipe  A lealdade da empresa e dos funcionários  A forte relação entre fornecedor e consumidor. Conceitos de Qualidade
  47. 47. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente  Gitlow É o julgamento feito pelos clientes ou usuários de um produto ou serviço; é o grau em que os clientes ou usuários sentem que o produto ou serviço exceda suas necessidades e expectativas. Conceitos de Qualidade  Falconi Um produto ou serviço de Qualidade é aquele que atenda perfeitamente, de forma confiável, de forma acessível, de forma segura e no tempo certo às necessidades do cliente.
  48. 48. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente  Fiat Uno x Mercedes O Fiat Uno tem qualidade? Conceitos de Qualidade
  49. 49. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente O grau em que um conjunto de características inerentes satisfaz os requisitos. Qualidade (PMBOK 2013)
  50. 50. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente  Grau = quantidade de funcionalidades Qualidade e Grau
  51. 51. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Conceitos de Qualidade  PNQ 2016 Totalidade de características de uma entidade (atividade ou processo, produto), organização, ou uma combinação destes, que lhe confere a capacidade de satisfazer as necessidades explícitas e implícitas dos clientes e demais partes interessadas.  NBR ISO 9000:2015 Grau em que um conjunto de características inerentes de um objeto satisfaz requisitos (Objeto: Entidade, item, qualquer coisa perceptível ou concebível) Requisito: necessidade ou expectativa que é declarada, geralmente, implícita ou obrigatória)
  52. 52. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Conceitos de Qualidade Parâmetros da Qualidade de Produto – Fatores de Satisfação Desempenho funcional; Disponibilidade, confiabilidade; Durabilidade; Conformidade; Mantenabilidade; Facilidade/conveniência de uso; Instalação e orientação de uso; Interface com o usuário Meio ambiente; Atendimento pós-venda, assistência; Estética; Qualidade percebida, imagem da marca Custo do ciclo de vida do produto
  53. 53. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Conceitos de Qualidade Parâmetros da Qualidade em Serviços – Fatores de Satisfação As pessoas são:  Responsivas  Competentes  Acessíveis  Cortês  Boas comunicadoras  Sinceras  Conhecedoras dos clientes  Confiáveis
  54. 54. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Abordagens Práticas Associadas ao Conceito da Qualidade  Abordagem Centrada no Processo  A qualidade é fazer produtos que atendam as especificações e livre de erros  Abordagem Centrada no Produto  A qualidade é vista como presença de características que são requeridas pelo consumidor  Abordagem Centrada no Valor  A qualidade é percebida em relação ao preço do produto (Preço bom + custo aceitável)  Abordagem Transcendental  Trata a qualidade como sinônimo de excelência inata (não pode ser medida precisamente – seu reconhecimento ocorre pela experiência)  Abordagem Centrada no Usuário  A qualidade atende as necessidades e conveniências do consumidor
  55. 55. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Ampliação da Gestão da Qualidade Qualidade de projeto do processo Qualidade de fabricação Projeto do Produto & Processo Produção Qualidade de fabricação Pós-Venda Planejamento e Concepção de produto SATISFAÇÃO DOS CLIENTES
  56. 56. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Conceito de Produtividade
  57. 57. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Conceito de Produtividade É Produzir cada vez mais e melhor com cada vez menos
  58. 58. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Introdução Como aumentar a Produtividade  Aumente a saída usando o mesmo ou menor quantidade de recursos.  Reduza a quantidade de recursos usada enquanto mantenha a saída constante ou aumentando-a.  Use mais recursos ao mesmo tempo que apresente uma maior taxa de saída.  Diminua a saída ao mesmo tempo que apresente uma menor taxa de uso de recursos.
  59. 59. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Introdução Medição da Produtividade  Capital = Número dos produtos produzidos dividido valor do custo de produção dos produtos  Materiais = Número dos produtos produzidos divididos pelos recursos ($) gastos com materiais  Mão de obra direta = Número de produtos produzidos dividido pelas horas diretas trabalhadas  Despesas gerais = número produtos produzidos dividido pelos gastos ($) com despesas gerais
  60. 60. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Introdução Variáveis que afetam a Produtividade  Ambiente físico do trabalho:  Tecnologia, equipamentos, materiais, Iluminação, layout  Qualidade do produto:  Defeitos, sucatas, retrabalho  Performance do empregado Habilidade do empregado e motivação
  61. 61. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Introdução Eficiência e Eficácia  Eficiência (3.7.10) – relação entre o resultado alcançado e os recursos usados.  Eficácia (3.7.11) – Extensão na qual atividades planejadas são realizadas e resultados planejados alcançados
  62. 62. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Introdução Efetividade
  63. 63. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Conceito de Competitividade Qualidade Produtividade + Foco no Mercado (Q,P,P) + Competitividade =
  64. 64. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Alto desempenho organizacional Elementos essenciais
  65. 65. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Produtividade e Competitividade Conceitos distintos indistinguíveis
  66. 66. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Produtividade e Competitividade e gestão imperativos para o crescimento sustentável
  67. 67. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Produtividade e Competitividade e gestão imperativos para o crescimento sustentável
  68. 68. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente O que afeta a produtividade e competitividade
  69. 69. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Qualidade da Gestão: da Produtividade à Competitividade
  70. 70. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Fundamentos de Gestão
  71. 71. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Fundamentos da Excelência - PNQ 2016  Pensamento sistêmico: compreensão e tratamento das relações de interdependência e seus efeitos entre os diversos componentes que formam a organização, bem como entre eles e o ambiente com o qual interagem. Fundamentos de Gestão
  72. 72. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Dinâmica Ponto Cego Mental Você pode responder quantos quadrados existem na figura abaixo?
  73. 73. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Dinâmica Ponto Cego Mental Você pode responder quantos quadrados existem na figura abaixo?
  74. 74. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Fundamentos da Excelência  Pensamento sistêmico: Compreensão e tratamento das relações de interdependência e seus efeitos entre os diversos componentes que formam a organização, bem como entre eles e o ambiente com o qual interagem. Fonte: www.fnq.org.br
  75. 75. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Fundamentos da Excelência  Atuação em rede: desenvolvimento de relações e atividades em cooperação entre organizações ou indivíduos com interesses comuns e competências complementares.  Aprendizado organizacional: busca de maior eficácia e eficiência dos processos da organização e alcance de um novo patamar de competência, por meio da percepção, reflexão, avaliação e compartilhamento de conhecimento e experiências.  Inovação: promoção de um ambiente favorável à criatividade, experimentação e implementação de novas ideias capazes de gerar ganhos de competitividade com desenvolvimento sustentável. Fonte: www.fnq.org.br
  76. 76. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Fundamentos da Excelência  Agilidade: flexibilidade e rapidez de adaptação a novas demandas das partes interessadas e mudanças do ambiente, considerando a velocidade de assimilação e o tempo de ciclo dos processos.  Liderança transformadora: atuação dos líderes de forma inspiradora, exemplar, realizadora e com constância de propósito, estimulando as pessoas em torno de valores, princípios e objetivos da organização, explorando as potencialidades das culturas presentes, preparando líderes e interagindo com as partes interessadas.  Olhar para o futuro: projeção e compreensão de cenários e tendências prováveis do ambiente e dos possíveis efeitos sobre a organização, no curto e longo prazos, avaliando alternativas e adotando estratégias mais apropriadas. Fonte: www.fnq.org.br
  77. 77. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Fundamentos da Excelência  Conhecimento sobre o cliente e mercados: interação com clientes e mercados e entendimento de suas necessidades, expectativas e comportamentos, explícitos e potenciais, criando valor de forma sustentável.  Responsabilidade social: dever da organização de responder pelos impactos de suas decisões e atividades, na sociedade e no meio ambiente, e de contribuir para a melhoria das condições de vida, por meio de um comportamento ético e transparente, visando ao desenvolvimento sustentável.  Valorização das pessoas e da cultura: criação de condições favoráveis e seguras para as pessoas se desenvolverem integralmente, com ênfase na maximização do desempenho, na diversidade e fortalecimento de crenças, costumes e comportamentos favoráveis à excelência.Fonte: www.fnq.org.br
  78. 78. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Fundamentos da Excelência  Decisões fundamentadas: deliberações sobre direções a seguir e ações a executar, utilizando o conhecimento gerado a partir do tratamento de informações obtidas em medições, avaliações e análises de desempenho, de riscos, de retroalimentações e de experiências.  Orientação por processos: busca de eficiência e eficácia nos conjuntos de atividades que formam a cadeia de agregação de valor para os clientes e demais partes interessadas.  Geração de valor: alcance de resultados econômicos, sociais e ambientais, bem como de resultados dos processos que os potencializam, em níveis de excelência e que atendam às necessidades das partes interessadas. Fonte: www.fnq.org.br
  79. 79. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Modelo de Excelência da Gestão ®
  80. 80. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente O Modelo de Excelência da Gestão (MEG) é concebido tendo como base os Fundamentos da Excelência, sendo constituído por oito critérios: 1 Liderança 2 Estratégias e Planos 3 Clientes 4 Sociedade 5 Informações e Conhecimento 6 Pessoas 7 Processos 8 Resultados Critérios de Excelência do Prêmio Nacional da Qualidade
  81. 81. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Modelo de Excelência em Gestão® Uma visão sistêmica da gestão organizacional Fundamentos de Excelência - PNQ 2016 Por meio das demandas dos clientes e da sociedade, a liderança desenvolve estratégias e planos que são executados por pessoas e processos com o objetivo de gerar resultados. Tudo isso só acontece se as informações e os conhecimentos estiverem permeando todos os Critérios, as variáveis e a organização.
  82. 82. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Diagrama do Ciclo da Gestão
  83. 83. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Critério 1 – Liderança Esse Critério aborda os processos gerenciais relativos à orientação filosófica da organização e controle externo sobre sua direção; ao engajamento, pelas lideranças, das pessoas e partes interessadas na sua causa; e ao controle de resultados pela direção.
  84. 84. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Desdobramento do Critério Liderança 1. Liderança 1.1 Cultura organizacional e desenvolvimento da gestão 1.2 Governança 1.3 Levantamento de interesses e exercício da liderança 1.4 Análise do desempenho da organização
  85. 85. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Critério 2 – Estratégias e Planos Esse Critério aborda os processos gerenciais relativos à concepção e à execução das estratégias, inclusive aqueles referentes ao estabelecimento de metas e à definição e ao acompanhamento de planos necessários para o êxito das estratégias.
  86. 86. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Desdobramento do Critério Estratégias e Planos 2. Estratégias e Planos 2.1 Formulação das estratégias 2.2 Implementação das estratégias
  87. 87. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Critério 3 – Clientes Esse Critério aborda os processos gerenciais relativos ao tratamento de informações de clientes e mercado e à comunicação com o mercado e clientes atuais e potenciais.
  88. 88. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Desdobramento do Critério Clientes 3. Clientes 3.1 Análise e desenvolvimento de mercado 3.2 Relacionamento com clientes
  89. 89. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Critério 4 – Sociedade Esse Critério aborda os processos gerenciais relativos ao respeito e tratamento das demandas da sociedade e do meio ambiente e ao desenvolvimento social das comunidades mais influenciadas pela organização.
  90. 90. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Desdobramento do Critério Sociedade 4. Sociedade 4.1 Responsabilidade socioambiental 4.2 Desenvolvimento social
  91. 91. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Critério 5 – Informações e Conhecimento Esse Critério aborda os processos gerenciais relativos ao tratamento organizado da demanda por informações na organização e ao desenvolvimento controlado dos ativos intangíveis geradores de diferenciais competitivos, especialmente os de conhecimento.
  92. 92. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Desdobramento do Critério Informações e Conhecimento 5. Informações e Conhecimento 5.1 Informações da organização 5.2 Conhecimento organizacional
  93. 93. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Critério 6 – Pessoas Esse Critério aborda os processos gerenciais relativos à configuração de equipes de alto desempenho, ao desenvolvimento de competências das pessoas e à manutenção do seu bem-estar.
  94. 94. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Desdobramento do Critério Pessoas 6. Pessoas 6.1 Sistemas de trabalho 6.2 Capacitação e desenvolvimento 6.3 Qualidade de vida
  95. 95. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Critério 7 – Processos Esse Critério aborda os processos gerenciais relativos aos processos principais do negócio e aos de apoio, tratando separadamente os relativos a fornecedores e os econômico- financeiros.
  96. 96. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Desdobramento do Critério Processos 7. Processos 7.1 Processos da cadeia de valor 7.2 Processos relativos a fornecedores 7.3 Processos econômico-financeiros
  97. 97. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Critério 8 – Resultados Esse Critério aborda os resultados da organização na forma de séries históricas e acompanhados de referenciais comparativos pertinentes, para avaliar o nível alcançado, e de níveis de desempenho associados aos principais requisitos de partes interessadas, para verificar o atendimento.
  98. 98. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Desdobramento do Critério Resultados 8. Resultados 8.1 Econômico-financeiros 8.2 Sociais e ambientais 8.3 Relativos a clientes e mercados 8.4 Relativos às pessoas 8.5 Relativos aos processos
  99. 99. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Fundamentos x Critérios de Excelência
  100. 100. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Gestão da Qualidade Total
  101. 101. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente  Forma de gerenciamento que visa: • melhorar de modo contínuo o desempenho organizacional • possibilitar o alcance de vantagens competitivas • Auxiliar na sobrevivência das empresas  De que maneira: • Com o aumento da qualidade produtos/serviços • Com o crescimento da satisfação dos clientes • Viabilizando maior lucro e participação nos mercados O Que é Qualidade Total ?
  102. 102. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Gestão da Qualidade Total  É o sistema de atividades dirigidas para se atingir clientes satisfeitos, empregados com responsabilidade e autoridade, maior faturamento e menor custo” (Juran)  É uma estratégia de fazer negócios que objetiva maximizar a competitividade de uma empresa através da melhoria contínua da qualidade dos seus produtos, serviços, pessoas, processos e ambiente (Goetsch)
  103. 103. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente  Foco no cliente  Qualidade em primeiro lugar  Melhoria contínua de produtos e processos  Envolvimento, comprometimento e desenvolvimento de recursos humanos Princípios Fundamentais da Gestão da Qualidade Total
  104. 104. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Elementos da Gestão da Qualidade Total Foco no Cliente Melhoria contínua Comprometimento & Envolvimento Educação & Treinamento Foco em processos Abordagem científica Valores Métodos QFD DOE/Taguchi Seis SigmaBenchmarking FMEA PDCA SGQ ISO CEP Ferramentas Gráficos de Controle Pareto Causa e Efeito Matriz de Relações Diagrama de Afinidades Histograma Diagrama Árvore
  105. 105. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Gestão da Qualidade Total CLIENTES ACIONISTAS EMPREGADOS Preço Qualidade do produtos Qualidade dos serviços Valor agregado Satisfação do empregado Valorização profissional Vantagens e benefícios Ações comunitárias Defesa do meio ambiente VIZINHOS
  106. 106. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Dimensões da Qualidade Total Satisfazendo a Necessidade das Pessoas Dimensões Qualidade Custo Entrega Moral Segurança Produto Serviço Custo Preço Prazo Certo Local Certo Empregados Usuário Quantidade Certa Empregados Cliente Comunidade Cliente Acionista Empregado Comunidade Cliente Empregado Cliente Empregado Comunidade
  107. 107. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente UNIDADE II PDCA
  108. 108. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Método PDCA
  109. 109. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente PDCA  Cria um ambiente favorável à (ao):  Tomada de decisões baseada em fatos e dados  Estímulo à participação de todos os empregados  Valorização e estímulo ao trabalho em equipe  Valorização e reconhecimento da capacidade intelectual  Busca da identificação e a solução das causas dos problemas significativos (ações corretivas)  Melhoria da Qualidade de forma contínua
  110. 110. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente PDCA e Ferramentas O PDCA e as ferramentas gerenciais são utilizadas no ambiente organizacional, predominantemente, para manter e melhorar resultados por meio da identificação, observação e análise de problemas, bem como para o alcance das metas. Auxiliarão os gestores e todos os empregados na tomada de decisão adequada. O método de melhoria contínua (PDCA) não é apenas um instrumento para ser utilizado na gerência ou entre gerências, mas também auxilia na comunicação do quadro de comando (up-and-down). A solução de problemas faz parte do nosso cotidiano. Resolvemos problemas diariamente, mas ainda não estamos totalmente conscientes da necessidade de seguir um método estruturado do tipo PDCA. Independentemente do método a seguir, três etapas são fundamentais para o sucesso do processo de solução de problemas: identificar o problemas, analisar o fenômeno e as causas, propor solução e avaliar resultados. Então, rigor e disciplina no método são essenciais para o sucesso dos resultados!
  111. 111. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Por que estudar PDCA e Ferramentas Para .... • Reduzir ineficiências • Não conformidades, • Falhas, • Erros, • Desperdícios, • Retrabalhos • Reduzir custos • Melhorar a qualidade • Melhorar a produtividade • Melhorar a eficiência • Aumento da satisfação dos clientes
  112. 112. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Como obter estes resultados? Gerente (responsável ou dono do processo) Liderança Conhecimento Gerencial (Método e Ferramentas) Conhecimento Técnico (Processo)
  113. 113. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Como aumentar o conhecimento gerencial? Método de Solução de Problemas Aumentando a capacidade analítica dos empregados.... • Utilizando: Ferramentas para análise de dados +
  114. 114. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Como aumentar o conhecimento gerencial? Dominando as informações .... UNIVERSO DAS INFORMAÇÕES FATOS = Informações Qualitativas Dados = Informações Numéricas ATINGIR A META PLANOS DE AÇÃO PROCESSAMENTO COLETA CONHECIMENTOS DOS FATORES CONHECIMENTO TÉCNICO ATUAIS DO PROBLEMA ACUMULADO . O QUE? . QUEM? . COMO? . PSICOLOGIA . ONDE . QUANTOS . QUANDO? . ADMINISTRAÇÃO . ENGENHARIA, ETC. Várias Ferramentas da Administração e do Planejamento Estatística e Ferramentas da Estatística DISPOSIÇÃO ANÁLISE DO PROCESSO ANÁLISE DO FENÔMENO META PROBLEMA
  115. 115. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Definição de Problema
  116. 116. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Definição de Problema PROCESSO RESULTADOS Problema é o resultado indesejável de um processo
  117. 117. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Definição de Problema SEU PROCESSO RESULTADOS 14 15 J F M A M J J A S O N D 2016 PROBLEMA PARA 2014 PROBLEMA TOTAL META (8,6) Consumoespecíficodeenergia (kWh/t) 17,2 18,0
  118. 118. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Definição de Problema Em Suma Problema é: Qualquer diferença entre uma situação desejada e a situação atual. Problema é, portanto, um resultado indesejável do trabalho quando se compara o previsto (meta) com o real.
  119. 119. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Definição de Meta É um objetivo a ser alcançado. Determinando-se um valor e um prazo para se chegar a esse objetivo Componentes de uma meta: • Objetivo gerencial • Valor • Prazo • Exemplos: • Reduzir em 1/3 a quantidade de terras necessária para a produção de celulose até dezembro de 2025 • Reduzir o consumo de específico de energia (kWh/t) da produção de farelo de milho de 16 kWh/t para 8,6 kWh/t até 31/12/2016 • Reduzir em 91% a quantidade de resíduos sólidos industriais destinados a aterros até dezembro de 2025
  120. 120. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Definição de Método Método: Palavra de origem grega Método = Meta + Hodos (Caminho) Situação atual Meta É o caminho que leva a uma meta Método MELHOR
  121. 121. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Método PDCA O PDCA é um método de gestão A DC P Situação atual Meta
  122. 122. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente P – Plan (Planejar) D – Do (Executar)C – Check (Verificar) A – Act (Agir corretivamente ou Padronizar) A DC P Método PDCA
  123. 123. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Método PDCA
  124. 124. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente PDCA para Gerenciamento de Processos P D A C Plan Do Action Check Defina as metas Determine os métodos para alcançar as metas Eduque e treine Execute o trabalho Verifique os efeitos do trabalho executado Atue no processo em função dos resultados
  125. 125. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente PDCA para Solução de Problemas P D A C Plan Do Action Check Executar as ações propostas Verificar os efeitos do trabalho executado Padronizar Concluir
  126. 126. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente PDCA para Manter Resultados
  127. 127. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Gerenciando para Manter – Meta Padrão A S C D 1 2 3 4 5 EFETIVO ? NÃO SIM META PADRÃO: Qualidade Padrão, Custo Padrão, etc. PADRÃO: Estabelecido para atingir as metas padrão EXECUÇÃO: Cumprir o PADRÃO VERIFICAÇÃO: Confirmação da efetividade do PADRÃO AÇÃO CORRETIVA: Remoção do Sintoma Ação na causa (ANÁLISE) RELATO (Verbal ou Escrito) • Treinamento OJT • Supervisão • Diagnóstico PDCA - Operacional
  128. 128. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente PDCA para Melhorar Resultados
  129. 129. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente EXECUÇÃO: Atuação de acordo com o "Plano de Ação" A P C D 1 2 3 4 5 EFETIVO ? PROBLEMA: Identificação do Problema OBSERVAÇÃO: Reconhecimento das características do problema ANÁLISE: Descoberta das causas principais 7 6 8 PLANO DE AÇÃO: Contramedidas ás causas principais VERIFICAÇÃO: Confirmação da efetividade da ação PADRONIZAÇÃO: Eliminação definitiva das causas CONCLUSÃO: Revisão das atividades e planejamento para trabalho futuro NÃO SIM 00 01 2002 J D META MELHOR NÚMERO DE RECLAMAÇÕES Gerenciando para Melhorar – Meta de Melhoria PDCA - Tático
  130. 130. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente PDCA Manter x PDCA Melhorar
  131. 131. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente PDCA Aplicado para Manter e Melhorar
  132. 132. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente PDCA para Novos Produtos
  133. 133. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente PDCA Aplicado para o Planejamento de Novos Produtos Estabelecer a padronização final Projetar o produto e o processo Estabelecer os padrões-proposta Estabelecer o conceito do produto Identificar as necessidades dos clientes Verificar a satisfação do cliente Reflexão sobre o processo de desenvolvimento 7 8 3 2 1 4 6 Fabricar e testar o lote-piloto 5 Ciclo Etapas do Planejamento
  134. 134. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente PDCA: Metodologia para Solução de Problemas
  135. 135. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Resolvendo problema sem o PDCA Problema Causa Fundamental Causa Fundamental Causa Fundamental Causa Fundamental Mesmas causas fundamentais atuam novamente Problema Reincidente Ação de correção somente para remoção do sintoma Causas fundamentais do Problema não são investigadas Não são tomadas ações para bloquear as causas fundamentais do problema
  136. 136. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente EXECUÇÃO: Atuação de acordo com o "Plano de Ação" A P C D 1 2 3 4 5 EFETIVO ? PROBLEMA: Identificação do Problema OBSERVAÇÃO: Reconhecimento das características do problema ANÁLISE: Descoberta das causas principais 7 6 8 PLANO DE AÇÃO: Contramedidas ás causas principais VERIFICAÇÃO: Confirmação da efetividade da ação PADRONIZAÇÃO: Eliminação definitiva das causas CONCLUSÃO: Revisão das atividades e planejamento para trabalho futuro NÃO SIM 00 01 2002 J D META MELHOR NÚMERO DE RECLAMAÇÕES Gerenciando de Melhoria
  137. 137. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Identificação do Problema
  138. 138. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Observação do Problema
  139. 139. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Análise do Problema
  140. 140. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Plano de Ação
  141. 141. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Execução
  142. 142. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Verificação
  143. 143. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Padronização
  144. 144. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Conclusão
  145. 145. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Tratando Não Conformidade com o PDCA
  146. 146. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente “Não atendimento a um requisito (NBR ISO 9000 - 2005)” Não Conformidade: Conceito
  147. 147. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Sistema típico para tratamento de NC* Detecção e Relato da NC Ação de correção para remover o sintoma Registro da NC Planejamento das Contramedidas Execução das Contramedidas Acompanhamento da Execução das Contramedidas Executar Projetos através do PDCA Definir Projetos com Metas Identificar NCs Crônicas e Prioritárias Início Análise da NC pelo “Princípio dos 3 Gen” e Método dos Por quês Análise Periódica dos Registros de NC Fim Nota: O “Princípio dos 3 Gen”, significa ir ao local da ocorrência (Genba), observar o equipamento (Genbutsu) e o fenômeno (Gensho). * Não conformidades, Falhas, Problemas, Anomalias, Defeitos e Desvios
  148. 148. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Ocorrência de Anomalia Remova o sintoma Investigue a causa Existe Procedimento Padrão? Prepare um procedimento operacional padrão e garanta que todos os operadores sejam treinados Não Sim O Procedimento Padrão é apropriado? 1 Sim Não 2 Visão Geral do Tratamento de Anomalia
  149. 149. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Não é prático ou não conduza bons resultados Reveja o padrão sob o ponto de vista técnico 2 Os operadores têm dificuldade em entender Reescreva o padrão usando diagramas e figuras para fácil compreensão Reescreva o padrão em conformidade com o método atual de trabalho Treine os operadores de acordo com os padrões Melhore as condi- ções de trabalho Melhore os métodos de trabalho, introduzindo mecanismo à prova de erro. O Procedimento Padrão estava sendo cumprido? 1 Proced. fácil de errar ou equipamento complicado Dê treinamento técnico aos operadores ou os reloque para trabalhos diferentes Instrua e guie os operadores a cumprir os padrões Os operadores não compreendem o padrão Não Os operadores não possuem habilidade p/ cumprir o padrão Os operadores não sentem necessidade de cumprir o padrão Não está numa forma utilizável Sim As condições de trabalho são inadequadas Visão Geral do Tratamento de Anomalia
  150. 150. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Ocorrência da NC Avaliação da necessidade de ações para garantir a não reincidência da NC Determinação e implementação das ações Análise Crítica da NC Registro dos resultados de ações executadas Análise crítica de ações corretivas executadas Ok? Necessidade de ações? Sim Encerra a NC Sim Não Não Determinação das Causas Trantando uma NC
  151. 151. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Falha Contaminação do motor elétrico com água da lavagem do misturador Causa Fundamental Corpo Misturador Motor Elétrico de Acionamento Sintoma da Falha = Queima do Motor Elétrico Análise da Falha (“Princípio dos 3 Gen”e Método dos Por quês”) • Por que o motor elétrico queimou? R -Suas partes internas estavam molhadas •Por que as partes internas do motor estavam molhadas? R -Porque a água usada para lavar o misturador infiltrava (molhava) no motor Antes DepoisKAIZEN MELHORIA Modificar instalação do motor para afastá-lo do misturador. A análise do custo da modificação em relação ao custo das falhas é favorável. RESULTADO A freqüência deste modo de falha foi reduzido a zero Exemplo
  152. 152. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente UNIDADE III Ferramentas para a Melhoria da Gestão
  153. 153. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Ferramentas Básicas do Controle da Qualidade
  154. 154. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Lista de Verificação Estratificação Análise de Pareto Diagrama de Causa e Efeito Histograma Diagrama de Dispersão Gráficos de controle Fluxograma Brainstorming; Testes dos por quês Plano de ação Relatório das três gerações Principais Ferramentas
  155. 155. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente UTILIZAÇÃO: Utilizado para o levantamento de idéias relacionadas a um determinado assunto ou objetivo, como identificação de um problema, prováveis causas, solução de uma não conformidade ou problema, etc. CONCEITO: É uma técnica que visa desinibir os participantes da reunião para que dêem o maior número possível de ideias, encorajando o pensamento criativo de todos. OBJETIVO: Criar o maior número de ideias a cerca de um tema previamente selecionado. Brainstorming
  156. 156. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Formas de Brainstorming • Estruturado • Nesta forma, todas as pessoas da equipe deve dar uma ideia a cada rodada ou "passar" até que chegue a sua vez. Vantagem: obriga até mesmo os tímidos a participarem. Desvantagem: pode gerar uma certa pressão sobre a pessoa • Não estruturado •Nesta forma, os membro da equipe simplesmente dão ideias conforme elas surgem em suas mente. Vantagem: Pode criar uma atmosfera mais relaxada. Desvantagem: Há risco de dominação/monopolização pelos participantes mais extrovertido .
  157. 157. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Regras Gerais Nunca criticar ideias Escrever todas as ideias Concordância de todos Duração de 5 a 15 minutos
  158. 158. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Brainwriting UTILIZAÇÃO: Utilizado para o levantamento de ideias relacionadas a um determinado assunto ou objetivo, como identificação de um problema, prováveis causas, solução de uma não conformidade ou problema, etc. CONCEITO: É uma técnica idêntica ao brainstorming, porém todas as ideias são escritas pelos participantes, geralmente, em um post it, sendo um post it para cada ideia. Esta técnica elimina as desvantagens do brainstorming estruturado e não estruturado. OBJETIVO: Criar o maior número de ideias a cerca de um tema previamente selecionado.
  159. 159. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Ferramenta utilizada para dividir o todo em partes (estratos), facilitando a observação individual das mesmas. Uso na etapa de Observação do PDCA EXEMPLO: Os dados sobre pequenos acidentes ocorridos numa área podem estar sendo registrados numa simples folha, estejam eles aumentando ou diminuindo. Mas esse número é a soma do total dos acidentes, e que poderia ser estratificado: Por tipo: corte, queimadura, etc. Por local afetado: olhos, mãos, cabeça, etc. Por departamento: manutenção, expedição, laboratório, etc. Estratificado por cor Estratificação
  160. 160. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Por Tempo Hora, dia da semana, dia do mês, mês, turno, horários diurno e noturno Por Local Máquina, área e posição Por Tipo Matéria-prima e produto Por Sintoma Defeito e ocorrência Outros Fatores Turma, operador, método, processo, instrumentos de medição e ferramentas D A D O S Tipos de Estratificação
  161. 161. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Tipos de Estratificação Exemplo de Estratificação de Perda de Produtividade de uma escavadeira  Chuva  Não utilização do equipamento  Deslocamento do operador  Deslocamento entre fretes  Espera de caminhão  Espera detonação  Abastecimento  Manutenção corretiva  Manutenção preventiva
  162. 162. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Tipos de Estratificação Exemplo de Estratificação de ocorrência de atraso em uma obra  Ocorrência de defeito  Mão de obra  Erro de Projeto  Falta de materiais  Ocorrência por Produto  Cimento  Tinta  Cerâmica
  163. 163. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente É a ferramenta da qualidade utilizada para facilitar e organizar o processo de coleta e registro de dados, de forma a contribuir para otimizar a posterior análise dos dados obtidos. Uso nas etapas de Identificação do problema e observação do PDCA UTILIZAÇÃO E ELABORAÇÃO: • Defina o objetivo da coleta de dados. • Inclua campos para: • Título (p. ex.: reclamações dos clientes) • Identificação do responsável pela coleta (quem). • Período de observação • O registro da origem dos dados (turno, data de coleta, turma, período da coleta, etc.). • Instrua os envolvidas na coleta sobre importância do preenchimento da folha, e exatamente o que, onde, quando e como será medido. NOTA: Uma folha bem elaborada é o início da transformação de opiniões em fatos e dados. Folha de Verificação
  164. 164. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Folha de Verificação (Simples) Rev.: Data: Folha ___ de ___ Sempre Na maioria das vezes NuncaAtividades do treinamento LOGO PROJETO FOLHA DE VERIFICAÇÃO 1 As atividades estão sendo execitadas conforme treinamento? 6 A produtividade prevista no treinamento está sendo alcançada? 7 Os relatórios obedecem o estipulado no treinamento? 8 Foram listados os problemas ocorridos? 9 Foram definidas as causas dos problemas? 2 Todos estão cumprindo os horários estabelecidos? 3 As instruções relativas ao uso dos equipamentos estão sendo observadas? 4 As instruções de serviço estão sendo seguidas? 5 As instruções de seguranças estão sendo seguidas? 10 Foram tomadas ações corretivas para os problemas ocorridos? 11 Foram tomadas ações preventivas para os problemas? 12 Os resultados são satisfatórios de uma forma geral?
  165. 165. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Folha de Verificação (De frequência) Rev.: Data: Folha ___ de ___ Processo: Fabricação da peça X Período: 01/08/2013 a 30/08/2013 Responsável: Carlos Augusto Produção: 420 peças NC- 1 NC- 2 22//// //// //// //// // 8 NC-3 NC-4 NC´S diversas //// //// //// //// //// / 73Total de NCs LOGO PROJETO FOLHA DE VERIFICAÇÃO DE FREQUÊNCIA DE NÃO CONFORMIDADES //// //// //// //// //// //// 19 15 9
  166. 166. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente É um gráfico de barras verticais que dispõe a informação de forma a tornar evidente e visual a priorização de temas. É utilizado para classificar e priorizar problemas, falhas, não conformidades ou anomalias. Uso nas etapas de Observação e Verificação do PDCA UTILIZAÇÃO: O Método de Análise de Pareto permite: a - dividir um problema grande num grande número de problemas menores e que são mais fáceis de serem resolvidos; b - priorizar projetos; c - estabelecimento de metas concretas e atingíveis. Nota: Em muitos casos, a maior parte dos defeitos e de seus decorrem de um número relativamente pequeno de causas (poucos vitais e muitos triviais: 80 / 20) Diagrama de Pareto
  167. 167. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente COMO CONSTRUIR DIAGRAMAS DE PARETO Etapa 1 – Defina o tipo de problema a ser investigado / estudado (ocorrências ferroviárias, itens defeituosos, reclamações, falhas em vagões, acidentes) Etapa 2 – Liste os possíveis fatores de estratificação do problema escolhido (por tipo, turno, máquina, etc.) Etapa 3 – Estabeleça o método e período de coleta de dados Etapa 4 – Elabore um lista de verificação e registre o total de observações de cada categoria e o número total. Etapa 5 - Prepare uma planilha de dados para o Diagrama de Pareto com as seguintes informações: categorias, quantidades individuais, totais acumulados, percentagens individuais, percentagens acumuladas.
  168. 168. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente COMO CONSTRUIR DIAGRAMAS DE PARETO Categoria Frequência Frequência Acumulada % Relativo % Acumulado Total
  169. 169. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente COMO CONSTRUIR DIAGRAMAS DE PARETO Etapa 5 – Ordene os itens, listando as categorias em ordem decrescente de quantidade e preencha a planilha de dados para o Diagrama de Pareto. Etapa 6 – Trace dois eixos verticais de mesmo comprimento e um eixo horizontal. • Marque o eixo vertical do lado esquerdo com uma escala de 0 até o valor total geral (identifique o nome da variável representada neste eixo e a unidade de medida. • Marque o eixo vertical direito com uma escala de 0% a 100%. Identifique este eixo como “percentagem acumulada (%)” • Divida o eixo horizontal em número de intervalos igual ao número de categorias constantes na planilha de dados.
  170. 170. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente COMO CONSTRUIR DIAGRAMAS DE PARETO Etapa 7 – Identifique cada intervalo do eixo horizontal com o nome das categorias. Etapa 8 – Construa um gráfico de barras utilizando a escala do eixo vertical do lado esquerdo. Etapa 9 – Construa a curva de Pareto marcando os valores acumulados(total ou percentagem), acima e no lado direito do intervalo de cada categoria, e ligue os pontos com seguimentos de reta.
  171. 171. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente COMO CONSTRUIR DIAGRAMAS DE PARETO Etapa 10 – Registre outras informações que devam constar no diagrama: • Título • Período de coleta dos dados • Número Objetivo do estudo realizado • Quantidade total de dados
  172. 172. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Priorização com Ajuda do Diagrama de Pareto
  173. 173. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Existem dois tipos: • Diagrama de Pareto por Efeitos É um diagrama que se aos resultados indesejáveis, e é utilizado para descobrir qual é o maior problema enfrentado pela organização. a – Qualidade: defeitos, falhas, reclamações, devoluções, etc. b – Custo: Perdas de produção, gastos, custos de manutenção c – Entrega: Falta de matéria-prima, índice de atrasos de entrega d - Moral: Índice de reclamações trabalhistas, absenteísmo, etc. e – Segurança: Número de acidentes do trabalho, índice de gravidade de acidentes, etc.
  174. 174. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Existem dois tipos: • Diagrama de Pareto por Causas É um diagrama que se refere às causas no processo, e é utilizado para descobrir as principais causas de um problema. a – Pessoas: treinamento, experiência, habilidade, turno. b – Máquina: Ferramentas, modelos, instrumentos. c – Medida: método de medição, precisão dos instrumentos d - Método: Informação, atualização, clareza das instruções. e – Insumos: fornecedor, lote, tipo, transporte, armazenamento. e – Condições ambientais: Temperatura, umidade, iluminação.
  175. 175. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Exemplo simulado: 65 30 5 Perdaspor paradas (Ton/Mês) Nãoprogram.program.Outros 45 15 5 Perdaspor paradasnão programadas (Ton/Mês) Mecânico.Elétrica.Eletrônico 35 7 3 Perdaspor problemas mecânicos (Ton/Mês) MancaisCilindrosMotores 13 2 Perdaspor problemas elétricos (Ton/Mês) Salacomando Motores 100 50 20 Perdasde produção (Ton/Mês) ParadasRitmoQualidade 22 6 2 Perdaspor paradas programadas (Ton/Mês) PreventivosEnergiaTrocaFerramental 30 15 3 Perdaspor reduçãodo ritmo (Ton/Mês) Forno Material 2 AcertoOutros 12 2 1 Perdaspor faltade materiais (Ton/Mês) ManhãNoite Tarde 25 3 2 Perdaspor problemas noforno (Ton/Mês) QueimadoresAbóbodaCarepa
  176. 176. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Análise de Pareto (Relatório de Falhas) 120 100% 0 0 60 20 N.ºdeFalhas N.º de Falhas X Equipamento Equipamento 600 100% 0 0 300 100 TempodeParada(min.) Tempo de Parada X Equipamento Equipamento 18 100% 0 0 9 N.ºdeFalhas TR 2 N.º de Falhas X Tipos de Ocorrências Tipos de Ocorrências 300 100% 0 0 150 TempodeParada(min.) TR 2 Tempo de Parada X Tipos de Ocorrências Tipos de Ocorrências 60 100% 0 0 30 10 N.ºdeFalhas TR 4 N.º de Falhas X Tipos de Ocorrências Tipos de Ocorrências 100 100% 0 0 50 TempodeParada(min.) TR 4 Tempo de Parada X Tipos de Ocorrências Tipos de Ocorrências
  177. 177. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Depois da Execução da Melhoria Efeito total da execução das melhorias 0 (%) 100 50 125 100 0 B C D A Outros Tipo de defeito Quantidadede itensdefeituosos (%) 100 Antes da Execução da Melhoria 50 100 200 225 0 0 A B C D Outros Tipo de defeito Quantidadede itensdefeituosos
  178. 178. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente É uma estrutura gráfica que representa a relação entre um efeito e suas respectivas causas. FINALIDADE: Identificar de modo simples, rápido e sistemático a relação múltipla entre causa e efeito. Este diagrama é usado par levantar as causas de problemas, de não conformidades, estabelecer itens de controle, etc. PROBLEMA CAUSAS EFEITO Diagrama de Causa e Efeito
  179. 179. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Característica Característica ou Problema (Efeito) Espinha Grande Espinha Média Espinha Pequena Espinha Dorsal Fatores (Causas) Estrutura:
  180. 180. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente COMO USAR? • A equipe deve se munir de todos os dados e informações disponíveis, fazer um “brainstorming” ou seja, uma “tempestade de ideias” . • O “brainstorming” deve ser conduzido pelo líder, nos seguintes passos: 1. Desenhe, no quadro, o diagrama com a indicação clara do problema; 2. Faça a pergunta: “o que está causando este problema?”; 3. Deixe que os membros do grupo deem suas opiniões; 4. Agrupe as opiniões (reunindo as similares e descartando as que, segundo consenso do grupo, não são causas do problema) e escreva no diagrama. Poderão ser agrupadas seguindo os 6M’s (máquina, mão-de-obra, medida, método, material, meio ambiente); 5. Estipule a importância de cada fator Dormir com a TV ligada ALTO CONSUMO DE ENERGIA Lâmpadas acesas de dia Geladeira aberta, após o uso Esquece de ligar o “timer”
  181. 181. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Falha de Equipamento MÉTODOMÃO DE OBRAMEDIDA MÁQUINAMATERIALMEIO AMBIENTE VibraçãoBibliografia Vazamento de óleo Poluição salina Ruído excessivo Sobressalentes Tempo de execução Padrões inadequados Baixa motivaçãoExcesso de reuniões Tempo de pesquisa Treinamento
  182. 182. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente É uma ferramenta usada para registrar, cronologicamente, a evolução de um fenômeno dentro de certo período de tempo, ou as frequências de vários fenômenos em um momento ou período definido. É um gráfico de barras que mostra a variação de um grupo de dados relativos a uma mesma variável, por meio da distribuição de frequência. Nele, o eixo vertical se refere à frequência da ocorrência. Por isso, a altura da coluna vertical é proporcional a essa frequência. O eixo horizontal, por sua vez, mostra a característica de medida dividida em classes. É uma forma de descrição gráfica de dados quantitativos, agrupados em classes de frequência. Uso na etapa de Identificação do problema do PDCA Histograma
  183. 183. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente O Histograma dispõe as informações de modo que seja possível a visualização da forma da distribuição de um conjunto de dados e também a percepção da localização do valor central e da dispersão dos dados em torno deste valor central. UTILIZAÇÃO: CUIDADOS: 1) Forma ( deve ter uma certa simetria ) 2) Dispersão ( deve ser pequena ) 3) Centralização ( deve estar na média )
  184. 184. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Exemplo: Tempo de atendimento de ocorrências ( min. ) Frequência 0 - 5 min 8% 5 - 10 min 16% 20% 10 - 15 min 22% 15 - 20 min 28% 10% 20 - 25 min 18% 25 - 30 min 10% 0 5 10 15 20 25 30 minutos
  185. 185. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Elementos de um Histograma
  186. 186. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Histograma Distribuição dos Dados Média ˆ ˆ ˆ ˆ ˆ ˆ xx - 3ˆ x + 3ˆ 99,73% dos dados
  187. 187. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente COMO CONSTRUIR Etapa 1 – Colete n dados (amostra) referentes à variável cuja distribuição será analisada n > 50 Etapa 2 – Escolha o número de intervalo de classes (k) k =√ n ou utilizando o guia abaixo: Tamanho da Amostra (n) Nº de intervalo k < 50 5 – 7 50 – 100 6 – 10 100 – 250 7 – 12 > 250 10 - 20
  188. 188. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente COMO CONSTRUIR Etapa 3 – Identifique o maior e o menor valor da amostra Xmáx e Xmin Etapa 4 – Calcule a amplitude total dos dados ( R ) R = Xmáx - Xmin Etapa 5 – Calcule o comprimento de cada intervalo ( h ) h = R / k (amplitude de classe) Etapa 6 – Determine os limites de cada intervalo Primeiro intervalo: Limite inferior: LI1= Xmin – h / 2 Limite superior: LS1= LI1 + h
  189. 189. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente COMO CONSTRUIR Segundo intervalo: Limite inferior: LI2= LS1 Limite superior: LS1= LI2 + h i- ésimo intervalo: Limite inferior: LIi= Lsi - 1 Limite superior: LSi= LIi + h Etapa 7 – Construir uma tabela de freqüência contendo: • Nº de ordem de cada intervalo (i) • Limites de dada intervalo (fechados à esquerda e aberto à direita ├ ) • Ponto médio xi do i-ésimo intervalo: xi = (Lsi+ Lii)/2 • Tabulação • Freqüência (fi) do i-ésimo intervalo • Frequência relativa (fi/n) do i-ésimo intervalo • Desenhar o histograma • Registre: Título, período de coleta dos dados e tamanho da amostra.
  190. 190. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente INTERPRETAÇÃO DE HISTOGRAMAS O valor médio do histograma está no meio da faixa dos dados. A frequência é mais alta no meio e torna-se gradualmente mais baixa na direção dos extremos. O perfil é simétrico. É o formato encontrado com mais frequência. Pode ocorrer quando a variável é contínua e não existe restrições para os valores que ela possa assumir. O processo a qual a variável está associada usualmente é estável. Geral ou Simétrico
  191. 191. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente INTERPRETAÇÃO DE HISTOGRAMAS A frequência é baixa no centro do histograma e existe um “pico” à direita e outro à esquerda do gráfico. Ocorre quando dados provenientes de duas distribuições com média muito diferentes são misturados. Este fato pode acontecer quando os valores da variável utilizados na construção do histograma estão associados a duas máquinas ou dois turnos distintos, por exemplo. Picos duplos ou Bimodal
  192. 192. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente INTERPRETAÇÃO DE HISTOGRAMAS As classes possuem freqüência altas e baixas alternadamente.Este perfil ocorre quando a quantidade de dados incluídos na classe varia de classe para classe, ou quando existe uma tendência particular no modo como os dados são arredondados. “Pente” ou Multi-modal
  193. 193. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente INTERPRETAÇÃO DE HISTOGRAMAS Existe um pequeno pico isolado em adição a um histograma do tipo geral. Este é um perfil que ocorre quando há uma pequena inclusão de dados de uma distribuição diferente, como no caso de anormalidade do processo, erro de medição, ou inclusão de dados de um processo diferente Picos Isolados
  194. 194. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente INTERPRETAÇÃO DE HISTOGRAMAS A freqüência em cada classe forma um platô porque as classes possuem mais ou menos a mesma frequência exceto aquelas das extremidades. Este formato ocorre quando há mistura de várias distribuições que têm diferentes médias. Ocorre quando dados provenientes de duas distribuições com médias não muito diferentes são misturados. Platô ou Achatado
  195. 195. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente INTERPRETAÇÃO DE HISTOGRAMAS O valor médio do histograma fica localizado à esquerda (direita) do centro da faixa da variação. A frequência decresce um tanto abruptamente na esquerda (direita), e lentamente em direção à direita (esquerda). Isto ocorre com frequência quando uma triagem de 100% tiver sido feita por causa da baixa capacidade do processo, e também quando a assimetria positiva (negativa) se tornar ainda mais extrema. Pode surgir quando o processo a qual a variável está associada apresenta algum tipo de irregularidade, ou quando ocorrem erros de medida ou de registro de dados. Despenhadeiro ou Declive à direita
  196. 196. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente INTERPRETAÇÃO DE HISTOGRAMAS O valor médio do histograma fica localizado à esquerda (direita) do centro da faixa da variação. A freqüência decresce um tanto abruptamente em direção à esquerda (direita), porém de forma suave à direita (esquerda). Isto ocorre quando o limite inferior (superior) é controlado, ou teoricamente, ou por um valor de especificação, ou quando valores mais baixos (mais altos) do que um certo valor não ocorrem. Este fato pode ocorrer por razões teóricas (poe exempo, é impossível existirem valores inferiores a 0% para a característica da qualidade teor de impurezas), ou quando a variável possui apenas um limite de especificação, sendo controlada para atender este limite. Assimétricos
  197. 197. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente INTERPRETAÇÃO DE HISTOGRAMAS A freqüência em cada classe forma um platô porque as classes possuem mais ou menos a mesma freqüência exceto aquelas das extremidades. Este formato ocorre quando há mistura de várias distribuições que têm diferentes médias. É encontrado quando dados provenientes de uma distribuição diferentes da distribuição de maior parte das medidas também são utilizados na construção do gráfico. (Quando ocorre erro de medida ou registro dos dados). “Ilhas Isoladas”
  198. 198. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente É usado para se verificar uma possível relação de causa e efeito entre duas variáveis objetos de estudo. Revela a maior, menor ou nenhuma dependência de uma variável em relação à outra. Uso na etapa de Análise do problema do PDCA Diagrama de Dispersão
  199. 199. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente COMO CONSTRUIR Etapa 1 – Coletar uma amostra de pelo menos 30 pares (x, y) das variáveis cujo tipo de relacionamento será estudado. Etapa 2– Registrar os dados em uma tabela . Etapa 3 – Traçar um gráfico cartesiano. Etapa 4 – Marcar no gráfico os pares de valores (x e y) Etapa 5 – analise o diagrama, verificando a existência de correlação. Etapa 6 – Registra as seguintes informações: • Título • Período de coleta dos dados • Nº de pares de observações • Unidade de medida de cada eixo • Responsável pela construção do diagrama
  200. 200. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente TIPOS DE CORRELAÇÕES Correlação Nula
  201. 201. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Cálculo do coeficiente de correlação ( r ) Coeficiente de correlação: É uma medida do grau de correlação entre duas variáveis ( representado pela letra r ). Varia de –1 a + 1. Quanto mais próximo da unidade ( acima de 0,75 ) mais correlacionadas são as variáveis. ])(][)([ ))(( 2222 yynxxn xyxyn r   
  202. 202. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Coeficiente de correlação ( r ) Valores dos Coeficientes Descrição +1,00 Correlação positiva perfeita + 0,70 a 0,99 Correlação positiva muito forte + 0,50 a 0,69 Correlação positiva substancial + 0,30 a 0,49 Correlação positiva moderada + 0,10 a 0,29 Correlação positiva baixa + 0,01 a 0,09 Correlação positiva ínfima 0,00 Nenhuma correlação - 0,01 a 0,09 Correlação negativa ínfima - 0,01 a 0,29 Correlação negativa baixa - 0,30 a 0,49 Correlação negativa moderada - 0,50 a 0,69 Correlação negativa substancial - 0,70 a 0,99 Correlação negativa muito forte - 1,00 Correlação negativa perfeita
  203. 203. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Estimativa da reta de regressão y = a + bx (Método dos Mínimos Quadrados) y = Variável dependente x = Variável independente x y α b = tg α x a     2)(2 ))(( xxn xyxyn b     2 _ 2 __ )( . xnx yxnxy b
  204. 204. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Exemplo: Verificar se existe alguma correlação entre o tempo prisional de um condenado ( variável X em meses ) com o número de tentativas de fuga no período ( variável Y em quantidade ). n = 8 medições X Y X.Y X2 Y2 3 0 0 9 0 6 1 6 36 1 9 2 18 81 4 12 4 48 144 16 15 3 45 225 9 18 5 90 324 25 21 6 126 441 36 24 4 96 576 16 Somatório = 108 25 429 1836 107 Médias X = 13,5 ; Y = 3,125
  205. 205. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Exemplo: 8 x 429 – 108 x 25 r = {8x1836 – [108]² }. {107 – [25]² } Reta de regressão: y = a + bx = - 0,143 + 0,242x Para x = 9, y = 2,04 a = Média (y ) – b. Média (x ) a = 3,125 - 0,242*13,5 a = 3,125 – 3,268 = - 0,143 3432 - 2700 = {14688 – 11664}. {8x107 – 625} 732 r = 732 = 732 = 835,8 = 0,88 (correlação positiva muito forte) b = 732 / 3024 = 0,242 Para x = 18, y = 4,22 {3024}. {231} 698.544 __________________________ __________________________ _____________ _________ ______ r2 = Coeficiente de determinação = 0,77
  206. 206. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Mostra o desempenho do processo. Avalia se o comportamento de um processo, em termos de variação, é (ou não) previsível. O processo está sob controle se: a)Todos os pontos estão dentro dos limites estabelecidos b)A disposição dos pontos, dentro dos limites, é aleatória O processo não está sob controle se: a)Existir periodicidade (subidas e descidas) em intervalos regulares de tempo b)Existir tendência para cima ou para baixo c)Existe deslocamento (mudança no nível de desempenho) Gráfico de Controle
  207. 207. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Existem dois tipos de gráfico de controle – um para valores contínuos e outro para valores discretos.
  208. 208. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Em qualquer tipo de gráfico de controle os limites de controle são calculados pela seguinte fórmula: O desvio-padrão é o da variação devido a causas comuns. Este tipo de gráfico é chamado de gráfico de controle 3 sigma e, estatisticamente, 99,73% das ocorrências estarão entre os limites superior e inferior de controle.
  209. 209. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Exemplo: comprimento(mm) lo te s C A U S A E S P E C I A L L IC (lim ite in fe rio r d e c o n tro le ) L S C (lim ite s u p e rio r d e c o n tro le ) M é d ia L IE (lim ite in fe rio r d e e s p e c ific a ç ã o ) L S E (lim ite s u p e rio r d e e s p e c ific a ç ã o )
  210. 210. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente • Quando todos os valores marcados no gráfico estão dentro dos limites, sem qualquer tendência particular, o processo é considerado sob controle. Entretanto, se os pontos incidirem fora dos limites de controle ou apresentarem uma disposição atípica, o processo é julgado fora de controle. • A qualidade de um produto gerado por um processo está sujeita a variação e suas causas podem ser classificadas em dois tipos: • Causas comuns: a variação devida a causa comum é inevitável e inerente ao processo. • Causas especiais: a variação devida a causa especial é evitável e significa que existem fatores relevantes a ser investigados.
  211. 211. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente O processo abaixo não está sob controle estatístico, porém atende às especificações do produto. Análise do processo graficamente
  212. 212. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente O processo está sob controle estatístico, porém não atende às especificações do produto. Análise do processo graficamente
  213. 213. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente O processo está sob controle estatístico e atende às especificações, por isso pode ser considerado um processo seguro. Análise do processo graficamente
  214. 214. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente O processo não está sob controle estatístico e não atende às especificações. Análise do processo graficamente
  215. 215. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente É uma configuração (desenho) que contém as indicações passo a passo das etapas ou atividades de um processo de produção ou execução de um serviço É uma ferramenta para a avaliação de processos administrativos e produção Fluxograma
  216. 216. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente BENEFÍCIOS: 1. Oferece compreensão única do processo 2. Possibilita a correção / eliminação de anormalidades ou etapas 3. Permite a visualização das: - Etapas que necessitam padronização - Relações interdepartamentais - Relações entre etapas e fases
  217. 217. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Símbolos básicos do Fluxograma Início Fronteira do Processo Etapa do Processo Ponto de Decisão Fim Fronteira do Processo
  218. 218. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente Exemplo: Projeto reciclagem lixo eletrônico
  219. 219. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente • É uma técnica que auxilia na identificação da causa fundamental (causa raiz) de um problema. • O teste dos porquês consiste em perguntar, no mínimo 5 vezes, por que um determinado efeito ocorre (problema). • Para cada resposta(motivo), devemos perguntar o respectivo porquê e assim sucessivamente. O Resultado final é causa fundamental do problema. Teste dos Por quês
  220. 220. Mestrado Profissional em Energia e Meio AmbienteMestrado Profissional em Energia e Meio Ambiente

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