Vitaminas e Fitoterápicos Quando e como usar?
Peter Mere Latham 1789 - 1875 Poisons and medicine  are oftentimes  the same substance  given with  different intents
Fitoterápicos
Medicina convencional  x  fitoterapia DIGITAL SALICILATO
Fitoterapia Reconhecendo o problema Perguntamos   ao  paciente se  está fazendo uso  de fitoterápicos ? O que  aprendemos ...
Fitoterapia Mitos Como pode fazer mal? Mas não é natural?
Cimicifuga Racemosa  erva de são cristóvão   <ul><li>Ação :  Antiespasmódico, diurético, supressor da tosse, Sedativo </li...
Funções e Toxicidade <ul><li>Ação estrogenio-like, Supressão do LH </li></ul>
Interações <ul><li>Anti-hipertensivo, anestésicos e sedativos:  Podem aumentar o efeito hipotensor </li></ul><ul><li>Prova...
Cimicífuga Racemosa <ul><li>EFICACIA </li></ul><ul><li>Evidencia insuficiente  para afirmarmos que a cimicifuga racemosa é...
Echinacea  Purpúrea   <ul><li>Ações :  imunoestimulante, anti-inflamatória </li></ul><ul><li>Usos :  Prevenção em casos de...
Funções e Toxicidade <ul><li>Estimula a fagocitose, a mobilidade dos leucócitos, a atividade celular respiratória </li></u...
Interações <ul><li>Medicamentos antialérgicos como a  fexofenadina </li></ul><ul><li>Drogas antifúngicas como cetoconazol ...
Echinacea  Purpúrea <ul><li>Echinacea possui  evidencia limitada  para recomendação de prevenção de gripes e resfriados </...
ALHO <ul><li>Ações:   redutor de colesterol,  </li></ul><ul><li>Anti-trombótico, Anti-oxidante, anti-bacteriano,  Usos :  ...
Funções e toxicidade <ul><li>Hipoglicemiante </li></ul><ul><li>Anticoagulante </li></ul><ul><li>Redutor de lipides </li></...
Interações <ul><li>Acetaminofem e drogas metabolizadas pelo  CYP 2E1 </li></ul><ul><li>Anticoagulantes  e AINHs </li></ul>...
ALHO <ul><li>GRIPE </li></ul><ul><li>Não existem informações de estudos  randomizados controlados  , aonde a administração...
Gingko <ul><li>Ações:   antioxidante, estimulante circulatório, vasodilatadora </li></ul><ul><li>usos:  manejo da insufici...
Indicações   Melhora da Atividade cerebral e circulatória Em doenças circulatórias Labiritopatias e Tinitus
Precauções e dosagens Disturbios  GI  , cefaléia e  reações alérgicas  observados em uso prolongado Interações anticoagula...
Gingko <ul><li>Não existe evidencia convincente que Gingko Biloba para demência e comprometimento cognitivo  </li></ul><ul...
GENGIBRE <ul><li>Ações :  Antiemético, anti-inflamatório, espasmolítico </li></ul><ul><li>Usos:   antinauseoso, antivertig...
Funções e Toxicidade <ul><li>Anti-emético  </li></ul><ul><li>Efeito  anti-inflamatório </li></ul><ul><li>Potencialização  ...
Interações <ul><li>Altas doses podem  aumentar o tempo de coagulação </li></ul><ul><li>Altas doses podem desencadear  arri...
GENGIBRE <ul><li>Não há clara evidencia da eficácia do gengibre no tratamento de náuseas, vômitos e cinetose </li></ul><ul...
PANAX GINSENG <ul><li>Ações :  Adaptógeno, tônico, imunomodulador, prevenção do cancer. </li></ul><ul><li>usos :  melhorar...
Funções e Toxicidade <ul><li>Aumenta atividade das T-Cell , Estimula a produção de interferon , a produção de HDL, acelera...
Interações <ul><li>Anticoagulantes  (warfarina) </li></ul><ul><li>Antidiabeticos, insulina ( aumento do efeito hipoglicemi...
PANAX GINSENG <ul><li>Estudos relatam que o ginseng tem  efeitos hipoglicemiantes  em pacientes diabéticos (Grau C de evid...
Serenoa Repens   <ul><li>Ações :  Diurético, antiséptico urinário, anti- inflamatório e espasmolítico </li></ul><ul><li>Us...
Funções e toxicidade <ul><li>Antiandrogênico, antinflamatório </li></ul><ul><li>Inibição  da atividade da  testosterona  <...
Serenoa Repens <ul><li>O extrato de  saw palmetto demonstrou  ser mais eficaz  que o placebo na redução dos sintomas de HP...
Hypericum Perforatum  Erva de São João   <ul><li>Ações  :  Antiviral e antidepressivo </li></ul><ul><li>usos :  tratamento...
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Erva de São João <ul><li>O extrato de Hipericum é  tão eficaz quanto a imipramina  no tratamento da depressão maior com po...
Fitoterapia Usuários mais comuns Mulheres 50 a 64 anos de idade Alto padrão educacional Boa condição econômica Doenças crô...
Fitoterapia  Preservar saúde ►67% Resfriados ►57% Osteoartrite ►39% Energéticos ►37% Reduzir colesterol ►29% Prevenir cânc...
Fitoterapia Usos e literatura Osteoartrite Obesidade D. Alzheimer Angina pectoris Infecções bacterianas
Metodologia científica   Escore de Jadad - probabilidade de viés <ul><li>Estudo descrito como randomizado </li></ul><ul><l...
Fitoterapia e osteoartrite Revisão sistemática <ul><li>Capsaicina </li></ul><ul><li>M. análise </li></ul><ul><li>4 estudos...
Fitoterapia e osteoartrite Capsaicina tópica Deal, C.L. et als. - Clin. Ther. 13: 383, 1991 McCarthy, G.M. et als. - J. Rh...
Fitoterapia e osteoartrite Extrato insaponificável de abacate e soja Blotman, F. et als. Rev Rhum. Engl. Ed. 64: 825, 1997...
Fitoterapia e osteoartrite Harpagophytum procumbens Guyader, M. Un. Pierre et Marie Curie, 1984 Lecomte, A. & Costa, J.P. ...
Fitoterapia e osteoartrite Evidência clínica <ul><li>Capsaicina </li></ul><ul><li>Moderadamente forte </li></ul><ul><li>3 ...
Fitoterapia e osteoartrite Interações medicamentosas Capsaicina IECA Tosse H. procubens Varfarina Púrpura Capsicum ssp H. ...
CINCO ERVAS PERIGOSAS <ul><li>EFEDRA  Ephedra sínica </li></ul><ul><li>CHAPARRAL  Larrea Tridentata   </li></ul><ul><li>CO...
EFEDRA  Ephedra sínica   <ul><li>Dose (8mg/dia): </li></ul><ul><ul><ul><li>palpitações, boca seca, insonia, náusea, vomito...
CHAPARRAL  Larrea Tridentata   <ul><li>Acredita-se ser um agente antitumoral </li></ul><ul><li>Ineficaz e totalmente inseg...
CONFREI  Symphytum Officinale <ul><li>Uso externo:  Tratamento de entorces e contusões </li></ul><ul><ul><li>Uso somente c...
LOBELIA  Lobelia Inflata <ul><li>“  a maneira natural de parar de fumar” </li></ul><ul><li>Risco de overdose alta </li></u...
IOHIMBINA  Corynanthe Johimbe <ul><li>“ afrodisiaco natural” </li></ul><ul><li>Efeitos em baixa dosagem </li></ul><ul><ul>...
“ VITAMINAS”
RADICAIS LIVRES <ul><li>Em 1956,  Denham Harman  levantou a hipótese que </li></ul><ul><li>os radicais livres poderiam inf...
RADICAIS LIVRES
ANTIOXIDANTES <ul><li>Denomina-se  antioxidante  qualquer substância que, quando presente em baixa concentração em compara...
VITAMINAS ANTIOXIDANTES <ul><li>HA possibilidade de que vitaminas antioxidantes, possam  proteger  os nossos pacientes con...
VITAMINAS ANTIOXIDANTES
VITAMINAS ANTIOXIDANTES <ul><li>Dados de alguns estudos epidemiológicos têm demonstrado um  menor risco  para doenças card...
VITAMINAS Linus Pauling, bioquímico laureado com o Nobel, começou a promover a idéia de  &quot;megadoses&quot;  de nutrien...
VITAMINAS <ul><li>Carência vitaminica  controvésias e dificil interpretação </li></ul><ul><li>A deficiencia pode ser parci...
VITAMINAS HIDROSSOLÚVEIS   <ul><li>Vitamina C ( ac. ascórbico)   o escorbuto é a doença causada pela falta da vitamina C, ...
Vitamina C <ul><li>Fonte  </li></ul><ul><li>Frutas citricas, tomates, batatas e  vegetais </li></ul><ul><li>Antioxidante, ...
Escorbuto
VITAMINA C <ul><li>Degeneração Macular </li></ul><ul><li>Em altas doses antioxidante associada ao Zinco para redução do ri...
Deficit de Vitamina B1 Tiamina <ul><li>Condições de risco </li></ul><ul><li>arroz polido cha, bebedores pesados de café, c...
Manifestações clinicas B 1 <ul><li>Estagio inicial   anorexia, irritabilidade </li></ul><ul><li>Estagio final   Beriberi <...
beriberi
VITAMINA B1 <ul><li>Administração de tiamina antes da reposição de Glicose para evitar encefalopatia de Wernicke em pacien...
Deficit de vit B 6 <ul><li>Um cofator de sintese de aminoacidos </li></ul><ul><li>Sintese de neurotransmissores </li></ul>...
VITAMINA B6
VITAMINA B6 <ul><li>INTERAÇÕES : </li></ul><ul><li>Levodopa-Piridoxina :  Altera efeito terapeutico .  </li></ul><ul><li>A...
Vitamina B12 <ul><li>Necessario do  fator intrínseco  da mucosa gástrica para que ocorra a absorção no íleo terminal </li>...
Vitamina B12 <ul><li>Fontes   produtos animais (figado, leite e ovos)  </li></ul><ul><li>Risco de deficiencia </li></ul><u...
Vitamina B12
Manifestações clinicas B 12 <ul><li>1.  Sangue  Anemia (megaloblástica) </li></ul><ul><li>2.  GI  lingua lisa e palida (gl...
Diagnóstico B 12 <ul><li>Nivel de Vitamina B12  (<200 pg/ml)   </li></ul>
Tratamento B 12 <ul><li>Injeções de cobalamina </li></ul><ul><li>1000  µg  3X por semana, depois  mensais </li></ul>
Disfução cognitiva por B 12 <ul><li>Reversivel se tempo do deficit inferior a um ano </li></ul><ul><li>Martin DC et al., J...
Deficit de acido fólico <ul><li>Fontes  Vegetais em folhas, figado, rim, </li></ul><ul><li>cogumelos, frutas </li></ul><ul...
Acido Fólico
Diag e TTMT ac fólico <ul><li>Diagnostico  </li></ul><ul><li>Dosagem de acido fólico no soro </li></ul><ul><li>Tratamento ...
VITAMINAS LIPOSSOLÚVEIS <ul><li>Vitamina A   cegueira noturna, a principal manifestação da carência de vitamina A, já era ...
VITAMINA A
VITAMINA D <ul><li>A vitamina D em idosos chama atenção por sua participação no  metabolismo ósseo </li></ul><ul><li>A pop...
VITAMINA D
Deficit Vitamina D <ul><li>Alta prevalencia no hemisfério norte </li></ul><ul><li>*40-100% de idosos americanos e europeus...
Diag Deficit Vit D <ul><li>Diagnostico </li></ul><ul><li>Nivel serico de  25-hydroxivitamina D </li></ul><ul><li>Deficienc...
TTMT VIT D <ul><li>Tratamento </li></ul><ul><li>Deficiencia franca de vitamina D </li></ul><ul><li>50,000 UI por semana X ...
VITAMINA D   <ul><li>SUPLEMENTAÇÃO: </li></ul><ul><li>Pode ser indicada em pacientes com pouca exposição ao sol, ingesta i...
VITAMINA D <ul><li>A suplementação de vitamina D  pode reduzir  o risco de quedas no idoso GRAU A de evidencia)  </li></ul...
VITAMINA D <ul><li>A suplementação de vitamina D pode estar associada a  redução no risco  de todas as causas de mortalida...
Vitamin E <ul><li>Controvérsia </li></ul><ul><li>2000 UI/dia pode retardar a progressão de demencia </li></ul><ul><li>A su...
VITAMINA E
Sobrevida de 341 pacientes com doença de Alzheimer tratados com Selegilina Alfa-tocoferol Selegilina Alfa-tocoferol Tratam...
<ul><li>HOPE-TOO </li></ul><ul><li>4732 pacientes avaliados que receberam vitamina E 400UI/dia ou placebo </li></ul><ul><l...
VITAMINA E <ul><li>Degeneração macular </li></ul><ul><li>Como antioxidante em alta dose associado ao zinco na redução do r...
VITAMINA E <ul><li>Os estudos atuais  não confirmam  que o uso da vitamina E reduza o risco de câncer </li></ul><ul><li>Pr...
BETA - CAROTENO <ul><li>Physicians Health Study   ( N Engl J Med 1996 May 2;334(18):1145-9  ) </li></ul><ul><li>O estudo a...
BETA - CAROTENO <ul><li>O  Beta-Carotene and Retinol Efficacy Trial  (N Engl J Med 1996 May 2;334(18):1150-5.   </li></ul>...
BETA CAROTENO <ul><li>Protoporfiria Eritropoética </li></ul><ul><li>Uso na redução das reações de foto sensibilidade  </li...
MULTIVITAMINAS I <ul><li>Mutivitaminas não previnem doenças cardiovasculares </li></ul><ul><li>Vitaminas antioxidantes mul...
MULTIVITAMINAS II <ul><li>O uso de multivitaminas  não reduzem  o risco de DCV, Câncer ou mortalidade em mulheres pósmenop...
MULTIVITAMINAS III <ul><li>ANTIOXIDANTES  Não são eficazes na redução do risco de doença coronária e podem reduzir a ação ...
<ul><li>Revisão sistemática sobre segurança e eficácia do uso de polivitaminicos em doenças crônicas e prevenção de câncer...
Jeanne Calment 1875 - 1977 122 anos e 124 dias de vida 20 anos 40 anos 60 anos 122 anos
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Vitaminas E Fitoterapicos Quando E Como Usar 14 De Agosto

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Vitaminas E Fitoterapicos Quando E Como Usar 14 De Agosto

  1. 1. Vitaminas e Fitoterápicos Quando e como usar?
  2. 2. Peter Mere Latham 1789 - 1875 Poisons and medicine are oftentimes the same substance given with different intents
  3. 3. Fitoterápicos
  4. 4. Medicina convencional x fitoterapia DIGITAL SALICILATO
  5. 5. Fitoterapia Reconhecendo o problema Perguntamos ao paciente se está fazendo uso de fitoterápicos ? O que aprendemos na prática médica sobre o tema ?
  6. 6. Fitoterapia Mitos Como pode fazer mal? Mas não é natural?
  7. 7. Cimicifuga Racemosa erva de são cristóvão <ul><li>Ação : Antiespasmódico, diurético, supressor da tosse, Sedativo </li></ul><ul><li>Uso: Sintomas menopausicos, </li></ul><ul><li>Dor reumatica, Dor muscular e Dor neuropatica </li></ul><ul><li>Efeitos colaterais : Baixo </li></ul><ul><li>Dose : 20-80mg </li></ul>
  8. 8. Funções e Toxicidade <ul><li>Ação estrogenio-like, Supressão do LH </li></ul>
  9. 9. Interações <ul><li>Anti-hipertensivo, anestésicos e sedativos: Podem aumentar o efeito hipotensor </li></ul><ul><li>Provavel interação com tamoxifeno (Nolvadex) </li></ul>
  10. 10. Cimicífuga Racemosa <ul><li>EFICACIA </li></ul><ul><li>Evidencia insuficiente para afirmarmos que a cimicifuga racemosa é mais eficaz que o placebo na redução dos sintomas menopáusicos (GRAU B de evidência) </li></ul><ul><li>J Womens Health Gend Based Med 2002 Mar;11(2):163   </li></ul>
  11. 11. Echinacea Purpúrea <ul><li>Ações : imunoestimulante, anti-inflamatória </li></ul><ul><li>Usos : Prevenção em casos de gripes e resfriados. Úlceras e queimaduras. Infecções do trato urinário. Efeitos colaterais : Baixo </li></ul><ul><li>Doses : tintura 15-30 gotas 2-5 vezes no primeiro dia e 2x nos dias posteriores. </li></ul>
  12. 12. Funções e Toxicidade <ul><li>Estimula a fagocitose, a mobilidade dos leucócitos, a atividade celular respiratória </li></ul><ul><li>Reações alérgicas , angioedema e anafilaxia </li></ul>
  13. 13. Interações <ul><li>Medicamentos antialérgicos como a fexofenadina </li></ul><ul><li>Drogas antifúngicas como cetoconazol </li></ul><ul><li>Drogas antineoplasicas como vinblastina, e vincristina </li></ul><ul><li>Drogas estatinas </li></ul>
  14. 14. Echinacea Purpúrea <ul><li>Echinacea possui evidencia limitada para recomendação de prevenção de gripes e resfriados </li></ul><ul><li>GRAU B de evidencia </li></ul>
  15. 15. ALHO <ul><li>Ações: redutor de colesterol, </li></ul><ul><li>Anti-trombótico, Anti-oxidante, anti-bacteriano, Usos : baixa colesterol triglicéride, eleva o HDL, tratamento de infecções </li></ul><ul><li>Efeitos colaterais : Baixo </li></ul><ul><li>Doses : mais de 1 g de extrato estandadizado </li></ul>
  16. 16. Funções e toxicidade <ul><li>Hipoglicemiante </li></ul><ul><li>Anticoagulante </li></ul><ul><li>Redutor de lipides </li></ul><ul><li>Antioxidante </li></ul><ul><li>Hipotensor </li></ul><ul><li>Imunomodulador </li></ul><ul><li>Grande ingesta pode levar a reações alérgicas </li></ul><ul><li>Alho contraindicado antes de cirurgias </li></ul>
  17. 17. Interações <ul><li>Acetaminofem e drogas metabolizadas pelo CYP 2E1 </li></ul><ul><li>Anticoagulantes e AINHs </li></ul><ul><li>Antidiabeticos </li></ul>
  18. 18. ALHO <ul><li>GRIPE </li></ul><ul><li>Não existem informações de estudos randomizados controlados , aonde a administração de alho no quadro gripal reduza a severidade dos sintomas ou o numero de dias da doença </li></ul><ul><li>DAOP </li></ul><ul><li>Um pequeno Trial de curta duração não encontrou diferenças significativas na distancia caminhada do grupo que tomou alho </li></ul>
  19. 19. Gingko <ul><li>Ações: antioxidante, estimulante circulatório, vasodilatadora </li></ul><ul><li>usos: manejo da insuficiencia cerebral, demências vasculares, tinitus e cefaléias </li></ul><ul><li>Efeitos colaterais : muito baixos </li></ul><ul><li>Doses : 120-160mg/dia </li></ul>
  20. 20. Indicações Melhora da Atividade cerebral e circulatória Em doenças circulatórias Labiritopatias e Tinitus
  21. 21. Precauções e dosagens Disturbios GI , cefaléia e reações alérgicas observados em uso prolongado Interações anticoagulantes , antiplaquetarios Agentes hipoglicemiantes orais: elevação da glicemia Diuréticos tiazídicos: aumentam a pressão arterial Trazodona e gingko podem causar coma em pacientes com Demência
  22. 22. Gingko <ul><li>Não existe evidencia convincente que Gingko Biloba para demência e comprometimento cognitivo </li></ul><ul><li>Dos quatro últimos Trials com Gingko, três não encontraram nenhuma diferença comparados com o placebo e apenas um demonstrou eficácia a favor da gingko </li></ul>
  23. 23. GENGIBRE <ul><li>Ações : Antiemético, anti-inflamatório, espasmolítico </li></ul><ul><li>Usos: antinauseoso, antivertiginoso, estimulante circulatório </li></ul><ul><li>Efeitos colaterais : baixo </li></ul><ul><li>Doses: 0.5-1g de raiz fresca </li></ul><ul><li>500 mg em balas </li></ul>
  24. 24. Funções e Toxicidade <ul><li>Anti-emético </li></ul><ul><li>Efeito anti-inflamatório </li></ul><ul><li>Potencialização do sistem a imunológico </li></ul><ul><li>Sem efeitos tóxicos em doses habituais </li></ul>
  25. 25. Interações <ul><li>Altas doses podem aumentar o tempo de coagulação </li></ul><ul><li>Altas doses podem desencadear arritmias cardíacas e depressão </li></ul>
  26. 26. GENGIBRE <ul><li>Não há clara evidencia da eficácia do gengibre no tratamento de náuseas, vômitos e cinetose </li></ul><ul><li>Betz O. Is ginger a clinically relevant antiemetic? A systematic review of randomized controlled trials: Forschende Komplementärmedizin und klassische Naturheilkunde. 2005,  12(1):14-23 </li></ul>
  27. 27. PANAX GINSENG <ul><li>Ações : Adaptógeno, tônico, imunomodulador, prevenção do cancer. </li></ul><ul><li>usos : melhorar o performance sob estresse, insuficiência cardiaca congestiva, aumenta o HDL, Diabetes tipo 2 </li></ul><ul><li>Efeitos colaterais : baixo </li></ul><ul><li>Doses: 05-2g raiz seca </li></ul><ul><li>1-5ml tintura </li></ul>
  28. 28. Funções e Toxicidade <ul><li>Aumenta atividade das T-Cell , Estimula a produção de interferon , a produção de HDL, acelera a produção de RNA </li></ul><ul><li>Síndrome do abuso do Ginseng (atividade motora aumentada, diarréia, ansiedade, insonia, hipertensão e edema) </li></ul>
  29. 29. Interações <ul><li>Anticoagulantes (warfarina) </li></ul><ul><li>Antidiabeticos, insulina ( aumento do efeito hipoglicemiante ) </li></ul><ul><li>Drogas metabolizadoas pelo CYP 3A4 </li></ul><ul><li>Inibidores da MAO ( Tremor, cefaléia e mania ) </li></ul>
  30. 30. PANAX GINSENG <ul><li>Estudos relatam que o ginseng tem efeitos hipoglicemiantes em pacientes diabéticos (Grau C de evidencia) </li></ul><ul><li>Todavia a evidencia de qualquer benefício é muito fraca pois os trials originais são todos de baixa qualidade </li></ul>
  31. 31. Serenoa Repens <ul><li>Ações : Diurético, antiséptico urinário, anti- inflamatório e espasmolítico </li></ul><ul><li>Uso : tratamento de HPB leve a moderada, inflamação do trato respiratório e urinário </li></ul><ul><li>Efeitos colaterais : baixo </li></ul><ul><li>Doses: 160 mg 2xd </li></ul>
  32. 32. Funções e toxicidade <ul><li>Antiandrogênico, antinflamatório </li></ul><ul><li>Inibição da atividade da testosterona </li></ul><ul><li>5a-reductase </li></ul><ul><li>Queixas gastrica ocasionais </li></ul>
  33. 33. Serenoa Repens <ul><li>O extrato de saw palmetto demonstrou ser mais eficaz que o placebo na redução dos sintomas de HPB </li></ul><ul><li>(GRAU A) </li></ul><ul><li>saw palmetto pode ser tão eficaz quanto finasterida </li></ul><ul><li>(GRAU B) </li></ul>
  34. 34. Hypericum Perforatum Erva de São João <ul><li>Ações : Antiviral e antidepressivo </li></ul><ul><li>usos : tratamento da depressão leve a moderada, dores neuropáticas, menopausa, e ansiedade, </li></ul><ul><li>Efeitos colaterais : baixo </li></ul><ul><li>Doses: 300 mg 3xd </li></ul>
  35. 35. Interação <ul><li>Inibidores de proteases (como indinavir e ritonavir usados no tratamento da aids </li></ul><ul><li>com IMAO </li></ul><ul><li>Imunossupressores como ciclosporina </li></ul><ul><li>Digoxina </li></ul><ul><li>Suplementos de ferro </li></ul><ul><li>warfarina </li></ul>
  36. 36. Erva de São João <ul><li>O extrato de Hipericum é tão eficaz quanto a imipramina no tratamento da depressão maior com poucos efeitos colaterais (GRAU A de evidencia) </li></ul><ul><li>Para depressão leve a moderada o Hipericum parece ser também eficaz (GRAU B de evidencia) </li></ul>
  37. 37. Fitoterapia Usuários mais comuns Mulheres 50 a 64 anos de idade Alto padrão educacional Boa condição econômica Doenças crônicas Doenças graves Não há correlação com insatisfação quanto à medicina convencional
  38. 38. Fitoterapia Preservar saúde ►67% Resfriados ►57% Osteoartrite ►39% Energéticos ►37% Reduzir colesterol ►29% Prevenir câncer ►28% Alergia ►27% Manter peso ►25% Consumo ≥ 4 condições 54% população Satisfação ► 63 a 97% 50% pacientes não discutem terapias alternativas com seus médicos RAZÕES DE CONSUMO
  39. 39. Fitoterapia Usos e literatura Osteoartrite Obesidade D. Alzheimer Angina pectoris Infecções bacterianas
  40. 40. Metodologia científica Escore de Jadad - probabilidade de viés <ul><li>Estudo descrito como randomizado </li></ul><ul><li>Estudo descrito como duplo-cego ? </li></ul><ul><li>Descrição de retirada de fármacos ? </li></ul><ul><li>Descrição de método apropriado para seqüência de randomização ? </li></ul><ul><li>Descrição de método apropriado para material duplo-cego ? </li></ul><ul><li>Método inadequado para randomização </li></ul><ul><li>Método impróprio para duplo-cego </li></ul>Questões 1 a 5 : Sim = 1 ponto e Não = 0 ponto Questões 6 ou 7 = deduzir 1 ponto em cada
  41. 41. Fitoterapia e osteoartrite Revisão sistemática <ul><li>Capsaicina </li></ul><ul><li>M. análise </li></ul><ul><li>4 estudos </li></ul><ul><li>Abacate/soja </li></ul><ul><ul><li>2 estudos </li></ul></ul><ul><li>H. procumbens </li></ul><ul><li>2 estudos </li></ul>
  42. 42. Fitoterapia e osteoartrite Capsaicina tópica Deal, C.L. et als. - Clin. Ther. 13: 383, 1991 McCarthy, G.M. et als. - J. Rheumatol. 19: 604, 1992 Schinitzer, T.J. et als. - Arthritis Rheum. 35: S132, 1992 Altman, R.D. et als. - Semin. Arthritis Rheum. 23: 25, 1994 ↓ dor Queimação Pimenta malagueta Jadad: 3 - 4 - 1 – 3
  43. 43. Fitoterapia e osteoartrite Extrato insaponificável de abacate e soja Blotman, F. et als. Rev Rhum. Engl. Ed. 64: 825, 1997 Maeu, E. et als. Arthritis Rheum. 41: 81, 1998 ↓ dor - ↓ uso AINH Distúrbios digestivos Jadad: 5 - 4
  44. 44. Fitoterapia e osteoartrite Harpagophytum procumbens Guyader, M. Un. Pierre et Marie Curie, 1984 Lecomte, A. & Costa, J.P. Le Magazine. 15: 27, 1992 ↓ dor - ↑ mobilidade Distúrbios digestivos Jadad: 4 - 3
  45. 45. Fitoterapia e osteoartrite Evidência clínica <ul><li>Capsaicina </li></ul><ul><li>Moderadamente forte </li></ul><ul><li>3 estudos </li></ul><ul><li>Abacate/soja </li></ul><ul><li>Promissora </li></ul><ul><li>2 estudos </li></ul><ul><li>H. Procumbens </li></ul><ul><li>Promissora </li></ul><ul><li>2 estudos </li></ul>
  46. 46. Fitoterapia e osteoartrite Interações medicamentosas Capsaicina IECA Tosse H. procubens Varfarina Púrpura Capsicum ssp H. procumbens
  47. 47. CINCO ERVAS PERIGOSAS <ul><li>EFEDRA Ephedra sínica </li></ul><ul><li>CHAPARRAL Larrea Tridentata </li></ul><ul><li>CONFREI Symphytum Officinale </li></ul><ul><li>LOBELIA Lobelia Inflata </li></ul><ul><li>IOHIMBINA Corynanthe Johimbe </li></ul>
  48. 48. EFEDRA Ephedra sínica <ul><li>Dose (8mg/dia): </li></ul><ul><ul><ul><li>palpitações, boca seca, insonia, náusea, vomitos, agitação motora, irritabilidade, cefaléia e taquicardia </li></ul></ul></ul><ul><li>Doses maiores: </li></ul><ul><ul><ul><li>Aumento súbito da pressão arterial, arritmias, dependencia, coma e morte </li></ul></ul></ul><ul><li>Não usar: </li></ul><ul><ul><ul><li>Em Hipertensos, glaucoma, HPB </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>IMAO, guanetidina, ou digital </li></ul></ul></ul>
  49. 49. CHAPARRAL Larrea Tridentata <ul><li>Acredita-se ser um agente antitumoral </li></ul><ul><li>Ineficaz e totalmente inseguro par consumo humano </li></ul><ul><li>Causa lesão hepatica irreversivel </li></ul>
  50. 50. CONFREI Symphytum Officinale <ul><li>Uso externo: Tratamento de entorces e contusões </li></ul><ul><ul><li>Uso somente com a pele intacta </li></ul></ul><ul><ul><li>Não usar mais de 100 microgramas/dia. </li></ul></ul><ul><li>Uso interno: Úlcera gastrica e gastrite </li></ul><ul><ul><li>Não recomendado para uso interno </li></ul></ul><ul><ul><li>Causa lesão hepatica e cancer </li></ul></ul>
  51. 51. LOBELIA Lobelia Inflata <ul><li>“ a maneira natural de parar de fumar” </li></ul><ul><li>Risco de overdose alta </li></ul><ul><ul><li>Não utilizar </li></ul></ul><ul><ul><li>Insuficiencia respiratória , sudorese, taquicardia, redução da pressão arterial, coma, convulsões e morte </li></ul></ul>
  52. 52. IOHIMBINA Corynanthe Johimbe <ul><li>“ afrodisiaco natural” </li></ul><ul><li>Efeitos em baixa dosagem </li></ul><ul><ul><li>Ansiedade, pressão arterial elevada, náusea, sonolencia, taquicardia, tremor e vomitos </li></ul></ul><ul><li>Efeitos em dosagens maiores: </li></ul><ul><ul><li>Salivação, hipotensão arterial, insuficiencia hepatica, insuficiencia cardiaca e morte </li></ul></ul><ul><li>Uso não recomendado </li></ul>
  53. 53. “ VITAMINAS”
  54. 54. RADICAIS LIVRES <ul><li>Em 1956, Denham Harman levantou a hipótese que </li></ul><ul><li>os radicais livres poderiam influenciar o processo de envelhecimento </li></ul><ul><li>Os radicais livres surgem no organismo através de reações metabólicas normais ou como resposta a processos como a isquemia, infecções, radiação ou drogas </li></ul><ul><li>A produção incontrolada de radicais livres provocaria maiores reações com DNA, RNA, proteínas, hormônios e enzimas </li></ul>
  55. 55. RADICAIS LIVRES
  56. 56. ANTIOXIDANTES <ul><li>Denomina-se antioxidante qualquer substância que, quando presente em baixa concentração em comparação àquela de um substrato oxidável, previne ou retarda significativamente sua oxidação. </li></ul><ul><li>Os antioxidantes, têm a função de suprimir a formação de espécies reativas de oxigênio e nitrogênio, “varrer” as espécies reativas em atividade e reparar o dano celular por elas causado (HALLIWELL, 1990) </li></ul>
  57. 57. VITAMINAS ANTIOXIDANTES <ul><li>HA possibilidade de que vitaminas antioxidantes, possam proteger os nossos pacientes contra doenças cardiovasculares e neoplasias </li></ul><ul><li>Nas doenças cardiovasculares, os antioxidantes poderiam inibir a oxidação das partículas de lipoproteínas de baixa densidade (LDL), além de preservar a função endotelial </li></ul><ul><li>Nas neoplasias malignas, os antioxidantes seqüestrariam os radicais livres que poderiam provocar danos ao DNA, protegendo assim contra alterações que levariam ao surgimento de células neoplásicas </li></ul>
  58. 58. VITAMINAS ANTIOXIDANTES
  59. 59. VITAMINAS ANTIOXIDANTES <ul><li>Dados de alguns estudos epidemiológicos têm demonstrado um menor risco para doenças cardiovasculares e neoplásicas entre pessoas cuja dieta inclui grandes quantidades de verduras e frutas, quando comparadas com aquelas que ingerem menos </li></ul><ul><li>A explicação imediata foi a de atribuir este efeito protetor às vitaminas antioxidantes contidas nessas verduras e frutas </li></ul><ul><li>Existe a dificuldade de distinguir a interferência de outros fatores, tais como diferenças nos estilos de vida e outros componentes da dieta (fibras, tipos de gorduras e proteínas) </li></ul>
  60. 60. VITAMINAS Linus Pauling, bioquímico laureado com o Nobel, começou a promover a idéia de &quot;megadoses&quot; de nutrientes essenciais, os norte-americanos se tornaram usuários de vitaminas. O mercado movimenta US$ 23 bilhoes/ano
  61. 61. VITAMINAS <ul><li>Carência vitaminica controvésias e dificil interpretação </li></ul><ul><li>A deficiencia pode ser parcial ou total, que podem manifestar-se como doenças carenciais </li></ul><ul><li>Causas </li></ul><ul><li>redução de ingestão </li></ul><ul><li>diminuição da absorção </li></ul><ul><li>alterações da flora intestinal </li></ul><ul><li>alterações do metabolismo </li></ul><ul><li>aumento de consumo </li></ul>
  62. 62. VITAMINAS HIDROSSOLÚVEIS <ul><li>Vitamina C ( ac. ascórbico) o escorbuto é a doença causada pela falta da vitamina C, sendo conhecida desde o tempo das cruzadas e grandes navegações, onde a alimentação era pobre em verduras e frutas frescas. </li></ul><ul><li>Absorção no intestino delgado e as necessidades são de 100mg/dia </li></ul><ul><li>A deficiencia pode causar sangramento gengival e púrpura, dificuldade de cicatrização de feridas </li></ul>
  63. 63. Vitamina C <ul><li>Fonte </li></ul><ul><li>Frutas citricas, tomates, batatas e vegetais </li></ul><ul><li>Antioxidante, ↑ absorção de ferro </li></ul><ul><li>Cataliza a hidroxilação de aminoacidos </li></ul><ul><li>(Produção de colageno e integridade vascular) </li></ul><ul><li>Deficiencia (Escorbuto) </li></ul><ul><li>Comprometimento do tecido conjuntivo </li></ul><ul><li>(hemorragia, equimose, hemorragia perifolicular) </li></ul>
  64. 64. Escorbuto
  65. 65. VITAMINA C <ul><li>Degeneração Macular </li></ul><ul><li>Em altas doses antioxidante associada ao Zinco para redução do risco de Degeneração Macular Senil </li></ul><ul><li>Metemoglobinemia </li></ul><ul><li>Utilizada no tratamento da Metemoglobinemia Idiopática </li></ul>
  66. 66. Deficit de Vitamina B1 Tiamina <ul><li>Condições de risco </li></ul><ul><li>arroz polido cha, bebedores pesados de café, consumidores de peixe cru (tiaminases), alcoolistas, doenças cronicas </li></ul><ul><li>(cancer) </li></ul><ul><li>Fontes cogumelos, porco, carne vermelha, legumes, </li></ul><ul><li> cereais integrais e nozes </li></ul>
  67. 67. Manifestações clinicas B 1 <ul><li>Estagio inicial anorexia, irritabilidade </li></ul><ul><li>Estagio final Beriberi </li></ul><ul><li>beriberi umido ↑ tamanho do coração, IC , edema, neuropatia periférica, disautonomia </li></ul><ul><li>beriberi seco neuropatia periferica dos neuronios motores e sensitivos dos MMII </li></ul><ul><li>Encefalopatia de Wernicke </li></ul><ul><li>Sindrome de Wernicke-Korsakoff (perda de memória e </li></ul><ul><li>Psicose) </li></ul>
  68. 68. beriberi
  69. 69. VITAMINA B1 <ul><li>Administração de tiamina antes da reposição de Glicose para evitar encefalopatia de Wernicke em pacientes com deficiência de Tiamina : GRAU C , isto é faltam evidencias diretas </li></ul>
  70. 70. Deficit de vit B 6 <ul><li>Um cofator de sintese de aminoacidos </li></ul><ul><li>Sintese de neurotransmissores </li></ul><ul><li>fonte todos os grupos de alimentos </li></ul><ul><li>Deficiencia neuropatia periférica </li></ul><ul><li>Ingesta 50 mg/dia. limite superior: 100 mg/d </li></ul><ul><li>Toxicidade neuropatia sensitiva severa (incapacidade de caminhar) </li></ul>
  71. 71. VITAMINA B6
  72. 72. VITAMINA B6 <ul><li>INTERAÇÕES : </li></ul><ul><li>Levodopa-Piridoxina : Altera efeito terapeutico . </li></ul><ul><li>A interação não ocorre com levodopa/carbidopa </li></ul>
  73. 73. Vitamina B12 <ul><li>Necessario do fator intrínseco da mucosa gástrica para que ocorra a absorção no íleo terminal </li></ul><ul><li>Deficiência alterações neurológicas ( síndromes demenciais, lesões medulares e neuropatias periféricas), hematológicas ( anemia megaloblástica com macrocitose, podendo estar a associada com leucopenia, plaquetopenia </li></ul><ul><li>Manifestações: atrofia de mucosa e papilas da lingua ( lisa e avermelhada) </li></ul>
  74. 74. Vitamina B12 <ul><li>Fontes produtos animais (figado, leite e ovos) </li></ul><ul><li>Risco de deficiencia </li></ul><ul><li>produção reduzida de suco gastrico (gastrite atrófica, uso prolongado de IBP) supercolonização bacteriana </li></ul><ul><li>Doenças do Ileo </li></ul><ul><li>Gastrectomia </li></ul>
  75. 75. Vitamina B12
  76. 76. Manifestações clinicas B 12 <ul><li>1. Sangue Anemia (megaloblástica) </li></ul><ul><li>2. GI lingua lisa e palida (glosite atrófica) Diarréia e mal absorção (Megaloblastose) </li></ul><ul><li>3. Degeneração da mielina do SNP e da medula espinhal </li></ul><ul><li>neuropatia periférica (parestesias) Colunas posteriores da medula espinhal--perda do senso de vibração e posição--ataxia sensitiva </li></ul><ul><li>Neuronios motores da ME--paresia dos MMII, espasticidade </li></ul><ul><li>4. SNC Cerebral --Alterações de personalidade, perda da memória, psicose “loucura megaloblástica” </li></ul>
  77. 77. Diagnóstico B 12 <ul><li>Nivel de Vitamina B12 (<200 pg/ml) </li></ul>
  78. 78. Tratamento B 12 <ul><li>Injeções de cobalamina </li></ul><ul><li>1000 µg 3X por semana, depois mensais </li></ul>
  79. 79. Disfução cognitiva por B 12 <ul><li>Reversivel se tempo do deficit inferior a um ano </li></ul><ul><li>Martin DC et al., J Am Geriatric Soc. 1992;19:357-377 </li></ul>
  80. 80. Deficit de acido fólico <ul><li>Fontes Vegetais em folhas, figado, rim, </li></ul><ul><li>cogumelos, frutas </li></ul><ul><li>Ingesta diária 50 µg </li></ul><ul><li>Risco hemolise, abuso de etanol </li></ul><ul><li>cozimento impróprio, mal absorção </li></ul><ul><li>Manifestações </li></ul><ul><li>Anemia </li></ul><ul><li>Demencia doença cardiovascular, trombose </li></ul>
  81. 81. Acido Fólico
  82. 82. Diag e TTMT ac fólico <ul><li>Diagnostico </li></ul><ul><li>Dosagem de acido fólico no soro </li></ul><ul><li>Tratamento </li></ul><ul><li>suplemento de acido fólico (1 mg dia) </li></ul>
  83. 83. VITAMINAS LIPOSSOLÚVEIS <ul><li>Vitamina A cegueira noturna, a principal manifestação da carência de vitamina A, já era conhecida dos egípcios há mais de 3 mil anos </li></ul><ul><li>Com a evolução da deficiencia é para ulceração corneal, ceratomalacia e perda de estroma </li></ul><ul><li>Exerce ainda função na cornificação da pele e das mucosas, no reforço do sistema imunológico, na formação dos ossos, da pele, cabelos e unhas </li></ul><ul><li>Necessidades de 1.000 mcg/dia para homens e 800 mcg/dia para mulheres </li></ul>
  84. 84. VITAMINA A
  85. 85. VITAMINA D <ul><li>A vitamina D em idosos chama atenção por sua participação no metabolismo ósseo </li></ul><ul><li>A população de maior risco para deficiência são de usuarios de drogas que interfiram na absorção de gorduras ou do próprio cálcio,portadores de doenças digestivas, baixa exposição ao sol e acamados </li></ul><ul><li>Deficiência: deformidades ósseas, fraturas </li></ul>
  86. 86. VITAMINA D
  87. 87. Deficit Vitamina D <ul><li>Alta prevalencia no hemisfério norte </li></ul><ul><li>*40-100% de idosos americanos e europeus vivendo em comunidades </li></ul><ul><li>*>50% das mulheres pós menopausicas tomando suplementos apresentam deficiencias </li></ul><ul><li>Ingesta diária de 400 UI é considerada inadequada </li></ul>
  88. 88. Diag Deficit Vit D <ul><li>Diagnostico </li></ul><ul><li>Nivel serico de 25-hydroxivitamina D </li></ul><ul><li>Deficiencia <20 ng/mL </li></ul><ul><li>Insuficiencia <30 ng/mL </li></ul><ul><li>Nivel suficiente >30 ng/mL (ideal 40-50 ng/mL) </li></ul><ul><li>Nivel toxico: 150 ng/mL (374 nmol/L) </li></ul>
  89. 89. TTMT VIT D <ul><li>Tratamento </li></ul><ul><li>Deficiencia franca de vitamina D </li></ul><ul><li>50,000 UI por semana X 8 semanas, depois mensalmente </li></ul><ul><li>(1000 UI= 25 µg de vitamina D) </li></ul><ul><li>Testar os niveis em 8 semanas </li></ul><ul><li>Nivel serico ideal: 36-40 ng/mL </li></ul>
  90. 90. VITAMINA D <ul><li>SUPLEMENTAÇÃO: </li></ul><ul><li>Pode ser indicada em pacientes com pouca exposição ao sol, ingesta inadequada ou estados deficitários </li></ul><ul><li>Tratamento e prevenção da osteoporose </li></ul><ul><ul><li>FDA propõem adicionar vitamina D ao cálcio </li></ul></ul><ul><ul><li>800 Unidades/diárias (Não 400) pode reduzir o risco de fraturas de colo de fêmur em mulheres pós-menopausicas (GRAU B de evidência) </li></ul></ul>
  91. 91. VITAMINA D <ul><li>A suplementação de vitamina D pode reduzir o risco de quedas no idoso GRAU A de evidencia) </li></ul><ul><li>Suplementar vit D não melhora força ou performance fisico (GRAU B de evidência) </li></ul><ul><li>Não melhora senso de bem estar psicológico </li></ul><ul><li>Evidência limitada na prevenção de Câncer </li></ul>
  92. 92. VITAMINA D <ul><li>A suplementação de vitamina D pode estar associada a redução no risco de todas as causas de mortalidade (GRAU B de evidencia) </li></ul><ul><li>Pode reduzir a pressão arterial e algumas marcadores de risco de doença cardiovascular em pacientes com déficit de vit D (GRAU C de evidencia) </li></ul>
  93. 93. Vitamin E <ul><li>Controvérsia </li></ul><ul><li>2000 UI/dia pode retardar a progressão de demencia </li></ul><ul><li>A suplementação de altas doses podem estar associadas a sangramentos </li></ul><ul><li>Jonson, JAMWA 2004; 59:262-269 </li></ul>
  94. 94. VITAMINA E
  95. 95. Sobrevida de 341 pacientes com doença de Alzheimer tratados com Selegilina Alfa-tocoferol Selegilina Alfa-tocoferol Tratamento Combinado Placebo Sobrevida Dias 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 Dias 0 100 200 300 400 500 600 700
  96. 96. <ul><li>HOPE-TOO </li></ul><ul><li>4732 pacientes avaliados que receberam vitamina E 400UI/dia ou placebo </li></ul><ul><li>Conclusões </li></ul><ul><li>Uso de vitamina E 400 UI/dia por cerca de 7 anos não causou impacto em câncer fatal ou não, doença cardiovascular e morte. </li></ul><ul><li>Aumentou o risco de ICC – vitamina E não deve ser usada em pacientes com doença vascular e DM até que sejam feitos mais estudos </li></ul>
  97. 97. VITAMINA E <ul><li>Degeneração macular </li></ul><ul><li>Como antioxidante em alta dose associado ao zinco na redução do risco </li></ul><ul><li>Redução do risco de câncer </li></ul><ul><li>Uso da vit E com Zinco não reduziu o rico de câncer da próstata </li></ul>
  98. 98. VITAMINA E <ul><li>Os estudos atuais não confirmam que o uso da vitamina E reduza o risco de câncer </li></ul><ul><li>Profilaxia da discinesia tardia </li></ul><ul><li>A vitamina E tem sido indicada no uso com antipsicóticos típicos para redução do risco da discinesia tardia </li></ul>
  99. 99. BETA - CAROTENO <ul><li>Physicians Health Study ( N Engl J Med 1996 May 2;334(18):1145-9 ) </li></ul><ul><li>O estudo acompanhou 22.701 médicos, durante em média de 12 anos com suplementação de 50mg de beta-caroteno em dias alternados. </li></ul><ul><li>RESULTADO: NÃO houve qualquer beneficio em relação a incidência de neoplasias ou sobre a mortalidade cardiovascular </li></ul><ul><li>Alpha-Tocopherol, Beta-Carotene Cancer Prevention Study (NEMJ – 1994) </li></ul><ul><li>Estudo randomizado de prevenção primária em 29.133 homens fumantes , com seguimento médio de 6 anos, demonstrou que a suplementação diária com 20mg de beta-caroteno pode aumentar significativamente o risco de desenvolvimento de câncer de pulmão naqueles que receberam beta-caroteno em relação aqueles que receberam placebo. Houve, aumento significativo de morte no grupo que recebeu beta - caroteno </li></ul>
  100. 100. BETA - CAROTENO <ul><li>O Beta-Carotene and Retinol Efficacy Trial (N Engl J Med 1996 May 2;334(18):1150-5. </li></ul><ul><li>18.314 fumantes, ex-fumantes e trabalhadores expostos a asbesto num seguimento médio de quatro anos. </li></ul><ul><li>Demonstrou que a suplementação diária de 30 mg de beta-caroteno mais 25.000 UI de retinol aumentava os riscos de câncer de pulmão, de mortes por doenças cardiovasculares e de morte por qualquer causa nos participantes que receberam a suplementação vitamínica. </li></ul><ul><li>Este estudo foi interrompido 21 meses antes do previsto devido aos efeitos adversos deste tipo de suplementação </li></ul>
  101. 101. BETA CAROTENO <ul><li>Protoporfiria Eritropoética </li></ul><ul><li>Uso na redução das reações de foto sensibilidade </li></ul><ul><li>Degeneração Macular </li></ul><ul><li>Em altas doses associado ao acido ascórbico e vitamina C, Vitamina E e Zinco </li></ul>
  102. 102. MULTIVITAMINAS I <ul><li>Mutivitaminas não previnem doenças cardiovasculares </li></ul><ul><li>Vitaminas antioxidantes multiplas em baixa dosagem não previnem doenças CV </li></ul><ul><ul><li>13,017 adultos franceses (homens com 45-60 anos e mulheres com 35-60 anos) tomaram acido ascórbico 120 mg, vitamina E 30 mg, beta-caroteno 6 mg, selênio 100 mcg, e zinco 20 mg) vs. placebo uma vez ao dia por 7,5 anos; (SU.VI.MAX trial ) </li></ul></ul><ul><ul><li>Nenhuma diferença significativa nas taxas de doença isquêmica cardiovascular ,incidência total de câncer , ou todas as causas de mortalidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Arch Intern Med 2004 Nov 22;164(21):2335 </li></ul></ul>
  103. 103. MULTIVITAMINAS II <ul><li>O uso de multivitaminas não reduzem o risco de DCV, Câncer ou mortalidade em mulheres pósmenopausicas (GRAU B De evidência) </li></ul><ul><li>Baseado no estudo WHI, com 161.808 mulheres pós-menopausicas </li></ul><ul><li>41.5% utilizavam multivitaminas </li></ul><ul><li>Arch Intern Med 2009 Feb 9;169(3):294 </li></ul>
  104. 104. MULTIVITAMINAS III <ul><li>ANTIOXIDANTES Não são eficazes na redução do risco de doença coronária e podem reduzir a ação dos agentes redutores de colesterol </li></ul><ul><li>O risco de evento CV (morte, IAM, AVE ou revascularização) foi 3% com estatina vs. 21% com antioxidantes vs. 14% com ambos vs. 24% com placebo; antioxidantes reduziram a eficácia clinica das estatinas </li></ul><ul><li>N Engl J Med 2001 Nov 29;345(22):1583   </li></ul>
  105. 105. <ul><li>Revisão sistemática sobre segurança e eficácia do uso de polivitaminicos em doenças crônicas e prevenção de câncer </li></ul><ul><li>Resultado </li></ul><ul><li>não há evidências suficientes que permitam o uso de polivitaminicos para tratamento ou prevenção de doenças crônicas e câncer </li></ul><ul><li>Ann Intern Med. 2006;145:372-385 </li></ul>VITAMINAS X ENVELHECIMENTO
  106. 106. Jeanne Calment 1875 - 1977 122 anos e 124 dias de vida 20 anos 40 anos 60 anos 122 anos

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