Conto

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Conto

  1. 1. g» : a , . V ' ¡auã-ãêà-. szssa-A: : J . 3' * . ' - . › ' “ - ãmãñh e n: àbãz-: :ãàúñaaí-i "* M. ; â i . e a n55'. *à o _ . fm. --, _._›, - ~ › '. ~' › «si» das» l. .- ' z rw vñ v, .. ¡ s
  2. 2. a a 'f_: .- @saca-a a ~ a D_ ç 5.x_ ' o . 'Í "| ' . , v . " 1 nicht' . ..E 1: _Í v - gv_ ' 1 - o - r * '- ~ I*'°'›"^"~. à . ~'-. 73%; - . .zv K . . _ é 8 4* E. à '. a¡ f ° i * ' --'- r. *-_›-›. ~._. . . . _. _-. ;_. -i - ~. ' an: _ i. ›., _ a m t' . ' 'X V "Í, 'r l . FT 'I " N” _. *P ; J 1 " "' Í ê . " _› , .a . __ . .a - «- . faz. _- . " 'v ¡'u' as_ A x '_ ? f a "a . E 1 ' n r * 'Tu' “nu * -aáíanÀm-; JL 'a ' -. . * ; J _. -' ' O A; l l . w a c. m. : q. a. .
  3. 3. . 1"L . .wLg ; hm-Vl u'. Iv I ; h '-2 7 - . - Ç -' 3'" . --'_. - N v; - = . v'. A v - . . . reêà -- . ,v _. ~ Is. :- ! i 'guia : . . -ef-e' . .' . . ; s¡ T. › »a Ê _ * x a' ' àJé¡1I. ;_-: -.u. :.". › l . I _ l 1 v, . S, é. , 3V" u'. É 1 . , , - . ' n . i' l . _ . _ * ° . , ; ' , ' . c *m . " ' " ' '- : . ' a à . , , _ ç_ d_ . .. z . . s_ _ . _.ü_, _ . ___ . ., ' *ai* 77:. _ , -, - _ M . _ . ,à . , V a I ' u I ' '
  4. 4. Principais contistas brasileiros lvlacliaícíc) do Assis e Aluizio Azevedo destacam-se no . ~ , , . panorama brasileiro do  *Ç-? Í conto, abrindo espaço T para contistas como i “ CÍL-ZlÍCJCJ Lispector', l J' O Taitzan Verme , 3 ; Lima Barreto, Otto Lara Resende e Lygia Fagundes Telles.
  5. 5. Estrutura de um conto 0 No geral o conto "se apresenta" com "uma ordem". O conflito traz uma "desordem" e a solução desse conflito (favorável ou não) faz retornar à "ordem" - agora com ganhos e perdas, portanto essa ordem difere da primeira.
  6. 6. Tipos de discurso Os (iiaílorgos são de suma importância; sem r )N eles não há discórdia, S) Q : g , : J conflito, fundamentais _ ao gênero. ~. . ~ i *ln _ lucas ulvz iHrpi/ l cnmzaxblogxpofhdon
  7. 7. . für-wma, ~ . . -JÍ ' - E ' si = r ' 'x4 , .v : ;à - 7 . . =› r: .. - -. .. . , q. ., . _lavam gp. . . sr= ~s__¡. _xer: ,~. -3 . gengiva-n . du-t. 3.7-: ' " "m. ..1"°¡, ;›'¡- “ çn_. _.á5 ' i ; Naza- '^ ! hai-pag g""n*? . "--. -- Í' _' N _j . '_ r , i . .iv . 1.. .- ¡Ânri--VN s . rx. .. . d. . '_ _ , -5 ; '31 * n *art-_íi 3 z - “' H @ÊW 'ls h i ; Írãpj ãiftà 5. ' . . Mimi ; Íáiisêí . v
  8. 8. - Talvez esteja aborrecida, pensei eu. / mscurso dueto E logo alto: - D. Conceição, creio que vão sendo horas, e eu. .. - Não, não, ainda é cedo. Vi agora mesmo o reló io; são onze e meia. Tem tempo. Você, perdendo a noite, é capaz de não ormir de dia? - Já tenho feito isso. - Eu, não; perdendo uma noite, no outro dia estou que não posso, e, meia hora que seja, hei de passar pelo sono. Mas também estou ficando velha. - Que velha o quê, D. Conceição? (Missa do Galo - Machado de Assis)
  9. 9. 'v . . . v” j, 2-; "~ 'Ui-L Ç › i l v- . .1 agf_ __ ' a . _ if 1 , x _v _u . _.- 1 I ' a »c _. 'v= f.-_, . . v_ ' *E . fusca. 4. '. '. ›: ._ '_ * i “et i o ' i r r ¡ , ,Ah iv . . . r I _l n, .. kgfm g _. LI _ V V_ h . .S h _, - ~. ' l ' t . í ' 'Ç " y _ç_ nara, ... . . -. _ l . . m __'. ,._. _ v = A 1"* . $142 " 3;"? a¡ 't n_ ¡o- ur? 'H r . VJ-l 'a . _ _ ) Cí. : Em* . .
  10. 10. à Discurso indireto Comecei a dizer-lhe os nomes de alguns. Conceição ouvia-me com a cabeça reclinada no espaldar, enfiando os olhos por entre as pálpebras meio-cerradas, sem os tirar de mim. De vez em quando passava a lingua pelos beiços, para umedecê-los. Quando acabei de falar, não me disse nada; ficamos assim alguns segundos. Em seguida, vi-a endireitar a cabeça. cruzar os dedos e sobre eles pousar o queixo, tendo os cotovelos nos braços da cadeira, tudo sem desviar de mim os grandes olhos espertos. (Missa do Galo - Machado de Assis)
  11. 11. I indireto livre (discurso indireto livre) é a fusão entre autor e personagem (primeira e terceira pessoa da narrativa); o narrador narra, mas no meio da narrativa surgem diálogos indiretos da personagem como que complementando o que disse o narrador.
  12. 12. / Discurso indireto livre . -// / À/ A Como nas noites precedentes, uma ñla de agricultores se formou na porta de uma padaria e o padeiro saiu a informar que não havia pão. Por qué? Onde estava o pão? O padeiro respondeu que não havia farinha. Onde então estava ela? Os agricultores invadiram a padaria invadiram a padaria e levaram o estoque de roscas e biscoitos, a manteiga e o chocolate. (Garcia de Paiva. Os agricultores arrancam paralelepípedos.
  13. 13. à É um ênero textu' que _ › apresenta um unico conflito, ou seja, . _ uma única oposição ' “v t, - t __ en tre forças. = . Í *as , Í u Sw' . ' “e”, I ' . .à i 3.44- r_ j. " a -> IIa poucos _ . _ , r _. . personagens, além * , ,A427 r' ? Í ç x5 de tem o e espaço i' _a_ ' , D "p, , re uzidos. _É ~ . ¡_ ^ ›- ' " ' -> Alinguagem pode ; g ' ' “Cs” “* ' -“ ser tormal ou . .. - ' - informal. . 1;;
  14. 14. P 4._ . . as. . s. . _s . o. . , .w, a.s__, .,ua. __. ,plc. ta . . a _x X . l . t. v. .. , um desejo e os s obstáculos para realiza-lo. à. .t 4.. ... P z a. .T1 . n, . . . . T s_ . aa, ._ r . 4.3 r. z «lx . mu. ser uma diferença de opiniões entre a decisão de cumprir ou não uma regra -à O conflito cria urna situação de tensão que domina toda a ' narrativa e prende a atenção do leitor até o desfecho.
  15. 15. O &f; -. - H - deve LAprescntaçâo; 2. Complicação ou evolução; 3.C1í1na'; 4. Solução ou desfecho. apresentar em linhas gerais, as seguintes fases: . x 1.. . . . W. e , ' '-<~ x^~ * ' x l ; rs-z vç ^ -. ~ * 7 r l' . , * “ 'ans f', ~ v? _~ -
  16. 16. , 7 l _ hi. ___ _ , . _ , l . . ç _ ¡ _ a . I : Rir a ii , " ^ ' Í o ' ' . t g l s, :r 'ç I ' q', _R -- vv: “wc 'e : r "w l-t” i ' › ~' él. *. iiKíttltj' : *zm lL. 1' ill"" , _: '_, : p: ¡ . A o . _'V'(§S . v "WSWIXJ ~. ' _l -z o¡ . rir V' mas! " 'A' agiu 'i ut¡ , . ' v-, n ' - n Q '.50 'l 4¡ í d'-ííàidfífíllfimlàfilÊ: §L': Íi1í1L1i9."ii»
  17. 17. . izzyl " Conto de Ação (mais comum) à A predominância dad NI l L E ziventura nesse tipo e conto - ¡ a i não significa a ausência das N demais. Existem, sem g duvida, mas em grau de e _ , i mferioridade em relação à 'i . _ , ' ¡ ' _Í' ação. , g . j? ç if: “n l 'N' i . . e l', Ex: As Mil e uma Noites f 3/ _ Ç' _' f i, g . 'pm' ¡Í! ; g l M: l
  18. 18. Conto de Personagens (menos comum) l r r l l Y i › u o l r -) O objetivo deste conto é retmtar uma personagem. hlesmo que constitua o objetivo ¡iiincipal do contista, esta nunca atin 'rá o grau de plenitude. específico o romance. -> Se o contista volta sua atenção ao exame da personagem, levará, sempre, em conta : i conjectura própiia do conto, ou seja, o fará (lentro dos limites próprios à narrativa curta, isto é, sintetizada. Ex: Feliz ztniversário, Clarice Lispector. i rf. ih? 1 ' 'r x 'J . ' (fx- ã l. _ í' Y , “ *ri-SIS*- ui", V *a ¡ _ "': 'v'3›: -,. o. /«j? r,-', -2w . . . j) , _ _ _vp_ _A $25.32: - . l , cê-l -'. 'v--. lf-, iífáf/ i* r - 14k 'V 'c' . ..U 1” o É¡ r east_
  19. 19. Conto de Cenário ou Atmosfera (raro) -à Nele predominam o cenário e o ambiente sobre o enredo e os 3 . protagonistas. g¡ En: : Assonibramento, Afonso Ari no. M: l
  20. 20. Conto dc Efeitos Emocionais à Visa simular uma sensação no , leitor, de terror. de pânico, de É surpresa, etc. -> Frequentemente vem mesclado s com o conto de ideia Personagens, ação, ambiente, tudo nele converge para o objetivo principal. que é despertar uma emoção em quem lê. Apropriado à comunicação dos l i C climas de mistério ou de medo. ' V Ex: Edgar Allan Poe i
  21. 21. à Qual a diferença entre Contos e Fábulas? . .-. ... ._. .._. ... ... ... -.__-. .__. -.. __n_. ___. . -. __. ... _.. _.-. ..__. .__. _.. ._. _.. ..____. ... _ '. ÉI'I_SIÍRÍ~Ç^'Í'_L bju: -'I'Ll'~"f ÍÍ: ill-máfia ; ;=: =a: ':-,7:: ;¡: á›, :«. ;:; 1:. "auras i'll' ' i txÉíg. xàz'. êl›3ãl= í ': ._ “sgh” : _|z: =._: s›:4r. -:<*: s. ; " l. i'uá. z': *tt. nzitggiiaga. : °. '?Á! .›lií:2§i: ›:: c à : mai: _âtht- -í 'Éí'3¡2§^3;m. _;Hl'_. :g_Íi l , l ^ ÍÉi-nh; ._; n”,1_r": -'. !“BI "Lfiãçt : a9 ›. -: _ “inc-ar, ~. iaar. ".'-í“u_aãt'; z.~aarc álviíinñ 'it ç l fistilrãài-kizi 12:4: ai: (v. #luva-años 1km: i 'mfr'Ç›a. ê-~zcí; àiii›. z:» 'cu2;; ~¡›. i_c-, i:§: v: V * 435x132' 'xa @YÇRLMHYialãtfu-; i 6,'. «e 12"' «e ›~+ 'Ls ; ~ - , _ f 'r' r f ~_ l 'nísiisç 1 , w,'. l;: 'o_'$'. i¡": l:í¡c : uI. I'_*. -- i 1 ' f. "
  22. 22. E o Apólogo? Embora sejam semelhantes. u Apólogo não tem o mesmo Conceito que Como. Os apólogos transmitem lições de sabedoria e ótica e têm como personagens objetos inanimados.
  23. 23. . ., ,.I›. .I : :Q J( . s . 4 a. .l 4.. .; Lu L acid. , n lf/ ;o r! .. .l . a . i . ... t_ , 4, , ,. e _ __ . J . . 5 › _ o à . . . Ílv_ . n, / h r . .fz 71V . ¡- I. l›r&t O . l _. . v . › L . x x . f. . t4¡ a . c. : E . s_ . .a _ , __ i-. ii-í . u. . . fx. . f. .. .12 / n , i. . . . _, . . JI
  24. 24. Principais contistas: L1**
  25. 25. Principais contistas: _ . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . .. . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. __ _/ / . f __II1._'I_I 'I_i_. _=-~'_: = _i 1;' ' ' , Is 13'» . i 'ki . f W ~_ - , r _v--r -A -Ie/
  26. 26. Principais contistas: (braxiliai ros) Fx """""""""""""""""""""""""""""""""""""""" " . .¡ " *r 5.3-3"- A "qr ' x . Lil.5-_sr<¡c. o,; c!g*. .¡5à¡ _. _t__›. aai. agvi. ç_o__iz_, yzq_ 475;¡
  27. 27. Otto Lara Resende Lygia Fagundes Telles

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