José Gabriel Paixão
   Diagnóstico inicial   Avaliação clínica   Inadequação       Perfusão orgânica       Oxigenação tecidual
   Identificar causa       Hipovolêmico       Cardiogênico       Neurogênico       Séptico   Causa mais comum no doe...
   Primeiro passo  RECONHECER   Dirigir a atenção para:       FC       FR       Perfusão cutânea       Pressão de p...
“Todo doente que está frio e taquicárdico está em            choque, até prova em contrário.”                             ...
   Quando considerar taquicardia...       ... em crianças pequenas: FC > 160       ... em pré-escolares: FC > 140     ...
   Pressão Arterial       Indicador tardio       Mecanismos de compensação       Sustentam       Perda de 30% da vole...
   Hematócrito e hemoglobina       Não são confiáveis       Redução         Perdas maciças         Anemia pré-existen...
   hemorrágico ≠ não-hemorrágico       Hemorragia como causa mais comum       Reposição volêmica   Avaliar lesões conc...
   ABCDE   Dilatação Gástrica       Crianças       Hipotensão, Arritmias, Risco de aspiração       Sonda nasogástrica...
   Acesso vascular     Obtido rapidamente     Reposição e coleta     Infusão rápida  curto e calibroso     Antebraço...
   Ringer Lactato   Solução salina fisiológica   Volume       Adulto: 2 L       Criança: 20 mL/kg   Avaliar a respos...
CLASSE I       CLASSE II       CLASSE III         CLASSE IVPerda sanguínea (mL)        Até 750       750 -1500       1500-...
   PA, pressão de pulso e Frequência de pulso       Sinais favoráveis   Nível de consciência e perfusão periférica    ...
   Resposta rápida       Hemodinamicamente normais       Reposição inicial         Velocidade de infusão       Pequen...
   Resposta Transitória       Resposta à reposição inicial         Velocidade de infusão  Deterioração clínica       ...
   Resposta Mínima ou Ausente       Não há resposta       Causas de choque não-hemorrágico       Perda de > 40% da vol...
   Avaliação e Abordagem inicial       Reconhecimento  ABCDE       Definição da etiologia       Controle       Repos...
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Choque

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Pequena aula sobre Choque Circulatório ministrada durante o internato de Urgência e Emergência da Universidade do Estado do Pará, Belém, Pará, Brasil.
Autor: José Gabriel Miranda da Paixão.

Publicada em: Educação
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Choque

  1. 1. José Gabriel Paixão
  2. 2.  Diagnóstico inicial Avaliação clínica Inadequação  Perfusão orgânica  Oxigenação tecidual
  3. 3.  Identificar causa  Hipovolêmico  Cardiogênico  Neurogênico  Séptico Causa mais comum no doente traumatizado?
  4. 4.  Primeiro passo  RECONHECER Dirigir a atenção para:  FC  FR  Perfusão cutânea  Pressão de pulso Sinais mais precoces?
  5. 5. “Todo doente que está frio e taquicárdico está em choque, até prova em contrário.” Manual do ATLS São os sinais mais precoces Ocasionalmente  FC normal ou bradicardia Outros índices de perfusão
  6. 6.  Quando considerar taquicardia...  ... em crianças pequenas: FC > 160  ... em pré-escolares: FC > 140  ...até a puberdade: FC > 120  ... em adulto: FC > 100
  7. 7.  Pressão Arterial  Indicador tardio  Mecanismos de compensação  Sustentam  Perda de 30% da volemia
  8. 8.  Hematócrito e hemoglobina  Não são confiáveis  Redução  Perdas maciças  Anemia pré-existente  Normalidade não descarta
  9. 9.  hemorrágico ≠ não-hemorrágico  Hemorragia como causa mais comum  Reposição volêmica Avaliar lesões concomitantes  Pneumotórax hipertensivo?  Tamponamento cardíaco?  Lesão medular?  Lesão infectada?
  10. 10.  ABCDE Dilatação Gástrica  Crianças  Hipotensão, Arritmias, Risco de aspiração  Sonda nasogástrica Sonda urinária  Débito urinário e hematúria  Contra-indicações
  11. 11.  Acesso vascular  Obtido rapidamente  Reposição e coleta  Infusão rápida  curto e calibroso  Antebraço ou antecubitais  Safena ou Acesso venoso central  < 6 anos intra-óssea  Experiência e qualificação
  12. 12.  Ringer Lactato Solução salina fisiológica Volume  Adulto: 2 L  Criança: 20 mL/kg Avaliar a resposta do paciente  Débito urinário  Nível de consciência  Perfusão periférica
  13. 13. CLASSE I CLASSE II CLASSE III CLASSE IVPerda sanguínea (mL) Até 750 750 -1500 1500-2000 > 2000 Perda sanguínea Até 15% 15-30% 30-40% > 40%( % volume sanguíneo) Frequência de pulso < 100 > 100 > 120 > 140 Pressão Arterial Normal Normal Diminuída Diminuída Pressão de pulso Normal ou Diminuída Diminuída Diminuída (mmHg) aumentadaFrequência respiratória 14-20 20-30 30-40 > 35 Diurese (mL/h) > 30 20-30 5-15 Desprezível Estado Mental Levemente Moderadamente Ansioso, confuso Confuso, letárgico ansioso ansioso Reposição volêmica Cristalóides Cristalóides Cristalóides e Cristalóides e (regra 3 para 1) sangue sangue
  14. 14.  PA, pressão de pulso e Frequência de pulso  Sinais favoráveis Nível de consciência e perfusão periférica  Importantes  Quantificação Débito urinário  Mais confiável  Adulto: 0,5 mL/Kg/h  Criança: 1 mL/Kg/h
  15. 15.  Resposta rápida  Hemodinamicamente normais  Reposição inicial  Velocidade de infusão  Pequena perda (< 20%)  Sangue disponível Tipo específico e prova cruzada  Cirurgia  possibilidade
  16. 16.  Resposta Transitória  Resposta à reposição inicial  Velocidade de infusão  Deterioração clínica  Sangramento persistente ou falha na reanimação  Perda de 20-40% da volemia  Iniciar sangue  tipo específico  Rápida intervenção cirúrgica
  17. 17.  Resposta Mínima ou Ausente  Não há resposta  Causas de choque não-hemorrágico  Perda de > 40% da volemia  Sangue  liberado em caráter de emergência ( O-)  Cirurgia imediata
  18. 18.  Avaliação e Abordagem inicial  Reconhecimento  ABCDE  Definição da etiologia  Controle  Reposição Avaliação da resposta  Determinar a conduta
  19. 19. Obrigado.

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