4 higiene ocupacional

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4 higiene ocupacional

  1. 1. Higiene Ocupacional • A Higiene Ocupacional se dedica à prevenção das doenças ocupacionais, ou seja, à antecipação, reconhecimento, avaliação e controle dos riscos ambientais. Ela atua com foco no ambiente de trabalho.
  2. 2. Princípios da HO Perigos ou fatores de risco • Os Perigos ou fatores de risco são fatores físicos, químicos ou biológicos que podem estar presentes nos ambientes de trabalho e que, sob certas condições, podem causar danos à saúde das pessoas.
  3. 3. Agentes ambientais • Agentes Físicos – São as diversas formas de energia a que possam estar expostos os trabalhadores e as trabalhadoras. Exemplos: ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas, umidade, radiações ionizantes e não ionizantes, bem como o infra-som e o ultrassom.
  4. 4. Agentes ambientais • Agentes Químicos – São as substâncias, compostos ou produtos utilizados nos locais de trabalho e que podem penetrar no organismo pelas vias respiratórias, pela pele ou por ingestão (pela boca), nas formas de poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases ou vapores.
  5. 5. Agentes ambientais • Agentes Biológicos – São bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus, dentre outros seres vivos, presentes nos diversos ambientes, capazes de contaminar os trabalhadores e as trabalhadoras.
  6. 6. Determinantes para a ocorrência de danos à saúde • O tempo de exposição (não só dentro de uma jornada de trabalho, mas ao longo dos anos). • A intensidade do agente físico ou a concentração do agente químico no ambiente. • A forma em que os agentes se encontram e a possibilidade das pessoas os absorverem. • A hipersusceptibilidade individual (pessoas mais sensíveis que as demais para certos agentes).
  7. 7. Hora de pensar • Diante do exposto, identifique alguns agentes ambientais presentes no seu local de trabalho:
  8. 8. A forma de trabalho da Higiene Ocupacional • Antecipação • Reconhecimento • Avaliação • Controle
  9. 9. Medidas Genéricas de Controle de Agentes Ambientais Apresentamos a seguir um conjunto de medidas técnicas e administrativas, de caráter coletivo e individual, que podem ser consideradas perante qualquer problema de exposição a agentes ambientais. A prática tem demonstrado a efetividade destas medidas que, em conjunto ou individualmente, podem ser úteis na redução dos perigos e riscos a que estão expostos os trabalhadores e as trabalhadoras.
  10. 10. Medidas Genéricas de Controle • Medidas relativas ao ambiente, nas quais o controle dos agentes é feito nas fontes (máquinas, processos, produtos, operações) e na trajetória desses agentes até o trabalhador. • Medidas relativas ao trabalhador que é o receptor involuntário desses agentes, as quais podem ser de caráter administrativo ou individual propriamente dito.
  11. 11. Medidas Genéricas de Controle - Ambiente • Substituição do produto tóxico ou nocivo. • Mudança ou alteração do processo ou operação. • Encerramento ou enclausuramento da operação. • Segregação da operação ou processo.
  12. 12. Medidas Genéricas de Controle - Ambiente • Ventilação geral diluidora. • Ventilação local exaustora. • Manutenção. • Ordem e limpeza.
  13. 13. Medidas Genéricas de Controle – Pessoas • Educação e treinamento. • Controle de Saúde Ocupacional. • Limitação da exposição. • Normas, procedimentos, controles organizacionais e administrativos. • Equipamentos de proteção individual.
  14. 14. Tabela de Classificação dos Riscos MTE - Ministério do Trabalho e Emprego
  15. 15. TÉCNICAS DE ANÁLISE DE RISCO
  16. 16. Riscos Ambientais São agentes presentes nos ambientes de trabalho, capazes de afetar o trabalhador a curto, médio e longo prazo, provocando acidentes com lesões imediatas e/ou doenças chamadas profissionais ou do trabalho, que se equiparam a acidentes do trabalho.
  17. 17. 19 TEMPO DE EXPOSIÇÃO SENSIBILIDADE INDIVIDUALSENSIBILIDADE INDIVIDUAL  CONCENTRAÇÃO  INTENSIDADE  NATUREZA DO RISCO FATORES QUE INFLUENCIAMFATORES QUE INFLUENCIAM
  18. 18. • CUTÂNEA • DIGESTIVA • RESPIRATÓRIA VIAS DE PENETRAÇÃOVIAS DE PENETRAÇÃO
  19. 19. RISCO Risco: capacidade de uma grandeza com potencial para causar lesões ou danos à saúde das pessoas. Os riscos podem ser eliminados ou controlado.
  20. 20. Perigo: situação ou condição de risco com probabilidade de causar lesão física ou dano à saúde das pessoas por ausência de medidas de controle.
  21. 21. Definições Causa de acidente é a qualificação da ação, frente a um risco/perigo, que contribuiu para um dano seja pessoal ou impessoal. Ex.: A avenida com grande movimento não constitui uma causa do acidente, porém o ato de atravessá-la com pressa, pode ser considerado como uma das causas.
  22. 22. Controle é uma ação que visa eliminar/controlar o risco ou quando isso não é possível, reduzir a níveis aceitáveis o risco na execução de uma determinada etapa do trabalho, seja através da adoção de materiais, ferramentas, equipamentos ou metodologia apropriada.
  23. 23. Planejamento Antes da fase de execução, serão analisados os riscos potenciais. Este trabalho é realizado através de uma Análise Prevencionista de Risco – APR, no mínimo, as seguintes informações:
  24. 24. – Descrição detalhada das etapas dentro de um serviço, operação ou atividade; – Identificação dos riscos existentes em cada etapa;
  25. 25. Medidas de segurança para a realização de todas as etapas dos serviços, no sentido de reduzir e/ou eliminar riscos existentes (técnicas de execução, equipamentos a serem utilizados, EPC, EPI, etc.);
  26. 26. Número de profissionais necessários para a execução dos serviços com segurança.
  27. 27. Análise preliminar de risco (APR) – Trata-se de uma técnica de análise prévia de riscos. – Análise Preliminar de Risco é uma visão do trabalho a ser executado, que permite a identificação dos riscos envolvidos em cada passo da tarefa, e ainda propicia condição para evitá-los ou conviver com eles em segurança.
  28. 28. OUTROS MÉTODOS  Mapa de risco  Check list  PET
  29. 29. Alto Risco,Risco presente. Controle do Risco, Risco ainda presente. Eliminação/controle do risco, “Risco isolado” risco
  30. 30. MAPA DE RISCOS
  31. 31. MAPA DE RISCO O QUE É?
  32. 32. MAPA DE RISCOS O mapa de riscos é uma representação das modalidades mais simples de avaliação qualitativa dos riscos existentes nos locais de trabalho.
  33. 33. É a representação gráfica dos riscos por meio de círculos de diferentes tamanhos e cores, permitindo fácil elaboração e utilização.
  34. 34. É um instrumento participativo, elaborado pelos próprios trabalhadores e de conformidade com as suas sensibilidades. O mapa de riscos está baseado no conceito filosófico de que quem faz o trabalho é quem conhece o trabalho. Ninguém conhece melhor a máquina do que o seu operador.
  35. 35. As informações e queixas partem dos trabalhadores, que deverão opinar, discutir e elaborar o mapa de riscos e divulgá-lo ao conjunto dos trabalhadores da empresa.
  36. 36. Serve como um instrumento de Levantamento Preliminar de Riscos, de informações para os demais empregados e visitantes e de planejamento para as ações preventivas que serão adotadas pela empresa.
  37. 37. OS BENEFÍCIOS DO MAPA DE RISCOS Identificação prévia dos riscos existentes nos locais de trabalho aos quais os trabalhadores poderão estar expostos.
  38. 38. Conscientização quanto ao uso adequado das medidas de controle e dos EPIs e EPCs.
  39. 39. Melhoria do clima organizacional, maior produtividade, competitividade e lucratividade.
  40. 40. ELABORAÇÃO DO MAPA DE RISCOS
  41. 41. São utilizadas cores para identificar o tipo de risco, conforme a tabela de classificação dos riscos ambientais. A gravidade é representada pelo tamanho dos círculos
  42. 42. CÍRCULO PEQUENO Risco pequeno por sua essência ou por ser risco médio já protegido.
  43. 43. CIRCULO MÉDIO Risco que gera relativo incomodo mas que pode ser controlado.
  44. 44. CIRCULO GRANDE Risco que pode matar, mutilar, gerar doenças e que não dispõe de mecanismo para redução, neutralização ou controle.

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