NÚCLEO DE TECNOLOGIA DIGITAL APLICADA A EDUCAÇÃO                    (NUTED)  Oficina 4 - Composição de Trilhas Sonoras    ...
Composição Musical Digital (CMD)  Digital “Que é representado exclusivamente por números(segundo um código convencionado)...
Digital x Analógico                Sistema conhecido por binário,Digital         aonde temos combinações                nu...
Composição Musical Digital (CMD) Música “É uma organização de sons com a intençãode ser ouvida”. (Schafer, 1991)
Composição Musical Digital (CMD)Música         Eletrônica   Concreta              Eletroacústica
Composição Musical Digital (CMD)   Composição Envolve ações de escolha e organização dos sons;(Maffioletti, 2005) Compre...
Composição Musical Digital (CMD) Fora do estúdio; nos lares, bastando ter umcomputador ou aparelho digital com acesso à I...
Trilhas sonoras paraMateriais educacionais digitais (MEDs) Proveniente do termo “trilha sonora” de filmes;    Termo refe...
Funções das trilhas sonoras na           educação Motivar; Influenciar estados de ânimo; Auxiliar   na memorização; Re...
A Composição Musical Digital busca: Favorecer   a criatividade; Favorecer   a consciência rítmica e estética; Inserir a...
As trilhas sonoras para MEDs   Utilizam recursos da Web 2.0;   São produzidas com softwares livres;   São criadas atrav...
Afetividade, Aprendizagem                e Música A afetividade é um agente motivador da atividadecognitiva. (Piaget, 200...
Funções da Música  10) Contribuição         1) Expressão emocional;  para a                                              2...
Funções da Música                                       Para acalmar as criançasPara a reprodução cultural                ...
Música e Educação“Conhecer  música não quer dizer escutá-la por  acaso e sim, envolver-se com ela profundamente.”(Swanwic...
Música, Áudio e Trilha Sonora    Som e áudio: Referem-se à parte técnica de    gravação no contexto educacional ou não. ...
 Música eletroacústica: A músicaeletroacústica é realizada através deprocedimentos que sintetizam outransformam o som atr...
Alguns formatos de áudioWMA: Windows Media Audio. Arquivo deáudio gerado no Windows Media Player,desenvolvido pelaMicroso...
Algumas ferramentas tocadoras e     geradoras de arquivos de áudioWindows Media Player (player):http://www.baixaki.com.br...
Trilha Sonora    Trilha sonora - também chamada de música    incidental ou música para filmes. (Sadie, 2001).    Música ...
Funções da música incidental                                            Comunicar emoções; Caracterização de              ...
Música funcionalÉ muitoÉ muito            Com aplicações extramusicais baseadautilizada nasutilizada nas      nosempresas;...
Música para ser ouvida            passiva ou criticamente? Passivamente: A percepção                                  Ex....
Uso de Trilhas Sonoras           em MEDs    Duas principais abordagens: Como motivação: Uso da música de forma passiva (i...
Exemplos de Trilha Sonorapara objetos de aprendizagem (OAs)         Educação Infantil   Objeto de aprendizagem Práticas C...
A Trilha Sonora                          “Evolução”                        Ensino Superior OA CompEAD           (Competên...
Exemplo de trilha sonora                  coletiva em OA OA CompMAP            (Mapeando Competências):http://www.nuted.u...
Exemplo de trilha sonora                    em OAs OA CompMUS            (Composição Musical Digital):http://www.nuted.uf...
Trilhas Sonoras para MEDs Exemplo de uma trilha sonora coletiva feita noJAMSTUDIO e editada no AUDACITYpara o OA CompMUS:...
Trilhas Sonoras para MEDs     A proposta de composição coletiva   de música (trilhas sonoras) para MEDs                   ...
Trilhas Sonoras para MEDs Promover não apenas a escuta passiva damúsica, mas uma audição (apreciação) críticacomo sujeito...
Trilhas Sonoras para MEDs            Construir significados                  Apreciar                            Vivência ...
 Aviary: http://www.aviary.com/    JamStudio: http://www.jamstudio.com/Studio/index.htm   ClubCreate/MusicLab:http://re...
 Conversor de áudio on-line paravários formatos: http://media.io/ Conversor   de áudio: “Switch Sound FileConverter”:htt...
 Captura e edição de áudio: “AUDACITY”:http://audacity.sourceforge.net/ Captura, edição de áudio e sequenciamento:“KRIST...
 Possibilita a publicação de obras on-line e mantém osdireitos do autor, permitindo que outros distribuam a suaobra, desd...
 São exemplos de ferramentas para a composiçãomusical digital on-line; Servem para a criação de trilhas sonoras para MED...
Observações ao utilizar áudio ou     construir uma trilha para um MEDA música deve estar de acordo com o público- alvo;A...
Observações ao utilizar áudio ouconstruir uma trilha para um MED Setiver textos escritos, evitar que músicas vocais toque...
Créditos Nome   da música. Nome   do compositor. Procedênciade quem fez a mixagem e/ou edição do som.
Considerações finais O som pode carregar consigo toda uma bagagem  emotiva e interpretativa que o texto escrito nem sempr...
ReferênciasImagens:   Microsoft Power Point: Clip –art. Objetos de Aprendizagem produzidos pelaequipe do NUTED/UFRGS:htt...
Referências BibliográficasARANTES, V. A. Afetividade e Cognição: Rompendo a dicotomia na educação. In:VIDETUR, n. 23. Por...
BRASIL. MINISTÉRIO DA CULTURA. Lei 9.610/98. Brasília-DF. Disponívelem: <http://www.cultura.gov.br/site/categoria/politic...
HUMMES, Júlia. Por que é importante o ensino de música? Considerações sobre asfunções da música na sociedade e na escola....
MED, Bohumil. Teoria da música. 4ª Ed. rev. e ampl. Brasília, DF: Musimed, 1996.Página Web.COMPRARÉ. Extensão de Arquivos...
 RODRÍGUEZ, Ángel. A dimensão sonora da linguagem audiovisual. Senac: São  Paulo, 2006. RUIZ, Valdete Maria e OLIVEIRA, ...
Obrigada pela atenção!Fonte da imagem: http://semtedio.com/top-05-musicas-para-sorrir/music-smile/
Apresentação - Composição de trilhas sonoras para MEDs - Oficina 4
Apresentação - Composição de trilhas sonoras para MEDs - Oficina 4
Apresentação - Composição de trilhas sonoras para MEDs - Oficina 4
Apresentação - Composição de trilhas sonoras para MEDs - Oficina 4
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  • Conforme Fritsch (2008), os computadores são máquinas digitais que trabalham com os valores 0 e 1. Para um computador digitalizar o som é preciso converter os dados analógicos em digitais. Para se reproduzir os sons digitais gravados, é preciso realizar o processo inverso, ou seja, converter dados digitais para analógicos.
  • O analógico é um sistema que se faz, através de condução elétrica, por sinais de corrente alternada, já o digital se faz por um sistema conhecido por binário, aonde temos combinações numéricas entre 0 e 1, que definem o que deve ser realizado por determinada operação digital, chamamos essa codificação matemática de algoritmos, isso se dá não somente no áudio, mas em qualquer realização dessa natureza. O processo do áudio digital é reconstruir a onda sonora, e isso é feito através do que chamamos de sample rate(taxa de amostragem), 44.1 khz,significa que cada pedaço de uma onda é amostrado 44.100 vezes, hoje em dia temos até 192 khz de amostragem, e isso é transmitido, através dos bits, bit é a menor unidade de informação que pode ser transmitida, é formado por sistema binário de dois dígitos, uma combinação de 0 e 1 que formam entre si para decodificar uma informação, por analogia é como se fosse um negativo e um positivo, ou um falso e um verdadeiro, exemplo: 8 bits tem 256 valores possíveis de 0 a 255 combinados entre 0 e 1, 16 bits podem representar Valores de 0 a 65.535 aproximadamente, em 24 bits, valores de 0 a 167.772, e assim sucessivamente...quanto maior a taxa de amostragem e o bit, e essa diferença fica menor a partir do aumento dessas taxas, teoricamente é maior a fidelidade sonora, pois é difícil a reprodução, não só de uma onda fundamental, mas de todos os seu harmônicos, e isso é uma das explicações da perda do áudio real, quando convertido para o digital, o analógico ao contrário, tem a propriedade de gerar harmônicos para o som, principalmente em equipamentos valvulados. A tentativa de copiar o som do passado Várias tentativas são feitas para simular equipamentos analógicos caríssimos, através de plugins, porém, por ser um sistema tão distinto, a simulação sempre fica diferente do original, mais a vantagens são inúmeras do ponto de vista do custo-benefício, o que a maioria das pessoas não poderiam adquirir, hoje em dia se tem com fácil acesso, mas fica óbvio que apenas se simula o som desses equipamentos, e na verdade, atualmente, com uma grande aproximação ao real, principalmente aos ouvidos de leigos.  A conclusão que podemos chegar é que apesar de todo o desenvolvimento tecnológico, a busca pelo som analógico nos dias atuais é evidente, e até então, a discussão continua, e a aproximação entre eles começa a ficar cada vez menor, mas, por se tratar de formas diferentes de processo, eles sempre serão diferentes, e cabe a nós, decidirmos o caminho a escolher, cada tipo de trabalho requer um modo próprio de utilização, seja de apenas um desses sistemas, ou de forma integrada entre eles, portanto, tentar fugir do digital, não seria a solução, e abandonar nosso velho analógico seria pouco inteligente. Apesar de hoje em dia, estúdios possuírem suas plataformas digitais, sempre há o desejo de adquirir equipamentos analógicos, e trabalhar de forma conjunta nos dois sistemas. Portanto, o interessante é extrair o melhor de cada um deles, e a única coisa que não é discutível nisso tudo, é o conhecimento e a sensibilidade que devemos ter, para o melhor aproveitamento de todas as ferramentas disponíveis. Fonte: http://tribunadomusico.blogspot.com.br/2010/09/audio-analogico-x-digital-por-fernando.html Fernando Marques.
  •  
  • - Música eletrônica:  ”Música cuja execução exige meios eletrônicos. Muitas vezes restringe-se o termo à música em fita magnética, [...] ou música para INSTRUMENTOS ELETRÔNICOS; [...] outro uso limita-o à música para fita magnética criada sem sons naturais (STOCKHAUSEN e HEIMERT usavam o termo “Elektronische Musik” no início dos anos 50 para distinguir sua obra da MÚSICA CONCRETA)”. (GRIFFITHS, 1995, p. 148). Música concreta: “Música criada em disco (originalmente) ou fita magnética por técnica simples de edição, inversão e mudança de velocidade feitas sobre gravações de sons naturais: instrumentais, vocais ou outras”. (GRIFFITHS, 1995, p.146). - Música eletroacústica: “[...] a modalidade de composição realizada em estúdio, ou com o auxílio da tecnologia, e que se alinha dentro da linguagem da música contemporânea.” Esse conceito engloba os termos música eletrônica e música concreta. É realizada através de procedimentos que sintetizam ou transformam o som através do computador. (FRITSCH, 2008, p.43).  
  • - Música eletrônica:  ”Música cuja execução exige meios eletrônicos. Muitas vezes restringe-se o termo à música em fita magnética, [...] ou música para INSTRUMENTOS ELETRÔNICOS; [...] outro uso limita-o à música para fita magnética criada sem sons naturais (STOCKHAUSEN e HEIMERT usavam o termo “Elektronische Musik” no início dos anos 50 para distinguir sua obra da MÚSICA CONCRETA)”. (GRIFFITHS, 1995, p. 148). Música concreta: “Música criada em disco (originalmente) ou fita magnética por técnica simples de edição, inversão e mudança de velocidade feitas sobre gravações de sons naturais: instrumentais, vocais ou outras”. (GRIFFITHS, 1995, p.146). - Música eletroacústica: “[...] a modalidade de composição realizada em estúdio, ou com o auxílio da tecnologia, e que se alinha dentro da linguagem da música contemporânea.” Esse conceito engloba os termos música eletrônica e música concreta. É realizada através de procedimentos que sintetizam ou transformam o som através do computador. (FRITSCH, 2008, p.43).  
  • Com a lei 11.769 de agosto de 2008 a música torna-se obrigatória, mas não exclusiva na educação báscia. Com o surgimento da tecnologia MIDI, do mp3 e de tocadores portáteis de música, ocorre uma mudança na experiência musical e na maneira de divulgar a música, tornando-a presente na vida cotidiana. É preciso utilizar esses recursos tecnológicos pedagogicamente, tornando as aulas mais interessantes e criativas. A tecnologia MIDI é um exemplo disso. As informações MIDI não carregam em si, nenhum sinal de áudio. MIDI é um padrão de comunicação de dados criado por diversos fabricantes de instrumentos musicais norte-americanos e japoneses com a finalidade de possibilitar a transferência de informações entre instrumentos musicais e computadores . Atualmente é também utilizado para controle de iluminação e equipamentos de áudio. (Fritsh, 2008). Podemos citar a Web 2.0 aqui...
  • - Relação entre: Afetividade, cognição, motivação e música. A afetividade é um agente motivador da atividade cognitiva. (LONGHI, et al, 2009). A afetividade favorece o raciocínio e a motivação, fator fundamental à aprendizagem. A música procura comunicar experiências conscientes. O som de um instrumento provoca a experiência consciente de altura e timbre, talvez acompanhado de experiências afetivas conscientes. (BHARUCHA et al, 2006) . - Os domínios de estruturas musicais relacionadas a altura, tempo, timbre, gesto, ritmo e métrica também possuem domínios de estruturas não musicais como o afeto e a emoção. Ex.: O uso da dissonância (domínio musical) podendo ser utilizada para suscitar um sentimento de apreensão, de suspense (domínio extramusical), recurso muito utilizado nas trilhas sonoras de filmes. Ex.: 2ª menor do filme: Tubarão. (IBIDEM). Blacking (1987), a partir de estudos etnomusicológicos, diz que a definição de música pode variar dependendo da cultura. Após conviver com uma tribo africana, os venda, Blacking, estudou a cultura desse povo, especialmente sua música. A inteligência musical, portanto, não estaria relacionada somente aos parâmetros musicais.
  • 1) Expressão emocional (é uma das funções que nos interessa) para o contexto educacional. 2) Prazer estético (remete ao belo; à noção do belo, algo mais subjetivo). 3) Divertimento; 4) Comunicação (a música comunica sentimentos; idéias; pensamentos não verbalizados); 5) Representação (representa uma cultura) 6) Reação física ( ao suscitar uma emoção, pode haver uma resposta fisiológica); 7) Impor conformidade (Ex.: Canções de protesto na época da ditadura que foram até censuradas). 8) Validação das normas sociais e dos ritos religiosos (Hinos cívicos; jingles de propaganda política;) 9) Estilos, instrumentos, ritmo de determinada cultura. Ex.: Samba; ver outros exemplos da América Latina. 10) Contrib. para a integração da sociedade (a música tem a propriedade de socializar; oberva-se isso nos jovens).
  • Swanwick (2003) diz que os professores, ao limitar-se às funções sociais da música categorizadas por Merriam perderiam estudantes, pois o foco deve estar nos verdadeiros processos do fazer musical. Contextualização da música com os conteúdos; com a vida cotidiana. A música nos OAs é excelente para integrar música, conteúdos de forma interdisciplinar.
  • Para Swanwick [Ibid.] parte da experiência musical é subjetiva e quase mágica, mas ela brota dos próprios elementos do discurso musical (materiais sonoros, caracterização expressiva, forma e valor). Envolver-se através de atividades de TECLA: Técnica (audição, manipulação de instrumentos, notação simbólica) Execução (tocar, cantar), Composição, Literatura, Apreciação (reconhecer estilos, forma, tonalidade).
  • Os termos áudio e som referem-se à parte técnica da gravação e estão presentes no contexto educacional digital . Muitos programas e ferramentas computacionais apresentam esses termos em seus menus, como por exemplo, “ inserir som”, “inserir áudio” ou ainda “importar música ou áudio”. Nesse contexto, o termo música é utilizado como sinônimo de áudio. Entretanto, na área da música , o significado de música é bem mais complexo e bastante discutido, e refere-se à parte artística.
  • -Áudio: abrange todos os outros conceitos citados; -Som: Pode se uma música; uma trilha sonora. -Trilha Sonora: Pode ser uma música; pode ser chamada de áudio também, mas não se refere a sons como pro exemplo ruídos ou narração. -Música: É a combinação artística ou científica dos sons. Às vezes pode ser chamado de som (porém não com o sentido de ruído ou narração); de áudio ou de trilha sonora. Para materiais educacionais digitais prefere-se os termos trilha sonora ou áudio. -Música eletroacústica: É popularmente chamada de música eletrônica.
  • - Audacity: Editor grátis de arquivos de áudio. Nele é possível gravar sons externos, como a voz; realizar mixagens; cortar e colar trechos de músicas; adicionar efeitos; abre arquivos de diversos formatos e exporta como wav, mp3 ou ogg vorbis. Windows Media Player : copia arquivos de áudio de um CD e os armazena em formato wav ou mp3. - Real Player: Abre arquivos rm ou ram. Suporta música online (rádio na Internet). Apresenta largura de banda baixa, por isso, muitas vezes a qualidade é reduzida. -Switch File Sound Converter , programa grátis que converte vários formatos de áudio, e extrai áudio de vídeos; - Freecorder Toolbar , programa grátis que permite o armazenamento de áudio e vídeo de páginas da Web e também realiza a conversão de vários formatos de áudio e vídeo.
  • Na literatura especializada: Trilha Sonora: Também chamada de Música Incidental ou ainda de música para filmes.   Incidental Music has been closely linked with theatre since theatre began. Dance music and song have played important roles in much folk drama. However, the term is not watertight. For one thing, all the constituent elements of incidental music so defined-overture, entr&apos;act, dance, song, chorus, mélodrame, etc.-can also be found in other musical contexts. (SADIE, 2001, p.138). Música incidental: A música tem estado estreitamente ligada ao teatro desde que ele começou. A dança e a música têm desempenhado um papel muito importante no drama popular. No entanto, o termo não é fechado. Por um lado, todos os elementos constitutivos da música incidental, assim definidos: abertura, entrada de ato, dança, música, coral, melodrama, etc., também podem ser encontradas em outros contextos musicais. (SADIE, 2001, p.138). Música de filme (Film Music): Música composta, arranjada, compilada ou improvisada para acompanhar filmes. Na trilha sonora de cinema, a música é gravada em sincronização exata com a imagem projetada. A Música de Cinema está dividida em duas grandes categorias: música contida no âmbito da ação (conhecida também como diegética, source , em tela, intrínseca ou realista), e música de fundo (ampliando o clima da cena e) ou explicando a evolução dramática e aspectos de caráter (termo denominado extra-diegético, ou extrínseco à música [...]). (SADIE, 2001, p.797). - Quanto à função da música na sociedade atual, Nocko (2005) faz uma crítica à música funcional estabelecida pelos publicitários e produtores, e assegurada pelo sistema capitalista. Ele critica a maneira como a música é utilizada pela mídia e pelo comércio em geral, afirmando que o público em geral não possui critérios para avaliar essas manifestações artísticas. Para esse autor (Ibid.) a educação seria a principal responsável pelo ensino da linguagem musical visando informar cidadãos críticos, capazes de avaliar as informações que recebem. O autor coloca também que, geralmente, as pessoas que ainda possuem senso estético ou ético são pessoas que possuem um diferencial educacional ou cultural que permite que elas avaliem o que ouvem. Nocko fala sobre os domínios ou aplicações extramusicais da música e efeitos psicofisiológicos, a isso ele chama de música funcional. Música funcional é a música com aplicações extramusicais, baseadas nos efeitos psicofisiológicos provocados pela música no ser humano. Num primeiro momento, o emprego da música funcional em empresas pretendia o aumento da produtividade dos funcionários,[...] para ser ouvida passivamente. Desse modo, a percepção sonora dar-se-á de maneira inconsciente. (BRENNER et al, 2006). Quanto à função da música na sociedade atual, Nocko (2005) faz uma crítica à música funcional estabelecida pelos publicitários e produtores, e assegurada pelo sistema capitalista. Ele critica a maneira como a música é utilizada pela mídia e pelo comércio em geral, afirmando que o público em geral não possui critérios para avaliar essas manifestações artísticas. Para Nocko a educação seria a principal responsável pelo ensino da linguagem musical visando informar cidadãos críticos, capazes de avaliar as informações que recebem. O autor coloca também que, geralmente, as pessoas que ainda possuem senso estético ou ético são pessoas que possuem um diferencial educacional ou cultural que permite que elas avaliem o que ouvem. De acordo com compositor sueco de trilhas sonoras para filmes, Johnny Wingstedt (2005) a música para filmes possui várias classes, dentre elas: emotiva, informativa, descritiva, guia, temporal e retórica. Embora a música para filmes não leve a uma audição consciente (apreciação), ela pode oferecer subsídios para os compositores escolherem o material sonoro para suas composições de trilhas sonoras. A música presente em forma de trilhas sonoras em OAs pode ser ouvida de maneira passiva e/ou crítica, de acordo com o contexto, proposta e mediação do professor. Passiva: percepção sonora se dá de maneira inconsciente. Crítica: a percepção sonora se dá de maneira consciente. O aluno foca sua atenção para a música, analisando-a.
  • Na literatura especializada: Trilha Sonora: Também chamada de Música Incidental ou ainda de música para filmes.   Incidental Music has been closely linked with theatre since theatre began. Dance music and song have played important roles in much folk drama. However, the term is not watertight. For one thing, all the constituent elements of incidental music so defined-overture, entr&apos;act, dance, song, chorus, mélodrame, etc.-can also be found in other musical contexts. (SADIE, 2001, p.138). Música incidental: A música tem estado estreitamente ligada ao teatro desde que ele começou. A dança e a música têm desempenhado um papel muito importante no drama popular. No entanto, o termo não é fechado. Por um lado, todos os elementos constitutivos da música incidental, assim definidos: abertura, entrada de ato, dança, música, coral, melodrama, etc., também podem ser encontradas em outros contextos musicais. (SADIE, 2001, p.138). Música de filme (Film Music): Música composta, arranjada, compilada ou improvisada para acompanhar filmes. Na trilha sonora de cinema, a música é gravada em sincronização exata com a imagem projetada. A Música de Cinema está dividida em duas grandes categorias: música contida no âmbito da ação (conhecida também como diegética, source , em tela, intrínseca ou realista), e música de fundo (ampliando o clima da cena e) ou explicando a evolução dramática e aspectos de caráter (termo denominado extra-diegético, ou extrínseco à música [...]). (SADIE, 2001, p.797). Burt afirma que a música para filmes auxilia na caracterização de personagens, tanto individualmente como coletivamente, e das idéias que tenham implicações simbólicas.
  • Schaeffer (1966) citado por Rodríguez (2006) Mecanismos de audição: ouvir; escutar; reconhecer; compreender. Quanto à função da música na sociedade atual, Nocko (2005) faz uma crítica à música funcional estabelecida pelos publicitários e produtores, e assegurada pelo sistema capitalista. Ele critica a maneira como a música é utilizada pela mídia e pelo comércio em geral, afirmando que o público em geral não possui critérios para avaliar essas manifestações artísticas. Para esse autor (Ibid.) a educação seria a principal responsável pelo ensino da linguagem musical visando informar cidadãos críticos, capazes de avaliar as informações que recebem. O autor coloca também que, geralmente, as pessoas que ainda possuem senso estético ou ético são pessoas que possuem um diferencial educacional ou cultural que permite que elas avaliem o que ouvem. Nocko fala sobre os domínios ou aplicações extramusicais da música e efeitos psicofisiológicos, a isso ele chama de música funcional. Música funcional é a música com aplicações extramusicais, baseadas nos efeitos psicofisiológicos provocados pela música no ser humano. Num primeiro momento, o emprego da música funcional em empresas pretendia o aumento da produtividade dos funcionários,[...] para ser ouvida passivamente. Desse modo, a percepção sonora dar-se-á de maneira inconsciente. (BRENNER et al, 2006). Quanto à função da música na sociedade atual, Nocko (2005) faz uma crítica à música funcional estabelecida pelos publicitários e produtores, e assegurada pelo sistema capitalista. Ele critica a maneira como a música é utilizada pela mídia e pelo comércio em geral, afirmando que o público em geral não possui critérios para avaliar essas manifestações artísticas. Para Nocko a educação seria a principal responsável pelo ensino da linguagem musical visando informar cidadãos críticos, capazes de avaliar as informações que recebem. O autor coloca também que, geralmente, as pessoas que ainda possuem senso estético ou ético são pessoas que possuem um diferencial educacional ou cultural que permite que elas avaliem o que ouvem. De acordo com compositor sueco de trilhas sonoras para filmes, Johnny Wingstedt (2005) a música para filmes possui várias classes, dentre elas: emotiva, informativa, descritiva, guia, temporal e retórica. Embora a música para filmes não leve a uma audição consciente (apreciação), ela pode oferecer subsídios para os compositores escolherem o material sonoro para suas composições de trilhas sonoras. A música presente em forma de trilhas sonoras em OAs pode ser ouvida de maneira passiva e/ou crítica, de acordo com o contexto e mediação do professor. Passiva: percepção sonora se dá de maneira inconsciente. Crítica: a percepção sonroa se dá de maneira consciente. O aluno foca sua atenção para a música, analisando-a.
  • Quanto à função da música na sociedade atual, Nocko (2005) faz uma crítica à música funcional estabelecida pelos publicitários e produtores, e assegurada pelo sistema capitalista. Ele critica a maneira como a música é utilizada pela mídia e pelo comércio em geral, afirmando que o público em geral não possui critérios para avaliar essas manifestações artísticas. (Nocko escreveu (isto foi dito) no III Fórum de Pesquisa Científica em Arte). Para esse autor (Ibid.) a educação seria a principal responsável pelo ensino da linguagem musical visando informar cidadãos críticos, capazes de avaliar as informações que recebem. O autor coloca também que, geralmente, as pessoas que ainda possuem senso estético ou ético são pessoas que possuem um diferencial educacional ou cultural que permite que elas avaliem o que ouvem. Nocko fala sobre os domínios ou aplicações extramusicais da música e efeitos psicofisiológicos, a isso ele chama de música funcional. Música funcional é a música com aplicações extramusicais, baseadas nos efeitos psicofisiológicos provocados pela música no ser humano. Num primeiro momento, o emprego da música funcional em empresas pretendia o aumento da produtividade dos funcionários,[...] para ser ouvida passivamente. Desse modo, a percepção sonora dar-se-á de maneira inconsciente. (BRENNER et al, 2006). Quanto à função da música na sociedade atual, Nocko (2005) faz uma crítica à música funcional estabelecida pelos publicitários e produtores, e assegurada pelo sistema capitalista. Ele critica a maneira como a música é utilizada pela mídia e pelo comércio em geral, afirmando que o público em geral não possui critérios para avaliar essas manifestações artísticas. Para Nocko a educação seria a principal responsável pelo ensino da linguagem musical visando informar cidadãos críticos, capazes de avaliar as informações que recebem. O autor coloca também que, geralmente, as pessoas que ainda possuem senso estético ou ético são pessoas que possuem um diferencial educacional ou cultural que permite que elas avaliem o que ouvem. De acordo com compositor sueco de trilhas sonoras para filmes, Johnny Wingstedt (2005) a música para filmes possui várias classes, dentre elas: emotiva, informativa, descritiva, guia, temporal e retórica. Embora a música para filmes não leve a uma audição consciente (apreciação), ela pode oferecer subsídios para os compositores escolherem o material sonoro para suas composições de trilhas sonoras. A música presente em forma de trilhas sonoras em OAs pode ser ouvida de maneira passiva e/ou crítica, de acordo com o contexto e mediação do professor. Passiva: percepção sonora se dá de maneira inconsciente. Crítica: a percepção sonora se dá de maneira consciente. O aluno foca sua atenção para a música, analisando-a. Pode acontecer nas aulas de música ou em outras aulas. Depende da proposta pedagógica do professor. Inclusive dá para fazer um trabalho interdisciplinar, de preferência com a presença de alguém da música.
  • Exemplo de escuta Passiva: Trilha Evolução - CompEAD; Exemplo de escuta Ativa: Trilha Pense, tente, invente – Práticas Criativas na Web 2.0
  • Esta abordagem visa construir significados; conhecimentos.
  • Esse OA foi construído de forma colaborativa pela equipe do NUTED (Núcleo de Tecnologia Digital Aplicada à Educação) da UFRGS. A Web 2.0 proporciona espaços virtuais para o processo criativo através de suas ferramentas e possibilidades de interação. Objetivos: Proporcionar situações de criação e improvisação de sons utilizando a voz e o corpo. 2. Identificar o ritmo de valsa. 3. Desenvolver noções de pulsação a partir da Trilha: Pense, tente, invente! 4. Desenvolver a percepção auditiva. 5. Identificar os parâmetros sonoros:intensidade, timbre, altura e duração. 6. Desenvolver a coordenação motora ampla a partir de percussões corporais e dança, acompanhando a Trilha dada. 7. Proporcionar situações de criação e improvisação de sons utilizando instrumentos musicais alternativos.
  • A princípio esta abordagem é de uma escuta passiva, pois no objeto não há previsão de nenhuma atividade ou desafio com a trilha sonora. Entretanto, pode haver construção de conhecimento através da interação com o texto: Guia da trilha.
  • A princípio esta abordagem é de uma escuta passiva, pois no objeto não há previsão de nenhuma atividade ou desafio com a trilha sonora. Entretanto, pode haver construção de conhecimento através da interação com o texto: Guia da trilha. O guia da trilha também pode ter a função de apenas contextualizar a música ao tema do objeto.
  • Interação com a música: Segundo Piaget (1972) as interações entre os sujeitos e destes com os objetos são importantes, pois só ocorre aprendizagem quando o sujeito interage com o objeto. A interatividade é um dos atributos muito relevantes em relação aos objetos de aprendizagem. Esta interação pode ser desde o simples clicar do mouse (baixa interatividade), ou até mesmo a análise e resolução de problemas, estimulando uma participação mais ativa do aluno, caracterizando assim, uma maior interatividade. Sendo assim, a aprendizagem ocorre quando há uma equilibração, ou seja, quando o sujeito age sobre o objeto, transformando-o. O sujeito age sobre os objetos, modificando-os, ocorrendo uma interiorização dessas ações. Portanto, quanto mais se estimular os vários tipos de memórias (visual, auditiva, física, etc), mais chance de que ocorra uma consolidação e um arquivamento, provocando uma mudança, ou seja, uma aprendizagem.
  • Uma escuta consciente (Schaeffer) é uma escuta crítica. O sujeito avalia o que ouve e escolhe quais materiais musicais ele vai utilizar. Uma trilha sonora inserida num OA em sua forma audível, juntamente com a mediação do professor, pode desafiar e propiciar situações que levam o aluno a pensar e refletir sobre o que ouve, construindo significados, produzindo sons, avaliando, tornando-o assim, um apreciador (que ouve conscientemente) e sujeito ativo no processo de aprendizagem. Vivência sonora: Vai interagir com a música: apreciar, criar sons, interpretar, compor e até mesmo editar, manipular, adicionar efeitos sonoros se houver a possibilidade de download ou se realizar uma (re)gravação da trilha sonora. De acordo com Paz (2000) o compositor e maestro brasileiro Heitor Villa-Lobos afirmava que a vivência musical e sonora deve acontecer a partir de um deve anteceder o estudo teórico, ensino natural, ou seja, um ensino a partir da vivência sonora, pois, segundo o maestro, para que a música exista, esta precisa ter sentido, alma e vida e a experiência sonora e a familiaridade com os sons distinguindo o que o autor chama de música-papel e música-som. Interação com a música: Segundo Piaget (1972) as interações entre os sujeitos e destes com os objetos são importantes, pois só ocorre aprendizagem quando o sujeito interage com o objeto. A interatividade é um dos atributos muito relevantes em relação aos objetos de aprendizagem. Esta interação pode ser desde o simples clicar do mouse (baixa interatividade), ou até mesmo a análise e resolução de problemas, estimulando uma participação mais ativa do aluno, caracterizando assim, uma maior interatividade. Sendo assim, a aprendizagem ocorre quando há uma equilibração, ou seja, quando o sujeito age sobre o objeto, transformando-o. O sujeito age sobre os objetos, modificando-os, ocorrendo uma interiorização dessas ações. Portanto, quanto mais se estimular os vários tipos de memórias (visual, auditiva, física, etc), mais chance de que ocorra uma consolidação e um arquivamento, provocando uma mudança, ou seja, uma aprendizagem.
  • Vivência sonora:   De acordo com Paz (2000) o compositor e maestro brasileiro Heitor Villa-Lobos afirmava que a vivência musical e sonora deve acontecer a partir de um ensino natural, ou seja, um ensino a partir da vivência sonora, pois, segundo o maestro, para que a música exista, esta precisa ter sentido, alma e vida e a experiência sonora e a familiaridade com os sons deve anteceder o estudo teórico, distinguindo o que o autor chama de música-papel e música-som. O pesquisador, compositor e educador musical canadense Schafer (1991) foi o pioneiro dessa proposta de vivência sonora, defendendo a filosofia de prestar atenção ao som natural de ambientes. Foi ele que criou o termo “ soundscape ” ou “paisagem sonora”. Schafer leva os estudantes a pensar, ressignificar os conceitos já existentes sobre som, música, ritmo e outros. Schafer encara o som como uma experiência sensorial, onde cada som tem um significado, uma identificação que remete a sensações guardadas no inconsciente, mudando assim, o paradigma da criação musical. Os sons do ambiente são um fenômeno musical que vão do ruído das metrópoles aos sons da natureza como terra, fogo, água e ar. É uma proposta dirigida a músicos e não músicos, independente de faixa etária ou classe social. (Schafer, 1991). Urtado (2008) é também defensor dessa proposta de vivência sonora e acrescenta que os recursos sonoros proporcionam materiais didáticos e os objetos multimídia, ou materiais educacionais digitais, por sua vez, permitem a utilização de tais recursos possibilitando o desenvolvimento de conceitos teóricos a partir da prática e da interatividade. Uma escuta consciente (Muray Schafer, 1991) é uma escuta crítica. O sujeito avalia o que ouve e escolhe quais materiais musicais ele vai utilizar. Uma trilha sonora inserida num OA em sua forma audível, juntamente com a mediação do professor, pode desafiar e propiciar situações que levam o aluno a pensar e refletir sobre o que ouve, construindo significados, produzindo sons, avaliando, tornando-o assim, um apreciador (que ouve conscientemente) e sujeito ativo no processo de aprendizagem. Vivência sonora: Vai interagir com a música: apreciar, criar sons, interpretar, compor e até mesmo editar, manipular, adicionar efeitos sonoros se houver a possibilidade de download ou se realizar uma (re)gravação da trilha sonora. De acordo com Paz (2000) o compositor e maestro brasileiro Heitor Villa-Lobos afirmava que a vivência musical e sonora deve acontecer a partir de um deve anteceder o estudo teórico, ensino natural, ou seja, um ensino a partir da vivência sonora, pois, segundo o maestro, para que a música exista, esta precisa ter sentido, alma e vida e a experiência sonora e a familiaridade com os sons distinguindo o que o autor chama de música-papel e música-som.
  • Audacity: Editor grátis de arquivos de áudio. Nele é possível gravar sons externos, como a voz; realizar mixagens; cortar e colar trechos de músicas; adicionar efeitos; abre arquivos de diversos formatos e exporta como wav, mp3 ou ogg vorbis . - Dentre as ferramentas livres para criar trilhas sonoras pode-se separá-las em categorias (programas usados para tarefas de composição musical): 1º Editores de áudio, partituras e seqüenciadores usados para organizar, auxiliar ao processo de composição. Nesta 1ª categoria citam-se o Audacity ( http://audacity.sourceforge.net/ ) e o Anvil Studio ( http://www.anvilstudio.com/ ). Na 2ª categoria citam-se alguns programas usados para a criação de sons e padrões rítmicos como os programas de criação de plugins, como o Cantabile Lite disponível em: http://www.cantabilesoftware.com/download/ . Nessa 2ª categoria, encontra-se também o JamStudio ( http://www.jamstudio.com/Studio/index.htm ). O JamStudio é uma ferramenta em forma de website que possui uma parte free e permite criar acompanhamentos ou progressões harmônicas em diferentes ritmos e estilos. Além dos estilos, podem ser escolhidos sons de diversos instrumentos. A ferramenta aceita até oito instrumentos simultâneos e não necessita de prévia instalação. Também há a possibilidade de compartilhar as criações com outras pessoas por e-mails, que direcionam um link para o site, onde a pessoa poderá escutar e colaborar no acompanhamento musical. Possui fácil manuseio, porém não há a possibilidade de salvar os acompanhamentos no computador, eles ficam armazenados somente no site. Há a desvantagem para quem não está familiarizado com cifras e não é possível criar melodias nessa ferramenta, necessitando um teclado ou um instrumento virtual. Se houver a necessidade de criar uma melodia, pode-se utilizar o Cantabile Lite , por exemplo ou cantá-la, utilizando a base harmônica (acompanhamento) do JamStudio, juntamente com um software editor com mais de um canal, como por exemplo, o Audacity. O Audacity é um software editor e gravador de áudio, de código livre. No Audacity é possível abrir arquivos de áudio com diversas extensões como wav , mp3, ogg e outros, e gravar a voz (melodia) ou narração. Através deste software é possível cortar trechos de músicas, realizar colagens e mixagens, normalizar o volume, ou seja, aumentar ao máximo sem causar distorções no som, diminuir o volume gradualmente através do efeito “ fade out ”, aumentar o volume gradualmente através do efeito “ fade in ” e outros. Também é possível exportar o áudio com extensão wav ou até mesmo mp3 após baixar o plugin Lame ( http://www.free-codecs.com/lame_encoder_download.htm ). Ao exportar, ocorre a mixagem, ou seja, a mistura do acompanhamento com a voz gravada. Switch File Sound Converter , programa grátis que converte vários formatos de áudio, e extrai áudio de vídeos; - Freecorder Toolbar , programa grátis que permite o armazenamento de áudio e vídeo de páginas da Web e também realiza a conversão de vários formatos de áudio e vídeo.
  • Audacity: Editor grátis de arquivos de áudio. Nele é possível gravar sons externos, como a voz; realizar mixagens; cortar e colar trechos de músicas; adicionar efeitos; abre arquivos de diversos formatos e exporta como wav, mp3 ou ogg vorbis . - Dentre as ferramentas livres para criar trilhas sonoras pode-se separá-las em categorias (programas usados para tarefas de composição musical): 1º Editores de áudio, partituras e seqüenciadores usados para organizar, auxiliar ao processo de composição. Nesta 1ª categoria citam-se o Audacity ( http://audacity.sourceforge.net/ ) e o Anvil Studio ( http://www.anvilstudio.com/ ). Na 2ª categoria citam-se alguns programas usados para a criação de sons e padrões rítmicos como os programas de criação de plugins, como o Cantabile Lite disponível em: http://www.cantabilesoftware.com/download/ . Nessa 2ª categoria, encontra-se também o JamStudio ( http://www.jamstudio.com/Studio/index.htm ). O JamStudio é uma ferramenta em forma de website que possui uma parte free e permite criar acompanhamentos ou progressões harmônicas em diferentes ritmos e estilos. Além dos estilos, podem ser escolhidos sons de diversos instrumentos. A ferramenta aceita até oito instrumentos simultâneos e não necessita de prévia instalação. Também há a possibilidade de compartilhar as criações com outras pessoas por e-mails, que direcionam um link para o site, onde a pessoa poderá escutar e colaborar no acompanhamento musical. Possui fácil manuseio, porém não há a possibilidade de salvar os acompanhamentos no computador, eles ficam armazenados somente no site. Há a desvantagem para quem não está familiarizado com cifras e não é possível criar melodias nessa ferramenta, necessitando um teclado ou um instrumento virtual. Se houver a necessidade de criar uma melodia, pode-se utilizar o Cantabile Lite , por exemplo ou cantá-la, utilizando a base harmônica (acompanhamento) do JamStudio, juntamente com um software editor com mais de um canal, como por exemplo, o Audacity. O Audacity é um software editor e gravador de áudio, de código livre. No Audacity é possível abrir arquivos de áudio com diversas extensões como wav , mp3, ogg e outros, e gravar a voz (melodia) ou narração. Através deste software é possível cortar trechos de músicas, realizar colagens e mixagens, normalizar o volume, ou seja, aumentar ao máximo sem causar distorções no som, diminuir o volume gradualmente através do efeito “ fade out ”, aumentar o volume gradualmente através do efeito “ fade in ” e outros. Também é possível exportar o áudio com extensão wav ou até mesmo mp3 após baixar o plugin Lame ( http://www.free-codecs.com/lame_encoder_download.htm ). Ao exportar, ocorre a mixagem, ou seja, a mistura do acompanhamento com a voz gravada. Switch File Sound Converter , programa grátis que converte vários formatos de áudio, e extrai áudio de vídeos; - Freecorder Toolbar , programa grátis que permite o armazenamento de áudio e vídeo de páginas da Web e também realiza a conversão de vários formatos de áudio e vídeo.
  • Audacity: Editor grátis de arquivos de áudio. Nele é possível gravar sons externos, como a voz; realizar mixagens; cortar e colar trechos de músicas; adicionar efeitos; abre arquivos de diversos formatos e exporta como wav, mp3 ou ogg vorbis . - Dentre as ferramentas livres para criar trilhas sonoras pode-se separá-las em categorias (programas usados para tarefas de composição musical): 1º Editores de áudio, partituras e seqüenciadores usados para organizar, auxiliar ao processo de composição. Nesta 1ª categoria citam-se o Audacity ( http://audacity.sourceforge.net/ ) e o Anvil Studio ( http://www.anvilstudio.com/ ). Na 2ª categoria citam-se alguns programas usados para a criação de sons e padrões rítmicos como os programas de criação de plugins, como o Cantabile Lite disponível em: http://www.cantabilesoftware.com/download/ . Nessa 2ª categoria, encontra-se também o JamStudio ( http://www.jamstudio.com/Studio/index.htm ). O JamStudio é uma ferramenta em forma de website que possui uma parte free e permite criar acompanhamentos ou progressões harmônicas em diferentes ritmos e estilos. Além dos estilos, podem ser escolhidos sons de diversos instrumentos. A ferramenta aceita até oito instrumentos simultâneos e não necessita de prévia instalação. Também há a possibilidade de compartilhar as criações com outras pessoas por e-mails, que direcionam um link para o site, onde a pessoa poderá escutar e colaborar no acompanhamento musical. Possui fácil manuseio, porém não há a possibilidade de salvar os acompanhamentos no computador, eles ficam armazenados somente no site. Há a desvantagem para quem não está familiarizado com cifras e não é possível criar melodias nessa ferramenta, necessitando um teclado ou um instrumento virtual. Se houver a necessidade de criar uma melodia, pode-se utilizar o Cantabile Lite , por exemplo ou cantá-la, utilizando a base harmônica (acompanhamento) do JamStudio, juntamente com um software editor com mais de um canal, como por exemplo, o Audacity. O Audacity é um software editor e gravador de áudio, de código livre. No Audacity é possível abrir arquivos de áudio com diversas extensões como wav , mp3, ogg e outros, e gravar a voz (melodia) ou narração. Através deste software é possível cortar trechos de músicas, realizar colagens e mixagens, normalizar o volume, ou seja, aumentar ao máximo sem causar distorções no som, diminuir o volume gradualmente através do efeito “ fade out ”, aumentar o volume gradualmente através do efeito “ fade in ” e outros. Também é possível exportar o áudio com extensão wav ou até mesmo mp3 após baixar o plugin Lame ( http://www.free-codecs.com/lame_encoder_download.htm ). Ao exportar, ocorre a mixagem, ou seja, a mistura do acompanhamento com a voz gravada. Switch File Sound Converter , programa grátis que converte vários formatos de áudio, e extrai áudio de vídeos; - Freecorder Toolbar , programa grátis que permite o armazenamento de áudio e vídeo de páginas da Web e também realiza a conversão de vários formatos de áudio e vídeo.
  • Audacity: Editor grátis de arquivos de áudio. Nele é possível gravar sons externos, como a voz; realizar mixagens; cortar e colar trechos de músicas; adicionar efeitos; abre arquivos de diversos formatos e exporta como wav, mp3 ou ogg vorbis . - Dentre as ferramentas livres para criar trilhas sonoras pode-se separá-las em categorias (programas usados para tarefas de composição musical): 1º Editores de áudio, partituras e seqüenciadores usados para organizar, auxiliar ao processo de composição. Nesta 1ª categoria citam-se o Audacity ( http://audacity.sourceforge.net/ ) e o Anvil Studio ( http://www.anvilstudio.com/ ). Na 2ª categoria citam-se alguns programas usados para a criação de sons e padrões rítmicos como os programas de criação de plugins, como o Cantabile Lite disponível em: http://www.cantabilesoftware.com/download/ . Nessa 2ª categoria, encontra-se também o JamStudio ( http://www.jamstudio.com/Studio/index.htm ). O JamStudio é uma ferramenta em forma de website que possui uma parte free e permite criar acompanhamentos ou progressões harmônicas em diferentes ritmos e estilos. Além dos estilos, podem ser escolhidos sons de diversos instrumentos. A ferramenta aceita até oito instrumentos simultâneos e não necessita de prévia instalação. Também há a possibilidade de compartilhar as criações com outras pessoas por e-mails, que direcionam um link para o site, onde a pessoa poderá escutar e colaborar no acompanhamento musical. Possui fácil manuseio, porém não há a possibilidade de salvar os acompanhamentos no computador, eles ficam armazenados somente no site. Há a desvantagem para quem não está familiarizado com cifras e não é possível criar melodias nessa ferramenta, necessitando um teclado ou um instrumento virtual. Se houver a necessidade de criar uma melodia, pode-se utilizar o Cantabile Lite , por exemplo ou cantá-la, utilizando a base harmônica (acompanhamento) do JamStudio, juntamente com um software editor com mais de um canal, como por exemplo, o Audacity. O Audacity é um software editor e gravador de áudio, de código livre. No Audacity é possível abrir arquivos de áudio com diversas extensões como wav , mp3, ogg e outros, e gravar a voz (melodia) ou narração. Através deste software é possível cortar trechos de músicas, realizar colagens e mixagens, normalizar o volume, ou seja, aumentar ao máximo sem causar distorções no som, diminuir o volume gradualmente através do efeito “ fade out ”, aumentar o volume gradualmente através do efeito “ fade in ” e outros. Também é possível exportar o áudio com extensão wav ou até mesmo mp3 após baixar o plugin Lame ( http://www.free-codecs.com/lame_encoder_download.htm ). Ao exportar, ocorre a mixagem, ou seja, a mistura do acompanhamento com a voz gravada. Switch File Sound Converter , programa grátis que converte vários formatos de áudio, e extrai áudio de vídeos; - Freecorder Toolbar , programa grátis que permite o armazenamento de áudio e vídeo de páginas da Web e também realiza a conversão de vários formatos de áudio e vídeo.
  • A partir de duas concepções quanto ao uso de sons em materiais digitais educacionais: 1ª ) De acordo com a Teoria da Carga Cognitiva, os alunos processam as mensagens visuais e auditivas em canais diferentes: o visual e o auditivo. Mayer (2001) citado por Santos e Tarouco (2007), coloca alguns princípios a serem observados ao se construir materiais educacionais digitais, com intuito de diminuir a sobrecarga cognitiva do aluno e potencializar seu aprendizado. Um deles: Princípio de Representação Múltipla: os alunos aprendem melhor quando se combinam palavras e imagens, do que somente a utilização de palavras. Ao utilizar-se narração e animação simultaneamente, dispensa-se o uso de um texto escrito, pois neste contexto seria redundante. 2ª) Rodríguez (2006) baseado em Schaeffer (1966) que fala em níveis de audição, afirma que os sons na linguagem audiovisual, quanto mais familiares forem e quanto mais articulação rítmica houver, maior a probabilidade que o sujeito preste atenção a eles. A Teoria da Carga Cognitiva diz o contrário, que a atenção não deve ser voltada aos sons, mas não estamos utilizando essa Teoria aqui.
  • Utilizar players com botões de pause e stop é interessante para o sujeito escolher de quer escutar e ler ao mesmo tempo ou em tempos diferentes.
  • O som pode carregar consigo toda uma bagagem emotiva e interpretativa que o texto nem sempre consegue transmitir com a mesma intensidade.
  • Apresentação - Composição de trilhas sonoras para MEDs - Oficina 4

    1. 1. NÚCLEO DE TECNOLOGIA DIGITAL APLICADA A EDUCAÇÃO (NUTED) Oficina 4 - Composição de Trilhas Sonoras e Vídeos Educacionais Fátima Weber Rosas Nov/2012
    2. 2. Composição Musical Digital (CMD) Digital “Que é representado exclusivamente por números(segundo um código convencionado) e, portanto,passível de processamento por computadores digitais.” Convertem o dados Computadores: Valores 0 e 1 analógicos para os digitais e vice-versa “Digitalizar uma informação consiste em traduzí-la em números.”(LÉVY, 1999)
    3. 3. Digital x Analógico Sistema conhecido por binário,Digital aonde temos combinações numéricas entre 0 e 1. O sinal analógico é umAnalógico sistema que ocorre através de condução elétrica, por sinais de corrente alternada.
    4. 4. Composição Musical Digital (CMD) Música “É uma organização de sons com a intençãode ser ouvida”. (Schafer, 1991)
    5. 5. Composição Musical Digital (CMD)Música Eletrônica Concreta Eletroacústica
    6. 6. Composição Musical Digital (CMD) Composição Envolve ações de escolha e organização dos sons;(Maffioletti, 2005) Compreende explorações, construções ereconstruções das ideias sonoras. (Maffioletti, 2005) A intenção do compositor ao escolher e organizar ossons é que determina se são ou não musicais; “O ato de compor deve equilibrar as facilidadesproporcionadas pela tecnologia com a arte dasescolhas.” (Fritsch, 2008).
    7. 7. Composição Musical Digital (CMD) Fora do estúdio; nos lares, bastando ter umcomputador ou aparelho digital com acesso à Internet; Em ambientes sem recursos de isolamento acústicocomo em salas de aula, casas, polos; Abertura à possibilidade de apresentar estrutura tonal ou não, de acordo com a vivência e experiência do compositor; Utilização de ferramentas livres e de fácil manuseio. Possibilidade de realização em cursos à distância.
    8. 8. Trilhas sonoras paraMateriais educacionais digitais (MEDs) Proveniente do termo “trilha sonora” de filmes; Termo referente à música ou trechos musicais em OAs e MEDs (Rosas e Behar, 2010); São criadas através da composição digital;  Algumas funções das trilhas sonoras podem ser aproveitadas na educação, para:
    9. 9. Funções das trilhas sonoras na educação Motivar; Influenciar estados de ânimo; Auxiliar na memorização; Remeter a épocas históricas;
    10. 10. A Composição Musical Digital busca: Favorecer a criatividade; Favorecer a consciência rítmica e estética; Inserir a música em materiais educacionais digitais (MEDs);Proporcionar situações onde alunos eprofessores possam criar e produzir suaspróprias trilhas sonoras (ou trechosmusicais);
    11. 11. As trilhas sonoras para MEDs Utilizam recursos da Web 2.0; São produzidas com softwares livres; São criadas através do computador ou de aparelhos digitais: Composição Musical Digital (CMD); A CMD pode ser composta tanto por músicos como ouvintes (apreciadores de música); Promovem uma aprendizagem significativa; Mudança na experiência musical e na maneira de divulgar a música.
    12. 12. Afetividade, Aprendizagem e Música A afetividade é um agente motivador da atividadecognitiva. (Piaget, 2005 citado por Longhi et al, 2009). Emoção, estados de humor ou de ânimo,motivação, sentimento, são termos que dizemrespeito à afetividade. Os domínios de estruturas musicaisrelacionadas a altura, tempo, timbre, gesto, ritmoe métrica também possuem domínios deestruturas não musicais como o afeto e aemoção. (Bharucha et al, 2006).
    13. 13. Funções da Música 10) Contribuição 1) Expressão emocional; para a 2) Prazer estético; integração da sociedade. 3) Divertimento;9) Contribuição para Dez funçõesa continuidade e da músicaestabilidade 4) Comunicação;da cultura; na sociedade: 5) Representação; 8) Validação das instituições 7) Impor conformidade 6) Reação física; sociais e dos rituais religiosos; às normas sociais; (Merriam, 1964, citado por Hummes, 2004).
    14. 14. Funções da Música Para acalmar as criançasPara a reprodução cultural Na escola:O foco educacional tem, acima de Para construirtudo, de estar nos verdadeiros significadosprocessos do fazer musical.Somente então é possível darsentido ao contexto, seja histórico, (Hummes, 2004).social, biográfico, acústico ou (Swanwick, 2003).outro. (Swanwick, 2003).
    15. 15. Música e Educação“Conhecer música não quer dizer escutá-la por acaso e sim, envolver-se com ela profundamente.”(Swanwick, 2003). O importante é saber o que a música é e o que ela pode fazer. (Ibidem).
    16. 16. Música, Áudio e Trilha Sonora Som e áudio: Referem-se à parte técnica de gravação no contexto educacional ou não. Música: Refere-se à parte artística, no contexto educacional ou não. Trilha Sonora de um objeto de aprendizagem pode referir-se à música de um objeto de aprendizagem e, em alguns casos, ao áudio (compreendendo sonorizações, narrações, trechos de músicas, mixagens, etc).
    17. 17.  Música eletroacústica: A músicaeletroacústica é realizada através deprocedimentos que sintetizam outransformam o som através docomputador.(Fritsch, 2008) Música instrumental: Obracomposta para ser executada apenaspor instrumentos. (Ferreira, 2004).  Música vocal: é a música feita para ser cantada por coro ou por um cantor solista. (Wikipedia, 2009).
    18. 18. Alguns formatos de áudioWMA: Windows Media Audio. Arquivo deáudio gerado no Windows Media Player,desenvolvido pelaMicrosoft.WAV: Ou WAVE (waveform ou forma de onda). Arquivo deáudio sem compressão.MP3: MPEG-1/2 Audio Layer 3. Formato de áudio que podeser comprimido em diversas qualidades.MIDI: Musical Instrument Digital Interface. Padrão decomunicação de dados entre instrumentos musicais ecomputadores.OGG: Formato de áudio comprimido com igual ou melhorqualidade que o mp3, reproduzido pelo Winamp.
    19. 19. Algumas ferramentas tocadoras e geradoras de arquivos de áudioWindows Media Player (player):http://www.baixaki.com.br/download/windows-media-player-10-portugues-.htmReal Player (player/conversor):http://www.baixaki.com.br/download/RealPlayer.htm Media io (conversor online):http://media.io/Switch File Sound Converter (conversor):http://www.baixaki.com.br/site/dwnld46452.htmFreecorder Toolbar (gravador/player/gerador/conversor);http://www.superdownloads.com.br/download/126/freecorder/Winamp (player ogg/mp3/wav): http://www.winamp.com/
    20. 20. Trilha Sonora Trilha sonora - também chamada de música incidental ou música para filmes. (Sadie, 2001). Música incidental: Música composta, arranjada, compilada ou improvisada para acompanhar filmes. (Sadie, 2001). Source music: música contida no âmbito da ação. Música de fundo.
    21. 21. Funções da música incidental Comunicar emoções; Caracterização de mudar uma emoção personagens e Funções (estado de ânimo).idéias (Burt, 1994). (Burt, 1994) (Blanco, s/d). Associação a Ludibriar os Estabelecerdeterminado local espectadores; conotações com ou ambiente. comunicar outras áreas. (Burt, 1994). significados e (Blanco, s/d). pensamentos não verbalizados. (Wingstedt, 2005).
    22. 22. Música funcionalÉ muitoÉ muito Com aplicações extramusicais baseadautilizada nasutilizada nas nosempresas;empresas; efeitos psicofisiológicos; Para aumentar a Para aumentar a Música funcional: produtividade produtividade dos funcionários; dos funcionários; Para ser ouvida passivamente Para ser ouvida passivamente (como “pano de fundo”) (como “pano de fundo”) (Nocko, 2005) (Brenner et al, 2006)
    23. 23. Música para ser ouvida passiva ou criticamente? Passivamente: A percepção Ex.: Música ambiental;se dá de maneira inconsciente. para filmes; funcional; em(Brenner et al, 2006). games; para entretenimento. Criticamente: A percepçãosonora se dá de maneiraconsciente. O ouvinte foca sua Ex.: Aprendizagematenção na música, musical; apreciação; noanalisando-a. contexto educacional.
    24. 24. Uso de Trilhas Sonoras em MEDs Duas principais abordagens: Como motivação: Uso da música de forma passiva (influenciando estados de ânimo); Como construtora de conhecimentos e significados (dependendo da proposta pedagógica do professor. Ex.: Composição coletiva).
    25. 25. Exemplos de Trilha Sonorapara objetos de aprendizagem (OAs) Educação Infantil Objeto de aprendizagem Práticas Criativas na Web 2.0: http://www.nuted.ufrgs.br/objetos_de_aprendizagem/2009/criativas/index Trilha sonora: “Pense, tente, invente” : Letra:
    26. 26. A Trilha Sonora “Evolução” Ensino Superior OA CompEAD (Competências na EAD):http://www.nuted.ufrgs.br/objetos_de_aprendizagem/2009/compead/index.html Trilha sonora: Evolução: Metáforas: Linha do tempo e alvo. Possibilidade de download para posteriorreutilização.
    27. 27. Exemplo de trilha sonora coletiva em OA OA CompMAP (Mapeando Competências):http://www.nuted.ufrgs.br/objetos_de_aprendizagem/2010/compmap/ Ouça: Guia da Trilha: Trilha composta com sons do CODES e do JAMSTUDIO
    28. 28. Exemplo de trilha sonora em OAs OA CompMUS (Composição Musical Digital):http://www.nuted.ufrgs.br/objetos_de_aprendizagem/2011/CompMUS/#
    29. 29. Trilhas Sonoras para MEDs Exemplo de uma trilha sonora coletiva feita noJAMSTUDIO e editada no AUDACITYpara o OA CompMUS: Ex.: Trilha “Movimento” (módulo 3 OA CompMUS):
    30. 30. Trilhas Sonoras para MEDs A proposta de composição coletiva de música (trilhas sonoras) para MEDs busca: Promover interações sociais e trabalho colaborativo; Aumentar o grau de interatividade com oobjeto de aprendizagem; Possibilitar a familiaridade com os sons ecom a música; Incentivar o cumprimento da Lei 9610/98;
    31. 31. Trilhas Sonoras para MEDs Promover não apenas a escuta passiva damúsica, mas uma audição (apreciação) críticacomo sujeito ativo no processo deaprendizagem; Favorecer a vivência sonora através dainteração com a música, envolvendoo sujeito cognitiva e afetivamente(audição, composição, contextualização).
    32. 32. Trilhas Sonoras para MEDs Construir significados Apreciar Vivência Sonora Criar sonsRefletir sobre os sons Interpretar sons Adicionar efeitos sonoros Editar, manipular sons
    33. 33.  Aviary: http://www.aviary.com/  JamStudio: http://www.jamstudio.com/Studio/index.htm ClubCreate/MusicLab:http://remixer.clubcreate.com/v2/musiclab/launch.html CODES: http://gia.inf.ufrgs.br/CODES3/# Cantabile Lite:http://www.cantabilesoftware.com/download/
    34. 34.  Conversor de áudio on-line paravários formatos: http://media.io/ Conversor de áudio: “Switch Sound FileConverter”:http://www.baixaki.com.br/site/dwnld43887.htm
    35. 35.  Captura e edição de áudio: “AUDACITY”:http://audacity.sourceforge.net/ Captura, edição de áudio e sequenciamento:“KRISTAL Audio Engine”:http://busca.superdownloads.com.br/busca/kristal.html Captura, edição de áudio e sequenciamento:“Acid”: http://www.superdownloads.com.br/download/19/acid-xpress/ Captura de áudio e vídeo: “Freecorder”:http://www.baixaki.com.br/download/freecorder.htm
    36. 36.  Possibilita a publicação de obras on-line e mantém osdireitos do autor, permitindo que outros distribuam a suaobra, desde que façam referência, nas condiçõesespecificadas pelo autor:http://creativecommons.org/choose/?lang=pt Creative Commons Brasil: http://www.creativecommons.org.br/ Licenças de áudio:http://www.creativecommons.org.br/index.php?option=com_content&task=vie Website com sons (samples ou amostras) livres:http://www.freesound.org/
    37. 37.  São exemplos de ferramentas para a composiçãomusical digital on-line; Servem para a criação de trilhas sonoras para MEDs; MUSICLAB:http://remixer.clubcreate.com/v2/musiclab/launch.html JAMSTUDIO: http://www.jamstudio.com/Studio/index.htm CODES: http://gia.inf.ufrgs.br/CODES3/#
    38. 38. Observações ao utilizar áudio ou construir uma trilha para um MEDA música deve estar de acordo com o público- alvo;A música deve estar contextualizada (de acordo com o conteúdo); Sonsassociados à imagens poderão ser utilizados, desde que estejam ligados ao conteúdo;
    39. 39. Observações ao utilizar áudio ouconstruir uma trilha para um MED Setiver textos escritos, evitar que músicas vocais toquem ao mesmo tempo; Nãoutilizar narração com texto na tela, simultaneamente; Editar o áudio, evitando cortes repentinos da música.
    40. 40. Créditos Nome da música. Nome do compositor. Procedênciade quem fez a mixagem e/ou edição do som.
    41. 41. Considerações finais O som pode carregar consigo toda uma bagagem emotiva e interpretativa que o texto escrito nem sempre consegue transmitir com a mesma intensidade. A música presente em MEDs, com a mediação do professor, pode levar à construção de conhecimentos musicais a partir da audição crítica e da interatividade. Nessa audição crítica ou escuta consciente, o sujeito não é apenas passivo (recebe as informações prontas), mas construtor de significados e do próprio conhecimento.
    42. 42. ReferênciasImagens: Microsoft Power Point: Clip –art. Objetos de Aprendizagem produzidos pelaequipe do NUTED/UFRGS:http://www.nuted.ufrgs.br/ Imagens animadas:http://br.bestgraph.com/gifs/notes-2.html
    43. 43. Referências BibliográficasARANTES, V. A. Afetividade e Cognição: Rompendo a dicotomia na educação. In:VIDETUR, n. 23. Porto/Portugal: Mandruvá, 2003.BEHAR, Patrícia e colaboradores. Modelos Pedagógicos em Educação a Distância.Ed. Artmed, Porto Alegre, 2009.BEHAR, Patrícia Alejandra e TORREZZAN, Cristina Alba. Metas do design pedagógico:um olhar na construção de materiais educacionais digitais. Revista Brasileira deInformática na Educação, Volume 17, Número 3, 2009. Disponível em:<http://www.br-ie.org/pub/index.php/rbie/article/viewFile/1023/1015>. Acesso em 13 mai.de 2010. BURT, G. The Art of Film Music. Northeastern University Press. EUA.1994.BENENZON, Rolando O. Manual de Musicoterapia. Tradução de Clementina Nastari.Rio de Janeiro: Enelivros, 1985.BHARUCHA, Jamshed J.; CURTIS, Meagan e PAROO, Kaivon. Varietis of musicalexperience. Tufts Ubiversity, Medford, MA 02155, USA. 2006.BLACKING, John. Music Children’s Cognitive and Affective Development:Problems posed ethnomusical research. In: WILSON, Frank & ROEHMANN, Franz L.Music and child development. Proceedings of the Denver Conference, 1987. P.68-78.
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    48. 48. Obrigada pela atenção!Fonte da imagem: http://semtedio.com/top-05-musicas-para-sorrir/music-smile/

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