Introdução 1 cristologia

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Introdução à cristologia

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Introdução 1 cristologia

  1. 1. CRISTOLOGIA Teologia Pastoral
  2. 2. • Falar de Jesus não é fácil porque Ele não é fácil, ou seja, ele é uma daquelas figuras que transcendem qualquer cultura e qualquer tipo de institucionalização acerca de sua pessoa. É inabarcável. Pois nenhuma forma de falar sobre Ele seja teologicamente – entendido como o discurso racional sobre Deus e sua relações com os homens - seja espiritualmente, seja liturgicamente, seja sociologicamente analisando os efeitos produzidos por Jesus e por seus seguidores, seja historicamente é incapaz de exaurir todo o conteúdo de suas mensagens e do seu significado. • Ele, enquanto Deus encarnado, humanado - para usar uma expressão de Santo Anselmo – é a maior “obra de arte de Deus” e, como tal, exerce uma atração absoluta e permanente e uma rejeição absoluta e permanente nos homens. • A ideia que fica depois de tantas investigações sobre Jesus ao longo desses séculos que nos separa dele é aquela segundo a qual até o final dos tempos a imaginação dos homens sempre procurará captar algo mais do esplendor e brilho desse mistério insondável e apaixonante. Jesus, o Cristo.
  3. 3. Quem é, Jesus Cristo?
  4. 4. Filho de Deus?
  5. 5. Filho de Maria e José?
  6. 6. Bom Pastor?
  7. 7. Misericordioso?
  8. 8. Revolucionário?
  9. 9. Um profeta?
  10. 10. Salvador do mundo?
  11. 11. Rei do universo?
  12. 12. Libertador?
  13. 13. Falar de Jesus “ O povo católico vem sofrendo uma “fome crônica” do Evangelho.[…] Mal alimentado com o leite ralo de uma evangelizacão frequentemente superficial e fragmentaria, o povo católico encontra-se subnutrido, também em relação ao alimento da palavra de Deus. Ainda hoje, apesar da renovação em andamento, são bastante frequentes as catequeses e pregações com orientação cristológica inadequada. Sem duvida, fala-se na pessoa de Jesus Cristo e os dogmas cristológicos são ensinados. Mas, infelizmente, apresenta-se um Cristo distante, perdido num emaranhado de palavras e de ideias incompreensíveis para imensa maioria dos nossos católicos” (RUBIO,p.06)
  14. 14. Cristologia  Cristologia deriva-se da juncão de duas palavras gregas: Chisthos + Logia  Chisthos: Messias, Cristo  Logia: Estudo  Cristologia, portanto, é o estudo crítico, metódico e sistemático da pessoa e obra de Jesus Cristo.
  15. 15. • Estudo a respeito de Jesus em quem vemos Deus. • Jesus não aponta o caminho. Ele e o próprio caminho. • Em Jesus Cristo descobrimos Deus. • Jesus Cristo e sinal de comunhão com Deus. • Jesus Cristo não esgota Deus. Deus e muito mais que Jesus . • Deus se revela no ser humano Jesus, mas ele não esgota o mistério Divino. • Jesus jamais apresentou a si mesmo como Deus. • Jesus Cristo e o ser humano pleno. • O Deus de Jesus e Javé --- ABBA .
  16. 16. • O caminho e cristocentrico ---- Jesus Cristo e o centro. • Em Jesus Cristo o ser humano descobre que e chamado a transcender-se, a divinizar-se ----- Quanto mais humano, mais divino. • No decorrer da historia existiram varias cristologias, cada uma buscando responder quem e Jesus a partir de sua realidade de fe.
  17. 17. Jesus, pre-pascal • Jesus histórico: aproximaçao da realidade em que viveu Jesus de Nazare. • Nasce em um contexto judaico. • Jesus não tinha consciência que era o Messias. • Conhece os dramas de seu tempo. • Aproxima-se do Batista. • Assume a missão. • Forma discípulos e discípulas. • Contesta as estruturas políticas, religiosas e econômicas. • Acolhe, escuta e cura. • Anuncia o Rino de Deus. • E preso, julgado e condenado a morte de cruz. • Os discípulos desaparecem.
  18. 18. Jesus, pós-pascal • Jesus Cristo da fe/ Cristo da fe: Jesus historico visto atraves da fe da comunidade. • A ressurreição. • Experiencia do Ressuscitado. • Anuncio do ressuscitado – Querigma. • Pentecoste- Missao dos discipulos e discipulas . • Memoria oral da vida, morte e ressurreicao de Jesus Cristo. • Fatos da vida de Jesus escritos / fragmentos da vida de Jesus. • As comunidades vao unindos os realatos da vida, morte e ressureicao de Jesus. • As comunidades eleboram a imagem de Jesus Cristo.
  19. 19. Valorização unilateral - Cristo da fé • Celebraçao liturgica desvinculada do seguimento do caminho percorrido por Jesus. • Exaltaçao religiosa, deixando de lado o caminho do serviço e anuncio do Crucificado. • Cristo afastado da vida cotidiana do cristao. • Cristo e visto como algo sublime, abstrato e perdido na distancia. • Espiritualismo desencarnado. • Supervalorização do poder de Cristo. • Cristo glorificado.
  20. 20. Valorização unilateral/ Jesus historico • Reduzir Jesus a um simples revolucionário. • Jesus um sábio. • O Jesus servidor passa a ser somente o critério de fe crista. • Esquece que o anuncio do Ressuscitado tem algo de novo em relação ao Jesus terreno. • Jesus terreno separado do Cristo ressuscitado.
  21. 21. Jesus de Nazaré / Cristo da fe • Estas duas etapas da vida de Jesus nao podem ser entendidas separadamente. Ambas partem da fe na ressureiçao. • “ A morte-ressurreicão une inseparavelmente as duas orientações cristologicas” (Rubio,p.18).
  22. 22. Jesus terreno e Cristo da fé • “Jesus terreno e o Cristo glorificado, se tratam de um mesmo e único sujeito. Não podemos separar um do outro. E, conforme a fe professada pela Igreja no Novo Testamento, aceitamos o único Senhor Jesus Cristo vivendo duas etapas, dois modos de existência distintos: a etapa de serviço e a etapa de glorificaçao […] • No homem Jesus de Nazare, em sua etapa de serviço, e nesse mesmo homem glorificado pela ressurreiçao, encontramos a revelaçao plena de Deus. A fe crista confessa a encarnaçao real de Deus no homem Jesus de Nazare” (Rubio,p.21).

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