Teologia do novo testamento

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Teologia do novo testamento

  1. 1. TEOLOGIA DO NOVO TESTAMENTO Filipe Rhuan Vieira de Sá Cruz
  2. 2. A HISTÓRIA DA TEOLOGIA NO NOVO TESTAMENTO <ul><li>A idade média </li></ul><ul><li>Nesse período, não apenas a Bíblia, entendida sob uma perspectiva histórica, mas a Bíblia como interpretada pela tradição da Igreja foi considerada como a fonte da teologia dogmática . </li></ul>
  3. 3. A REFORMA <ul><li>Os reformadores insistiram que a Bíblia deveria ser interpretada literalmente, e não alegoricamente, e esta ênfase teve como conseqüência o início de uma verdadeira teologia bíblica. </li></ul>
  4. 4. ESCOLASTICISMO ORTODOXO <ul><li>Os resultados obtidos pelos estudos históricos da Bíblia, realizados pelos reformadores, logo se perderam no período imediatamente após a Reforma, e a Bíblia foi mais uma vez utilizada sem uma perspectiva crítica e histórica, para servir de apoio à doutrina ortodoxa. </li></ul>
  5. 5. A REAÇÃO RACIONALISTA <ul><li>A teologia bíblica como uma disciplina distinta é um produto do impacto do iluminismo sobre os estudos bíblicos. </li></ul>
  6. 6. O SURGIMENTO DA FILOSOFIA DA RELIGIÃO <ul><li>O racionalismo foi substituído pela influência da filosofia idealista de Hegel, que viu a idéia ou Espírito absoluto se manifestando eternamente no universo e nos afazeres humanos. </li></ul>
  7. 7. A PERSPECTIVA HISTÓRICA LIBERAL NA TEOLOGIA DO NOVO TESTAMENTO <ul><li>Bultmann tem assinalado que a conseqüência lógica do método de Baur teria sido um relativismo completo, pois a mente liberal não pode conceber a possibilidade da verdade absoluta presente nas relatividades da história. </li></ul>
  8. 8. O RETORNO CONTEMPORÂNEO À TEOLOGIA BÍBLICA <ul><li>Durante a década de 1920 um novo ponto de vista começou a fazer-se sentir. </li></ul><ul><li>O resultado foi um renascimento da teologia bíblica. </li></ul>
  9. 9. TEOLOGIA BÍBLICA, HISTÓRIA E REVELAÇÃO <ul><li>A teologia bíblica é a disciplina que estrutura a mensagem dos livros da Bíblia em seu ambiente formativo histórico. </li></ul><ul><li>A teologia bíblica é primariamente uma disciplina descritiva. </li></ul>
  10. 10. TEOLOGIA BÍBLICA, REVELAÇÃO E HISTÓRIA <ul><li>O elo de ligação entre o Velho e o Novo Testamento é este sentido da atividade divina na história. </li></ul><ul><li>A teologia do Novo Testamento, conseqüentemente, não consiste meramente dos ensinos dos vários strata do Novo Testamento. Consiste primariamente da recitação do que Deus realizou em Jesus de Nazaré. </li></ul>
  11. 11. A TEOLOGIA BÍBLIA E O CÂNON <ul><li>A antiguidade está repleta de registros literários que preservam a experiências históricas, as aspirações religiosas e os produtos literários dos tempos. </li></ul>
  12. 12. JOÃO , O BATISTA <ul><li>No período interbíblico, em lugar da voz viva dos profetas do SENHOR, surgiram duas correntes religiosas, a religião dos escribas que interpretava a vontade de Deus somente em termos de obediência à Lei escrita, interpretação feita pelos escribas; e a religião dos apocalípticos que incorporavam à Lei suas esperanças numa salvação futura apocalíptica em que Deus reinaugurasse o Seu Reino.  </li></ul>
  13. 13. SUA ATUAÇÃO FOI DENTRO DOS MOLDES TRADICIONAL DE UM PROFETA. <ul><li>Sua mensagem: ele anunciava (com autoridade profética recebida da Palavra de Deus) a grande ação interventora do SENHOR na história para manifestar o seu poder real, e que portanto, antecipadamente todos deveriam se arrepender, e como evidência submeterem-se ao batismo. </li></ul>
  14. 14. SUA ATUAÇÃO FOI DENTRO DOS MOLDES TRADICIONAL DE UM PROFETA. <ul><li>Seu ministério criou uma Nova Expectativa, dá para imaginar, o clima, a reação do povo, diante de um profeta portador de uma mensagem vívida e carregada de autoridade divina. Toda Judéia logo ficou sabendo, e multidões começaram a se dirigir para o rio Jordão, onde Ele pregava (Mc. 1.5) assim ouvindo-o se submetiam ao batismo e suas exigências (Mc. 11.32; Mt. 14.5) </li></ul>
  15. 15. A CRISE IMINENTE <ul><li>A iminente intervenção de Deus no Reino, a que João anunciou, envolvia: </li></ul><ul><li>Um duplo batismo seg.: Mt.3.11 e Lc. 3.16 (um simples batismo seg. :Mc. 1.8) Com o Espírito e com fogo. </li></ul><ul><li>Um modo de compreender, é o de que João anunciou um único batismo mas que inclui dois elementos: a punição dos ímpios e a purificação dos justos. </li></ul>
  16. 16. O BATISMO DE JOÃO <ul><li>Para o Reino vindouro é necessário uma preparação. </li></ul><ul><li>João clama o povo ao arrependimento (metanoia = voltar-se do pecado para Deus) </li></ul><ul><li>Deus conclamou através de Ez. 14.6; ver 18.30; Is. 55.67: “Arrependei-vos e voltai dos vossos ídolos; voltai-vos de todas as vossas abominações.” </li></ul>
  17. 17. A ORIGEM DO BATISMO DE JOÃO <ul><li>Há semelhanças entre o batismo de João e o batismo de prosélitos judaicos: Em ambos os ritos, o iniciante era imergido ou imergia-se completamente na água. Faziam uma confissão de rompimento ético com a sua maneira primitiva de viver e de dedicação numa nova vida. O Rito era uma vez só realizado. </li></ul><ul><li>Batismo de João tinha por objetivo preparar o povo para a era vindoura — caráter escatológico. </li></ul>
  18. 18. JESUS E JOÃO <ul><li>Jesus explicou o significado do ministério de João conforme está registrado em Mateus 11.2 s. </li></ul><ul><li>As pressuposições da interrogação de João: </li></ul><ul><li>- “Quando João, no cárcere, ouviu falar das obras do Cristo.”(v. 2) </li></ul><ul><li>- Duvidou se de fato Jesus Cristo seria aquele Messias esperado. </li></ul>
  19. 19. JOÃO BATISTA NO QUARTO EVANGELHO <ul><li>Neste Evangelho, a narrativa acerca de João é bem diferente das encontradas nos Sinópticos: </li></ul><ul><li>João descreve o Messias como aquele que é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo ( João 1.29 ). </li></ul>
  20. 20. A NECESSIDADE DO REINO: O MUNDO E O HOMEM <ul><li>Logo após o seu batismo por João, o Batista, Jesus iniciou o ministério de proclamar o Reino de Deus. Marcos descreve o princípio deste ministério com as palavras: “Ora, depois que João foi entregue, veio Jesus para a Galiléia, pregando o evangelho de Deus e dizendo: O tempo está cumprido, e é chegado o Reino de Deus” (Marcos 1:14,15). </li></ul>
  21. 21. SATANÁS <ul><li>Logo após o seu batismo, Jesus foi impelido pelo Espírito para o deserto a fim de ser tentado pelo diabo (Mateus 4.1). </li></ul>
  22. 22. OS DEMÔNIOS <ul><li>“ Principados” da palavra grega “arche”, que significa “principal em posição”. </li></ul><ul><li>“ Potestades”, origem grego, significa “autoridades delegada” ou “jurisdição delegada”. Eles estão com responsabilidade determinada. </li></ul><ul><li>“ Dominadores”, grego “kosmokrato” “governador deste mundo” são demônios para influenciar líderes mundiais e países. </li></ul><ul><li>“ Forças espirituais do mal”, grego ‘depravação” é o mais baixo escalão e são os mais numerosos do exercito de satanás. </li></ul>
  23. 23. O MUNDO <ul><li>Se bem que Jesus partilhou da atitude geral do Novo Testamento no tocante à era presente, como o domínio de Satanás, ele não considerou o mundo ainda como mal. </li></ul>
  24. 24. O HOMEM <ul><li>Em primeiro lugar encontra-se o valor supremo do homem como filho de Deus. Aos olhos de Deus a vida humana é de valor único e inestimável. </li></ul><ul><li>Em segundo lugar está a obrigação do homem como filho de Deus. O homem deve a Deus uma relação de confiança e obediência filial. </li></ul><ul><li>Em terceiro lugar, entra a dedução natural relacionada à irmandade entre os homens. </li></ul>
  25. 25. O REINO DE DEUS <ul><li>O princípio básico desta linha de pensamento teológico é que há dois povos de Deus — Israel e a Igreja — com dois destinos, sob dois programas divinos. </li></ul><ul><li>O Reino de Deus é o domínio real de Deus, que tem dois momentos: um cumprimento das promessas do Velho Testamento na missão histórica de Jesus e uma consumação ao fim dos tempos, inaugurando a Era Vindoura. </li></ul>
  26. 26. O REINO DE DEUS NO JUDAÍSMO <ul><li>De qualquer modo , em toda a extensão do judaísmo, a vida do Reino de Deus foi aguardada como sendo um ato de Deus – talvez utilizando agente humanos – para derrotar os ímpios inimigos de Israel e reunir o povo de Israel disperso num todo vitorioso sobre os seus inimigos, em sua terra prometida, unicamente sob o domínio de Deus. </li></ul>
  27. 27. O SIGNIFICADO DA EXPRESSÃO BASILEIA TOU THEOU <ul><li>Entretanto, a palavra hebraica possui a dinâmica abstrata ou idéia de reino, domínio, ou governo . </li></ul><ul><li>No judaísmo posterior, o Reino significa o domínio ou soberania de Deus. </li></ul>
  28. 28. O REINO DOS CÉUS <ul><li>A expressão “o reino dos céus” aparece apenas em Mateus, onde é mencionada cerca de trinta e quatro vezes. “O reino dos céus” é uma expressão semítica, na qual o vocábulo “céus” é um termo usado em substituição ao nome “divino”. </li></ul>
  29. 29. O REINO ESCATOLÓGICO <ul><li>Já observamos que a estrutura básica do pensamento de Jesus é encontrada no dualismo escatológico das duas eras. É a vinda do Reino de Deus ou aparecimento que assinalará o fim da era presente a inaugurará a Era Vindoura. </li></ul>
  30. 30. O REINO PRESENTE <ul><li>A expectativa da vida do Reino escatológico nos ensinos de Jesus não foi nada novo. Já existia ao tempo dos profetas e desenvolveu – se de diferentes maneiras no judaísmo. </li></ul>
  31. 31. A NOVA ESTRUTURA ESCATOLÓGICA <ul><li>O ensino de Jesus acerca do Reino de Deus modifica radicalmente a linha redentora do tempo. O velho testamento e o judaísmo vislumbraram em seus horizontes um dia singular na história – o Dia do Senhor – quando Deus agiria estabelecer seu reino na terra. </li></ul>
  32. 32. A NOVA ERA DA SALVAÇÃO <ul><li>O Reino como um estado de bênção presente. Há vários textos que falam sobre a participação no Reino como uma realidade presente. Jesus proferiu uma advertência contra os escribas e fariseus. </li></ul>
  33. 33. O REINO COMO UM DOM PRESENTE <ul><li>Na consumação escatológica, o Reino é algo a ser livremente herdado pelos justos. </li></ul><ul><li>As bem-aventuranças consideram o Reino como uma dádiva. </li></ul><ul><li>A salvação é primariamente uma dádiva escatológica. </li></ul>
  34. 34. A DÁDIVA DO PERDÃO <ul><li>Jesus não ensinou uma nova doutrina de perdão, ele trouxe para os pecadores perdidos uma nova experiência de perdão. Ele não declarou à mulher na casa de Simão que Deus a estava perdoando ou explicou-lhe que poderia encontrar a salvação ele pronunciou a frase taxativa de que os seus pecados estavam perdoados. </li></ul>
  35. 35. A DÁDIVA DA JUSTIÇA <ul><li>Intimamente relacionada ao perdão encontra-se a justiça. A justiça não é primariamente uma qualidade ética, mas uma relação correta, a absolvição divina da culpa do pecado. </li></ul><ul><li>Buscar o Reino significa buscar a justiça de Deus e receber o Reino de Deus significa receber a justiça que o acompanha. </li></ul>
  36. 36. O DEUS DO REINO <ul><li>Se o reino significa o domínio de Deus, então todo aspecto do Reino deve ser derivado do caráter e ação de Deus. </li></ul><ul><li>A presença do Reino deve ser interpretada a partir da natureza da atividade que Deus realiza no presente, e o futuro do Reino é a manifestação redentora se seu governo real no final dos tempos. </li></ul>
  37. 37. O DEUS QUE BUSCA <ul><li>O centro das “boas-novas” sobre o Reino é que Deus tomou a iniciativa de buscar e achar aquilo que se havia perdido. </li></ul>
  38. 38. O DEUS QUE CONVIDA <ul><li>O Deus que busca é também o Deus que convida, Jesus descreveu a salvação escatológica em termos de um banquete ou festa para a qual muitos foram convidados. </li></ul>
  39. 39. O DEUS PATERNAL <ul><li>Existe uma relação inseparável entre o Reino de Deus e a sua Paternidade, e é particularmente notável que esta afinidade entre os dois conceitos aparece mais freqüentemente num contexto escatológico. </li></ul>
  40. 40. O DEUS QUE JULGA <ul><li>Jesus também pronunciou palavras de condenação sobre cidades, onde havia pregado e realizado as obras pertinentes ao Reino: Corazim, Betsaida, Cafarnaum . </li></ul>
  41. 41. O MINISTÉRIO DO REINO <ul><li>O Reino de Deus envolve dois grandes momentos: cumprimento no cenário da história humana e consumação ao fim da história. </li></ul>
  42. 42. OS QUATRO TIPOS DE SOLOS <ul><li>Os quatro tipos de solo - Há quatro tipos de solos, mas somente um é frutífero. O Reino de Deus veio ao mundo para ser recebido por alguns, porém rejeitado por outros. No tempo presente, o reino terá um sucesso apenas parcial e este sucesso depende de uma resposta humana. </li></ul>
  43. 43. AS PRAGAS <ul><li>O campo é o mundo e não a igreja. O reino que está presente, mas oculto no mundo, ainda será manifestado em glória; então, esta sociedade de composição mista (bons e maus) terá o seu fim. Os ímpios serão reunidos fora do Reino e os justos resplandecerão como o sol no Reino escatológico. </li></ul>
  44. 44. A SEMENTE DE MOSTARDA <ul><li>A ênfase da parábola está no contraste entre o frágil começo e o final grandioso. </li></ul>
  45. 45. O FERMENTO <ul><li>Incorpora a mesma verdade básica da encontrada na parábola da mostarda: que o Reino de Deus, que um dia dominará sobre toda a terra, penetrou no mundo de um modo que é de difícil percepção. Quando uma pequena quantidade de fermento é colocada numa quantidade de massa, nada parece acontecer; algum tempo depois, porém, a massa cresce significativamente. </li></ul>
  46. 46.   O TESOURO E A PÉROLA <ul><li>O Reino de Deus é de valor inestimável e deve ser procurado acima de todas as outras coisas. Se ele custar ao indivíduo tudo quanto ele tem, ainda assim isso se constitui num pequeno preço comparado à aquisição do Reino. </li></ul>
  47. 47.   A REDE <ul><li>Uma rede é lançada ao mar e apanha todos os tipos de peixes. Quando a pescaria é selecionada, os peixes bons são retidos e os ruins jogados fora. </li></ul>
  48. 48. A SEMENTE QUE CRESCE POR SI MESMA <ul><li>Da mesma forma que existem leis que regulam o crescimento, as quais são inerentes à própria natureza, também existem leis de crescimento espiritual, através das quais o reino deve passar até que a frágil semente do evangelho tenha efetuado uma grande colheita. O tempo da semeadura e da colheita, ambos são obras de Deus. </li></ul>
  49. 49. O REINO E A IGREJA <ul><li>A igreja é a comunidade do Reino, mas nunca o próprio Reino. Os discípulos de Jesus pertencem ao Reino como o Reino lhes pertence, mas eles não são o Reino. O Reino é o domínio de Deus; a igreja é uma sociedade composta por seres humanos. </li></ul><ul><li>O fato de não ser a igreja o reino pode ser explicado através de cinco pontos: </li></ul>
  50. 50. PRIMEIRO <ul><li>O Novo testamento não iguala os crentes com o Reino. Os primeiros missionários pregaram o Reino de Deus, não a Igreja (At 8:12; 19:8; 20:25; 28:23,31). Nessas expressões, é impossível substituir a palavra reino por igreja. </li></ul>
  51. 51. SEGUNDO <ul><li>O Reino gera a Igreja. O domínio dinâmico de Deus, presente na missão de Jesus, desafiou os homens a manifestarem uma resposta positiva, introduzindo-os em um novo grupo de comunhão. “A igreja não é senão o resultado da vinda do Reino de Deus ao mundo por intermédio da missão de Jesus Cristo. </li></ul>
  52. 52. TERCEIRO <ul><li>É missão da Igreja dar testemunho do reino. Este testemunho refere-se aos atos redentores de Deus em Cristo, tanto no passado quanto no futuro (Mt 10; Lc 10). Israel já não é mais a testemunha do Reino de Deus; a igreja assumiu o seu lugar. </li></ul>
  53. 53. QUARTO <ul><li>A igreja é considerada a agência do Reino. Quando saíram a pregar a mensagem a respeito do Reino de Deus, eles também curaram os enfermos e expulsaram os demônios (Mt 10:8; Lc 10:17). Diante do poder do Reino de Deus operado através da Igreja, a morte perdeu o seu poder sobre os homens e é incapaz de vindicar uma vitória final (Mt 16:18). </li></ul>
  54. 54. QUINTO <ul><li>A Igreja é guardadora do Reino. A nação israelense, como um todo, rejeitou a proclamação do evento divino em Cristo Jesus, mas aqueles que o aceitaram tornaram-se os verdadeiros filhos do Reino, passando a desfrutar de suas bênçãos e do seu poder. O Reino é tirado de Israel e dado à Igreja (Mc 12:9). </li></ul>
  55. 55. A ÉTICA DO REINO <ul><li>A ética de Jesus, então, é uma ética do Reino, a ética do reinado de Deus. É impossível destacar ou separar sua ética do contexto total da mensagem e missão de Jesus. </li></ul><ul><li>Tais princípios éticos são relevantes apenas para aqueles que experimentam o reinado de Deus. </li></ul>
  56. 56. ÉTICA ABSOLUTA <ul><li>Se a ética de Jesus é de fato a ética do reino de Deus, segue-se que deve ser uma ética absoluta. A ética de Jesus incorpora o padrão de justiça que um Deus santo deve requerer dos homens em qualquer era. </li></ul>
  57. 57. A ÉTICA DA VIDA INTERIOR <ul><li>A ética do Reino coloca um nova ênfase sobre a justiça do coração. Uma justiça que excede a dos escribas e fariseus é necessária para a admissão no Reino dos Céus. “Mateus 5:20” </li></ul>
  58. 58. RECOMPENSAS E GRAÇA <ul><li>Muitas afirmações nos ensinos de Jesus sugerem que as bênçãos do Reino são uma recompensa. </li></ul><ul><li>Há uma recompensa aos que sofrem perseguição, pela prática do amor aos inimigos, pelas esmolas, quando feitas no espírito correto, pelo jejum. </li></ul>
  59. 59. O MESSIAS <ul><li>O título e conceito de Messias é o mais importante de todos os conceitos cristológicos, historicamente falando, se não teologicamente, porque tornou-se no modo central de designar a compreensão cristã da pessoa de Jesus. </li></ul>

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