Budismo

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Apresentação sobre a religião ou filosofia (?!) Budismo.
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Budismo

  1. 1. EQUIPE: BRUNO LUÃ FAUSTINO NILTON JOSÉ REINALDO MAURÍCIO ROBERTO ROMEROBUDISMO
  2. 2. HISTÓRICO DA RELIGIÃO
  3. 3. HISTÓRICO DA RELIGIÃO Budismo: Filosofia ou Religião?“Pobre Budismo! É rejeitado pelos religiosos, que o definem como uma filosofia ateia, uma ciência do espírito, e pelos filósofos, que o vinculam às religiões. Assim, ele não tem direito decidadania em lugar nenhum. Mas, isso talvezseja uma vantagem, que permite ao Budismo lançar uma ponte entre religiões e filosofias” Dalai Lama
  4. 4. HISTÓRICO DA RELIGIÃO • Siddharttha Gautama – Sec. VI a. C filho de Suddhodana e Mayadevi (Norte da Índia – Nepal) também chamado Bhagava (o abençoado) e Shakyamuni (o iluminado do clã Shakya – local onde supostamente nascera) e também e mais conhecido, BUDA o iluminado. • Inquieto, deixa a sua vida de conforto e segurança (com 29 anos) para ir em busca de uma doutrina capaz de libertar o homem do sofrimento. • Aos 35 anos se torna Buda o Iluminado, quando embaixo de uma árvore (Bodhi), em plena meditação, alcança a perfeita iluminação e passa a ter seguidores. A partir daí começa sua missão, ensinando em diferentes lugares. • Ao longo do processo histórico se torna uma das maiores religiões do mundo.
  5. 5. HISTÓRICO DA RELIGIÃOMaiores religiões do mundoFONTE: RELIGIOUS TOLERANCE (2006) RELIGIÃO FUNDAÇÃO MEMBROS % DA POP.MUNDIAL Cristianismo 30 d. C 2,039 milhões 32 % (queda) Islamismo 622 d. C 1,226 milhões 19% (cresc.) Hinduísmo 1,500 a. C 828 milhões 13% (estável) Sem Religião (Agnósticos, - 775 milhões 12 % (queda) seculares, humanistas, etc) Tradicional Chinesa 270 a. C 390 milhões 6% Budismo 523 a. C 364 milhões 6 % (estável)Religiões tribais, Shamanismo Pré-história 232 milhões 4% e Animismo
  6. 6. CONCEPÇÃO DE DEUS, CÉU E INFERNO DEUSConsiderado por muitos como uma religião“não-teísta “, no budismo não existe oconceito de Deus. Embora ensine que existem“deuses” (Devas), seres que, apesar de“celestiais” diferem, em muito, do conceito dedivindade oriental. Válido salientar, também,que o Buda não é um deus, é um homem queatingiu o mais elevado grau de Sabedoria,Compaixão e Serenidade que um ser humanopossa alcançar. Esta religião, tem o homemcomo a única causa eficiente de sua própriaevolução superior - ao contrário docristianismo - acredita na “auto-redenção”, ouseja, o homem pode, sozinho, atingir o nirvanae se salvar por si próprio.
  7. 7. CONCEPÇÃO DE DEUS, CÉU E INFERNOCÉU E INFERNO:No budismo, não há Céu e Inferno comosistema de beneficio e punições (como nocristianismo há). Pela visão budista, o “Céue o Inferno” não são encontrados emnenhum local específico, mas sim dentro davida de cada pessoa, pelo seu “estado deespírito”, como nós ocidentais costumamosdizer.
  8. 8. CONCEPÇÃO DE DEUS, CÉU E INFERNOOu seja, o inferno seria caracterizadopelo sofrimento do ser humano, mesmoem vida, em qualquer um dos“mundos“ budistas - de certo modo,todo o “Samsara” (o fluxo incessante derenascimentos através dos mundos) éum lugar de sofrimento já que, para obudismo, “a existência implica a dor“.E, o céu, seria o estado de nirvana(estado total de paz e plenitude),atingido por meio da disciplina mental ede uma forma correta de vida.
  9. 9. DOUTRINA
  10. 10. DOUTRINANOBRES VERDADES
  11. 11. DOUTRINAA verdade santa sobre o sofrimento A causa do sofrimentoA suspensão; a cura do sofrimentoO caminho para cura do sofrimento
  12. 12. DOUTRINA NOBRE CAMINHO ÓCTUPLO
  13. 13. RITUAIS
  14. 14. RITUAIS P R E C E S
  15. 15. RITUAISPROSTRAÇÃO
  16. 16. RITUAIS O F E R E N D A S
  17. 17. RITUAIS E S M O L A S
  18. 18. RITUAISPERANBULAÇÃO
  19. 19. RITUAIS F U N E R A I S
  20. 20. RITUAISNOIVADOVotos do noivo: “Em frente à minha mulherque acolho, aceito amá-la e respeitá-la, seramável, ser fiel, delegar as tarefas domésticas eprovidenciar presentes para a satisfazer”.Votos da noiva: “Em frente ao meu maridoque acolho, aceito realizar as tarefasdomésticas eficazmente, ser hospitaleira paracom os seus parentes e amigos, ser fiel,proteger os nossos ganhos, efetuar as minhasresponsabilidades com amor econscienciosamente”.
  21. 21. RITUAIS F U N E R A I S
  22. 22. CONCEPÇÃO DO MUNDO, DA VIDA DO HOMEM E DA MULHER.Visão de mundo:• Gênero ou espécie;• Lei da dependência de causas e condições internas e externas;• Seres incluídos na lei do Dharma;• Negação da teoria da criação;• Negação da Teoria do acaso;• A visão realista do mundo.
  23. 23. CONCEPÇÃO DO MUNDO, DA VIDA DO HOMEM E DA MULHER.Concepção da vida:• O mundo é neutro – é a mente do homem que cria dificuldades no mundo.• O sofrimento como experiência que leva ao despertar;.• Visão positiva da vida;• Não ensina a aniquilação completa com a morte;• Após a morte - Continuidade da consciência que está sujeita a um contínuo processo de vir a ser ou devir.
  24. 24. CONCEPÇÃO DO MUNDO, DA VIDA DO HOMEM E DA MULHER.Concepção do homem e da mulher:• Budismo nunca discriminou as mulheres.• Possuem o mesmo potencial e ambos podem atingir o estado de Buda.• O papel e o estatuto dependiam e dependem das sociais vigentes.• Na sociedade indiana as mulheres não eram aceitas nas comunidades espirituais nem podiam tomar qualquer decisão por si.• Direção dos (mosteiros);• Atuação religiosa;• Maior liberdade no Tibete do que na Índia.• Realidades contraditórias;• Uma vez homens e noutras mulheres.
  25. 25. CONCEPÇÃO DO MUNDO, DA VIDA DO HOMEM E DA MULHER.Influência da mulher:• Mahaprajapati Guatama - primeira monja budista;• No Budismo Mahayana, as imagens da mulher vão além do maternal. Podem representar a perfeição da sabedoria, a benção, a compaixão, a instrutora e a amiga que revela o mundo da verdade.• Salvação para as mulheres que se tornassem monjas.• Sutras mencionam mulheres de grande sabedoria, tanta quanto a de Buda, e mesmo meninas sábias;• O Buda Histórico, Xaquiamuni (Shakyamuni), fez várias predições de futuros Budas tanto para monges como para monjas;• A condição para que as mulheres se tornem Budas é a de que ocorra uma transformação sexual.
  26. 26. A RELIGIÃO SE PREOCUPA COM A DIMENSÃO SOCIAL DOS FIÉIS?• A Soka Gakkai Internacional (SGI) é uma associação que visa à promoção de valores como a paz e o respeito humano.• No âmago do movimento da Soka Gakkai encontra-se o ideal da educação pela cidadania global. Por meio de uma ampla variedade de atividades, a SGI tem por meta a conscientização das responsabilidades para com a sociedade, com o meio ambiente e com o futuro do Planeta. Trata-se de educação no sentido mais amplo da palavra e não se limita às salas nem a um grupo em particular.
  27. 27. A RELIGIÃO SE PREOCUPA COM A DIMENSÃO SOCIAL DOS FIÉIS?• A SGI promove intercâmbios culturais e busca desenvolver os valores comuns, tais como a tolerância e a coexistência, que estão presentes de formas diferentes em todas as culturas e tradições. Essas atividades têm por base a premissa de que o senso comum de humanismo está fortalecido por meio de interações diretas com pessoas de diferentes culturas, mesmo que suas experiências e convicções sejam totalmente opostas.• A Soka Gakkai Internacional está presente em quase 200 países e territórios.
  28. 28. A RELIGIÃO SE PREOCUPA COM A DIMENSÃO SOCIAL DOS FIÉIS?• Os programas da SGI são inspirados na filosofia humanística do Budismo de Nitiren Daishonin. Seus conceitos principais são: a dignidade e a igualdade inerentes em todos os seres humanos; a unidade da vida e seu meio ambiente; o inter-relacionamento das pessoas que fazem do altruísmo o caminho viável para a felicidade pessoal; o potencial ilimitado de cada pessoa para a criatividade, e o direito fundamental de cultivar o auto- desenvolvimento por meio de um processo de reforma automotivada chamada "revolução humana".
  29. 29. COMPARAÇÃO COM O CRISTIANISMO• Os primeiros cristãos que levaram sua fé para a china eram nestorianos em 635• Uma segunda tentativa de evangelização• Período de acomodação• As controvérsias• As diferenças são profundas• Definições importantes
  30. 30. CURIOSIDADES DA RELIGIÃO
  31. 31. CURIOSIDADES DA RELIGIÃO1.1 Na Idade Média, o Buda foi 1.2. No século XVII, na Europa, o Buda foi identificadotransformado em santo cristão, com Hermes por alguns autores cristãos.através da "História de Barlaam eJosaphat", uma versão cristianizadada vida do Buda. 1.3 Os cristãos nestorianos na China Medieval, criaram um símbolo híbrido budista-cristão: uma cruz com um lótus no centro.
  32. 32. CURIOSIDADES DA RELIGIÃO1.4 Alopen, missionário cristão nestoriano naChina Medieval, usou o termo budista"Sunyata" (Vazio) para traduzir a idéia do Deus 1.5 A biografia do Príncipe Regente Shotoku, difusorcristão, mostrando com o uso dessa palavra o do budismo no Japão no século VI, sofreu, na sua elaboração, influências cristãs nestorianas: apelidadocaráter inefável do divino. "Umayado-no-Miko" (Príncipe da Manjedoura), teria nascido numa manjedoura, tal como Jesus. 1.6 No Japão, a partir do século XVII, a divindade feminina da Compaixão, Kannon, foi sincretizada com a Maria Santíssima católica, dando origem a um culto híbrido, o de "Maria-Kannon".1.7 A seita muçulmana dos Ismaelitas islamizoua figura do Buda, transformando-o num santomuçulmano cuja vida é narrada na "História deBilawar e Budasaf".
  33. 33. CURIOSIDADES DA RELIGIÃO 1.8 Diogo de Couto foi o primerio cronista português a mencionar o 2.0 O texto sagrado budista "As Questões do Rei Buda, no século XVI, com o nome Milinda" é o registro do primeiro diálogo filosófico de "Budão". Oriente-Ocidente, travado entre o rei grego Menandro, que reinou em Gandhara (região do Paquistão atual) e o monge budista Nagasena.1.9.Em seu livro "Peregrinações", o aventureiroportuguês Fernão Mendes (Sec. XVI) foiprovavelmente o primeiro autor europeu amencionar o Buda Amida, principal divindadedo Budismo da Terra Pura.
  34. 34. E O BUDA NOS DIZ: “Não acredites numa coisa simplesmente por ouvir dizer; não acredites sob a fé das tradições, pois elas são veneradas há numerosas gerações... Nãoacredites em nada através unicamente da autoridade de teus mestres ou sacerdotes. Crê no que tu mesmo experimentares, provares e reconhereces como verdadeiro, que esteja de acordo com teu bem e o dos outros, e conforma tua conduta a isso”. (Palavras atribuídas a Buda)
  35. 35. OBRIGADO!
  36. 36. REFERÊNCIASDINIZ, Alexandre M. A. Surgimento e dispersão do Budismo no mundo. Espaço e Cultura, UERJ, RJ. N.27, p. 89-105. JAN./JUN. de 2010 <http://www.nepec.com.br/ALEXANDRE%20M_espa%C3%A7o_e_cultura27.pdf> Data de acesso: 28 deout. 2012.GIRA, Dennis. Budismo: história e doutrina/ D. Gira. – Petrópolis: Vozes, 1992KÜNG, Hans. Religiões do mundo: em busca de pontos comuns. Campinas, SP: Verus Editora, 2004.SITES:http://www.nossacasa.net/shunya/default.asp?menu=963http://tzal.org/1-1-budismo-e-questoes-contemporaneas/http://www.monjacoen.com.br/textos-budistas/textos-da-monja-coen/79-zen-budismo-e-genero

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