Apostila Ensaio Névoa Salina - Testmat Cursos e Serviços

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Objetivo:
O curso fornece uma visão prática e teórica para o ensaio de corrosão em névoa salina em produtos manufaturados, certificando o aluno a realizar o ensaio de salt spray. O curso é baseado nos requisitos da ASTM B117, porém requisitos dos clientes podem ser facilmente incluídos. Treinamento prático é realizado no equipamento do cliente, caso solicitado poderá ser realizado em máquina de um laboratório terceiro. Caso o cliente solicite, uma prova final poderá ser realizada no fim do curso.

Conteúdo:
Introdução a corrosão
Discussão da ASTM B117, Proc. for Operating a Salt Spray Fog Apparatus
Demosntração de funcionamento da câmara
Medição das taxas, pH e gravidade específica
Preaparação de amostras, suportes e posicionamento
Posição de paineis, peças e amostras dentro da câmara
Manutenção e Calibração
Métdodos de Limpeza
Avaliação das amostras ensaiadas
Medição da corrosão vermelha
Medição de grade em pintura

Inscrições e Informações:
Testmat: (11) 5181-9872
vendas@testmat.com.br
www.testmat.com.br
Carga Horária: 16 horas
Incluso: Material didático, coffee break e fornecimento de certificado rastreado pela internet.

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  1. 1. CURSOEnsaio Névoa Salina CURSO ABERTO CAMPINAS - SP Testmat Consultoria e Treinamento Ltda – São Paulo – SP Fone: (11) 51819872, ou (11) 3449 6005 atendimento@testmat.com.br © Testmat Consultoria e Treinamento Ltda. Todos Direitos Reservados. Reprodução e Transmissão proibida por qualquer tipo de meio.
  2. 2. ConteúdoIntrodução aos materiaisIntrodução à corrosãoDiscussão da ASTM B117, Operating Salt Spray Fog ApparatusDemonstração de funcionamento da câmaraMedição das taxas, pH e gravidade específicaPreparação de amostras e suportesPosição de painéis, peças e amostras dentro da câmaraManutenção e CalibraçãoAvaliação das amostras ensaiadasMedição da corrosão vermelhaMedição de grade em pintura 2 Apresentações e Objetivos- Apresentação dos Participantes- Objetivos e Expectativas 3
  3. 3. Introdução aos Materiais 4 IntroduçãoMaterial 5
  4. 4. Fatores para seleção de materiaisRevisão de conceitos • Limite de Resistência LR:___________________________________ • Limite de Escoamento LE:___________________________________ 6 Fatores para seleção de materiaisRevisão de conceitos• Limite de Resistência LR• Limite de Escoamento LE• Módulo de Elasticidade Inclinação = Módulo de Elasticidade 7
  5. 5. Fatores para seleção de materiaisRevisão de conceitosDuctilidade________________________________________________________Tenacidade________________________________________________________Resistência à Fadiga________________________________________________________Resistência a fluência________________________________________________________Corrosão________________________________________________________ 8 Fatores para seleção de materiaisRevisão de conceitosDuctilidade É a quantidade de deformação plástica que um material é capaz de suportar sem romperTenacidade É a medida de quantidade de energia absorvida pelo material até a fratura, ou energia necessária para fraturar o material. (KIC, Energ. e Temperatura de Transição)Resistência à Fadiga Número de tensões cíclicas que um material suporta antes de ocorrer a falha.Resistência a fluência Característica que um material possui para suportar carga sem a ocorrência de deformação permanente, dependente do tempo de aplicação da carga ou tensão constante. Corrosão Deterioração que ocorre quando um metal reage com o meio ambiente. 9
  6. 6. Fatores para seleção de materiais Propriedades do Material Eletroquim. Potencial Dutilidade Transição Temp. Cisalham. LE ao Expansão Coef. Compres. LE à Fluência Taxa de Elasticid. Módulo Impacto Energ. Fadiga Prop. Dureza KIC C KIC LRModo de FalhaEscoamento LEFlambagemFluênciaFratura FrágilFadiga bx cicloFadiga alto cicloFadiga contatoFrettingCorrosãoCorrosão CSTCorrosão Galv.Fragilização HDesgasteFadiga TérmicaFadiga por Corr. 10 Como identificar a resistência dos materiais Se um material falha por fratura ou trinca é necessário determinar as propriedades mecânicas do material. 11
  7. 7. Superfícies•A superfície tem devido ao seu processo de fabricação e em conseqüência do contato como meio ambiente, propriedades físicas e químicas diferentes das do material de base•Do ponto de vista de corrosão uma superfície deixa de ser um simples plano geométrico que separa dois meios, e passa a ser reconhecida como a camada externa ao sólido com propriedades físicas de elevado significado funcional• A camada superficial dos metais consiste de várias zonas com características físico- químicas diferenciadas 12 Superfícies Metálicas•A natureza das superfícies metálicas é uma conseqüência direta processo de fabricação•Cada processo: torneamento, eletro- erosão, granalhamento, retífica, entre outros, em termos microscópios deixa suas marcas características, quase que um tipo de assinatura 13
  8. 8. Superfícies MetálicasA estrutura de uma superfície metálica é constituída das seguintes camadasCamada de sujeira ~ 3 nmCamada adsorvida ~ 0,3 nmCamada oxidada 1 a 10 nmCamada deformada > 5µm 14 Superfícies Metálicas Composição Química do Material de Base 15
  9. 9. Introdução a Corrosão 16 Introdução• A corrosão pode ser classificada considerando-se a aparência ou forma de ataque, bem como as diferentes causas da corrosão e seus mecanismos. 17
  10. 10. Tipos de CorrosãoClassifica-se por:• a morfologia: uniforme, por placas, alveolar, puntiforme ou por pite, intergranular (ou intercristalina), intragranular (ou transgular ou transcristalina), filiforme, por esfoliação, grafítica, desincificação, em torno do cordão de solda 18 Tipos de CorrosãoClassifica-se por:• as causas ou mecanismos: por aeração diferencial, eletrolítica ou por correntes de fuga, galvânica, associada a solicitações mecânicas (corrosão sob tensão), empolamento ou fragilização pelo hidrogênio 19
  11. 11. Tipos de CorrosãoClassifica-se por:• os fatores mecânicos: sob tensão, sob fadiga, por atrito, associada à erosão• o meio corrosivo: atmosférica, pelo solo, induzida por microrganismos, pela água do mar, por sais fundidos• a localização do ataque: por pite, uniforme, intergranular, transgranular 20 Processos Corrosivos• No estudo dos processos corrosivos, devem ser Temperatura sempre consideradas as variáveis do material Garoa Cloretos metálico, do meio corrosivo e das condições operacionais, pois o estudo Dióxido de Enxofre conjunto dessas variáveis Contaminantes permitirá indicar o material mais adequado para ser utilizado em determinados equipamentos ou instalações 21

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