Informativo da secretaria de comércio e serviços 222

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Informativo da secretaria de comércio e serviços 222

  1. 1. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  1 Informativo SCS    Ano 4, nº 222  23 de novembro de 2010  Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Secretaria de Comércio e Serviços Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Secretaria de Comércio e Serviços
  2. 2. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  2 INFORMATIVO DA SECRETARIA DE COMÉRCIO E SERVIÇOS – SCS Nº 222 – ANO 04 – Brasília, 23 de novembro de 2010 ÍNDICE Páginas 1. CRÉDITO E FINANCIAMENTO Classe C gasta até 70% a mais para comprar carro ............................................. 03 Pão de Açúcar impõe prazos mais curtos .............................................................. 04 2. COMÉRCIO – VAREJO Varejo investe no fast fashion de grife ................................................................... 05 3. COMÉRCIO – FRANQUIAS Nova gestão é apresentada durante evento .......................................................... 07 4. SERVIÇOS – CARTÕES DE CRÉDITO Atenção com cartões deve ser dobrada antes do Natal ........................................ 08 5. SERVIÇOS – EDUCAÇÃO Grupo Multi adquire a rede de escolas de idiomas Yázigi ..................................... 09 6. SERVIÇOS – INTERNET O cinema em casa do Terra ................................................................................... 10 7. SERVIÇOS – TURISMO Accor prevê aporte de R$ 500 milhões para crescer no nordeste ......................... 11 8. EMPREGO Empresas abrem vagas temporárias ..................................................................... 12 9. LOGÍSTICA – TRANSPORTE FERROVIÁRIO Grupo liderado por coreanos é favorito ao TAV ..................................................... 13 10. MICRO E PEQUENAS EMPRESAS Governo compra mais de R$ 7,3 bilhões de pequenas empresas ........................ 14 11. MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL País já conta com 737 mil empreendedores individuais formalizados ................... 16 12. CURTAS 18 13. AGENDAS 19 14. FEIRAS 21
  3. 3. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  3 1. Crédito e Financiamento Classe C gasta até 70% a mais para comprar carro 22 de novembro de 2010 Fonte: Diário do Grande ABC A classe C, preferida do mercado de crédito brasileiro, já gasta até 70% a mais para bancar o automóvel. Levantamento feito pelo Data Popular aponta que o encarecimento dos veículos e a busca por modelos mais sofisticados são a causa da alteração. As classes A e B também elevaram prestações, respectivamente, em 51% e 65%. Com aumento da renda e a garantia da manutenção do emprego, a classe C - que representa 60% da posse de carros no País - ampliou o valor médio das parcelas do financiamento de R$ 285 em 2003 para R$ 484 no ano passado. De olho nesse público, financeiras aumentaram em até 20% o valor ofertado para crédito. "A pesquisa, não estima se é carro 0 km ou novo. São carros, mas na classe D são usados: os chevetões, o corsel. Já na classe C, metade tem carros com até cinco anos de uso e os demais automóveis com pouco mais de cinco", explica o presidente do Data Popular, Renato Meireles. A classe E também aumentou o valor destinado às parcelas de financiamentos, porém em 132%. Em 2009, a média era de R$ 86 por prestação, enquanto em 2003 era R$ 37. Manutenção – Além de ampliarem os valores do financiamento, essa camanda da população também expandiu os gastos médios com manutenção e seguro do veículo. O custo mensal com o automóvel é de cerca de R$ 657,50, inclunido 17,7% para bancar acessórios, 8,7% com documentação e seguros e 73,6% para custear o empréstimo. "Eles não estão pensando só no financiamento. É uma compra planejada, que eles fazem, sem medo de errar. Atualmente, as taxas do mercado mostram que a inadimplência é baixíssima", aponta Meireles. Ele avalia que, em curto prazo, os carros usados e seminovos voltarão a ocupar destaque na concessionárias. "Ele é a moeda de troca. A tendência é de que a Classe C vá trocando o carro por um melhor aos poucos, procurando garantia estendida, financiamento mais facilitado. E, enquanto isso, é o usado que será destaque", diz. O professor do curso de economia da USCS (Universidade Municipal de São Caetano), Radamés Barone, afirma que o mais importante é que o aquecimento deste mercado garante a manutenção da renda. "O risco é o que o aquecimento do consumo pode aumentar a taxa de juros, mas a tendência é que isso se mantenha em 2011." http://www.varejista.com.br/noticias/2121/classe-c-gasta-ate-70-a-mais-para-comprar-carro
  4. 4. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  4 Pão de Açúcar impõe prazos mais curtos 23 de novembro de 2010 Fonte: Valor Econômico Maior varejista do Brasil, com um faturamento combinado de R$ 40 bilhões após a fusão da Globex com a Casas Bahia, da família Klein, o Grupo Pão de Açúcar parece querer ditar um novo padrão de vendas parceladas no Brasil. A decisão de mexer nos prazos, um dos componentes mais sensíveis nas vendas do comércio, tem sentido econômico e, ao mesmo tempo, visa absorver, de maneira sustentável, uma nova massa de consumidores que está chegando ao sistema financeiro pela via do varejo, diz o vice- presidente de relações corporativas, Hugo Bethlem. "O varejo não percebeu o vício, de que três vezes sem juros leva a seis, que leva a 10 vezes, é uma ilusão de ótica. Passamos a dar crédito de graça para valores altos e para quem não precisa." Tal expediente foi muito usado para acomodar bens de maior valor agregado no orçamento do consumidor, só que isso, ao longo do tempo, foi construído às custas da própria margem do setor. Na Eletroshopping, segunda maior varejista do Nordeste, os prazos, que chegaram a 15 e 17 vezes em promoções ao longo do ano, vão se limitar a 12 meses neste Natal nas vendas com cartões com bandeira, conta o vice-presidente, Fernando Freitas. "No Recife chegamos a ver casos de 24 meses, mas não é a nossa prática, não há "spread" para se fazer isso, a margem não aguenta porque o custo do cartão em prazos muito longos fica muito alto", diz. Olhando adiante, porém, com a inadimplência sem mostrar sinais de deterioração nas carteiras de consumo, o coordenador geral do Programa de Administração do Varejo (Provar), Claudio Felisoni, da Fundação Instituto de Administração (FIA), vislumbra, moto- contínuo, uma tendência de alongamento no crédito. Estudo da entidade mostra que o consumidor ficou mais sensível a prazos de 2008 para cá. Naquele ano, um aumento de 1% nos prazos elevava as vendas em 0,15%. Em 2010, esse número praticamente triplicou, para 0,44%. Nesse intervalo, o prazo médio das carteiras de pessoa física subiu 11,43%, para 540 dias (18 meses), mas ainda pode chegar a 24 meses, estima Felisoni. No segmento de confecção, qualquer aumento de prazo implica incremento do tíquete médio, conta o diretor de crédito e risco da Riachuelo, José Antônio Rodrigues. Por isso, a financeira ligada a varejista, a Midway, já tem tudo engatilhado para financiar o consumidor no cartão próprio em até 10 vezes. Conforme exemplifica, ao se esticar o financiamento de oito para 10 meses, as vendas por cliente têm um aumento de 60%, de R$ 80 para R$ 130. Como moda e as linhas de cama, mesa e banho são perecíveis e com valores relativamente mais baixos, não dá para se estender os planos muito mais e o limite estaria em 12 meses. Já em veículos, o prazo médio de financiamento tem se mantido em 42 meses desde o ano passado. Embora tenha havido uma redução do prazo máximo, de 80 meses para 72 meses, o consumidor raramente recorre ao financiamento mais longo, conta o presidente da Anef, Décio Carbonari de Almeida. "Só um terço dos consumidores se financia no prazo mais longo e mesmo assim liquida a operação antecipadamente, trocando o automóvel por outro no meio do caminho." http://www.fazenda.gov.br/resenhaeletronica/MostraMateria.asp?page=&cod=683886 Voltar ao Índice
  5. 5. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  5 2. Comércio – Varejo Varejo investe no fast fashion de grife 22 de novembro de 2010 Fonte: O Estado de São Paulo Comuns já há alguns anos nos Estados Unidos e na Europa, os produtos criados por meio da parceria de estilistas renomados com redes de varejo têm tomado as vitrines também no Brasil. Nos últimos meses, nomes como Oskar Metsavaht (Osklen), Ronaldo Fraga e Renato Kherlakian (criador da Zoomp) passaram a assinar coleções de grandes lojas, num negócio que só tende a crescer com a sofisticação do consumo no Brasil. Fora do País, a sueca H&M, que já lançou coleções de sucesso com Karl Lagerfeld e Stella McCartney, acaba de colocar nas lojas o resultado de uma parceria com a grife francesa de luxo Lanvin. "O que me atraiu foi a ideia de ver a H&M se tornando luxuosa, em vez de a Lanvin se tornar popular", definiu o diretor artístico da Lanvin, Alber Elbaz. No Brasil, porém, a ideia segue em rota contrária: o objetivo é democratizar a moda. Para as redes, trata-se de uma oportunidade de atrair novos clientes vinculando seus produtos a nomes conhecidos pela qualidade e pelo caráter exclusivo das criações. Para estilistas, é a chance de alcançar um segmento de mercado mais abrangente. Esse público, que até então se mantinha distante das peças assinadas por causa do preço ou de desconhecimento, está mais exigente. Atualmente, cerca de 40% dos móveis e objetos de decoração vendidos na rede Tok&Stok são licenciados ou assinados. Este mês, a rede colocou nas lojas pratos, canecas e tigelas, entre outros produtos, assinados pelo mineiro Ronaldo Fraga. "De todas as parcerias que fizemos, essa é a primeira vez que vimos um estilista de fato trazer clientes seus para a nossa loja", relata o gerente de design e tendências da Tok&Stok, Ademir Bueno. No lançamento da coleção em Belo Horizonte, todos os produtos foram vendidos na mesma noite. Entusiasta – Fraga é um entusiasta das parcerias. Já fez peças para a marca de roupas Chiclets, estampas para fraldas Pampers (da Procter&Gamble) e até para latas de Leite Moça (Nestlé). "A moda brasileira passa por um momento de apropriação da "autoralidade" que permite esse tipo de abordagem", diz. "O mercado de moda no Brasil ainda não foi explorado na sua potencialidade, para além da roupa. O estilista deve ser reconhecido como um profissional do design. Eu adoraria desenhar um carro", brinca. A parceria de estilistas e varejistas não é exatamente nova. Mas as iniciativas, que até então eram isoladas, agora se tornaram uma tendência. Nos últimos meses, quase todas as grandes redes populares lançaram coleções assinadas por nomes conhecidos do mundo da moda. Na semana passada, chegou às unidades da Riachuelo a coleção Rio de Janeiro, criada pelo estilista Oskar Metsavaht, dono da Osklen - que passou a sofrer assédio frequente de grandes redes depois de parcerias com marcas, como a Grendene, de sandálias, e H. Stern, de joias. "Temos acompanhado de perto essa evolução da classe C e hoje esse cliente exige informação de moda. Queremos fazer "casamentos" de longo prazo", diz Marcella Martins de Carvalho, gerente de marketing da Riachuelo, que acaba de anunciar também uma parceria com a paulistana Cris Barros, cujas peças devem chegar às lojas no ano que vem. A C&A, que no ano passado lançou o projeto C&A Collection, deu um passo adiante no sentido justamente de criar parcerias duradouras com a contratação do estilista Renato Kherlakian. Egresso da Zoomp e atualmente dono da RK Denim, ele foi chamado
  6. 6. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  6 para desenvolver a linha de jeans premium da rede, a Unique Soul Denim. "As redes estão não só se adaptando para uma evolução do consumidor que elas têm hoje, mas para receber novos consumidores, assim como as butiques se preparam ou para dar um upgrade e se tornarem absolutamente luxuosas ou se adaptar a uma faixa de preço mais equilibrada", acredita Kherlakian. http://www.varejista.com.br/noticias/2119/varejo-investe-no-fast-fashion-de-grife Voltar ao Índice
  7. 7. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  7 3. Comércio – Franquias Nova gestão é apresentada durante evento 23 de novembro de 2010 Fonte: DCI A Associação Brasileira de Franchising anunciou, na 10ª Convenção, a nova diretoria que comandará a entidade nos anos de 2011 e 2012. O presidente Ricardo Bomeny, CEO da BFFC, holding que controla as marcas Bob's, Doggis, In Bocca al Lupo, KFC (no Brasil) e Pizza Hut (na cidade de São Paulo), continua no comando da entidade. A nova gestão assumirá a entidade no dia 1º de janeiro de 2011. O foco da nova gestão será a capacitação, e as ações de apoio à internacionalização serão mantidas entre as prioridades para o segundo mandado como presidente da ABF no biênio. Sobre este ano o porta-voz destaca a boa performance de 2010, que, segundo a entidade, será puxada principalmente pelo segmento de acessórios pessoais e calçados, vestuário, alimentação, beleza e saúde. A entidade possui mais de 800 associados, divididos entre franqueadores e franqueados, e é representada por uma seccional no Rio de Janeiro. A ABF tem o apoio de regionais no Rio Grande do Sul, interior de São Paulo e Minas Gerais. A Associação Brasileira de Franchising é uma entidade sem fins lucrativos, criada em 1987 e que auxilia quem está neste mercado. http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=11&id_noticia=351310 Voltar ao Índice
  8. 8. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  8 4. Serviços – Cartões de Crédito Atenção com cartões deve ser dobrada antes do Natal 22 de novembro de 2010 Fonte: Folha Online A pouco mais de um mês do Natal, o que mais parece um cenário improvável torna- se realidade: empresários começam a temer o aumento do volume de vendas. A explicação está na equação "movimento maior = mais transações com cartões = risco de apagão das máquinas = clientes irritados". O receio não surge sem precedentes: na véspera do Natal passado, uma pane generalizada nas máquinas da Redecard atingiu por três horas o comércio de todo o país. "Precisei vender com cheque sem consulta ao Serasa para não ser prejudicado", lembra o dono do Depósito de Meias Gregório, Fernando Parcekian, 48, que possui três máquinas em sua loja. Cerca de 60% de suas 300 vendas diárias são processadas no cartão. "Já cheguei a ficar 72 horas com o sistema inoperante", conta Parcekian, que diz solicitar, em média, a reposição de dez equipamentos todos os anos. "É comum ter de passar o cartão três vezes, o que faz o cliente desistir da compra." Alessandro Raposo, diretor-executivo da Redecard, diz que a pane foi pontual. "Houve falha em um componente de comunicação", explica, salientando que o problema não voltará a acontecer. "Após o apagão, nós elaboramos um plano preventivo e treinamos uma equipe." Mão dupla – Para Ruy Nazarian, presidente do Sindilojas-SP (Sindicato dos Lojistas do Comércio de São Paulo), nesta época do ano é preciso redobrar a atenção e ter zelo extra "para não sair no prejuízo". Parte da responsabilidade, contudo, é do empresário. Problemas por mau uso do aparelho, como botões quebrados ou cabos rompidos, também causam prejuízos. "Limpar o aparelho com produtos inadequados e quedas podem danificá-lo", diz José Renato Hopf, conselheiro da Abecs (Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito e Serviços). http://www.varejista.com.br/noticias/2118/atencao-com-cartoes-deve-ser-dobrada-antes- do-natal Voltar ao Índice
  9. 9. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  9 5. Serviços – Educação Grupo Multi adquire a rede de escolas de idiomas Yázigi 22 de novembro de 2010 Fonte: Brasil Econômico O Grupo Multi, que controla as marcas de ensino de idiomas Wizard, Skill, Alps e Quatrum, confirmou nesta segunda-feira (22/11) a aquisição da Yázigi, a mais antiga escola de idiomas do Brasil. A aquisição foi concretizada três dias após a assinatura do acordo da Multi com o fundo de private equity (fundos que compram participações em empresas) da Kinea, empresa de investimentos alternativos do banco Itaú, que anunciou um investimento de R$ 200 milhões na holding. Trata-se da quinta aquisição realizada pela Multi em 2010 e a terceira no setor de ensino de idiomas nos últimos quatro anos. O Yázigi foi fundado em 1950 na cidade de São Paulo e conta atualmente com 420 unidades franqueadas. A rede ensina mais de 180 mil alunos anualmente, oferecendo cursos de Inglês e Espanhol. "Agora contamos com nove marcas que totalizam mais de 3,5 mil unidades franqueadas e 1,4 milhão de alunos", afirmou Charles Martins, presidente do Conselho de Administração da Multi. A companhia, que também detém as marcas e ensino profissionalizante Microlins, SOS, Bit Company e People, deve encerrar 2010 com receita total - incluindo franqueadora e unidades franqueadas - de R$ 2,3 bilhões e um total de 45 mil funcionários. http://www.brasileconomico.com.br/noticias/grupo-multi-adquire-a-rede-de-escolas-de- idiomas-yazigi_94595.html Voltar ao Índice
  10. 10. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  10 6. Serviços – Internet O cinema em casa do Terra 21 de novembro de 2010 Fonte: Isto É Dinheiro Portal de internet lança serviço de venda e aluguel de filmes pela web com títulos da Disney, Warner e Paramount Ligue o computador e prepare a pipoca. O portal de internet Terra, que tem uma audiência de mais de 40 milhões de visitantes por mês, lança no final de novembro um serviço de venda e aluguel de filmes, séries, documentários e shows via download pago batizado de TerraTV Video Store. Há ainda a opção de assistir diretamente pela internet em um PC ou tevê, pagando uma assinatura. Com isso, o site passa a competir com Saraiva e NetMovies, que têm modelos similares no Brasil. “Podíamos ter entrado antes neste negócio, mas preferimos esperar o momento certo”, disse Paulo Castro, presidente do Terra, em entrevista exclusiva à Dinheiro. Para o executivo, há uma conjunção de fatores que torna este o momento ideal para o lançamento de um serviço nos moldes do TerraTV Video Store no Brasil. O País tem aproximadamente quatro milhões de assinantes de banda larga com conexão acima de 2 Mbps, a velocidade mínima recomendada para usar o serviço. Esse seria o número inicial de potenciais clientes. Outra métrica é a quantidade de tevês conectadas à internet, estimada em cerca de 1,5 milhão, segundo informações dos fabricantes passadas ao presidente do Terra. Ele planeja fazer negócios com pelo menos um milhão de internautas pela Video Store durante o ano de 2011. Trata-se de uma meta agressiva, se comparada aos seis mil clientes conquistados pela Saraiva durante seu primeiro ano de operação. A NetMovies não divulga números. O otimismo justifica-se pelos parceiros da empreitada, os estúdios Disney, Warner e Paramount. Eles são donos de sucessos como Toy Story 3, A Origem, Harry Potter, Senhor dos Anéis e Piratas do Caribe. O Terra conversa também com Fox, Universal e Sony. O acervo total, no início da operação, deve superar os 3,5 mil títulos. Destes, 2,5 mil estarão disponíveis para ser assistidos diretamente pela internet no modelo de assinatura, que custará R$ 14,90 e dá acesso ilimitado ao catálogo. Mil deles serão comercializados apenas por download. Quem alugar, pagará até R$ 6,90. A venda sai por até R$ 34,90. A expectativa é de romper a marca de dez mil filmes no acervo até o final de 2011. “A única maneira de vencer a pirataria é com soluções criativas e modelos atraentes ao consumidor”, afirma Castro. http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/41631_O+CINEMA+EM+CASA+DO+TERRA Voltar ao Índice
  11. 11. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  11 7. Serviços – Turismo Accor prevê aporte de R$ 500 milhões para crescer no nordeste 23 de novembro de 2010 Fonte: DCI O nordeste brasileiro demonstra forte demanda no turismo, seja de lazer ou de negócios, e a área hoteleira está atenta a esse mercado. Por conta disso, e de olho no aumento da renda da população dessa região, o grupo Accor, de hotéis, resolveu desenvolver um projeto de franquia que prevê a construção de 100 hotéis em cidades de 100 a 500 mil habitantes no nordeste, com investimentos previstos da ordem de R$ 500 milhões. Segundo a empresa, o aporte envolve cerca de R$ 4 a R$ 6 milhões por hotel, podendo vir de linhas de financiamento, como as disponíveis no Banco do Nordeste. De acordo com Gilles Gonzales, diretor de Desenvolvimento para a América Latina da rede, os hotéis serão da bandeira Formule 1, com 60 a 100 apartamentos. Atualmente, essa bandeira apresenta uma forte taxa de ocupação, com previsão de fechar o ano acima de 80%, e diária média de R$ 80,00. Conforme informações da empresa, o protótipo do programa de franquias do hotel está sendo construído com recursos próprios da Accor em Piracicaba, interior de São Paulo, e deve ser inauguradono primeiro semestre de 2011. "O segmento econômico tem apresentado um desempenho bom, e agora a ideia é crescer em expansão por meio de franquias, por isso estamos lançando o projeto com a bandeira Formule 1, com foco corporativo", comentou ele. A ideia da rede é justamente a de consolidar sua liderança no segmento econômico e reforçar a força da marca globalmente. Por conta disso o Ministério do Turismo, o Banco do Nordeste e Adit Brasil, lançam em roadshow, no nordeste, modelo inédito de franquia para os hotéis Formule 1 que contará com a presença de representantes da Accor e das instituições parceiras. Antes mesmo de ser lançado, investidores atuais já demonstraram interesse em assinar 15 projetos da franquia. "O Brasil, pelo acelerado ritmo de crescimento econômico e a forte expansão da classe média, apresenta as características para que esse modelo de negócio seja um sucesso. O resultado satisfatório dos hotéis Formule 1 abertos no País demonstram a aceitação dessa marca pelos brasileiros", avalia Abel Castro, diretor de Desenvolvimento da Accor. Segundo Abel, dentre as cinco regiões do Brasil, a Nordeste foi escolhida para iniciar a divulgação da franquia por apresentar uma economia de forte expansão, fato este que é evidenciado pelo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) das três principais economias locais: 9,5% na Bahia; 8,9% no Ceará; e 7,8% em Pernambuco, conforme consta no Boletim Regional do Banco Central divulgado no final do primeiro semestre deste ano. http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=7&id_noticia=351370&editoria Voltar ao Índice
  12. 12. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  12 8. Emprego Empresas abrem vagas temporárias 22 de novembro de 2010 Fonte: Diário do Grande ABC No penúltimo mês do ano, empresas de todos os cantos do País abrem vagas temporárias para atender a demanda das compras de Natal. E essa época é ótima oportunidade para aqueles que querem ingressar ou até mesmo retornar ao mercado. Ainda restam 45 mil vagas disponíveis. Segundo a Asserttem (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário), do total de 139 mil vagas temporárias previstas para o Natal deste ano, cerca de 45 mil - ou 32% - ainda não foram preenchidas. Entre as oportunidades há vagas para vendedores, balconistas, empacotadores, estoquistas, caixas, e até em linha de produção em indústrias. O período de trabalho para estes cargos gira em torno de trinta a noventa dias. "É importante ressaltar que muitos profissionais contratados no regime temporário conquistam uma vaga efetiva na empresa e para isso, características como dinamismo, pró-atividade, dedicação e simpatia contam muito", revela Isabel Arias da Accor RH (consultoria de Recursos Humanos). "Esta época do ano é fundamental para reforçar o orçamento e ainda retornar ao mercado de trabalho." Direitos – De qualquer forma, é importante que o contratante esteja atento a legislação, e por mais que seja uma contratação temporário, o funcionário tem direitos a remuneração equivalente à recebida pelos empregados efetivos da empresa. As jornadas de trabalho devem ser de oito horas diárias. Para horas extras, comuns nessa época a remuneração deve ser de 20% e não exceder mais que duas horas. Além disso, o funcionário temporário tem direito a registro na carteira, férias proporcionais ao tempo de trabalho, folga semanal, adicional noturno e seguro contra acidentes de trabalho. Outros direitos exigidos por lei são indenização por demissão sem justa causa ou término do contrato de trabalho que corresponde a 1/12 do pagamento. "Para estas vagas, muitas empresas não exigem experiência anterior, o que não significa que serão contratadas pessoas sem nenhum tipo de qualificação" pontua Isabel. http://www.varejista.com.br/noticias/2122/empresas-abrem-vagas-temporarias Voltar ao Índice
  13. 13. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  13 9. Logística – Transporte Ferroviário Grupo liderado por coreanos é favorito ao TAV 23 de novembro de 2010 Fonte: O Estado de São Paulo Consórcio para a obra que ligará o Rio a Campinas já tem 20 empresas - 10 brasileiras e 10 estrangeiras O consórcio liderado pelos coreanos, forte candidato a levar a concessão do trem-bala brasileiro, já conta com a participação de 20 companhias, sendo 10 brasileiras e 10 estrangeiras. Segundo informações do mercado, entre as companhias nacionais estão as construtoras Contern (do Grupo Bertin), Galvão Engenharia, Carioca, Constran, S.A. Paulista, Toniolo e CR Almeida. Do lado coreano, além das empresas Korea Rail Network Authority, Korail e KRRI, núcleo do consórcio, gigantes como Hyundai, Daewoo e Daelim também estão entre os sócios, segundo fontes. A Samsung poderá integrar o grupo, mas tem demonstrado resistência ao projeto. O Trem de Alta Velocidade (TAV) vai ligar Campinas, São Paulo e Rio e custará cerca de R$ 33 bilhões, sendo R$ 20 bilhões financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A exemplo do ocorrido no leilão da Hidrelétrica de Belo Monte, o vencedor do trem-bala deverá ter a presença garantida dos fundos de pensão no projeto. Especula-se que a participação deles poderá ficar entre 20% e 30% do capital próprio do consórcio. A entrega da proposta financeira será feita na segunda-feira e a abertura dos envelopes, dia 16 de dezembro. A esperança dos concorrentes, porém, é que o governo adie a licitação por, pelo menos, seis meses. Mas, até sexta-feira passada, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e o Ministério dos Transportes não davam nenhuma indicação de que atenderiam os pedidos dos investidores. Na semana passada, todos os possíveis interessados foram convidados a participar de reunião no BNDES com a presença do Ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, e o diretor-geral da ANTT, Bernardo Figueiredo. A maioria pediu que a processo fosse adiado. Eles argumentam que há muitas incertezas no projeto e precisam de mais tempo para elaborar melhor as propostas. "A cada dia aparece uma informação nova que exige mudanças na modelagem financeira. Isso não se faz de uma hora pra outra", afirmou um fabricante, que tem discutido parceria com vários construtores nacionais. "O problema é que eles também estão temerários. Não consigo entrar se não tiver construtor. Eles respondem por 85% do projeto." Na corrida pelos estudos mais completos, os coreanos saem na frente. Eles estão há quase dois anos avaliando todos os dados do trem-bala brasileiro e fazendo novos traçados para amenizar os riscos. Para os concorrentes, a intolerância do governo em manter a data de licitação pode entregar o projeto, sem competição, para os coreanos. "Todos sabiam o que estava ocorrendo. Não há nenhuma surpresa em relação às datas", diz Figueiredo. Segundo ele, uma das divergências entre empresas e governo é que alguns consórcios não aceitam fazer a transferência da tecnologia, uma exigência prevista no edital. "Fomos até onde podíamos ir para dar condições ao projeto." http://www.fazenda.gov.br/resenhaeletronica/MostraMateria.asp?page=&cod=683880 Voltar ao Índice
  14. 14. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  14 10. Micro e Pequenas Empresas Governo compra mais de R$ 7,3 bilhões de pequenas empresas 22 de novembro de 2010 Fonte: Agência Sebrae São R$ 173,1 milhões a mais do que os valores adquiridos em 2009 e superam em mais de 5,2 bilhões o total comprado em 2006; o balanço será detalhado no III Fomenta, que começa nesta segunda-feira (22) Curitiba Balanço do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão mostra que de janeiro a setembro de 2010 o governo federal comprou acima de R$ 7,3 bilhões das micro e pequenas empresas. São R$ 173,1 milhões a mais do que os valores adquiridos em 2009 e superam em mais de R$ 5,2 bilhões o total comprado em 2006. O número de micro e pequenas empresas fornecedoras do governo em 2010 foi de 226.654. São 42.393 a mais do que as médias e grandes, 16.327 acima do que o total de 2009 e 96.967 a mais do que em 2006. Foi em dezembro de 2006 que entrou em vigor a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar 123/06). O capítulo V dessa lei garante benefícios que possibilitam aos micro e pequenos negócios maior participação das compras governamentais. Entre os benefícios, estão a exclusividade em compras de até R$ 80 mil, preferência em caso de empate com outra empresa de maior porte e subcontratação pelas maiores que vencerem licitações dos governos. Esse capítulo da lei já está regulamentado pelo governo federal. Números do governo relativos a licitações no pregão eletrônico mostram que, em 2005, as micro pequenas empresas respondiam por volta de R$ 193 milhões do volume total adquirido nessa modalidade. Em 2010 essa participação passou para R$ 5,6 bilhões, num crescimento real acumulado de 2.784% no período. Os mais de R$ 5,5 bilhões comprados em 2010 ultrapassam em R$ 4,4 bilhões os R$ 1,1 bilhão comprados nesse modalidade em 2006. Conforme o relatório, em 2010, nas compras por pregão eletrônico o governo economizou R$ 3,6 bilhões. Deste total, as micro e pequenas empresas foram responsáveis por uma economia de R$ 1,6 bilhão. Nas compras de até R$ 80 mil o governo faz um comparativo entre as aquisições de 2002 e 2010, entre os meses de janeiro a setembro, apontando uma média de R$ 13%, o equivalente a R$ 2,3 bilhões do total. Desse valor, as micro e pequenas empresas foram responsáveis por cerca de 49%, correspondendo a R$ 1,2 bilhão, num crescimento acumulado de 146%. Nas compras de até R$ 80 mil em 2010 os pequenos negócios foram responsáveis 66% do total adquirido, equivalente R$ 1,9 bilhão. Empate – O levantamento aponta ainda que as micro e pequenas empresas estão se beneficiando do outro mecanismo do capítulo V da Lei Geral, que é o ‘empate ficto’ (suposto) e que, num processo licitatório, dá preferência à micro ou pequena empresa que estiver empatada com uma empresa de maior porte. Em relação à utilização desse benefício o levantamento mostra os seguintes números: nos anos de 2008 a 2009, dos meses de janeiro a setembro, dos valores contratados, os micro e pequenos negócios responderam por 732 milhões 32%) em 2008, R$ 1,1 bilhão (39%) em 2009, e R$ 833,2 milhões (34%) em 2010. O governo aponta ainda que, em 2010, os materiais mais comprados das micro e pequenas empresas foram materiais de construção, responsáveis por 15% do total
  15. 15. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  15 comprado junto ao segmento. No setor de serviços também venceram os ‘tipos especiais de serviço de construção’, respondendo por 21% do valor total contratado. O levantamento completo sobre a participação das micro e pequenas empresas nas compras do governo federal será apresentado no III Fomenta - Encontro Nacional de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas nas Compras Governamentais, que começa nesta segunda-feira (22) e prossegue até a quarta-feira (24) em Curitiba (PR). O Fomenta é promovido pelo Sebrae, em parceria com o Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão, para ampliar a informação e a participação das micro e pequenas empresas nas compras governamentais. Para isso reúne, num mesmo local, gestores e agentes públicos com empresários do segmento. http://www.agenciasebrae.com.br/noticia.kmf?cod=10982064&canal=32 Voltar ao Índice
  16. 16. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  16 11. Microempreendedor Individual País já conta com 737 mil empreendedores individuais formalizados 22 de novembro de 2010 Fonte: Agência Sebrae Nova mobilização nacional formaliza 28,8 mil trabalhadores por conta própria em uma semana A mobilização feita pelo Sebrae em todo o País elevou em 60% o número de formalizações diárias de trabalhadores por conta própria. A 2ª Semana Nacional do Empreendedor Individual formalizou 28.863 trabalhadores autônomos entre os dias 15 e 20 de novembro. A cada dia foram atendidas 4.810 pessoas, número 60% acima à média diária de 3 mil regularizações registrada desde julho de 2009, quando a legislação entrou em vigor. “Todo o Sebrae se mobilizou nesta semana. A cada dia mais trabalhadores por conta própria deixam a informalidade, contribuindo para um Brasil mais transparente e real”, disse o presidente do Sebrae, Paulo Okamotto. No início deste ano, lembrou, havia cerca de 64 mil e hoje são quase 738 mil empreendedores individuais. Para cumprir a meta de 1 milhão de empreendedores formalizados, o presidente do Sebrae defende o maior apoio das entidades parceiras, em especial, das prefeituras municipais e governos estaduais. Com o acréscimo da última semana, o Sebrae alcançou 74% da meta estabelecida para ser atingida até dezembro deste ano. Desde o início da vigência da lei, 737.134 mil trabalhadores por conta própria se regularizaram. Das 27 unidades da federação, nove já ultrapassaram a meta de formalizações. Outros seis estados já cumpriram mais de dois terços do objetivo pretendido. E apenas três não atingiram 50% da meta. O melhor resultado foi alcançado por Roraima, que cumpriu 161% da meta. Em seguida, aparecem o Distrito Federal (161%), Tocantins (132%), Espírito Santo (119%) e Rio de Janeiro (117%). Também chegaram ao objetivo Mato Grosso (114%), Mato Grosso do Sul (111%), Acre (106%), Goiás (103%) e Rondônia (102%). Santa Catarina deve atingir 100% nos próximos dias. A recente semana de mobilização do Sebrae envolveu 111 tendas instaladas nas principais cidades do interior dos estados e do Distrito Federal, além de manter a atuação em cerca de 800 pontos convencionais de atendimento da instituição. O objetivo foi tirar dúvidas e promover a formalização. A 1ª Semana Nacional do Empreendedor Individual foi realizada no fim de outubro e regularizou 46 mil trabalhadores por conta própria. O Empreendedor Individual é uma inovação no sistema tributário brasileiro para que milhões de brasileiros formalizem os seus negócios. Desde julho do ano passado, os trabalhadores por conta própria podem contar com os benefícios da formalização pagando no máximo R$ 62,10 por mês. A nova faixa de enquadramento no Simples Nacional legaliza os empreendedores individuais que faturam até R$ 36 mil por ano e que possuem, no máximo, um empregado. Com a formalização, o empreendedor passa a ter Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), o que possibilita a abertura de conta em banco e o acesso a crédito com juros mais baratos, e passa a emitir nota fiscal para venda para outras empresas ou para o governo. Com a empresa legalizada, o empreendedor passa a ter cobertura da Previdência Social, com direito a aposentadoria e outras vantagens.
  17. 17. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  17 Entre as mais de 400 atividades passíveis de legalização, algumas das mais procuradas são cabeleireiras, manicures, maquiadoras, mecânicos, fornecedores de marmita e vendedores porta a porta. http://www.agenciasebrae.com.br/noticia.kmf?canal=448&cod=10984003 Voltar ao Índice
  18. 18. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  18 12. Curtas 19 de novembro de 2010 Fonte: Isto É Dinheiro Embraer levanta US$ 1,5 bilhão na China A Embraer assinou um acordo com a chinesa Avic International para financiamento e leasing de suas aeronaves. A expectativa é atingir negócios de US$ 1,5 bilhão nos próximos cinco anos. O acordo visa criar oportunidades para a venda de aviões da companhia brasileira na China e no mercado internacional, com foco na aviação regional e executiva. A Avic é líder no mercado chinês de financiamento com ativos de leasing de mais de US$ 1,2 bilhão e frota de 62 aeronaves. Itaú compra parte da rede Wizard O Kinea, empresa de investimentos do Itaú, anunciou a aquisição de 20% do Grupo Multi, dono da rede de escolas de idiomas Wizard e da marca de ensino profissionalizante Microlins, entre outras empresas. O valor do negócio foi de R$ 200 milhões. Segundo Carlos Wizard, presidente do conselho do Grupo Multi, os investimentos serão usados para novas aquisições. “Com o aporte deixamos de ser uma empresa familiar para profissionalizarmos o negócio”, disse Wizard. Sotaque mexicano no PanAmericano? O bilionário Ricardo Salinas, um dos homens mais ricos do México, já começou a se movimentar para adquirir partes do império de Silvio Santos. O modelo de negócios de Salinas, por sinal, é parecido com o do dono do SBT. Salinas controla a TV Azteca, o Banco Azteca e possui uma operação de varejo, com as lojas Elektra. O mexicano entrou no Brasil há pouco mais de dois anos, mas sua atuação ainda é restrita ao Nordeste. O PanAmericano pode ser a plataforma ideal para seu ingresso em São Paulo e nas regiões Sul e Sudeste. A volta do outdoor? Os grandes eventos que virão ao Brasil nos próximos anos trouxeram de volta ao centro das discussões a polêmica Lei Cidade Limpa, que proíbe outdoors em São Paulo. Um grupo de empresários do setor encaminhará ainda este mês ao prefeito Gilberto Kassab um pedido de flexibilização da lei. Pão na TV A Rede Elemidia fechou um megacontrato com o Grupo Pão de Açúcar nesta semana. Em uma ação que custará mais de R$ 10 milhões, 145 lojas da rede varejista terão o Pão de Açúcar TV. Espera-se audiência de 10 milhões de clientes por mês. Voltar ao Índice
  19. 19. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  19 13. Agendas SECRETARIA DE COMÉRCIO E SERVIÇOS 24 de novembro de 2010 Despacho Interno. 25 de novembro de 2010 Despacho Interno. 26 de novembro de 2010 IV Reunião do Comitê Conjunto Brasil-Japão de Promoção de Comércio e Investimentos. Local: Tóquio - Japão DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS DE COMÉRCIO E SERVIÇOS 24 de novembro de 2010 09:00 – Homologação dos Relatórios do Módulo Venda do SISCOSERV 09:00 – 5ª Reunião Extraordinária do Comitê de Investimento e Financiamento do Fórum das MPE Local: MDIC 10:00 – Reunião preparatória da Bilateral Brasil-Paraguai. 14:00 – Seminário sobre Exportação de Serviços de Engenharia Local: CNC – Rio de Janeiro 15:00 – Reunião sobre as Emendas parlamentares à Media Provisória nº 495/2010 Local: MDIC 25 de novembro de 2010 IV Reunião do Comitê Conjunto Brasil-Japão de Comércio e Investimento. Local: Tóquio - Japão 09:00 – Homologação dos Relatórios do Módulo Venda do SISCOSERV 14:30 – Reunião com o Setor de Construção Civil, Engenharia e Arquitetura. Local: BNDES – São Paulo - SP 26 de novembro de 2010 IV Reunião do Comitê Conjunto Brasil-Japão de Promoção de Comércio e Investimentos. Local: Tóquio - Japão
  20. 20. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  20 DEPARTAMENTO DE MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS 24 de novembro de 2010 09:00 – 4ª Reunião Extraordinária do CT Investimento e Financiamento. Local: MDIC 25 de novembro de 2010 14:30 – 1ª reunião do GT1 do CT Tecnologia e Inovação. Local: MDIC 26 de novembro de 2010 Participar no 6º Encontro Estadual de ME E EPP do Pará Local: Belém - PA Voltar ao Índice
  21. 21. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  21 14. Feiras 11/11/2010 a 30/11/2010 – 5º Salão de Negócios Imobiliários da Bahia Setor: Construção Civil e Arquitetura Local: Centro de Convenções da Bahia Cidade: Salvador - BA 12/11/2010 a 17/12/2010 – 4ª Feira Natalina do Artesanato de Mato Grosso do Sul Setor: Artesanato, Artes e Coleções Local: Mezanino do Memorial da Cultura e Cidadania - FCMS Cidade: Campo Grande - MS 23/11/2010 a 28/11/2010 – 21ª Feira Nacional de Artesanato Setor: Artesanato, Artes e Coleções Local: Expominas Cidade: Belo Horizonte - MG 24/11/2010 a 16/03/2011 – 4ª Coletiva do Artesanato de Mato Grosso do Sul Setor: Artesanato, Artes e Coleções Local: Casa do Artesão de Campo Grande Cidade: Campo Grande - MS 29/11/2010 a 30/11/2010 – ATENDIMENTO VIP DE BH Setor: Jóias, Bijuterias, Pedras e Metais Preciosas Local: Max Savassi Apart Service Cidade: Belo Horizonte - MG 01/12/2010 a 03/12/2010 – EXPOSYSTEMS Setor: Comunicação, Divulgação e Publicidade Local: Palácio das Convenções do Anhembi Cidade: São Paulo - SP 03/12/2010 a 12/12/2010 – FAMI Setor: Diversos Local: Centro de Convenções do Ceará Cidade: Fortaleza - CE 10/12/2010 a 19/12/2010 – 4ª Multifeira Shopping da Moda Setor: Textil, Confecção e Vestuário Local: Centro de Convenções de Maceió Cidade: Maceió - AL 14/01/2011 a 30/01/2011 – FEIRA DOS ESTADOS E NAÇÕES - Edição João Pessoa Setor: Artesanato, Artes e Coleções Local: Jangada Clube Cidade: João Pessoa - PB
  22. 22. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  22 17/01/2011 a 20/01/2011 – COUROMODA Setor: Coureiro / Calçadista - Calçados e Artefatos, Máquinas e Componentes Local: Pavilhão de Exposições do Parque Anhembi Cidade: São Paulo - SP 18/01/2011 a 21/01/2011 – FIT 0/16 - Edição Outono/Inverno Setor: Textil, Confecção e Vestuário Local: Expo Center Norte - Pavilhão Azul Cidade: São Paulo - SP 19/01/2011 a 20/01/2011 – PREMIÈRE BRASIL Setor: Textil, Confecção e Vestuário Local: Transamerica Expo Center Cidade: São Paulo - SP 21/01/2011 a 30/01/2011 – FIART Setor: Artesanato, Artes e Coleções Local: Pavilhão das Dunas do Centro de Convenções Cidade: Natal - RN 29/01/2011 a 01/02/2011 – FEIRA E CONGRESSO INTERNACIONAL DE ODONTOLOGIA DO CENTENÁRIO Setor: Saúde Local: Expo Center Norte Cidade: São Paulo - SP 02/02/2011 a 11/09/2011 – ART MUNDI - Edição Santos Setor: Artesanato, Artes e Coleções Local: Mendes Convention Center Cidade: Santos - SP 03/02/2011 a 06/02/2011 – EXPO NOIVAS & FESTAS - EDIÇÃO IMIGRANTES Setor: Diversos Local: Centro de Exposições Imigrantes Cidade: São Paulo - SP 07/02/2011 a 11/02/2011 – SHOW RURAL COOPAVEL Setor: Agronegócio Local: BR 277 Km 577 Cidade: Cascavel - PR 15/02/2011 a 17/02/2011 – NOVA SERRANA FEIRA E MODA Setor: Coureiro / Calçadista - Calçados e Artefatos, Máquinas e Componentes Local: Centro de Eventos Cidade: Nova Serrana - MG O Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras está disponível no site Voltar ao Índice

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