TRAUMATISMO EM DENTES DECÍDUOS
PREVALÊNCIA DETRAUMATISMO DENTÁRIO  DENTIÇÃO DECÍDUAAutor               Ano           Amostra         Idade/PrevalênciaMes...
FATORES DE RISCOS                             Lesões de cárie                             Overjet >3mm                 ...
PROTOCOLO PARA ATENDIMENTO DE CRIANÇAS COM DENTES              DECÍDUOS TRAUMATIZADOSComunicação com os paisIdade da cri...
PROTOCOLO PARA ATENDIMENTO DE CRIANÇAS COM       DENTES DECÍDUOS TRAUMATIZADOSIDENTIFICAÇÃOHISTÓRIA MÉDICAHISTÓRIA DO T...
ANAMNESEIDENTIFICAÇÃOHISTÓRIA MÉDICA       Doenças sistêmicas, alergias , uso de medicamentos,profilaxia antitetânica. ...
EXAME CLÍNICO           EXAME EXTRA BUCAL Posição joelho a joelho/ Colo do responsável                (KRAMER; FELDENS, 2...
EXAME CLÍNICO  EXAME EXTRA BUCALLimpeza das áreas lesadas       (KRAMER; FELDENS, 2005)
LESÕES DOS TECIDOS MOLES                          ABRASÃO                   (KRAMER; FELDENS, 2005)   Lavagem da área (sa...
Laceração                       (KRAMER; FELDENS, 2005)            Limpeza, anestesia da região,            debridamento,...
EXAME EXTRA BUCAL    Feridas profundas no mento (fraturas condilares e fraturas em dentes posteriores)                   ...
ATMLimitação de abertura e fechamento  Fratura condilar, da maxila ou mandibula eluxações da mandibulaTESTE DE MOBILIDADE ...
TESTE DE VITALIDADEQUESTIONÁVEL (Idade/Cooperação; Resposta alterada(rizogênese ou rizólise); Estímulo nocivo a polpaEXAME...
EXAME RADIOGRÁFICOAuxiliar no diagnóstico, auxiliar no controle, valor Legal                          RADIOGRAFIAS OCLUSA...
RADIOGRAFIAS OCLUSAIS   CRIANÇAS MENORES:                         Macri;                          Filme Nº 2;           ...
INTRUSÃO:              Imagem encurtada do decíduo intruído – distante ao folículo               Imagem alongada do decí...
RADIOGRAFIAS LATERAIS                           INTRUSÃO   (Filme nº 2, exposição – 8 a 10s., Cone de RX – ponta(KRAMER; F...
REAÇÕES DO DENTE DECÍDUO AO TRAUMATISMOHemorragia Pulpar            6 meses após   (Kramer, Feldens, 2005)   (Kramer, Fel...
REAÇÕES DO DENTE DECÍDUO AO TRAUMATISMO                          Reabsorção Dentinária Interna(Kramer, Feldens, 2005)     ...
REAÇÕES DO DENTE DECÍDUO AO TRAUMATISMOAlteração de cor da coroa   Obliteração pulparReabsorção Externa                 ...
REAÇÕES DO DENTE DECÍDUO AO TRAUMATISMO Fìstula             Necrose PulparEdema/supuração                            (Kram...
REPERCUSSÕES DO TRAUMATISMO EM DENTES   DECÍDUOS NOS DENTES PERMANENTES          Hipoplasia de esmalte                (KRA...
Dilaceração radicular
REPERCUSSÕES DOTRAUMATISMO EM DENTES DECÍDUOS NOS DENTES     PERMANENTES
Má-formação semelhante a odontoma
TRINCAS DE ESMALTE   ACOMPANHAMENTO CLÍNICO E RADIORÁFICO(Acompanhamento      1 semana, 3/3 meses , 6 /6 meses,           ...
TRATAMENTO DE LESÕES DE TECIDO DURO                 FRATURA DE ESMALTE               (CORRÊA, 1999)POLIMENTO DAS BORDAS + ...
FRATURA DE ESMALTEComprometimento pulpar?ACOMPANHAMENTO CLÍNICO/RX
FRATURA DE ESMALTE E DENTINARestauração com resina composta/ ionômerode vidroProteção do complexo dentina polpaColagem ...
FRATURA CORONÁRIA ESMALTE/           DENTINA/ POLPA     Manutenção da vitalidade pulpar          Extensão da exposição ...
FRATURA CORONÁRIA COMPLICADA (ESMALTE/ DENTINA/ POLPA)              RIZOGÊNESE INCOMPLETA: Capeamento pulpar direto –    ...
FRATURA ESMALTE/ DENTINA E POLPA           RIZOGÊNESE INCOMPLETA:Sinais clínicos e radiográficos de alteração pulparirreve...
RIZOGÊNESE COMPLETA:Pulpectomia + Restauração com resina composta/Ionômero de vidro.Exodontia: exfoliaçãoControle e manute...
FRATURA CORONO-RADICULAR Sem envolvimento pulpar: proteção dentino-pulpar + restauração/ colagem do fragmento ( Até      ...
FRATURA CORONO-RADICULAR COMPLICADA Impossibilidade de selamento dente/rest.: exodontia       (4 a 5mm abaixo da margem g...
FRATURA RADICULARES                          Exame clínico:   Dente levemente extruído/ deslocamento para palatino/ lingu...
FRATURAS RADICULARESDIREÇÃO DAS FRATURASLongitudinal/Vertical (EXODONTIA)Transversa/Horizontal (+ freqüente) –Terço cervic...
FRATURA RADICULAR   FRATURA RADICULARTRANSVERSAL         OBLÍQUA
F R AT U R A   RADICULARLONGITUDINAL
FRATURA RADICULARES TRANSVERSAIS              Terço cervical: exodontia. Terço médio c/ pequena mobilidade: Reposicionam...
SUCESSO CLÍNICO E               RADIOGRÁFICO19/10/06                06/11/07           06/11/07
TRAUMATISMOS AOS TECIDOS DE SUSTÊNTAÇÃO              CONCUSSÃO: Alívio da oclusão /retirar a chupeta/ mamadeira/ hábitos ...
SUBLUXAÇÃO:Nenhum tratamento/ Alívio da oclusão/ remoção dachupeta (pequena mobilidade)/ Limpeza com clorexidina0,12% Tr...
LUXAÇÃO INTRUSIVA: Nenhum tratamento (raiz por vestibular); controle: 1 semana, 1 mês, 2 em 2 meses, 6 meses; 15/15 dias,...
LUXAÇÃO LATERAL: Observação: reposicionamento espontâneo/língua,Reposicionamento e imobilização por 15 a 21 dias: mínima...
Reposicionamento e imobilização
LUXAÇÃO EXTRUSIVA:CONTROLE: Se não interferir com a oclusão. REPOSICIONAMENTO E IMOBILIZAÇÃO SEMI-RIGIDA:Atendimento ime...
AVULSÃO Não reimplantar (anquilose, necrose, danos ao      sucessor, adequação comportamental)             Manutenção do...
INSTRUÇÕES AOS PAIS/              RESPONSÁVEIS Oferecer dieta macia por 15 dias; Escovar/ limpar os dentes após cada ref...
01/08/11• Michele, rene, katiane, leonildo, fausto,  juliano, jessika, joyce, palsia, carine, cristina,  ediclei, ester, d...
Traumatismo em DentesPermanentes de crianças e      adolescentes
Considerações Gerais•   Profissional deve estar preparado para o atendimento imediato    (emergência) e mediato (acompanham...
Considerações Gerais• O traumatismo dos dentes compromente , direta ou  indiretamente, de forma leve ou severa, a polpa  d...
Considerações    Gerais• Os incisivos centrais superiores são os dentes  mais afetados pelo trauma principal, e os  incisi...
Considerações Gerais• Afetados principalmente entre os 06 e 10 anos.• Fases diferentes do estagio de desenvolvimento  e mi...
Estágio de desenvolvimento                                            }•       da dentição permanente    Nivel:•   0 = aus...
Classificação das lesões           dentárias•   Fraturas de Esmalte: (completa, incompleta e trincas)•   Fratura de esmalte...
Fraturas por luxação
Lesões por Luxação• Concussão:        Tr a u m a à s estruturas do de sustentação d o d e n t e , a p re s e n t a n d o s...
ConcussãoO mecanismo de formação daconcussão deve-se principalmente a umimpacto frontal levando a umahemorragia e edema no...
Inicialmente promove-se oalívio das interferências            Tratamentooclusais, recomendando-seuma dieta macia por pelo ...
Subluxação• Trauma às estruturas de  sustentação do dente,  apresentando aumento  de mobilidade, porém  não há deslocament...
Quando o impacto tem umaforça maior, as fibras doligamento periodontal podemser rompidas, resultando numaumento de mobilid...
Tratamento da            SubluxaçãoAlívio oclusal, dietapastosa             econtenção opcionalpor 2 semanas +acompanhamen...
Luxação lateral                           Apresenta                           como sinal• Deslocamento       do    patogno...
É o deslocamento dodente, da sua posiçãonormal, do interior do       Luxação lateralalvéolo (para mesial,distal, vestibula...
Luxação ExtrusivaDeslocamento parcial do elemento dental para forado alveolo. Pode haver a ruptura completa ouestiramento ...
Luxação ExtrusivaClinicamente o dente está deslocado axialmente para fora de seualvéolo e, com a mobilidade extremamente a...
Luxação ExtrusivaA extrusão pode estar associada ao deslocamento vestibular,lingual e lateral com conseqüente injúria ao o...
O tratamento consiste noreposicionamento do dente,   Luxaçãoque muitas vezes éconseguido com pouco ou      Extrusivanenhum...
O prognóstico depende docorreto reposicionamento      Luxaçãodental e, também, doestágio de desenvolvimento    Extrusivara...
Deslocamento doelemento dentalpara o interior doosso alveolar. O           Luxação Intrusivaf e i xe v á s c u l o -nervos...
Luxação IntrusivaNeste tipo de lesão o dente édirecionado para o interior doprocesso alveolar devido a umimpacto dirigido ...
Luxação IntrusivaO dano resultante depende da idade do paciente. Quando ocorrena dentição decídua, devem-se fazer avaliaçõ...
Quando a intrusão ésevera, o dente pode ficar                             Luxação Intrusivatotalmente sepultado noosso alv...
Luxação IntrusivaDentes com formação radicular completa devem ser submetidosà intervenção endodôntica 15 dias após o traum...
Luxação IntrusivaO tratamento depende do estágio de desenvolvimento radicular e,no caso de rizogênese incompleta, pode-se ...
Luxação IntrusivaO reirrompimento espontâneo podedemorar alguns meses (2 a 4), devendoser monitorado radiograficamente.Qua...
Luxação IntrusivaDevido à freqüente perda de osso marginal e anquilose apóso procedimento, o reposicionamento cirúrgico to...
Luxação IntrusivaA extrusão deverá ser realizada por 3 semanas para permitir quea terapia endodôntica seja feita antes do ...
Luxação IntrusivaComo a necrose pulpar ocorre em quase 100% dos casos deintrusão, a terapia endodôntica ′′profilática′′ es...
Luxação IntrusivaCom relação ao periodonto, há um alto risco de reabsorçãoradicular (58% para dentes com rizogênese incomp...
AvulsãoÉ o deslocamento, com saída total, do dente do interior de seualvéolo, correspondendo de 0,5 a 16% das injúrias tra...
AvulsãoA idade maisfreqüentementeafetada é dos sete aos11 anos e, os dentesrecém-irrompidos, porterem ligamentoperiodontal...
AvulsãoTratamento:Após a avulsão há basicamente três tipos dealternativas de tratamento: reimplanteimediato, reimplante me...
AvulsãoReimplante imediato: Nos casos em que operíodo de tempo extra- alveolar for menor que60 minutos. E o meio de armaze...
AvulsãoNão fazer o reimplante: Pacientes com o ápice aberto e umperíodo extra-alveolar em meio seco por mais de 60 minutos...
AvulsãoSe o dente for mantido num meio fisiológico logo após otraumatismo, o tempo para o reimplante pode ser prolongado.N...
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    1. 1. TRAUMATISMO EM DENTES DECÍDUOS
    2. 2. PREVALÊNCIA DETRAUMATISMO DENTÁRIO DENTIÇÃO DECÍDUAAutor Ano Amostra Idade/PrevalênciaMestrinho et al. 1998 1853 1-5 anos 30,0%Zembruski et al. 2002 1545 0-6 anos 35,5%Zarzar et al, 2008 519 1-3 anos 41,6% A primeira parte da aula foi adaptada da apresentaçao da prof Patricia Zarzar da UFMG.
    3. 3. FATORES DE RISCOS Lesões de cárie Overjet >3mm Proteção labial Obesidade  FATORES ETIOLÓGICOS Quedas Acidentes automobilísticos Acidentes nos esportes Violência(Kramer, Feldens, 2005)
    4. 4. PROTOCOLO PARA ATENDIMENTO DE CRIANÇAS COM DENTES DECÍDUOS TRAUMATIZADOSComunicação com os paisIdade da criança /separação dos paisMedo do barulhoDizer, mostrar, fazerConsultas curtasDistraçãoSugestãoReforço positivoContenção/ Termo de consentimento
    5. 5. PROTOCOLO PARA ATENDIMENTO DE CRIANÇAS COM DENTES DECÍDUOS TRAUMATIZADOSIDENTIFICAÇÃOHISTÓRIA MÉDICAHISTÓRIA DO TRAUMATISMOLIMPEZA DAS ÁREAS LESADASEXAME EXTRA E INTRABUCALEXAME DOS TECIDOS MOLESEXAME DOS DENTES E ESTRUTURAS ÓSSEASEXAMES COMPLEMENTARESCONTROLE DA DOR SUTURAS DA MUCOSAS
    6. 6. ANAMNESEIDENTIFICAÇÃOHISTÓRIA MÉDICA Doenças sistêmicas, alergias , uso de medicamentos,profilaxia antitetânica. HISTÓRIA DO TRAUMATISMO Traumatismos anteriores Como, onde e quando? Ex. impacto no mento. Outros sintomas: alterações neurológicas Mastigação? Intrusão? Avulsão? Alimentação?
    7. 7. EXAME CLÍNICO EXAME EXTRA BUCAL Posição joelho a joelho/ Colo do responsável (KRAMER; FELDENS, 2005)
    8. 8. EXAME CLÍNICO EXAME EXTRA BUCALLimpeza das áreas lesadas (KRAMER; FELDENS, 2005)
    9. 9. LESÕES DOS TECIDOS MOLES ABRASÃO (KRAMER; FELDENS, 2005) Lavagem da área (sabonete anti-séptico + soro fisiológico) Remoção de corpos estranhos
    10. 10. Laceração (KRAMER; FELDENS, 2005) Limpeza, anestesia da região, debridamento, hemostasia e sutura. Laserterapia: 2 a 4J/cm2 sobre a lesão; diminuição de edema; efeito analgésico eantiinflamatório; estimula a reparação tecidual
    11. 11. EXAME EXTRA BUCAL Feridas profundas no mento (fraturas condilares e fraturas em dentes posteriores) (KRAMER; FELDENS, 2005)
    12. 12. ATMLimitação de abertura e fechamento Fratura condilar, da maxila ou mandibula eluxações da mandibulaTESTE DE MOBILIDADE DENTÁRIA E ÓSSEAFraturas do processo alveolarFratura radicularRuptura das fibras periodontaisREAÇÃO A PERCUSSÃOLesões no ligamento periodontal
    13. 13. TESTE DE VITALIDADEQUESTIONÁVEL (Idade/Cooperação; Resposta alterada(rizogênese ou rizólise); Estímulo nocivo a polpaEXAMES COMPLEMENTARESTransiluminação (KRAMER; FELDENS, 2005)
    14. 14. EXAME RADIOGRÁFICOAuxiliar no diagnóstico, auxiliar no controle, valor Legal RADIOGRAFIAS OCLUSAIS Intrusão, deslocamentos dentários, fraturas apicais e coronárias,fraturas alveolaresCRIANÇAS MAIORES: Feixe de radiação/ponta do nariz/filme nº. 2 / angulação 55 a 65 graus,tempo de exposição – 0,4seg. (WALTER; FERELLE; ISSAO, 1996)
    15. 15. RADIOGRAFIAS OCLUSAIS CRIANÇAS MENORES: Macri;  Filme Nº 2; Incidência: base do nariz; Angulação 40 a 45graus; Tempo de exposição: 0,4 seg (WALTER; FERELLE; ISSAO, 1996)
    16. 16. INTRUSÃO:  Imagem encurtada do decíduo intruído – distante ao folículo  Imagem alongada do decíduo intruído – Próximo ao folículo (Zarzar, 2007)(ANDREASEN; ANDREASEN, 2000)
    17. 17. RADIOGRAFIAS LATERAIS INTRUSÃO (Filme nº 2, exposição – 8 a 10s., Cone de RX – ponta(KRAMER; FELDENS, 2005)
    18. 18. REAÇÕES DO DENTE DECÍDUO AO TRAUMATISMOHemorragia Pulpar 6 meses após (Kramer, Feldens, 2005) (Kramer, Feldens, 2005)
    19. 19. REAÇÕES DO DENTE DECÍDUO AO TRAUMATISMO Reabsorção Dentinária Interna(Kramer, Feldens, 2005) (Kramer, Feldens, 2005)
    20. 20. REAÇÕES DO DENTE DECÍDUO AO TRAUMATISMOAlteração de cor da coroa Obliteração pulparReabsorção Externa (Kramer, Feldens, 2005)
    21. 21. REAÇÕES DO DENTE DECÍDUO AO TRAUMATISMO Fìstula Necrose PulparEdema/supuração (Kramer; Feldens, 2005)
    22. 22. REPERCUSSÕES DO TRAUMATISMO EM DENTES DECÍDUOS NOS DENTES PERMANENTES Hipoplasia de esmalte (KRAMER; FELDENS, 2005)
    23. 23. Dilaceração radicular
    24. 24. REPERCUSSÕES DOTRAUMATISMO EM DENTES DECÍDUOS NOS DENTES PERMANENTES
    25. 25. Má-formação semelhante a odontoma
    26. 26. TRINCAS DE ESMALTE ACOMPANHAMENTO CLÍNICO E RADIORÁFICO(Acompanhamento 1 semana, 3/3 meses , 6 /6 meses, 1 ano, exfoliação)
    27. 27. TRATAMENTO DE LESÕES DE TECIDO DURO FRATURA DE ESMALTE (CORRÊA, 1999)POLIMENTO DAS BORDAS + APLICAÇÃO TÓPICA DE FLÚOR (ATF)
    28. 28. FRATURA DE ESMALTEComprometimento pulpar?ACOMPANHAMENTO CLÍNICO/RX
    29. 29. FRATURA DE ESMALTE E DENTINARestauração com resina composta/ ionômerode vidroProteção do complexo dentina polpaColagem do fragmento
    30. 30. FRATURA CORONÁRIA ESMALTE/ DENTINA/ POLPA Manutenção da vitalidade pulpar Extensão da exposição Tempo decorrido Severidade das lesões associadas ao periodonto Idade do paciente
    31. 31. FRATURA CORONÁRIA COMPLICADA (ESMALTE/ DENTINA/ POLPA) RIZOGÊNESE INCOMPLETA: Capeamento pulpar direto – Tempo de exposição: - 24hs, exposição pequena, hemostasia, contaminação, sinais de vitalidade, idade do paciente. (Hidróxido de cálcio PA + Cimento de Hidróxido de cálcio + restauração).Pulpotomia – Tempo de exposição: + de 24hs, pólipo pulpar, hemostasia, grandes exposições, sinais de vitalidade, idade do paciente). (Hidróxido de cálcio, Pasta de Guedes Pinto, MTA, Cimentode Portland, Formocresol,etc.). CONTROLE E MANUTENÇÃO
    32. 32. FRATURA ESMALTE/ DENTINA E POLPA RIZOGÊNESE INCOMPLETA:Sinais clínicos e radiográficos de alteração pulparirreversível (lesão periapical, edema, fístula):TRATAMENTO PULPAR RADICAL + TRATAMENTO RESTAURADOR.MATERIAIS OBTURADORES:Pasta L&C - Hidróxido de cálcioPasta Guedes-Pinto – Rifocort + iodoformio + PMCC
    33. 33. RIZOGÊNESE COMPLETA:Pulpectomia + Restauração com resina composta/Ionômero de vidro.Exodontia: exfoliaçãoControle e manutençãoPulpectomia com Hidróxido de calcio: Isolamento absoluto; Abertura coronária – Broca esférica – acesso aoscanáis - endo Z – visualização dos canais; Instrumentação + irrigação ( Limas Keer- 1 +4/Hipoclorito de sódio 0,5%) Secagem(cones de papel); Obturação Hidróxido de cálcio (PA/ L&C) + Dycal/Guta-Persha + Ionômero de Vidro
    34. 34. FRATURA CORONO-RADICULAR Sem envolvimento pulpar: proteção dentino-pulpar + restauração/ colagem do fragmento ( Até 2mm além do limite gengival). Com envolvimento pulpar: Tratamento endodôntico/ restauração (matrizes plásticas)/colagem do fragmento (até 2mm além do limite gengival)
    35. 35. FRATURA CORONO-RADICULAR COMPLICADA Impossibilidade de selamento dente/rest.: exodontia (4 a 5mm abaixo da margem gengival)
    36. 36. FRATURA RADICULARES Exame clínico: Dente levemente extruído/ deslocamento para palatino/ lingual; Dor ao tocar no dente; Sangramento no sulco gengival. Radiografias Várias tomadas radiográficas em diferentes angulações Repetir as radiografias 30 dias após o trauma ( 1, 3, 6, 12, 24 meses – exfoliação)
    37. 37. FRATURAS RADICULARESDIREÇÃO DAS FRATURASLongitudinal/Vertical (EXODONTIA)Transversa/Horizontal (+ freqüente) –Terço cervical (EXODONTIA)Terço apical e médio/Deslocamento/Tempode atendimento odontológico.
    38. 38. FRATURA RADICULAR FRATURA RADICULARTRANSVERSAL OBLÍQUA
    39. 39. F R AT U R A RADICULARLONGITUDINAL
    40. 40. FRATURA RADICULARES TRANSVERSAIS Terço cervical: exodontia. Terço médio c/ pequena mobilidade: Reposicionamento (ZARZAR, 2006)
    41. 41. SUCESSO CLÍNICO E RADIOGRÁFICO19/10/06 06/11/07 06/11/07
    42. 42. TRAUMATISMOS AOS TECIDOS DE SUSTÊNTAÇÃO CONCUSSÃO: Alívio da oclusão /retirar a chupeta/ mamadeira/ hábitos de sucção Limpeza com clorexidina 0,12% Dieta leve/ temperatura tépida/ ingestão de líquidos por 2 semanas Controle clínico / radiográfico (4 semanas/ 3 a 4 meses/ 12 e 24 meses/ esfoliação)
    43. 43. SUBLUXAÇÃO:Nenhum tratamento/ Alívio da oclusão/ remoção dachupeta (pequena mobilidade)/ Limpeza com clorexidina0,12% Trat. Imediato: contenção/ 10 a 15 dias Dieta leve/ temperatura tépida/ ingestão de líquidos por2 semanas/ Controle clínico / radiográfico (15 dias/ 1 mês/3 meses/ anual/ esfoliação do dente). Grande mobilidade: exodontia
    44. 44. LUXAÇÃO INTRUSIVA: Nenhum tratamento (raiz por vestibular); controle: 1 semana, 1 mês, 2 em 2 meses, 6 meses; 15/15 dias, 3/3meses, 6 meses. Exodontia + mantenedor de espaço + antibióticos ?: raiz por palatino/ atingir o folículo/ radiolucidez/ fratura óssea/ abscesso/ exudato no sulco gengival/ febre. Orientação sobre limpeza da área.
    45. 45. LUXAÇÃO LATERAL: Observação: reposicionamento espontâneo/língua,Reposicionamento e imobilização por 15 a 21 dias: mínimamobilidade: atendimento imediato e sem risco para o permanente. Nenhum tratamento: mínima mobilidade + atendimento tardio (+ de3hs). Remoção de hábitos. Exodontia: Grande mobilidade, risco para o permanente.Controle clínico / radiográficoImobilização semi-rígida (Fio de nylon 0,8/ fio de aço 0,5 + Resina)
    46. 46. Reposicionamento e imobilização
    47. 47. LUXAÇÃO EXTRUSIVA:CONTROLE: Se não interferir com a oclusão. REPOSICIONAMENTO E IMOBILIZAÇÃO SEMI-RIGIDA:Atendimento imediato, deslocamento mínimo.EXODONTIA: atendimento tardio e interferência na oclusão.Controle clínico / radiográfico ( 7 a 10 dias remoção dacontenção/ 1 mês/ semestralmente/ esfoliação do dente).
    48. 48. AVULSÃO Não reimplantar (anquilose, necrose, danos ao sucessor, adequação comportamental) Manutenção do espaço Controle clínico e radiográfico
    49. 49. INSTRUÇÕES AOS PAIS/ RESPONSÁVEIS Oferecer dieta macia por 15 dias; Escovar/ limpar os dentes após cada refeição comescova macia ou gaze;Uso de clorexidina tópica 2 vezes ao dia por umasemana;Informar possíveis complicações do tratamento: - Presença de fístula - Mudança de cor do dente - Presença de abscesso
    50. 50. 01/08/11• Michele, rene, katiane, leonildo, fausto, juliano, jessika, joyce, palsia, carine, cristina, ediclei, ester, darlan, eluane• Adriano (saiu ... meio da aula) 50
    51. 51. Traumatismo em DentesPermanentes de crianças e adolescentes
    52. 52. Considerações Gerais• Profissional deve estar preparado para o atendimento imediato (emergência) e mediato (acompanhamento longitudinal) realizando o diagnóstico clínico-radiográfico para o estabelecimento de um plano de tratamento adequado.
    53. 53. Considerações Gerais• O traumatismo dos dentes compromente , direta ou indiretamente, de forma leve ou severa, a polpa dental e o ligamento periodontal.
    54. 54. Considerações Gerais• Os incisivos centrais superiores são os dentes mais afetados pelo trauma principal, e os incisivos laterais pelo trauma secundário.
    55. 55. Considerações Gerais• Afetados principalmente entre os 06 e 10 anos.• Fases diferentes do estagio de desenvolvimento e mineralização radicular
    56. 56. Estágio de desenvolvimento }• da dentição permanente Nivel:• 0 = ausência de crípta• 1 = Presença de crípta• 2 = Calcificação inicial• 3 = 1/3 da coroa completa• 4 = 2/3 da coroa completa Rizogênse incompleta• 5 = Coroa quase completa• 6 = Coroa completa• 7 = 1/3 de raiz completa• 8 = 2/3 de raiz completa• 9 = Raiz quase completa, ápice aberto• 10 = Ápice radicular Completo Estágios de NOLLA
    57. 57. Classificação das lesões dentárias• Fraturas de Esmalte: (completa, incompleta e trincas)• Fratura de esmalte e dentina sem exposição pulpar• Fratura de esmalte e dentina com exposição pulpar• Fratura radicular: somente raiz envolvendo cemento, dentina e polpa.• Fratura corono-radicular: envolvendo esmalte,dentina, cemento com ou sem incluir a polpa.
    58. 58. Fraturas por luxação
    59. 59. Lesões por Luxação• Concussão: Tr a u m a à s estruturas do de sustentação d o d e n t e , a p re s e n t a n d o sensibilidade à percussão, porém não há deslocamento ou mobilidade dental
    60. 60. ConcussãoO mecanismo de formação daconcussão deve-se principalmente a umimpacto frontal levando a umahemorragia e edema no ligamentoperiodontal. Apesar de clinicamentenão se observar alterações, o pacienterelata grande sensibilidade à percussãoou à mastigação. Como as fibras doligamento periodontal estão intactas, odente está firme em seu alvéolo, nãohavendo sangramento a partir do sulcogengival.
    61. 61. Inicialmente promove-se oalívio das interferências Tratamentooclusais, recomendando-seuma dieta macia por pelo damenos durante duas semanas.A contenção não é obrigatória, Concussãomas pode dar um maiorconforto ao paciente, nãodevendo se estender por maisde duas semanas. O controlepós-operatório deve serrealizado por dois meses. Oprognóstico, nestes casos, éb o m p o d e n d o o c o r r e r,entretanto, necrose pulpar nosdentes com forame apicalestreito. A reabsorçãoradicular é bastante rara.
    62. 62. Subluxação• Trauma às estruturas de sustentação do dente, apresentando aumento de mobilidade, porém não há deslocamento dental detectável clínica ou radiograficamente. O s a n g r a m e n t o espontâneo pelo sulco gengival é o sinal clinico patognomônico.
    63. 63. Quando o impacto tem umaforça maior, as fibras doligamento periodontal podemser rompidas, resultando numaumento de mobilidade do dentetraumatizado e, num pequenosangramento a partir do sulcogengival. O dente, entretantonão é deslocado, porém apresença de edema na região Subluxaçãoapical poderá causar umadiscreta extrusão dentária. Opaciente refere sensibilidade àmastigação e à percussão.Radiograficamente não seobserva sinal de nenhumaalteração.
    64. 64. Tratamento da SubluxaçãoAlívio oclusal, dietapastosa econtenção opcionalpor 2 semanas +acompanhamento.Prognóstico: Bom.
    65. 65. Luxação lateral Apresenta como sinal• Deslocamento do patognomônico elemento do seu eixo um som alto e central, podendo vir metálico à acompamnhado de percussão. fratura do alveolo. Clinicamente o dente afetado Radiograficamente pode encontra-se haver aumento do espaço desalinhado em periodontal. comparação aos d e n t e s adjacentes.
    66. 66. É o deslocamento dodente, da sua posiçãonormal, do interior do Luxação lateralalvéolo (para mesial,distal, vestibular oulingual). Além da lateral,a luxação pode ser,ainda, para fora,chamada de extrusiva oupara o interior doalvéolo, denominada deintrusiva.
    67. 67. Luxação ExtrusivaDeslocamento parcial do elemento dental para forado alveolo. Pode haver a ruptura completa ouestiramento do feixe vásculo nervoso juntamentocom ruptura das fibras periodontais e aumento doespaço periodontal
    68. 68. Luxação ExtrusivaClinicamente o dente está deslocado axialmente para fora de seualvéolo e, com a mobilidade extremamente aumentada. Apenasas fibras gengivais palatais impedem que o dente sejaavulsionado. O dente apresenta sensibilidade ao toque e àmastigação.
    69. 69. Luxação ExtrusivaA extrusão pode estar associada ao deslocamento vestibular,lingual e lateral com conseqüente injúria ao osso alveolar. Opaciente refere medo de fechar a boca. Radiograficamente aexposição periapical pela técnica da bissetriz é tão útil quantouma exposição oclusal, observando-se o espaço entre a raiz e aparede óssea alveolar.
    70. 70. O tratamento consiste noreposicionamento do dente, Luxaçãoque muitas vezes éconseguido com pouco ou Extrusivanenhum desconfortodispensando, inclusive, ainfiltração anestésica.Reposicionado o dente,deve-se proceder àcontenção com resinacomposta por três semanas( M A R Z O L A ;BRAMANTE et al., 2005).
    71. 71. O prognóstico depende docorreto reposicionamento Luxaçãodental e, também, doestágio de desenvolvimento Extrusivaradicular. ANDREASEN;ANDREASEN (2001)verificaram que a necrosepulpar ocorreu 64% dosdentes extruídos. Areabsorção radicular é raraapós a extrusão, sendo maiscomum na luxação lateral.
    72. 72. Deslocamento doelemento dentalpara o interior doosso alveolar. O Luxação Intrusivaf e i xe v á s c u l o -nervoso éesmagado contrao osso.Radiograficamente há a diminuiçaoou ausencia doe s p a ç operiodontal
    73. 73. Luxação IntrusivaNeste tipo de lesão o dente édirecionado para o interior doprocesso alveolar devido a umimpacto dirigido axialmente.Causa problemas severos parao dente afetado, ocorrendodano máximo à polpa e àsestruturas de sustentação.Envolvem normalmente osdentes anteriores superiores,sendo mais comum nadentição decídua.
    74. 74. Luxação IntrusivaO dano resultante depende da idade do paciente. Quando ocorrena dentição decídua, devem-se fazer avaliações quanto aodesenvolvimento do dente permanente subjacente. Se este nãotiver sido afetado pela injúria, é possível deixar o dente decíduoreirromper. O diagnóstico da intrusão deve tomar comoreferência os dentes vizinhos.
    75. 75. Quando a intrusão ésevera, o dente pode ficar Luxação Intrusivatotalmente sepultado noosso alveolar não sendovisível clinicamente. Odente afetado encontra-sefirmemente unido ao ossoe, normalmente nãoresponde aos testesclínicos de sensibilidadepulpar.
    76. 76. Luxação IntrusivaDentes com formação radicular completa devem ser submetidosà intervenção endodôntica 15 dias após o trauma. A radiografiadeverá ser bem posicionada e com angulação padronizada paraserem evitadas distorções. Desta forma, avalia-se melhor ofechamento apical e facilita-se a tomada da decisão quanto aintervenção endodôntica.
    77. 77. Luxação IntrusivaO tratamento depende do estágio de desenvolvimento radicular e,no caso de rizogênese incompleta, pode-se esperar oreirrompimento. Contudo, se não for iniciado em 10 dias, deve-seanestesiar o dente e luxá-lo levemente com um fórceps.
    78. 78. Luxação IntrusivaO reirrompimento espontâneo podedemorar alguns meses (2 a 4), devendoser monitorado radiograficamente.Quando se desenvolve uma radiolucidezperiapical ou uma reabsorção radicularinflamatória, é essencial a intervençãoendodôntica com o preenchimento docanal com pasta de hidróxido de cálcio,de acordo com a metodologiapreconizada (MARZOLA;BRAMANTE et al., 2005). A necrosepulpar é bastante freqüente neste tipo delesão independente do estágio dedesenvolvimento radicular.
    79. 79. Luxação IntrusivaDevido à freqüente perda de osso marginal e anquilose apóso procedimento, o reposicionamento cirúrgico total nãodeve ser realizado no momento do traumatismo. No caso dedesenvolvimento radicular completo, recomenda-se aextrusão ortodôntica, pois o reirrompimento espontâneo éimprevisível. A extrusão deverá ser realizada por 3 semanaspara permitir que a terapia endodôntica seja feita antes doaparecimento radiográfico de reabsorção radicularinflamatória (MARZOLA; BRAMANTE et al., 2005).
    80. 80. Luxação IntrusivaA extrusão deverá ser realizada por 3 semanas para permitir quea terapia endodôntica seja feita antes do aparecimentoradiográfico de reabsorção radicular inflamatória (MARZOLA;BRAMANTE et al., 2005).
    81. 81. Luxação IntrusivaComo a necrose pulpar ocorre em quase 100% dos casos deintrusão, a terapia endodôntica ′′profilática′′ está indicada. Aproservação clínica e radiográfica é importante por um períodode 3 a 5 anos. O prognóstico é reservado. Apenas os dentes comrizogênese incompleta demonstraram capacidade desobrevivência pulpar após a intrusão (MARZOLA, 2005).
    82. 82. Luxação IntrusivaCom relação ao periodonto, há um alto risco de reabsorçãoradicular (58% para dentes com rizogênese incompleta e, 70%para os dentes com rizogênese completa). Alguns dentesapresentam anquilose após 5 ou 10 anos, daí a necessidade deperíodos de acompanhamento prolongados (MARZOLA, 2005).
    83. 83. AvulsãoÉ o deslocamento, com saída total, do dente do interior de seualvéolo, correspondendo de 0,5 a 16% das injúrias traumáticas.A avulsão de dentes permanentes é mais comum na dentiçãojovem, quando o desenvolvimento radicular ainda estáincompleto e o periodonto, muito ainda em formação.
    84. 84. AvulsãoA idade maisfreqüentementeafetada é dos sete aos11 anos e, os dentesrecém-irrompidos, porterem ligamentoperiodontal maisfrouxo, são aquelesmais acometidos pelaavulsão.
    85. 85. AvulsãoTratamento:Após a avulsão há basicamente três tipos dealternativas de tratamento: reimplanteimediato, reimplante mediato e não fazer oreimplante.
    86. 86. AvulsãoReimplante imediato: Nos casos em que operíodo de tempo extra- alveolar for menor que60 minutos. E o meio de armazenamento sejafisiológico (soro fisiológico, saliva, leite, etc.)Reimplante mediato: Em pacientes comdesenvolvimento radicular completo e umperíodo extra-alveolar em meio seco maior que60 minutos.
    87. 87. AvulsãoNão fazer o reimplante: Pacientes com o ápice aberto e umperíodo extra-alveolar em meio seco por mais de 60 minutos,assim como em pacientes com condição periodontal grave elesões cariosas grandes e, não tratadas nos dentes envolvidos.
    88. 88. AvulsãoSe o dente for mantido num meio fisiológico logo após otraumatismo, o tempo para o reimplante pode ser prolongado.No caso da saliva, o tempo extra- alveolar deve ser limitado a 2ou 3 horas devido a natureza levemente hipotônica do meio.

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