Tipos de estudo

102.972 visualizações

Publicada em

Publicada em: Saúde e medicina, Negócios
2 comentários
87 gostaram
Estatísticas
Notas
Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
102.972
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
324
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
483
Comentários
2
Gostaram
87
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Tipos de estudo

  1. 1. Tipos de Estudo www.odontostation.com
  2. 2. Bibliografia • Epidemiologia clinica • Designing Clinical Research- Elementos esenciais 2nd edition • Robert H. Fletcher • Stephen B. Hulley et al • Clinical Trials: A practical • Como elaborar sua tese: approach Estrutura e referencias • Stuart j. Pocock • Edna Terezinha Rother • Primer of Epidemiology • Maria Elisa Rangel Braga • Gary D. Friedman • Evidence-based Medicine • Metdologia científica para a • David L. Sackett área de saúde • PDQ Statistics • Sônia Vieira • Geoffrey Norman • William Saad Hossne • David Streiner • www.evidencias.com • PDQ Epidemiology • www.metodologia.com • David Streiner • Gepffrey Norman
  3. 3. Conceitos Básicos
  4. 4. <ul><li>Conceitos Básicos </li></ul><ul><li>Bias (viés, tendenciosidade) </li></ul><ul><li>Randomização (aleatorização) </li></ul><ul><li>Mascaramento </li></ul><ul><li>Validade Interna </li></ul><ul><li>Fator em estudo </li></ul><ul><li>Desfecho clínico </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Conceitos Básicos </li></ul><ul><li>Bias (víeis, vício, tendenciosidade) </li></ul><ul><li>- Erro ou desvio sistemático do estudo </li></ul><ul><li>- Conclusões tendenciosas </li></ul><ul><li>- Seu efeito não é diminuído aumentando-se a amostra </li></ul><ul><li>Mascaramento (cegueira) </li></ul><ul><li>- Tentativa de evitar que os participantes do estudo saibam qual tratamento está sendo administrado </li></ul><ul><li>- Uni, duplo ou triplo-cego </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Bias </li></ul><ul><li>Seleção dos pacientes </li></ul><ul><li>Alocação do tratamento </li></ul><ul><li>Avaliação dos resultados </li></ul><ul><li>Análise dos dados </li></ul><ul><li>Relato dos Resultados </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Conceitos Básicos </li></ul><ul><li>Randomização (aleatório) </li></ul><ul><li>- Distribui os participantes ao acaso, mesma probabilidade </li></ul><ul><li>Validade interna </li></ul><ul><li>- Quando os resultados são verdadeiros para o grupo estudado (amostra) </li></ul><ul><li>Validade externa </li></ul><ul><li>- Aplicabilidade, generalização </li></ul><ul><li>- O quantos os resultados de um estudo aplicam-se a outros indivíduos </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Conceitos Básicos </li></ul><ul><li>Fator em estudo </li></ul><ul><li>- Agente de investigação que determina o desfecho de interesse </li></ul><ul><li>- Ex: fator de risco, de exposição, prognóstico </li></ul><ul><li>Desfecho clínico </li></ul><ul><li>- Evento de investigação supostamente causado pelo fator em estudo </li></ul><ul><li>- Ex: doença, complicação, efeito terapêutico </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Conceitos Básicos </li></ul><ul><li>Padrão ouro (gold standard) </li></ul><ul><li>Fator de confusão </li></ul><ul><li>Reprodutividade </li></ul><ul><li>Validade </li></ul><ul><li>Eficácia </li></ul><ul><li>Efetividade </li></ul><ul><li>Eficiência </li></ul>
  10. 10. <ul><li>Conceitos Básicos </li></ul><ul><li>Padrão ouro (gold standard) </li></ul><ul><li>- Método, procedimento ou medida largamente aceita como sendo a melhor </li></ul>
  11. 11. <ul><li>Conceitos Básicos </li></ul><ul><li>Fator de confusão </li></ul><ul><li>- Associação entre fator de estudo e a doença está distorcida por um terceiro fator associado tanto a exposição quanto ao risco de desenvolver a doença </li></ul><ul><li> Conjunto inicial </li></ul><ul><li> </li></ul><ul><li> </li></ul><ul><li>Grupo experimental Grupo controle </li></ul><ul><li>    </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Conceitos Básicos </li></ul><ul><li>Reprodutibilidade </li></ul><ul><li>-Capacidade de uma medida dar o mesmo resultado ou muito semelhante quando submetida à repetições </li></ul><ul><li>-Intra/inter-observador </li></ul><ul><li>Validade </li></ul><ul><li>-Capacidade de uma medida avaliar realmente aquilo que está pretendendo medir </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Conceitos Básicos </li></ul><ul><li>Eficácia </li></ul><ul><li>- Uma intervenção funciona em condições ideais </li></ul><ul><li>Efetividade </li></ul><ul><li>- Uma intervenção funciona em condições habituais </li></ul><ul><li>Eficiência </li></ul><ul><li>- Uma intervenção funciona em condições habituais, mesmo levando-se em consideração os custos e riscos </li></ul>
  14. 14. <ul><li>Conceitos Básicos </li></ul><ul><li>Sensibilidade </li></ul><ul><li>Especificidade </li></ul><ul><li>Incidência </li></ul><ul><li>Prevalência </li></ul><ul><li>Placebo </li></ul><ul><li>Intervenção </li></ul>
  15. 15. <ul><li>Conceitos Básicos </li></ul><ul><li>Sensibilidade </li></ul><ul><li>- Proporção de pessoas que tem um teste positivo e têm a doença </li></ul><ul><li>- Um teste sensível raramente deixa de encontrar pessoas com a doença </li></ul><ul><li>Especificidade </li></ul><ul><li>- Proporção de pessoas que têm um teste negativo e não tem a doença </li></ul><ul><li>- Um teste específico raramente classificará erroneamente pessoas sadias e doentes </li></ul><ul><li>Incidência </li></ul><ul><li>- Proporção de ind. que não têm uma condição clínica e que a desenvolve no decorrer de um período </li></ul>
  16. 16. <ul><li>Conceitos Básicos </li></ul><ul><li>Prevalência </li></ul><ul><li>- Proporção de indivíduos que apresentam uma condição clínica em um determinado ponto de tempo </li></ul><ul><li>Placebo </li></ul><ul><li>- Substância inerte administrada ao paciente para comparar seus efeitos com outra intervenção </li></ul><ul><li>Intervenção </li></ul><ul><li>- Qualquer tratamento ou procedimento administrados ao paciente de um estudo por determinação do investigador </li></ul>
  17. 17. <ul><li>Conceitos Básicos </li></ul><ul><li>Risco Relativo </li></ul><ul><li>- É a razão da incidência da doença entre os expostos e os não expostos </li></ul><ul><li>- Estudos coorte </li></ul><ul><li>Razão de risco (Odds ratio) </li></ul><ul><li>- Expressa a força de associação entre um fator em estudo e um desfecho clínico </li></ul><ul><li>- Estudos caso-controle </li></ul>
  18. 18. Tipos de Estudo
  19. 19. Série de casos ECR Tipos de Estudos Estados descritivos Estados analíticos Observacional Intervenção Caso-controle Transversal Coorte
  20. 20. <ul><li>Estudos Descritivos </li></ul><ul><li>Distribuição da doença na população de acordo com sua características </li></ul><ul><li>- Sexo, raça, idade, estado civil, classe social, distribuição geográfica, manifestações clínico-laboratoriais, tempo de ocorrência </li></ul>
  21. 21. <ul><li>Estudos Descritivos </li></ul><ul><li>Vantagens </li></ul><ul><li>- Facilidade de execução </li></ul><ul><li>- Baixo custo </li></ul><ul><li>- Rapidez nos resultados </li></ul><ul><li>Desvantagens </li></ul><ul><li>- Impossibilidade de estabelecer relação de causalidade entre fator de estudo e o desfecho clínico </li></ul><ul><li>- Pesquisador fica sujeito a lembranças e recomendações dos indivíduos investigados (biasviés) </li></ul>
  22. 22. <ul><li>Estudos Observacionais </li></ul><ul><li>São aqueles em que os participantes da pesquisa não são sorteados para respectivos grupos, porque já pertencem a eles antes do início da pesquisa </li></ul><ul><li>Estudos transversais </li></ul><ul><li>Coorte (longitudinal) </li></ul><ul><li>Caso-controle </li></ul>
  23. 23. <ul><li>Estudo Transversal </li></ul><ul><li>Determinação simultânea do fator de interesse e do desfecho em investigação numa população bem definida </li></ul><ul><li>Para avaliar se existe relação entre as variáveis (ex: fumantes e problemas respiratórios), o pesquisador toma uma amostra da população e conta o número de elementos que caem em cada categoria </li></ul><ul><li>Estudo de prevalência das doenças </li></ul>
  24. 24. Estudo Transversal Amostra Fumantes com problemas respiratórios Fumantes sem problemas respiratórios Não-fumantes com problemas respiratórios Não-fumantes com problemas respiratórios ... ... ... ...
  25. 25. <ul><li>Estudos de Prevalência </li></ul><ul><li>Examinam a relação entre doenças e outras características ou varáveis de interessem e com eles existem numa população definida , num período de tempo </li></ul><ul><li>A presença ou ausência de doença ou outras varáveis é determinada em cada membro da população do estudo ou numa amostra representativa num determinado período de tempo </li></ul><ul><li>Nº de pessoas com doença </li></ul><ul><li>Nº total no grupo </li></ul>
  26. 26. <ul><li>Estudos Coorte </li></ul><ul><li>Partem de grupos de indivíduos com ou sem fator de exposição e que ainda não desenvolveram o desfecho de interesse </li></ul><ul><li>Quando prospectivos os grupos são seguidos longitudinalmente, depois de certo tempo avalia-se quem desenvolve ou não a doença </li></ul>
  27. 27. <ul><li>Estudos Coorte </li></ul><ul><li>Exposição ao fator de risco Doença </li></ul><ul><li> Sim </li></ul><ul><li>População Amostra Tempo </li></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Não </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><li>Pesquisa </li></ul>Sim Sim
  28. 28. <ul><li>Estudos Coorte </li></ul><ul><li>Riscos Relativos </li></ul><ul><li>- Quantas vezes os indivíduos expostos desenvolve a doença quando comparados ao não expostos </li></ul><ul><li>- É a medida da força de uma associação nos estudos coorte </li></ul><ul><li>-Quando mais forte a associação, maior será risco relativo </li></ul><ul><li>- RR < 1 indica fator de proteção para doença </li></ul><ul><li>- RR = 1 indica que não existe associação </li></ul>
  29. 29. Risco Relativo Casos Não-casos Expostos a b Não-expostos c d RR=a/(a+b) c/(c+d)
  30. 30. <ul><li>Risco Relativo </li></ul><ul><li>Duzentos indivíduos (100 fumantes e 100 não) foram acompanhados num período de 5 anos. Ao final do estudo, os números encontrados foram(tabela) </li></ul><ul><li>Calcule a incidência da doença nos expostos </li></ul><ul><li>Calcule a incidência da doença nos não-expostos </li></ul><ul><li>Calcule o risco-relativo para fator em estudo (exposição) </li></ul>Doença Casos Não-casos Expostos 80 a 20 b Não-expostos 10 c 90 d RR=a(a+b) c/(c+d) RR=80/(100) 10/(100)
  31. 31. <ul><li>Estudos de Incidência </li></ul><ul><li>Enfocam mais diretamente os fatores relacionados ao desenvolvimento da doença </li></ul><ul><li>Um grupo populacional livre da doença a ser investigado é identificado num determinado tempo e os itens de interesse são medidos neste grupo </li></ul><ul><li>=Coorte </li></ul><ul><li>Estes pacientes são seguidos num determinado período de tempo para o desenvolvimento da doença possa ser estudado </li></ul><ul><li>- Nº de pessoas que desenvolve a doença </li></ul><ul><li>Nº total de pessoas </li></ul>
  32. 32. <ul><li>Estudos Caso-controle </li></ul><ul><li>O investigador parte de indivíduos com doença (casos) e sem doença (controles) e busca no passado a presença ou ausência do fator de exposição </li></ul><ul><li>A medida de estatística de associação entre exposição e doença é a razão de risco (odds ratio) </li></ul>
  33. 33. Estudos Caso-controle Exposição ao fator de risco Tempo Amostra com doença População Pesquisa Amostra de risco sem risco Sim Sim
  34. 34. <ul><li>Estudos Caso-controle </li></ul><ul><li>Razão de riscos (Odds ratio) </li></ul><ul><li>- Forma de expressar a força de associação entre um fator em estudo e um desfecho clínico quando o estudo não permite estimativa direta da incidência da doença na população estudada </li></ul>
  35. 35. Razão de chances Casos Não-casos Expostos a b Não-expostos c d
  36. 36. Razão de chances-Oddes ratio Duzentos indivíduos (100 câncer de pulmão e 100 não) foram avaliados retrospectivamente quando a exposição ou não ao cigarro. Ao final do estudo, os números encontrados foram: (tabela) 1. Calcule a razão de chances (associação) entre a exposição e a da doença Casos Não-casos Expostos 80 a 10 b Não-expostos 20 c 90 d RC=ad bc RC=80x90 10x20
  37. 37. <ul><li>Estudos </li></ul><ul><li>Prospectivos-Retrospectivos </li></ul><ul><li>Período de tempo durante o qual os dados foram registrados em relação ao tempo no qual o estudo começou </li></ul><ul><li>Prospectivo: O investigador planeja e controla os métodos de avaliação </li></ul><ul><li>Retrospectivo: Os dados já foram colhidos </li></ul>Retrospectivo Investigação Prospectivo Causa Efeito Efeito Causa
  38. 38. <ul><li>Ensaios clínicos Controlados </li></ul><ul><li>Estudos prospectivos utilizados para comparar determinada investigação com outra ou com placebo </li></ul><ul><li>Desenho considerado padrão-ouro para testar eficácia/efetividade </li></ul><ul><li>- Alocação randomizada </li></ul><ul><li>-possibilita a mesma probabilidade de um indivíduo cair num grupo ou outro de tratamento </li></ul><ul><li>- toma os grupos mais semelhantes entre si </li></ul><ul><li>- Estudo duplo-cego </li></ul>
  39. 39. <ul><li>Estudo tipo “Cross-Over” </li></ul><ul><li>Ensaio clínico em que todos os pacientes recebem os dois tratamentos </li></ul><ul><li>Necessita de um número maior de pacientes (tamanho menor da amostra) </li></ul>
  40. 40. Revisão Sistemática Revisão sistemática é um tipo de investigação científica que reúne vários estudos originais , sintetizando os resultados, através de estratégias que limitam vieses e erros aleatórios .
  41. 41. Metanálise È uma síntese matemática dos resultados dos estudos primários EC1 EC2 EC3 EC4 Revisão sistemática Metanálise
  42. 42. Possíveis Evidência Conclusões Existe Não-existe Suficiente insuficiente Ensaio clínico com protocolo adequado Qualidade Boa Poder estatístico bom Qualidade ruim Qualidade boa Qualidade ruim poder estatístico Poder estatístico Poder estatístico bom ruim ruim Não usar Usar ensaio clínico Ensaio Clínico Ensaio clínico c/ novo protocolo c/ mesmo protocolo c/novos protocolos
  43. 43. Revisão de Literatura
  44. 44. <ul><li>Publicações Médicas </li></ul><ul><li>1985: 20.000 revistas biomédicas </li></ul><ul><li>Para atualização nas 10 melhores revistas de Medicina Interna </li></ul><ul><li>- 200 artigos e 10 editorias por mês </li></ul><ul><li>- Expansão da literatura: </li></ul><ul><li>- 6 a 7% por ano </li></ul>
  45. 45. <ul><li>Fontes de informação </li></ul><ul><li>Artigos </li></ul><ul><li>Guias práticos </li></ul><ul><li>Editoriais </li></ul><ul><li>Meta-análise </li></ul><ul><li>Palestras </li></ul><ul><li>Seminários </li></ul><ul><li>Workshops </li></ul><ul><li>Propagandas e revistas médicas </li></ul><ul><li>Etc, etc, etc </li></ul>
  46. 46. <ul><li>Seleção de artigos </li></ul><ul><li>O artigo aborda a questão clínica específica que motivou a pesquisa? </li></ul><ul><li>O arquivo representa uma pesquisa original? </li></ul><ul><li>A pesquisa está baseada numa boa metodologia? </li></ul>
  47. 47. <ul><li>Estruturação dos artigos médicos </li></ul><ul><li>Método • Confiança </li></ul><ul><li>Revisão sistemática Maior </li></ul><ul><li>Estudo controlado randomizado </li></ul><ul><li>Estudo de coorte </li></ul><ul><li>Estudo de caso-controle </li></ul><ul><li>Série de casos </li></ul><ul><li>Relato de caso Menor </li></ul>
  48. 48. <ul><li>Estruturação dos artigos </li></ul><ul><ul><li>Título </li></ul></ul><ul><ul><li>Resumo </li></ul></ul><ul><ul><li>Introdução </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Por que você começou? </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Métodos </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>O que você fez? </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Resultados </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>O que você encontrou? </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Discussão </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>O que isso significa? </li></ul></ul></ul>
  49. 49. <ul><li>Estratégia para seleção e leitura de arquivos </li></ul><ul><li>Título (interessante ou não) não </li></ul><ul><li>Autores (impressão positiva ou não) não </li></ul><ul><li>Resumo (se válido, resultados são) não </li></ul><ul><li>úteis) </li></ul><ul><li>Local (se válidos, resultados podem não </li></ul><ul><li>ser implementados na prática diária) </li></ul>
  50. 50. <ul><li>Qual a proposição do artigo? </li></ul><ul><ul><li>Teste diagnóstico </li></ul></ul><ul><ul><li>Curso clínico e prognóstico </li></ul></ul><ul><ul><li>Etiologia </li></ul></ul><ul><ul><li>Terapia </li></ul></ul><ul><li>Se a resposta for sim </li></ul><ul><ul><li>Material e métodos </li></ul></ul><ul><ul><li>Avaliação completa e metodológica do artigo </li></ul></ul>
  51. 51. Aplicabilidade dos resultados do trabalho na prática diária Pacientes Não Sim Paciente Paciente
  52. 52. Pesquisa Científica
  53. 53. <ul><li>Pesquisa Científica </li></ul><ul><ul><li>Pesquisa é o conjunto de procedimentos sistemáticos baseado no raciocínio lógico, que tem por objetivo, encontrar soluções para problemas propostos, mediante a utilização de métodos científicos </li></ul></ul>
  54. 54. Pesquisa Científica OSP Cárie Qual é a pergunta do seu trabalho???
  55. 55. <ul><li>Anatomia da Pesquisa </li></ul><ul><ul><li>Pergunta </li></ul></ul><ul><ul><li>Significância </li></ul></ul><ul><ul><li>Desenho </li></ul></ul><ul><ul><li>Sujeito </li></ul></ul><ul><ul><li>Variáveis </li></ul></ul><ul><ul><li>Aspectos estatísticos </li></ul></ul>
  56. 56. <ul><li>Anatomia da Pesquisa </li></ul><ul><ul><li>Pergunta </li></ul></ul><ul><ul><li>- Qual a questão que o estudo vai abordar? </li></ul></ul><ul><ul><li>Significância </li></ul></ul><ul><ul><li>- Por que esta questão é importante? </li></ul></ul><ul><ul><li>desenho </li></ul></ul><ul><ul><li>- Como o estudo é estruturado? </li></ul></ul><ul><ul><li>Sujeito </li></ul></ul><ul><ul><li>- Quem são os sujeitos e como eles serão selecionados? </li></ul></ul><ul><ul><li>Variáveis </li></ul></ul><ul><ul><li>- Que medidas serão feitas? </li></ul></ul><ul><ul><li>Aspectos estatísticos? </li></ul></ul><ul><ul><li>- Qual o tamanho do estudo e como será analisado? </li></ul></ul>
  57. 57. Fisiologia da Pesquisa População Inferência Amostra Verdade no Universo Achados no estudo
  58. 58. Fisiologia da Pesquisa Desenho e implantação Escrevendo as conclusões
  59. 59. <ul><li>FINER criteria for a good research question </li></ul><ul><li>Feasible (possibilidade) </li></ul><ul><li>- Número adequado de pacientes </li></ul><ul><li>- Conhecimento da técnica </li></ul><ul><li>- Possível (tempo e dinheiro) </li></ul><ul><li>Interesting </li></ul><ul><li>- Para o investigador </li></ul><ul><li>Novel (recente) </li></ul><ul><li>- Confirma ou afasta um achado interior </li></ul><ul><li>- Amplia achados interiores </li></ul><ul><li>- Fornece novos conhecimentos </li></ul><ul><li>Ethical </li></ul><ul><li>Relevant </li></ul><ul><li>- Para o conhecimento científico </li></ul><ul><li>- Para as políticas clínicas e de saúde </li></ul><ul><li>- Direção para fundos de pesquisa </li></ul>
  60. 60. <ul><li>Requisitos para uma pesquisa </li></ul><ul><ul><li>Conhecimentos do assunto a ser pesquisado </li></ul></ul><ul><ul><li>Curiosidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Criatividade </li></ul></ul><ul><ul><li>Integridade intelectual </li></ul></ul><ul><ul><li>Atitude autocorretiva </li></ul></ul><ul><ul><li>Sensibilidade social </li></ul></ul><ul><ul><li>Imaginação disciplinada </li></ul></ul><ul><ul><li>Perseverança e paciência </li></ul></ul><ul><ul><li>Confiança na experiência </li></ul></ul>
  61. 61. <ul><li>Planejamento de uma </li></ul><ul><li>Pesquisa </li></ul><ul><ul><li>Escolha do tema </li></ul></ul><ul><ul><li>Delimitação do assunto </li></ul></ul><ul><ul><li>Levantamento bibliográfico ou revisão </li></ul></ul><ul><ul><li>Formulação do problema </li></ul></ul><ul><ul><li>Construção de hipóteses </li></ul></ul><ul><ul><li>Indicação das variáveis </li></ul></ul>
  62. 62. <ul><li>Planejamento de uma </li></ul><ul><li>Pesquisa </li></ul><ul><ul><li>Delimitação do universo (amostragem) </li></ul></ul><ul><ul><li>Seleção dos métodos e técnicas </li></ul></ul><ul><ul><li>Construção dos instrumentos de pesquisa </li></ul></ul><ul><ul><li>Teste dos instrumentos e procedimentos metodológicos </li></ul></ul>
  63. 63. <ul><li>Escolha do Tema </li></ul><ul><ul><li>Originalidade </li></ul></ul><ul><ul><li>• Novo enfoque </li></ul></ul><ul><ul><li>• Novos argumentos e pontos de vista </li></ul></ul><ul><ul><li>• Contribuir para o esclarecimento do assunto </li></ul></ul><ul><ul><li>Relevância </li></ul></ul><ul><ul><li>• Deve ter importância </li></ul></ul><ul><ul><li>• Estar ligado a uma questão de interesse geral </li></ul></ul><ul><ul><li>Viabilidade </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>• Aspectos práticos da pesquisa </li></ul></ul></ul>
  64. 64. Definido o Problema Pergunta principal do Estudo
  65. 65. <ul><li>Definido o Problema </li></ul><ul><ul><li>1º passo é um dos mais difíceis </li></ul></ul><ul><ul><li>Definir o problema e escolher a questão ou questões a serem respondidas </li></ul></ul><ul><ul><li>Questões: relacionadas à prevenção, diagnósticos e/ou tratamento </li></ul></ul>
  66. 66. <ul><li>Pergunta Principal </li></ul><ul><ul><li>Objetiva </li></ul></ul><ul><ul><li>Específica </li></ul></ul><ul><ul><li>Relevante </li></ul></ul><ul><ul><li>Pesquisador : definição clara e objetiva da pergunta a que o estudo se propõe responder </li></ul></ul>
  67. 67. <ul><li>Pergunta do Estudo </li></ul><ul><ul><li>O paciente ou problema em questão </li></ul></ul><ul><ul><li>A “intervenção” ou fator em estudo </li></ul></ul><ul><ul><li>Intervenção de comparação (quando relevante) </li></ul></ul><ul><ul><li>Desfecho clínico de interesse </li></ul></ul>
  68. 68. <ul><li>Pergunta do Estudo </li></ul><ul><li>A partir da definição da pergunta: </li></ul><ul><ul><ul><li>Revisar a leitura </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Escolher o método de estudo </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Preparar o protocolo </li></ul></ul></ul>
  69. 69. 1- O que é um estudo: (crie um exemplo de cada) a) Clínico randomizado b) Coorte c) Transversal d) Caso-controle 2- O que é risco relativo? 3- O que é um viéis de pesquisa? Onde pode ocorrer? 4- Qual a diferença entre Sensibilidade e Especificidade? 5- Defina randomização. 6- O que é mascaramento ou cegueira de um estudo? 7- O que é placebo? 8 – Defina Eficácia, eficiência, efetividade.

×