Materiais Dentários

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Materiais Dentários

  1. 1. Introdução aDisciplina deMateriaisDentários1 2 3 45 6Amálgama AdesivosDentinários ResinasCimentosOdontológicosMaterial deMoldagemProf. Flavio Salomao-MirandaEmail: flavioes@gmail.com
  2. 2. Introdução a Disciplina de MateriaisDentáriosPadrões dePerformanceEstrutura daMatériaPropriedadesFísicasPropriedadesMecânicasBiocompatibilidade
  3. 3. Padrões de Performance
  4. 4. Padrões de Performance
  5. 5. Padrões de Performance
  6. 6. Padrões de Performance
  7. 7. Padrões de Performance
  8. 8. Padrões de Performance
  9. 9. Padrões de Performance
  10. 10. Padrões de Performance
  11. 11. Padrões de Performance
  12. 12. Padrões de PerformanceEstrutura da Matéria
  13. 13. Padrões de PerformanceEstrutura da MatériaO comportamento dos materiais está baseado em sua estruturaatômica.
  14. 14. Padrões de PerformanceEstrutura da MatériaLigaçõesInteratômicasPrimáriasIônicaSão ligaçõesquímicassimples, resultantes da atraçãomútua de cargaspositivas enegativas. Ex.:Na+Cl-.FaseCristalina dogesso.
  15. 15. Padrões de PerformanceEstrutura da MatériaCovalenteDois elétrons devalência sãocompartilhados.Ex.: H2.Resinasodontológicas.LigaçõesInteratômicasPrimárias
  16. 16. Padrões de PerformanceEstrutura da MatériaMelhor compreendidopelo estudo do cristalmetálico , como o ouropuro. Os átmos podemdoar facilmente elétronsde sua órbita externa eformar um gás comelétrons livres.LigaçõesInteratômicasPrimáriasMetálica
  17. 17. Padrões de PerformanceEstrutura da MatériaForças de Vander WaalsLigação fraca, ondenormalmente os elétrons doátomo se encontram igualmentedisptribuidos ao redor do núcleoe produzem um campoeletrostático ao redor doátomo, podendo flutuar depositivo a negativo.LigaçõesInteratômicasSecundárias
  18. 18. Padrões de PerformanceEstrutura da MatériaCristalinidadeA resistência mecânica ea deformação plásticados metais podem serexplicados com base nadistribuiçãotridimensional dos seusátomosEstrutura da MatériaEstruturaCristalina
  19. 19. Padrões de PerformanceEstrutura da MatériaCristalinidade Estrutura da MatériaEstruturaCristalina14 redesCristalinasde Bravais
  20. 20. Padrões de PerformanceEstrutura da MatériaQuando duas substâncias são postas em contato íntimo umacom a outra, as moléculas de um substrato aderem ou sãoatraídas pelas moléculas do outro substrato. Esta força édenominada ADESÃO quando moléculas dissimilares sãoatraídas, e COESÃO quando moléculas do mesmo tipo sãoatraídas.Adesão X Coesão
  21. 21. Padrões de PerformanceEstrutura da MatériaO material ou película adicionada para produzir a adesão éconhecida como adesivo, enquanto o material ao qual este éaplicado é denominado aderente.Adesivo X Aderente
  22. 22. Padrões de PerformanceEstrutura da MatériaUma forte aderência pode ser obtida através de adesãomecânica ou retenção em vez de atração molecular.Adesão Mecânica
  23. 23. Padrões de PerformanceEstrutura da MatériaA energia na superfície de um sólido é maior do que em seuinterior.Energia de SuperfícieA tensão superficial e aqualidade adesivapodem ser reduzidas porimpurezas superficiais ...
  24. 24. Padrões de PerformanceEstrutura da MatériaÉ muito difícil forçar a adesão entre dois sólidos, independentede quão lisas estas superfícies podem aparentar.MolhamentoA atração é geralmentedesprezível quando asmoléculas superficiais dassubstâncias que se atraem sãoseparadas por distanciasmaiores do que 0,7 µm.
  25. 25. Padrões de PerformanceEstrutura da MatériaPara produzir este tipo de adesão o líquido deve escoar facilmentesobre toda a superfície e aderir ao sólido. Esta propriedade é conhecidacomo molhamento.MolhamentoA capacidade de um adesivo molhar a superfície de um aderente éinfluenciada por uma série de fatores.
  26. 26. Padrões de PerformanceEstrutura da MatériaUm método de solucionar a dificuldade de adesão é utilizar um fluidoque escoe para dentro dessas irregularidades e promova o contatocom uma maior parte da superfície.MolhamentoDuas placas de vidro polidas possuem pequena adesão, agora insira umpelícula de água entre elas...o que acontece? Você aumenta a superfíciede contato consequentemente a adesão.
  27. 27. Padrões de PerformanceEstrutura da MatériaLimpeza superficialMolhamentoPolitetrafluoroetileno
  28. 28. Padrões de PerformanceEstrutura da MatériaÂngulo de contatoA extensão pela qual umadesivo molha a superfíciede um aderente pode serdeterminada pela medida doângulo de contato entre oadesivo e o aderente.
  29. 29. Padrões de PerformanceEstrutura da MatériaÂngulo de contatoQuanto menor oângulo de contatoentre o adesivo e oaderente, melhor acapacidade doadesivo preencheras irregularidadesda superfície.
  30. 30. Padrões de PerformanceEstrutura da MatériaÂngulo de contatoBolhas de ar podem ser criadas durante o espalhamento doadesivo, impedindo o completo molhamento de tora a superfície.
  31. 31. Propriedades FísicasDureza é uma propriedade que é com frequência utilizada para se prevera resistência ao desgaste de um material e sua capacidade paraabrasionar a estrutura dental antagonista.Dureza
  32. 32. Propriedades FísicasDureza é uma propriedade utilizada na seleção e especificação dosmateriais , em estudos e pesquisas e na comparação do desempenho deprodutos e instrumentos odontológicosOs testes de dureza sãoincluídos em váriasespecificações da ADA paradiferentes materiais derestauração.
  33. 33. RESUMONo presente trabalho, foi avaliada a dureza Vickersde 29 compósitos, nos quais a fotoativação semprefoi de 80 segundos. Em cada um dos 3 corpos-deprova de cada material, a dureza denominadainicial era aquela verificada na idade de 15minutos; a dureza final era determinada apósaquele mesmo espécime ter sido armazenado emágua desionizada, a 37ºC, durante 168 horas. Osmaiores valores de dureza final foram detectadosnas resinas Filtek Z-100 e Filtek P-60, queapresentaram valores estatisticamentesemelhantes entre si, enquanto os menores foramobservados nas resinas Helioprogress, AmelogenMicro Fill, Durafill VS, Heliomolar e SiluxPlus, também de comportamento estatisticamentesemelhante.Pires et al. Avaliação da Dureza Vickers de 29 resinas.RevistaOdontológica de Araçatuba, v.28, n.3, p. 16-23, Setembro/Dezembro, 2007
  34. 34. Propriedades FísicasViscosidadeViscosidade é amedida daconsistência deum fluido e suaincapacidade deescoamento.Viscosidade Escoamento=Temperatura = Viscosidade
  35. 35. Um líquido que setorna menos viscoso emais fluido sobpressão é chamadotixotrópico.
  36. 36. Propriedades FísicasViscosidadeTixotrópicos:Pasta ProfiláticasGessoCimentos resinososEx.: A pasta profiláticanão escoa da taça deborracha antes de sergirada e pressionadacontra os dentes.
  37. 37. Propriedades FísicasCreep (fluência)*A temperatura tem um papel importantíssimo nesse fenômenoOcorre devido à movimentação de falhasLimita o tempo de vida de um determinado componente ou estruturaÉ a deformação plástica que ocorre nummaterial, sob tensão constante ou quaseconstante, em função do tempo.
  38. 38. Propriedades FísicasCreep (fluência)*A fluência é a capacidade que ummetal tem de alterar o seu tamanho ea sua resistência mecânica ao longodo tempo quando apenas sujeito àuma força constante e umatemperatura de 40% da suatemperatura de fusão (TF).O Amálgama devido aseu baixo ponto defusão pode sofrer creep.
  39. 39. Propriedades FísicasCorLuz é uma radiaçãoeletromagnética quepode ser detectadapelo olhohumano, que é visívela ondas decomprimento deaproximadamente400 (violeta) a 700nm (vermelho escuro)A intensidade de luz refletida eas intensidades combinadasde ondas presentes na luzdeterminam as propriedadesvisuais
  40. 40. Propriedades FísicasCorPropriedade Visuais:Matiz, Luminosidadee saturação
  41. 41. Propriedades Físicas
  42. 42. Propriedades FísicasCondutividade Térmica (k)A transmissãode calor atravésde substânciassólidas ocorrepela conduçãoInterações das vibrações das grades espaciais e pela movimentação de elétrons e suasinterações com os átamos
  43. 43. Propriedades FísicasCondutividade Térmica (k)Elevado (k) = condutoresBaixo (k) = isolantesA (k) ou coeficiente de condutividade térmica constitui a quantidade expressa em calorias porsegundo que passa através de um espécime de 1 cm de espessura com uma área de 1 cm²
  44. 44. Propriedades FísicasCoeficiente de expansão térmica (α)Uma restauração dentalpode se expandir ou secontrair mais que o dentedurante a alteração detemperatura, comisso, poderá sofrerinfiltração ou se desadaptardo denteMudança em comprimento por unidade do comprimento original de um material, quando atemperatura é aumentada em 1ºC.Material Coef. Exp. TérmicaDentina 8,3Esmalte 11,4Amalgama 25Resina 14-50Selante 85
  45. 45. Propriedades MecânicaTensões e DeformaçõesTensão é força pela unidade de área atuando em milhões de átomos ou moléculas em um dadoplano de material.Deformação pode ser plástica ou elástica. A elástica é reversível, enquanto a plástica épermanente.
  46. 46. Propriedades MecânicaTensão de TraçãoTraçãoUma tensão de tração é causadapor uma carga que tende a esticarou alongar um corpo.Um tensão de tração sempre estáacompanhada uma deformação detração.Geralmente várias tipos de tensãoacontecem ao mesmo tempoCompressão
  47. 47. Propriedades MecânicaTensão de CompressãoSe um corpo é colocado sob umacarga que tende a encurtá-lo, aresistência interna é a tesão decompressãoUm tensão de compressão sempreestá acompanhada umadeformação compressiva.Compressão
  48. 48. Propriedades MecânicaTensão de CisalhamentoNa cavidade oral, uma falha por cisalhamento dificilmente ocorrerá devido assuperfícies restauradas dos dentes serem geralmente de superfícieirregulares e rugosas.A presença de chanfros, biséis ou alterações de curvaturas em uma superfíciedental aderida pode tornar difícil de acontecer uma falha por tensão decisalhamento.
  49. 49. Propriedades MecânicaTensão de Flexão
  50. 50. Propriedades MecânicaDeformaçõesMódulo de Elasticidade: Descreve a rigidez de ummaterial, que é medida pela curva da porção elástica de umdiagrama tensão/deformação.
  51. 51. Propriedades MecânicaDeformaçõesResiliência é um conceito oriundo da física, que se refere àpropriedade encontrada em alguns materiais; capacidade deacumular energia quando exigidos, ou quando submetidos aestresse sem ocorrer ruptura. Após a tensão cessar poderá ou nãohaver uma deformação residual causada pelo estímulo recebido nomaterial.
  52. 52. Propriedades MecânicaFriabilidadeIncapacidade relativa de um material suportar uma deformaçãoplástica ou elástica antes da fratura ocorrer.Por exemplo: amálgama, cerâmicas e resinas.
  53. 53. BiocompatibilidadeBiomaterial = qualquer substância que não seja um medicamento, eque possa ser usado durante qualquer período como parte de umtratamento, estimulando a reparação de qualquer tecido, órgão oufunção do organismoBiocompatibilidade
  54. 54. BiocompatibilidadeBiocompatibilidade= harmonioso com a vida e não possuindo efeitostóxicos ou prejudiciais às funções biológicos.BiocompatibilidadeTestes• Primário = avaliação citotóxica;• Genotoxidade = determinar mutações• Secundário = Potencial de criar toxicidadesistêmica, toxicidade quanto a inalação, irrutação napele e reações a implantes.• Teste Pré-clinico
  55. 55. Obrigado e até a próxima aula!!!Flávio Salomão-Mirandaflavioes@gmail.com

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