Derrame pleural parapneumônico

5.830 visualizações

Publicada em

Publicada em: Saúde e medicina
0 comentários
2 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
5.830
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
1.425
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
15
Comentários
0
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Derrame pleural parapneumônico

  1. 1. RESUMO DE ARTIGO
  2. 2. <ul><li>DPP Não complicado </li></ul><ul><li>DPP complicado </li></ul><ul><li>Empiema </li></ul>
  3. 4. <ul><li>Diabetes mellitus, </li></ul><ul><li>Alcoolismo, </li></ul><ul><li>Má conservação dental, </li></ul><ul><li>Refluxo gastresofagiano, </li></ul><ul><li>Artrite reumatóide, </li></ul><ul><li>Doenças crônicas pulmonares, </li></ul><ul><li>Uso de drogas ilícitas intravenosas. </li></ul>
  4. 5. <ul><li>Dor pleurítica </li></ul><ul><li>Tosse </li></ul><ul><li>Febre </li></ul><ul><li>Dispnéia </li></ul><ul><li>Redução de MV e de FTV </li></ul>
  5. 6. <ul><li>Decúbito Lateral: 10 a 15 ml - lâmina de líquido de menos de 10 mm. </li></ul><ul><li>Perfil: Uma lâmina de 10 mm é visualizada como uma imagem de até 5 cm. </li></ul>
  6. 7. <ul><li>Visualização de derrames de pequeno volume </li></ul><ul><li>Identificação de derrames loculados </li></ul><ul><li>Guiar local de punção na realização da toracocentese. </li></ul>
  7. 8. <ul><li>Avaliação de espessamento Pleural </li></ul><ul><li>Avaliação da dimensão das loculações </li></ul><ul><li>Visualização de detalhes do parênquima pulmonar e das estruturas mediastinais </li></ul>
  8. 11. OBS: Macrolídeos não possuem boa penetração no líquido pleural, não devendo ser utilizados.
  9. 13. <ul><li>Pacientes sem melhora clínica após as primeiras 72 horas de antibioticoterapia devem ser submetidos a exames adicionais. </li></ul>
  10. 14. <ul><li>Considerar somente nos pacientes com derrames menores que a metade do hemitórax, com Gram e cultura negativos e pH > 7,2 </li></ul>
  11. 15. <ul><li>DPP volumosos ou que se apresentem com Gram ou cultura positivos ou pH < 7,2. </li></ul><ul><li>Empiema franco. </li></ul><ul><li>DPP recidivados após toracocentese inicial ou nos pacientes com quadro clínico instável. </li></ul>
  12. 16. <ul><li>Melhora clínica e radiológica </li></ul><ul><li>Diminuição do débito de drenagem para menos de 100 ml/dia para os derrames não empiemáticos. </li></ul><ul><li>No empiema, aguardar a parada total da drenagem, seguida da confirmação por imagem da obliteração total do espaço pleural. </li></ul>
  13. 17. <ul><li>Drenagem prolongada (> 7 - 10 dias), a formação precoce de septos, e a presença de fístula prolongada ou de espessamento pleural com encarceramento pulmonar devem levar à consideração de outras alternativas de abordagem. </li></ul>
  14. 18. <ul><li>Uso controverso </li></ul><ul><li>Promove lise das loculações. </li></ul><ul><li>Opções: </li></ul><ul><ul><li>Estreptoquinase </li></ul></ul><ul><ul><li>Uroquinase </li></ul></ul><ul><ul><li>Fator ativador de plasminogênio </li></ul></ul><ul><li>Podem auxiliar na dissolução da malha de fibrina, principalmente se utilizados na primeira semana de surgimento de septações. </li></ul>
  15. 19. <ul><li>Estreptoquinase via intrapleural através do dreno torácico: </li></ul><ul><li>Dose - 250.000 UI, diluída em 50 ou 100 ml de SF 0,9% 1 ou 2 x/dia. Até 3 dias </li></ul><ul><li>Dose total máxima: de 1.500.000 UI </li></ul><ul><li>Após administração o dreno deve ser clampeado por 2 horas. </li></ul><ul><li>Sinal de melhora: Aumento importante do volume de líquido drenado. </li></ul>
  16. 20. <ul><li>Mais eficaz, com hospitalização mais curta e menor custo, quando comparada à drenagem com uso de fibrinolítico . </li></ul><ul><li>Menor custo e menor agressão quando comparada à decorticação. </li></ul>
  17. 21. <ul><li>Indicações: </li></ul><ul><ul><li>Empiema com inadequada expansão pulmonar. </li></ul></ul><ul><ul><li>Casos de fístula persistente do parênquima. </li></ul></ul><ul><ul><li>Coleções encistadas residuais pós-tratamento com fibrinolíticos ou pleuroscopia. </li></ul></ul>
  18. 22. <ul><li>Indicações: </li></ul><ul><ul><li>Pacientes muito debilitados </li></ul></ul><ul><ul><li>Empiemas crônicos </li></ul></ul>
  19. 23. <ul><li>Cavidade residual extensa sem previsão de fechamento curto prazo. </li></ul><ul><ul><li>Procede-se com ressecção de parte de um ou dois arcos costais na porção mais dependente da cavidade, com a transformação da loja empiemática em pleurostomia. </li></ul></ul><ul><li>Alternativa: Colocação de uma prótese para tornar o orifício menor, porém sem o risco de fechamento precoce. </li></ul>

×