FEI – DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA   DA   PRODUÇÃO – SISTEMAS DE INFORMAÇÃO – NPA810      CONVERGÊNCIA      E INTEROPERABILI...
AGENDA            História da tecnologia: computadores e Internet            Internet / Intranet / Extranet            ...
HISTÓRIA DA TECNOLOGIA: COMPUTADORES E INTERNET                                                            As primeiras má...
HISTÓRIA DA TECNOLOGIA: COMPUTADORES E INTERNET  A era pré Moderna dos computadores - Turing                              ...
HISTÓRIA DA TECNOLOGIA: COMPUTADORES E INTERNET             Quarta geração (1970 até hoje) –           Altair 8800 / Apple...
HISTÓRIA DA TECNOLOGIA: COMPUTADORES E INTERNET              1960s –                                                      ...
HISTÓRIA DA TECNOLOGIA: COMPUTADORES E INTERNET     1980s –•    Expansão de redes     (Backbones)•    Movimentos de “fonte...
HISTÓRIA DA TECNOLOGIA: COMPUTADORES E INTERNET                     Atualmente –         http://www.internetworldstats.com...
INTERNET / INTRANET / EXTRANET                                                                                            ...
INTERNET / INTRANET / EXTRANET                        Comparativo entre as tecnologias:                                   ...
REDE WIRELESS   Significado: O termo Wireless, em tradução livre, sem fio, nada mais é que do    que qualquer tipo de con...
REDE WIRELESSEvolução das redes Wireless   Wi-fi: um sinônimo para a tecnologia IEEE 802.11, que permite a conexão entre ...
REDE WIRELESS     Bluetooth: é um padrão global de comunicação de baixo consumo de      energia que permite a transmissão...
INTERNET MÓVEL     Significado: é definida como o uso de tecnologias de comunicação de fio, o      famoso wireless, para ...
INTERNET MÓVEL   Evolução            Wireless Application Protocol – Wap            1ªGeração (1G): Comunicação por voz...
INTERNET MÓVEL       Operadoras de Celular - 2012        Existem no Brasil 7 grupos de operadoras de celular.            ...
INTERNET MÓVEL         Comparação da internet móvel e internet fixa    Exemplo: Correios contratam internet móvel para qu...
IPTV                           Internet Protocol Television             "A redefinição da televisão ocorrerá quando as pes...
ARQUITETURA DO SISTEMA DE TVDI                                                          A Central de Produções é          ...
PADRÕES DE IPTV    Responsáveis pela  interatividade, com os     telespectadores O uso de middleware facilita aportabilida...
PADRÕES MUNDIAIS DE TVDI                                           DVB•O projeto DVB - Digital Video Broadcasting é um con...
PADRÕES MUNDIAIS DE TVDI                                           ISDB•O padrão ISDB foi especificado em 1999 no Japão pe...
GINGA - MIDDLEWARE DO SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL         Ginga-NCL                                                  ...
GINGA - MIDDLEWARE DO SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL GOVERNO TORNA OBRIGATÓRIO GINGA NOS TELEVISORES                    ...
TECNOLOGIA DE REDES“Em uma rede típica, diversos componentes de hardware e software precisamtrabalhar juntos para transmit...
TECNOLOGIA DE REDES                                  TIPOS DE REDES    Ponto-a-Ponto (Peer to Peer)                       ...
TECNOLOGIA DE REDESRedes com fio:                                                              •    Redes Continentais ou ...
TECNOLOGIA DE REDES                                                  TOPOLOGIA         Linear                             ...
TECNOLOGIA DE REDES                                                               Ethernet“Ethernet é um padrão que define...
CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA       A convergência tecnológica é um conceito que integra tecnologias        de: Telecomunicaçõ...
INTEROPERABILIDADE   “Habilidade de dois ou mais sistemas (computadores, meios de   comunicação, redes, software e outros ...
ABRANGÊNCIA E COMUNICAÇÃO                                                    CIBERESPAÇO: “Ciberespaço é o espaço         ...
ABRANGÊNCIA E COMUNICAÇÃO   Interação Humano-Máquina (HCI): é o estudo de como as pessoas concebem,    implementam e usam...
ABRANGÊNCIA E COMUNICAÇÃO     Agentes Inteligentes: apresentam um maior nível de abstração e      simbolismo, em maior co...
TECNOLOGIAS VIABILIZADORAS (WWW, HTTP, URL) INTERNET A INTERNET (INTERNET SOCIETY, 1999) É UMA REDE DE SISTEMAS HETEROGÊNE...
TECNOLOGIAS VIABILIZADORAS (WWW, HTTP, URL)URL (UNIVERSAL RESOURCE LOCATOR)URL É O ENDEREÇO UNIVERSAL QUE SERVE PARA LOCAL...
PROTOCOLO             Como será que             meu computador              se conecta á                                  ...
MODELO       DE   REFERÊNCIA - OSI                                               Open Systems Interconnection        Cada...
CAMADAS - OSI             APLICAÇÃO                                                                     APRESENTAÇÃO   Fa...
CAMADAS - OSI                                                                                                   TRANSPORTE...
CAMADAS - OSI                                                                                                    LINK DE  ...
CAMADAS - OSI                                                                     FÍSICA                                 ...
TCP/IP       Criado pelo DARPA no fim da década de 1970;       Utilizado para realizar a transmissão de dados        ent...
Camadas do TCP/IP             APLICAÇÃO                                                                           TRANSPOR...
Camadas do TCP/IP                                                                                                 INTERFAC...
Protocolo de IP  Para transportar os dados é  necessário saber os “endereços”  dos emissores e dos receptores  assim como ...
INFRAESTRUTURA DA INFORMAÇÃODefinição“Infraestrutura de Informação (II) trata-se de um sistemacompartilhado, aberto, heter...
INFRAESTRUTURA DA INFORMAÇÃO                           Identificando os aspectosHanseth e Monteiro (1998) identificaram os...
INFRAESTRUTURA DA INFORMAÇÃOPessoas diferentes com                                                                 Resistê...
INFRAESTRUTURA DA INFORMAÇÃO Composição •    Hardware •    Software •    Banco de Dados •    Redes de Telecomunicações •  ...
CONVERGÊNCIA E INTEROPERABILIDADE         Dúvidas e Perguntas                                    51   02/03/2013
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Convergência e interoperabilidade 1 sem - 2013

300 visualizações

Publicada em

Apresentação dos alunos da FEI sobre Convergência e Interoperabilidade da matéria de NPA810 - Sistemas de Informação ministrados pelo Prof Mateus Cozer

Publicada em: Tecnologia
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
300
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
2
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Convergência e interoperabilidade 1 sem - 2013

  1. 1. FEI – DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DA PRODUÇÃO – SISTEMAS DE INFORMAÇÃO – NPA810 CONVERGÊNCIA E INTEROPERABILIDADE DANILO GOULART SILVA – 12.208.061-7 ELIZA HARUMI HIRAYAMA – 12.208.104-5 FILIPI TIEPPO BARBARO – 12.108.124-4 LAIS LARA MARTINS – 12.208.255-5 VINICIUS DE MORAIS SALES ALVES – 12.108.218-4
  2. 2. AGENDA  História da tecnologia: computadores e Internet  Internet / Intranet / Extranet  Redes Wireless / Internet Móvel  IPTV (arquitetura e padrões)  Tecnologia de redes  Convergência e Interoperabilidade  Abrangência e Comunicações  Tecnologias viabilizadoras (www, http, URL)  TCP/IP  Infraestruturas de informação 202/03/2013
  3. 3. HISTÓRIA DA TECNOLOGIA: COMPUTADORES E INTERNET As primeiras máquinas de calcular O Ábaco – 5.500 aC Régua de Cálculo – 1.638 dC Máquina de Pascal – 1.642/1.672 dC http://img1.mlstatic.com/regua-de-calculo-estojo-e-manual-originais- koh-i-noor_MLB-O-174729435_6768.jpg http://files.barbaraejoana-tic8.webnode.pt/200000034- c2b85c3b23/maquina%20de%20Pascal.jpg http://charlezine.com.br/wp- content/uploads/2012/03/abaco.jpg A Máquina de Diferenças e o Engenho Analítico Máquina de Hollerithhttp://hestoriadopc.files.wordpress.com/2011/07/800px-difference_engine_scheutz.jpg http://hestoriadopc.files.wordpress.com/2011/07/maquinacenso1 890.jpg http://hestoriadopc.files.wordpress.com/2011/07/engenhoanalitico.jpg 302/03/2013 Disponível em: http://www.computerhistory.org/ Acesso:18/02/2013
  4. 4. HISTÓRIA DA TECNOLOGIA: COMPUTADORES E INTERNET A era pré Moderna dos computadores - Turing A era Moderna dos computadores Primeira Geração (1946 - 1959) - ENIAC http://3.bp.blogspot.com/-hvTKCiCLq2g/T- XOcSiwiUI/AAAAAAAAA3A/oOYqX9rn7TU/s1600/ bombe-turing.jpg http://education.mrsec.wisc.edu/SlideShow/images/co mputer/Eniac1.jpg Segunda Geração (1959 - 1964) Terceira geração IBM 7030 / PDP-8 (1964 – 1970) IBM 360 http://www.computer- http://archive.computerhistory.org/resources/still- http://asset2.cbsistatic.com/cnwk.1d/i/ne/p/2006/eniac_3c history.info/Page4.dir/pages/IBM.7030.Stretch.dir/images/7030.operato image/IBM/IBM_360/IBM_360.102618836.lg.jpg 4 r.console.jpg hart329x293.gif02/03/2013 Disponível em: http://www.computerhistory.org/ Acesso:18/02/2013
  5. 5. HISTÓRIA DA TECNOLOGIA: COMPUTADORES E INTERNET Quarta geração (1970 até hoje) – Altair 8800 / Apple, Lisa e Macintosh / Microsoft e os processadores Intel Computação de Bolso http://stocklogos.com/sites/default/files/the_evolution_of_mac.jpg http://www.intomobile.com/wp-content/uploads/2011/08/z_iphone-evolution-head.jpg 502/03/2013 Disponível em: http://www.computerhistory.org/ Acesso:18/02/2013
  6. 6. HISTÓRIA DA TECNOLOGIA: COMPUTADORES E INTERNET 1960s – Memex – “As we may Think” Vanelar Bush (1945) Contexto Guerra Fria Arpanet (ARPA/DARPA) – Primeiros nós da Rede http://www.kurzweil (Universidades Norte Americanas) ai.net/images/DAR PA-logo.png http://www.ocontexto.com/wp- http://photos.state.gov/libraries/braz content/uploads/2012/09/Guerra-Fria- il/165950/images/200px- 300x199.jpg USDODSeal.jpg 1970s – Os primeiros nós foram criados e a internet passou a um incentivo de pesquisa de computaçãoConceito “Rede de Redes”Protocolos de comunicação de dados (TCP/IP)Mainframes ARPANETHipertexto SATNET http://www.palestrantedevendas.com.br/fotos/%7B4EAC3F87-EC99-4D6D-86E0- 7727B6A8AE8B%7D_Logo%20-%20Universidade%20da%20Calif%C3%83%C2%B3rnia%20Irvine.jpg PRNET 6 Fonte: (CASTELLS, Manuel. The Internet Galaxy: Reflections on the Internet, Business, and Society. New York: Oxford Univ. Press, 2001.02/03/2013 Pp. 9-35: “Lessons from the History of the Internet.”)
  7. 7. HISTÓRIA DA TECNOLOGIA: COMPUTADORES E INTERNET 1980s –• Expansão de redes (Backbones)• Movimentos de “fonte aberta”• PCs ganham espaço http://www.backbone.com/quickcard-demo_files/1-2-3-banner-backbone.jpg http://www.kewlwallpapers.com/images/wallpapers/unix_os%20%20%20 %20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20 %20%20WarezTeam-856017.jpeg 1990s – • Tim Berners-Lee cria a World Wide Web • Marc Andressen cria o Mosaic/Netscape • Internet privatizada, surgem as Internet Service Provider (ISP) http://fazendoacontecer.net/wp- content/uploads/2009/06/cade-antigo- 500x563.png 7 Fonte: (CASTELLS, Manuel. The Internet Galaxy: Reflections on the Internet, Business, and Society. New York: Oxford Univ. Press, 2001.02/03/2013 Pp. 9-35: “Lessons from the History of the Internet.”)
  8. 8. HISTÓRIA DA TECNOLOGIA: COMPUTADORES E INTERNET Atualmente – http://www.internetworldstats.com/stats.htm http://static.glamurama.uol.com.br/2012/09/GangnamStyle-1024x701.jpg 8 http://www.revolucaodigital.net/wp-content/uploads/2011/08/Shopping-Coreia-do-Sul.png Fonte: (CASTELLS, Manuel. The Internet Galaxy: Reflections on the Internet, Business, and Society. New York: Oxford Univ. Press, 2001.02/03/2013 Pp. 9-35: “Lessons from the History of the Internet.”)
  9. 9. INTERNET / INTRANET / EXTRANET Internet: ConglomeradoIntranet: Espaço de redes locaisrestrito a espalhadas pelo mundo,determinado publico tornando possível autilizando para interligação entre oscompartilhamento computadores, utilizandode informações o protocolo derestritas. Internet(TCP/IP) Extranet: Espaço restrito a determinado publico utilizando para compartilhamento de informações restritas, com a possibilidade de acesso via internet. 902/03/2013 Fonte: (ATUAN, Alexandra. Sin datos no tenemos conocimientos. Generación 2004 de EGADE del ITESM,Campus Monterrey.)
  10. 10. INTERNET / INTRANET / EXTRANET Comparativo entre as tecnologias: 1002/03/2013 Disponível em: www.oficinadanet.com.br . Acesso: 18/02/2013
  11. 11. REDE WIRELESS Significado: O termo Wireless, em tradução livre, sem fio, nada mais é que do que qualquer tipo de conexão para transmissão de informações sem o uso de fios ou cabos. Como funciona? Tipos de Padrões de redes Wireless  802.11a  802.11b  802.11g  802.11n 11 Disponível em: http://www.oficinadanet.com.br/artigo/redes/o-que-e-wireless-e-como-funciona. Acesso: 23/02/2013. 02/03/2013 Disponível em: http://www.wifinotes.com/how-wireless-network-works.html. Acesso: 23/02/2013
  12. 12. REDE WIRELESSEvolução das redes Wireless Wi-fi: um sinônimo para a tecnologia IEEE 802.11, que permite a conexão entre diversos dispositivos sem fio. LTE (Long Term Evolution) é o melhor caminho de desenvolvimento de redes GSM/WCDMA/HSPA atualmente implementadas e uma opção para evolução de redes CDMA. Estaevolução permitirá que as redes ofereçam o maior rendimento para dispositivos móveis como intuito de entregar novos e avançados serviços de banda larga. 12 Fonte: (KUROSE, J. and ROSS K., Computer Networking: A Top-Down Approach) Disponível em: http://www.alcatel-lucent.com. Acesso: 20/02/201302/03/2013 Disponível em: http://www.tecmundo.com.br/wi-fi/197-o-que-e-wi-fi-.htm. Acesso: 24/02/2013
  13. 13. REDE WIRELESS  Bluetooth: é um padrão global de comunicação de baixo consumo de energia que permite a transmissão de dados entre dispositivos compatíveis com a tecnologia.  Wi-Max : Worldwide Interoperability for Microwave. É uma tecnologia de banda larga capaz de atuar como alternativa a tecnologias como cabo e DSL na construção de redes comunitárias e disponibilidade de acesso de última milha. 13 Disponível em: http://www.teleco.com.br/tutoriais/tutorialww3/pagina_2.asp. Acesso: 25/02/201302/03/2013 Disponível em: http://www.rnp.br/noticias/2005/not-050927-coord.html. Acesso: 25/02/2013
  14. 14. INTERNET MÓVEL  Significado: é definida como o uso de tecnologias de comunicação de fio, o famoso wireless, para acesso a informações e aplicações Web a partir de dispositivos móveis como celulares ou handhelds.  Aplicações de Internet Móvel  Acesso personalizado  Acesso a informações em tempo real  em qualquer lugar  de forma simples e rápida.  Aplicativos 1402/03/2013 Disponível em: http://www.teleco.com.br/tutoriais/tutorialcmovel/pagina_1.asp. Acesso: 23/02/2013
  15. 15. INTERNET MÓVEL Evolução  Wireless Application Protocol – Wap  1ªGeração (1G): Comunicação por voz  2ªGeração (2G): Maior capacidade, segurança e serviços avançados como identificação de chamadas e serviço de mensagens.  Transição da 2ª para 3ª (2,5G): Internet  3ªGeração (3G): Velocidades altas  4ªGeração (4G): Velocidade 10 vezes 15 Fonte: (KUROSE, J. and ROSS K., Computer Networking: A Top-Down Approach) Disponível em: http://celulares.mpway.com/mpway/a-evolucao-da-internet-movel-saiba-de-tecnologia/. Acesso: 25/02/201302/03/2013 Disponível em: www.teleco.com.br. Acesso: 24/02/2013
  16. 16. INTERNET MÓVEL  Operadoras de Celular - 2012 Existem no Brasil 7 grupos de operadoras de celular. 1602/03/2013 Disponível em: www.teleco.com.br. Acesso: 24/02/2013
  17. 17. INTERNET MÓVEL  Comparação da internet móvel e internet fixa Exemplo: Correios contratam internet móvel para que carteiros atualizem status de entregas de encomendas. 17Disponível em: http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-02-07/correios-contratam-internet-movel-para-que-carteiros-atualizem-status-de-entregas-de-encomendas. Acesso em: 22/02/2013 02/03/2013 Disponível em: http://www.teleco.com.br/tutoriais/tutorialcmovel/pagina_2.asp. Acesso: 25/02/2013
  18. 18. IPTV Internet Protocol Television "A redefinição da televisão ocorrerá quando as pessoas exigirem estímulos em lugar de vida vegetativa, quando pararem de VER e começarem a USAR seus televisores". (Dick Notebaert, CEO da Ameritech) 1802/03/2013
  19. 19. ARQUITETURA DO SISTEMA DE TVDI A Central de Produções é responsável por gerar A Transmissão é Provedor de Serviço oferta programas de TV. responsável pela um produto ou serviço transferência de cenas erelacionado ao conteúdo de programas intra-Estúdio e A/V/D do evento televisivo inter-Estúdio, bem como a produzido na Central. transmissão para a Rádio- Difusão O Rádio-Difusão recebe o sinal a ser difundido, realizar a devida modulação conforme o meio usado e transmitir o sinal para a Recepção Doméstica. Gateway dá acesso à Internet,para que o STB Interativo possater acesso a dados e serviços da Internet O STB Interativo interpretar computacionalmente os fluxos de dados Multiplexados executando uma aplicação que 19 exibe na TV uma interface com o usuário. 02/03/2013 Fonte: (FERNANDES, Jorge H. C., LEMOS, SILVEIRA, Gledson. Introdução à Televisão Digital Interativa: Arquitetura, Protocolos, Padrões e Práticas.
  20. 20. PADRÕES DE IPTV Responsáveis pela interatividade, com os telespectadores O uso de middleware facilita aportabilidade de aplicações, que podem ser transportadas para qualquer receptor digital que suporte o middleware adotado Codificação e qualidade de áudio e vídeoTransporte de fluxos de áudio, vídeo, dados e aplicações Modulação 20 do sinal de difusão 02/03/2013 Fonte: (FERNANDES, Jorge H. C., LEMOS, SILVEIRA, Gledson. Introdução à Televisão Digital Interativa: Arquitetura, Protocolos, Padrões e Práticas.
  21. 21. PADRÕES MUNDIAIS DE TVDI DVB•O projeto DVB - Digital Video Broadcasting é um consórcio iniciadoem setembro de 1993 e composto por mais de 300 membros•A família de padrões especificada pelo projeto DVB caracteriza opadrão de sistema de televisão digital também denominado DVB• Conhecido como padrão europeu de televisão digital•O padrão DVB é adotado nos países da União Européia além deInglaterra ,Austrália, Nova Zelândia, Malásia, Hong Kong, Singapura,Índia e África do Sul. ATSC •O comitê ATSC (Advanced Television Systems Committee) é uma organização de padronização americana iniciada em 1982 e composta por cerca de 170 Membros • O conjunto de padrões especificado pelo comitê ATSC caracteriza o padrão de sistema de televisão digital também denominado ATSC •Conhecido como padrão americano de televisão digital •O padrão ATSC é adotado nos Estados Unidos desde novembro de 1998, além do Canadá, Coréia do Sul, Taiwan, Argentina e 21 México. 02/03/2013 Fonte: (FERNANDES, Jorge H. C., LEMOS, SILVEIRA, Gledson. Introdução à Televisão Digital Interativa: Arquitetura, Protocolos, Padrões e Práticas.
  22. 22. PADRÕES MUNDIAIS DE TVDI ISDB•O padrão ISDB foi especificado em 1999 no Japão pelo grupoDiBEG – Digital Broadcasting Experts Group,criado em 1997•O objetivo do grupo DiBEG era promover e especificar o sistema dedifusão terrestre de televisão digital japonês•Conhecido como padrão japonês de televisão digital•Foi utilizado como base padrão para criação do SBTVD (SistemaBrasileiro de Televisão Digital) SBTVD (Sistema Brasileiro de Televisão Digital) •Em 1991, o governo brasileiro, através do Ministério das Comunicações, estabeleceu a Comissão Assessora para Assuntos de Televisão (Com-TV) •Em 1994, a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e a Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão e Telecomunicações (Set) uniram-se formando o Grupo Técnico Abert/Set de TVD •Em 26 de novembro de 2006 o Brasil assinou o decreto de lei nº 4.901 instituindo o padrão japonês como 22 modelo a ser implantado no país 02/03/2013 Fonte: (FERNANDES, Jorge H. C., LEMOS, SILVEIRA, Gledson. Introdução à Televisão Digital Interativa: Arquitetura, Protocolos, Padrões e Práticas.
  23. 23. GINGA - MIDDLEWARE DO SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL Ginga-NCL Ginga-J O Ginga-NCL foi O Ginga-J foi inicialmentedesenvolvido pela PUC-Rio desenvolvido pela UFPB com o objetivo de prover para prover uma infra- uma infra-estrutura de estrutura de execução de apresentação para aplicações baseadas na aplicações escritas na linguagem Java linguagem NCLDificuldades para o Ginga• Falta de investimento por parte das emissoras• Problemas com royalties e licenciamentos da linguagem Java• Inexistência de um conversor no mercado 100% compatível com as normas do Ginga 23 02/03/2013 Disponível em: http://gingacdn.lavid.ufpb.br/projects/openginga/wiki/Hist%C3%B3rico_Ginga-J. Acesso em 18/02/2013
  24. 24. GINGA - MIDDLEWARE DO SISTEMA BRASILEIRO DE TV DIGITAL GOVERNO TORNA OBRIGATÓRIO GINGA NOS TELEVISORES DIGITAIS A PARTIR DE 2013 24 Disponível em: http://idgnow.uol.com.br/mercado/2012/02/24/governo-cede-e-ginga-so-sera-obrigatorio-nos-televisores-digiatais-a-partir-de-02/03/2013 2013/. Acesso em 23/02/2013
  25. 25. TECNOLOGIA DE REDES“Em uma rede típica, diversos componentes de hardware e software precisamtrabalhar juntos para transmitir informações.” 25 02/03/2013 Fonte: (Laudon, K. C. – 2009)
  26. 26. TECNOLOGIA DE REDES TIPOS DE REDES Ponto-a-Ponto (Peer to Peer) Cliente – Servidor• Baixo desempenho em redes mais • Servidores específicos para cada simples; atividade;• Custo baixo; • Custo elevado;• Ligações em pequenas redes; • Ligações em grandes redes;• Fácil instalação; • Alto desempenho;• Baixa segurança; • Segurança elevada;• Distância limitada entre as estações de • Melhor organização; trabalho; • Manutenção altamente centralizada.• Todos os computadores armazenam arquivos e utilizam aplicações;• Manutenção feita por cada usuário. 26 02/03/2013 Fonte: (TORRES, Gabriel, Redes de Computadores)
  27. 27. TECNOLOGIA DE REDESRedes com fio: • Redes Continentais ou Globais(WAN) • Redes Metropolitanas (MAN) • Redes locais (LAN) • Redes Pessoais (PAN)Redes sem fio (wireless): WPAN, WLAN, WMAN e WWAM 27 02/03/2013 Fonte: (KUROSE, J. and ROSS K., Computer Networking: A Top-Down Approach)
  28. 28. TECNOLOGIA DE REDES TOPOLOGIA Linear Anel (Ring) Estrela HARDWARE Servidores Cabeamentos• Receptadores; • Switches; • Par Trançado;• Roteadores; • Bridges; • Fibra Óptica.• Modem; • Gateway.• Hubs; 28 02/03/2013 Fonte: (KUROSE, J. and ROSS K., Computer Networking: A Top-Down Approach)
  29. 29. TECNOLOGIA DE REDES Ethernet“Ethernet é um padrão que define como osdados serão transmitidos fisicamenteatravés dos cabos da rede”. (TORRES,Gabriel, Redes de Computadores) 29 02/03/2013 Disponível em: http://communities.intel.com/community/datastack/blog/2008/02/22/intel-networking-gt25-years-in-ethernet. Acesso em: 18/02/2013
  30. 30. CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA  A convergência tecnológica é um conceito que integra tecnologias de: Telecomunicações, computação, INTERNET, captura e difusão de informações;  Fornece ao usuário informações e aplicações em qualquer lugar, de qualquer rede de computadores e por qualquer canal de comunicação;  Interface homem máquina coerente (única), com qualidade adequada e de forma transparente. 3002/03/2013 Fonte: (SERRA, Ana Paula Gonçalves. Convergência tecnológica em sistemas da informação. Escola Politécnica da USP – Departamento de Engenharia da Computação e sistemas Digitais. 2006.)
  31. 31. INTEROPERABILIDADE “Habilidade de dois ou mais sistemas (computadores, meios de comunicação, redes, software e outros componentes de tecnologia da informação) de interagir e de intercambiar dados de acordo com um método definido, de forma a obter os resultados esperados.” (ISO)  Para que exista a interoperabilidade é fundamental que os componentes de tecnologia de informação trabalhem cooperativamente, fixando normas, políticas e padrões de comunicação (Governo Federal do Brasil - e- PING – Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico) Rematrícula on-line https://interage.fei.org.br/secureserver/servicos/notasfaltas/consulta_FEI.asp 3102/03/2013 Disponível em: http://www.governoeletronico.gov.br/acoes-e-projetos/e-ping-padroes-de-interoperabilidade/o-que-e-interoperabilidade. Acesso em 23/02/2013
  32. 32. ABRANGÊNCIA E COMUNICAÇÃO CIBERESPAÇO: “Ciberespaço é o espaço mediador da convivência digital entre seres humanos, em criação a partir da disseminação e evolução da Internet e da Web no seio da sociedade”  Modelos de ciberespaço  Digital: dados transmitidos e captados podem ser transformados (manipulados) e armazenados sobre um suporte físico mutável. Preservam o símbolo.  Analógico: a ausência de uma representação abstrata (simbólica) para os dados dificultando a conservação, transformação e manipulação destes dados. 3202/03/2013 Fonte: (Fernandes J. H. C.: Ciberespaço: Modelos, Tecnologias, Aplicações e Perspectivas)
  33. 33. ABRANGÊNCIA E COMUNICAÇÃO Interação Humano-Máquina (HCI): é o estudo de como as pessoas concebem, implementam e usam sistemas de computador interativos, e como computadores afetam indivíduos, organizações e a sociedade. Vida Artificial : Busca soluções para a síntese de sistemas complexos que Apresentam características vitais como adaptação, reprodução, autonomia e cooperação.Sistemas de Wetware Sistemas de Software Sistemas de Hardware 3302/03/2013 Fonte: (Fernandes J. H. C.: Ciberespaço: Modelos, Tecnologias, Aplicações e Perspectivas)
  34. 34. ABRANGÊNCIA E COMUNICAÇÃO  Agentes Inteligentes: apresentam um maior nível de abstração e simbolismo, em maior consonância com a IA Simbólica em relação ao modelo de Vida Artificial.  Agentes  Agentes Físicos: autonomia, habilidade social, reatividade, pró- atividade, mobilidade e continuidade temporal  Agentes Inteligentes em Softwares: inteligência, agência e mobilidade  Construcionismo Distribuído: apresentam uma perspectiva análoga do processo de interação, mas enfatizam a construção de individualidade, comunidade, simbolismo, conhecimento, aprendizado, cultu ra e inteligência essencialmente humanas.  Cognitivo  Distribuído 3402/03/2013 Fonte: (Fernandes J. H. C.: Ciberespaço: Modelos, Tecnologias, Aplicações e Perspectivas)
  35. 35. TECNOLOGIAS VIABILIZADORAS (WWW, HTTP, URL) INTERNET A INTERNET (INTERNET SOCIETY, 1999) É UMA REDE DE SISTEMAS HETEROGÊNEOS, INTERLIGADOS ATRAVÉS DE UMA FAMÍLIA DE PROTOCOLOS BÁSICA E COMUM A TODOS, CHAMADA TCP/IP. UM PROTOCOLO É UMA CONVENÇÃO QUE CONTROLA E POSSIBILITA UMA CONEXÃO, COMUNICAÇÃO, TRANSFERÊNCIA DE DADOS ENTRE DOIS SISTEMAS COMPUTACIONAIS. AMPLA UTILIZAÇÃO WORLD WIDE WEB MODELO CAPAZ DE INTERLIGAR TODOS OS COMPUTADORES DE FORMA NÃO LINEAR FÁCIL INSTALAÇÃO MODELO SEMI-CAÓTICO QUE POSSIBILITOU A CRIAÇÃO DE UMA MASSA CRÍTICA DE CONSUMIDORES HTTP (HYPERTEXT TRANSFER PROTOCOL) HTTP (FIELDING ET ALLI, 1999) É O PRINCIPAL PROTOCOLO UTILIZADO NA TRANSFERÊNCIA DE RECURSOS ENTRE SERVIDORES E CLIENTES. HTTP É UM PROTOCOLO SIMPLES, BASEADO EM UM ESQUEMA DE PEDIDO E RESPOSTA. CLIENTES WEB FAZEM UM PEDIDO AO SERVIDOR, ONDE UM PEDIDO É COMPOSTO PRINCIPALMENTE PELO ENDEREÇO LOCAL DO RECURSO E PELO MÉTODO QUE DEVE SER APLICADO AO RECURSO. 3502/03/2013 Fonte: (Fernandes J. H. C.: Ciberespaço: Modelos, Tecnologias, Aplicações e Perspectivas)
  36. 36. TECNOLOGIAS VIABILIZADORAS (WWW, HTTP, URL)URL (UNIVERSAL RESOURCE LOCATOR)URL É O ENDEREÇO UNIVERSAL QUE SERVE PARA LOCALIZAR RECURSOS NA WEB.EXEMPLO: HTTP://PORTAL.FEI.EDU.BR/PT-BR/PAGINAS/HOME.ASPXUM URL É COMPOSTO SEGUNDO O FORMATO:<PROTOCOLO>://<MÁQUINA>[:<PORTA>]/<ENDEREÇO-LOCAL>ONDE O SIGNIFICADO DE CADA ELEMENTO É DESCRITO ABAIXO:· <PROTOCOLO> - HTTP - INDICA O FORMATO DE DADOS QUE SERÁ UTILIZADO DURANTE A TRANSMISSÃO DOS RECURSOSENTRE O CLIENTE E O SERVIDOR. OS PROTOCOLOS MAIS USADOS SÃO: HTTP E FTP;· <MÁQUINA> - PORTAL.FEI.EDU.BR - ENDEREÇO TCP/IP DA MÁQUINA SERVIDORA;· <PORTA> - É O NÚMERO DA PORTA DE SOCKET NA QUAL O PROCESSO SERVIDOR AGUARDA PEDIDOS. O VALOR DEFAULT PARA O PROTOCOLO HTTP É A PORTA 80;· <ENDEREÇO-LOCAL> - PT-BR/PAGINAS/HOME.ASPX- É NORMALMENTE A PARTE MAIS LONGA DO URL, E ÉINTERPRETADO INTERNAMENTE PELO SERVIDOR W EB PARA LOCALIZAR QUAL O RECURSO ESPECÍFICO QUE O CLIENTESOLICITOU. 3602/03/2013 Fonte: (Fernandes J. H. C.: Ciberespaço: Modelos, Tecnologias, Aplicações e Perspectivas)
  37. 37. PROTOCOLO Como será que meu computador se conecta á PROTOCOLO = “LINGUAGEM” internet? Os computadores conseguem trocar informações entre si, através da troca de “pacotes de dados”, baseando-se em um conjunto de regras de comunicação denominado protocolo 00010110 11001100 Vincent Cerf Tim Berners Lee 0101101002/03/2013 Fonte: KUROSE, James F.; ROSS, Keith W. Redes de computadores e a internet: uma abordagem top-down. 3. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2007.
  38. 38. MODELO DE REFERÊNCIA - OSI Open Systems Interconnection  Cada fabricante era responsável por tudo na rede;  Modelo de referência para os protocolos atuais, principalmente o TCP/IP;  Baseado em 7 camadas nas quais ocorre o processo de transmissão de dados; LINK DE APLICAÇÃO APRESENTAÇÃO TRANSPORTE REDE FÍSICA DADOS Aplicação Física02/03/2013 Fonte: KUROSE, James F.; ROSS, Keith W. Redes de computadores e a internet: uma abordagem top-down. 3. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2007.
  39. 39. CAMADAS - OSI APLICAÇÃO APRESENTAÇÃO Faz a interface entre o  Converte o formato do dado protocolo de aplicação e recebido pela camada de o aplicativo que solicitou aplicação em um formato a informação; comum; Acesso de impressora  Pode realizar a compressão remota; dos dados; Eletrônica de mensagens  É a camada onde os dados (como email); podem ser criptografados; 3902/03/2013 Fonte: KUROSE, James F.; ROSS, Keith W. Redes de computadores e a internet: uma abordagem top-down. 3. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2007.
  40. 40. CAMADAS - OSI TRANSPORTE  Permite que duas  Realizar a divisão dos dados que aplicações em serão transmitidos pela rede em computadores diferentes pacotes; estabeleçam uma sessão de comunicação;  No receptor essa camada é responsável pela ordenação dos  Coloca marcações nos pacotes recebidos; dados, se a rede falhar a transmissão de dados é  Separa as camadas de aplicação reiniciada a partir da das camadas de nível físico; última marcação; 4002/03/2013 Fonte: KUROSE, James F.; ROSS, Keith W. Redes de computadores e a internet: uma abordagem top-down. 3. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2007.
  41. 41. CAMADAS - OSI LINK DE REDE DADOS É a camada responsável pelo  Transforma os pacotes em frames e endereçamento dos pacotes de os organiza em grupos lógicos; dados;  Faz a conferência de integridade Mapeamento do endereço físico dos dados (CRC); lógico: converte endereços lógicos ou nomes, em endereços físicos;  Possui uma forma de correção de dados; Determina a rota que os dados irão seguir; 4102/03/2013 Fonte: KUROSE, James F.; ROSS, Keith W. Redes de computadores e a internet: uma abordagem top-down. 3. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2007.
  42. 42. CAMADAS - OSI FÍSICA  Transforma os frames da camada de link lógico em sinais  Verifica qual o meio de transmissão dos sinais  Utiliza o padrão IEE 802  Utiliza endereço MAC REDE LINK DE APLICAÇÃO APRESENTAÇÃO SESSÃO TRANSPORTE DADOS FÍSICA 4202/03/2013 Fonte: KUROSE, James F.; ROSS, Keith W. Redes de computadores e a internet: uma abordagem top-down. 3. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2007.
  43. 43. TCP/IP  Criado pelo DARPA no fim da década de 1970;  Utilizado para realizar a transmissão de dados entre equipamentos através da internet;  Possui arquitetura aberta (protocolo universal);  Protocolo “inteligente”;  Baseado no modelo de referência OSI, porém com quatro camadas. INTERFACE COM A APLICAÇÃO TRANSPORTE INTERNET REDE 4302/03/2013 Fonte: KUROSE, James F.; ROSS, Keith W. Redes de computadores e a internet: uma abordagem top-down. 3. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2007.
  44. 44. Camadas do TCP/IP APLICAÇÃO TRANSPORTE  Equivale as camadas dos  Recebe os dados da camada de modelos 5, 6 e 7 do modelo OSI; aplicação e os transforma em pacotes;  Faz a comunicação entre os aplicativos e a camada de  Multiplexação: é possível transporte; transmitir “simultaneamente” os pacotes de dados de várias  Possui um conjunto de outro aplicações diferentes; protocolos: HTTP, FTP, TELNET, SMTP, SNM  Opera o TCP e o UDP; P, DNS;  No caso da recepção dos dados  A comunicação com a camada de esta camada ordena os pacotes transporte é realizada através de de dados. 44 “portas”.02/03/2013 Fonte: KUROSE, James F.; ROSS, Keith W. Redes de computadores e a internet: uma abordagem top-down. 3. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2007.
  45. 45. Camadas do TCP/IP INTERFACE INTERNET COM A REDE  Nesta camada atuam os  Equivalente às camadas 1 e 2 protocolos: IP, ICMP, ARP, RARP; do modelo OSI;  Aqui ocorre a transformação dos  Responsável por enviar os pacotes de dados em datagramas; datagramas pela rede transformando-os em frames  Adiciona ao datagrama e então em sinais informações sobre o caminho que correspondentes ao meio de ele deverá percorrer na rede; transmissão; 4502/03/2013 Fonte: KUROSE, James F.; ROSS, Keith W. Redes de computadores e a internet: uma abordagem top-down. 3. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2007.
  46. 46. Protocolo de IP Para transportar os dados é necessário saber os “endereços” dos emissores e dos receptores assim como uma correspondência enviada pelos correios. Esse endereçamento cabe ao Protocolo IP. Em uma rede que utiliza o protocolo TCP/IP o computador/dispositivo que estiver interligado nela deverá possuir um endereço de IP Possui duas versões: IPV4 e IPV6 4602/03/2013 Fonte: KUROSE, James F.; ROSS, Keith W. Redes de computadores e a internet: uma abordagem top-down. 3. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2007.
  47. 47. INFRAESTRUTURA DA INFORMAÇÃODefinição“Infraestrutura de Informação (II) trata-se de um sistemacompartilhado, aberto, heterogêneo, ilimitado, evoluído e padronizadobaseado em diversas áreas da Tecnologia da Informação juntamentecom os usuários, operações e comunidades.” 4702/03/2013 Fonte: (Hanseth, Ole Monteiro, E. IT Infrastructures)
  48. 48. INFRAESTRUTURA DA INFORMAÇÃO Identificando os aspectosHanseth e Monteiro (1998) identificaram os aspectos fundamentais daInfraestrutura da Informação, principalmente o que a torna diferente dos outrossistemas. Os aspectos são:1º Aspecto: Tem a função de suportar e habilitar funções.2º Aspecto: É compartilhada por uma grande comunidade.3º Aspecto: Estão sempre abertas.4º Aspecto: É uma rede sociotécnica, vai além da “pura” tecnologia.5º Aspecto: Estão conectadas e inter-relacionadas, formando uma ecologia de redes.6º Aspecto: Se desenvolve através da expansão e melhoria da “base instalada”. 4802/03/2013 Fonte: (Hanseth, Ole Monteiro, E. IT Infrastructures)
  49. 49. INFRAESTRUTURA DA INFORMAÇÃOPessoas diferentes com Resistência parapensamentos diferentes, divulgação e dificuldades criando, aplicando e para a transformação de coordenando suas princípios que contribuam criações. para a evolução das II’s Uma rede de Dívidas Infraestrutura da altíssimas, investimentosInformação cada vez mais em vão e problemas evoluída. sociais 4902/03/2013 Fonte: (Hanseth, Ole Monteiro, E. IT Infrastructures)
  50. 50. INFRAESTRUTURA DA INFORMAÇÃO Composição • Hardware • Software • Banco de Dados • Redes de Telecomunicações • Pessoas Tendências • Cloud Computing: virtualização de produtos e serviços computacionais. • Green IT: uso dos recursos de computação da forma mais eficiente e limpa. • Virtualização: emulação de ambientes isolados, capazes de rodar diferentes sistemas operacionais dentro de uma mesma máquina. 50 Fonte: (dos SANTOS, B.C. e de MENESES, F.G.A., Cloud Computing: conceitos, oportunidades e desafios da nova computação)02/03/2013 Disponível em :http://www.tiespecialistas.com.br/2011/11/green-it/. Acesso em: 24/02/2013) Disponível em: http://www.gta.ufrj.br/grad/09_1/versao-final/virtualizacao/conceito%20de%20virtualizacao.html. Acesso em: 25/02/2013
  51. 51. CONVERGÊNCIA E INTEROPERABILIDADE Dúvidas e Perguntas 51 02/03/2013

×