Escolas Helenísticas

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Escolas Helenísticas

  1. 1. Helenismo<br />Suas principais características e escolas<br />
  2. 2. O desmoronamento da pólis<br />O ideal cosmopolita<br />Da cultura helênica à cultura helenística<br />Do cidadão ao indivíduo<br />O fim da era clássica<br />
  3. 3. Antístenes<br />Diógenes de Sínope<br />Anticulturalismo<br />Autarquia<br />As grandes escolas (cinismo)<br />
  4. 4. O encontro de Diógenes e Alexandre Magno<br />As grandes escolas (cinismo)<br />
  5. 5. As grandes escolas (ceticismo)<br />
  6. 6. Pirro de Élis (360-270 a.C)<br />Diante da impossibilidade de se chegar à verdade, o sábio deve ser:<br />Indiferente, pois não existe nada que seja digno de interesse ou temor<br />Sem opinião ou julgamento, pois qualquer que seja, não poderá ser tomada como necessariamente verdadeiro<br />O ideal de vida cético busca a ataraxia (tranquilidade) por meio da suspensão do juízo<br />As grandes escolas (ceticismo)<br />
  7. 7. Fundada por Zenão de Cítio (332-262 a.C)<br />Sistema estóico<br />Física - raiz<br />Lógica - tronco<br />Ética – fruto<br />Ação conforme a natureza<br />O destino – determinismo e resignação<br />O ideal da ataraxia - tranquilidade<br />As grandes escolas (estoicismo)<br />
  8. 8. Estoicismo romano ou latino<br />Sêneca, Epicteto e Marco Aurélio<br />As coisas que dependem de nós e as que não dependem de nós<br />Indiferença e autocontrole<br />As grandes escolas (estoicismo)<br />
  9. 9. Epicuro de Samos (341-270 a.C)<br />realidade é perfeitamente penetrável e cognoscível pela inteligência do homem, sendo a felicidade o que deve buscar<br />a felicidade é falta de dor e de perturbação<br />para atingir essa felicidade e essa paz, o homem só precisa de si mesmo<br />não lhe servem, portanto, a Pólis, as instituições, a nobreza, as riquezas, ou os deuses: o homem é perfeitamente autárquico<br />As grandes escolas (epicurismo)<br />
  10. 10. O bem é prazer<br />Naturais necessários<br />Naturais não-necessários<br />Não-naturais e não-necessários<br />Sumo bem: ausência de dor no corpo e na alma<br />O mal não existe para o sábio<br />A morte não é um mal<br />O mal da alma se cura pela filosofia<br />O mal do corpo ou é fraco e suportamos ou é forte e dura pouco, pois leva à morte<br />As grandes escolas (epicurismo)<br />
  11. 11. Apesar de sua diversidade e suas diferenças teóricas, todas as escolas do helenismo colocam a ética como a parte mais importante da filosofia. Analise as afirmativas sobre as concepções éticas dessas escolas:<br />I. para os epicuristas o prazer é o bem ético, por isso defendiam o hedonismo radical. <br />II. o cético pirrônico deseja chegar a e permanecer na tranquilidade decidindo-se por alguma doutrina específica.<br />III. segundo Epicuro, para alcançar o bem ético o filósofo deve atuar sempre que possível na política.<br />IV. os estóicos preconizavam que a virtude para chegar ao bem ético deveria basear-se nas inclinações e desejos.<br />V. os céticos praticavam a suspensão do juízo como meio de se chegar à tranquilidade da alma.<br />VI. os cínicos eram críticos dos costumes estabelecidos porque acreditavam que as cidades existentes afastavam os seres humanos da felicidade, que para eles consistia no retorno à natureza.<br />VII. segundo os estóicos, o filósofo só encontrará a felicidade ética se admitir que tudo que ocorre no mundo é justo, porquanto se realiza segundo as leis de uma divindade racional.<br /> <br /> <br />
  12. 12. O helenismo é um período da história da filosofia que se caracteriza pela:<br /> (A) exclusividade que dá à dimensão prática da filosofia, em contraposição à dimensão investigativa das filosofias platônica e aristotélica. <br />(B) importância que confere à lógica, à ética e à estética, como investigações necessárias para se alcançar a satisfação individual ou felicidade. <br />(C) centralidade que atribui à ética, em meio a significativas teorizações sobre a natureza, em um momento de crescente desagregação da pólis grega. <br />(D) valorização do indivíduo e sua ação, em detrimento da investigação lógica, fundamental em uma perspectiva como a de Aristóteles. <br />(E) predominância de sistemas metafísicos voltados para a busca do bem comum, em oposição às perspectivas epistemológicas de Platão e Aristóteles.  <br /> <br />

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