Coleção info banco de dados

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Coleção info banco de dados

  1. 1. x ' u'. l ' | I 1 T¡ 0 u Ã' A) u a ~ (É v I L N v ' ' x_› ~ ' r -. à. . › ~ . Í ' *0 7"/ . L 1. ' 1 . _ , _ › ' 1 , ~ , o ' Í l S' , _h r . _ p - «É Y __ 3:? , . . . . "f. '|'›'A'. '›; I¡| ¡o. .:| -Ia. L,r; nu. .» , " ' _ . . l ) z. N k à. l | A ' I / DESBRAVE O MU~NDO DOS BANCOS DE DADOS SEM DOR! SEIS OPÇOES GRATUITAS E SO UMA PAGA! Edição de Lucia Reggianí Q¡t; -ñd~?2"s1zn, › ” E â» V_ _~ . _ ISSN Lsováaus | |H| l|í| | Ill | ||| "| I 7718071924004 | )IVE: !h: ¡› ')gnÇ| ;JAL 0002” 0 355W¡ i-'IÉIÍÀ HHÔLÍS 9 ! HUIIHIÍHH III-K ' : Í IÚHÍ! ” iu” . Imã : Jal 3.* 1:4¡ ; t E , aI-#ÍITII rmSxScr. .n De r a m 1:10:03# 0M
  2. 2. CONTEÚDO P . - 1%. ( mtaarznn-. wcmçm-mtà , ,. . . _Jmqwwwm BANCO DE DADOS 08 15 24» 31 TESTES 34- 36 38 4-2 4-7 50 54 57 “$975” . ..om-aew x FÉÃÊ“S¡Ú'Í”-'Nf5 'H v v -. ~› ~. - . lv n › '* - '. .~¡. . J. ' ' "We °'“'; .'? ':: › *- > A aventura dos dados > Sabe o que é tupla? > Planeje bem o seu banco > O banco fala SQLquês > um SQL Server fácil de usar > Oracle em versão light >DB2 grátis com tudo dentro > O MySQL ganha músculos > Missão critica é para Postgre > Firebird poupa a máquina > O Access entra em reforma > Administração é tudo 4<CO LEÇÁO INFO
  3. 3. TUTO RIA IS 62 > Tabelas sem mistério 71 > Relatório feito com views 75 > crie pesquisas com critérios 78 > o phpMyAdmin doma o MySQL 33 > Atualização é com o Ajax 86 > Pesquise bem no Access 89 > O Exif vai para o banco 97 > E-mail falso não entra 100 > O Rails faz mais rápido 105 > Controle os seus livros CERTIFICAÇÕES 108 > Especialistas em dados 109 > Todo mundo quer um OCP 111 > Domine o DBZ em seis etapas 113 > Craques em SQL Server . ~ r+: _i0+0«'-, ~.v; Iv›= .1~í-ll ; àAníi dl. Ikki! !nur (: [Ín| (v; '¡°: _(q[e". í CONTEÚDO 4_ Quincy: : ' . v. . Lt LL: : - 'Zn gl l: :;. _~_. ',-. ;.; '_-_.1.. .., -.; ,;Ç' , : Iuí-iíklkiumdlc: :kci-ipzi: 31101: lima-nun* ll anima: m'- amaro» hlililnltílíla _Imã $191:: ?MTL-mc EQUIPE EDIÇÃO Lucia Reggianl EDITORA DE ARTE Iara Splna CAPA Crystian Cruz (arte) e Cellus (ilustração) COLABORADORES Carlos Chernlj, Fred Carbonara, Helio silva, Nivaldo Forest¡ (texto) e Rita Del Monaco (revisão) (Til F @Ari llllti>5
  4. 4. sonora Abril Fundador: V| CTOR (MTA (19074 9%) Editor: Roberto Civita (nmellto Editorial: Roberto Civita (Presidente). Thomaz Souto Corrêa (vicewesndente), lose Roberto Guzzo_ Maunzro Mauro Presidente Executivo: Maurizio Mauro Diretor Secretário Editorial e de Relações institucionais Smlnei Basile vice-Presidente Comercial: Deborah Might Diretor¡ de Publicidade Corporativa: Thais C 'rede Soares B Barreto Olretorõeral: Jairo Mendes Leal Diretor de Núcleo: liewtdre (mui. Diretora de Recurso: Sandra cai-im lledatora-dlefe: Debora Fones Dietor dente: (wian Cruz Editores Seniores (8101 lilxiudo. traria Reggiani e lilauvim Grego Editores Arm topa Andre (ardem e tri( com neponer: Silva llalieiro tstajario: Danilo Gregório e Paulo de Alencar Revisor¡ Lian. : ! Armin- EtitordeArIe: lcrlmon Barbara Designers: (aii. : Nem-ra evragnçv rodrigues Colaborador: Dagomii Ataque: : bitola: : Ovos Lazyirii (túmulml de sistemas) Colaborador: fduardc- Kalrafiis Estagiários: Bruni: Ilcbevti. Celso R/ ,iorgues e wmv ¡umenc Junior Irrlo Online: (mrian l/ iedrvos e ? mau Voam. ) (Miramar-sl Aoenúnem» ao leitor. Vllglió Sousa wwwinloabriixorlebr Meio Etitorial: Brain: ce cassia Mef-Sh (silos ürasseni Serviços Edtorlaiszwagnei (uma Demo. deDoairnenlaçAoeAbrll Press ú-ace de Souza (orrespodmle internacional: inn» oe Aquino PtlIlKlDADE CENTMLIIADA Diretores: lilariare m r_ sandra Savoain. Sergei il : Iv-aqi intuitivo¡ de Negado: Eliane Pinho_ tem: íI- Lelis. !Jara luiza M301, ! Mirela (arabe-ro, l-lavctlo Doria. Nil: Bastos Pedro Bonalm. Robson lucnle. ¡lcdrga Toledo. Sueli Corra. viam: Morales mam-r Lino Publicidade Regional DPCIOI lxques Bam Rica-ua Pdtllddade Rio de Janeiro: Diretor Paulo Rerum Simón Gerente de Publicidade nucleo leurologia: !Jarras Peregrina Game: Executivos de Negocio: Andreia Balsa. !milan Mmsenn_ Kurt-lie Almeida e Renan »lici- MARKETING E (IREULAÇÀO: Gerente de Produto: ?interno iemandes_ Coordenadora de eventos: (ami Warm Esugiario de rrwtelkrg: Maurice Simoes Rc-dvgm Gerente de anulado Armin: Mar-a Helena (ouro Gerente de (trindade Assinaturas: ÍVYJIÓO ? Mir Lim. : luiioi Planejamento. Carmelo e Operações: Diretor: Aura Liu Gerente: tam; Luis das sento: Analista Tales ici-vivian Processos: Ricardo Carvalho ASSlNATURAS: Diretor¡ de Q2163 de Atendimento eo Consumidor: Ana Údvàbã Diretor de Vendas: Fernando Costa Nbliódade São Pardo vnwc subi-tim! :: m hi f mui* (ado-i tri CBO-l- ?3 l D66 Grande Sã: P513 Ir' 3337 17:0 EKRIIOGIOS E REPRESKIIXAIIIÉS DE NULI- CDIDE NOIRASILZCPIIlÉ-SPIP i' l l Di! 656-! Bauru Gnotro: mdaleprennuçoetcmterdds will-li 3227 03m_ e mil ; rmnsaçraizcrvrudir Lam ui leiam SRS Fogàyncg e uçiggiiuçzes (ma. te 19H 3272 8l95 a : ul tam: .tlmcsviaxmrl tr tr ! ele Ilorlnome lei' lili 3232 0630, lar (i'll 3282-063) Uilntnauhl “um Rertntnlqàexjel ¡4733329 18433_ id:1471 3329 6'9'- luslbafwrvorm tela lol)331S~7$$4«'SS'56'S7.IaI4I3il 33V: ?SSSÍIÇIVWQIHWO Camaro-w &lataria; 'im le! :ali 3425-7342' 321) N36' 3525 . V146 312) 777a lar Ir? ) lili 194!_ r mal uuirlmholcmbr (eoptnascl Wes: com e ? agir/ amamos1096-!1931131 il 75 r-"MI Lvprmauçien : um t: Carmo Grande lower Frmroçoes Mura: Lina ao( lol) MSI-lunar( iarllLç-! i iinmaimal Lo- (tilúl m». ?ronagrda Hc. ) : os lâãl 923SJ6468601JM9, e mai¡ Lxiaroclne-Ilàiiol (om b' Curitiba ÍHMÔVRI tri l-lll 3150- BIILUJGIIJOBC-íüãlí/ &ULQ l. ) #W125i ? llú llorvr-urimntr vi. : Md-. a Promos Icrlorran Mil (Ficou-s Luh , :eleintlll 3234 lHvLe mail viana-amarra#- açvrrr. txíloriirtopolhln. : . ac ? Lol-Luck nda td i~i8i1132 1617, IL¡ Ma) 3232-1131.: mal lçoiwroiârreracnauil (cm brforuiea Midusntioon Reorex e rirqx cova-cs oe (cm-irritam: reiela- rw ; hmm o. ma¡ mvdasouonàrvúasolmrm N( Goiarinraisduvosr Flrprarrlaçhiilúa ldslbl) im S153 lu : u: 11's 91m PITIJI pziicaneamocima: CT t¡ row/ trevo Milo aqui: : : atuais Mtl e ? mas me. leiria¡ u! ) m¡ 7725. ma¡ -wr-ó-artw* lememdw cmi b' Mateus ? tem rizmmi i' mes mclai i9); resinas. r-mal pxrerêmltrm am t: Marlrtgauitude de Camino-anão e Move-WMM ! ele uiiu: 3.718 E959 o ma¡ w . vivida-Carci m- t¡ Porwlloyeixmor-o Ie( IS") JDPJBVJ la , 3227-2855. ieoresenuntr Pnnlkllffñl-*Oâdf (Ullt-“Lõêii uma leiam-ó! ) 1325 lsuisazuvsr . r na¡ ii-_aiisonç-'inrsir (om tymunrrumnggegrraçixsíwmíaxld 51H32¡ 'HI em; - munrrrouepcaihn rum tr led¡ ttipinmm ? ouça-S m¡ relrlctl/ Sil m7 'S9Í'_(-r"1:l mJmi-mzi-. eu-J mm trnrelrhhetord : lol 396: S576_ Lsrllõlóaz-Joa: e mi arl w» Urbana¡ : :r bi lliodelarteio 022a Ill i 7 '3 E28? IA! ill: 7516-8751 SIIVIJDMGMN Camilla» Not( e Fountain** "I l 3341 JWNJYIBSWMGEN li- 17|: 334v 499;. a m. ; um . mirim : :i-ri tomaria. " Iri-. trrI. r.nmn;9¡m-. rruçEc-s lel izrinisáeszi mal umuelrrb-anuizinii-riig : :mai Publicações de Editora Abri: Vefa: 'iai -'e¡a Sá: 95.102_ vu ¡lici vein Regimes Negdtlox frame. m¡ SA A (orutrnIo/ (MWPWWMMV “KIM comuna; eo. nim¡ (u. E§IAÍC Março. n: Núcleo Comportamento: f, nai: Hnu Núcleo lent-(star: Bot: F m: : Sanz' 'uma simple'. Itirlsrrtolleotologia: Nikko Turismo: 64a¡ Ouàlli) Poda rm vis' Gezqiaptv. /isgu-i e turismo Rodeo nor-era: Piôíà' mhz-ai. !Juan-z *lc-m v-p llikleo Tecnologia' No_ ml: (an: Irvlaüzrt-: Irm (murro/ mem: nucleo hvernzen Caplidlu Flan-bao, N-/ vjc-fsrant-a. Super rrmmte Saci-rim# Núcleo Inlant ! IWJSQH Diinei, Recreio Nucleo Cultura. ÊWIP-! JUF Ata-J Gula oi: isrmanrr Amiturss M Historia, lc : s: Rr : in (asaürmanais: liicleo teu e (omtniçlo: Arquu-uit e (DNVIUÇÀU (as. : Õiludld_ (Ian-s Corinne Nikko Celebridades' r: rw Nucleo Semanaix Ari. : Varia, faça r- VN-t). M «na Notei; lim: vr-a' Mai: Fundação Vino! (Mu: Hom Fsmln INRIICMIONN. ADVERTISING SALES REPRESENIAIIVES (oordinebor ter International Advertising: sob¡ Advemsrr P5 -Ti . e N( Line '. ;¡_~q§¡x_ : rito-m 9:06¡ lJliifínslAl-: s tr. IP*. 'I; r.-. ~.›. -i: e Ve: : 'emcru 13-2( : rc-n Cm! wiuureo (allan. : eu: : : i4 m: i ii : sam s' l : :a2 ruacps «ÍiIHÍQIHJIVIQLÁDISNUU? ,6-¡ i3 i(«ri; ,rsri. L-: ri: i,~ii' : MAM re* l , II-II 6146_ 'narinas . n25 IAP». ', - -' ~ uma; m : H5 im, l (PIyItQOÇ-_rinfhi mp rar. -i 3215 ôêàâla-uii 32:55.53: 'intima Lent'. nIiLii-suseiit-i I: : u: H i f_ i. : g. , _i r, _., , m¡ 5mm, Poaihrw' te( i-: ill FOI SSYOÀA- ? iii-SE (OLIÇAO Bit-rm) DE DADOS_ eoçà: 17, e iii-ia castração c. : ídiloir Ani* S A Dillüiniià rm ltda c» Lian pel. ) Dmap 5 A Diitiibuiicra Naiara' de Publcacàn Sir: Pam: *DESSA NA DIVISADGRÀPICADAÍDITORA ÀBWL SA. Av Olewrnolàieaoeuira 4400 CSPOüwmAFrooustiaooO-Saavgmrse PIPP ANER *Abril Presidente do Conselho de Administração: Roberto (ima Presidente Executivo: Maurizio Momo Vice-Presidentes: Deborah "Wright, Eliane Lustosa, IVIIJÍVU Or. ara_ 'vaItr-i Pass-Wi wwwsbrilcormbr
  5. 5. _. __. ,. .___r- : l: -Hil -r› : uni-i'm DÁ-LHEN INFORMAÇAO! universo do software é grande e abriga mundos muito peculiares. como o dos bancos de dados. De obscuros repositórios dos main- frames. esses programas passaram a estrelas de todo porte. organizan- do a explosão de informações gera- das pela vida digital de pessoas e empresas. Neles. tabelas são mais que colunas e linhas. os dados se agrupam em entidades e se relacio- nam abertamente, transacionam. disparam gatilhos e administram res- trições. Nesse mundinho. o e/ AND não soma. diminui. E quem não sabe dessa e outras pegadinhas lógicas. perde tempo fazendo besteira. É aqui que se encaixa este especial. Aos novatos. contamos a história gloriosa dos bancos de dados e des- trinchamos seus conceitos. De ban- deja, vai um roteiro para escolher o sistema gerenciador, planejar e exe- cutar o banco da melhor forma pos- __ u_ ç _ . . -n v.31,: : ] ( j' LW a p n11caçãuizierisalriatejtnra Alívl jjcflLif) Ifri *LW-ni* -1- “" sível. Testamos as novíssimas ver- sões gratuitas dos poderosos Oracle. DBZ e SQL Server 2005. dos livres MySQL. PostgreSQL e Firebird e do beta repaginado do Access 12. Entre- gamos o jeito profissional de mon- tar tabelas e consultas. os segredos das interfaces de administração e uma porção de tutoriais com os variados bancos. você vai saber como extrair as informações Exif das fotos digitais para o banco, criar rela- tórios com views. controlar os livros emprestados. cadastrar e-mails váli- dos e muito mais. E se a animação chegar ao ponto de devotar a carrei- ra ã administração dos bancos de dados, estão aqui os caminhos para 'hwíã' : a as especializações _, mais valorizadas , L t" da área. Aproveite. LUCIA REGGIANI ELzvtíRiu : :vi- Bihfçlílg isl íiililjiili» Para contatarareda ão: e' vi? r'iiC1fl'li<'J'. ;;llíl rnm t Para assinar a Coleção: ~ ¡lll 'M171 rri'4". "1'r(¡: ~' coLcçAo INFIÍJ >7
  6. 6. Cll-*Ullll* . f. 'S' ; yàk . j 'i"›_ Í afim; --i ~ . x . à; me A ¡ u. , / r 4-5171; 3g 7 , h Liu. . 'J / ON . r i1' * / l l. , l r l l L' l' ' ll *~. _ - : in-AJ . ... .. i l l : vc-r l - T Í. .'. L, i 4 x . 3:" *cvs-sia* _ça-gif O. ..? , › . _. 'r x45! ' 7;; l AVENTURA. pos o/ .xocts POR TÂGH CiLli/ FIRA Fêüvüb rmazenai' informações cos de dados parece simples. trivial. organizadas e recupe- Não deixa de ser verdade para as rá-las sem faltar peda- tecnologias atuais. que disfarçam a ço sempre cjue DGCCS- complexidade do processamento e sãrio. Dita assim, a missão dos ban- do gerenciamento de dados com in- 8 < i o¡ EÇA O ixro , i.i. .»~__ . m
  7. 7. ' ~'. ". a) av** terfaces gráficas e &ISSIHIQHIPEE mas. no principio. lidar' com base-s rir: ria- cios era coisa ca'nr3Ir_rcla. Ençarâríía : mr ntainframos. A Íilaifjiir] dos ntodrgrrios bancryis r: ,*rr, i«; ;›s mztir= ça na (Nf-carla de 60_ (jiiaziclrr m1. fiililj)l_llâ(_i()l'(>°i rãmzJlit-“i- um a r fruit¡ : i la' lv (lv igirriícizsjrunter: - to e se) Íirlllkiiliilllrliãíli om pryssiivi- lidade) ri-. il lltlí. : m: 43rrij_ir“i; r:s. ;1*; _ lxãrt) havia LlllldCl o (tjlitfdíír Piírijrii arte; clt- ljariro de dados - o . HWTliÇlZií-*liãl- mic-nto cle llii()l'liic'l(; tii) rliggltal &raiar-a- ami-sr¡- em liiütifjlúà di? r'›i; ;.ariiz; i<j, fio riu iirlirirír) fisico. ixo iriir it). Cialis ¡VD- : iptu-i'll delos de bancos de dados foram de- senvolvidos: o de rede (Codasyl) e o hierárquico (IMS). O acesso à ba- se de (lados era complicadíssimo. e os detalhes do armazenamento de- pendiam do tipo de dado a ser ar- quivado. Acrescentar um campo ex- tra à base requeria. muitas vezes. reescrever todo o esquema que sus- tentava a aplicação. A ênfase. nes- se caso. estava nos registros a se- rem processados. e rwão na estrutu- ra do sistema. Para fazer qualquer modificação. um usuário precisaria conhecer a estrutura fisica da base de dados. Sistemas comerciais bem- sucedidos. como o Sabre. da IBM e da American Airlines. Litilizaram por muitos anos esse tipo de modelo. O. .OC-ELO DE CODD No inicio dos anos 70, as coisas co- meçam a mudar. O ¡Jesqtrisaclor da IBTt-i Edgarr Frank Codd (1923-2003) propõe o mocieltu relacional para a 'base (i('L'ÍÍ1Cit')Ê. Ís'l[liS do que isso. ele iritrütltiz uma ntwa maneira de pen- sar a inforírriargrr) rliqítal a ser gra- xraclta. rivr: trj)e'urcla e gerenciada. es- íÍti)PÍiÉ(Tjli(i(') um jeito mais Compu- tavrioncrl di? tratar' o relacionamen- to ontrr- os dados. Esse sistema vi- : waai parlruãci e e trsado até_ hoje. 0 morlt-lr) abstrato de Codd Ó a pri- mei¡ a r, li)t')l'f_it'igíjtilil completa para linea base de dados. o resgate das inform; r<__ões. manipulação. integri- dade lrõggica. trisuztli/ trçáio. atuali7a- (do e ; jiu tâll(_i(llli('lll(il. Fo¡ concolji- do para armaxreriar registros de cia- i'irt, lr Itú Ir'«. 'i"i'i >9
  8. 8. ir¡ t¡ dos com estruturas relati- vamente simples e proces- sar transações simples. Esse tipo de sistema usa QUEL como linguagem de t pesquisa das bases cle cla- A ideia começou a ser n3- 6¡ dososegundo protótipo. desenvolvida por Codd du- ' conhecido como System rante seu doutorado na V ' _ R. foi desenvolvido pela universidade de Michigan. a i ' IBM em San Jose. Califor- Em sua tese. ele apresen- _e “- 'fix __ . s' nia. e levou ao SOL/ DS & lava uma especie de "au- 4'/ f** Edgar Codd: pa¡ do to-reprodução" leita em '. D132. da própria empresa. seguido por Oracle e HP. modelo relacional programas de computa- dores. O trabalho foi publicado em 1967 no livro Cellular Automata. pu- blicado pela Academic Press. A ideia era tão avançada que levou uma dé- cada para ser digerida. Pelo menos dois protótipos prin- cipais cle sistemas relacionais foram desenvolvidos entre 1974 e 1977. mostrando aplicações ¡araticas do que só existia na teoria. Um dos protótipos era O lngres. desenvolvido na Llniversidade Berkeley. que seria seguido pela ln- gres Corporation. Sybase. VS SQL Server e Britton-Lee. dentre outras. a' É¡ 111m7¡ -Hn e. nua- . .g loavl'll »- '11 had-s u ¡UI *MK-U--AÍ Vita [ou atua» Í Mapa de relacionamento: a teoria de Codd na prática 10<(01tc, t0ir: rc) Nesse sistema. e utiliza- da a SEQUEL como linguagem de izesquisa cle dados. Originalmente. as aplicaçoes foram deserwolixidas para os enormes mainframes. ~; ' 2707.11 . TÍJZÇI--S O termo "relaçãio" era usado por Codd de maneira cástritamente ma- tematica. dentro de uma tabela com linhas e colunas que trabalhavam com propriedades especiais. Embo- ra isso pareça óbvio atualmente. :não era nada elementar nos anos 70. Tanto que Codd sentiu a necessida- de de estabelecer as 12 regras de _ - . uma base de dados relacional. uma re- 'híifft' ceita ; vara extrair do u' tnodelo algo que = ¡ funcionasse mesmo. E isso . tconteceu em l 1974 e foi expandido Lami. .u. ao longo das déca- t cias. Em 1990. a lista cresceu para 333 re- ciuerirttentos. . vistas com os olhos de hoje. as 12 leis ; varecem brinca-
  9. 9. (leira. A primeira de- las. conhecida como "Lei da Informação". dizia simplesmente que todo dado deve ser apresentado ao usuario na forma de tabela. A segunda. ou 'i t: : L cnuynk "Regra do Acesso Ga- 'aiii' . u. rantido". exige que todo dado seja aces- sivel sem ambigüidade e aconselha que cada informação seja descrita por uma combinação de nome da tabela. chave primaria e o nome do campo. E assim por diante. O mesmo Codd cunharia o nome OLAP (On-Line Analytical Proces- sing) para descrever uma ampla ca- tegoria de produtos de software que tinham as caracteristicas de acesso aos dados propostas por ele. As 12 Regras de seu padrão foram adota- das pela industria de TI. forçando muitas empresas a revisar seus pro- dutos para melhor se adequar aos criterios OLAP de Codd. Em 1976. outro avanço viria das pes- quisas de Peter P. Chen. Ele propõe o illiíuÍlülO Entidade-Relacio- nanwr-itto (ER) para o design de DÉlllCO de (lados, dando um importantc: passo para a moclelageíwn de alto nív(_›| e permitindo ao desenvol- vedor conceituar-se mais no uso das informações do flue propriamente na estru- tura lógica QUÊ há por trás da tgtbcla_ ' 'll"›ll-1i: ,.'. :tii Ílk^l'| l'll . a ç ¡ hk' 'ira t V¡ ' " T ¡I e ; A . “ ' n: .›-; -=. ~.›'? rã r. Í-: àê~ ' J . , ' -z-. nv. " ' ' ; r _. .y ' 9:23.: -éff _C5_ 41-, .u M: : v1 ta. ;C33 Peter Chen: novo modelo de design mwxatuzzãsíézrtttavástsã * . -., -.. .1í§$ dkaase Ill: padrão de banco de dados para Pcs nos anos 80 CLÍZÍTÍ- : o i: : ru" A evolução natural dos bancos de dados passaria pelo estabelecimen- to de um padrao não-teórico: o dBa- se. ao ser lançado no final dos anos 70. tornou-se uma referência. Sua origem encontra-se em meados dos anos 60. Seu antecessor era um sis- tema chamado Retrieve. vendido pe- la Tymshare Corporation. Naquela epoca. os computadores só eram encontrados em grandes gabinetes. no ambiente do trabalho. O Retrieve era usado no Jet Pro- pulsion Laboratory (JPL). em Pasa- dena. na California. Nos anos óO. Jeb Long. um programador desse laboratorio. recebeu a tarefa de es- crever um programa que desempenhasse as mes- mas funções que o Retrie- ve. Em 1973. ele se tornou engenheiro de software do JPL. Ali ele desenvol- veu um programa de ge- renciamento de arquivos chamado JPLDIS (Jet Pro- pulsion Laboratory Dis- play lnformation System). COLEÇÃO lNro › 11
  10. 10. Zlmulrlr escrito na linguagem For- tran para rodar num main- frame Univac 1108. O JPLDIS foi. assim, a mãe da linguagem dBase. que passou a rodar em mi- crocomputadores com o sistema CP/ M. Criada por um jovem programador do JPL. Wayne Ratliff. seu grande sucesso baseava- se na simplicidade. Os co- mandos seguiam a lógica das pala- vras inglesas: use, find. list etc. No dBase. Ratliff partia de uma ideia também simples: desenvolver um programa de banco de dados para desktop baseado naquele que roda- va nos mainframes de seu trabalho. Fez tudo isso num computador mon- tado em sua casa. Foi um grande progresso para a época. Não somente o programa criava tabelas e guardava dados. mas tinha a capacidade de criar pro- gramas ASCII (como arquivos batch do DOS). que podiam então exibir e intprintir' as informações requisi- tadas. Ratliff batizou seu software de Vulcan (em homenagem ao Sr. r vAlnn ¡ln . H1 aIAW-Ix¡ nun-an [ml-w lijijiiiii ll ” 'rir : à ' '11' _Hluul l. -l' n¡ É ltiiltiiil 47 3' L. r- a él-Íãà* u Á FoxPro para DOS: gerenciador baseado em dBase 12<l OLÉQM) INFO Wayne Ratliff: criador do Vulcan l , l '. ›.§: ..À': ^r1.. “Illr 'Ílhluii Spock. do filme Jornada nas Estrelas) e começou a vende-lo por reembol- so postal. Mais tarde. Long asso- ciou-se a Ratliff e traduziu aquela versão original do dBase ll para rodar no IBM PC. Todo o trabalho foi fei- to em linguagem As- sembly. Jeb Long foi um dos fundadores da empre- sa Ashton-Tate. ficou conhecido com um dos gurus do dBase e como res- ponsavel também pelas versões dBase Ill e dBase lv. l'. Sl. li)*cL! ¡'C'-: :1JS Em 1984 surgiu o Clipper. linguagem de programação compativel com o dBase lll Plus. com clesempenlto de- zenas de vezes mais rapido que o dBase original. Ate meados da dé- cada de 90.0 Clipper era o lider do mercado de linguagens de desen- volvimento para micros. A partir dai. as linguagens visuais. criadas para rodar no ambiente lrvindovrs. começam a ganhar terreno. Quando os ! Jancos de dados rela- cionais estavam sen- do desenvolvidos. fo- ram criadas lingua- gens destinadas a sua : r martipulação. O de- partamento de pes- quisa da IBM desen- volveu a linguagem SQL (Structured Query Language) nos
  11. 11. inos 70. Somente matt¡ A por &na- t; '- -m1986oAmerican "“'“"'°"'°'"“" " " e' ° j LL. '.Z . .:r: .; ; ,122 ; _:' s. ; : f ". « --- «"= ñ ai'. . "' ° a lational Standards Wgg_ Institute (ANSI) pu- ' ' *É ff-? jfj-f-; e- j blicou o SQL como um padrão. A partir rílai. o SQL passou a '. .ser usado pela maio- ria das empresas. Ao longo dos anos 80, a linguagem SQL torna-se praticamen- te universal. Por sua vez. o DB2. da IBM. passou a ser o car- ro-chefe da empresa nesse segmen- to. que começa a experimentar ex- pressivo crescimento. Ao mesmo tem- po. as redes locais ganham espaço nas empresas. e 0 D82 se mantém co- mo uma das fortes referências em bancos de dados corporativos. CHEGAM OS PCS íom a entrada dos Pcs em cena. as companhias de banco de dados têm um crescimento notável. Novos no- nes dominam o cenário do software. omo RIM. RBase 5000. Paradox. lBase. FoxBase e FoxPro. A transi- ; ão para a década de 90 deixa pou- “as empresas da geração anterior omo sobreviventes. O modelo clien- e-servidor torna-se a norma para rs futuras decisões de negócio. ao mesmo tempo em que se verifica o rabelecimento das ferramentas de wdutividade pessoal, como Excel acess. É também um marco ini- , líll para os protótipos dos bancos de dados orientados a objeto. ou DB2. da IBM: referência em banco de dados corporativo Object Database Management Systems (ODBMS). O fenômeno da internet vem sacu- dir o ambiente de Tl em meados dos anos 90. Começa-se a exigir de ma- neira frenética o acesso de compu- tadores remotos aos dados guarda- dos nos sistemas legados. Na outra ponta. os bancos de dados se adap- tam para servir às demandas da web - o que significa acesso às informa- ções. de qualquer lugar. via browser. No final dos anos 90. o intenso in- vestimento das empresas na inter- net abastece o mercado com cente- nas de ferramentas para conectar os bancos de dados à web. Crescem as ofertas de novos produtos e no- vas tecnologias. Com o passar do tempo. destacam-se duas áreas bá- sicas: de um lado. as soluções ba- seadas na plataforma Java. da Sun. Empresas como a própria Sun. além de IBM e Oracle. têm bancos de da- dos ou ferramentas para desenvol- vimento nessa área. Do outro lado, estão as empresas que oferecem COLEÇÃO INFO › 13
  12. 12. produtos fundamentados nas tec- nologias ASP e. mais recentemen- te. .Net. da Microsoft. No item es- pecifico dos gerenciadores de ban- cos de dados. os grandes nomes são IBM. Oracle e Microsoft. Com a ex- pansão da conectividade. os ban- cos de dados estendem as possibi- lidades de acesso até aos PDAs. A0¡ TIIAIYYII Mas as tendências apontam para sistemas de alto nível de armaze- namento (da ordem de terabytes) que exigem rapidez e confiabili- dade de processamento. manuseio e análise dos dados. Projetos gran- diosos, como o Genoma. apontam para esse tipo de demanda. Ao mesmo tempo. bases de dados geológicos. meteorológicos e es- paciais requerem mais velocida- de e segurança. Também se tor- nam comuns as aplicações empre- sariais de data mining. data ware- house e data marts. Esses usos do launcobodni-Cl-tr unit¡ run-un_- -o›rul nau-n onnnuf-u-Iu uqmnung-p- 5 1013013111 nun 'uvtnuluovhunu l &Ér o. . g/ .. Ínrn Itu n- un uc- iÍ-n “h uh ud n77?? T77- . »oz-u -cn- 'ou a »apaga m FL- fWm na' ¡ín H um. . tocou Oçaúcuv-nítujnnannmg Dl n-oçnn-na-n-¡ncnm-np-m-n- ni oracle 10g: gerenciador de bancos de dados para clusters 14 < COLEÇÃO INFO banco de dados exigem gerencia- dores capazes de dar respostas rá- pidas às empresas. Nessa área. a Oracle se destaca como o maior fornecedor de ban- cos de dados corporativos. Desde 1985. o produto passou a tirar pro- veito da disseminação das redes lo- cais. dando suporte ao modelo clien- te-servidor. O Oracle 5. dessa épo- ca. suportava consultas distribui- das. Em 1988. surgiu a versão 8. com suporte ao desenvolvimento orien- tado a objeto e aplicações multimi- dia. Em 1999. saí a versão 8¡ - i de internet. O número atual é 10g. sen- do o g indicativo da capacidade de funcionar num grid de servidores. O Oracle também foi o primeiro ban- co de dados comercial a oferecer uma versão para Linux. Finalmente. deve-se prestar atenção ao crescimento das plata- formas de código aberto. notada- mente o Linux. Junto com ele. des- pontam bancos de dados como o MySQL. utilizado em aplicações web. Es- sa mudança em di- reção ao software li- vre pode redefinir o perfil do mercado de banco de dados. em especial na fai- xa das aplicações médias e pequenas. a curto prazo. mas abarcando as gran- des aplicações. a longo prazo. nun-nun» 5a¡
  13. 13. SABE o QUE E TUPLA? *i-_i_ . a -”'c. <1s'. <', l-'l'l'OS QUE FAZEM DO BANCO DE DADOS r « D- . UQFTTE NO UPJIVERSD DO SOFTWARE POR CELSO HENRIQUE PODEROSO DE OLIVEIRA oclo mundo que usa te- lefone possui uma agen- da. Nela. cada amigo tem nome. endereço. número da linha. data de aniversá- rio e e-mail. cada dado anotado num espaço especial. Quando precisa- mos Iigar para algum contato. va- mos a letra inicial do nome e bus- camos o número do telefone. Essa agendinha quase banal expressa bem o que é um banco de dados - um armazém de informações rele- vantes. organizadas de maneira coe- rente e lógica. que precisam ser re- cuperadas com freqüência. No universo dos bits e bytes, o banco de dados envolve conceitos importantes. que precisamos enten- der bem para torna-Io útil e eficien- te. É disso que trataremos aqui. co- meçando pelo próprio. *'" 0.39 GJOQ-'àull-: lü . tam, ..- Cancun¡ m. , Banco de Dados orcl mma instaura¡ administram mamada _ . ultima/ out¡ naum) Euhu : rganJvan-. Amomc v' 00"' CPU ao mm Snlon Auvn f; D-¡nlm sm. .. Aim E m" W '- Am em» turma iam-n ra 'sua Norton cut tum _, m” I : zu -Z-rnwa-I-: na- t! ) m1 a : :niguem 'M " - as m inn meu u¡ 'nvllngil nel ' Vault¡ "M1120 3 Fantini. lilo , _ . .K _ pa, ... n A I wm u. Encuçla sua. . N, ... u¡ _ __ _ 93-1 “MK 3 F "li 930091401 Toi-oo d¡ Roouovtl SOL “LL USIEHELLAM m¡ v 12.¡ ; um 44.111.41.144 E. Ann Ollponlbilidnoo livra-J 3o m- _, ... _¡, ; . _, . num Umiuç lo do Eopnço Rooumo eo Dtaqncchce _ H 'amanha oo Banco oo Duas¡ Durance-o on N53) 1 Dnunoonhc o “l j" 'museus tom Drum-ma v 0 Votação¡ n todo¡ u Nnvnivenn ¡nlnlu u" pow”. o u Au¡ : o AlãavlfVlQnlr) l_l¡. ›_¡. m, ,u Dclãwoñu oo Sogvnomiu ç l É Lc¡ no F ¡Pbleo “Agua mouse" d. ,amu ; u . Log do Nono nas Am iu : meu uam N) . o m m". AMR! ! sistema gerenciador: coleção de programas que mantêm as estruturas do banco Crlnco O Anuncia¡ A I COLEÇÃO INFO ›15
  14. 14. Interface DB2: administração gráfica BANCO DE DADOS Defini-Io como uma ou mais tabelas de dados relacionadas ou não é pos- sivel. Mas podemos acrescentar à lis- ta de componentes os indices. visões (views). procedimentos (procedures). funções. gatilhos (triggers) etc. Tudo depende do tipo de banco de dados e do que se quer fazer com ele. Par- tindo-se desse principio. podem ser considerados banco de dados os ar- quivos DBF que foram muito popu- lares na década de 80 com a lingua- gem Clipper. um arquivo MDB do MS Access ou mesmo arquivos DAT. pro- prietários de linguagens de terceira geração como Pascal e Cobol. SISTEMA GERENCIADOR É uma coleção de programas res- ponsáveis pela manutenção das es- truturas e objetos de um banco de dados. Há diversos produtos comer- ciais e de uso livre. Entre os pagos destacam-se Oracle. IBM DB2 e MS SQL Server. Entre os livres, MySQL. Firebird e PostgreSQL. Os gerenciadores têm como carac- teristicas principais os controles de 16 < COLEÇÃO INFO acesso. redundância e integridade. o compartilhamento de dados e o me- canismo de cópias de segurança. MODELAGEM DE DADOS Processo pelo qual trabalham-se os dados de uma empresa ou sistema para se obter estruturas de armaze- namento estáveis. O processo de aná- lise pode se dar por meio da criação do Modelo de Entidade X Relaciona- mento ou pela Normalização de Da- dos. O objetivo da modelagem é fa- zer com que as estruturas possam evoluir no tempo. sem prejudicar o desenvolvimento de sistemas. MODELO DE ENTIDADE X RELACIONAMENTO ' D17¡ I , __ u. . 1, _ 'NNW-Vida e p. 1 __¡__¡, _., n )r o o : two-mura- m , _ “mod” why-caverna_ Í l à. N_¡M'¡'A_IÚA I - *na . «uma )o *âffv . A “ O (ínti- - 'làílüt- 4 »sunt-o Modelo: entidade x relacionamento Modelo que contém as entidades de um sistema e o relacionamento en- tre elas. Deve ser entendido como uma representação da realidade. Co- mo sempre é possivel modificar a realidade de um sistema. deve ser prevista a evolução do modelo. ENTIDADE Entende-se como um grupo de coi- sas semelhantes. Essas coisas podem ter uma existência física (pessoa. car- ro. imóvel). ser um documento (no-
  15. 15. 7 . _ j . r. '3?. a_F¡'E-'ÍAL 'j i: .:_; :'j¡'E / -I[-'. Cii: ._Fi5JI›'-L | , tJ-(ÇLÉFÀJTE , ETriZ-TLFlEAZAL l , gr-ijrr 1 'ÍElÊERn/ MÍAC) , Entidade: grupo de coisas semelhantes ta fiscal. pedido de compra. ordem de serviço). um local (armazém. se- de. filial) ou qualquer outro objeto do mundo real. Cada entidade deve pos- suir diversas instâncias do objeto que representa. vamos exemplificar com os automóveis. A entidade é o gru- po carro. A instancia e' o objeto Hon- da civic. Peugeot 206. vw Gol. Quando se transpóe a entidade pa- ra um modelo fisico. tem-se a tabe- la (no modelo relacional) ou a classe (no modelo orientado a objeto). Uma entidade é representada por um re- tângulo com o respectivo nome. )-. 'i“tti3Li't'o Qualificacior lógico de um objeto. ser- ve para descrever ou caracterizar os elementos de uma entdacfe. Cada atri- buto deve conter aceitas uma carac- teristica do objeto. Esse ponto e im- ; tartaitte ; nara irao coztfuitdirntos atri- gito com eittidade. : 1 n ofujeto deve ter algumas carac- I~ "i. .rs e-. pizcificets. Cada uma delas sem um ÍlÍilLNJIO do objeto. O inver- W 'E' Í-ílV-TWW) '-"t"lf. 'l«, lfl0ll'Oí um atribu- to 11.10 pode ti-r subdivisões. Se utili- zar' o exemplo da ífllilClijtio carro_ po. (Jr-ritos ter atributos como nome. nton- tadoia. modelo etc. (Juando se transpure para o mode. »fi-tic o. os atributos se transformam) will r ufrenas ou campos no ntcdelo re- *IàJl '. 'll| |› lacional e em atributos ou proprieda- des no modelo orientado a objetos. Os atributos são colocados dentro do retângulo que representa a entidade e abaixo do nome da própria. TU PLA Nada mais é do que o conjunto de ca- racteristicas do objeto que se quer re- presentar. a estrutura de atributos re- lacionados e interdependentes. A tu- pla seria a linha ou o registro de uma tabela no modelo relacional e a ins- tancia no modelo orientado a objetos. TABELA Estrutura composta por linhas e co- lunas que serve para armazenar os dados em um banco de dados rela- cional. A linha indica uma ocorrên- cia do objeto do mundo real. e a co- luna serve para qualificar o objeto. Dessa forma. se imaginarmos uma tabela PESSOA. ela teria em cada Ii- nha irrita pessoa e em cada coluna as informações relevantes dessa pes- soa. como noire. peso. atltura. data de itascintertto. dcctrntento de iden- tificação. cor dos olhos. cor dos ca- Tabela: estrutura com linhas e colunas (Ui Lcrtr) ir-; t r) › 17
  16. 16. 'llll bi Chaves: qualificadores das entidades belos etc. A idéia central é que as ca- racteristicas do objeto permitam iden- tificar uma única pessoa em cada li- nha da tabela. cz-z; v: : Um ou mais atributos que permi- tem identificar uma unica ocorrên- cia na entidade. É um qualificador único. No modelo fisico. a chave é o campo ou a coluna que contém um valor exclusivo e com preenchi- mento obrigatório. Assim. não po- derá haver o mesmo conteúdo da coluna em duas linhas diferentes. Imagine Lima chave para PESSOA. Nome seria uma boa coluna para chave? Naturalmente não. pois há pessoas que têm nomes iguais. CPF seria uma boa chave? Em alguns ca- sos sim. pois embora não tenha re- petição e seja um documento obri- gatório para os adultos. não é para os bebés. O que normalmente acon- tece em casos como esse é criar- mos uma coluna. Em alguns outros exemplos. a cha- ve seria localizada com mais facili- dade. Se analisarmos uma Nota Fis- 18< COLEÇÃO INFO cal. por exemplo, o número da no- ta não se repete e é obrigatório. Por isso poderá ser candidato para a co- luna chave. uma chave geralmente está destacada por um símbolo (as- terisco ou uma pequena chave) ao lado do atributo correspondente. Quando se analisa o modelo fisi- co. uma chave pode ser classifica- da como: PRIMÁRIA: qualificador único e obrigatório. Deve haver uma única chave primária em cada tabela. ESTRANGEIRA: serve para rela- cionar duas tabelas. vamos voltar ao exemplo da Nota Fiscal. Cada no- ta esta' relacionada a um cliente. No- ta Fiscal é uma tabela e cliente ou- tra. Cada tabela tem a sua própria chave primaria. Para relacionar O cliente com a nota fiscal. deixamos irma referência ã coluna chave do cliente na tabela nota fiscal (chave estrangeira). SECUNDÁRIA classifica os dados nas tabelas. Geralmente. os indices têm o objetivo de agilizar o proces- so de busca. t2ELt-. cloi-'r-. .rtEuro Se uma entidade é um conjunto de coisas semelhantes. e' natural que essas coisas guardem algum tipo de relacionamento que seja impor- tante recuperar em algum momen- to. Quando dizemos que uma nota fiscal é emitida contra um cliente. podemos entender que estamos tra- tando de duas entidades diferen- tes: Nota Fiscal e Cliente. Ha. entre
  17. 17. FT T* essas duas entidades, uma relação de interdependência, ou seja. para se emitir uma Nota Fiscal. é neces- sario que haja um Cliente. A essa interdependência damos o nome de relacionamento. Na prática. sem- pre que uma ou mais tuplas de uma entidade guardarem alguma rela- ção com uma ou mais tuplas de ou- tra entidade teremos um relaciona- mento entre as entidades. Um relacionamento pode ser clas- sificado de duas formas: opcionali- dade e cardinalidade. A opcionalidade indica se é obri- gatória ou não a ocorrência ou in- dicação de uma tupla de uma en- tidade na outra. Dessa forma. po- demos dizer que é obrigatória a presença de um Cliente em uma Nota Fiscal. mas é opcional a exis- téncia de uma Transportadora. por exemplo. De outro lado, o Cliente pode ou não estar vinculado a uma Nota Fiscal. O mesmo acontece com a Transportadora. A cardinalidade indica quantas ocorrências de uma tupla se rela- cionam com a outra tupla. Sabemos que cada Cliente pode estar vincu- lado a zero. uma ou muitas Notas Fiscais. enquanto cada Nota Fiscal está relacionada a um único Clien- te. Como você pode notar. a cardi- nalidade e a opcionalidade são sem- pre expressas de um e de outro la- do do relacionamento. A cardinalidade pode ser: UM PARA UM (l:1): quando cada tupla de uma entidade está relacio- nada apenas a zero ou a uma tupla da outra entidade (lembre-se que ze- ro ou um é a opcionalidade). Esse ti- po de relacionamento não é o mais comum, pois sempre se deve ques- tionar a vantagem de manter os da- dos separados em duas entidades. Note que sempre há um custo vincu- lado à criação e manutenção de uma tabela. Se o custo compensar. deve- se manter separado. Do contrário. é melhor unir as duas entidades. I UM PARA MUITOS (1:M): quan- do cada tupla de uma entidade es- ta' relacionada a zero. uma ou mais tuplas da outra entidade (não es- queça que o zero ou um é a opcio- nalidade). Este é o relacionamento mais comum. I MUITOS PARA MUITOS (M: M): quando há ocorrências de múltiplos relacionamentos entre as tuplas de duas entidades. Esse relacionamen- to. apesar de existir, não é passível de implementação em um banco de NOTA FISCAL PRODUTO C DPRODUTO arm-numa¡ smart-anal" 117-1117( 1001x1114 MIC *nwnucumxaaemúhi emana! Mirai . nnonJKA IMI nrumutu -j _um ! nunyx-unem ' constavam-m ›oíw'__m, °°"“”°"' . amante. ' ""°' : anunciante Relacionamento: muitos para muitos (acima): um para muitos (abaixo) COLEÇÃO INFO › 19 1 NMPROOUTO VLPRODUTO .
  18. 18. dados relacional. Sempre que se identificar essa situação. deve-se criar uma entidade entre as duas entidades. classificadas como fun- damentais. Essa nova entidade. clas- sificada como entidade associativa. deve conter. pelo menos. as chaves das duas entidades fundamentais. Uma das formas de representar o relacionamento é o "pé-de-gali- nha" para indicar a cardinalidade muitos. um pequeno traço para in- dicar a cardinalidade um. o trace- jado para indicar opcionalidade e o segmento de reta contínuo para in- dicar obrigatoriedade. Uma outra forma e' indicar a opcionalidade com um pequeno círculo antes do um ou muitos da cardinalidade. Lem- bre-se: são apenas convenções. O importante é que o relacionamen- to esteja claro e esteja representa- do no modelo de dados. INTEGRIDADE REFERENCIAL Mecanismo utilizado pelos gerencia- dores de bancos de dados para man- ter a consistência das informações armazenadas. Suponha que estamos cadastrando uma Nota Fiscal e indi- camos um código de cliente (que re- laciona com a tabela Cliente) inexis- tente. Outra situação é tentar excluir um Cliente que tenha diversas No- tas Fiscais emitidas. Como iriamos recuperar a informação. caso o ban- co de dados permitisse a exclusão do Cliente? Simplesmente perderia- mos o elo entre as tabelas. e a infor- mação armazenada estaria inválida. 2o < COLEÇÃO INFO A principal forma de garantir a integridade entre tabelas se dá por meio do vínculo entre a chave pri- mária de uma tabela com a chave estrangeira da outra tabela. As co- lunas das duas tabelas armazenam as informações que permitem es- tabelecer o relacionamento entre as linhas das tabelas. Assim. o có- digo de cliente 1 da tabela Clien- te. cujo nome é João. será arma- zenado na coluna código do clien- te da tabela Nota Fiscal sempre que se quiser indicar que o João comprou determinados produtos. Não será possível excluir João (có- digo do cliente l) enquanto hou- ver Notas Fiscais emitidas contra esse cliente. RESTRIÇÕES utilizam-se as restrições (constraints) para melhorar a qualidade da infor- mação guardada nas tabelas do ban- co. As restrições mais comuns são a chave primária e a estrangeira. Mas há outras restrições bastante importantes: a NULOS: uma coluna que não te- nha valor inicializado é considera- da uma coluna nula. Nem sempre é adequado permitir que uma co- luna não tenha valores atribuídos. Imagine uma linha na tabela Clien- te cujo nome seja nulo. Como po- demos identificar o cliente? v¡ EXCLUSIVOS: suponha que se te- nha criado uma tabela Cliente cujo código do cliente não seja um do- cumento, como CPF ou RG. Mesmo
  19. 19. :que 'JAM , . u r. uma VN- WW 3 _i t o - L¡ 'Ô ' _ o . .g-. ..m , pan-w D PMN dlmxÊâml ___ ___ . _ -- . . -. _ _. . , .._ » › _-_. . 4.a. .. na. »m : an-nm nun sua¡ Cucina-in Vvgpu Duncan-c mu¡ si¡ _Í . zu. :- ' - ' -NIIIÍIVI- *-¡_. ... ., cw. inn-u- ; annu- contain¡ ; vou-anna aq'. naun: www-ICU! J y. , ; u u-! AVRJM naun/ u V! !ouçam lu 'um' «un-ny- - DAlN- , u . ..u mu¡ muy-nun : nu-Luv - Diminua-CO p, u-. n ! Viu a'. :uma aq¡ Qou 'numa-nun ' É** “m” . ._. .. .u nun vaginal' um , inova-moi u¡ o nt _ _ um” 'NN , -4 . ..M1514 'nzntmüll un¡ 1tmn1ntu swim. ; . aqua¡ n Bbn~ . 4.. ... . n nuny- - 17mm. . . .jiu-un. - ACI-tun- . bÍqv - ¡ua-una- - ¡ola-nr-Ivv-v n _Iltnúonvvonú ~ . QG-Ia- - JMJ¡ : mam-- o Juan-nov I gpnx. .- o “J »uu-nun o a | IÍIÍHJVi . _ ' , H ; rov- u» o num-novos 'Ú' o 'naum . r- r' _ ^ i não sendo uma coluna chave. es- ses valores não podem ser duplica- dos em clientes (linhas) diferentes. Para isso definimos que sejam ad- mitidos somente valores exclusivos. O que a difere de uma chave pri- mária é que esta última não pode assumir valores nulos. PADRÃO: É muito comum que. quando um valor não é informado. o sistema assuma um valor-padrão para a coluna (como data de emis- são de uma Nota Fiscal ou quanti- dade de um determinado produto em uma Nota Fiscal). DOMÍNIO: as vezes é necessário determinar um intervalo de valores possíveis para uma determinada co- luna. É o caso do sexo. por exem- Restrições: melhoram a qualidade da informação armazenada nas tabelas do banco plo. que pode assumir apenas os valores Masculino ou Feminino. TRANSAÇÃO Ocorre sempre que houver uma mo- dificação no conteúdo das tabelas de um banco de dados. Dessa for- ma. uma inclusão. alteração ou ex- clusão geram uma transação. Em gerenciadores de banco de dados. o controle sobre o momento da efe- tiva gravação (COMMIT) dos dados ou abandono da operação (ROLL- BACK) é realizado pelo usuário do banco de dados ou pelo sistema. A transação representa um conjunto de operações que são realizados na base de dados para produzir um re- sultado final. COLEÇÃO INFO › 21
  20. 20. j, A , .no o": a) nos Processo pelo qual sao aplicadas regras a um conjunto cle dados e. no final. obtém-se uma base quase livre de redundãncias. Ao atingir es- se objetivo. e' possivel recuperar o dado em um único lugar (tabela). Isso fara. com certeza. que haja um aumento na quantidade de tabelas criadas no sistema. mas ajudará a aumentar a confiabilidade dos da- dos armazenados. Ao final do pro- cesso de normalização. deve-se va- lida-io com o Modelo de Entidade x Relacionamento. Esse processo pode ser feito em até seis fases. mas. geralmente. ao se che- gar na terceira etapa (conhecida co- mo 3-1 Forma Normal). ja é possivel obter um modelo de dados estável. Antes de iniciar o processo de nor- malização. e importante identificar o grupo de dados que se quer analisar. Esse grupo pode estar representado por um formulário. um relatório ou ate tttesmo uma tela do sistema. Po- de também ser resultado de um Ie- vantartiento sistemático das neces- sidades de informaçao dos Lisuarios. Com o grupo de (factos definido. de- ve-se listar todos os dados disponi- veis. sem (lesprezar nenhum. Em se- guida. deve-se dar um nome a esse grupo de dados. Após o nome. esta- belece-se um identificador único (cha- ve). cumprida essa etapa. deve-se proceder ao processo de normaliza- ção. Para explicar melhor. vamos ado- tar um formulario de Nota Fiscal co- mo exemplo. 22<tOL ÉÇAU lhi O As três fases da Normalização de Dados são: lê FORMA NORMAL (IFN): elimi- nar grupos de dados repetitivos da estrutura, Para isso. deve-se locali- zar os atributos multivalorados. os que tem mais de uma ocorrência no formulario. No caso da Nota Fiscal. temos produto. ciuantidade. valor unitário e total como grupo de da- dos multivatorarlo. Deve-se separar esse grupo em uma nova entidade. dar um nome ao grupo. levar a cha- ve da lota Fiscal (para manter a re- lação entre as entidades) e estabe- lecer uma chave para o novo gru- po. Essa chave pode ser composta pela chave da Nota Fiscal e por mais de um atributo existente. É possivel. quando não se localizar um atribu- to adequado. cria-la. 2? FORMA NORMAL (ZFN): quan- do somente houver grupos de da- dos na lê Forma Normal (e jamais antes disso). deve-se localizar da- dos que não dependam unica e ex- clusivamente da chave da entida- de. Veja: o Cliente esta relacionado a Mota Fiscal. mas não depende de- la. O Cliente existe. liiOSmO que não exista a vota Fiscal. Por esse moti- vo dizemos que o Cliente não cle- pende da Nota Fiscal e. por isso. cle- ve ter os dados separados em uma nova eittidarle. Ao se identificar o(s) grupots) independenteis). deve-se separa-los em uma nova entidade (uma para cada grupo independen- te). Feito isso. clã-se um nome a en- tidade e estabelece-se uma chave
  21. 21. para o novo grupo. Caso não haja um bom atributo para ser a chave. deve-se criá-lo. É isso que foi feito com o Cliente e Produto. ' 3êFORMA NORMAL (BPN): depois que os grupos de dados estiverem na 2ê Forma Normal (e jamais antes dis- so). localizam-se atributos com de- pendência transitiva. Calma! Não é tão complicado. Dependência transi- tiva Ocorre quando um dado pode ser obtido por meio de outro. exceto a chave. Isso porque os atributos de- pendem da chave. Até que você se habitue. tente localizar campos que possam ser substituídos por fórmu- las matemáticas. No exemplo. temos o atributo Valor Total no ltem da No- ta e o Valor Total da Nota Fiscal. Es- ses atributos devem ser excluídos. pois podem ser obtidos por meio de um cálculo realizado com outros atri- butos. Com os dados normalizados. é possivel criar as tabelas. U-Glr-h-Ui-O-b-cl-Ivl-UU joio o-o R- .0.>"'°' 5'"" . [ lannbdnuevvwaováuu Luc-un. - b O À Â nf* «non n¡ nnpv ' *J t' - santo-c nun-even. . . o-nng ' “"'° . pu - 4a. ..- V a O - n naun x s nun 'P _i 1 m" v. n: JIKGI? ) u Joana : :um ; "'í°'" meu uwtromo-n. non-i @¡__ rUw-rtuuuo. man-i. - ' anca-q. - "" . .UIQ-Commo- . lua-nocivas u. . Buu-mn. Juntar-we . lindona-Lau . .atuam naun: - l «Av-mou a &amo-w; un PROCEDIMENTOS ARMAZENADOS São pequenos códigos executados em um banco de dados que ficam guardados para posterior utiliza- ção. Podem ser stored procedures (procedimentos armazenados). stored functions (funções armaze- nadas). trigger (gatilho) e package (pacote). um procedimento é um conjunto de comandos dentro de uma estrutura lógica. com o obje- tivo de realizar uma ação no ban- co de dados. A diferença entre pro- cedimento e função é que esta úl- tima retorna valor. Gatilhos são procedimentos dispa- rados por eventos do banco de da- dos (inclusão. alteração ou exclusão). Por fim. um pacote é um conjunto de funções. procedimentos e outras es- truturas que são armazenados em conjunto para facilitar a manutenção e a segurança da informação. ! lt "-60 meu -o-u-o. . i Procedimentos amtazenados: códigos que ficam armazenados para usar depois COLEÇÃO INFO ›z3
  22. 22. CRIAÇÃO PLANEJE BEM O SEU BANCO SiGA O ROTEIRO PARA CRIAR UM BANCO DE DADOS QUE ACOMPANHE AS TRANSFORMAÇOES DA EMPRESA POR CELSO HENRIQUE PODEROSO DE OLIVEIRA criação de um banco de A dados é um processo que envolve uma série de competências. Hou- ve tempo em que esse processo es- tava reduzido a identificar um ou mais objetos. escolher uma forma de armazenamento. algumas carac- teristicas desses objetos e pronto. Geralmente. a própria estrutura do banco de dados era vinculada à lin- guagem de programação. com o passar do tempo. a tecno- logia evoluiu e foi separada das lin- guagens de programação. Ambien- tes completos de administração fo- ram desenvolvidos e sua utilização contribuiu para disseminar as in- formações de maneira adequada e consistente. Atualmente. os produtos estão muito mais complexos e permitem ao profissional realizar um trabalho que pode contribuir para a melhor utilização da informação. De simples local de armazenamento. o banco de dados evoluiu para um verdadeiro repositório de informações das em- presas. É o ambiente adequado pa- ra armazenar e recuperar dados ope- 24 < COLEÇÃO INFO racionais. além de dar suporte à to- mada de decisão por parte da mé- dia e alta gerência das corporações. Não se consegue atingir esse obje- tivo sem que se observem algumas regras. Por isso. trataremos aqui da estratégia para a criação de um banco de dados. PLANEJAMENTO E ESCOLHA Planejar e escolher o melhor banco de dados é uma tarefa extremamen- te importante no processo de criação. A escolha certa evita frustrações nas operações do dia-a-dia e na evolução que o produto deve ter para acom- panhar o crescimento da empresa. Planejar é saber onde se quer che- gar e estabelecer os meios adequa- dos para estar lá. É necessário olhar para frente e analisar como você quer que as coisas estejam no futu- ro. É antever situações que podem definir o sucesso ou não do seu em- preendimento. Portanto. antes de escolher o produto. pense onde vo- cê quer chegar. Enxergue o banco de dados como um meio para atin- gir sua meta.
  23. 23. com isso. dependendo do caso. se . i sua empresa desenvolve sistemas. a decisao podera ser totalmente di- ferente de uma construtora. DO( exemplo. Baseie-se em aspectos téc- nicos e mercadolótgicos para definir o produto com o qual você irá con- viver durante um bom tempo (tenha isso em mente: não se troca de ban- co de dados senão com alguma di- ficuldade). veja na tabela abaixo al- gumas questões que podem ajudar na escolha do produto ideal para as suas necessidades. ¡Íãiílíiízt-: iíriíííé- i Há uma empresa ou comunidade responsável pelo produto? como está a saúde financeira dessa empresa? como é a participação dos membros da comunidade? e Qual o compromisso tecnológico da empresa? Houve evolução nos últimos anos? (um ano de atraso em informática pode ser fatal) Qual a participação de mercado do produto? (produtos com pequena participação podem sumir ou ser absorvidos por outras empresas) Quanto tempo de vida tem o produto? Qual tipo de empresa o utiliza? * Quando foi lançada a última versão? como o fabricante resolve problemas de segurança (atualizações e correções)? O produto possui as características mínimas de um sistema gerenciador de banco de dados (controle de transações. integridade referencial, programação. backup e recuperação. segurança de acesso, compatibilidade? * como o ambiente de administração do banco de dados? Há possibilidade de administração remota? você vai precisar de um administrador de banco de dados (DBA) 0 tempo todo ou esse trabalho poderá ser feito remotamente? “ Há profissionais qualificados no mercado para administrar o banco? Quanto custa a mão-de-obra? Há PFOCIUÍOS (ERP. CRM. Bl etc. ) adequados para a sua empresa que utilizam o banco de dados? Í* Qual O volume médio de transações que você vai realizar e como o produto se comporta com isso? (Oi içrãt) I'f o › 25
  24. 24. m2,_ fill 'ii Agora você precisa saber quais são as informações necessárias pa- ra sua empresa. Isso poderá lhe ajudar a diminuir a lista. PROJETO LÓGICO Esta parte do processo deve aconte- cer em paralelo à escolha do siste- ma gerenciador de banco de dados. optar por um produto sem ter noção das necessidades de informação da empresa é como dar um tiro no pé. A maneira clássica de fazer isso en- volve todos os conceitos de engenha- ria de software para levantamento de requisitos. Quando se pensa em infor- mação. qualquer documento. tela de sistema ou relatório é útil para iden- tificar o que é necessário armazenar no banco de dados. Muitas vezes os usuários da informação esquecem al- guns detalhes na fase de levantamen- to. por isso é importante recolher o máximo de documentos possiveis. Na maior parte dos casos. ter uma ferramenta de auxílio para o analis- ta criar e modelar a estrutura do ban- co de dados é desejável. Essas ferra- mentas são conhecidas como CASE (Computer Aided Software Engin- eering). Entre elas estão Erwin. DbDe- signer. MS Visio e Oracle Designer. Cada uma possui caracteristicas que a torna mais ou menos adequada pa- ra cada situação. mas todas contri- buem para o t'abalho do analista. Depois de levantados os requisi- tos de informação. deve-se fazer um projeto lógico. Entende-se por pro- jeto Iógico a fase em que se realiza 26 < COLEÇÃO INFO a modelagem lógica de dados. com- posta pela aplicação do modelo de entidade X relacionamento e pela normalização de dados. Em um pri- meiro momento não deve haver preocupação com a estrutura fisica que será criada. e sim com o aten- dimento dos requisitos dos usuários. PROJETO FÍSICO uma vez estabelecido o projeto ló- gico. vamos ao projeto fisico. Nele. transforma-se O modelo de entida- de X relacionamento para o mode- lo fisico. em geral. sem problemas. As estruturas relacionais (tabelas) são representações bastante simples e adequadas para caracterizar coi- sas do mundo real. Há uma troca na- tural de nomenclatura: entidades passam a se chamar tabelas. tuplas viram registros ou linhas. e atribu- tos tornam-se colunas ou campos. A menos que haja alguma necessida- de muito especifica. basta acrescen- tar o tipo de dado e o tamanho de cada um dos campos ou colunas. es- tabelecer chaves primárias e estran- geiras (normalmente as ferramen- tas CASE fazem esse trabalho por nós). definir regras de integridade. criação de visões (views). indices e outros aspectos físicos do projeto. Hora de criar as estruturas fisicas. com tabelas. relacionamentos. cha- ves e tudo a que temos direito. Nor- malmente. as ferramentas CASE tam- bém fazem a maior parte do traba- lho. Algumas são capazes de se co- nectar ao banco e criar as estruturas.
  25. 25. Outras geram os scripts para serem executados no banco de dados. Só que. para chegar aqui. é necessário ficar atento a alguns detalhes. ct* o -mpre importante manter um pa- o para o nome dos objetos. colu- is e outros elementos. Mesmo que ocê trabalhe sozinho em um proje- to. é bem provável que no futuro ou- tras pessoas tenham de atualizar aqui- o que você fez. A padronização co- neça na documentação do projeto ~ continua em todo o processo fisi- 'o de criação do banco de dados. Toda equipe deve estar envolvida : ara definir o que e como será esse ladrão. Imagina-se que. quanto mais aro for o nome da entidade. por <emplo. melhor será para a pessoa itender o que está armazenado ali. irece óbvio, mas algum tempo atrás a comum utilizar nomes estranhos. uito mais vinculados aos progra- as que mantinham a entidade do ue ao objetivo dela. Alguns Al . ii x do sistema que mantém aquela es- trutura. Em outros. acrescenta-se a estrutura departamental que realiza esse trabalho. Essa última opção é a pior. visto que há mudanças freqüen- tes nas funções departamentais de uma empresa moderna. Particular- mente. creio que ambas situações são desnecessárias. visto que atualmen- te uma classe é destacada para essa função. A classe normalmente tam- bém tem um nome claro e objetivo. Se há atributos importantes pa- ra serem mantidos. como cor. mo- delo, ano de fabricação, ano do mo- delo e montadora. deve-se colocar esses nomes nas colunas. Outro ponto importante. mas não determinante. é especificar a classifi- cação do dadojunto com o nome. As- sim. se a cor do veiculo fizer referên- cia a uma tabela de cores e. portan- to. eu for armazenar o código da cor. é comum utilizar-se CD ou COD antes do nome. O nome do campo ficaria CDCOR. por exemplo. -ialistas até se valiam des- ' “ e expediente para manter- e no emprego - quanto anais obscuro. mais depen- L*: ii<; 'u'i¡ l' 'in II' 'il : ência do analista. “m” C0D CD NUMERO NUM NR i ÉÇLLxS COLLl. 'as “E935” “E5 D5 › eu identifiquei um objeto "WE “O” N” : ie armazene as informações °^T^ D” “T le um veiculo. devo dar-lhe “m” VAL VL nome de VEICULO. Em cer- °“^""°^°¡ O") 0T -s casos, alguns analistas pre- 5"” 9° 5° DOMINIO DOM om «rem indicar qual o módulo COLEÇÃO INFO › 27
  26. 26. Como não é possível utilizar es- paços na definição do nome das co- lunas (ou mesmo objetos). utiliza- se o caractere sublinhado (_) para substituir o espaço. A tabela ficaria como no exemplo da figura abaixo. PROJETO Análise e modelagem LÓGICO o: utilizando o Modelo de DADOS Entidade e Relacionamento e Normalização de Dados PROJETO FÍSICO Desenho com definição DE DADOS de tabelas. indices. visões etc. cRlAÇÃO DO Criação de scripts para BANCO DE DADOS execução do erenciador _ de banco de ados BANCO DE DADOS CRIADO A definição do tipo de dados tam- bém exige padronização. Parece óbvio que um dado que receberá apenas conteúdo numérico deva ser definido como NUMBER. DECI- MAL. INTEGER, FLOAT ou qualquer outro tipo que seja otimizado pa- ra este fim. O mesmo acontece com alfanuméricos e datas. mas há al- gumas observações a considerar nessa escolha. O tipo de dado numérico. de um modo geral. possui mecanismos que fazem com que as buscas se- jam mais rápidas do que as que ocorrem em colunas alfanuméri- cas. Ele também ocupa menos es- paço fisico para armazenamento. Por isso. chaves primárias (e con- zs < COLEÇÃO INFO seqüentemente estrangeiras) são definidas por campos numéricos. Colunas pesquisadas com freqüên- cia. como CPF. também são defi- nidas como numéricas. A maioria dos gerenciadores de banco de dados trabalha com dois grupos de tipos de dados alfanu- méricos: CHAR e VARCHAR (ou VARCHAR2. no Oracle). O primei- ro utiliza todo o espaço especifi- cado. enquanto que o segundo é variável, usando. no máximo. o es- paço predeterminado. Isso faz com que o segundo. por utilizar apenas o espaço efetivamente ocupado pelo conteúdo. otimize o armaze- namento e não deixe buracos nos conteúdos. DBAs experientes Ie- vam em consideração o volume de alterações no conteúdo para essa definição. Isso porque. caso um conteúdo seja alterado com fre- qüência, a atualização poderá ge- rar uma fragmentação da informa- ção - quando incluído. o conteú- do ocupou um espaço e, depois de uma alteração para maior, quan- do não há espaço na seqüência, será colocado em outro espaço fi- sico do disco. Campos que armazenam datas devem ser definidos dessa forma para facilitar operações de busca e até mesmo operações matemá- ticas entre elas. O padrão SQL pos- sui uma serie de comandos espe- cificos para calcular intervalo en- tre datas. extrair ano. dia. mês etc. Para conteúdos muito grandes. co-
  27. 27. mo arquivos XML, imagens. sons e textos extensos deve-se utilizar o LOB. Normalmente há uma separa- ção para binários (BLOB). adequa- dos para armazenamento de ima- gens e sons. e alfanuméricos (CLOB). No caso especifico de XML. é pos- sivel que o gerenciador de banco de dados tenha algum mecanismo melhor de armazenamento. PROGRAMAÇÃO Sempre que possivel. prefira criar os módulos que utilizam e manipu- iam dados dentro do banco de da- dos. Apesar de atualmente haver uma grande difusão da necessida- de de independência de banco de dados por meio da utilização de uma camada intermediária que assuma essa responsabilidade. é inegável que o gerenciador do banco de da- dos é o ambiente mais adequado para manter e atualizar dados. AO se programar em qualquer outra camada que não a de dados. o tráfego de informações pela re- : uz-ui-vumy-u-ov-z ›r. ... ›0n4tgç. - Õ u “""“" °'"V-Pvl-vv~n. =nouur. W (na nu Programação: no SOL Server 2005 dá para criar consultas sem escrever código CRIAÇÃO de é aumentado. Se você optar por colocar a camada de aplicação no mesmo servidor (ou servidores). poderá comprometer seu desem- penho pelo excesso de uso. Assim. prefira programar o ban- co de dados para rotinas que en- volvam acesso e manipulação de dados. Os programas devem seguir a padronização da empresa no que diz respeito aos módulos: definição de variáveis. letras maiúsculas e/ ou minúsculas para comandos etc. INTERFACES DE AnMmisrnAçÃo Tão importante quanto criar estru- turas estáveis para suprir as ne- cessidades de informação da em- presa é a tarefa de manter o ban- co de dados com um nivel aceitá- vel de tempo de resposta. Para is- so. é necessário ter uma atenção especial na administração. As interfaces de administração têm evoluído bastante para sim- plificar o processo. Mesmo os ge- renciadores de código aberto pos- suem interfaces amigáveis que per- mitem criar e manter todas as es- truturas do banco rapidamente. Al- gumas podem ser acessadas re- motamente. o que facilita o pro- cesso de manutenção e acompa- nhamento que o DBA faz no ban- co de dados. A tendência é que os gerencia- dores sejam cada vez mais auto- matizados. em especial no que diz respeito ao desempenho. Os ajus- COLEÇÃO INFO › 29
  28. 28. 'lll u tes (tuning) podem ser realizados sem a interferência direta do DBA. O administrador supervisiona e va- lida o que foi feito e. em caso de problemas. adota outras medidas. síGLlRlítidÇxi Nunca e' pouco lembrar que a criação de usuários e a rotina de backup seja planejada com coe- rência. Usuários com "superpode- res" não são desejáveis em bancos de dados. Deve haver poucos. de preferência um único DBA por ban- co. Deve ser objeto de estudo cons- tante a verificação e a auditoria dos usuários e as transações realiza- das. Não basta confiar apenas no sistema para esse controle. Os ge- renciadores possuem interfaces de administração relativamente sim- ples. Usuários genéricos podem comprometer a segurança dos da- dos nessa situação. A rotina de backup deve ser tes- tada inclusive com restaurações pe- riódicas. para determinar a exatidão e o conhecimento do processo. Nor- malmente. para backup. há al- gumas formas disponiveis nos principais gerenciadores. As principais são: CÓPIA COMPLETA oos DA- DOS (OFF LINE): interrompe- se a execução do banco de da- dos e copiam-se os arquivos de dados. Em caso de pane. pode-se restaurar todo o ban- co que retornará ao momen- to em que foi feita a cópia. 30<COLEÇÃO INFO au. .. v. . BI: ferramenta para necessidade atual e lutura CÓPIA COMPLETA oos DADOS (ON LINE): as transações que são efe- tuadas são armazenadas em local es- pecifico para serem copiadas para um meio fisico. Em caso de pane no banco de dados. é possivel retornar a um ponto no tempo. até O limite das transações gravadas no disco. ls- so faz com que a perda de dados se- ja consideravelmente menor. SERVIDOR STANDBY: a cópia das transações é realizada em um ser- vidor separado. Em caso de pane. o outro servidor assume a função do servidor que falhou. COHCLLISÃO Com planejamento. padronização e controle é possivel fazer com que os dados da empresa possam ser acessados em segurança e rapida- mente. Unir diversas tabelas não é criar um banco. O processo come- ça com a escolha do gerenciador adequado às necessidades e termi- na com a execução de um plano ro- busto e completo para o que é pre- ciso hoje e será necessário amanhã. ›l'~'. u'. ... '.. . . ..Í . ..ay l . ~.. s- i u . .u
  29. 29. o BANCO EALA SQLQUES CONHEÇA O lDIOMA DOS BANCOS DE DADOS E AS LINGUAGENS DE ACESSO A ELES POR ANDRÉ CARDOZO s programadores podem ca finalidade: manipular bancos de da- escolheralinguagem que dos. A SQL - em muitos casos pro- quiserem para construir nunciada como SEQUEL - é adotada aplicativos que acessem por todos os sistemas gerenciadores banco de dados. Mas não têm como mais utilizados no mercado. como Ora- 'ãcapar da SQL (structured Query Lan- cle. MySQL e Microsoft SQL Server. xiage). Se o TCP/ IP é o idioma da in- No nivel mais avançado, um pro- cmet. podemos dizer que a SQLtem gramador precisa se dedicar para : nesma função nos bancos de da- dominar a SQL. mesmo porque di- '« is. A linguagem foi desenvolvida na versos bancos de dados possuem ex- »ecada de 70 pela IBM com uma úni- tensões proprietárias, funções mais *"“= '°-= <.›= r›«--vnz› COLEÇÃO INFO › 31
  30. 30. 3'. ; avançadas que só funcionam naque- le sistema. Os comandos básicos são intuitivos e podem ser usados sem dificuldade por quem tem noção de programação. Veja alguns: CREATE: cria tabelas SELECT: seleciona dados INSERT: inclui dados em tabelas UPDATE: atualiza dados DELETE: apaga dados Além das expressões principais. outros comandos muito usados são o "where". que inclui a condição. e o "order by". que ordena o resulta- do da consulta SQL. Veja como elas funcionam no exemplo abaixo: "SELECT nOme, enderecO FROM clientes WHERE estado = 'sp' ORDER BY nome" Esse comando seleciona as colu- nas “nome" e "endereco" da tabela "clientes" em que o estado é igual a "sp" (condição imposta pela ex- pressão "where"). Portanto. somen- te os clientes de São Paulo. Os re- sultados são ordenados por "nome". A tabela poderia conter outras co- lunas. como "idade" e "sexo". mas nesse exemplo usamos só "nome" e "endereco". Para selecionar todas as colunas. basta trocar "nomeen- dereco" por *. como abaixo: "SELECT * FROM clientes WHERE estado = 'sp' ORDER BY nome" FVL/ SCIE_ t trnrtgnurq- A linguagem PL/ SQL é uma extensão da SQL especializada no banco de da- dos Oracle. Ela combina a facilidade de 32 <COLEÇÀO INFO manipulação de dados da SOL com as facilidades de programação de uma lin- guagem procedural. Permite criar ob- jetos de esquema. como gatilhos. pro- cedimentos armazenados e pacotes. A linguagem PL/ SOL utiliza o con- ceito de bloco estruturado. Esses blo- cos são compostos por procedures e funções. Um bloco tem a estrutura básica composta por três partes: DECLARE: seção opcional. em que todos os objetos são declarados: BEGIN: em que os comandos PL/ SQL são colocados: EXCEPTION: em que os erros são tratados. ; l : _ H. Í.*-*~Ê. :Íi 's o: lnCESSO Opções não faltam para os desen- volvedores de programas de acesso a banco de dados. As mais popula- res são ASP. Perl. PHP e Java. Cada uma dessas linguagens tem suas van- tagens e desvantagens. e a escolha depende de uma série de fatores. co- mo compatibilidade. custo e porta- bilidade. Conheça essas opções. "HÁ J' POÔLFÉJÉÍÍ Uma solução , a Fl P entre os web- masters de sites Page). criado pelo programador Ras- mus Leedorf. A linguagem funcio- dows e possui suporte para diver- sos bancos de dados. incluindo bastante popular dinâmicos é o PHP (Personal Home na tanto em Unix quanto em Win- MySQL. Sybase. SQL e Oracle.
  31. 31. A sintaxe possui alguns elemen- tos derivados do Perl. mas é bem mais simples e exige apenas noções básicas de programação. Além dis- so. há outra qualidade muito impor- tante. que beneficia uma parte sen- sível de todos nós: o bolso. O inter- pretador PHP (programa que PFO- cessa as páginas feitas nesse for- mato) é gratuito, e basta baixar e instalar no servidor para começar a criar um website dinâmico. AsP. A OPÇÃO WINDOWS M O ASP (Active Ser- ver Pages) não é exatamente uma linguagem de programação. mas o que a Microsoft define como "ambiente de execução de scripts". Na maior parte das vezes. as instruções são escritas em VBScript. que é derivado do visual Basic. tam- bém filhote da Microsoft. A penetração do visual Basic no mercado contribui bastante para o crescimento do ASP. Como a quanti- dade de programadores VB e' gran- de. fica mais fácil para as empresas contratarem profissionais que desen- volvam aplicações em VBScript. Aderir ao ASP significa quase sem- Pre OPÍBF pelo mundo windows. uma vez que as páginas ASP só rodam na- tivamente em servidores windows com servidor web IIS (Internet Infor- mation Server). da Microsoft. É pos- sivel rodar páginas ASP em sistemas Unix por intermédio de soluções co- merciais. como o ChiIiASP. ou usan- do o OpenASP, no servidor web Apa- che. Mas a implementação desse ti- po de solução costuma ser problema'- tica para os webmasters. JAVA. A ECLÉTICA A linguagem Java é a al- á ternativa de programa- É) ção criada pela Sun Mi- í . 9.5 crosystems. E uma lin- Java guagem robusta. com funções complexas. Possui como principal vantagem. a portabilidade - roda em qualquer plataforma. de palmtop a main- frame. de sistemas embarcados a programas sérios de internet banking. por exemplo. Profissionais especializados em lava estão entre os mais disputados do mercado. PERL. A VETERANA A linguagem Perl (Practical Extraction and Reporting Lan- guage) foi criada em 1987 pelo progra- mador Larry wall para resolver tare- fas de administração em sistemas Unix. wall divulgou a primeira versão de Perl nas listas de discussão da Use- net e logo programadores de todo o mundo começaram a dar sugestões para O aprimoramento da linguagem. uma das vantagens de Perl é a por- tabilidade. Os scripts podem ser trans- feridos do Unix para o Windows e vi- ce-versa com pouca ou nenhuma mo- dificação. A linguagem é expandida pelo uso de módulos. COLEÇÃO INFO › 33
  32. 32. TESTE/ SQL SERVER UM soL SERVER FACIL DE USAR A VERSÃO GRÁTIS po BANCO OE oAOOs OA MICROSOFT TEM ASSISTENTE E IvIuITos REcuRsos POR NIVALDO FORESTI que não faz a concorrên- cia. Bastou os bancos de dados de código aberto começarem a ganhar es- paço nas corporações, os fabricantes tradicionais passaram a oferecer versões gra- FIQUE LIGADO servidor Pentium 4 de 2 GHz com 1 GB de memória RAM. seguindo o padrão dos produtos de- senvolvidos pela Microsoft. a instala- ção do Express é extremamente sim- ples e fácil de fazer. Um assistente leva o usuá- tuitas com a maioria rio pela mão portodas dos recursos das ver- › Pequems empmsas as etapas do processo. sões pagas e algumas e d°5e"V°'V°d°"°-5 55° Com alguns cliques de restrições. A Microsoft ° 3'” d° SQL 597W" mouse. você instala inaugurou esse movi- 2°°5 397955 uma instância do ge- mento, lançando no fi- nal do ano passado o SQL server 2005 Express e seus três irmãos pagos: Workgroup. Standard e Enterprise. De- pois. vieram a Oracle e a IBM. Como as versões comerciais irmãs. o sQL server 2005 Ex- press vem integrado ao visual studio . Net. o que se traduz em fa- cilidade para o desen- volvimento de aplica- ções. O INFOLAB tes- tou o programa num Manaamentsuado: suite de administração e desenvolvimento I. ::I*~J1-- IIT'JV . rca- . .un-moo- . nau-nom 2.. .. gcuonzno~ . t- . .ím- . aum-pd- -Sí ngm. . . .na . .aan-n -awp- . _¡-c›c . .no. - . ..- . ¡»-u- ›. ›q. -¡. :pb-am 'much-n 34 < coLEçÃo INFO , hUh-Iot-u-h-un-n _uv-u-aúutt-. obbs. l e renciador de banco de dados. Mas nem tudo é perfeito. A sui- te de administração e desenvolvimen- to SQL Server Express Management Studio - Community Technology Pre- roca-. - : c-p-. Cuoi nun-w ¡vç- ! uma. . »ou »uma . uma. su_ a. . aan-La- u. . n. ua_- . .aiunuv-zm u u- u lu- ¡auaioto s
  33. 33. view (CTP) não acompanha a instala- (ao. É preciso fazer o download se- paradamente do CTP no endereço vuwtuittfoabriLconmbr/ ciownload/ 4454.shtmI. "-. r7r'¡"i'~. Í_”"Í Não espere que a Microsoft tenha da- do tudo de bandeja nessa versão dis- ponivel gratuitamente para você. Fal- tam vários recursos. você não encon- trará o DTS (Data Transformation system). o que dará muita dor de ca- beça na hora de importar dados de outros formatos de arquivo para den- tro do banco de dados. Também não terá a pesquisa em texto. os serviços de notificação e os recursos de busi- ness intelligence que tornam a ver- são Enterprise bastante atraente pa- ra as empresas maiorzinhas. Outras restrições importantes são o suporte a apenas um processador. somente 1 GB de memória RAM e até 4 GB de tamanho do banco de dados. se bem que é dificil uma pequena em- presa bater nesses limites. twin tudo e problema. O mecanismo de acesso a dados MSDE (Microsoft Desktop Engine). um SQL serve. - m- dimentar para desktops. desapare- ceu com o advento do Express_ E_ com ele. sumiu a restrição de desempe- nho quando existiam mais de cinco conexões simultâneas ao banco de dados. Toda a funcionalidade progra- mática está no Express, ate' mesmo o Suporte a XML e a integração da lin- lZ1W¡: _'. f*Il fñzjtrlj; guagem CLR (Common Language Runtime) da . Net com a Transact-sOL. a linguagem de comandos sQL da Mi- crosoft. O novo conjunto de objetos e a habilidade de agir como cliente na replicação de dados e nos cená- rios de envio de mensagens não fal- taram na versão gratuita. Em suma. dá para aproveitar bastante até serem necessárias mais funcionalidades. FABRICANTE PRÓ Fácil de usar e gerenciar CONTRAS Suporta apenas um processador. l GB de memória e bancos de até 4GB &5 Rápida. com verificação de pré-requisitos e primeiros passos 1.5 Possui administração similar à da versão Standard. mas faltam funcionalidades EUIÍEEDJJÚOS Fica devendo ferramentas como o DTS para a importação de dados DESENVOLVIMENTO 3.5 Traz todos os recursos das demais versões. inclusive suporte nativo a XML INSTALAÇÃO GERENCIAMENTO FERRAMENTAS SEGURANÇA 3.o Conta com criptografia baseada em Chaves e replicação de dados via web AVALIAÇÃO 7.6 TÉCNICA m PREÇO Gratuito CUSTO/ BENEFÍCIO © ONDEENCONTRAR www. inlo. abril. com. br/ download/4339shtml i . ou . _ , nur ›- na w-uL-_i lNÍÍJHI MAUA' ; tina COLEÇÃO INFO › 35
  34. 34. TESTE/ ORACLE EXPRESS ORACLE Eivi VERSAO LIGHT A. EDIÇÃO GRATUITA DO PODEROSO BANCO DE'- DADOS CHEGA COM RECURSOS DE SCBRA POR ERIC COSTA eguindo os rastros da Microsoft. a Oracle pro- duziu uma versão ma- gra de seu poderoso banco de dados. a Oracle 10g Express Edition. de olho nas pequenas em- presas. O software inclui os princi- pais recursos das versões Comerciais do irmão robusto e é gratuito. Em contrapartida. limita o tamanho má- ximo da base de dados a 4 GB. além do hardware usado. O gerenciador de bancos de dados usa apenas um pro- cessador (Caso o com- putador tenha mais FIQUE LIGADO > Limitações tornam A licença do Oracle Express é bas- tante aberta: é possivel. sem pagar nada. distribuir e implantar o pro- grama. além de usá-lo para desen- volvimento de software. Nos testes da INFO, feitos com o sistema ope- racional SUSE Linux 10.0. o Oracle Express Edition teve bom desem- penho. sendo instalado rapidamen- te num micro com processador Pen- tium 4 de 2.4 GHz. com 512 MB de memória RAM. A instalação é bas- tante simples. Toda a administração do banco de dados é fei- ta pelo browser. o que , . ooraclel Ex ress . . . de umle. no maximo. . . Og p tambem facilita o indicado para as 1 GB de RAM. mesmo acesso remoto. para . pequenas empresas e . que o micro possua quem quer deixar o . . . Os desenvolvedores . mais memoria. servidor afastado. CÍÓKLE u ¡ onuenu ¡ Un¡ SYSTEM Ohm¡ ' liiillii li . li Ii l-l-«lla . . l * -l 0 “WML-app O ëí~. '°': «" ¡ '. " o í t" o &agãizg-¡Pro o -attwj "wnr Página principal: portal de acesso a funções e links com a comunidade Oracle 36 < COLEÇÃO INFO
  35. 35. Browser: controle sobre cada objeto style-sax' de ser relativantertte sim- ; les. a interface wet) funciona bem. trazendo recursos suficientes Para a criaçao e a manutenção de ban- cos de dados. Ainda existe. claro. uma ferramenta para migrar um UÍIHCO de dados do Oracle Express para o Oracle 10g pago. Lima grande xantageitt da versão Express do Oracle em relação ao tam- bem gratuito MySQL está no supor- ie ao PL/ sQL. a versão turbinada do SQL feita pela Oracle. Com ela. é pos- sivel acrescentar mais funcionalida- de em stored procedures (ou rotinas armazenadas). o que pode diminuir a necessidade de manutenção futu- ra dos programas (rue usem o ban. ro de (lados. Outra vantagem do Ora- Express e' a robustez do banco « íarlos. que traz a base do respei- iatzt, O . tcle 10g. Para quem vai de- Selil/ (Jlvi-l sriftyuarg_ a Versão ; Express tem o IIIí"*S"l'iL) 'jUDOFÍQ a linguagens de programa' ao do Oracle 10g. in- tegrando-se com Java. C t . _ pHp_ com os principais tlialetos da tecno. logia . Net (como C: : e VB_NET)_ en- tre outros. O suporte do Oracle Ex- ¡lrrass e feito pe'os proprios usuários_ (lhe ajudam Lins aos Outros em um itiir/ Ialrl* 'II-flat . T _. _. . -.a s . .. . . ..- . A IIIIIIIIIIIII irrrieviviai glll utilitários: inclui importação de XML grupo de discussão mediado por pro- fissionais da Oracle. Ao baixar o Ora- cle Express. é possivel cadastrar-se nesse grupo automaticamente. FABRICANTE Or-iclo PRÓS Dusty-nan hardware pai i tido. traz rI-(iirsos di? priiitt-ira CONTRAS Limitações . to lttmanlio do banco du dzitlos_ . i mumtàiia l' CPL¡ usadas COMPATIBILIDAOE 3.o Roda t-m writdoisx e Linux (distribuições tompativeis com p. i(Cti; -s RPM) 3.o Instalação sImIITt-s e dir-rm tanto no windows Quanto ro Linux 8.5 Sup-otit- . I PL/ SOL. Integra-sa: (Om l. Iv. I. C ° '. VBHLY. entre outras lnvguagt-iws 3.o Gerenciamento pvlo broa-nur_ com li~rr. iiiicnt. i c. ; construção do consultas AVALIAÇÃO TÉCNICA 8.4 PREço (RS) "' Gratuito INSTALAÇÃO RECU R$05 FERRAMENTAS CUSTO/ BENEFÍCIO O ONDE ENCONTRAR ivwwuiitlo . IbriLcCnLbr/ do . -.n'; i.id. t'-13-1o.1›btrit' COLcçAO INFO›37 C”. l _ 'y . - a ESL '. . . 'r' '*~ . A. -. Lancha-u . i -i _ . A É a4_ i n¡- I
  36. 36. TESTE/ DB2 EXPRESS DB2 GRÁTIS COM TUDO DENTRO A VERSÃO UEGUSTACÃD DO BANCO DE DADOS DA IBM VEM REPLETÀ DE BOAS FERRAMENTAS POR NIVALDO FORESTI epois da Microsoft e da Oracle. foi a vez da IBM criar uma versão gratui- ta de seu robusto ban- co de dados O82. Como as demais edições "expressas" dos concorren- tes. o DB2 Express-C tem limitações - suporta ate' 4 GB de memória RAM -. mas possui características que permitem seu uso em aplicações comerciais e sensíveis. Tem a vanta- gem de suportar tanto a plataforma windows quanto a Linux e roda em máquinas com até dois processado- res. enquanto as edições expressas do SQL Server e do Oracle só aceitam . v». .. :s : es tcrrnvnndrucuuvlçwvfCs cont. , an @O Íúídbülüüvà ____I___J*W 3a <COLEÇÀO INFO htwúnhlwampmnadqbb@ pcco@llwcudoaànolvuuühu wuvmndocáavuvnahuv-oawnaanlucb cnpucdúehlnrunovúdxbú&. cnurnub nnlucnomunnúmàcbmwwgn; Pain-v, um. Acompanhe a seguir o teste do INFOLAB. realizado num PC Pentium 4 de 2.8 MHz. com 512 MB de RAM e windows 2003 Server Standard. INSÍALAÇÃO O processo de instalação do DB2 Ex- press-C é rápido. mas fazer o down- load pela web pode ser torturante. O arquivo tem pouco mais de 450 MB e. mesmo numa conexão vitami- nada. irá demorar mais de uma ho- ra para baixar. Ler os pré-requisitos e as notas nos menus do instalador evitará problemas durante e após a instalação. Por exemplo. um dos pré- requisitos é que na plataforma Windows se use o Windows XP Profissional. Durante a instala- ção. o próprio sistema coloca em ação as op- ções Java necessárias. Além disso. permite testar imediatamente _ mm totcrvihnàdunusnuucnunmlm Instalação: o assistente guia o usuário durante todo o processo
  37. 37. A. .. -a _. ,_c, _._. à centro de controle: dá Emma: : curtia de todas as ~ ¡ " t* insiancias em operação 'l 'v liam-p» non. - seu funcionamento. criando ou carregan- do os bancos de da- dos de CXElnplO que r; .icivmpanhaih. Uma «serie de caixas de día- logo e janelas de con- firmação indicam o ¡van-i nau ¡qq-gm- Imilúubícln (aumentava . ívomacc cunn-&naa- cun- nun-guaran- na. : . anunciante-cm : t ': ¡;, IIl: >' : - t~ljlf'. .*›. ' . .TIVE (on-cuco : cnxn-unnayunm [uv-runn- azuvo-ma-; Vunr-rn-Â 'q R$011) "' tuna-ana' tnnlAVU) cru-Juca uL-. nuo Luv-¡Aat 'jncgu »muint- cururu "" mogno": 'muitoo una-vmar t7 asgqunz u-. vnvm ¡fzrjhul _' Í“. 'YÍÍ taum/ An) Lau-aum que fazer a cada pas- so da instalação em bom português. A atualização para versões mais recentes fica a um clique de distân- cia no próprio instalador. Basta acio- nar Atualizar versão para o progra- ma verificar qual e a versão em uso e executar o upgrade. Acessando o item visualizar Introdução. o usuá- rio encontra tutoriais e informações detalhadas sobre o produto e ou- tros assuntos de interesse. como a migração cle versões anteriores. Os outros primeiros passos disponiveis - criar banco de dados e acessar exemplos - abrem a "Wiwttral de Controle. r e 5 Fácil de usar e cheio de ferramentas, o DB2 Express-C vai bem nas Pequenas empresas O Centro de Controle é O ponto Ut" ; jartjda de todas as opera- ções. controles e ad- ministração das bases de dados cria. das no DB2 Express-C. Como ; mae haver mais de uma instãiwcia ope- rando na mesma máquina_ o (en. tro de Controle pode dar Conta de todas elas. É um utilitário bastante rico em funcionalidade para criar e modificar tabelas. executar consul- tas (queries) e análises complexas. monitorar o status dos bancos de dados. funções de importação e ex- portação de dados. dentre outras. Os usuários contam com uma in- terface bastante fácil de usar. simi- lar nos sistemas operacionais Win- dows e Linux. Essa estratégia segue a da concorrente Oracle. que está usando os navegadores para man- ter interfaces semelhantes em to- das as plataformas que suporta. Na plataforma Win- dows. a Central de Controle pode ser aberta a partir do me- nu Iniciar ou clican- do-se com o botão di- reito no icone do DB2 na bandeja de sistema. uma janela com uma lista similar à do Explorer. contendo ban- co de dados e seus objetos. e mos- trada ao abrir o programa. (ÍOLEÇÁO INFO ›39
  38. 38. l1"| l'-IÍ| llV. '0Ã'-'. 'l'. ' A quantidade de utilitários disponiveis "T "l. "ÇÍÍ-Í"" "" no DB2 Express-C impressiona. Há pro- gramas para moni- j j toramento de me- Aktcntnnnccoph-SÀMPK - 7.'. _- a j _ , ra assegurar que as now-acc . - ¡npnn-q-¡u- mn-«yn» uam unos. um maioria gráficas. pa- aplicações não se- jam prejudicadas pe- lo mau uso dos re- cursos. São várias as mória. de aplicativos. I n_ › ferramentas dispo- um Centro de Tare- níveis: dbzbatch, que fas em que podem ser programadas ta- refas especificas pa- l ra execução em lo- _j te e a configuração do sistema. Para fa- cilitar a vida do ad- ministrador ou do programador. funções como criar ou alterar banco de dados. backup e re- store são controladas por assistentes. DESEii-iPEl~. '!~1O Conseguir um desempenho ótimo das aplicações com banco de dados é considerada uma combinação de magia negra e ciencia. Na tentativa de se aproximar do ótimo. o DB2 Ex- press-C oferece ferramentas em sua _ . pag-aga- 'pn-ugcpo--n--n f". í_ *v* É» § 7" 'j '. - . . lnnqpnno-[Iquo-ncg] _ ,1-'-': ”¡__-›--- -v - vagar-acampar. .. . fíamnvwlunroa «~ -- - unlo-nuunI-INIUN¡ Visual Explaln: ferramenta especial para a analise gráfica das consultas ao banco de dados »ou um¡ uyuuziíu-rnpnmg-. .ug-Ix verifica o desempe- nho das queries em tempo real: visual Explain. que analisa graficamente as con- sultas: Design Advi- sor, que sugere a co- locação de indices em tabelas para diminuir o tempo de acesso baseado nas consultas exe- cutadas. e. finalmente. o Activity Mo- nitor, que gera relatórios do desem- penho dos sistemas para análise. DESEÀMHÍOLVÍALAEÍÚTO O DB2 Express-C inclui os drivers e a interface necessários para o de- senvolvimento de aplicações nas linguagens C/ Cw. Java e . Net. além de PHP e Perl. Su- l porta linguagens no servidor para o de- senvolvimento de stored procedures. triggers e funções. Elas podem ser es- vw um i-p_m¡-›wngu J3--g- CEI: : . .: 1:'. .. í . ; '* TTfT"“'""_""“'”"à " " 4o < COLEÇÃO INFO . .Í "as. .. ..': ... .,¡ m. .. . .-'- nur-ni (nqpovqb-oh-np- «trocou-Ann lící . critas em C/ C++. Co- ** bol. Java (JDBC e Desenvofvimento: stored procedures em ambiente grafico
  39. 39. i-; QL Jl. .Net (qualquer linguagem su- i: ›.: _›¡ tada pelo compilador CLR) e SQL PL (Procedure Language). A SQL PL e Considerada nativa e guardada no banco de dados como ODJGÍO DB2. reconhecida como um padrão ANSI SQL. uma ferramenta gráfi- ca. o tíentro de Desenvolvimento. permite o gerenciamento. desen- volvimento. teste e implantação de stored procedures. A integração e o desenvolvimen- to de aplicações Java são pontos fortes do produto. Os mais conhe- cidos drivers estão incluidos no pa- cote. O ambiente Websphere Stu- dio. da IBM. pode ser usado no de- senvolvimento de aplicações com O DB2 Express-C. da mesma forma que o Visual Studio 2003. cla Micro- soft. um driver de acesso compati- vel com o ambiente de desenvolvi- mento 1.1 esta disponivel no produ- to. A documentação não e tão com- pleta como deveria. mas o Lisuario consegue as informaçrjes. em in- gles, iuesquisaiwdo no site ria IBM. conjunto rla obra. O DB2 Express- L r- um -tir-sirir. : o rle (lados que vale a Della “lWJíitir-ritai', DllllCÍl, )<]il'liClW- W* lllül' LFJiiW itr: f"ijt'it_i'i§; ,› (lg) (Ui-trio. le. ifitir; iioili-i lfãtj_ lar-gl [jr, ,Bar E, DOSSLI¡ muitos uíiittii li): i- [Fll iãtrirwl- tas. Além CiÍSSD, iif-; O I'm iiiiiitaijgig de ttúmero de usuarios Ou de laniaiilwr) iaara os bancos de dados nas apli- mÇÕGS desenvolvidas para a plata- fcirma. A cinica restrição existente é o limite de 4GB para a memória RAM. Alguns recursos encontrados nas versões pagas. como ferramen- tas de datawarehouse e drivers pa- ra o banco de dados Informix. não acompanham o DB2 Express-C. Mas quando esses recursos forem ne- cessários. o usuário poderá adotar uma versão paga do produto sem as dores e os custos de migração. FABRICANTE IBM paós Bons utilitarios. suporte a maquinas com dois processadores e replicações complexas CONTRAS Não tem ferramentas de datawarehouse e limita a capacidade de memoria 8.4 Rápida. com verificação de pie-requisitos e pi inteiros passos 9.o Permite gerenciar várias instâncias rio programa. um ou mais bancos. projetos e diagnosticos &5 Repliração. central de tarefas. (entro de iUHCiOHalnQHIO com alertas. centro de dados inteligentes DESENVOLVIMENTO s. o Em WEÕSDHÉIE Studio. Java. C. Cn, Fortran. Rr-xx. Perl entre outras INSTALAÇÃO GERENCIAMENTO FE RRAM ENÍAS liitguiageris SEGURANÇA 7.5 Repllcaçiio ("i0 dados entre bancos. usando sistemas de ntensdggeits AVALI A , Éuugg . .P 3,5 PREÇO (RS) lÍiialuilo CUSTO/ BENEFÍCIO ® ONDE ENCONTRAR Wli". '.'. ll': il). i1 hrilroitmljir” tlovvnlciarliül-Ubslitml COLEÇÁC) INl O › 41
  40. 40. O MvsOL GANHA MUSCULOS PREFERlDO PELA TURMA DO LINUX, O BANCO DE DADOS INCORPORA NOVAS FUN OES E CORTEJA O MERCADO CORPORAT VO POR CARLOS MACHADO. COM LUIZ CRUZ banco de dados de có- digo aberto MySQL te- ve um belo upgrade na versão 5.0. liberada no final de outubro de 2005. De alter- nativa rápida. eficaz e pouco sofis- ticada para sites simples. o produ- to passou ã categoria dos robustos. Com suporte a novas funções. co- mo transações e stored procedures. o banco de dados se propõe a ta- refas mais ambiciosas. Essas mu- danças sinalizam que o MySQL es- tá cultivando músculos para enca- rar o mercado corporativo. Produzido pela empresa sueca MySQL AB. o MySQL tem uma for- ma de licenciamento duplo. O usuário pode adota-Io como pro- duto gratuito. segundo a licença GPL. mas também tem a opção de adquiri-Io comercialmente. com direito a suporte e outros benefi- cios. Parte fundamental do cha- mado padrão LAMP - sigla de um conjunto de produtos de código aberto formado por Linux. Apa- che. MySQL. PHP/ PerI/ Python -, o MySQL tem hoje uma enorme 42 < COLEÇÃO INFO _manual , ;Q P Ú É FD DE à ¡¡__. 0.. ..: - 3.. ... . un. ..- ¡ bn. .. . ..m "' _ : ¡~. _.. . Zuc- , ._. l-»i-o _. -. no». um_ tiíãf. .. MySQL Administrator: interface gráfica de gerenciamento base instalada. A MySQL AB come- morou a marca de mais de 1 mi- lhão de downloads nas três pri- meiras semanas de lançamento da versão 5.0.0 número é sem dúvi- da indicativo do grau de interes- se em torno do banco de dados. MULTlPLATAFORMA Desde o início, o MySQL se des- tacou pela velocidade. que permi- te seu uso em máquinas de recur- sos relativamente modestos. lsso o transformou no sistema preferido dos sites profissionais pequenos e médios. Também contribui para o sucesso sua disponibilidade em
  41. 41. _ 4.0.4-_ ; ff . gi ias-ze todos os siste- r . g-. s operacionais mais importantes. Há versões do MySQL para windows. Linux. Unix. Solaris. Mac OS X, FreeBSD, HP-UX. IBM AIX e Outros. Há tgimbem versões para plataformas de hardware Intel e AMD. de 32 e 64 bits. além dos chips Sparc. Al- pha. PowerPC etc. INFO analisou a versão 5.0.15 do MySQL para Linux num servidor Pentium 4 de 3 GHz. rodando a distribuição SUSE 10 de 64 bits. Também instalamos o ban- co de dados num computador com o Windows XP. Nos dois casos. a instalação não ofereceu nenhuma dificuldade especial. Algumas das funções que es- tréiam no MySQL 5.0 eram há mui- to tempo reclamadas pelos usuá- ' M1541 Aànlnhtulo¡ - rooldl? 011111306 Os (Gt ! uv [cds ; gma- : só Saw Ide-wa» 'Nm' u-. c-camm ', i Saw-ce (amd Umuarama¡ ' Sun; mu. . - v - “hmdduí-nccrrecviínn¡ Lim Autor-Juana 7 Saw Cartao-nu “o m” “W ____, __ '9 . . w amoo. . 3m _ Zl t. rm! ma», n19 : ' -" '-. i -_ 24 n. :ou naomi 3333 r . c. ; ,,, ,. 6D naun uma 1371 . SI . -. «sua uma. : xx. : t s n z» Q , . . rldab) b: mu» ; ug P. . u. (um-g ( controles: . Muito utilizado em sites simples, o MySQL 5.0 já dá conta de aplicações corportivas iJJHLWVLínI rios. A principal de- las é o suporte a transações. Agora. o gerenciador é capaz de processar transa- ções do tipo ACID. obrigatórias em apli- cações de missão crí- tica. uma transação. para os não iniciados. é uma operação que só faz sentido se todos os seus pas- sos forem executados. Um exem- plo clássico e' a transferência de dinheiro de uma conta bancária para outra. Há duas tarefas: debi- tar o valor numa conta e creditá- lo na outra. Se apenas uma das ta- refas é executada, o sistema setor- na inconsistente. Nos bancos de dados profissionais. o processa- mento de transações garante a ¡n- tegridade de operações desse ti- po. Se, por exemplo. o hardware n¡ Side ido T #daki Ota; 0 WOW FU. Shen 0 »que sing. tm mundo-Lázaro Slave S "dub Shao 32d Not» Sia-eo -O D IJ hod Refresh uma 30 'nfeffõCe Para Controlar Usuários. montar rotinas e verificar carga COLEÇÃO INFO ›43
  42. 42. ¡.1«¡¡: _¡v-_~4¡ã falha no meio de uma operação. ela e completamente anulada. A primeira regra do modelo ACID é exatamente esta: ou tudo ou na- da. O MySQL 5.0 também suporta transações distribuidas. ou seja. transações complexas envolvendo múltiplos bancos de dados locali- zados em diferentes ambientes. s': 'o; :-: o ívíiocíotírzís Outra novidade do MySQL 5.0 são as stored procedures. Uma stored procedure - literalmente: rotina armazenada - e' um programa. ou seqüência de comandos. guardado fisicamente no servidor. uma série de consultas complexas roda mais rapido como Lima stored proced- ure do que uma lista de comandos. executados um a um. a partir de um computador cliente. As proced- ures também podem ser dispara- das dentro de Lima transação. Os novos recursos do MySQL ja existem há muito tempo nos gran- des gerenciadores de bancos de dados. A MySQL AB sempre negou que compete com Oracle. IBM e Microsoft. Mas. ao incorporar os novos recursos. a empresa da' for- tes indicações de que esta de olho no mercado corporativo. Outro si- nal evidente disso esta' no MySQL Migration Toolkit. conjLinto de fer- ramentas oferecido para incenti- var a migração dos bancos de da- dos concorrentes para o MySQL. Obviamente. o produto ainda não tem cacife, nem tecnico nem co- 44 <COLEÇAO iNrO mercial. para encarar os gigantes do setor. Mas. como se diz. está tentando comer pelas beiradas. Um recurso importante que o produ- to ainda está devendo aos usuários é o suporte a XML. o fabricante do MySQL também oferece o MySQL Administrator. uma ferramenta visual para gerenciar ban- cos de dados e usuarios. O Adminis- trator deve ser obtido nLim download a parte. Essa ferramenta permite criar e alterar bancos de dados. montar stored procedures e verificar infor- mações de carga do sistema. Embo- ra execute bem as funções a que se propõe. ainda não aproveita bem os recursos da interface gráfica. A. 'l l MySQL AB FABRICANTE PRÓ É multiplataforma: tem versões para ttliiitloivs. Linux. Llnix CONTRA hlão tem suporte a XML INSTALAÇÃO 8.6 Simif-: s m3 Ctftífffff¡ nenhi ima ijifii'itltlailtt› especial RECURSOS 8.5 As ncivns ftiitçõies &iuiiieitlaitt itititlt) ii: : pií-ilet' de dução do ¡Jrrigraitta FERRAMENTAS 7.5 O PvlySOl_ Acliitinlstratcir oferece [Íufüllf os recursos _graficos AvALtAçAo 8.3 TECNICA "' Ci-; giiiiciaitarliñ com o JBOss, foi_ em iiitiilia. 3,6 vt-¡es mais rapido nO tempo cle FCSDOSIJ PREÇO Cilaltltlü LiccNçA GPL CUSTO/ BENEFÍCIO © ONDE ENCONTRAR tvt-. iwiiifaabiiLcontbri' (iUW/ liiüdfii” . Bó-'l l . slil ml 1,7%'- l
  43. 43. Realização: EDITORA%ADFÍI - -sislmna--tjk-: he : Ju zuer acompanhar viagens Hexa de pertinho? -rticipe da promoção Torcida Abril na emanha. São S sorteios, l por mes, cada n valendo 3 viagens (com acompanhante) ra a Alemanha e 6 TVs de tela plana' em maio, ainda acontece um sorteio especial; ais 3 viagens (com acompanhante) para Alemanha e 6 TVs de plasma. ao ñqueho banco de reservas. Quanto mais rtas voce enviar. mais chances tem de ganhar. uñf' l tl: : ›»XYRÍJÚ¡IÉIT-BÍLAF -i
  44. 44. - v¡ Í Í l l l ~ a ; eu çe. ›'; .'; .'. ¡I_AÊ¡. ›-. ç_y_x, n~_4 › . -.a*-. 'a. ::': _L-. lJv-àng' run. .- v' ' l ›~ . e -_› _ - r - ' › . à' Ç J -, ._ u_ n _ -_ _ . nv, u , -' rn) . . * av u _P_ 1 . › l4›| ra<m w v 54-¡ , . “t” 1 . e í '- s 4 _ 1 r* . Já nas bancas. Ou compre pela intemet: wwwJ nfoabñlcombr Pelo telefone: (11)2199-8881 Por e-mall: produtosrãabñlxomlnr Produto anunciado sujeito a disponibilidade de estoque.
  45. 45. W issãio CRITICA É POSTGRE POR HELIO S| LVA ^ elno conhecido das co- munidades de software livre. o PostgreSQL de- morou um pouco mais do que o MySQL para se popularizar. pro- vavelmente por ser focado em aplica- goes criticas. Muitos dos recursos que n ? vlvSQL apresenta na versão 5.0. tais l('| rv)'Tí(: ) o suporte a gatilhos. stored pro- i_r“-; iLll'ES e transações. já fazem parte do PostgreSQL ha' tempos. O impulso xieio com a versão para Windows e a l. ,l'Ç›!3lÚIÍJi]3ÇãO de empresas como Sun. ii iiitsu e Pervasive Software. Com ex- periencia no desenvolvimento e em- pacotamento de versões comerciais afinadas com as necessidades das cor- voraçóes. elas estão : locando terno e xrata no produto. DUSIgreSQL j_ *anilUtí-in foi vitima dos , ii ai', lento e ÍvlÍÍSt, Í'i'4l'. r_i_ íJr; "11-«>: JE'J ? er que l; ;mp0 do ¡Jirjtiiiiii um elialcantt? a7ul ~ até *irce (JSSQ ima- _ NldS, debru- ' i-iiiçwse sobre a POSÍEFBSQL: 0 DgAdmin faz a administração do banco . «_~_i. *iu ir'. “l: i,*r versão 8.1. mais . _ W r ñ (s. recente. logo se A percebe que is- 'f/ so não é verdade. k¡ _Í A distribuição de códigos binários do Post- greSQL 8.1 prontos para ins- talar está disponivel apenas para Li- nux ou Windows. Para outras plata- formas Unix. é preciso baixar o códi- go-fonte e compilar o sistema. No Linux. o PostgreSQL vem como pacote binário na maior parte das dis- tribuições. mas para quem gosta de aventura e tem bastante tempo. po- de baixar o código-fonte e compilar. No ambiente Windows. o progra- xiih- nim (OLEÇÃO INFO › 47

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