Panorama de industria de bebidas Brasil

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Panorama de industria de bebidas Brasil

  1. 1. Panorama da Indústria de Refrigerantes e Bebidas Não Alcoólicas no Brasil Panorama da Indústria de Refrigerantes e Bebidas Não Alcoólicas no Brasil 20072007
  2. 2. 1 ÍNDICEÍNDICE Contexto e Objetivos A ABIR Mercado de Refrigerantes Mercado de Bebidas Prontas para Beber Mercado de Sucos Prontos para Beber Mercado de Bebidas à Base de Soja Mercados de Chá e Mate Mercado de Bebidas Energéticas Mercado de Isotônicos Contexto e Objetivos A ABIR Mercado de Refrigerantes Mercado de Bebidas Prontas para Beber Mercado de Sucos Prontos para Beber Mercado de Bebidas à Base de Soja Mercados de Chá e Mate Mercado de Bebidas Energéticas Mercado de Isotônicos
  3. 3. 2 ÍNDICEÍNDICE Mercado de Água Mineral Comparativo Internacional de Bebidas Não Alcoólicas Tendências do Mercado de Bebidas Não Alcoólicas Projeções de Consumo de Bebidas Não Alcoólicas Renda e Emprego no Mercado ABIR Indicadores de Sustentabilidade e Responsabilidade Social Tributação no Brasil Mercado de Água Mineral Comparativo Internacional de Bebidas Não Alcoólicas Tendências do Mercado de Bebidas Não Alcoólicas Projeções de Consumo de Bebidas Não Alcoólicas Renda e Emprego no Mercado ABIR Indicadores de Sustentabilidade e Responsabilidade Social Tributação no Brasil
  4. 4. 3 Contexto e Objetivos
  5. 5. 4 CONTEXTO E OBJETIVOSCONTEXTO E OBJETIVOS A Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas Não Alcoólicas - ABIR, fundada em 1950, congrega 35 associados, composto por indústrias de refrigerantes e de bebidas não alcoólicas, tais como: sucos, energéticos, águas minerais, água de coco, repositores hidroeletrolíticos, chás e outros de igual natureza. O principal objetivo da ABIR é o desenvolvimento sustentável do setor no Brasil, através de ação articulada em 4 níveis: Sociedade, Ambiente, Economia e Cultura. O presente trabalho constitui um panorama da indústria de refrigerantes e bebidas não-alcoólicas no Brasil, e tem como objetivos: • Apresentar os dados mais recentes dos mercados das associadas, em termos de produção, vendas e características dos segmentos; • Analisar comparativamente os principais indicadores de mercado com outros países; • Estimar a importância do setor para a sociedade, através da geração de empregos e arrecadação de tributos. Tendo em vista esse contexto, a ABIR solicitou a assessoria da FIPE na elaboração do presente trabalho. A Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas Não Alcoólicas - ABIR, fundada em 1950, congrega 35 associados, composto por indústrias de refrigerantes e de bebidas não alcoólicas, tais como: sucos, energéticos, águas minerais, água de coco, repositores hidroeletrolíticos, chás e outros de igual natureza. O principal objetivo da ABIR é o desenvolvimento sustentável do setor no Brasil, através de ação articulada em 4 níveis: Sociedade, Ambiente, Economia e Cultura. O presente trabalho constitui um panorama da indústria de refrigerantes e bebidas não-alcoólicas no Brasil, e tem como objetivos: • Apresentar os dados mais recentes dos mercados das associadas, em termos de produção, vendas e características dos segmentos; • Analisar comparativamente os principais indicadores de mercado com outros países; • Estimar a importância do setor para a sociedade, através da geração de empregos e arrecadação de tributos. Tendo em vista esse contexto, a ABIR solicitou a assessoria da FIPE na elaboração do presente trabalho.
  6. 6. 5 A ABIR
  7. 7. 6 A ABIR Exigências Regulatórias Comuns às Empresas Produtoras Associadas ABIR A ABIR Exigências Regulatórias Comuns às Empresas Produtoras Associadas ABIR Associadas da ABIRAssociadas da ABIR •• Gestão da QualidadeGestão da Qualidade •• Atendimento aoAtendimento ao consumidorconsumidor •• Gestão AmbientalGestão Ambiental •• Desenvolvimento doDesenvolvimento do setorsetor Alflash Comércio de Bebidas Arosuco Aromatizados e Sucos S/A Brasal Refrigerantes Cajuína São Geraldo Cervejarias Cintra Indústria e Comércio Ltda Cia Alagoana de Refrigerantes Cia de Bebidas das Américas - AmBev Cia de Bebidas Ipiranga Cia Maranhense de Refrigerantes CVI Refrigerantes Dixer Distribuidora de Bebidas Fluminense RJ Refrigerantes Goiás Refrigerantes Horizonte Fabricação Distribuição Imp. e Exp. Indústria de Bebidas Reflexa J Cruz Indústria e Comércio Mais Indústria de Alimentos Manaus Refrigerantes Nestlé Waters Brasil - Bebidas e Alimentos Norsa Refrigerantes Pepsi-Cola Industrial da Amazônia Primo Schincariol - Ind de Cervejas e Refrigerantes Recofarma Indústria do Amazonas Red Bull do Brasil Refrescos Bandeirantes Indústria e Comércio Refrescos Guararapes Refrigerantes Coroa Refrigerantes Minas Gerais Refrigerantes Pakera Rio de Janeiro Refrescos Sorocaba Refrescos SPAIPA - Indústria Brasileira de Bebidas SPAL - Indústria Brasileira de Bebidas Tapon Corona Metal Plásticos Vonpar Refrescos Alflash ComAlflash Coméércio de Bebidasrcio de Bebidas Arosuco Aromatizados e Sucos S/AArosuco Aromatizados e Sucos S/A Brasal RefrigerantesBrasal Refrigerantes CajuCajuíína São Geraldona São Geraldo Cervejarias Cintra IndCervejarias Cintra Indúústria e Comstria e Coméércio Ltdarcio Ltda Cia Alagoana de RefrigerantesCia Alagoana de Refrigerantes CiaCia de Bebidas das Amde Bebidas das Amééricasricas -- AmBevAmBev Cia de Bebidas IpirangaCia de Bebidas Ipiranga Cia Maranhense de RefrigerantesCia Maranhense de Refrigerantes CVI RefrigerantesCVI Refrigerantes Dixer Distribuidora de BebidasDixer Distribuidora de Bebidas Fluminense RJFluminense RJ RefrigerantesRefrigerantes GoiGoiáás Refrigerantess Refrigerantes Horizonte FabricaHorizonte Fabricaçção Distribuião Distribuiçção Imp. e Exp.ão Imp. e Exp. IndIndúústria de Bebidas Reflexastria de Bebidas Reflexa J Cruz IndJ Cruz Indúústria e Comstria e Coméérciorcio Mais IndMais Indúústria de Alimentosstria de Alimentos Manaus RefrigerantesManaus Refrigerantes NestlNestléé Waters BrasilWaters Brasil -- Bebidas e AlimentosBebidas e Alimentos Norsa RefrigerantesNorsa Refrigerantes PepsiPepsi--Cola Industrial da AmazôniaCola Industrial da Amazônia Primo SchincariolPrimo Schincariol -- Ind de Cervejas e RefrigerantesInd de Cervejas e Refrigerantes Recofarma IndRecofarma Indúústria do Amazonasstria do Amazonas Red Bull do BrasilRed Bull do Brasil Refrescos Bandeirantes IndRefrescos Bandeirantes Indúústria e Comstria e Coméérciorcio Refrescos GuararapesRefrescos Guararapes Refrigerantes CoroaRefrigerantes Coroa Refrigerantes Minas GeraisRefrigerantes Minas Gerais Refrigerantes PakeraRefrigerantes Pakera Rio de Janeiro RefrescosRio de Janeiro Refrescos Sorocaba RefrescosSorocaba Refrescos SPAIPASPAIPA -- IndIndúústria Brasileira de Bebidasstria Brasileira de Bebidas SPALSPAL -- IndIndúústria Brasileira de Bebidasstria Brasileira de Bebidas Tapon Corona Metal PlTapon Corona Metal Pláásticossticos Vonpar RefrescosVonpar Refrescos
  8. 8. 7 Mercado de Refrigerantes
  9. 9. 8 • O mercado de refrigerantes é, dentre as bebidas não alcoólicas, o mais desenvolvido. O Brasil é o 3º maior mercado do mundo, atrás de Estados Unidos e México, embora com consumo per capita ainda baixo, cerca de 70 litros/ano. • Nos últimos anos a concorrência é crescente por parte de outras bebidas não gaseificadas, como águas minerais, sucos, chás, mates, isotônicos e bebidas energéticas. • O volume de vendas acumulado nos últimos 11 anos foi de 42%, embora o crescimento nos últimos 5 anos tenha sido apenas de 12%, como consequência das opções de outras bebidas colocadas à disposição dos consumidores. • Os quadros, a seguir, traçam um perfil do mercado de refrigerantes. Chamamos a atenção para o de nº 35 que mostra a projeção de consumo para os próximos 5 anos. Ressalte-se que a obtenção do volume projetado depende do crescimento da renda e do maior ou menor crescimento do mercado das outras bebidas. MERCADO DE REFRIGERANTES Introdução MERCADO DE REFRIGERANTES Introdução
  10. 10. 9 9,15 9,86 10,57 11,03 11,08 11,52 11,59 11,97 11,57 12,21 12,42 13,01 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 MERCADO DE REFRIGERANTES Volume de Vendas/Consumo - Brasil MERCADO DE REFRIGERANTES Volume de Vendas/Consumo - Brasil Volume de Vendas/Consumo (Litro/Bilhão) Taxa média de crescimento 1995-2005 = 3,2% ao ano Taxa de crescimento 2005-2006 = 4,8% ao ano Fonte: ABIR/Nielsen e Análise da Equipe
  11. 11. 10 52,2 22,6 10,8 6,6 3,4 4,4 Cola Guaraná Laranja Limão Uva Outros MERCADO DE REFRIGERANTES Participação por Sabor, 2006, em % MERCADO DE REFRIGERANTES Participação por Sabor, 2006, em % “Outros”= tutti-fruti, tônica, cítrico, maçã e demais Fonte: ABIR, Nielsen e Análise da Equipe
  12. 12. 11 6,79 2,94 1,41 0,86 0,44 0,57 Cola Guaraná Laranja Limão Uva Outros Fonte: ABIR, Nielsen e Análise da Equipe MERCADO DE REFRIGERANTES Participação por Sabor, 2006, em Volume (Litro/Bilhão) MERCADO DE REFRIGERANTES Participação por Sabor, 2006, em Volume (Litro/Bilhão) “Outros”= tutti-fruti, tônica, cítrico, maçã e demais
  13. 13. 12 8,76 9,04 9,58 8,49 9,86 9,96 10,36 1,84 1,51 1,32 1,07 1,26 1,45 1,650,92 1,04 1,08 1,01 1,09 1,01 1,00 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 PET Vidro Lata MERCADO DE REFRIGERANTES Participação por Tipo de Embalagem, em Volume (Litro/Bilhão) MERCADO DE REFRIGERANTES Participação por Tipo de Embalagem, em Volume (Litro/Bilhão) Fonte: ABIR, Nielsen e Análise da Equipe
  14. 14. 13 70,0 68,6 67,3 67,0 66,3 11,8 11,6 13,0 12,6 13,6 10,3 11,7 12,1 12,7 12,3 7,9 8,1 7,6 7,7 7,8 Jan.2005 Jun/Jul.2005 Dez.2005 Jun/Jul.2006 Dez.2006 PET 2 L PET demais Vidro Lata MERCADO DE REFRIGERANTES Participação por Tipo de Embalagem, em % MERCADO DE REFRIGERANTES Participação por Tipo de Embalagem, em % Fonte: ABIR, Nielsen e Análise da Equipe PET 81,8% 80,2% 80,3% 79.6% 79,9%
  15. 15. 14 14,0 15,2 14,5 15,0 14,6 6,1 6,2 6,4 6,4 6,4 4,0 4,8 5,3 5,8 5,8 75,9 73,8 73,8 72,9 73,2 Jan.2005 Jun/Jul.2005 Dez.2005 Jun/Jul.2006 Dez.2006 Até 350 ml 350 ml-600 ml 1 L - 1,25 L > 1,5 L MERCADO DE REFRIGERANTES Participação por Volume de Embalagem, em % MERCADO DE REFRIGERANTES Participação por Volume de Embalagem, em % Fonte: ABIR, Nielsen e Análise da Equipe
  16. 16. 15 92,1 91,6 91,7 91,6 91,5 91,8 91,6 7,9 8,4 8,3 8,4 8,5 8,2 8,4 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Regular Light/Diet/Zero MERCADO DE REFRIGERANTES Participação por Grau Calórico, em % MERCADO DE REFRIGERANTES Participação por Grau Calórico, em % Fonte: ABIR, Nielsen e Análise da Equipe
  17. 17. 16 10,61 10,62 10,98 10,60 11,17 11,40 11,92 0,91 0,97 0,99 0,97 1,04 1,02 1,09 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Regular Light/Diet/Zero MERCADO DE REFRIGERANTES Participação por Grau Calórico, em Volume (Litro/Bilhão) MERCADO DE REFRIGERANTES Participação por Grau Calórico, em Volume (Litro/Bilhão) Fonte: ABIR, Nielsen e Análise da Equipe
  18. 18. 17 68,8 69,8 74,5 75,0 31,2 30,2 25,5 25,0 2003 2004 2005 2006 Marcas com cobertura nacional * Marcas com cobertura regional MERCADO DE REFRIGERANTES Participação por Cobertura de Mercado, em % MERCADO DE REFRIGERANTES Participação por Cobertura de Mercado, em % Fonte: ABIR, Nielsen e Análise da Equipe (*) AmBev, Coca-Cola e Schincariol
  19. 19. 18 7,96 8,52 9,25 9,76 3,61 3,69 3,17 3,25 2003 2004 2005 2006 Marcas com cobertura nacional * Marcas com cobertura regional MERCADO DE REFRIGERANTES Participação por Cobertura de Mercado, em Volume (Litro/Bilhão) MERCADO DE REFRIGERANTES Participação por Cobertura de Mercado, em Volume (Litro/Bilhão) Fonte: ABIR, Nielsen e Análise da Equipe (*) AmBev, Coca-Cola e Schincariol
  20. 20. 19 800 900 1.000 1.100 1.200 1.300 1.400 2005 1.254 1.122 1.135 1.081 1.015 963 921 956 947 941 978 1.109 2006 1.330 1.190 1.133 1.070 1.009 957 978 985 1.002 1.047 1.078 1.232 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez MERCADO DE REFRIGERANTES Sazonalidade do Consumo, em Volume (Litro/Milhão) MERCADO DE REFRIGERANTES Sazonalidade do Consumo, em Volume (Litro/Milhão) Fonte: ABIR, Nielsen e Análise da Equipe
  21. 21. 20 0,85 0,90 0,95 1,00 1,05 1,10 1,15 1,20 1,25 Minimo 1,20 1,07 1,04 0,99 0,93 0,87 0,89 0,91 0,91 0,91 0,94 1,07 Maximo 1,23 1,10 1,10 1,04 0,98 0,93 0,90 0,92 0,99 0,97 0,99 1,14 Media 1,21 1,08 1,07 1,02 0,96 0,90 0,90 0,92 0,95 0,94 0,97 1,10 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez (*) Em relação à média anual Fonte: ABIR, Nielsen e Análise da Equipe MERCADO DE REFRIGERANTES Índice de Sazonalidade do Consumo * MERCADO DE REFRIGERANTES Índice de Sazonalidade do Consumo *
  22. 22. 21Fonte: ABIR, Nielsen e Análise da Equipe 12,44 12,87 13,89 15,50 17,58 19,38 21,73 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Valor das Vendas (R$/Bilhões) * MERCADO DE REFRIGERANTES Valor das Vendas (R$/Bilhão) MERCADO DE REFRIGERANTES Valor das Vendas (R$/Bilhão) * Valor referente ao faturamento da Indústria + Varejo
  23. 23. 22 5,2 5,3 5,5 6,1 7,2 7,5 8,5 3,10 3,10 3,30 3,70 4,10 4,70 5,30 4,00 4,40 5,10 5,60 6,30 7,20 7,90 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Bares Padarias/Mercearias Supermercados Fonte: ABIR/Nielsen e Análise da Equipe MERCADO DE REFRIGERANTES Valor das Vendas por Canal (R$/Bilhão) MERCADO DE REFRIGERANTES Valor das Vendas por Canal (R$/Bilhão)
  24. 24. 23 2,62 2,45 2,38 2,17 1,931,83 1,75 1,6 1,5 1,1 1,031,01 1,38 1,31 0,74 0,78 0,83 0,95 1,01 1,15 1,22 R$ 0,50 R$ 1,00 R$ 1,50 R$ 2,00 R$ 2,50 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Bares Tradicionais Supermercado MERCADO DE REFRIGERANTES Estimativa dos Preços ao Consumidor MERCADO DE REFRIGERANTES Estimativa dos Preços ao Consumidor R$/litro Fonte: ABIR/Nielsen e Análise da Equipe
  25. 25. 24 2,78 4,50 15,52 7,46 8,33 7,056,84 8,45 14,71 6,6 6,87 4,18 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Variação do Preço Médio de Refrigerantes Variação do IPCA MERCADO DE REFRIGERANTES Variação Anual dos Preços e IPCA, em % MERCADO DE REFRIGERANTES Variação Anual dos Preços e IPCA, em % Em % Fonte: ABIR/Nielsen e Análise da Equipe
  26. 26. 25 57,59 61,12 64,54 66,35 65,66 67,26 66,68 67,86 64,64 67,24 67,43 69,64 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Variação do consumo per capita (1995-2006) = 20,9% Variação da renda per capita (1995-2006) = 12,4% Fonte: ABIR/Nielsen e Análise da Equipe MERCADO DE REFRIGERANTES Consumo Per Capita – Brasil (Litro) MERCADO DE REFRIGERANTES Consumo Per Capita – Brasil (Litro) Consumo Per Capita – Brasil (Litro)
  27. 27. 26 26,4 33,4 35,7 42,2 30,8 26,725,9 21,1 20,5 15,5 7,8 17,6 15,9 14,3 12,7 11,0 9,4 4,6 3,11,5 7,8 6,2 6,1 12,1 15,2 14,0 16,8 15,8 17,8 12,2 16,8 17,1 20,9 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Crescimento acumulado do consumo Crescimento acumulado da população Crescimento acumulado do consumo per capita % Fonte: ABIR/Nielsen e Análise da Equipe MERCADO DE REFRIGERANTES Variações Acumuladas Consumo, População e Consumo Per Capita * MERCADO DE REFRIGERANTES Variações Acumuladas Consumo, População e Consumo Per Capita * (*) Ano Base: 1995
  28. 28. 27 MERCADO DE REFRIGERANTES Variações Consumo e Renda Per Capita – Brasil, em % MERCADO DE REFRIGERANTES Variações Consumo e Renda Per Capita – Brasil, em % Fonte: ABIR/Nielsen, IBGE e Análise da Equipe 6,1 5,6 2,8 -1,0 2,4 -0,9 1,8 -4,7 4,0 0,3 3,3 1,1 1,7 -1,4 -0,7 2,8 -0,2 1,2 -0,3 4,2 1,5 2,0 Consumo per capita Renda per capita Taxa média de crescimento do consumo per capita 1995-2005 = 1,6% ao ano Taxa média de crescimento da renda per capita 1995-2005 = 1,0% ao ano 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006
  29. 29. 28 58,69 15,48 12,42 6,69 5,67 3,93 2,93 2,74 2,5 2,22 0,62 0,53 9,010,6 20,2 38,7 60,958,1 43,4 60,0 82,5 184,2 105,3 296,4 0 10 20 30 40 50 60 70 EUA MEX BRA ALE RUS ESP ITA FRA ARG AUS SUE POR ProduçãodeRefrigerantes(bilhõesdelitros) 0 50 100 150 200 250 300 População(milhõesdehab) Produção de Refrigerantes População Brasil: População 2006 = 186,7 milhões hab Brasil: Volume 2006 = 13,0 bilhões de litros MERCADO DE REFRIGERANTES Produção e População – Comparativo Países - 2005 MERCADO DE REFRIGERANTES Produção e População – Comparativo Países - 2005 Fonte: Lafis, IBGE, OECD, Análise da Equipe
  30. 30. 29 94,5 198,0 90,5 147,0 67,4 81,1 42,0 36,7 33,9 25,9 7,3 4,8 0 25 50 75 100 125 150 175 200 225 EUA RUS ALE ESP MEX BRA ConsumoPer-Capita(litros/hab) 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 RendaPer-Capita(U$mil/hab) Consumo Per-Capita Refrigerantes Renda Per-Capita Fonte: Lafis, IBGE, OECD, Receita Federal, Análise da Equipe MERCADO DE REFRIGERANTES Consumo e Renda Per Capita – Comparativo Países - 2005 MERCADO DE REFRIGERANTES Consumo e Renda Per Capita – Comparativo Países - 2005 Brasil: Renda per capita 2006 = U$ 5,7 mil ; Consumo per capita 2006 = 69,6 litros/hab ano
  31. 31. 30 147,0 198,0 90,5 81,1 67,4 94,5 26,8 19,8 38,6 36,4 40,2 34,1 0 50 100 150 200 250 EUA MEX RUS ESP ALE BRA RendaPer-Capita(U$mi/hab) 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 55 CargaTributária(%PIB) Consumo Per-Capita Refrigerantes Carga Tributária MERCADO DE REFRIGERANTES Consumo Per Capita e Carga Tributária – Comparativo Países - 2005 MERCADO DE REFRIGERANTES Consumo Per Capita e Carga Tributária – Comparativo Países - 2005 Fonte: Lafis, IBGE, OECD, Receita Federal, Análise da Equipe Brasil: Consumo per capita 2006 = 69,6 litros/hab ano; Carga Tributária 2006 = 35,2%
  32. 32. 31 36,7 25,9 20,3 7,3 4,8 35,2 30,3 33,933,9 34,9 42,0 34,1 19,8 36,336,4 40,8 52,1 40,245,8 31,2 38,6 26,8 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 EUA RUS AUST FR ALE SUE ITA ESP POR MEX BRA RendaPer-Capita(U$mil/hab) 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 55 CargaTributária(%PIB) Renda Per-Capita Carga Tributária MERCADO DE REFRIGERANTES Renda Per Capita e Carga Tributária – Comparativo Países - 2005 MERCADO DE REFRIGERANTES Renda Per Capita e Carga Tributária – Comparativo Países - 2005 Fonte: Lafis, IBGE, OECD, Receita Federal, Análise da Equipe
  33. 33. 32 8.000 9.000 10.000 11.000 12.000 13.000 14.000 1.500 1.750 2.000 2.250 2.500 PIB preços constantes de 2006 (R$ bilhões) Consumo (milhões litros) Consumo Regressão MERCADO DE REFRIGERANTES Regressão e Elasticidade MERCADO DE REFRIGERANTES Regressão e Elasticidade Equação de Regressão: C= 120,6 + 5,6.PIB ; r2 = 0,86 Elasticidade = 0,99 Fonte: ABIR e Análise da Equipe
  34. 34. 33 16,0 15,4 14,8 14,3 13,7 13,0 16,8 16,0 15,2 14,5 13,8 12 13 14 15 16 17 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Consumo (bilhões litros) Cenário 4% aa Cenário 5% aa MERCADO DE REFRIGERANTES Projeções MERCADO DE REFRIGERANTES Projeções Fonte: ABIR e Análise da Equipe
  35. 35. 34 MERCADO DE REFRIGERANTES Participação por Estado no PIB e na População do Brasil, em % * MERCADO DE REFRIGERANTES Participação por Estado no PIB e na População do Brasil, em % * PIB=2,71 Pop=4,55 PIB=0,57 Pop=0,84 PIB=0,19 Pop=0,37 PIB=2,21 Pop=1,77 PIB=0,11 Pop=0,22 PIB=2,03 Pop=3,81 PIB=0,23 Pop=0,33 PIB=0,29 Pop=0,71 PIB=0,99 Pop=3,31 PIB=0,49 Pop=1,62 PIB=1,83 Pop=4,40 PIB=0,95 Pop=1,63 PIB=0,85 Pop=1,94 PIB=0,65 Pop=1,63 PIB=0,82 Pop=1,07 PIB=5,16 Pop=7,46 PIB=9,35 Pop=10,43 PIB=1,96 Pop=1,86 PIB=12,94 Pop=8,33 PIB=29,34 Pop=21,99 PIB=6,08 Pop=5,56 PIB=4,10 Pop=3,19 PIB=8,22 Pop=5,86 PIB=1,13 Pop=1,23 PIB=1,73 Pop=1,53 PIB=2,53 Pop=3,07 DF PIB=2,55 Pop=1,28 PIB 2006 (R$ milhões correntes) 2.322.818 População 2006 (hab) 186.763.000 Fonte: IBGE e Análise da Equipe (*) Estimativa 2006
  36. 36. 35 MERCADO DE REFRIGERANTES Participação por Estado, em Volume (Litro/Mil) * MERCADO DE REFRIGERANTES Participação por Estado, em Volume (Litro/Mil) * 74 25 287 15 263 30 38 128 63 239 123 111 85 106 671 1.217 255 1.6833.817 791 533 1.070 147 225 329 DF 331 353 Hipótese de projeção: Se considerou que o volume consumido está diretamente relacionado ao PIB de cada Estado Fonte: IBGE e Análise da Equipe (*) Estimativa 2006
  37. 37. 36 47 36 87 37 37 48 28 21 21 29 40 31 28 53 48 62 74 10893 76 89 98 64 79 58 DF 138 42 MERCADO DE REFRIGERANTES Consumo Per Capita por Estado (Litro) * MERCADO DE REFRIGERANTES Consumo Per Capita por Estado (Litro) * Consumo Per Capita Brasil em 2006 69,7 litros/hab ano Fonte: Análise da Equipe (*) Estimativa 2006
  38. 38. 37 0 1.000 2.000 3.000 4.000 5.000 6.000 7.000 8.000 2000 530 801 1.508 2.025 6.657 2003 576 864 1.596 2.151 6.384 2006 732 1.033 1.879 2.394 6.972 Norte Centro-Oeste Nordeste Sul Sudeste MERCADO DE REFRIGERANTES Participação por Região, em Volume (Litro/Mil) MERCADO DE REFRIGERANTES Participação por Região, em Volume (Litro/Mil) Fonte: Análise da Equipe
  39. 39. 38 49,0 78,0 36,0 88,0 88,0 Norte Centro-Oeste Nordeste Sul Sudeste MERCADO DE REFRIGERANTES Consumo Per Capita por Região, em 2006 (Litro) MERCADO DE REFRIGERANTES Consumo Per Capita por Região, em 2006 (Litro) Fonte: Análise da Equipe
  40. 40. 39 3.817 1.683 1.217 1.070 791 671 São Paulo Rio de Janeiro Minas Gerais Rio Grande do Sul Paraná Bahia MERCADO DE REFRIGERANTES Participação dos principais Estados, em 2006, em Volume (Litro/Mil) MERCADO DE REFRIGERANTES Participação dos principais Estados, em 2006, em Volume (Litro/Mil) SP, RJ, MG, RS, PR e BA representam 71,1% do volume nacional Fonte: Análise da Equipe
  41. 41. 40 138,0 108,0 98,0 93,0 89,0 Distrito Federal Rio de Janeiro Rio Grande do Sul São Paulo Santa Catarina MERCADO DE REFRIGERANTES Consumo Per Capita dos principais Estados, em 2006 (Litro) MERCADO DE REFRIGERANTES Consumo Per Capita dos principais Estados, em 2006 (Litro) Fonte: Análise da Equipe
  42. 42. 41 Mercado de Bebidas Prontas para BeberMercado de Bebidas Prontas para Beber
  43. 43. 42 • Mais uma vez as mudanças de hábitos do brasileiro confirmam a receita da indústria de bebidas não alcoólicas nos últimos anos: investir em conveniência para o consumidor moderno. As pessoas buscam uma alimentação mais saudável e as indústrias associadas da ABIR também se alinharam a essa necessidade. O resultado é um crescimento composto de 14% ao ano nos últimos 5 anos para as bebidas PPB (Prontas Para Beber), sucos, néctares, refrescos, bebidas a base de soja, chás, mate e água de coco. • Os sucos e bebidas a base de soja representam quase 84% deste mercado com um número crescente de participantes nacionais e internacionais. As embalagens são todas não retornáveis, predominando as de 1 litro e superior, nos casos dos sucos, bebidas a base de soja, chás e mates. • Mais uma vez as mudanças de hábitos do brasileiro confirmam a receita da indústria de bebidas não alcoólicas nos últimos anos: investir em conveniência para o consumidor moderno. As pessoas buscam uma alimentação mais saudável e as indústrias associadas da ABIR também se alinharam a essa necessidade. O resultado é um crescimento composto de 14% ao ano nos últimos 5 anos para as bebidas PPB (Prontas Para Beber), sucos, néctares, refrescos, bebidas a base de soja, chás, mate e água de coco. • Os sucos e bebidas a base de soja representam quase 84% deste mercado com um número crescente de participantes nacionais e internacionais. As embalagens são todas não retornáveis, predominando as de 1 litro e superior, nos casos dos sucos, bebidas a base de soja, chás e mates. MERCADO DE BEBIDAS PPB Introdução MERCADO DE BEBIDAS PPB Introdução
  44. 44. 43 MERCADO DE BEBIDAS PPB * Volume de Vendas/Consumo - Brasil MERCADO DE BEBIDAS PPB * Volume de Vendas/Consumo - Brasil Fonte: L.Panel, Datamark, Nielsen, IPEA/IBRAF, Tetra Pak e Análise da Equipe Volume de Vendas/Consumo (Litro/Bilhão) Taxa de Crescimento Anual = 14,0 % ao ano (*) Bebidas PPB (Prontas Para Beber) = Sucos , Néctares, Refrescos, Bebidas a Base de Soja (BBS), Água de Coco, Chás e Mate
  45. 45. 44 MERCADO DE BEBIDAS PPB Participação por Segmento, 2006, em % MERCADO DE BEBIDAS PPB Participação por Segmento, 2006, em % Fonte: L.Panel, Datamark, Nielsen, IPEA/IBRAF, Tetra Pak e Análise da Equipe Participação por Segmento 2006 - % 4,8 5,4 6,4 26,9 56,6 Suco BB Soja Agua Coco Chá Mate Volume 2006 = 689 milhões de litros
  46. 46. 45 818 921 1.028 0 250 500 750 1000 1250 11.000 12.000 13.000 14.000 15.000 Consumo de Refrigerantes (milhões de litros) = C(REFRI) Consumo de Bebidas PPB (milhões de litros) = C(BPPB) Consumo Regressão Projeção MERCADO DE BEBIDAS PPB Regressão e Elasticidade MERCADO DE BEBIDAS PPB Regressão e Elasticidade Equação de Regressão: C(BPPB) = -1.771+0,1889 . C(REFRI) ; r2 = 0,82 ; Elasticidade = 4,40 Projeções de Consumo de Bebidas PPB com base no cenário de crescimento do PIB real de 4% ao ano para o período 2007-2009 Fonte: ABIR e Análise da Equipe 2007 2008 2009
  47. 47. 46 Mercado de Sucos Prontos para BeberMercado de Sucos Prontos para Beber
  48. 48. 47 • As pesquisas indicam que a falta de tempo é um dos principais fatores para o crescimento acelerado do mercado de sucos prontos, seguido pelo item saúde e pela crescente entrada da mulher no mercado de trabalho. O consumo antes restrito ao ambiente do lar cresce de forma acentuada fora do lar. • Atualmente se consomem os refrescos prontos, néctares e sucos de frutas que se diferenciam entre si pela concentração de polpa de fruta, preço e público alvo. O número de indústrias interessadas neste mercado cresce a cada ano e o crescimento da demanda de 2004 a 2006 foi 12% a.a., sendo que 9 delas respondem por 69% do mercado e todas as demais por 31%. • As pesquisas indicam que a falta de tempo é um dos principais fatores para o crescimento acelerado do mercado de sucos prontos, seguido pelo item saúde e pela crescente entrada da mulher no mercado de trabalho. O consumo antes restrito ao ambiente do lar cresce de forma acentuada fora do lar. • Atualmente se consomem os refrescos prontos, néctares e sucos de frutas que se diferenciam entre si pela concentração de polpa de fruta, preço e público alvo. O número de indústrias interessadas neste mercado cresce a cada ano e o crescimento da demanda de 2004 a 2006 foi 12% a.a., sendo que 9 delas respondem por 69% do mercado e todas as demais por 31%. MERCADO DE SUCOS PPB Introdução MERCADO DE SUCOS PPB Introdução
  49. 49. 48 Volume de Vendas/Consumo (Litro/Milhão) MERCADO DE SUCOS PPB Volume de Vendas/Consumo – Brasil MERCADO DE SUCOS PPB Volume de Vendas/Consumo – Brasil Variação %: 2005/2004 = 8,7% ; 2006/2005 = 15,7% Fonte: L.Panel, Datamark, Nielsen, IPEA/IBRAF, Tetra Pak e Análise da Equipe
  50. 50. 49 MERCADO DE SUCOS PPB Participação por Fabricante, 2006, em % MERCADO DE SUCOS PPB Participação por Fabricante, 2006, em % Participação das Empresas 4,8 4,3 3,1 3,0 2,0 17,7 31,0 18,9 8,0 7,2 DemaisDemaisDemais Wow Sufresh WowWow SufreshSufresh Schin/SkinkaSchin/SkinkaSchin/Skinka Coca-Cola Kapo/Mais CocaCoca--ColaCola Kapo/MaisKapo/Mais Coca-Cola Del Valle CocaCoca--ColaCola Del ValleDel Valle Kraft Maguary KraftKraft MaguaryMaguary TampicoTampicoTampico JandaiaJandaiaJandaia Parmalat/SantalParmalat/SantalParmalat/Santal Fonte: ABIR/Nielsen e Análise da Equipe Volume 2006 = 390 milhões de litros VigorVigorVigor
  51. 51. 50 MERCADO DE SUCOS PPB Participação por Sabor, 2006, em % MERCADO DE SUCOS PPB Participação por Sabor, 2006, em % Participação dos Sabores 23,7 11,5 8,5 7,9 4,5 2,4 28,5 13,0 OutrosOutrosOutros LaranjaLaranjaLaranja MorangoMorangoMorango PêssegoPêssegoPêssego UvaUvaUva MaracujáMaracujMaracujáá MangaMangaManga AbacaxiAbacaxiAbacaxi Volume 2006 = 390 milhões de litros Fonte: ABIR/Nielsen e Análise da Equipe
  52. 52. 51 Participação das Embalagens 3,2 0,7 80,8 15,3 DemaisDemaisDemais Caixa Tetra PakCaixa Tetra PakCaixa Tetra Pak PETPETPET LataLataLata MERCADO DE SUCOS PPB Participação por Tipo de Embalagem, 2006, em % MERCADO DE SUCOS PPB Participação por Tipo de Embalagem, 2006, em % Fonte: ABIR/Nielsen e Análise da Equipe Volume 2006 = 390 milhões de litros
  53. 53. 52 MERCADO DE SUCOS PPB Participação por Categoria e Canal de Venda, 2006, em % MERCADO DE SUCOS PPB Participação por Categoria e Canal de Venda, 2006, em % Importância das Categorias 89% 11% Light/DietLight/DietLight/Diet RegularRegularRegular Importância dos Canais 83,5% 16,5% Padarias/MerceariasPadariasPadarias/Mercearias/Mercearias SupermercadosSupermercadosSupermercados Volume 2006 = 390 milhões de litros Fonte: ABIR/Nielsen e Análise da Equipe
  54. 54. 53 - 10 20 30 40 50 60 70 80 Fev-Mar Abr-Mai Jun-Jul Ago-Set Out-Nov Dez-Jan 2005 2006 Média 2005= 56,1 por bimestre Média 2006= 66,0 por bimestre MERCADO DE SUCOS PPB Sazonalidade do Consumo (Litro/Milhão) MERCADO DE SUCOS PPB Sazonalidade do Consumo (Litro/Milhão) Fonte: ABIR/Nielsen e Análise da Equipe
  55. 55. 54 Mercado de Bebidas a Base de SojaMercado de Bebidas a Base de Soja
  56. 56. 55 • A busca por bebidas inovadoras, de sabor agradável e que tragam benefícios à saúde alavancou o mercado de bebidas a base de soja. Hoje o mercado já atinge quase 200 milhões de litros ano, com um crescimento composto de 27% a.a. entre 2004 e 2006. • A diversificação atinge embalagens e sabores, com combinação de soja e frutas diversas, soja, chocolate, etc. Antes altamente concentrado em torno de um só participante, a Unilever (Ades), atualmente conta o mercado com vários players importantes que investem em pesquisas e tecnologia buscando atingir os consumidores com diferenciação, qualidade e preço. • A busca por bebidas inovadoras, de sabor agradável e que tragam benefícios à saúde alavancou o mercado de bebidas a base de soja. Hoje o mercado já atinge quase 200 milhões de litros ano, com um crescimento composto de 27% a.a. entre 2004 e 2006. • A diversificação atinge embalagens e sabores, com combinação de soja e frutas diversas, soja, chocolate, etc. Antes altamente concentrado em torno de um só participante, a Unilever (Ades), atualmente conta o mercado com vários players importantes que investem em pesquisas e tecnologia buscando atingir os consumidores com diferenciação, qualidade e preço. MERCADO DE BEBIDAS A BASE DE SOJA Introdução MERCADO DE BEBIDAS A BASE DE SOJA Introdução
  57. 57. 56 Volume de Vendas/Consumo (Litro/Milhão) MERCADO DE BEBIDAS A BASE DE SOJA Volume de Vendas/Consumo - Brasil MERCADO DE BEBIDAS A BASE DE SOJA Volume de Vendas/Consumo - Brasil Variação %: 2005/2004 = 39,1% ; 2006/2005 = 15,6% Fonte: ABIR/Nielsen e Análise da Equipe
  58. 58. 57 MERCADO DE BEBIDAS A BASE DE SOJA Participação por Fabricante e Canal de Venda, 2006, em % MERCADO DE BEBIDAS A BASE DE SOJA Participação por Fabricante e Canal de Venda, 2006, em % Volume 2006 = 185 milhões de litros Participação das Empresas 67,0 5,5 3,7 3,4 11,9 8,5 DemaisDemaisDemais Bunge Cyclus BungeBunge CyclusCyclus Unilever Ades UnileverUnilever AdesAdes Cocamar Purity CocamarCocamar PurityPurity BatavoBatavoBatavo Del ValleDel ValleDel Valle Participação dos Canais 97,4 2,6 Padarias/MerceariasPadariasPadarias/Mercearias/Mercearias SupermercadosSupermercadosSupermercados Fonte: ABIR/Nielsen e Análise da Equipe
  59. 59. 58 Mercados de Chá e MateMercados de Chá e Mate
  60. 60. 59 • Mais um segmento importante no universo das bebidas não alcoólicas e de impulso recente. As perspectivas são bastante promissoras e apesar do mercado ser altamente concentrado em torno de poucos participantes, com um volume de cerca de 100 milhões de litros/ano, tem-se notícias da entrada de novas indústrias que estão investindo em diversificação, qualidade e preço a fim de alcançar o consumidor ávido por bebidas saudáveis e fáceis de serem consumidas. • Mais um segmento importante no universo das bebidas não alcoólicas e de impulso recente. As perspectivas são bastante promissoras e apesar do mercado ser altamente concentrado em torno de poucos participantes, com um volume de cerca de 100 milhões de litros/ano, tem-se notícias da entrada de novas indústrias que estão investindo em diversificação, qualidade e preço a fim de alcançar o consumidor ávido por bebidas saudáveis e fáceis de serem consumidas. MERCADOS DE CHÁ e MATE Introdução MERCADOS DE CHÁ e MATE Introdução
  61. 61. 60 Volume de Vendas/Consumo (Litro/Milhão) MERCADOS DE CHÁ e MATE Volume de Vendas/Consumo - Brasil MERCADOS DE CHÁ e MATE Volume de Vendas/Consumo - Brasil Variação %: 2005/2004 = -4,6% ; 2006/2005 = 12,9% Fonte: ABIR/Nielsen e Análise da Equipe
  62. 62. 61 MERCADOS DE CHÁ e MATE Participação por Marca/Fabricante, por Segmento, 2006, em % MERCADOS DE CHÁ e MATE Participação por Marca/Fabricante, por Segmento, 2006, em % Volume 2006 = 70,2 milhões de litros Chá 4,2 5,7 45,1 45,1 Lipton/ Pepsi Lipton/Lipton/ PepsiPepsi Leão Iced/ Matte Leão Leão IcedLeão Iced// Matte LeãoMatte Leão Nestea/ Coca-Cola Nestea/Nestea/ CocaCoca--ColaCola Mate 4,2 95,8 DemaisDemaisDemais Matte LeãoMatte LeãoMatte Leão Fonte: ABIR/Nielsen e Análise da Equipe DemaisDemaisDemais
  63. 63. 62 MERCADOS DE CHÁ e MATE Participação por Tipo de Embalagem e Canal de Venda, 2006, em % MERCADOS DE CHÁ e MATE Participação por Tipo de Embalagem e Canal de Venda, 2006, em % Volume 2006 = 70,2 milhões de litros Participação das Embalagens 7,1 16,7 54,8 21,5 CopoCopoCopo Acima de 1001 ml Acima deAcima de 1001 ml1001 ml LataLataLata Participação dos Canais 18,1 23,7 58,2 Padarias/MerceariasPadariasPadarias/Mercearias/Mercearias SupermercadosSupermercadosSupermercados BaresBaresBares Fonte: ABIR/Nielsen e Análise da Equipe DemaisDemaisDemais “Demais”= 300 ml (sem lata) a 1 litro
  64. 64. 63 - 2 4 6 8 10 12 14 16 Fev-Mar Abr-Mai Jun-Jul Ago-Set Out-Nov Dez-Jan 2005 2006 Média 2005= 10,4 por bimestre Média 2006= 11,9 por bimestre MERCADOS DE CHÁ e MATE Sazonalidade do Consumo (Litro/Milhão) MERCADOS DE CHÁ e MATE Sazonalidade do Consumo (Litro/Milhão) Fonte: ABIR/Nielsen e Análise da Equipe
  65. 65. 64 Mercado de Bebidas EnergéticasMercado de Bebidas Energéticas
  66. 66. 65 • Bebida energética é a bebida que estimula o metabolismo. Tem por finalidade fornecer ao consumidor muita energia através da combinação de ingredientes como a cafeína, guaraná, taurina, ginseng, etc. Essas bebidas têm como alvo as pessoas jovens, estudantes, entre outros. • É um mercado relativamente novo com um consumo anual em torno de 20 milhões de litros, e um crescimento composto de 16% entre os anos de 2004 a 2006. Embora a Red Bull seja a líder do mercado com quase 60%, percebe-se a entrada de vários novos participantes no mercado que tem como principal atrativo a oportunidade da utilização da rede de distribuição já usada para outras bebidas como refrigerantes e água minerais. • Bebida energética é a bebida que estimula o metabolismo. Tem por finalidade fornecer ao consumidor muita energia através da combinação de ingredientes como a cafeína, guaraná, taurina, ginseng, etc. Essas bebidas têm como alvo as pessoas jovens, estudantes, entre outros. • É um mercado relativamente novo com um consumo anual em torno de 20 milhões de litros, e um crescimento composto de 16% entre os anos de 2004 a 2006. Embora a Red Bull seja a líder do mercado com quase 60%, percebe-se a entrada de vários novos participantes no mercado que tem como principal atrativo a oportunidade da utilização da rede de distribuição já usada para outras bebidas como refrigerantes e água minerais. MERCADO DE BEBIDAS ENERGÉTICAS Introdução
  67. 67. 66 MERCADO DE BEBIDAS ENERGÉTICAS Volume de Vendas/Consumo - Brasil MERCADO DE BEBIDAS ENERGÉTICAS Volume de Vendas/Consumo - Brasil Fonte: ABIR/Nielsen e Análise da Equipe Volume de Vendas/Consumo (Litro/Milhão) Variação %: 2004/2003 = 9,5% ; 2005/2004 = 10,1% ; 2006/2005 = 21,6% Volume de Vendas/Consumo (Litro/Milhão)
  68. 68. 67 MERCADO DE BEBIDAS ENERGÉTICAS Participação por Marca, 2006, em % MERCADO DE BEBIDAS ENERGÉTICAS Participação por Marca, 2006, em % Participação por Marcas % 59,0 8,0 4,2 4,0 3,0 2,73,6 15,5 OutrosOutrosOutros Extra PowerExtra PowerExtra Power Bad BoyBad BoyBad Boy Red BullRed BullRed Bull AtomicAtomicAtomic Flying HorseFlying HorseFlying Horse Burn/ Coca-Cola BurnBurn// CocaCoca--ColaCola Flash PowerFlash PowerFlash Power Fonte: ABIR/Nielsen e Análise da Equipe
  69. 69. 68 Mercado de IsotônicosMercado de Isotônicos
  70. 70. 69 • Os Isotônicos (repositores hidroeletrolíticos) são bebidas esportivas formuladas para consumidores que praticam atividades físicas. Hidratam o organismo e repõe rapidamente as perdas que ocorrem durante a transpiração. Suas fórmulas incluem carboidratos e sais minerais. • O mercado já é relevante, sendo que em 2006 foram consumidos cerca de 51 milhões de litros da bebida, com um crescimento de 23% sobre o ano anterior. • Apesar do líder de mercado em 2006 ter sido o Gatorade com 92% de “share”, seguido do Energil com 7%, já se nota novas marcas nas gôndolas dos supermercados mostrando ser um mercado aberto a novos participantes. • Os Isotônicos (repositores hidroeletrolíticos) são bebidas esportivas formuladas para consumidores que praticam atividades físicas. Hidratam o organismo e repõe rapidamente as perdas que ocorrem durante a transpiração. Suas fórmulas incluem carboidratos e sais minerais. • O mercado já é relevante, sendo que em 2006 foram consumidos cerca de 51 milhões de litros da bebida, com um crescimento de 23% sobre o ano anterior. • Apesar do líder de mercado em 2006 ter sido o Gatorade com 92% de “share”, seguido do Energil com 7%, já se nota novas marcas nas gôndolas dos supermercados mostrando ser um mercado aberto a novos participantes. MERCADO DE ISOTÔNICOS Introdução
  71. 71. 70 MERCADO DE ISOTÔNICOS Volume de Vendas/Consumo – Brasil e Participação por Marca, 2006, em % MERCADO DE ISOTÔNICOS Volume de Vendas/Consumo – Brasil e Participação por Marca, 2006, em % 41,2 50,8 2005 2006 23,4% Marathon 1%Energil Sport 7% Gatorade 92% Volume de Vendas/Consumo (Litro/Milhão) Participação por Marca, 2006, em % Fonte: ABIR/Nielsen e Análise da Equipe
  72. 72. 71 2,09 0,99 0,24 0,20 0,18 3,69 0,27 0,10 4,06 S uco B B Soja A gua C oco C há M ateB ebidas P PB IsotônicosE nergéticos Total MERCADO DE ISOTÔNICOS, BEBIDAS PPB e ENERGÉTICAS Consumo Per Capita dos Segmentos, em 2006 (Litro) MERCADO DE ISOTÔNICOS, BEBIDAS PPB e ENERGÉTICAS Consumo Per Capita dos Segmentos, em 2006 (Litro) Fonte: ABIR/Nielsen e Análise da Equipe
  73. 73. 72 Mercado de Água MineralMercado de Água Mineral
  74. 74. 73 • O mercado de água mineral no Brasil passa pelo mesmo fenômeno que vem ocorrendo em outros países, como por exemplo, nos Estados Unidos. Gostos mais sofisticados, busca de novidades no consumo de bebidas não alcoólicas e a preocupação com a qualidade da água potável vem fazendo com que o consumo de água engarrafada cresça a níveis elevados, cerca de 233% nos últimos 10 anos contra um crescimento de 31% dos refrigerantes no mesmo período. • Os associados da ABIR sempre atentos à preferência dos consumidores tem investido fortemente neste mercado e estão presentes com 5 das 9 principais marcas comercializadas no país como Crystal, Schin, Petrópolis, Bonaqua e Dasani. • As embalagens plásticas de 20 litros retornáveis respondem por 63% do volume total vendido, altamente pulverizado entre um grande número de engarrafadores, localizados principalmente na região Sudeste. • O mercado de água mineral no Brasil passa pelo mesmo fenômeno que vem ocorrendo em outros países, como por exemplo, nos Estados Unidos. Gostos mais sofisticados, busca de novidades no consumo de bebidas não alcoólicas e a preocupação com a qualidade da água potável vem fazendo com que o consumo de água engarrafada cresça a níveis elevados, cerca de 233% nos últimos 10 anos contra um crescimento de 31% dos refrigerantes no mesmo período. • Os associados da ABIR sempre atentos à preferência dos consumidores tem investido fortemente neste mercado e estão presentes com 5 das 9 principais marcas comercializadas no país como Crystal, Schin, Petrópolis, Bonaqua e Dasani. • As embalagens plásticas de 20 litros retornáveis respondem por 63% do volume total vendido, altamente pulverizado entre um grande número de engarrafadores, localizados principalmente na região Sudeste. MERCADO DE ÁGUA MINERAL Introdução MERCADO DE ÁGUA MINERAL Introdução
  75. 75. 74 9,9 10,6 11,0 11,1 11,5 11,6 12,0 11,6 12,2 12,4 13,0 1,8 2,1 2,5 3,0 3,5 4,3 4,7 5,1 5,4 5,6 6,0 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Refrigerantes (bilhões de litros) Agua Mineral (bilhões de litros) MERCADO DE ÁGUA MINERAL Volumes de Vendas/Consumo Água Mineral e Refrigerantes – Brasil (Litro/Bilhão) MERCADO DE ÁGUA MINERAL Volumes de Vendas/Consumo Água Mineral e Refrigerantes – Brasil (Litro/Bilhão) Em % Fonte: ABIR, ABINAM, DNPM e Análise da Equipe
  76. 76. 75 Em % Fonte: ABIR, USDA e Análise da Equipe e = estimado MERCADO DE ÁGUA MINERAL Volumes de Vendas/Consumo Água Mineral e Refrigerantes – EUA (Litro/Bilhão) MERCADO DE ÁGUA MINERAL Volumes de Vendas/Consumo Água Mineral e Refrigerantes – EUA (Litro/Bilhão)
  77. 77. 76 0,0 1,0 2,0 3,0 4,0 5,0 6,0 7,0 0,0 2,5 5,0 7,5 10,0 12,5 15,0 Volume de Refrigerantes (bilhões de litros) Volume de Água Mineral (bilhões de litros) MERCADO DE ÁGUA MINERAL Regressão do Consumo Água Mineral X Refrigerantes e Elasticidade - Brasil MERCADO DE ÁGUA MINERAL Regressão do Consumo Água Mineral X Refrigerantes e Elasticidade - Brasil Fonte: USDA/EUA, ABINAM, DNPM e Análise da Equipe y = 1,5843x - 14,266 r2 = 0,8872 Elasticidade= 4,57
  78. 78. 77 0,0 5,0 10,0 15,0 20,0 25,0 30,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 Volume de Refrigerantes (bilhões de litros) Volume de Água Mineral (bilhões de litros) MERCADO DE ÁGUA MINERAL Correlação entre o Consumo Água Mineral e Refrigerantes – EUA (Litro/Ano) MERCADO DE ÁGUA MINERAL Correlação entre o Consumo Água Mineral e Refrigerantes – EUA (Litro/Ano) Fonte: USDA/EUA, ABINAM, DNPM e Análise da Equipe Entre 2000 e 2005, a taxa anual média de crescimento do consumo de refrigerantes foi de 0,4%, e de água mineral 9,8%.
  79. 79. 78 MERCADO DE ÁGUA MINERAL Participação por Marca/Fabricante, 2006, em % MERCADO DE ÁGUA MINERAL Participação por Marca/Fabricante, 2006, em % Fonte: ABIR/Nielsen, BNDES, Lafis, DNPM, Análise da Equipe Marcas mais vendidas (Jun/Jul.2006) 7,8% 3,9% 3,6% 2,0% 0,8% 0,7% 0,5% 0,2% 4,5% 0% 2% 4% 6% 8% 10 Indaiá (Edson Queiroz) Crystal (Coca-Cola) Schincariol Minalba (Edson Queiroz) Ouro Fino Petropolis (Nestlé) Ingá (Hidrobrás) Bonaqua (Coca-Cola) Dasani (Coca-Cola) Demais marcas = 76,0%
  80. 80. 79 MERCADO DE ÁGUA MINERAL Participação por Embalagem, 2006, em % MERCADO DE ÁGUA MINERAL Participação por Embalagem, 2006, em % Fonte: ABIR/Nielsen, DNPM, Análise da Equipe 21,4% 4,2% 3,2% 63,1% 8,1% 0% 20% 40% 60% 80% Até 2 litros, Natural Até 2 litros, Com Gás Acima de 2 e abaixo de 10 litros De 10 até abaixo de 20 litros 20 litros Até 2 litros = 29,5% Jun-Jul.2006
  81. 81. 80 195,3 199,3 203,6 202,5 201,3 200,2 199,8 198,6 198,1 195 193,8 47,1 50,5 54,4 59,8 63,4 68,8 76,2 81,6 87,7 96,2 104,6 0 25 50 75 100 125 150 175 200 225 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Refrigerantes Água Mineral 61,1 64,5 66,3 65,7 67,3 66,7 67,9 64,6 67,2 67,4 69,6 11,2 12,9 15 17,8 20,6 24,9 26,6 28,5 29,5 30,4 32,1 0 25 50 75 100 125 150 175 200 225 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Refrigerantes Água Mineral EUA BRASIL Consumo Per Capita MERCADO DE ÁGUA MINERAL Consumo Per Capita Brasil e EUA (Litro) MERCADO DE ÁGUA MINERAL Consumo Per Capita Brasil e EUA (Litro) Fonte: USDA/EUA, ABINAM, DNPM e Análise da Equipe
  82. 82. 81 81% 80% 79% 77% 76% 74% 72% 71% 69% 67% 65% 19% 20% 21% 23% 24% 26% 28% 29% 31% 33% 35% 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Refrigerante Água Mineral EUA BRASIL Consumo Per Capita 85% 83% 82% 79% 77% 73% 72% 69% 70% 69% 68% 15% 17% 19% 21% 23% 27% 28% 31% 31% 31% 32% 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Refrigerante Água Mineral MERCADO DE ÁGUA MINERAL Participação Consumo Per Capita Água Mineral e Refrigerantes – Brasil e EUA MERCADO DE ÁGUA MINERAL Participação Consumo Per Capita Água Mineral e Refrigerantes – Brasil e EUA Fonte: USDA/EUA, ABINAM, DNPM e Análise da Equipe
  83. 83. 82 28,5 18,8 12,8 11 10,1 8,6 7,6 6,2 5,7 5,6 EUA MEX CHINA ITA ALE FRA INDON INDIA ESP BRA Consumo em bilhões de litros MERCADO DE ÁGUA MINERAL Ranking Maiores Mercados, em 2005, em Volume (Litro/Bilhão) MERCADO DE ÁGUA MINERAL Ranking Maiores Mercados, em 2005, em Volume (Litro/Bilhão) Fonte: USDA/EUA, IBWA, ABINAM, UNESDA, BNDES, IBGE, DNPM e Análise da Equipe 10o
  84. 84. 83 188,4 176,8 141,8 130,4 122,2 96,3 34,2 30,4 9,8 5,6 ITA MEX FRA ESP ALE EUA INDON BRA CHINA INDIA Consumo per capita anual em litros MERCADO DE ÁGUA MINERAL Ranking Consumo Per Capita - 10 Maiores Mercados, em 2005 (Litro) MERCADO DE ÁGUA MINERAL Ranking Consumo Per Capita - 10 Maiores Mercados, em 2005 (Litro) Fonte: USDA/EUA, IBWA, ABINAM, UNESDA, BNDES, IBGE, DNPM e Análise da Equipe
  85. 85. 84 Comparativo Internacional de Bebidas Não Alcoólicas Comparativo Internacional de Bebidas Não Alcoólicas
  86. 86. 85 57,8 12,4 54,1 35,5 5,6 28,5 0,6 11,5 15,6 EUA Europa Brasil Refrigerantes Agua Mineral Sucos e Nectares COMPARATIVO INTERNACIONAL DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Volumes por Tipo de Bebida, em 2005 (Litro/Bilhão) COMPARATIVO INTERNACIONAL DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Volumes por Tipo de Bebida, em 2005 (Litro/Bilhão) Fonte: USDA, UNESDA, OECD, Análise da Equipe
  87. 87. 86 56,7% 35,1% 66,7% 28,0% 53,5% 30,1% 15,3% 11,4% 3,2% EUA Europa Brasil Sucos e Nectares Agua Mineral Refrigerantes Fonte: USDA, UNESDA, OECD, Análise da Equipe COMPARATIVO INTERNACIONAL DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Participação Relativa por Tipo de Bebida, 2005, em % COMPARATIVO INTERNACIONAL DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Participação Relativa por Tipo de Bebida, 2005, em %
  88. 88. 87 195,0 66,5 67,4 96,2 101,4 30,4 52,6 21,6 3,2 EUA Europa Brasil Sucos e Nectares Agua Mineral Refrigerantes 343,9 184,5 101,0 Fonte: USDA, UNESDA, OECD, Análise da Equipe COMPARATIVO INTERNACIONAL DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Consumo Per Capita por Tipo de Bebida, em 2005 (Litro) COMPARATIVO INTERNACIONAL DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Consumo Per Capita por Tipo de Bebida, em 2005 (Litro)
  89. 89. 88 Tendências do Mercado de Bebidas Não Alcoólicas Tendências do Mercado de Bebidas Não Alcoólicas
  90. 90. 89 • Neste capítulo procura-se demonstrar as oportunidades no mercado de bebidas não alcoólicas em face da demanda comparada do 1o. Semestre de 2006 versus o de 2005 e a taxa de penetração de cada produto nos domícilios brasileiros. • Percebe-se que, apesar de ter uma baixa taxa de penetração, as Bebidas de Soja, Sucos, Chás e Mates prontos para beber tiveram um crescimento elevado de vendas no período analisado. Inovação, informação, saúde e crescimento de renda impulsionaram estas bebidas que aumentaram sua penetração nos lares. Refrigerantes e Águas já consolidados, com penetração acima de 80%, pouco cresceram em volume. • Ao final é mostrado o “ranking” de crescimento em volume de todos os produtos tendo por base o ano de 1998. • Neste capítulo procura-se demonstrar as oportunidades no mercado de bebidas não alcoólicas em face da demanda comparada do 1o. Semestre de 2006 versus o de 2005 e a taxa de penetração de cada produto nos domícilios brasileiros. • Percebe-se que, apesar de ter uma baixa taxa de penetração, as Bebidas de Soja, Sucos, Chás e Mates prontos para beber tiveram um crescimento elevado de vendas no período analisado. Inovação, informação, saúde e crescimento de renda impulsionaram estas bebidas que aumentaram sua penetração nos lares. Refrigerantes e Águas já consolidados, com penetração acima de 80%, pouco cresceram em volume. • Ao final é mostrado o “ranking” de crescimento em volume de todos os produtos tendo por base o ano de 1998. TENDÊNCIAS DO MERCADO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Introdução TENDÊNCIAS DO MERCADO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Introdução
  91. 91. 90 16,7% 13,2% -0,8% 2,3% 11,7% 1,0% 27,7% -5% 0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% Chás e Mate PPB BB Soja Suco Concentrado Suco PPB Agua Mineral Suco em Pó Refrigerante 1o. Semestre 2006 em relação ao 1o. Semestre 2005 Fonte: Tecnobebidas 2006 (ACNielsen) TENDÊNCIAS DO MERCADO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Variação no Volume – Brasil (em relação ao mesmo período do ano anterior) TENDÊNCIAS DO MERCADO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Variação no Volume – Brasil (em relação ao mesmo período do ano anterior)
  92. 92. 91 TENDÊNCIAS DO MERCADO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Taxa de Penetração nos Domicílios – Brasil TENDÊNCIAS DO MERCADO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Taxa de Penetração nos Domicílios – Brasil 4% 42% 32% 41% 85% 96% 18% 0% 20% 40% 60% 80% 100% 120% Chás e Mate PPB BB Soja Suco Concentrado Suco PPB Agua Mineral Suco em Pó Refrigerante 1o. Semestre 2006 em relação ao 1o. Semestre de 2005 Fonte: Tecnobebidas 2006 (ACNielsen)
  93. 93. 92 34% 42% 59% 43% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% NSE Baixo NSE Médio NSE Alto Média 1o. Sem 06 x 1o. Sem 05 Suco PPB Taxa de Penetração nos Domicílios Brasileiros BB Soja 10% 18% 34% 20% 0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40% NSE Baixo NSE Médio NSE Alto Média 1o. Sem 06 x 1o. Sem 05 Fonte: Tecnobebidas 2006 (ACNielsen) TENDÊNCIAS DO MERCADO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Taxa Penetração nos Domicílios por Nível Sócio-Econômico (NSE) - SPPB e BBS TENDÊNCIAS DO MERCADO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Taxa Penetração nos Domicílios por Nível Sócio-Econômico (NSE) - SPPB e BBS
  94. 94. 93 Índice 2005 Tipo de Bebida Não Alcoólica Ranking de crescimento Maior que 900 BB Soja 1o 800-900 - - 700-800 - - 600-700 - - 500-600 - - 400-500 - - 300-400 Suco PPB 2o 200-300 Água Mineral 3o 150-200 Chás e Mate Suco em Pó Energéticos 4o 5o 6o 100-150 Refrigerantes Suco Concentrado 7o 8o Menor que 100 Isotônicos 9o 1998 (ano base 100) TENDÊNCIAS DO MERCADO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Ranking de Crescimento em Volume TENDÊNCIAS DO MERCADO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Ranking de Crescimento em Volume Fonte: Tecnobebidas 2006 (ACNielsen)
  95. 95. 94 Projeções de Consumo de Bebidas Não Alcoólicas Projeções de Consumo de Bebidas Não Alcoólicas
  96. 96. 95 • Os quadros a seguir refletem exatamente a distribuição de renda no Brasil a qual influenciou na decisão de compra dos consumidores em relação às bebidas não alcoólicas nos anos de 2001 e 2006 e as projeções de consumo para o ano de 2011. • A nível de Estados o reflexo de renda dentro de cada Região é também bastante correlato. • As projeções para 2011 refletem a tendência verificada no crescimento entre 2001 e 2006 mas poderão ser modificadas caso haja um fator extra de crescimento da renda em um determinado Estado em face de projetos de investimento elevados como refinarias, siderurgias ou polos de exportação não ainda maturados. • Os quadros a seguir refletem exatamente a distribuição de renda no Brasil a qual influenciou na decisão de compra dos consumidores em relação às bebidas não alcoólicas nos anos de 2001 e 2006 e as projeções de consumo para o ano de 2011. • A nível de Estados o reflexo de renda dentro de cada Região é também bastante correlato. • As projeções para 2011 refletem a tendência verificada no crescimento entre 2001 e 2006 mas poderão ser modificadas caso haja um fator extra de crescimento da renda em um determinado Estado em face de projetos de investimento elevados como refinarias, siderurgias ou polos de exportação não ainda maturados. PROJEÇÕES DE CONSUMO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Introdução PROJEÇÕES DE CONSUMO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Introdução
  97. 97. 96 0,8 9,3 2,9 1,2 16,3 1,6 19,7 1,8 4,4 14,3 5,3 2,6 28,4 2,1 3,6 10,6 2,8 1,1 Norte Nordeste Sudeste Sul Centro- Oeste BRA 2001 2006 2011 PROJEÇÕES DE CONSUMO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Estimativas de Consumo de Refrigerantes, Sucos e Água Mineral (Litro/Bilhão) PROJEÇÕES DE CONSUMO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Estimativas de Consumo de Refrigerantes, Sucos e Água Mineral (Litro/Bilhão) Fonte: Análise da Equipe Por Regiões e Total Brasil
  98. 98. 97 6.620 204 9.292 8.050 5.572 631 14.253 2.466 10.557 369 3.215 6.972 Refrigerante Agua Mineral Sucos e Néctares Total 2001 2006 2011 PROJEÇÕES DE CONSUMO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Estimativas de Consumo – Região Sudeste (Litro/Milhão) PROJEÇÕES DE CONSUMO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Estimativas de Consumo – Região Sudeste (Litro/Milhão) Fonte: Análise da Equipe Região Sudeste No agregado “Bebidas Não Alcoólicas” não estão considerados sucos processados diretamente da fruta, leite, café, chá, sucos em pó, isotônicos e energéticos.
  99. 99. 98 551 17 774 1.035 717 81 1.833 206 1.108 39 337 732 Refrigerante Agua Mineral Sucos e Néctares Total 2001 2006 2011 Fonte: Análise da Equipe PROJEÇÕES DE CONSUMO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Estimativas de Consumo – Região Norte (Litro/Milhão) PROJEÇÕES DE CONSUMO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Estimativas de Consumo – Região Norte (Litro/Milhão) Região Norte
  100. 100. 99 2.063 64 2.896 3.021 2.091 237 5.349 769 3.625 127 1.104 2.394 Refrigerante Agua Mineral Sucos e Néctares Total 2001 2006 2011 Fonte: Análise da Equipe Região Sul PROJEÇÕES DE CONSUMO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Estimativas de Consumo – Região Sul (Litro/Milhão) PROJEÇÕES DE CONSUMO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Estimativas de Consumo – Região Sul (Litro/Milhão)
  101. 101. 100 1.521 47 2.135 2.466 1.707 193 4.366 567 2.845 99 867 1.879 Refrigerante Agua Mineral Sucos e Néctares Total 2001 2006 2011 Fonte: Análise da Equipe PROJEÇÕES DE CONSUMO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Estimativas de Consumo – Região Nordeste (Litro/Milhão) PROJEÇÕES DE CONSUMO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Estimativas de Consumo – Região Nordeste (Litro/Milhão) Região Nordeste
  102. 102. 101 834 26 1.171 1.442 998 113 2.554 311 1.564 55 476 1.033 Refrigerante Agua Mineral Sucos e Néctares Total 2001 2006 2011 Fonte: Análise da Equipe PROJEÇÕES DE CONSUMO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Estimativas de Consumo – Região Centro-Oeste (Litro/Milhão) PROJEÇÕES DE CONSUMO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Estimativas de Consumo – Região Centro-Oeste (Litro/Milhão) Região Centro-Oeste
  103. 103. 102 1.541 563 3.909 7.185 5.437 2.009 306 5.780 2.549 386 1.842 2.596 Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo 2001 2006 2011 Fonte: Análise da Equipe PROJEÇÕES DE CONSUMO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Estimativas de Consumo de Refrigerantes, Sucos e Água Mineral (Litro/Milhão) PROJEÇÕES DE CONSUMO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Estimativas de Consumo de Refrigerantes, Sucos e Água Mineral (Litro/Milhão) Estados da Região Sudeste
  104. 104. 103 988 1.250 2.428 1.277 631 1.620 807 1.197 1.671 Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul 2001 2006 2011 Fonte: Análise da Equipe PROJEÇÕES DE CONSUMO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Estimativas de Consumo de Refrigerantes, Sucos e Água Mineral (Litro/Milhão) PROJEÇÕES DE CONSUMO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Estimativas de Consumo de Refrigerantes, Sucos e Água Mineral (Litro/Milhão) Estados da Região Sul
  105. 105. 104 486 301 249 777 284 1.633 709 111103 431 140 139133 293 76 1.016 161 128 534 168186 361 96 194 183 139 315 MA PI CE RN PB PE AL SE BA 2001 2006 2011 Fonte: Análise da Equipe PROJEÇÕES DE CONSUMO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Estimativas de Consumo de Refrigerantes, Sucos e Água Mineral (Litro/Milhão) PROJEÇÕES DE CONSUMO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Estimativas de Consumo de Refrigerantes, Sucos e Água Mineral (Litro/Milhão) Estados da Região Nordeste
  106. 106. 105 186 599 861 769 449 340 196 499500 341 223 324 Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal 2001 2006 2011 Fonte: IBGE, Análise da Equipe PROJEÇÕES DE CONSUMO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Estimativas de Consumo de Refrigerantes, Sucos e Água Mineral (Litro/Milhão) PROJEÇÕES DE CONSUMO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Estimativas de Consumo de Refrigerantes, Sucos e Água Mineral (Litro/Milhão) Estados da Região Centro-Oeste
  107. 107. 106 83 31 4245 5761 748 38 638 79 98 295 17 281 26 399 22 434 38 111 171 Rondonia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins 2001 2006 2011 Fonte: Análise da Equipe PROJEÇÕES DE CONSUMO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Estimativas de Consumo de Refrigerantes, Sucos e Água Mineral (Litro/Milhão) PROJEÇÕES DE CONSUMO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Estimativas de Consumo de Refrigerantes, Sucos e Água Mineral (Litro/Milhão) Estados da Região Norte
  108. 108. 107 5,44 0,71 1,02 3,91 2,60 2,43 1,67 1,63 0,99 1,28 1,54 2,01 1,20 1,62 1,84 2,55 5,78 7,19 SP RJ MG RS PR BA 2001 2006 2011 Fonte: IBGE, Análise da Equipe Principais Mercados por Estado 71,1% do Mercado Total em 2006 PROJEÇÕES DE CONSUMO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Estimativas de Consumo de Refrigerantes, Sucos e Água Mineral (Litro/Milhão) PROJEÇÕES DE CONSUMO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Estimativas de Consumo de Refrigerantes, Sucos e Água Mineral (Litro/Milhão)
  109. 109. 108 R: 47 => 56R: 36 => 43 R: 87 => 113 R: 37 => 46 R: 37 => 46 R: 48 => 59 R: 28 => 37 R: 21 => 27 R: 21 => 25 R: 29 => 31 R: 40 => 52 R: 31 => 38 R: 28 => 32 R: 53 => 74 R: 48 => 64 R: 62 => 71 R: 74 => 85 R: 108 => 134 R: 93 => 92 R: 76 => 86 R: 89 => 109 R: 98 => 119 R: 64 => 74 R: 79 => 107 R: 58 => 76 DF R: 42 => 49 Região Norte 2006 => 2011 R: 49 => 61 AM AC RO RR AP PA TO Região Nordeste 2006 => 2011 R: 36 => 45 MA PI CE RN PB PE AL SEBA DF R: 138 => 162 MG ES RJ SP Região Sudeste 2006 => 2011 R: 88 => 94 Região Sul 2006 => 2011 R: 88 => 104 PR SC RS Região Centro-Oeste 2006 => 2011 R: 78 => 98 Brasil 2006 => 2011 R: 69,7 => 80,0 MT MS GO Fonte: Análise da Equipe R = Refrigerantes PROJEÇÕES DE CONSUMO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Per Capita de Refrigerantes, 2006, e Estimativa 2011 (Litro) PROJEÇÕES DE CONSUMO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Per Capita de Refrigerantes, 2006, e Estimativa 2011 (Litro)
  110. 110. 109 T: 71 => 99 T: 55 => 76 T: 131 => 200 T: 56 => 81 T: 56 => 81 T: 73 => 105 T: 43 => 66 T: 31 => 48 T: 32 => 44 T: 44 => 55 T: 61 => 93 T: 46 => 67 T: 42=> 57 T: 80 => 130 T: 73 => 112 T: 95 => 125 T: 112 => 149 T: 164 => 238 T: 141 => 162 T: 115 => 152 T: 136 => 194 T: 148 => 211 T: 97 => 131 T: 119 => 190 T: 87 => 135 DF T: 63 => 87 Região Norte 2006 => 2011 T: 74 =>109 AM AC RO RR AP PA TO Região Nordeste 2006 => 2011 T: 55 => 80 MA PI CE RN PB PE AL SEBA DF T: 209 => 286 MG ES RJ SP Região Sudeste 2006 => 2011 T: 133 => 167 Região Sul 2006 => 2011 T: 133 => 185 PR SC RS Região Centro-Oeste 2006 => 2011 T: 118 => 174 Brasil 2006 => 2011 T: 105,5 => 141,6 MT MS GO Fonte: Análise da Equipe T = Total de Refrigerantes, Sucos e Água Mineral PROJEÇÕES DE CONSUMO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Per Capita de Refrigerantes, Sucos e Água Mineral, 2006, e Estimativa 2011 (Litro) PROJEÇÕES DE CONSUMO DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Per Capita de Refrigerantes, Sucos e Água Mineral, 2006, e Estimativa 2011 (Litro)
  111. 111. 110 Renda e Emprego no Mercado ABIR Renda e Emprego no Mercado ABIR
  112. 112. 111 • Os associados da ABIR empregam cerca de 64.000 pessoas e indiretamente proporcionam oportunidades de trabalho a mais 570.000 através de fornecedores e prestadores de serviços, ou seja, uma relação de quase 1 emprego direto para 9 indiretos. Em termos de Gastos com colaboradores diretos foram dispendidos cerca de R$ 2 Bilhões durante 2006 com um gasto médio de R$ 32.000 por pessoa/ano. No valor estão incluídos salários, encargos e benefícios sociais, conforme quadros a seguir. • Os associados da ABIR empregam cerca de 64.000 pessoas e indiretamente proporcionam oportunidades de trabalho a mais 570.000 através de fornecedores e prestadores de serviços, ou seja, uma relação de quase 1 emprego direto para 9 indiretos. Em termos de Gastos com colaboradores diretos foram dispendidos cerca de R$ 2 Bilhões durante 2006 com um gasto médio de R$ 32.000 por pessoa/ano. No valor estão incluídos salários, encargos e benefícios sociais, conforme quadros a seguir. RENDA e EMPREGO NO MERCADO ABIR Introdução RENDA e EMPREGO NO MERCADO ABIR Introdução
  113. 113. 112 RENDA e EMPREGO NO MERCADO ABIR Número de Colaboradores e Gastos Anuais RENDA e EMPREGO NO MERCADO ABIR Número de Colaboradores e Gastos Anuais Fonte: Balanço Social das Associadas e Análise da Equipe 60.452 61.013 63.809 2004 2005 2006 Colaboradores Diretos * Gasto Anual com Colaboradores Diretos * (R$/Bilhão) 1.598 1.799 2.059 2004 2005 2006 (*) Estimativas
  114. 114. 113 395 481 1.183 Salários Encargos Benefícios Alocação de Recursos com Pessoal R$ bilhões correntes de 2006 Encargos = Encargos Sociais + Previdência Privada Benefícios = Auxilio Alimentação, Assistência à Saúde, Exames Periódicos, Auxilio Educação, Lazer e Diversão, Programas de Capacitação e Desenvolvimento Profissional, Creche e Auxilio, Vale Transporte, Participação nos Resultados e outros Fonte: Análise da Equipe 32,3 6,2 7,5 18,5 Gasto Médio Anual por Colaborador 2006 R$ 1.000 Salários Encargos Benefícios Total RENDA e EMPREGO NO MERCADO ABIR Alocação de Recursos com Pessoal e Composição do Gasto Per Capita RENDA e EMPREGO NO MERCADO ABIR Alocação de Recursos com Pessoal e Composição do Gasto Per Capita
  115. 115. 114 Indicadores de Sustentabilidade e Responsabilidade Social Indicadores de Sustentabilidade e Responsabilidade Social
  116. 116. 115 • Neste capítulo são apresentados os principais Indicadores de Responsabilidade Social das Associadas da ABIR. • Os indicadores analisados concentram-se nas empresas do Sistema Coca-Cola, Ambev/Pepsi Cola e Schincariol que, em seu conjunto representam 75% do mercado brasileiro de refrigerantes, e 62% das associadas da ABIR. • As informações não foram consolidadas pelo fato de que as atividades do segmento de refrigerantes na Ambev/Pepsi e Schincariol não são segregadas do segmento produtor de cerveja. • Apesar desta restrição, a análise comparativa entre os seus próprios indicadores de anos anteriores demonstram claramente avanços na questão da sustentabilidade e responsabilidade social por estas empresas. • Neste capítulo são apresentados os principais Indicadores de Responsabilidade Social das Associadas da ABIR. • Os indicadores analisados concentram-se nas empresas do Sistema Coca-Cola, Ambev/Pepsi Cola e Schincariol que, em seu conjunto representam 75% do mercado brasileiro de refrigerantes, e 62% das associadas da ABIR. • As informações não foram consolidadas pelo fato de que as atividades do segmento de refrigerantes na Ambev/Pepsi e Schincariol não são segregadas do segmento produtor de cerveja. • Apesar desta restrição, a análise comparativa entre os seus próprios indicadores de anos anteriores demonstram claramente avanços na questão da sustentabilidade e responsabilidade social por estas empresas. INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL Introdução INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL Introdução
  117. 117. 116 • Basicamente os indicadores foram subdivididos em 4 grandes grupos: Indicadores empresariais de gestão Indicadores ambientais Indicadores relacionados ao capital humano Projetos sociais apoiados pelas empresas • Quando couber será feita a alusão específica do indicador à empresa; para indicadores que estão presentes ou que são comuns às associadas consideramos que são indicadores e/ou ações desenvolvidas pelos 3 sistemas: Coca-Cola, Ambev/Pepsi e Schincariol. • Basicamente os indicadores foram subdivididos em 4 grandes grupos: Indicadores empresariais de gestão Indicadores ambientais Indicadores relacionados ao capital humano Projetos sociais apoiados pelas empresas • Quando couber será feita a alusão específica do indicador à empresa; para indicadores que estão presentes ou que são comuns às associadas consideramos que são indicadores e/ou ações desenvolvidas pelos 3 sistemas: Coca-Cola, Ambev/Pepsi e Schincariol. INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL Introdução INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL Introdução
  118. 118. 117 • A busca pela melhoria dos indicadores pelas gestões das associadas configuram a preocupação com a excelência empresarial em um conceito de que o desenvolvimento dos negócios é absolutamente indissociável do desenvolvimento das sociedades no presente e no futuro. • É importante ressaltar que a ação de sustentabilidade e responsabilidade social destas associadas além de refletir um posicionamento estratégico presente na governança corporativa das respectivas empresas, prestam um relevante serviço para o desenvolvimento do setor pelo seu efeito de ampliação do número de participantes nos diversos níveis do mercado. • Podemos observar pelas ações empreendidas que algumas destas, altamente relevantes socialmente, não dependem de elevados investimentos mas sim e, exclusivamente, dos fundamentos modernos de gestão e governança. • A busca pela melhoria dos indicadores pelas gestões das associadas configuram a preocupação com a excelência empresarial em um conceito de que o desenvolvimento dos negócios é absolutamente indissociável do desenvolvimento das sociedades no presente e no futuro. • É importante ressaltar que a ação de sustentabilidade e responsabilidade social destas associadas além de refletir um posicionamento estratégico presente na governança corporativa das respectivas empresas, prestam um relevante serviço para o desenvolvimento do setor pelo seu efeito de ampliação do número de participantes nos diversos níveis do mercado. • Podemos observar pelas ações empreendidas que algumas destas, altamente relevantes socialmente, não dependem de elevados investimentos mas sim e, exclusivamente, dos fundamentos modernos de gestão e governança. INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL Introdução INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL Introdução
  119. 119. 118Fonte: Balanço Social da Coca-Cola e Relatório de Sustentabilidade e Cidadania da Ambev 6,08 6,68 0 2 4 6 8 10 12 14 2004 2005 Sistema Coca-Cola Bilhões de litros 12,53 13,44 0 2 4 6 8 10 12 14 2005 2006 Sistema Ambev/Pepsi Bilhões de litros Crescimento de 9, 9% Crescimento de 7,3% INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL I - Indicadores de Gestão – Produção/Vendas (Litro/Bilhão) Sistemas Coca-Cola e AmBev/Pepsi INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL I - Indicadores de Gestão – Produção/Vendas (Litro/Bilhão) Sistemas Coca-Cola e AmBev/Pepsi
  120. 120. 119Fonte: Balanço Social da Coca-Cola e Análise da Equipe 7,48 8,66 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 2004 2005 Sistema Coca-Cola Receita Bruta - Bilhões de R$ 4,29 5,15 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 2004 2005 Sistema Coca-Cola Valor Adicionado - Bilhões de R$ Valor Adicionado a Distribuir = Receita Bruta (-) Insumos e Serviços Consumidos (-) Provisões (-) Depreciação (+) Receita Financeira (+/-) Resultado da Equivalência Patrimonial Valor Adicionado a Distribuir = Pagamento de Impostos aos Governos (+) Pagamentos a Colaboradores (+) Remuneração de Financiamentos (+) Remuneração de Acionistas (+) Investimentos Sociais Crescimento do Valor Adicionado de 57,3% da Receita Bruta em 2004 para 59,5% em 2005 INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL I - Indicadores de Gestão – Receita e Valor Adicionado Sistema Coca-Cola INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL I - Indicadores de Gestão – Receita e Valor Adicionado Sistema Coca-Cola
  121. 121. 120Fonte: Relatório de Sustentabilidade e Cidadania da Ambev e Análise da Equipe 12,01 17,61 15,96 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 2004 2005 2006 Sistema Ambev/Pepsi Receita Líquida - Bilhões de R$ 4,54 7,44 6,31 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 2004 2005 2006 Sistema Ambev/Pepsi Ebitda - Bilhões de R$ (*) Os dados incluem as operações no Brasil, América Latina e América do Norte Ebitda = Resultado antes do Resultado Financeiro, Impostos Corporativos e Depreciação Crescimento do Ebitda de 39,5% da Receita Líquida em 2005 para 42,3% em 2006 INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL I - Indicadores de Gestão – Receita e Ebitda * Sistema AmBev/Pepsi INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL I - Indicadores de Gestão – Receita e Ebitda * Sistema AmBev/Pepsi
  122. 122. 121Fonte: Balanço Social da Coca-Cola, Relatório de Sustentabilidade e Cidadania da Ambev e Análise da Equipe 0,35 0,34 0,53 0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9 1 2004 Brasil Sistema Coca- Cola Mundial 2005 2005 Brasil Sistema Coca-Cola Consumo de energia elétrica (MJ) por litro de bebida produzida 0,33 0,32 0 1 2 2005 2006 Sistema Ambev/Pepsi Consumo de energia elétrica (GJ) por hectolitro de bebida produzida MJ = megajoule MJ = Megajoule por litro INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL II - Indicadores Ambientais – Consumo de Energia Elétrica Sistemas Coca-Cola e AmBev/Pepsi INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL II - Indicadores Ambientais – Consumo de Energia Elétrica Sistemas Coca-Cola e AmBev/Pepsi
  123. 123. 122Fonte: Balanço Social da Coca-Cola e Análise da Equipe 2,24 1,40 5,52 2,88 Sistema Coca-Cola 1995 Sistema Coca-Cola Mundial 2005 Sistema Coca-Cola Brasil 2005 Algumas fábricas Coca-Cola Brasil 2005 Litros de água consumida por litro de bebida fabricada 2,34 2,24 2004 2005 Litros de água consumida por litro de bebida fabricada Economia entre 2004 e 2005 = 621 milhões de litros de água Base: 6.675 milhões de litros produzidos INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL II - Indicadores Ambientais – Consumo Anual de Água Sistema Coca-Cola INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL II - Indicadores Ambientais – Consumo Anual de Água Sistema Coca-Cola
  124. 124. 123 1,94 1,831,84 2004 2005 2006 Litros de água utilizada por litros de água produzida Fonte: Relatório de Sustentabilidade e Cidadania da Ambev e Análise da Equipe INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL II - Indicadores Ambientais – Consumo Anual de Água Sistema AmBev/Pepsi INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL II - Indicadores Ambientais – Consumo Anual de Água Sistema AmBev/Pepsi
  125. 125. 124Fonte: Balanço Social da Coca-Cola e Análise da Equipe 45.839 52.224 41.370 34.035 2004 2005 Geração e Reciclagem de Resíduos Sólidos 74,2% 79,2% 2004 2005 Taxa de Reciclagem RSG = Resíduo Sólido Gerado em toneladas RSR = Resíduo Sólido Reciclado em toneladas RSG RSR RSR RSG INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL II - Indicadores Ambientais – Reciclagem de Resíduos Sólidos Sistema Coca-Cola INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL II - Indicadores Ambientais – Reciclagem de Resíduos Sólidos Sistema Coca-Cola
  126. 126. 125 94,9% 96,5% 96,8% 98,1%95,8% 2002 2003 2004 2005 2006 Taxa de Reaproveitamento de Resíduos Sólidos Fonte: Relatório de Sustentabilidade e Cidadania da Ambev e Análise da Equipe INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL II - Indicadores Ambientais – Reciclagem de Resíduos Sólidos Sistema AmBev/Pepsi INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL II - Indicadores Ambientais – Reciclagem de Resíduos Sólidos Sistema AmBev/Pepsi
  127. 127. 126Fonte: Balanço Social da Coca-Cola e Análise da Equipe 31.195 29.622 2004 2005 Consumo de diesel da frota 5,13 4,44 2004 2005 Litros de combustível por 1.000 litros de bebida produzidaEm 1.000 litros Redução de 5,0% Redução de 13,4% INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL II - Indicadores Ambientais – Consumo de Combustíveis Sistema Coca-Cola INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL II - Indicadores Ambientais – Consumo de Combustíveis Sistema Coca-Cola
  128. 128. 127Fonte: Balanço Social da Coca-Cola e Análise da Equipe 14.913 16.726 15.119 2005 2006 2007 Consumo de diesel da frota Em 1.000 litros INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL II - Indicadores Ambientais – Consumo de Combustíveis Sistema AmBev/Pepsi INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL II - Indicadores Ambientais – Consumo de Combustíveis Sistema AmBev/Pepsi
  129. 129. 128Fonte: Relatório de Sustentabilidade e Cidadania da Ambev e Análise da Equipe 9,03 7,89 6,85 6,62 8,22 2002 2003 2004 2005 2006 Emissões equivalentes de CO2 por hectolitro produzido (*) (*) Em kg de CO2 por hectolitro INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL II - Indicadores Ambientais – Emissão de Gases causadores do Efeito Estufa Sistema AmBev/Pepsi INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL II - Indicadores Ambientais – Emissão de Gases causadores do Efeito Estufa Sistema AmBev/Pepsi
  130. 130. 129Fonte: Balanço Social da Coca-Cola e Análise da Equipe 6.960 14.692 11.196 14.795 2002 2003 2004 2005 Investimentos Ambientais (R$/Mil) Investimento acumulado 2002-05 = R$ 47.643 mil 6.033 6.084 6.675 5.797 2002 2003 2004 2005 Volume Produzido (Litro/Bilhão) Produção acumulada 2002-05 = 24.589 milhões de litros Investimento ambiental médio = R$ 2,05 por 1.000 litros produzidos INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL III – Investimentos Ambientais Sistema Coca-Cola INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL III – Investimentos Ambientais Sistema Coca-Cola
  131. 131. 130Fonte: Balanço Social da Coca-Cola, Relatório de Sustentabilidade e Cidadania da Ambev e Análise da Equipe 25,00 26,23 28,49 31,23 26,19 0 5 10 15 20 25 30 35 40 2001 2002 2003 2004 2005 Sistema Coca-Cola 18,07 20,08 0 5 10 15 20 25 30 35 40 2005 2006 Sistema Ambev/Pepsi Crescimento 2004/05 de 9, 6% Crescimento 2005/06 de 10,0% INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL IV – Indicadores relacionados ao Capital Humano – Número de Funcionários (Mil) Sistemas Coca-Cola e AmBev/Pepsi INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL IV – Indicadores relacionados ao Capital Humano – Número de Funcionários (Mil) Sistemas Coca-Cola e AmBev/Pepsi
  132. 132. 131 Encargos = Encargos Sociais + Previdência Privada Benefícios = Auxilio Alimentação, Assistência à Saúde, Exames Periódicos, Auxilio Educação, Lazer e Diversão, Programas de Capacitação e Desenvolvimento Profissional, Creche e Auxilio, Vale Transporte, Participação nos Resultados e outros 1.000 200 226 575 Gasto Médio Anual por Colaborador 2005 R$ 1 MM Salários Encargos Benefícios Total 828 148 197 483 Gasto Médio Anual por Colaborador 2004 Salários Encargos Benefícios Total Fonte: Balanço Social da Coca-Cola e Análise da Equipe R$ 1 MM INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL IV – Indicadores relacionados ao Capital Humano – Gastos com Colaboradores Sistema Coca-Cola INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL IV – Indicadores relacionados ao Capital Humano – Gastos com Colaboradores Sistema Coca-Cola
  133. 133. 132Fonte: Balanço Social da Coca-Cola e Análise da Equipe 3.100 5.700 2005 2006 Número de funcionários que receberam treinamento 10.200 35.000 2005 2006 Horas de treinamento recebidas por funcionários e distribuidores INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL IV – Indicadores relacionados ao Capital Humano – Treinamento Sistema AmBev/Pepsi INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL IV – Indicadores relacionados ao Capital Humano – Treinamento Sistema AmBev/Pepsi
  134. 134. 133 14 10 24 36 44 55 Áreas de concentração dos projetos sociais Número de projetos = 183 Desenvolvimento Comunitário Educação Cultura Meio Ambiente Vida Saudável Demais (*) (*) Esporte, Saúde e outras áreas Fonte: Balanço Social da Coca-Cola e Análise da Equipe INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL V – Projetos Sociais apoiados pelas Empresas – Investimentos Sociais 2005 Sistema Coca-Cola INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE e RESPONSABILIDADE SOCIAL V – Projetos Sociais apoiados pelas Empresas – Investimentos Sociais 2005 Sistema Coca-Cola
  135. 135. 134 Tributação no BrasilTributação no Brasil
  136. 136. 135 • Este capítulo é um dos mais importantes pois envolve o impacto da carga tributária, não somente no consumo das bebidas não alcoólicas, mas também no consumo dos demais bens e serviços pela sociedade brasileira. • A carga tributária brasileira é considerada muito elevada não só entre os países desenvolvidos mas também entre os emergentes e é altamente regressiva pois seu maior peso está na cobrança de tributos indiretos. Outra característica da tributação é que, nas bebidas, são utilizados os sistemas “ad-rem”, ou seja, pautas fiscais, e de “substituição tributária”. Com eles diminui-se a evasão e facilita-se a fiscalização do pagamento dos tributos pois diminui o universo dos contribuintes responsáveis pelo seu recolhimento. • Este capítulo é um dos mais importantes pois envolve o impacto da carga tributária, não somente no consumo das bebidas não alcoólicas, mas também no consumo dos demais bens e serviços pela sociedade brasileira. • A carga tributária brasileira é considerada muito elevada não só entre os países desenvolvidos mas também entre os emergentes e é altamente regressiva pois seu maior peso está na cobrança de tributos indiretos. Outra característica da tributação é que, nas bebidas, são utilizados os sistemas “ad-rem”, ou seja, pautas fiscais, e de “substituição tributária”. Com eles diminui-se a evasão e facilita-se a fiscalização do pagamento dos tributos pois diminui o universo dos contribuintes responsáveis pelo seu recolhimento. TRIBUTAÇÃO NO BRASIL Introdução TRIBUTAÇÃO NO BRASIL Introdução
  137. 137. 136 • Mais de um terço do PIB de 2006, 35.2%, foi transferido aos cofres públicos via cobrança de tributos. Este se encarrega de distribuir os R$ 818 bilhões arrecadados entre consumo e investimentos públicos. O resultado por esta transferência de renda é que o consumo das famílias em termos percentuais em relação ao PIB caiu 3.7 pontos de 1996 a 2006 à medida que aumentou a carga tributária em 10.2 pontos percentuais em relação ao PIB, no mesmo período. • Ao final demonstra-se a contribuição estimada dos refrigerantes para a arrecadação potencial federal e estadual, via impostos indiretos, em 2006, a qual chegou a R$ 5.1 bilhões. Os refrigerantes sabor “cola” que representam 51% do mercado total versus 49% dos de sabor guaraná, laranja, limão, uva, etc., tem maior peso na arrecadação pois, um dos tributos, o IPI, é 50% mais baixo para os produtos de sabor que não seja “cola”. • Mais de um terço do PIB de 2006, 35.2%, foi transferido aos cofres públicos via cobrança de tributos. Este se encarrega de distribuir os R$ 818 bilhões arrecadados entre consumo e investimentos públicos. O resultado por esta transferência de renda é que o consumo das famílias em termos percentuais em relação ao PIB caiu 3.7 pontos de 1996 a 2006 à medida que aumentou a carga tributária em 10.2 pontos percentuais em relação ao PIB, no mesmo período. • Ao final demonstra-se a contribuição estimada dos refrigerantes para a arrecadação potencial federal e estadual, via impostos indiretos, em 2006, a qual chegou a R$ 5.1 bilhões. Os refrigerantes sabor “cola” que representam 51% do mercado total versus 49% dos de sabor guaraná, laranja, limão, uva, etc., tem maior peso na arrecadação pois, um dos tributos, o IPI, é 50% mais baixo para os produtos de sabor que não seja “cola”. TRIBUTAÇÃO NO BRASIL Introdução TRIBUTAÇÃO NO BRASIL Introdução
  138. 138. 137Fonte: SRF, Análise e Estimativas da Equipe TRIBUTAÇÃO NO BRASIL Carga Tributária em relação ao PIB, em % TRIBUTAÇÃO NO BRASIL Carga Tributária em relação ao PIB, em % 25,0 25,1 26,8 28,6 30,7 31,0 32,6 32,5 33,5 34,1 35,2 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Carga Tributária (%)
  139. 139. 138Fonte: SRF, Análise e Estimativas da Equipe TRIBUTAÇÃO NO BRASIL Arrecadação Tributária e PIB - Valores a preços constantes de 2006 (R$/Bilhão) TRIBUTAÇÃO NO BRASIL Arrecadação Tributária e PIB - Valores a preços constantes de 2006 (R$/Bilhão) 1.800 1.859 1.861 1.876 1.957 1.982 2.035 2.058 2.176 2.240 2.323 449 467 499 537 600 615 664 670 729 764 818 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 PIB Arrecadação de Impostos
  140. 140. 139Fonte: SRF, Análise e Estimativas da Equipe TRIBUTAÇÃO NO BRASIL Arrecadação Tributária e PIB, 2006, em Dólares (US$/Bilhão) TRIBUTAÇÃO NO BRASIL Arrecadação Tributária e PIB, 2006, em Dólares (US$/Bilhão) 847 883 861 587 644 554 506 552 664 882 1.067 212 222 231 168 198 172 165 180 222 301 376 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 PIB Arrecadação de Impostos
  141. 141. 140 TRIBUTAÇÃO NO BRASIL Elasticidade da Arrecadação Tributária em relação ao PIB TRIBUTAÇÃO NO BRASIL Elasticidade da Arrecadação Tributária em relação ao PIB Y = - 80,3,9 + 0,7063.X r2 = 0,965 Elasticidade = 2,30 Fonte: SRF, Análise e Estimativas da Equipe 400 500 600 700 800 900 1.700 1.800 1.900 2.000 2.100 2.200 2.300 2.400 PIB Arrecadação Valores a preços constantes de 2006, em R$ bilhões
  142. 142. 141Fonte: SRF, IBGE e Análise e Estimativas da Equipe TRIBUTAÇÃO NO BRASIL Evolução da Relação Despesa de Consumo das Famílias e PIB TRIBUTAÇÃO NO BRASIL Evolução da Relação Despesa de Consumo das Famílias e PIB 64,1 64,0 63,0 64,7 64,3 63,5 61,7 61,9 59,8 60,4 60,4 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Consumo das Famílias / PIB % PIB
  143. 143. 142 60,460,459,8 61,961,7 63,564,364,7 63,064,064,1 35,234,133,532,532,6 31,030,7 28,6 26,825,125,0 20 30 40 50 60 70 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Consumo das Famílias / PIB Carga Tributária / PIB Entre 1996 e 2006: Variação da Carga Tributária de (+)10,2 pontos percentuais; Variação do Consumo das Famílias em relação ao PIB de (-)3,7 pontos percentuais. Fonte: SRF, IBGE e Análise e Estimativas da Equipe TRIBUTAÇÃO NO BRASIL Evolução da Relação Consumo das Famílias X PIB e Carga Tributária X PIB TRIBUTAÇÃO NO BRASIL Evolução da Relação Consumo das Famílias X PIB e Carga Tributária X PIB
  144. 144. 143 17 17 17 17 21 17 17 17 19 17 17 17 17 17 17 18 17 1718 18 17 18 17 17 17 DF 17 17 Fonte: Receitas Estaduais, ABIR e Análise da Equipe TRIBUTAÇÃO NO BRASIL Alíquotas de ICMS de Refrigerantes TRIBUTAÇÃO NO BRASIL Alíquotas de ICMS de Refrigerantes Alíquota média ponderada ICMS 17,6%
  145. 145. 144Fonte: Receitas Estaduais, ABIR e Análise da Equipe TRIBUTAÇÃO NO BRASIL Projeções de Arrecadação da Cadeia Produtiva de Refrigerantes, 2006 TRIBUTAÇÃO NO BRASIL Projeções de Arrecadação da Cadeia Produtiva de Refrigerantes, 2006 ICMS médio por litro 0,237R$ 3.078R$ IPI médio por litro 0,092R$ 1.194R$ 0,0656R$ 853R$ 5.126R$ Estimativa de arrecadação do ICMS R$ milhões Estimativa de arrecadação do IPI R$ milhões Pis/Cofins por litro Estimativa de arrecadação do Pis/Cof R$ milhões Estimativa de arrecadação total R$ milhões Projeção de Arrecadação de Impostos Indiretos Toda a cadeia produtiva
  146. 146. 145 TRIBUTAÇÃO NO BRASIL Projeções de Segmentação do Mercado de Refrigerantes, 2006 TRIBUTAÇÃO NO BRASIL Projeções de Segmentação do Mercado de Refrigerantes, 2006 Fonte: Receitas Estaduais, ABIR e Análise da Equipe Cola Sabor 51,10% 48,90% Pet 2 L 66,30% 33,88% 32,42% Lata 7,80% 3,99% 3,81% 25,90% 13,23% 12,67% Cola Sabor Pet 2 L 4.408 4.218 8.626 Lata 519 496 1.015 Demais embalagens 1.722 1.648 3.370 6.648 6.362 13.010 Demais embalagens Volume em milhões de litros
  147. 147. 146 28,3 36,5 34,0 16,7 25,0 19,7 26,8 38,6 36,4 19,8 34,1 26,7 EUA RU ESP MEX BRA ARG 1996 2005 TRIBUTAÇÃO NO BRASIL Comparativo de Tributação - Países Selecionados, 1996-2005, em % do PIB TRIBUTAÇÃO NO BRASIL Comparativo de Tributação - Países Selecionados, 1996-2005, em % do PIB Carga Tributária do Brasil em 2006 = 35,1% Em % Fonte: OECD e Análise da Equipe
  148. 148. 147 TRIBUTAÇÃO NO BRASIL Cenário e Modelo de Atuação da ABIR TRIBUTAÇÃO NO BRASIL Cenário e Modelo de Atuação da ABIR Fatores típicos da indústria de refrigerantes no Brasil: facilidade de entrada de novas indústrias (baixo investimento e tecnologia dominada) elevada carga tributária substituição tributária Fatores tFatores tíípicos da indpicos da indúústria destria de refrigerantes no Brasil:refrigerantes no Brasil: facilidade de entrada de novasfacilidade de entrada de novas indindúústrias (baixo investimento estrias (baixo investimento e tecnologia dominada)tecnologia dominada) elevada carga tributelevada carga tributááriaria substituisubstituiçção tributão tributááriaria Concorrência nem sempre relacionada somente com produtividade e estratégia de mercado Concorrência nemConcorrência nem sempre relacionadasempre relacionada somente comsomente com produtividade eprodutividade e estratestratéégia de mercadogia de mercado Contribuem GeramGeram Com efeitos sobreCom efeitos sobre Desvios ConcorrenciaisDesvios ConcorrenciaisDesvios Concorrenciais Arrecadação de Tributos Federais ArrecadaArrecadaçção de Tributosão de Tributos FederaisFederais Arrecadação de Tributos Estaduais ArrecadaArrecadaçção de Tributosão de Tributos EstaduaisEstaduais Incentivo à Concorrência Leal IncentivoIncentivo àà Concorrência LealConcorrência Leal Simplificação e Eficiência do Sistema Tributário SimplificaSimplificaçção e Eficiência doão e Eficiência do Sistema TributSistema Tributááriorio Objetivos da ABIRObjetivos da ABIRObjetivos da ABIR
  149. 149. 148 Baseada em boasBaseada em boas prprááticas de mercado, aticas de mercado, a ABIR apABIR apóóia aia a implantaimplantaçção do SMVão do SMV (Sistema de Medidores(Sistema de Medidores de Vazão)de Vazão) Sistema implementado em 2005 naSistema implementado em 2005 na indindúústria cervejeira pela Receitastria cervejeira pela Receita FederalFederal Instalados diretamente nas linhas deInstalados diretamente nas linhas de produproduçção, informam os valoresão, informam os valores ffíísicos efetivamente envasadossicos efetivamente envasados Os dados são coletados e enviadosOs dados são coletados e enviados onon--line para a Receita Federalline para a Receita Federal Nota: A indústria de cerveja, no 1º ano (2005) em que as 51 cervejarias funcionaram como SMV, apresentou um aumento de arrecadação de IPI de 14,9%, representando uma variação 2,6 vezes maior que o crescimento do mercado (5,8%) ReduReduçção da Evasão Fiscalão da Evasão Fiscal •• Para os Fiscos,Para os Fiscos, arrecadaarrecadaçção maisão mais simples e eficazsimples e eficaz •• Para as Empresas,Para as Empresas, concorrência leal emconcorrência leal em qualidade, prequalidade, preçços,os, serviserviçços e eficiênciaos e eficiência •• Para a Sociedade,Para a Sociedade, expansão do mercadoexpansão do mercado formal com melhoresformal com melhores empregos e parcerias comempregos e parcerias com o Estado em ao Estado em açções sociaisões sociais TRIBUTAÇÃO NO BRASIL Expectativa ABIR em relação à Concorrência TRIBUTAÇÃO NO BRASIL Expectativa ABIR em relação à Concorrência

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