// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ                                                          ...
Muito prazer, eu mesmo!        Formação         Pós-graduando em Ergodesign de Interfaces: Usabilidade e Arquitetura de  ...
A Web é simples e fácil de fazer.                                                            (...) É de graça e universal....
1Introdução ao universo da     acessibilidade digital
Sobre o foco de nosso estudo// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ                      Fernando...
Sobre o foco de nosso estudo        É exatamente entre os usuários e o conteúdo que os problemas de        acessibilidade ...
Siglas e conceituação// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ                              Fernand...
Siglas e conceituação        PPD (Pessoa Portadora de Deficiência)        Essa sigla é utilizada em toda a legislação bras...
Siglas e conceituação        PCD (Pessoa com Deficiência)        É usada para se referir às pessoas que possuem deficiênci...
Siglas e conceituação        PNE (Pessoa com Necessidades)        Se refere a um grupo que inclui idosos, gestantes obesos...
2Os 7 princípios do Design Universal
Os 7 princípios do Design Universal        Sobre         Termo cunhado em 1985 por Ronald Lawrence Mace (1941-1998), arqu...
Os 7 princípios do Design Universal        Princípio 1 - Uso equitativo        O projeto não pode criar desvantagens ou es...
Os 7 princípios do Design Universal        Princípio 2 - Flexibilidade de uso        O projeto precisa ser adaptado a um l...
Os 7 princípios do Design Universal        Princípio 3 - Uso intuitivo        O projeto deve ser criado de modo a ser de f...
Os 7 princípios do Design Universal        Princípio 4 - Informação perceptível        O projeto comunica, necessariamente...
Os 7 princípios do Design Universal        Princípio 5 - Tolerância ao erro        O projeto minimiza os riscos e as conse...
Os 7 princípios do Design Universal        Princípio 6 - Baixo esforço físico        O projeto deve ser usado de forma efi...
Os 7 princípios do Design Universal        Princípio 7 - Tamanho e espaço para acesso e uso        Tamanho e espaços aprop...
3Acessibilidade Web:    uma visão geral
Acessibilidade Web:                                                              O que é?// Palestra | 14.11.2012 – Instit...
Acessibilidade Web: o que é?      De acordo com o W3C:                                        ... significa que pessoas co...
Acessibilidade Web: o que é?      De acordo com o Wikipédia:                                     ...refere-se a prática de...
Acessibilidade Web: o que é?      De acordo com a norma ISO/TS 16071 (2003):                                             U...
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Acessibilidade Web: para quem?                                             Pessoas inseguras quanto ao uso da tecnologia./...
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Acessibilidade Web:                                                              Por quê?// Palestra | 14.11.2012 – Instit...
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Acessibilidade Web: por quê?      Para Jakob Nielsen:                                  Acessibilidade para pessoas com def...
Acessibilidade Web: por quê?        Porque quando acessível, um site ou projeto digital pode:         Ser lucrativo, pois...
Acessibilidade Web:                                                          Objetivos básicos// Palestra | 14.11.2012 – I...
Acessibilidade Web: objetivos básicos        Efetividade        Atingir as metas de trabalho propostas.// Palestra | 14.11...
Acessibilidade Web: objetivos básicos        Eficiência        Cumprir metas o mais rapidamente possível, com o mínimo de ...
Acessibilidade Web: objetivos básicos        Satisfação        Proporcionar bem-estar ao trabalhador.// Palestra | 14.11.2...
4     Leis e diretrizesde Acessibilidade Web
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WCAG (Web Content Accessibility Guidelines) 1.0        O que é?         Foi criada em 5 de maio de 1999 e utlizada até 20...
WCAG (Web Content Accessibility Guidelines) 1.0        As 14 recomendações        1 - Fornecer alternativas equivalentes a...
WCAG (Web Content Accessibility Guidelines) 1.0        As 14 recomendações (cont.)        8 - Assegurar a acessibilidade d...
WCAG (Web Content Accessibility Guidelines) 1.0        Prioridade 1        Estes pontos de verificação devem ser satisfeit...
WCAG (Web Content Accessibility Guidelines) 1.0        Prioridade 2        Estes pontos de verificação deveriam ser satisf...
WCAG (Web Content Accessibility Guidelines) 1.0        Prioridade 3        Estes pontos de verificação podem ser satisfeit...
WCAG 2.0                     Web Content Accessibility Guidelines// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janei...
WCAG (Web Content Accessibility Guidelines) 2.0        O que é?         Passou a ser o novo padrão desde 11 de dezembro d...
WCAG (Web Content Accessibility Guidelines) 2.0        1.0 - Perceptível        1.1 - Fornecer Alternativas textuais para ...
WCAG (Web Content Accessibility Guidelines) 2.0        2.0 - Operável        2.1 - Fazer com que todas as funcionalidades ...
WCAG (Web Content Accessibility Guidelines) 2.0        3.0 - Compreensível        3.1 - Tornar o conteúdo de texto legível...
WCAG (Web Content Accessibility Guidelines) 2.0        4.0 - Robusto        4.1 - Maximizar a compatibilidade entre os atu...
WCAG Samurai// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ                                     Fernando ...
WCAG Samurai        O que é?         Liderado por Joe Clark, o WCAG Samurai é um grupo de desenvolvedores        independ...
Iniciativas e legislação brasileira// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ                      F...
Iniciativas e legislação brasileira        Decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004        Regulamenta as leis n° 10.048...
Iniciativas e legislação brasileira        Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009        Promulga a Convenção Internaci...
Iniciativas e legislação brasileira        Comitê CB-40 da Associação Brasileira de Normas Técnicas        Este comitê da ...
Iniciativas e legislação brasileira        Portaria nº 3, de 7 de maio de 2007        Institucionalizou o e-MAG no âmbito ...
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E-Mag: Modelo de Acessibilidade do Governo Eletrônico        O que é?         O E-Mag é uma iniciativa do projeto E-Gov (...
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Palestra sobre Acessibilidade Web: entendendo as regras do jogo

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Muito tem se falado sobre Acessibilidade Web. Mas afinal, como fazê-la?
Pensando nisso, tive a oportunidade de apresentar no Instituto Infnet a palestra 'Acessibilidade Web: entendendo as regras do jogo'. O evento procurou responder as perguntas mais pertinentes sobre o assunto, como por exemplo:
- O que é Acessibilidade Web?;
- Para quem é Acessibilidade Web? e;
- Por quê fazer Acessibilidade Web?.
Indo um pouco mais além, a palestra apresentou as diretrizes que norteam a construção de conteúdo acessível para Web, destacando principalmente as leis nacionais e iniciativas do W3C (World Wide Web Consortium).
Mais informações em http://goo.gl/L9vOH.

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Palestra sobre Acessibilidade Web: entendendo as regras do jogo

  1. 1. // Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo Figueroa falecom@fernandobf.com http://www.fernandobf.com
  2. 2. Muito prazer, eu mesmo! Formação  Pós-graduando em Ergodesign de Interfaces: Usabilidade e Arquitetura de Informação pela PUC/RJ;  Graduado em História pela UVA;  Participação em mais de 30 cursos e atividades extracurriculares. Atividades recentes  Responsável pelas estratégias de acessibilidade da intranet dos jogos olímpicos Rio 2016™;  Ingresso no Web Performance Community Group, do W3C;  Co-autor do artigo científico “Avaliação de usabilidade do jornalismo para tablets: interações por gestos em um aplicativo de notícias”.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  3. 3. A Web é simples e fácil de fazer. (...) É de graça e universal. É poderosa, e sua semântica, quando bem usada, é abrangente e poética... http://www.soyuz.com.br// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  4. 4. 1Introdução ao universo da acessibilidade digital
  5. 5. Sobre o foco de nosso estudo// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  6. 6. Sobre o foco de nosso estudo É exatamente entre os usuários e o conteúdo que os problemas de acessibilidade aparecem, por conta de ‘ruídos’ entre o desenvolvedores e o conteúdo.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  7. 7. Siglas e conceituação// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  8. 8. Siglas e conceituação PPD (Pessoa Portadora de Deficiência) Essa sigla é utilizada em toda a legislação brasileira quando se fala de pessoas com deficiência mas está desatualizada, conforme a convenção da ONU dos Direitos das Pessoas com Deficiência confirmada no Brasil em 2007.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  9. 9. Siglas e conceituação PCD (Pessoa com Deficiência) É usada para se referir às pessoas que possuem deficiência física, auditiva, visual, intelectual ou múltipla (duas ou mais deficiências).// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  10. 10. Siglas e conceituação PNE (Pessoa com Necessidades) Se refere a um grupo que inclui idosos, gestantes obesos, pessoas com deficiência e toda pessoa com uma necessidade especial (dificuldade de aprendizado, por exemplo).// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  11. 11. 2Os 7 princípios do Design Universal
  12. 12. Os 7 princípios do Design Universal Sobre  Termo cunhado em 1985 por Ronald Lawrence Mace (1941-1998), arquiteto americano;  Mace passa a questionar a arquitetura convencional, surgindo assim a idéia estabelecer conceitos capazes de guiar a construção de ambientes acessíveis;  Junto de outros profissionais, Mace cria as bases que irão nortear a busca pela acessibilidade plena. Nascia assim os 7 princípios do Design Universal. Ronald Mace// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  13. 13. Os 7 princípios do Design Universal Princípio 1 - Uso equitativo O projeto não pode criar desvantagens ou estigmatizar qualquer grupo de usuários. Seu desenho deve ser utilizável por pessoas com habilidades diversas e prover os mesmos significados de uso para todos os usuários: idêntico quando possível, equivalente quando isso não for possível. Banheiro adaptado Rampas acessíveis// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  14. 14. Os 7 princípios do Design Universal Princípio 2 - Flexibilidade de uso O projeto precisa ser adaptado a um largo alcance de preferências e habilidades individuais e possibilitar que o usuário faça sua escolha na forma de utilização. Abridor de latas para canhotos Patamar horizontal em escadas rolantes// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  15. 15. Os 7 princípios do Design Universal Princípio 3 - Uso intuitivo O projeto deve ser criado de modo a ser de fácil entendimento, independentemente da experiência prévia, conhecimento, linguagem e grau de concentração dos usuários, eliminando qualquer complexidade desnecessária. Fita de abertura de pacotes Simbologia padronizada// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  16. 16. Os 7 princípios do Design Universal Princípio 4 - Informação perceptível O projeto comunica, necessariamente, informações efetivas ao usuário, independentemente das condições do ambiente e das habilidades sensoriais de cada um. Sinalização textual, sinais e braile Piso tátil// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  17. 17. Os 7 princípios do Design Universal Princípio 5 - Tolerância ao erro O projeto minimiza os riscos e as consequências adversas de acidentes, organizando de forma mais protegida os elementos que oferecem algum perigo em potencial. Fitas antiderrapante Sinalização sonora e luminosa// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  18. 18. Os 7 princípios do Design Universal Princípio 6 - Baixo esforço físico O projeto deve ser usado de forma eficiente e confortável, exigindo um mínimo de energia, e permitindo que o usuário mantenha a posição do corpo neutra e a força utilizada seja de moderada intensidade. Maçanetas tipo “alavanca” Torneiras com sensor// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  19. 19. Os 7 princípios do Design Universal Princípio 7 - Tamanho e espaço para acesso e uso Tamanho e espaços apropriados para acesso, manipulação e uso, independentemente das dimensões do corpo, postura ou mobilidade do usuário. Acentos especiais Telefones públicos rebaixados// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  20. 20. 3Acessibilidade Web: uma visão geral
  21. 21. Acessibilidade Web: O que é?// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  22. 22. Acessibilidade Web: o que é? De acordo com o W3C: ... significa que pessoas com deficiência consigam usar a Web. Mais especificamente, que possam perceber, compreender, navegar, interagir e contribuir com a Web.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  23. 23. Acessibilidade Web: o que é? De acordo com o Wikipédia: ...refere-se a prática de fazer websites que possam ser utilizados por todas as pessoas, sejam portadoras de deficiências ou não.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  24. 24. Acessibilidade Web: o que é? De acordo com a norma ISO/TS 16071 (2003): Usabilidade de um produto, serviço, ambiente ou recurso por pessoas com a mais ampla diversidade de capacidades (características físicas, mentais e perceptivas).// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  25. 25. Acessibilidade Web: Para quem?// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  26. 26. Acessibilidade Web: para quem? Pessoas portadoras de deficiência visual ou baixa visão. Dos 24,3 milhões de brasileiros com alguma deficiência, 58,44% se enquadram nesta categoria (IBGE, Censo 2000).// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  27. 27. Acessibilidade Web: para quem? Pessoas portadoras de deficiência física ou problemas motores. Dos 24,3 milhões de brasileiros com alguma deficiência, 31,44% se enquadram nesta categoria (IBGE, Censo 2000).// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  28. 28. Acessibilidade Web: para quem? Pessoas portadoras de deficiência intelectual. Dos 24,3 milhões de brasileiros com alguma deficiência, 11,5% se enquadram nesta categoria (IBGE, Censo 2000).// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  29. 29. Acessibilidade Web: para quem? Pessoas portadoras de deficiência auditiva. Dos 24,3 milhões de brasileiros com alguma deficiência, 20,36% se enquadram nesta categoria (IBGE, Censo 2000).// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  30. 30. Acessibilidade Web: para quem? Crianças e suas primeiras experiências.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  31. 31. Acessibilidade Web: para quem? Idosos em geral. A população de idosos (acima de 60 anos) no Brasil para 21,7 milhões (IBGE, Censo 2000).// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  32. 32. Acessibilidade Web: para quem? Dispositivos móveis. Dos 77,5 milhões de acessos até meados de 2012, os dispositivos móveis foram responsáveis por 58,8 milhões deles (Telebrasil, 2012).// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  33. 33. Acessibilidade Web: para quem? Conexões ruins. A maior parte das conexões no Brasil estão entre 256 kbps a 3 mbps (NIC.br, 2011).// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  34. 34. Acessibilidade Web: para quem? Computadores e aparelhos depreciados.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  35. 35. Acessibilidade Web: para quem? Pessoas inseguras quanto ao uso da tecnologia.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  36. 36. Acessibilidade Web: para quem? Analfabetos e/ou semi-analfabetos.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  37. 37. Acessibilidade Web: para quem? Para mecanismos e sistemas.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  38. 38. Acessibilidade Web: para quem? Para todos nós, sem exceção.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  39. 39. Acessibilidade Web: Por quê?// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  40. 40. Acessibilidade Web: por quê? Para Tim Berners-Lee: O poder da Web está em sua universalidade. O acesso por todos independentemente de deficiência é um aspecto essencial. Berners-Lee// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  41. 41. Acessibilidade Web: por quê? Para Jakob Nielsen: Acessibilidade para pessoas com deficiência maior quase sempre conduz diretamente a uma maior usabilidade para todos os usuários. Jakob Nielsen// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  42. 42. Acessibilidade Web: por quê? Porque quando acessível, um site ou projeto digital pode:  Ser lucrativo, pois atinge um público maior;  Ser acessado de forma padronizada e fácil;  Melhorar a imagem da empresa;  Ser melhor indexado pelos mecanismos de buscas e ter maior visibilidade;  Evitar problemas na justiça;  Diminuir custos de manutenção e até mesmo de criação;  Melhorar a perfarmance (velocidade de carragamento) do projeto;  Oferecer vantagem competitiva e;  Garantir os princípios básicos da Acessibilidade.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  43. 43. Acessibilidade Web: Objetivos básicos// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  44. 44. Acessibilidade Web: objetivos básicos Efetividade Atingir as metas de trabalho propostas.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  45. 45. Acessibilidade Web: objetivos básicos Eficiência Cumprir metas o mais rapidamente possível, com o mínimo de restrições.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  46. 46. Acessibilidade Web: objetivos básicos Satisfação Proporcionar bem-estar ao trabalhador.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  47. 47. 4 Leis e diretrizesde Acessibilidade Web
  48. 48. WAI: Web Accessibility Initiative// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  49. 49. WAI: Web Accessibility Initiative O que é? A WAI foi criada em 1997 e é uma iniciativa do W3C (World Wide Web Consortium) que, através do WCAG WG (Web Content Accessibility Guidelines Working Group) desenvolve diretrizes específicas para 3 diferentes grupos:  UAAG (User Agent Accessibility Guidelines);  ATAG (Authoring Tool Accessibility Guidelines) e;  WCAG (Web Content Accessibility Guidelines).// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  50. 50. WAI: Web Accessibility Initiative UAAG (User Agent Accessibility Guidelines)  Destinada aos fabricantes de brownser e players de mídia;  Inclui-se também aspectos de tecnologias assistivas.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  51. 51. WAI: Web Accessibility Initiative ATAG (Authoring Tool Accessibility Guidelines)  Destinada ao fabricantes de ferramentas de criação de conteúdo.  Orienta os fabricantes a implementarem funcionalidades em seus produtos e que ajude os desenvolvedores de conteúdo a aderirem ao WCAG.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  52. 52. WAI: Web Accessibility Initiative WCAG (Web Content Accessibility Guidelines)  Destinada ao conteúdo das páginas Web;  Utilizada por profissionais e desenvolvedores;  Fabricantes de softwares e validadores também a consultam;  Atualmente possui duas versões: o WCAG 1.0 e o WCAG 2.0.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  53. 53. WCAG 1.0 Web Content Accessibility Guidelines// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  54. 54. WCAG (Web Content Accessibility Guidelines) 1.0 O que é?  Foi criada em 5 de maio de 1999 e utlizada até 2008;  Seu foco maior priorizou os Portadores Com Deficiência;  Adotada e referenciada por muitos documentos, sendo até hoje a base da maioria dos validadores;  Possui 14 recomendações e foi dividida em 3 prioridades;  A tradução deste documento está disponível neste link.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  55. 55. WCAG (Web Content Accessibility Guidelines) 1.0 As 14 recomendações 1 - Fornecer alternativas equivalentes ao conteúdo sonoro e visual; 2 - Não recorrer apenas à cor; 3 - Utilizar corretamente anotações e folhas de estilo; 4 - Indicar claramente qual a língua utilizada; 5 - Criar tabelas passíveis de transformação harmoniosa; 6 - Assegurar que as páginas dotadas de novas tecnologias sejam transformadas harmoniosamente; 7 - Assegurar o controle do utilizador sobre as alterações temporais do conteúdo;// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  56. 56. WCAG (Web Content Accessibility Guidelines) 1.0 As 14 recomendações (cont.) 8 - Assegurar a acessibilidade direta de interfaces do utilizador integradas; 9 - Pautar a concepção pela independência face a dispositivos; 10 - Utilizar soluções de transição; 11 - Utilizar as tecnologias e as diretivas do W3C; 12 - Fornecer contexto e orientações; 13 - Fornecer mecanismos de navegação claros; 14 - Assegurar a clareza e a simplicidade dos documentos.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  57. 57. WCAG (Web Content Accessibility Guidelines) 1.0 Prioridade 1 Estes pontos de verificação devem ser satisfeitos para que todos os grupos de usuários tenham possibilidade de acessar as informações contidas no documento.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  58. 58. WCAG (Web Content Accessibility Guidelines) 1.0 Prioridade 2 Estes pontos de verificação deveriam ser satisfeitos. Caso contrário, um ou mais grupos de usuários terão dificuldades em acessar as informações contidas no documento.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  59. 59. WCAG (Web Content Accessibility Guidelines) 1.0 Prioridade 3 Estes pontos de verificação podem ser satisfeitas e existem para evitar que alguns grupos de usuários sintam alguma dificuldade em acessar as informações contidas no documento.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  60. 60. WCAG 2.0 Web Content Accessibility Guidelines// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  61. 61. WCAG (Web Content Accessibility Guidelines) 2.0 O que é?  Passou a ser o novo padrão desde 11 de dezembro de 2008;  Foco para aplicações à diferentes tecnologias da Web;  As recomendações distribuem-se em 4 princípios, tendo uma série de critérios de sucesso. Esse Princípios são conhecidos como Popcor: perceptível, operável, compreensível e robusto;  A tradução deste documento está disponível neste link.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  62. 62. WCAG (Web Content Accessibility Guidelines) 2.0 1.0 - Perceptível 1.1 - Fornecer Alternativas textuais para qualquer conteúdo não textual, permitindo que possa ser alterado, se necessário, para outros formatos como impressão com tamanho de fontes maiores, Braille, fala, símbolos ou linguagem mais simples. 1.2 - Fornecer Alternativas para mídias baseadas no tempo. 1.3 - Criar conteúdo que pode ser apresentado de modos diferentes (por exemplo um layout simplificado) sem perder informação ou estrutura. 1.4 - Tornar mais fácil aos usuários a visualização e audição de conteúdos incluindo as separações das camadas da frente e de fundo.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  63. 63. WCAG (Web Content Accessibility Guidelines) 2.0 2.0 - Operável 2.1 - Fazer com que todas as funcionalidades estejam disponíveis no teclado. 2.2- Prover tempo suficiente para os usuários lerem e usarem o conteúdo. 2.3 - Não projetar conteúdo de uma forma conhecida por causar ataques epiléticos. 2.4 - Prover formas de ajudar os usuários a navegar, localizar conteúdos e determinar onde se encontram.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  64. 64. WCAG (Web Content Accessibility Guidelines) 2.0 3.0 - Compreensível 3.1 - Tornar o conteúdo de texto legível e compreensível. 3.2 - Fazer com que as páginas da Web apareçam e funcionem de modo previsível. 3.3 - Ajudar os usuários a evitar e corrigir erros.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  65. 65. WCAG (Web Content Accessibility Guidelines) 2.0 4.0 - Robusto 4.1 - Maximizar a compatibilidade entre os atuais e futuros agentes do usuário, incluindo as tecnologias assistivas.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  66. 66. WCAG Samurai// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  67. 67. WCAG Samurai O que é?  Liderado por Joe Clark, o WCAG Samurai é um grupo de desenvolvedores independentes criado em 2006;  Foram motivados pela insatisfação com WCAG 1.0. Assim, propuseram correções a essas recomendações;  Sua versão final fora disponibilizada em 2008;  Esta errata é uma alternativa ao WCAG 2.0;  A tradução deste documento está disponível neste link.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  68. 68. Iniciativas e legislação brasileira// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  69. 69. Iniciativas e legislação brasileira Decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004 Regulamenta as leis n° 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência, e dá outras providências; Este documento está disponível neste link.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  70. 70. Iniciativas e legislação brasileira Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009 Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência elaborada pelas Nações Unidas em 30 de março de 2007, definindo, em seu artigo 9°, a obrigatoriedade de promoção do acesso de pessoas com deficiência a novos sistemas e tecnologias da informação e comunicação, inclusive à Internet. Este documento está disponível neste link.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  71. 71. Iniciativas e legislação brasileira Comitê CB-40 da Associação Brasileira de Normas Técnicas Este comitê da ABNT se dedica à normatização no campo de acessibilidade, atendendo aos preceitos de desenho universal. O Comitê possui diversas comissões, definindo normas de acessibilidade em todos os níveis, desde o espaço físico até o virtual.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  72. 72. Iniciativas e legislação brasileira Portaria nº 3, de 7 de maio de 2007 Institucionalizou o e-MAG no âmbito do sistema de Administração dos Recursos de Informação e Informática – SISP, tornando sua observância obrigatória nos sítios e portais do governo brasileiro. Este documento está disponível neste link.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  73. 73. E-Mag Modelo de Acessibilidade do Governo Eletrônico// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  74. 74. E-Mag: Modelo de Acessibilidade do Governo Eletrônico O que é?  O E-Mag é uma iniciativa do projeto E-Gov (Governo Eletrônico);  Foi institucionalizada através da Portaria nº 03, de 07 de maio de 2007;  Sua construção está pautada no WCAG 2.0 do W3C;  Considera o contexto local. Ou seja, é coerente com a realidade brasileira;  As recomendações propostas visam uma padronização na criação/adaptação das políticas de acessibilidade nos sites e portais do governo brasileiro;  Atualmente está em sua terceira versão, lançada oficialmente em 21 de setembro de 2011.// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com
  75. 75. Muito obrigado! ;-) Site: fernandobf.com Blog: fernandobf.com/blog Baixe os arquivos em: http://goo.gl/L9vOH// Palestra | 14.11.2012 – Instituto Infnet, Rio de Janeiro / RJ Fernando Bravo FigueroaAcessibilidade Web: entendendo as regras do jogo http://fernandobf.com | falecom@fernandobf.com

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