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Vídeo: “ Cuerdas”
Objetivos:
• Dar continuidade ao encontro anual de formação sobre a
Educação Inclusiva iniciada em 2013;
• Possibilitar um...
Pauta
9h
• Acolhimento: filme “Cuerdas”
• Apresentação da equipe de formadores e professores
• Aspectos gerais da educação...
Da educação especial à Inclusão
Os programas desenvolvidos nessa perspectiva buscam atender
apenas aos alunos com necessid...
 Respeito aos diferentes tempos de aprendizagem;
 NINC – NÚCLEO DE INCLUSÃO EDUCAIONAL
 Educação para a diversidade sex...
SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO
Constituições Federais (Art.208,III),e Estaduais;
Estatuto da Criança(ECA,Lei nº8.069);
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“Qualquer perda ou anormalidade da estrutura ou
função psicológica, fisiológica ou anatômica".
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Alunos com necessidades educacionais especiais na PRODESP,
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DOCUMENTOS NORMATIVOS da D.A.
 LEI Nº10.098,DE 19 DE DEZEMBRO DE 2000. Estabelece normas gerais e critérios
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Foco:
Deficiência Auditiva - DA
 DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2005
Art. 1o
Este Decreto regulamenta a Lei no
10.436, de 24 de abril
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Perda total ou parcial, congênita ou adquirida, da capacidade de
compreender a fala por intermédio do ouvido. Manifesta-se...
CLASSIFICAÇÃO POR FORMA DE COMUNICAÇÃO
 Surdos Oralizados: aqueles que se comunicam utilizando a
língua oral e/ou escrita...
SURDEZ: causas e consequênciasSURDEZ: causas e consequências
DEFINIÇÃO
A deficiência auditiva, também conhecida como
surdez, consiste na perda parcial ou total da
capacidade de ouvir,...
DEFICIÊNCIA AUDITIVA
NÍVEIS
 De 25 a 40 decibéis - surdez
leve
 De 41 a 55 decibéis - surdez
moderada
 De 56 a 70 decib...
CAUSAS da DEFICIÊNCIA AUDITIVA
Pré-Natais:Pré-Natais: no período da gestação,
através da mãe:
o Hereditariedade
o Consangu...
Como funciona o ouvido?
Vídeo: https://mail.google.com/mail/#inbox/145716634286fe4c?projector=1
AUDIOGRAMA e CURVA AUDIOMÉTRICA
DEFICIÊNCIA AUDITIVA X SURDEZ
A surdez, é de origem congênita,
ou seja, nasce surdo. Por
consequência, surge uma série de
...
DIAGNÓSTICO PRECOCEDIAGNÓSTICO PRECOCE
PREVENÇÃOPREVENÇÃO
Relato de experiência - Cássia
Almoço 12h às 13h
“O Contexto da Interpretação e da Libras na Escola”
Encontro de formação para PCNP de educação especial e
professor interl...
ORIENTAÇÕES PARA TRABALHAR COM D.A.
Resolução SE - 38, de 19-6-2009 – INTERLOCUTOR
Admissão de docentes com qualificação ...
“Adaptações Curriculares é um conjunto de
modificações que se realizam nos
objetivos,conteúdos,critérios e procedimentos d...
Adaptação curricular está fundamentada em quatro
critérios básicos:
1- O que o aluno deve aprender?
2- Como e quando apren...
ADAPTAÇÃO CURRICULAR
Legislações que amparam a adaptação curricular
Constituição da República Federativa do Brasil –
1998...
Habilidades e Competências avaliadas e a própria
Secretaria institui as Matrizes de Referência para o
SARESP seguindo uma ...
Oliveira, Leite 2000 pesquisadora da UNESP cita: “adaptações curriculares não
é um processo individual envolvendo apenas o...
“Aprendizagem e ensino se diferenciam(correspondem as
ações diferentes, mas ao mesmo tempo se integram como
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Educação especial e biologia possibilidades e perspectivas ii – deficiência auditiva

  1. 1. “Educação Especial e Biologia: possibilidades e perspectivas II – Deficiência Auditiva” 25 DE ABRIL DE 2014 Professora Rosana Laurino Martins Professora Guaraci Rocha Simplício Professora Fernanda Rezende Pedroza Colaboradora Cassia
  2. 2. Vídeo: “ Cuerdas”
  3. 3. Objetivos: • Dar continuidade ao encontro anual de formação sobre a Educação Inclusiva iniciada em 2013; • Possibilitar um momento para conhecer melhor e discutir processo de inclusão, seus desafios, realidades e possibilidades. • Abordar a Resolução SE 11/2008 e da Educação Inclusiva • Refletir e compartilhar estratégias que possam contribuir com o ensino e a aprendizagem de biologia na deficiência auditiva.
  4. 4. Pauta 9h • Acolhimento: filme “Cuerdas” • Apresentação da equipe de formadores e professores • Aspectos gerais da educação inclusiva: legislação, registros, informações e recursos • Conhecendo melhor a Deficiência Auditiva • Relato de experiência: Cássia • Almoço • Vídeo Sueli Segalla • Adaptações curriculares na DA • Estudo de caso: “Refletindo sobre possibilidades de trabalho com a deficiência auditiva em sala de aula”. 16h Avaliação
  5. 5. Da educação especial à Inclusão Os programas desenvolvidos nessa perspectiva buscam atender apenas aos alunos com necessidades especiais. Os programas desenvolvidos buscam melhorar as condições de todos os alunos, estendendo-se para todo o corpo educacional.
  6. 6.  Respeito aos diferentes tempos de aprendizagem;  NINC – NÚCLEO DE INCLUSÃO EDUCAIONAL  Educação para a diversidade sexual e de gênero;  Educação nas prisões;  Educação para alunos em medidas socioeducativas, privados de liberdade ou em liberdade assistida;  Educação escolar índígena;  Educação escolar quilombola;  Alunos itinerantes;  Alunos imigrantes;  EJA – Educação de Jovens e Adultos  Educação Especial Temas da Educação inclusiva
  7. 7. SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO Constituições Federais (Art.208,III),e Estaduais; Estatuto da Criança(ECA,Lei nº8.069); Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional(Lei nº 9.394/96); Parâmetros Curriculares Nacionais, Indicação nº70/07; Deliberação nº68/07 do Conselho Estadual da Educação; Resolução SE 11/2008,alterada pela Resolução SE nº31/2008.
  8. 8. Conceito - DEFICIÊNCIA “Qualquer perda ou anormalidade da estrutura ou função psicológica, fisiológica ou anatômica". (OMS, 1980: 35)
  9. 9. Registros, informações e recursos: Alunos com necessidades educacionais especiais na PRODESP, nomenclaturas e siglas - lista piloto:  Deficiências: DI – DA (Su/L ou Su/Se) – DV – Fis_outras  Transtorno Global do Desenvolvimento: Aut-clas / S.Asperger / S. Rett  Altas habilidades  Interlocutor
  10. 10. ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO  Classe regida por professor especializado;  Salas de Recurso: atendimento no contraturno com professor especializado;  Itinerância;  Educação para o trabalho;  Classes hospitalares;  Oferece suportes para o aluno: materiais adaptados, professor interlocutor e cuidador;  Cursos on line: Libras on line e Inglês on line
  11. 11. Serviço de Apoio Pedagógico Especializado(SAPEs) Salas de Recurso:  professor especializado;  atendimentos individuais ou pequenos grupos  Atende até 3 turmas em horários distintos não ultrapassando a 2 aulas diárias de 50 minutos cada uma.  Aluno frequenta período inverso ao da sala comum do EF/EM. Itinerância: • Projeto com trabalho articulado com os demais profissionais da esco la: nº de alunos,justificativa para o atendimento,laudo clínico e/ou peda gógico,plano (informações sobre o local e horários de atendimento,re cursos).
  12. 12. Salas de recursos – DE Jacareí: Deficiência Intelectual (DI):EE Profª Alcina Moraes Salles,EE Prof Antonio Martins da Silva,EE Profª Darci Lopes,EE Dr João Victor Lamanna, Deficiência Auditiva (DA):EE Dr Washington Luiz Pereira de Souza,EE Francisco Feliciano Ferreira da Silva,EE Dr João Victor Lamanna, Deficiência Visual (DV): EE Dr Francisco Gomes da Silva Prado.
  13. 13. DOCUMENTOS NORMATIVOS da D.A.  LEI Nº10.098,DE 19 DE DEZEMBRO DE 2000. Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. formação de profissionais intérpretes de escrita em braile, linguagem de sinais e de guias-intérpretes, para facilitar qualquer tipo de comunicação direta à pessoa portadora de deficiência sensorial e com dificuldade de comunicação.  LEI Nº 10.436, DE 24 DE ABRIL DE 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá outras providências. Art. 1o É reconhecida como meio legal de comunicação e expressão a Língua Brasileira de Sinais - Libras e outros recursos de expressão a ela associados.
  14. 14. Foco: Deficiência Auditiva - DA
  15. 15.  DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2005 Art. 1o Este Decreto regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Art. 2o Para os fins deste Decreto, considera-se pessoa surda aquela que, por ter perda auditiva, compreende e interage com o mundo por meio de experiências visuais, manifestando sua cultura principalmente pelo uso da Língua Brasileira de Sinais - Libras.
  16. 16. Perda total ou parcial, congênita ou adquirida, da capacidade de compreender a fala por intermédio do ouvido. Manifesta-se como:  Surdez leve/moderada: perda auditiva de até 70 decibéis, que dificulta, mas não impede o individuo de se expressar oralmente, bem como de perceber a voz humana, com ou sem a utilização de um aparelho auditivo;  Surdez severa/profunda: perda auditiva acima de 70 decibéis, que impede o indivíduo de entender, com ou sem aparelho auditivo, a voz humana, bem como de adquirir, naturalmente, o código da língua oral. DEFICIÊNCIA AUDITIVA
  17. 17. CLASSIFICAÇÃO POR FORMA DE COMUNICAÇÃO  Surdos Oralizados: aqueles que se comunicam utilizando a língua oral e/ou escrita.  Surdos Sinalizados: aqueles que se comunicam utilizando alguma forma de linguagem gestual.  Surdos Bilingues: aqueles que utilizam ambas as formas de comunicação.
  18. 18. SURDEZ: causas e consequênciasSURDEZ: causas e consequências
  19. 19. DEFINIÇÃO A deficiência auditiva, também conhecida como surdez, consiste na perda parcial ou total da capacidade de ouvir, isto é, um indivíduo que apresente um problema auditivo.
  20. 20. DEFICIÊNCIA AUDITIVA NÍVEIS  De 25 a 40 decibéis - surdez leve  De 41 a 55 decibéis - surdez moderada  De 56 a 70 decibéis - surdez acentuada  De 71 a 90 decibéis - surdez severa  Acima de 91 decibéis - surdez profunda TIPOS  CondutivaCondutiva é causada por um problema localizado no ouvido externo e/ou médio, que tem por função "conduzir" o som até o ouvido interno.  NeurossensorialNeurossensorial ocorre quando há uma lesão no ouvido interno.  MistaMista quando há comprometimento na ação condutiva e neurossensorial.
  21. 21. CAUSAS da DEFICIÊNCIA AUDITIVA Pré-Natais:Pré-Natais: no período da gestação, através da mãe: o Hereditariedade o Consanguinidade e fator RH o Rubéola, sífilis, citomegalovírus, toxoplasmose, herpes o Ingestão de remédios ototóxicos o Ingestão de drogas ou alcoolismo materno o Desnutrição, subnutrição o Pressão alta, diabetes, radiação Peri-Natais:Peri-Natais: no momento do parto o Pré-maturidade, anóxia, fórceps o Infecção hospitalar Pós-Natais:Pós-Natais: após o nascimento o Meningite, sarampo, caxumba o Remédios ototóxicos em excesso ou sem orientação médica o Sífilis adquirida o Traumatismo craniano o Exposição contínua à ruídos ou sons muito alto
  22. 22. Como funciona o ouvido? Vídeo: https://mail.google.com/mail/#inbox/145716634286fe4c?projector=1
  23. 23. AUDIOGRAMA e CURVA AUDIOMÉTRICA
  24. 24. DEFICIÊNCIA AUDITIVA X SURDEZ A surdez, é de origem congênita, ou seja, nasce surdo. Por consequência, surge uma série de dificuldades na aquisição da linguagem e no desenvolvimento da comunicação. A deficiência auditiva é um déficit adquirido, ou seja, é quando se nasce com uma audição perfeita e que, devido a lesões ou doenças, a perde.
  25. 25. DIAGNÓSTICO PRECOCEDIAGNÓSTICO PRECOCE PREVENÇÃOPREVENÇÃO
  26. 26. Relato de experiência - Cássia
  27. 27. Almoço 12h às 13h
  28. 28. “O Contexto da Interpretação e da Libras na Escola” Encontro de formação para PCNP de educação especial e professor interlocutor. Vídeo: Relato de vida da profa. Sueli Segalla. Professora, atriz, diretora de teatro, roteirista e escritora. Coordena o Departamento de libras no Centro Universitário Uni Sant’ Anna.
  29. 29. ORIENTAÇÕES PARA TRABALHAR COM D.A. Resolução SE - 38, de 19-6-2009 – INTERLOCUTOR Admissão de docentes com qualificação na Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS, nas escolas da rede estadual de ensino.  Alerte-o para que mantenha sempre a atenção voltada para o interlocutor.  Sempre fale de frente para o aluno.  Facilite a compreensão da mensagem, utilizando sinais, gestos, figuras, etc.  Evite movimentos bruscos de cabeça, de corpo e o uso de objetos e detalhes obstrutivos.  Forneça informações sobre as atividades realizadas por escrito.  Informe sempre que houver mudança de atividades.
  30. 30. “Adaptações Curriculares é um conjunto de modificações que se realizam nos objetivos,conteúdos,critérios e procedimentos de avaliação,atividades e metodologias para atender as diferenças individuais dos alunos (HERDERO,2007,p 3)
  31. 31. Adaptação curricular está fundamentada em quatro critérios básicos: 1- O que o aluno deve aprender? 2- Como e quando aprender? 3- Que formas de organização do ensino são mais eficientes no processo de aprendizagem? 4- O que, como e quando avaliar o aluno?
  32. 32. ADAPTAÇÃO CURRICULAR Legislações que amparam a adaptação curricular Constituição da República Federativa do Brasil – 1998 LDB – Lei nº 934,de 20 de dezembro de1996 Deliberação CEE nº 68/2007 Resolução SE 11,2008 alterada pela Resolução SE 31,2008
  33. 33. Habilidades e Competências avaliadas e a própria Secretaria institui as Matrizes de Referência para o SARESP seguindo uma organização na perspectiva Piagetiana distribuídos em 3 grupos. GI – Esquemas presentativos: observar, identificar G II – esquemas procedimentais: realizar, classificar G III – esquemas operatórios: compreender, analisar, julgar
  34. 34. Oliveira, Leite 2000 pesquisadora da UNESP cita: “adaptações curriculares não é um processo individual envolvendo apenas o professor da sala regular, o educando e o professor especializado fazem parte de um processo coletivo em 3 níveis: Adequações curriculares da escola (projeto político pedagógico); Adequações curriculares de aula (conjunto de ajustes nos diferentes elementos da proposta curricular) PCNs, objetivos, estratégias, conteúdos; Adequações individuais (defasagem idade/série, conteúdo) fazer adaptação para que o aluno atinja dentro de seu ritmo,estilo de aprendizagem e temporalidade(Oliveira, Leite,2000,p15e 16).
  35. 35. “Aprendizagem e ensino se diferenciam(correspondem as ações diferentes, mas ao mesmo tempo se integram como partes de um mesmo todo” (São Paulo,Caderno do Gestor,v2,2008,p 16); Modificar a atividade desde que não descaracterize o conteúdo
  36. 36. Você recebeu um aluno com deficiência auditiva/surdo no ensino médio. Ele tem 17 anos, está matriculado na 1ª série, é pouco oralizado e não alfabetizado. 1- Quais são as possíveis causas que levaram esse aluno a chegarem no ensino médio não alfabetizado? 2- Que estratégias de trabalho na sua aula e também outros recursos vocês poderiam propor para auxiliar este aluno a dar continuidade dos estudos? Estudo de Caso – grupo 8 pessoas

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