COMO PRÁTICA FISIOTERÁPICA PREVENTIVA
DO ENVELHECIMENTO
Jackelinne Araújo
Perda progressiva e irreversível da capacidade de
adaptação do organismo às condições mutáveis do
meio ambiente.
 O coração do idoso se caracteriza pela da
capacidade de contração e adaptação a diferentes graus
de esforços,
 Nos volu...
 Os chineses acreditavam que o envelhecimento deveria
chegar a senilidade, com aspectos mentais e dos
sentidos preservado...
 A essência ou jing ainda precisa estar em harmonia com
outros níveis da existência: o qi ou energia e o shen ou
espírito...
 Busca do povo chinês ao longo do tempo, de
desenvolver e ensinar práticas corporais que
fortaleçam a mente, o corpo e as...
 Na realização, deve-se procurar conquistar
gradativamente a ADM;
 Realizar cada movimento lentamente para a
musculatura...
 Fortalecer o sistema imune;
 Fortalecer o corpo;
 Recuperar a vitalidade fisiológica;
 Manter a função pulmonar adequ...
Almeida,S.T.; Valentim,A.L.; Diefenbach,N. Lian Gong
como prática fisioterápica preventiva do
envelhecimento. Estudos Inte...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Lian gong e Idosos/LASO UFTM

566 visualizações

Publicada em

Publicada em: Saúde
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
566
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
15
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Lian gong e Idosos/LASO UFTM

  1. 1. COMO PRÁTICA FISIOTERÁPICA PREVENTIVA DO ENVELHECIMENTO Jackelinne Araújo
  2. 2. Perda progressiva e irreversível da capacidade de adaptação do organismo às condições mutáveis do meio ambiente.
  3. 3.  O coração do idoso se caracteriza pela da capacidade de contração e adaptação a diferentes graus de esforços,  Nos volumes e capacidades pulmonares;  Diminuição do peso do cérebro e fluxo sanguíneo cerebral;  Perda ósssea progressiva;  Redução na massa muscular  Entre outros.
  4. 4.  Os chineses acreditavam que o envelhecimento deveria chegar a senilidade, com aspectos mentais e dos sentidos preservados;  “ENVELHECER NÃO É O MESMO QUE SOFRER OU DESENVOLVER DOENÇAS.”(NETTO,1996;BOTSARIS, 1999).  No rim, encontra-se a essência do ser ou o jing e, é na essência que está a fonte da vida. Ela é determinada pela herança genética, vinda dos pais e da família, ou seja, se a qualidade da essência é boa, a pessoa vive muito e não contrai doenças.
  5. 5.  A essência ou jing ainda precisa estar em harmonia com outros níveis da existência: o qi ou energia e o shen ou espírito, para que a essência seja preservada.  O qi é o grande ativador, é o que faz as coisas acontecerem, é a energia para todos os processos da vida, da concepção até a morte, seu movimento faz o sangue circular.  O shen associa-se a personalidade e ao poder da mente para formar ideias;  O jing é a força da vida, o transportador que determina o padrão de crescimento e desenvolvimento  Para retardar o envelhecimento deve-se reforçar os três níveis da existência: shen, qi e jing.
  6. 6.  Busca do povo chinês ao longo do tempo, de desenvolver e ensinar práticas corporais que fortaleçam a mente, o corpo e as emoções.  O lian gong é uma proposta chinesa de exercícios, criada prlo Dr. Zhung Yuen Ming;  Os exercícios consiste em abrir, fechar, expandir e recolher o corpo que induzem uma sincronia da respiração, uma vez que ela deve ser espontânea;
  7. 7.  Na realização, deve-se procurar conquistar gradativamente a ADM;  Realizar cada movimento lentamente para a musculatura relaxar e soltar.
  8. 8.  Fortalecer o sistema imune;  Fortalecer o corpo;  Recuperar a vitalidade fisiológica;  Manter a função pulmonar adequada;  Melhorar a função do sistema digestivo;  Ativar a circulação;  Prevenir dores e doenças;  Retardar o envelhecimento.
  9. 9. Almeida,S.T.; Valentim,A.L.; Diefenbach,N. Lian Gong como prática fisioterápica preventiva do envelhecimento. Estudos Interdisciplinar do Envelhecimento, Porto Alegre, v.6, p.103-110, 2004.

×