Levantar a mão

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Uma reflexão sobre o ato de estender a mão para Cristo.
De Fátima Veiga

Publicada em: Espiritual
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Levantar a mão

  1. 1. O GESTO DE LEVANTAR A MÃO Fátima Aparecida Costa Veiga
  2. 2. Quantas vezes ouvimos pessoas dizer que não tem pecados. Que não matam, não roubam, não fazem mal a ninguém. Por isso, acham um absurdo essa história de levantar a mão para Jesus.
  3. 3. Quantas vezes ouvimos críticas quando um decaído, pobre coitado, marginal, viciado e tantas coisas mais, levanta a mão para Jesus. Acham que o gesto é banal e que isso não aplacará o castigo merecido.
  4. 4. Esta gente que tanto critica não analisa o conteúdo do sacrifício de Jesus e a necessidade que temos de conhecê-Lo e seguí-Lo. Ele estava (e está) acima de nós: mas se misturou ao povo sem fazer acepção. Chamou para si doutores da lei e pescadores, homens poderosos e gente simples.
  5. 5. Operou maravilhas entre pobres e ricos. Comeu do que lhe ofereciam: banquetes ou pãezinhos. Foi seguido por mães de família e ex-prostitutas. Pediu misericórdia a Deus pelos seus assassinos. Todos eram - e são - iguais: seu amor alcança a qualquer um.
  6. 6. Jesus pede apenas uma mão estendida, mas Ele teve braços estendidos; mãos e cabeça furadas; peito rasgado; corpo espancado; coração derretido: amor… amor… amor! Agüentou tudo por amor, sem merecer esse sofrimento.
  7. 7. Ele era - e é - melhor que nós. Ele, que sempre pregou a paz, a justiça, o amor e a união; coisas que os homens tanto procuram na política, mas não admitem a política Cristocêntrica: Jesus como ideal, princípio e meio; a renovação da sociedade como fim.
  8. 8. Levantar a mão não exige grande esforço, o esforço é deixar de lado a máscara e buscar fielmente aquilo que Cristo oferece para os “decaídos” e para a “gente fina”.
  9. 9. Ninguém é tão bom que não precise de um encontro com Deus e de uma conscientização de que a solução para a sociedade está toda descrita na Bíblia: o amor a Deus e aos homens; a não acepção de pessoa; a aceitação verdadeira da mensagem cristã em sua vida – seja você quem for.
  10. 10. Portanto, sendo você “gente bem” ou “joão-ninguém”, quando sentir a necessidade do amor divino, não levante apenas a sua mão, mecanicamente, mas conscientize-se de tudo o que Jesus é para qualquer pessoa que deseje servi-lo.
  11. 11. Levante sim a sua mão, mas coloque sobre a palma desta a sua vida, estendendo-a bem alto e apresentando-a a Jesus.

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