Apresentação Modelos de Negócios Digitais - FEI - São Bernardo do Campo - 08/05/10

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Apresentação Modelos de Negócios Digitais - FEI - São Bernardo do Campo - 08/05/10

  1. 1. MODELOS DE NEGÓCIOS DIGITAIS FABIO SOUZA DAMASCENO PAULA DOTA FIORAVANTE RUI FERNANDO DA SILVA 2010
  2. 2. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO <ul><li>e-business </li></ul><ul><li>e-commerce </li></ul><ul><li>e-procurement </li></ul><ul><li>e-marketplace </li></ul><ul><li>Produtividade e Internet </li></ul><ul><li>Economia digital </li></ul><ul><li>Tópicos: </li></ul>MODELOS DE NEGÓCIOS DIGITAIS
  3. 3. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Breve Histórico MODELOS DE NEGÓCIOS DIGITAIS <ul><ul><li>Mundo </li></ul></ul><ul><li>Militar – Guerra Fria </li></ul><ul><li>Acadêmico – Décadas de 70 e 80 </li></ul><ul><li>Popular – Ano 1990 </li></ul><ul><ul><li>Brasil </li></ul></ul><ul><li>Acadêmico – Ano 1987 </li></ul><ul><li>Popular – Meados de 1994 ~ 1995 </li></ul><ul><ul><li>HOJE VIVEMOS NA “ERA DA INFORMAÇÃO E DA TELECOMUNICAÇÃO” </li></ul></ul>Fonte : Brousseau, E. , Curien, N. &quot;Internet and Digital Economics“ ; Oliveira, R. “Os percalços do e-business”
  4. 4. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO <ul><ul><li>No mundo </li></ul></ul><ul><ul><li>Mais de 1,2 bilhões de computadores </li></ul></ul><ul><ul><li>1,73 bilhões de usuário de internet (set/2009) </li></ul></ul><ul><ul><li>Mais de 450 milhões de usuário de internet móvel </li></ul></ul>Cenário Atual MODELOS DE NEGÓCIOS DIGITAIS <ul><ul><li>Panorama Brasileiro </li></ul></ul><ul><ul><li>72 milhões de computadores ativos (Instituto FGV/2010) </li></ul></ul><ul><ul><li>54 milhões de usuários de internet (fonte CGI/2008) </li></ul></ul><ul><ul><li>30% consultam a internet antes de comprar </li></ul></ul>Fonte: Institutos de pesquisa datafolha e FGV / Pesquisa sobre o uso das tecnologias da informação e da comunicação no Brasil 2008
  5. 5. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO UMA VISÃO DA ECONOMIA DIGITAL <ul><ul><li>Síntese do Estudo </li></ul></ul><ul><ul><li>Entre as décadas de 50 e 70: previsão de que o uso de computadores de grande porte em grandes organizações aumentaria a centralização e autoridade de gestão ; </li></ul></ul><ul><ul><li>Década de 80 e início de 90: previsão de que o computador em rede interna e o surgimento da computação pessoal aumentaria a descentralização e iria melhorar a partilha de informação e ampliar a colaboração; </li></ul></ul><ul><ul><li>Meados de 90: crescimento exponencial do uso da internet . </li></ul></ul>Fonte: Orlikowshi, W – The truth is not out there – An enacted view of the “Digital Ecomony”.
  6. 6. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO UMA VISÃO DA ECONOMIA DIGITAL <ul><ul><li>Síntese do Estudo: </li></ul></ul><ul><ul><li>A mesma tecnologia implementada em organizações diferentes pode resultar em diferentes práticas e resultados e a implementação de uma nova tecnologia não significa necessariamente que ela será utilizada ou que irá gerar os benefícios previstos pelos criadores. </li></ul></ul>Fonte: Orlikowshi, W – The truth is not out there – An enacted view of the “Digital Ecomony”.
  7. 7. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-BUSINESS <ul><ul><li>e-Business é o termo utilizado para negócios realizados por meios eletrônicos – internet. </li></ul></ul>Conceito: <ul><ul><li>Negócios eletrônicos de forma AMPLIFICADA </li></ul></ul><ul><li>comércio </li></ul><ul><li>contado fornecedor / cliente </li></ul><ul><li>pesquisa de mercados </li></ul><ul><li>ensino a distância </li></ul><ul><li>bancos via internet </li></ul><ul><li>etc. </li></ul>Fonte: www.e-commerce.org.br
  8. 8. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO <ul><ul><li>Anúncios </li></ul></ul><ul><ul><li>Permite personalização do marketing; </li></ul></ul><ul><ul><li>Não há limite de espaço para a propaganda. </li></ul></ul><ul><ul><li>Monetização </li></ul></ul><ul><ul><li>Transformando acesso em dinheiro </li></ul></ul><ul><ul><li>Blogs, sites de namoros, etc. </li></ul></ul><ul><ul><li>Pagamento Único </li></ul></ul><ul><ul><li>Pagamentos únicos para aquisição de software. </li></ul></ul><ul><ul><li>Produtos de Informação </li></ul></ul><ul><ul><li>Conceito “FreeMium” </li></ul></ul>e-BUSINESS Principais vertentes do e-business Fonte: www.stanford2009.wikispaces.com
  9. 9. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO <ul><ul><li>Moeda Virtual </li></ul></ul><ul><ul><li>Utilizado em sítios da internet e ambientes virtuais. </li></ul></ul><ul><ul><li>Ex.: Facebook, PagSeguro, e-bit, Unibanco </li></ul></ul><ul><ul><li>Bens Virtuais </li></ul></ul><ul><ul><li>Podem gerar receita de U$$ 5 bilhões no mundo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Associados ao capital social construído no site. </li></ul></ul><ul><ul><li>Ecossistemas </li></ul></ul><ul><ul><li>Aplicativos desenvolvidos para “ecossistemas” definidos. </li></ul></ul><ul><ul><li>iPhone </li></ul></ul>e-BUSINESS Principais vertentes do e-business Fonte: www.stanford2009.wikispaces.com
  10. 10. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO <ul><ul><li>e-Servicer - Prestação de serviços via web. </li></ul></ul>e-BUSINESS Principais vertentes do e-business <ul><ul><li>e-banking </li></ul></ul><ul><ul><li>e-learning </li></ul></ul>
  11. 11. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO <ul><ul><li>e-Servicer - Prestação de serviços via web. </li></ul></ul>e-BUSINESS Principais vertentes do e-business <ul><ul><li>Agendamento online </li></ul></ul><ul><ul><li>Sites de buscas </li></ul></ul>
  12. 12. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-BUSINESS VANTAGENS <ul><ul><li>As principais vantagens do e-business são: </li></ul></ul><ul><ul><li>Integração com outros sistemas </li></ul></ul><ul><ul><li>Agilidade da informação </li></ul></ul><ul><ul><li>Transparência </li></ul></ul><ul><ul><li>Comodidade </li></ul></ul>Fonte: http://imasters.uol.com.br/artigo/3325/ecommerce/e-business_x_e-commerce_definindo_papeis/
  13. 13. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-COMMERCE <ul><ul><li>e-Commerce é o termo utilizado para o comércio on-line de produtos, serviços e informações, que inclui compra, venda e transferência. </li></ul></ul>Conceito: <ul><ul><li>Compreende </li></ul></ul><ul><li>compra / venda </li></ul><ul><li>atendimento ao cliente </li></ul><ul><li>logística </li></ul><ul><li>infra-estrutura </li></ul><ul><li>marketing do produto / serviço. </li></ul>Fonte: www.e-commerce.org.br
  14. 14. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-COMMERCE Tipos: <ul><li>C2B – Consumer to business </li></ul><ul><li>m-Commerce </li></ul><ul><li>C2C – Consumer to consumer </li></ul><ul><li>B2E – Business to employee </li></ul><ul><li>B2C - Business to consumer </li></ul><ul><li>B2B - Business to business </li></ul><ul><li>B2B2C - Business to business to consumer </li></ul>Fonte: www.e-commerce.org.br
  15. 15. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-COMMERCE <ul><ul><li>São transações comerciais realizadas entre empresas diretamente com o consumidor final. </li></ul></ul>B2C <ul><ul><li>Exemplos: </li></ul></ul><ul><ul><li>Submarino </li></ul></ul><ul><ul><li>Saraiva </li></ul></ul><ul><ul><li>Gol linhas aéreas </li></ul></ul>Consumidor DONA DE CASA Empresa FOGÃO AMERICANAS.COM
  16. 16. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-COMMERCE <ul><ul><li>Grandes empresas que atuavam apenas no varejo tradicional hoje operam também em e-commerce. </li></ul></ul>B2C <ul><ul><li>Varejo tradicional no e-commerce </li></ul></ul><ul><ul><li>fidelidade com a marca </li></ul></ul><ul><ul><li>menor custo no marketing de cliente </li></ul></ul><ul><ul><li>diversidade de mídia </li></ul></ul><ul><ul><li>relacionamento direto com o cliente </li></ul></ul><ul><ul><li>Ex: Carrefour; Fastshop </li></ul></ul><ul><ul><li>Varejo virtual </li></ul></ul><ul><ul><li>maior uso da tecnologia </li></ul></ul><ul><ul><li>maior diversificação de produtos </li></ul></ul><ul><ul><li>menor custo estrutural </li></ul></ul><ul><ul><li>relacionamento indireto com o cliente </li></ul></ul><ul><ul><li>Ex: submarino </li></ul></ul>
  17. 17. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-COMMERCE <ul><ul><li>São transações comerciais realizadas entre empresas. </li></ul></ul>B2B B2B2C <ul><ul><li>São transações comerciais coorporativas. </li></ul></ul>Empresa B GM Empresa A Rucker Empresa B Distribuidor Empresa A Depósito Consumidor
  18. 18. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-COMMERCE <ul><ul><li>Indivíduos usam a própria internet para vender serviços. </li></ul></ul>C2B C2C <ul><ul><li>Os clientes compram e vendem diretamente para outros clientes. </li></ul></ul>Empresa Estudante
  19. 19. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-COMMERCE <ul><ul><li>Internet sendo usada como meio de comunicação entre empresas e funcionários. </li></ul></ul>B2E m-Commerce <ul><ul><li>Transações por meio de aparelhos móveis. </li></ul></ul>
  20. 20. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-COMMERCE Fatores de sucesso Alguns fatores de sucesso para o e-Commerce Seleção e Valor Desempenho e Serviço Aparência e Impressão Atenção Pessoal Relações Comunitárias Segurança e Confiabilidade Propaganda e Incentivo Fonte: O’ Brien, J. A - Sistema de Informação
  21. 21. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-COMMERCE VANTAGENS <ul><li>• Fácil acesso; </li></ul><ul><li>Alcance do mercado global; </li></ul><ul><li>Atendimento personalizado; </li></ul><ul><li>Comodidade; </li></ul><ul><li>Velocidade das transações; </li></ul><ul><li>• Redução de custos de estoques; </li></ul><ul><li>• Redução de custos de vendas; </li></ul><ul><li>• Ter um vendedor 24 horas/dia; </li></ul><ul><li>• Ter um novo canal de vendas e de marketing. </li></ul><ul><li>• Integração de clientes e fornecedores; </li></ul>
  22. 22. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO <ul><li>• Dificuldade na identificação das partes; </li></ul><ul><li>Insegurança nas transações de pagamento; </li></ul><ul><li>Privacidade; </li></ul><ul><li>Elevado custo de telecomunicação; </li></ul><ul><li>Cultura do mercado. </li></ul>e-COMMERCE DESVANTAGENS
  23. 23. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-COMMERCE Alguns números
  24. 24. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-COMMERCE Evolução Faturamento Fontes: www.ebitempresa.com.b r / www.e-commerce.org.br
  25. 25. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-COMMERCE e-commerce em datas comemorativas Fonte: www.ebitempresa.com.br
  26. 26. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-COMMERCE Fonte: www.ebitempresa.com.br Categoria de produtos mais vendidos em 2009
  27. 27. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-COMMERCE Fonte: www.ebitempresa.com.br Internet x Tradicional
  28. 28. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ESTUDO DE CASO Internet x Varejo Convencional Erik Brynjolfsson • Michael D. Smith Frictionless Commerce? A Comparison of Internet and Conventional Retailers “ A internet é um mercado quase perfeito, porque a informação é instantânea e os compradores podem comparar ofertas dos vendedores em todo o mundo. O resultado é a concorrência feroz, a diferenciação de produtos diminuindo e desaparecendo a fidelidade à marca.” Robert Kutter Fonte:Brynjolfsson, E. - Frictionless Commerce? A Comparison of Internet and Conventional Retailers
  29. 29. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ESTUDO DE CASO Internet x Varejo Convencional <ul><ul><li>Síntese do Estudo </li></ul></ul><ul><ul><li>Q uando: 15 meses (fev 1998 a maio 1999). </li></ul></ul><ul><ul><li>Produto: Livros e CDs – produtos fisicamente homogêneos. </li></ul></ul><ul><ul><li>41 lojas de varejo e internet e varejo tradicional. </li></ul></ul><ul><ul><li>mais de 8.500 observações de preço. </li></ul></ul><ul><ul><li>Analise: Níveis de preços, alterações ao longo do tempo e dispersão entre lojas. </li></ul></ul>Fonte:Brynjolfsson, E. - Frictionless Commerce? A Comparison of Internet and Conventional Retailers
  30. 30. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ESTUDO DE CASO Internet x Varejo Convencional <ul><ul><li>Coleta de Dados </li></ul></ul><ul><ul><li>e-Commerce </li></ul></ul><ul><ul><li>Lista de todos varejistas americanos de livro e Cds - Yahoo. </li></ul></ul><ul><ul><li>Ranking de acesso – Web21. </li></ul></ul><ul><ul><li>Varejo tradicional </li></ul></ul><ul><ul><li>Geograficamente dispersos </li></ul></ul><ul><ul><li>Seleção representativa </li></ul></ul>Fonte:Brynjolfsson, E. - Frictionless Commerce? A Comparison of Internet and Conventional Retailers
  31. 31. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ESTUDO DE CASO Internet x Varejo Convencional <ul><ul><li>Resultados </li></ul></ul><ul><ul><li>Os preços praticados na internet são menores que os praticados no varejo tradicional: </li></ul></ul><ul><ul><li>Livros: 15,5% </li></ul></ul><ul><ul><li>CDs: 16,1% </li></ul></ul><ul><ul><li>Livros: 9% </li></ul></ul><ul><ul><li>CDs: 13% </li></ul></ul>considerando impostos, transporte e manuseio Fonte:Brynjolfsson, E. - Frictionless Commerce? A Comparison of Internet and Conventional Retailers
  32. 32. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ESTUDO DE CASO Internet x Varejo Convencional <ul><ul><li>Resultados </li></ul></ul><ul><ul><li>Quanto a variação de preços, observou-se maior rigidez no varejo tradicional. </li></ul></ul><ul><ul><li>Varejistas online realizam pequenos ajustes de preço em resposta a mudanças na oferta e demanda. </li></ul></ul><ul><ul><li>Motivos: </li></ul></ul><ul><ul><li>Custos elevados para mudança de etiquetas no produto e prateleiras; </li></ul></ul><ul><ul><li>Custo com mão-de-obra; </li></ul></ul><ul><ul><li>Tempo e movimentação. </li></ul></ul>
  33. 33. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ESTUDO DE CASO Internet x Varejo Convencional <ul><ul><li>Resultados </li></ul></ul><ul><ul><li>Dispersão de preços na internet é maior que no varejo convencional. </li></ul></ul><ul><ul><li>Dispersão média: </li></ul></ul><ul><ul><li>Livros: 33% </li></ul></ul><ul><ul><li>CDs: 25% </li></ul></ul><ul><ul><li>Motivos: </li></ul></ul><ul><ul><li>Confiança na marca permite aumento de preço no e-commerce. </li></ul></ul><ul><ul><li>Receio de cobranças no cartão de crédito e mercadorias que nunca irá receber. </li></ul></ul>Fonte:Brynjolfsson, E. - Frictionless Commerce? A Comparison of Internet and Conventional Retailers
  34. 34. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E-PROCUREMENT <ul><ul><li>E-procurement é o termo usado para descrever o uso de métodos eletrônicos em cada estágio do processo da compra, identificada, desde a solicitação até o pagamento, e contrair informações de potencial a gerência executiva. </li></ul></ul><ul><ul><li>Trata-se de uma troca B2B, permitindo a um comprador consultar o catálogo de produto de um vendedor e fazer diretamente a encomenda. </li></ul></ul><ul><ul><li>No e-procurement a empresa tem a possibilidade efetiva de integrar os itens de estoque e, assim, garantir que as ordens de compras serão emitidas no tempo adequado. </li></ul></ul>Conceito:
  35. 35. E-PROCUREMENT <ul><li>Alguns tipos de e-procurement: </li></ul><ul><li>Web-based ERP – agendamento de compras visando um ciclo ideal de produção </li></ul><ul><li>E-sourcing – também conhecido como leilão reverso </li></ul><ul><li>E-informing – simples troca de informações de compra entre vendedores e compradores </li></ul>ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
  36. 36. E-PROCUREMENT Fonte: www.utypia.com ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
  37. 37. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E-PROCUREMENT VANTAGENS <ul><ul><li>O e-procurement automatiza cotações e possibilita a gestão online entre fornecedores e clientes, substituindo processos operacionais muito custosos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Maior agilidade na cotação; </li></ul></ul><ul><ul><li>Foco no resultado do negócio; </li></ul></ul><ul><ul><li>Rapidez no recebimento de produtos e mercadorias; </li></ul></ul><ul><ul><li>Redução dos custos de compra através da redução do uso do telefone e impressão de planilhas de cotações; </li></ul></ul><ul><ul><li>Eliminação da prática de atos indevidos por parte de alguns profissionais durante o processo de compra. </li></ul></ul>
  38. 38. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E-PROCUREMENT Case Usiminas: <ul><ul><li>Alguns Dados: </li></ul></ul><ul><ul><li>Treinamentos para os 8.200 fornecedores; </li></ul></ul><ul><ul><li>Reuniões com cerca de 500 parceiros em Ipatinga; </li></ul></ul><ul><ul><li>Redução de 95% no índice de erros das notas fiscais; </li></ul></ul><ul><ul><li>Redução de 20% nos custos operacionais; </li></ul></ul><ul><ul><li>Quando o fornecedor emite as notas fiscais, o sistema avisa imediatamente a Usiminas. </li></ul></ul>
  39. 39. E-MARKETPLACE Conceito: O e-marketplace é um mercado virtual criado a partir de um portal na Internet que funciona como ponto de encontro entre fornecedores e empresas de um mesmo segmento, que podem competir entre si e agregar valor aos negócios. Nos e-marketplaces toda a cadeia produtiva fica reunida em um mesmo ambiente virtual facilitando e agilizando as transações entre parceiros. O e-marketplace pode ter vários níveis de interatividade: consulta de catálogos (promoção institucional de empresas e produtos / serviços); encomendas online; transações online; integração de processos de negócio; etc. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
  40. 40. E-MARKETPLACE Alguns tipos de e-markteplace: <ul><li>NineSigma - cria um resumo tecnológico que descreve o problema e o envia para sua rede de milhares de provedores de soluções no mundo inteiro. </li></ul><ul><li>InnoCentive - é similar à NineSigma, porém ao invés de conectar companhias a parceiros contratados para a solução de problemas amplos, trabalha com problemas científicos mais definidos e específicos. </li></ul><ul><li>YourEncore - ela conecta cientistas e engenheiros aposentados de desempenho superior. Ao usar a YourEncore, as empresas podem captar pessoas altamente experientes e novas maneiras de pensar de outras organizações e indústrias. </li></ul>ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
  41. 41. E-MARKETPLACE Alguns tipos de e-markteplace: <ul><li>Yet2.com - um mercado online para troca de propriedade intelectual. Diferentemente da NineSigma e da InnoCentive, focadas em ajudar companhias a resolver problemas de tecnologias, a Yet2.com intermedia transferências de tecnologia tanto para dentro, como para fora de companhias, universidades e laboratórios governamentais. A Yet2.com trabalha com clientes que escrevem resumos descrevendo a tecnologia que estão buscando ou oferecendo para licenciamento ou compra, e distribuem os resumos em uma rede global de empresas, laboratórios e instituições. </li></ul>ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
  42. 42. E-MARKETPLACE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Fonte: www.fst.uma.com O e-marketplace pode ser entendido como um &quot;hub&quot; de comunicação entre empresas que querem fazer comércio eletrônico.
  43. 43. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ENTENDENDO O MERCADO DIGITAL <ul><ul><li>Caracterização da concorrência nos mercados eletrônicos: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Níveis de preços </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Elasticidade de preços </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Custo de Menu </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Dispersão de preços </li></ul></ul></ul>Fonte: Michael D. Smith, Joseph Bailey, Erik Brynjolfsson - UNDERSTANDING DIGITAL MARKETS: REVIEW AND ASSESSMENT
  44. 44. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO “ Sete práticas caracterizam empresas altamente produtivas e ajudam a transformá-las em &quot;organizações digital.” PRODUTIVIDADE Erik Brynjolfsson - 2005 SEVEN PILLAR OF PRODUCTIVITY A adoção em massa dos computadores resulta na melhor produtividade dos funcionários e indivíduos, mas a forma de uso ainda é decisiva para os resultados. Fonte:Brynjolfsson, E. – Seven pillar of productivity
  45. 45. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO PRODUTIVIDADE <ul><ul><li>A inovação em TI por si só não é suficiente – milhares de projetos de TI falham no cumprimento de suas promessas de produtividade. </li></ul></ul><ul><ul><li>“ O sucesso depende principalmente do investimento que a empresa na própria organização além dos investimentos em novas tecnologias.” </li></ul></ul><ul><ul><li>A importância de investir em capital organizacional </li></ul></ul><ul><li>• Relacionamento; </li></ul><ul><li>Marca; </li></ul><ul><li>Capital intelectual; </li></ul><ul><li>• Fluxos de movimentação; </li></ul><ul><li>• Fluxos de informações. </li></ul>Fonte:Brynjolfsson, E. – Seven pillar of productivity
  46. 46. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO PRODUTIVIDADE Os Pilares Fonte:Brynjolfsson, E. – Seven pillar of productivity <ul><li>Movimento do analógico para o digital; </li></ul><ul><li>Acesso as informações; </li></ul><ul><li>Capacitação dos funcionários; </li></ul><ul><li>Mérito por iniciativa; </li></ul><ul><li>Investimento em cultura corporativa; </li></ul><ul><li>Recrutamento das pessoas certas; </li></ul><ul><li>Investimento em capital humano. </li></ul>
  47. 47. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ECONOMIA DIGITAL <ul><ul><li>A ambição do livro é destacar os aspectos da Internet e as tecnologias digitais que aparentam ser inovações, tanto em termos de práticas econômicas como em conceitos analíticos. </li></ul></ul>Livro: Internet e Economia Digital
  48. 48. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital Biografia: <ul><ul><li>Eric Brousseau: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Professor de Economia da Universidade de Paris (2000) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Diretor da EconomiX um centro de investigação conjunta entre o Centro Nacional de Pesquisa Científica CNRS e a Universidade de Paris. (2005) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Membro do Instituto de Universidade da França (2002) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Diretor da Escola Européia de Nova Economia Institucional ESNIE (2002) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Diretor de Investigação da CNRS , Tecnologia da Informação e Sociedade TICS (2002) </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Nicolas Curien: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Professor do Conservatório Nacional de Artes e Comércio na Escola Politécnica. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Membro da Academia Francesa de Tecnologia </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Membro da Sociedade Internacional de Telecomunicações </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Autor de vários livros nas Áreas de Telecomunicações e da Economia da Internet </li></ul></ul></ul>
  49. 49. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital Razões que explicam o papel duplo da Internet : <ul><ul><li>Redes Digitais Planetárias: </li></ul></ul><ul><ul><li>Com uma gestão da informação, que acaba induzindo uma crescente “digitalização” das atividades, gerando uma grande troca de informações. </li></ul></ul><ul><ul><li>Rede Modular e Descentralizada: </li></ul></ul><ul><ul><li>Com uma interface padronizada a indústria tende a descentralização das informações, evitando preferências individuais das emissões e recebimentos de partes, aumentando assim a capacidade de inovação. </li></ul></ul><ul><ul><li>Influência na Economia: </li></ul></ul><ul><ul><li>A inovações organizacionais induzidas pelas redes digitais acabam influenciando e se espalhando pela economia. </li></ul></ul>
  50. 50. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital Definições : <ul><ul><li>Interoperabilidade: </li></ul></ul><ul><ul><li> Possibilidade de um usuário realizar buscas a recursos informacionais heterogêneos, armazenados em diferentes servidores na rede, utilizando-se interface única sem tomar conhecimento de onde, nem como estes recursos são armazenados. </li></ul></ul><ul><ul><li>Interconexão: </li></ul></ul><ul><ul><li> Ligação de Redes de Telecomunicações funcionalmente compatíveis, de modo que os Usuários de serviços de uma das redes possam comunicar-se com usuários de serviços de outra redes ou acessar serviços nela disponíveis. </li></ul></ul>
  51. 51. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital Concorrência e Complementaridade : <ul><ul><li>Quando a Internet foi “inventada” os organismos reguladores decidiram não passar por autoridades de normalização (ISO, ITU e IEC) devido a quatro razões principais: </li></ul></ul><ul><ul><li>Lentidão nas elaborações de normas </li></ul></ul><ul><ul><li>Compreensão dos padrões da Internet </li></ul></ul><ul><ul><li>Limitação ao continente Norte Americano até 1998 </li></ul></ul><ul><ul><li>Ideologia Liberal </li></ul></ul>
  52. 52. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital Hierarquia das Redes (Competição e Cooperação) : <ul><ul><li>Nível 1 (Acordos Verticais): </li></ul></ul><ul><ul><li> São baseados em acordos verticais, com elementos de concorrência,na medida em que os operadores são complementares e rivais, uma vez que os usuários desejam ter acesso aos correspondentes ou conteúdo hospedado em outras redes, sendo assim procurando o maior numero de utilizadores, pois possuem custos fixos elevados. </li></ul></ul><ul><ul><li>Nível 2: (Externalidades) </li></ul></ul><ul><ul><li>São baseadas em relações de externalidades entre os operadores, devido a descentralização da administração da rede. Pois depois das redes criadas o respectivos operadores não controlam diretamente o uso que é feito delas, sendo assim utilizando a capacidade do operador. </li></ul></ul>
  53. 53. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital A Universalização da Rede : <ul><ul><li>Origem: </li></ul></ul><ul><ul><li>Originária na comunidade científica e na comunidade militar americana, tornado assim a Internet e progressivamente foram transferidas para as redes privadas. </li></ul></ul><ul><ul><li>Rede Aberta 1985 (Comunidade Científica): </li></ul></ul><ul><ul><li>Por decisão da National Science Foundation (NSF) decidiu a favor do desenvolvimento de uma rede aberta a toda comunidade científica. </li></ul></ul><ul><ul><li>Rede Aberta 1995 (Comunidade Privada): </li></ul></ul><ul><ul><li>Após a autorização da abertura da rede para redes privadas do governo americano, teve um grande investimento do setor privado na Internet, dando assim uma grande explosão nos serviços on-line . </li></ul></ul>
  54. 54. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital A Nova Estrutura para Economia 1.2.5 : <ul><ul><li>Desenvolvimento das Atividades Econômicas em Redes: </li></ul></ul><ul><ul><li>A integração de certos mercados originou antes da criação da Internet . </li></ul></ul><ul><ul><li>Primeiros Setores 1970: </li></ul></ul><ul><ul><li>Finanças, transportes aéreos e mercados de energia. </li></ul></ul><ul><ul><li>“ É, possível beneficiar-se das experiências passadas quando se analisa o papel da tecnologia de comunicação da informação na evolução das modalidades de coordenação econômica (Brousseau e [Rallet 1999])” </li></ul></ul>
  55. 55. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital Especificidade da Internet na Coordenação da Economia: <ul><ul><li>Integração e Coordenação: </li></ul></ul><ul><ul><li>Possibilita a integração e coordenação de todos os níveis de negócio: desde o produto até a sua matéria prima. </li></ul></ul><ul><ul><li>Multimídia: </li></ul></ul><ul><ul><li>Com a ferramentas de multimídia, é possível integrar dados e assim ter uma gestão personalizada do fluxo de comunicação, agregando valor ao produto. </li></ul></ul><ul><ul><li>Precisão no Controle: </li></ul></ul><ul><ul><li>Com a possibilidade de controle das informações, possibilita criar novas modalidades entres os agentes econômicos (acesso livres e acesso pago), sendo assim dando origem a outro modelos de negócios. </li></ul></ul>
  56. 56. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital Internet o Vetor da Transformação da Economia: <ul><ul><li>Plasticidade: </li></ul></ul><ul><ul><li>Possibilita uma facilidade de inclusão de novos participantes, possibilitando inserir uma grande variedades de conteúdo e assim uma maior flexibilidade em comparação as redes anteriores. </li></ul></ul><ul><ul><li>Transversalitidade: </li></ul></ul><ul><ul><li>Possibilita uma maior integração de usuários, sem restrições geográficas, políticas ou sociais de uma forma barata. </li></ul></ul><ul><ul><li>Seletividade: </li></ul></ul><ul><ul><li>A capacidade de selecionar as trocas de informações, em relação aos remetentes e os destinatários, sendo através de email(um para um), ou através de boletins (um para muitos), ou em fóruns (muitos para muitos). Sendo assim facilitando a busca por parceiros adequados. </li></ul></ul>
  57. 57. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital Segundo Paradigma da Economia Digital: <ul><ul><li>Desmaterialização: </li></ul></ul><ul><ul><li>A informação não possui propriedade física, como nos CDs e outros, que hoje migraram para a Internet em formato de dados se a necessidade de possuir fisicamente. Com isso ocorre uma maior circulação de textos, sons e imagens e acaba reduzindo os custos fixos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Intensidade da Informação: </li></ul></ul><ul><ul><li>Com o a intensidade de informações dos produtos, acabou ficando indispensável a informação na compras de produtos como carros e outros. </li></ul></ul>
  58. 58. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital Ebay: <ul><ul><li>Intermediação Eletrônica: </li></ul></ul><ul><ul><li>O site eBay é uma forma de intermediação eletrônica que conecta os vendedores e os compradores para os mesmo concretizarem as negociações. </li></ul></ul><ul><ul><li>Em 2008, eBay teve lucro líquido de US$ 1,78 bilhões. </li></ul></ul><ul><ul><li>Estrutura: </li></ul></ul><ul><ul><li>B2B </li></ul></ul><ul><ul><li>B2C </li></ul></ul><ul><ul><li>C2C </li></ul></ul>http://mundodasmarcas.blogspot.com/2006/05/amazon-livros-dot-com.html
  59. 59. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO <ul><ul><li>Início 1999 Jack Ma </li></ul></ul><ul><ul><li>O fundador da empresa, Jack Ma, era professor na área de educação; junto com alguns colegas resolveu lançar um site que facilitasse a vida de pequenas e médias empresas na China, ao prover uma ferramenta onde pudessem anunciar seus produtos e serviços globalmente. </li></ul></ul>Internet e Economia Digital Alibaba: http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2010/03/18/alibaba-com-chega-ao-brasil-para-impulsionar-comercio-exterior/ <ul><ul><li>Alguns dados: </li></ul></ul><ul><ul><li>47,7 milhões de usuários em mais de 240 países </li></ul></ul><ul><ul><li>17000 funcionários </li></ul></ul><ul><ul><li>US$ 161,9 milhões trimestral 2009 </li></ul></ul>
  60. 60. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital Amazon: <ul><ul><li>Início 1994 Jeff Bezos </li></ul></ul><ul><ul><li>Jeff era investidor da Wall Street, quando decidiu trilhar seu caminho na rede internacional de computadores, começando a vender livros, “Estantes Eletrônica” com isso mudou-se para Seattle, pois lá encontra-se uma das maiores distribuidoras de livros a Ingram. </li></ul></ul><ul><ul><li>Alguns dados: </li></ul></ul><ul><ul><li>Crescimento anual de 2.300% ao ano </li></ul></ul><ul><ul><li>Investimento Inicial de US$ 1 milhão </li></ul></ul><ul><ul><li>Primeiro Mês 45 países e todos os 50 estados americanos </li></ul></ul><ul><ul><li>Faturamento: US$ 24.5 bilhões (2009) </li></ul></ul><ul><ul><li>Lucro: US$ 902 milhões (2009) </li></ul></ul><ul><ul><li>Valor de mercado: US$ 59.7 bilhões (março/2010) </li></ul></ul><ul><ul><li>Valor da marca: US$ 7.858 bilhões (2009) </li></ul></ul>http://mundodasmarcas.blogspot.com/2006/05/amazon-livros-dot-com.html
  61. 61. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital Buscapé: http://blogs.estadao.com.br/renato-cruz/a-venda-do-buscape/ <ul><ul><li>Grupo de mídia sul-africano Naspers (2009) </li></ul></ul><ul><ul><li>Suas receitas vêm de publicidade, venda de plataformas de comércio eletrônico e ferramentas de busca utilizadas em mais de cem portais e websites, como Americanas, Microsoft, Globo e Abril, e mais de 320 mil lojas físicas e virtuais. </li></ul></ul><ul><ul><li>Alguns dados: </li></ul></ul><ul><ul><li>Preço de Venda US$342 milhões (2009) </li></ul></ul><ul><ul><li>Criada há dez anos por estudantes da Universidade de São Paulo e da Fundação Getúlio Vargas </li></ul></ul><ul><ul><li>Inicialmente 35 lojas cadastradas e 55 mil visitas ao mês </li></ul></ul>
  62. 62. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital Biografia: <ul><ul><li>Erik Brynjolfsson: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Professor de Gestão da Universidade MIT Sloan School of Management </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Diretor do Centro de Negócios Digitais do MIT </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Presidente do MIT Sloan Management Review </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Diretor de Investigação da CNRS , Tecnologia da Informação e Sociedade TICS (2002) </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Yannis Bakos: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Professor de Gestão da Universidade de Nova Iorque. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ph.D em Administração MIT Sloan School of Management </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>MBA em Finanças pela Universidade MIT MIT Sloan School of Management </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Mestrado em Engenharia Elétrica e Ciência da Computação pela Universidade MIT Departamento de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação. </li></ul></ul></ul>
  63. 63. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital Agregação e Concorrência na Internet: <ul><ul><li>Visão Global: </li></ul></ul><ul><ul><li> A internet surgiu como um novo canal para a distribuição digital de informações, tais como software, notícias, cotações da bolsa, música, fotografias, clipes de vídeo e relatórios de pesquisa. Ex: America Online </li></ul></ul><ul><ul><li>Impactos em Custos: </li></ul></ul><ul><ul><li>Redução radical de custos em relação a distribuição e reprodução de bens de informações. </li></ul></ul><ul><ul><li>Economia de Agregação: </li></ul></ul><ul><ul><li>Pode ser utilizada para inibir entrada de concorrentes, mesmo o produto do mesmo tendo uma qualidade superior, porem ele pode acabar afetando a entrada de novas tecnologias. </li></ul></ul>
  64. 64. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital Agregação e Concorrência na Internet: <ul><ul><li>Executivos Buy.com: </li></ul></ul><ul><ul><li>As estratégias de preços, são desenvolvidas para possuir uma reputação de baixos preços . </li></ul></ul><ul><ul><li>Monopólio: </li></ul></ul><ul><ul><li>Dependendo de como é feito o uso da agregação da economia pode ocasionar o monopólio. </li></ul></ul>
  65. 65. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO FIM!

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