Estratégias de ensino aprendizagem

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Estratégias de ensino aprendizagem

  1. 1. E' r-àww», _ _W , ¡ ESTRATÉGIAS DE ENSINO- APRENDIZAGEM @EDWORA VOZES JUAN DÍAZ BORDENAVE ADAIR MARTINS PERE| RA 25. 5mm _marra- Em: rmummmuw~«m«a. w~wm_m_›mzwanww~». wmmm '
  2. 2. O ESTUDO DIRIGIDO t. Em que conlllle? o estudo dirigido e uma atividade realizada peIos aIunos_ com roteiros previamente traçados peio protessor. coniorme as necessidades do oIuno ou da ciasse. o estudo parte da leitura de um texto escolhido peIo professor, tratand › pg em_ de um. , leitura ativa e não passiva. No estudo dirigido, o aluno. seja tn ' tduairnentc, seja em grupo, tera que trabaihar bastante no texto entregue peIo professor_ usam. , sua propria criati ade na interpretaçao e na extrapoluçño do conteúdo do tem_ 2. Pura que é út| l Quando bem planejado. o Estudo Dirigido ! em Várias funções positivas: . Motivo os aIunos. porque. :m otiiizar um texto bits-iso interessante. desperta a curiosidade do aiuno. Adcmais. o estudo dirigido e apresentado ao. aiuuos como um rIcsaIto d sua capacidade unaiitica e criadora. oito como uma Ieitura a mais. b. Desenvolve a capacidade analítica, poix a compreensão do (tmn cnnlído no lcxlo básico e alcançada pcia am¡ se cuidadosa do mcsnro. c. Ensina rt integrar idéias. ja que . se espera dos alunos que organizam suas idéias na síntese final. d. Excila o taIento criador ao oiereecr oportunidades dc rriuuiiesroçoes pccsunic dt» traduçao, interpretaçoo e extrapoiaçno. e. Desenvoive a capacidade dc observar e avaiiar (comciêncin critica); os alunox sao estimuiados a perceber Iacunus no texto e a juigar a vttIidarIe dm aiirmacocs neIc conlidin. Em resumo, o Estudo Dirigido ensina a estudar e a aprender. ao mesmo tempo que ensina a materia ou discipiina em questao. 3. como pIanejar o Enudo Dirigido As etapas compreendidas no pianejamento do Estudo Dirigido são: A. siueraae uma primeira etapa do Estudo Dirigido consistirá em soiicitar do aiuno uma visao gIobaI. sincretiea, do texto, mediante normas simpies oferecidas peio professor. os aIunos observam os tituIos e subtituios, adquirindo uma visao da estrutura ou organiraeao do trabalho a estudar. B. Anália o proiessor tormuia questoes cIaras e sirnpies para serem respondidas seja com base no texto. seja interpretando a ideia ou intenção do autor, associando idêiasr exercitandu o raciocínio e a imaginação e desenvoivendo a criatividade. 739
  3. 3. C Sínlne Com base nu que o aluno leu e assimilou. u proíessor propõe problemas práticos a serem resolvidos. Além dim. solicita conclusões do aluna, sobrando qunndn lor possivel a petquisu complementar. EXEMPLO DE ESTUDO DIRIGIDO N. ' | Uuruxhnu Look nm Auuulrlu Duplex ÇÃO e sllac eorue-quêrleias Pm/ r-»ur Yení-Iu Just' rle Andrade o u-ma Dnmcxllcnç c sum cnmeqüêncnax. dcscnvnlvldo no lcxm que lhes lu¡ uurnuuulu mgum, »em euuuuln pur VOCÊS. :Através da lécnícn rle "ESTUDO DIRIGIDO". . u lula¡ (leur lrabalhu, ocês devtrño »er uopzze: de: 7 del . r . .ramal dnluésfco: dimngulr . .ramal : lume-suco de ammal wlvagrm. 7 amar hiunnrnmcnlc os aninmic dnmeellem; 7 dmmgulr . lumeu. na. . rle domcslicidadc: 7 . ararrerlrar ns alriblllas rlu nmmal donléslim; 7 luar ar hum: éuucos v: dmingmr ulribnlos moríológiclut. Íixiclógims e 7 perceber a¡ rnrpurranrra du eslndo na dnmexlicnçãx) dus anima¡ PMA «hangar . u umerunr aclmn. dg' a~ lnslruçõcs: l. ' PARTE ¡cmpir 2o 'nulm 'l ruhuluu lnduldual 1. Leia mlo o lcuo. asslnalando as nunes qucjulgnr inlcrcxianlns. 2. Subhnhe palalms umas e busque Slgnihcndo para n» mamas. 3. Em : uso de dúuda. chame o proícxxor (diicrelamenlc. para não alrapalhur os colegas). I mbalhe silcnclmamcnlt 4. IL' PARTE: lempn: 25 minulm Trubalho inllnidual Cum ba. no muo. rrspondn as quem-m apalru l. n: a uma : dação das dllcrcnçni lundamenlnis enrre anlmals domésticas e W “Hans Lnllmerc : Animals doméu' os euju ongem remonle a cl Ilnmána era sccundàrla hm (rmpn Z _M10 nracuru _ › papagaio ' ““° cum 240 uurrr» loca¡ gmllllhn eleluules Cumn an. . rhnnlndox ln nninun (In ¡rrupo . l~: ns rlu grupo 2:' Uuzd a dílcrcnçal luuuruueulal cmrt u: dnic prupuw 4 uam espécie nmmal que pnssm ser dumeuícudn. dcverfl paxeur por ue; ccrñpios. Oums xãu? camelerue-ps. s Canwlerwc as me: da rlomesl¡ van a Por que e para que “domcsucnr animals"? 7 Dn relueau abaixa sclcclonunlos os : llribulm élnicoa, nloríolugllus. una, lógicos r- econômicas: r 7 plumagem, lnrma uu : Ausência ue elulres, produçao rle came. larga nlulri7 upudaa leuerr cor das mucusas, cspcssura ua pele. cmpcrar memo Iiníáucn, reuaunenrn rnlegral. ¡vnlducño de lelre. avos e ln. lexlum do¡ pelos. aplidlllqcenêxúca D s. Dllereucie m alrrbulps íisiologlcoschnmadosdo l. " grupo dos do 2. grupo. 9. Qual a diícrcnca enlre rlpmesueaeau e dnmesucldade? IU. uuenrru que o envplo e um ammal dnmésncu. lrmrlrque. IIL' PARTE: Tempo: Sominulm Tnhalhv em grupos l. Discutam as perguntas pa JF pane do Estudo. 2. Revpondarn as qucslbes abaixo, alseullnrlp opinibes, exemplos, ele. Au Ílnal. um reptevmlanle do grupo apresenrmá as conclusões em palne . n. a» pussuel estabelecer um limlle erure animais domésticos e selvagens? Juñliliquc b. a dumeslicaçàlv pod: :: au r modificações de orrlcm fisica e uompumv menlel nos animais? ;url que. .- mltem : m lexlo e rclciam os róplrm “apidãc" e "Iunçâ »ejam u exemplo', escmwm cum) exemplo que dclnlmslre 1¡ . lilerenea eaue aplular. e hln u Esses du runcellos «usarem alguma aplicaçñn um dnmcsuc ¡«. cm melhoramclnn animal? W. - PARTE: 'lcmpu 20 nlilulhux Painel de correção
  4. 4. m. 242 4. como : Murm- um Eiludn Dirigido A seguir. uniu lisla das pergunlar que o prolessor poderia ir respondendo à rncrlirls que elabora o rnnierial para o Estudo Dirigido: A. Objzlivm: _ que inlormaedes desejo que meus alunos adquiram? 7 que habilidades inlclectunis eles precisem dmmvnlvzr? n. Seleção de lexlo: 7 o Iexm lol selecionado enlrc os melhores sobre o assunto? 7 s linguagem do : erro e adequado ro público! 7 o que o lexln lem p | serislerer os obierivos que seleoioneil - O que o Iexlo tem PIII lnlerunr M lllllloí? 7 o que o ierio apresenl. relacionado cum o unidade e com o que os meu¡ alunm pros-irem? 7 como vou apresenrer o lexlo aos alunos: mimeomi-do ou no própria livro” c. Analise do mio: 7 quais m lermos nov - 7 exrnbecimenios novos que rrrr. de lorma clln; 7 eonlrecimemos novos que mr mnsexigtm errpl : do: 7 possibilidades para os alunos iarerem assoeircees; ~ possibilidades par¡ relacionar, nclocirur: - exlensio do lexm: 7 neeerodede de r . puedo, eondeosredo ou reeslrulurreno. n. Elaborada das quesloes: n Orienlar e ¡eílurl quanto e: 7 lerminologiu. lulas. concelios. clnsmicnçio. analise, eriliee. 2) oricnur a ossimiloeio dos couliecimenlos e o desenvolvimento de habilidades. nledianle r lormulmo de pergunlas que exijam: 7 resposirs com elaborecao menlnl. revisao de classiiicreio. iormulreno de esquema. releeao enlre lulas; 7 explicação dos lemos; 7 sinrese: 7 elaooracno de concehm proprios. exlrlpoluia: 7 inlerprelnçln de simbolos. legenda, pratico; 7 crllien ou nvulílcãc: 7 conhecimenlos -presenlados no rexio e mais ainda. a esroeiacao de eonlreoirnenlos adquiridos onberiorrnenle requerendo o uso de hahílidndes ime- lecluais. Fodzm ser usadas quesldes rbenos, ordens direxei, pel-zum: : de múllipla-zscollu. pcrgumls verdadeiro-film, ou r técnica de lacunas. E. Análise do Esludo Dirigido pelo próprio pmísior. emos de aplicar: 7 resolver ele mesmo, as qllnlbes elaboradas; 7 verificar, ele próprio. .r quesioes qlunm i clnmz¡ e compmensln; _ analisar o lcmpo gasio e u dirposkno du queriam: 7 elaborar meios par. avaliar o esludo dirigido, rende em vlsia os nllicli os. A correçnn godcrá ser leila de iorrnu glubnl, individual, cruuda, em grupu, em painel e ourras lornrrrs. EXEMPLO DE ESTUDO DIRIGIDO N' z Dfxcipllnu. Pnlnlngild Pm/ oxxnr: wilson Ferreira Lúcio Peler Fisher Raimunda Hillon Girao Nogueira INTRODUÇÃO En: esludo dirr ido e uma bemriivr de eplieeedo de Ivnnçcrs da Melodolo Ensino na ÃNl de Pololorio Anim busca-se um¡ melhor Iprendiugem : través do eslorçn pessoal leviiandose lspeulo, repelicilo e dclnslgcm); maior aquisicao de conhecimentos; maior rproveirrmenlo dns rules prálicns (que. A nredida do possivel. ncompnnhnrlo o desenvolvimenlo d¡ parte abrangida por este esludo). De» ido d limihlçio dr. qudnlidrde de exemplares de livrd-lexlo, esle erludo ser¡ reolirado crn grupos. o lraballio em grupo requer algum: : condlcõt¡ especiais. ou seja, liderança, lrrrmonio, homcgnncidldc, cornpreenrao, liber- dodc dc discussao, respeiio i opinilo . lucia, ORIENTAÇÃO PARA O ESTUDO Pin um melhor apmveilumenln dnle enudo. procure seguir nl seguintes inslmcõeb: l. Ler o lnxln eienelosamenle, dueuiindo us iermor novas e os lopicos surgidok, assim como as duvidas uprerenrudrr. . z. llesponder rs quesloes do esludo dirigido. buvslndo as respmlls no (um. s. consullar o proieseor, cm uso de dúvida. A. Accmpanllur n com-cia das ouesloer. no iim do periodo previsro. disrulindo oe pornos duvidosus. s. Reler r mnlêri: esiudeda. em periodo exrruelosse. para uma mclbor lixaeao. AVALIAÇÃO o periodo que compreende eslc erludo dirigido replesantn 45 ponlos. com r scguime disuibuiçño: ls ponlns para avaliações posleriorcs u cada unidade ou subunidode e 30 pornos para a avaliacao linal ao curso. _ Após eoda unidade ou subunidnde, sera leila urna ovalmeoo valendo 3 pornos. Para erra Ivnliucãn seria sorleedo um aluno de cedo grupo e r contagem por em child. : ser¡ também a do grupo. Eric procedimenlo vise l uma aomo- geneiraello do rriudo dentro do grupo. _ l Os ao pornos resrenles serao oblidos individualmente no lrnal do periodo. através de prova leárico-ptálica.
  5. 5. UNIDADE 1 _ SISTEMA DIGESTIVO Sul-anuidade 1 -- Cuvidnde bind. auõílrlln pvécúônlln e enõmllñ asnsnvas 7 Dilgnoslicar nucm e rnicrosnopienmenie a¡ : Menções bucais, esuugieas, pré-gástrica¡ e gnu-im. EXPERIÊNCIA 1. . um. ões bucais. esoügius. pré-Murici: e glstricls (etiuplbogenia e cause enem): z. oneeruçao macmscbpica dns uiiençbe 3. Observação micmscópiu das : nunca: . ATIVIDADES (2 lumml) 1. Museu: ahservlclo de peçls 7 dixcusslo: 2. Necrôpxi: : mnnuseio e ubservlçlo de cuvídnde buul, esôilgu, pré-anõ- migo e eeranie¡ 3. Hislcmliologl nbxervlrltsõcs: A. anne. biuiiogruie. de . Incrições bucais. cwllgicn, pre-gundo. ; e gAsu-itns. m 151m1. A UXILIAR l. Peçls de museu; 2. Animais peru necróp i. ; 3. Mmerial de necrópsia; 4. Microscópio: s. Lâminas: a. Dinposixivus macro e . niemeednieos du ¡Jlenções de suuunidnde. BIBLIOGRAFIA 1. Smilh a James. pp. 521x531; 2. Dplalim: a. 1..1›1› 1. Kennedy, p. 1.54 b. Mieuede sr Caim, p. 289-388 a. Runnells 7 Mnniux. p. 513-542. A VALIAÇÃO 1. Cada aluno soneado mcebzri pec: : e limims par¡ diagnosticar, 2. ? mu objetiva (múltiplrescolhl e V e F) par¡ miar compreensio de : liopnlogema e conseqüência. TEMPO 7 horas (incluindd IVMÍJÇÂU). OBSERVAÇÃO Nan lavando uúnul pm necxópsil. lodos os alunos irao pm o museu. SUBUNIDADE l Cnvldlde Izumi. 561g». yné-mñmnp e Iáñlnnp Rzcamendaçõc: D3¡ seus aluno¡ pesso depende o sucesso da . Iprendizlgem. lui¡ o capitulo X '11 (v. E10). com cuidldo. né . I pigim 531 (inclusive). A seguir, procure responder às questões abaixo. Em caso de dúvida, volte w und e. .. bom (mhalho. 1.1.1 A supuiicie mucvsl da cnvidad: oral : sli sujeita 1x inlizmnções exsudu. livns comuns. V - F 1.1.2 A. causas químicas mais Comuns da inflamação du cavidade om! são R: rubsmneins cnquanm n. euusus 1 cus nos hcrhivnros são e nos carnivarm. 1.1.3 A inilnmacño da mucosa da boca chama-sn 1.1.4 Relacione abaixo M¡ causas virais u: blclerinnls d¡ esiumatiic. 1.1.5 Umu du¡ principais cuusns dc úlceras bucais no clo é l ummin pur lcplnspimse. V - F 1.1.6 (Veja l ¡niginu 236). A leíào d¡ febre allow m¡ clvidud: uni de buvinus é Td_ com exsudato . 1.1.7 0 que os nnitnlcnos clomdm determinam comumente. nn clvidnd: bucll dos bdvinns? 1.1.! 0 desenvolvimento e emergência dos dentes podem estar ! cuidados no ruquiiisnio. V - F 1.1.1 Os neoplusmas d¡ cuvidnde bucal das . ninui. domésticos m; benigna: malignos 1.1.10 Fui-¡ngiie e um processo degenemivd d¡ laringe? V 7 1-' 1.1.11 Os cilcillos salivares. formados nos ductos das próPrins glândulas. denominam-se 1.1.12 Esoiagílc e uniu alteração freqüente da esmaga. v 7 F 1.1.13 De que depende 1 farmacia de estenose csolágica? 1.1.14 E freqüente n nberruein de esôhgo en. bovinos por ingestão de í en. função dn pouca seiedvidnae alimenlzr. Essa obstmçln, por impedir pnciel ou totalmente e emciuçno, derermine d capu de rrmur o animal em pouc-s horas. 1.1.15 A enemies. . pureini do : :Mago pode delemiinar e se l condição persistir hAVBrâ pnssibilidnde de formação de . d devido as pressões mecânicas. 1.1.15 CJSpímcerca lupié um plrasiln de esñhgn de cães e u. .. lesio e do tipo que, devido 1 irriueio crônica do mesma. pode evoluir par¡ .
  6. 6. 246 1.1.17 Timpanismné um acúmulo cxmullc dr. ,>_ . .o pnêreilõmngo. 1.1.13 Denire os gases formadas ern um caso de nmpanisrno assinale om toxic-ml. Mciano 7 Dióxido de carbono 7 Mcnôxlda de carbono e Acirlu sullidrico. Por que n. plunlux ienras que nao pmdnmm 1125 podem ¡lmvncnr linlpanlxmn? Oual :1 provável ação ioxicu do acido sullislrico? 1.1.21 o rinrpanismo úmido iespumosol dilercnsia-se do seco porque os gases cimo misiurndos vom líquido¡ de iensao super Ílclal. 1.1.22 Dc acorda corn o seu rurso, lodn zimpanismo e agudo. V - F 1.1.23 one npo de nrnpnnisrno resulrara da pressao de linlonbdiax aumenladas de volume, sobre o esolngo? 1.1.14 Rchcione as principais conseqüências dc urn llmpnnlsmo Inlc morrem: 1.1.25 Baseado no que você aprendeu sobrv (lmpanismo. faça um dizgnáslico dilcrenclal deu: com o rimpanismo poxlrnlorlcnl. 1.1.26 Alimentos de má qualidade ou pouca digtstihilídlde levam | uma dos movimenms rumenais msn da nora hacleriana Iermenlallva, levando a uma da produção de gás. 1.1.17 Na nronia do riimen ocorre dns baclérins puireiativas. Essa decompos ão do conieúdo runiennl causa producao de que. uma vez absorvidas, decerrninarn uma ns vezes raral. 1.1.28 A mucosa do rúinen cslá su] ta à lol-macae de pouco prolundas, que se curam inicialmente por e linalnienie corn ! armação de 1.1.29 o exame hacleñolbglm de um¡ úlcera rurnenal usualmente mosira o Sphtmphar-u: vlzcmphorlu como invasor. v y F 1.1.10 A niperplasia da camada quenrirnda do epiielio rurnennl. com persis- tência de seus núcleos. denominase e pode ocorrer por açln de suhxlânc ls quimicas imranres como 1.1.31 e ¡requenie e ncnado de n17; ptêveslômzgcx. principalrncnre renculo dos bovinox, pois esres nao possuem um goslu apurado. A consequencia mais lreqllenre e imporrame da lvançn de um corpo estranho poniingudo no reileulo. no alcançnr o perieardio e Geralrnenie, o corpo estranho punlingudo nvanca lenramenle em direçlo no perlcárd' . dellllnda nl sua irajeiória. LLC" CISD n corpo eslnnha ¡enha 11ml¡ uajrlbri¡ diferente  do peritñrdio pode ocorrer _e mm iarmseno de em Algum: : víscern abdominais. DE exemplos de um grlnulnml e dois neopllsmls que podem ser observldns nos preesiamngos. 1.1.36 A sinloineioloul¡ ¡enl de uma gnsirlro e dor. vomilo e anorexia. V - F 1.1.37 Coloque n elm nos parenleses correspondentes: - Gssirire caiarral aguda e Gnsrriie hemorrágica aguda » Gasirorragia _ Dilnraeao gusirica aguda úlcera gasrric¡ - sonrecnrgn gasrrica e Neoplnrmas gislricos 7 onsxriie ' : :mudam-zu I › Mncosa espessnda. iniensamenre avermelhada. presenca de muco misiuradn oom sangue livre e, rnicroseopicnmenie. inlillncln de linlécilox e polimorlonucleares. l l Processo inflamalório do eslõmago. ( › obsirucao espasmódic¡ dos orilicios gáslricos. l Fim e piloconcrecso. rolha de borracha, bico de mamadeira, plas- ricos. l l Muccsa espesssda, avelmelhada. com grande quantidade de muco e. microscoplcnmenre. infillraçãn de Iinlóciws e alguns polimorlo nucleares na mucnrs¡ e suornueoss. l l Liniosareoma de leyorniemn. l ) Presença de sangue livre no comendo gástrico. sem sinal de pm' cesso innnmaroria. i ) inflamação com destruição local da mucosa e suhmucosa. CONSTRUÇÃO DE MODELOS E SIMULAÇÃÍI A aplicacao do enfoque de . lixremas a pzsquisa e ao ensino das ciências e da Administração tem tida como conseqüência um grande entusiasmo pela construçao de 'modelos' imiiniivos da realidade. embora simplificados. esiudnr as relações emre seus componenres. muiln úteis para 247

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