Ritual do grau 30 da maçonaria cavaleiro kadoschi

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Ritual do grau 30 da maçonaria cavaleiro kadoschi

  1. 1. SUPREMO CONSELHO DOS GRAUS ESCOCESES 4 A 33 PARA O BRASIL Registrado como Pessoa Jurídica no 2? Ofício de Títulos e Documentos de Brasília, D. F., e no 2? Ofício de Títulos e Documentos de São Paulo, S. P. RITUAL DO GRAU 30.'. CAVALEIRO KADOSCH ou CAVALEIRO DA ÁGUIA BRANCA E NEGRA Praça Carlos Gomes, 67 - 7? And. - Conj. J São Paulo - S. P. 1980 ¡ -= -í~-~ '-3' 1 Ju_ a l . -el C' a í' IJ' -II-J' g I l I u¡ . -LVÍI ¡__, ,_I __ rl' _ í 'I, :I-_F'. .I. .I_H' '_ _ w' I ' i " Iih' ¡ ' l Ii ¡ _I'm , l-
  2. 2. SUPREMO CONSELHO DOS GRAUS ESCOCESES 4 A 33 PARA O BRASIL Registrado como Pessoa 'Jurídica no 2.0 Ofício de Títu| os e Documentos de Brasília, D. F., e no 2.0 Ofício de Títulos e Documentos de São Paulo, S. P. RITUAL DO GRAU CAVALEIRO KADOSCH ou CAVALEIRO DA ÁGUIA BRANCA E NEGRA Praça Carlos Gomes, 67 7.0 And. Conj. J São Paulo - S. P. 1980
  3. 3. LVCEM PACEM IVSTITIAM VNIVERSE PORTO SUPREMO CONSELHO DOS GRAUS ESCOCESES 4 A 33 PARA O BRASIL LAUS DEO! GRAU 30.'. CAVALEI RO KADOSCH ou CAVALEIRO DA ÁGUIA BRANCA E NEGRA ATENÇÃO Este Rit. '. é de exc| usiva propriedade do -ar. '. Cons. '. dos Graus Escoceses 4 a 33 : :a o Brasi! , com sede em São Paulo - Capital. O portador é considerado apenas seu pos- 2_ dor temporário e com o compromisso de o : aolver à Gr. '. Secret'. do Supr. '. Cons. '. *3 caso' de inatividade, ou por óbito pelos seus "ewiiliares, ou herdeiros, não cabendo, em qual- ñser caso, indenização de seu custo, desde já : :insiderado justo pagamento pelo uso havido. A inatividade compulsória implica na auto- mática devoiução. Só será considerado como exemplar oficial 3 R¡t. '. que tiver o número registrado na Gr. '. Secret. '. do Supr. '. Cons. '. dos Graus Escoce- 59s 4 a 33 para o Brasil e a assinatura do Gr. '. Secrf. ou seu substituto, bem como o respect'. "Çimero de ordem e data. (H Né 1711 'g3 _, _¡¡ 15333 Numero Data # 4M; I XI Grfâsefjévdo
  4. 4. ÍNDICE Decoração do Templo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 Administração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 Escada Misteriosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8 Denominação do Grau . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 Câmara do Grau 30 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 Legenda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 vestimentas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12 Insígnias e Jóias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .12 Abertura dos Trabalhos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15 Iniciação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18 Compromisso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34 investidura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35 Cobridor do Grau 30 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36 Encerramento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 Cobridor dos Gruas Intermediários . . . . . . . . . . . . 41 _í_ Tí í¡- DECORAÇÃO DO TEMPLO O Templo é pintado ou forrado de preto, tendo a abóbada azul e semeada de estrelas. Nove colunas brancas estão colocadas no Oriente. Por cima do trono do Presidente, há um rico ' dossel de estofo preto, semeado de cruzes teu- tônicas. Bordada ou pintada sobre o tecido que desce do dossel, uma grande águia bicéfala coroa- da, de um lado branca e do outro negra, segura nas garras um punhal. Do seu pescoço, presa por uma fita preta, pende uma cruz teutônica vermelha. Sobre o seu peito, vê-se um triângulo equilátero com a ponta para cima, no centro do qual está gravada a letra G. O Altar, que está diante do trono do Pre- sidente, acha-se também recoberto por estofos negros. Sobre ele encontram-se a Espada reta da Justiça, as Grandes Constituições do Rito e os Estatutos do Supremo Conselho, sob os aus- pícios do qual trabalha o Conselho de Kadosch. De cada lado do trono, acham-se dispostos os Estandartes do grau. O Grande Estandarte ou "Beauceant", que tem duas faixas horizontais, sendo a de cima preta e a de baixo branca, representando, nosimbolismo da oposição das cores, a Luz e as Trevas. O segundo é de cetim branco, de três pés quadrados de lado: em cima a inscrição DEUS O QUER; no centro, sob a divisa, está bordada uma cruz teutônica, em ouro e carmezim, com o número 30 no centro; mais abaixo estão bordadas as palavras ORDO AB CHAO. O terceiro estandarte é de seda preta, 5
  5. 5. com as mesmas dimensões do anterior e com franjas de prata. A inscrição VINCERE AUT MORI está bordada diagonalmente, do ângulo inferior esquerdo ao ângulo superior direito. No ângulo superior esquerdo, uma águia bicéfala com as asas abertas, tendo nas garras um punhal; no ângulo inferior direito, uma cruz teutônica vermelha. A Loja acha-se iluminada por 81 velas dis- postas em castiçais de 9 luzes cada. Este número poderá ser reduzido para nove, em velas de cor amarela, colocadas em castiçais de três velas cada um, sobre os altares do Presidente e dos Vigilantes. No centro do Templo está colocada uma Escada dupla, com sete degraus de cada lado, terminando por uma pequena plataforma, cha- mada a ESCADA MISTERIOSA. Os degraus ascendentes estão voltados para o Ocidente. Em um dos montantes Iê-se a inscrição AMOR A DEUS, e nos degraus, de baixo para cima, as seguintes palavras: 1.0 Matemática, 2.0 Astro- nomia, 3.0 Física, 4.0 Química, 5.0 Lógica, 6.0 Retórica e 7.0 Sociologia, que são as ciências ou artes liberais da antiguidade e simbolizam todo o conhecimento humano. Os degraus volta- dos para o Oriente, são descendentes. Em um dos_ montantes está gravada a frase: AMOR AO PROXIMO, e nos degraus, de cima para baixo, as palavras: 7.0 Justiça, 6.0 Benignidade, 5.0 Can- dura, 4.0 Fé-Firmeza, 3.0 Perfeição, 2.0 Tole- rância e 1.0 Prudência. Os dois lados da Loja, em que ficam os 6 . EETOS dos Cavaleiros Kadosch, chamam-se "re- : es [e o local da sede da Oficina denomina-se IU 0 Conselho de Kadosch ou Areópago tem : seguinte administração: --zes - ? residente - com o titulo de Grande Vene- 'Lei - Sábio Mestre - ' 3 Gr. '. Vigilante - com o título de 1.0 Juiz - 2.0 Gr. : Vigilante - com o título de 2.0 Juiz Z ; nitários - Crador - com o titulo de Grande Cavaleiro : a Eloquência - Secretário - com o título de Grande Secre- : ário-Chanceler Oficiais - Tesoureiro - com o título de Grande Tesou- reiro - Hospitaleiro - com o título de Grande Hos- pitaleiro - M. : de Cerimônias - com o título de Grande Mestre de Cerimônias - lntrodutor ou Experto - com o título de Grande lntrodutor ou Grande Experto - Guarda da Torre - com o título de Grande Guarda da Torre. 7
  6. 6. l Os Dignitários e Oficiais poderão ter Ad- juntos, eleitos com os demais. Nove membros efetivos formam quorum para tratar de qualquer assunto, devendo estar esses: : arszrssri: ãr: :d2“s°: :¡zie*° oo »var »aos uz m» Í grau de Cavaleiro, Kadosch é tambem , 1;» de Cavaleiro da Aguia Branca e Negra. ~- oito classes lvsjiariials; de Kadosch: : scli Israelita ou dos Hebreus, depois da : Tucíio (lo Templo Lie. ? Salomão. »cn Cristão, dos que lutaram pelo Cris- riilO. - IJSCh das Cruzadais, depois da derrota dos ' -tãos na Palestina. - : osch Templário, após o suplicio de Jtactjiiex ; Xiolay. - giosch de Cronwell ou dos Puritanos, depois _- morte de Carlos l da Inglaterra. - . tosch Jesuita, desde Paulo lll até Luiz XV ~ . ILÍUSCh Escocês, subsistente, estranho a todas seitas, livre de ambições, amigo da huma : lade e inimigo do vicio, do crime, do fana ' smo e da superstição. -Jglosch Filosófico, criado em 1786 pelo Gr' Í: ante da França, que pode ser considerado ÍJUO o Escocês. 9
  7. 7. UÍÚWPÓCOLDJU)UIJ- (a) N) CÂMARA DO en. : 3o LEGENDA Gr. '. Ven. : 1.0 Juiz 2.0 Juiz Gr. '. Cavi. da Eloqs. Gr. '. Secr. '.- Chanc. : Gr. '. Tesoureiro Gr. '. Hospitaleiro Gr. '. Mestrs. de CCeri. Gr. : lntrodutor ou Gr. '. Experto Gr. '. Guarda da Torre Escada M ística Colunas brancas Altar Regiões
  8. 8. VESTIMENTAS A vestimenta antiga não mais se usa. Presen- temente, usa-se traje preto, escuro, ou béca. INSÍGNIAS E JÓIAS Para a Administração, colar preto achama» lotado, orlado de prata, tendo bordada na frente, em seda escarlate, uma águia de duas cabeças, segurando um punhal nas garras. Em cada lado da águia, uma cruz teutônica da mesma cor. As coroas da águia e o punhal são bordados em ouro; o cabo do punhal é ovalado, metade branco e metade preto. A jóia, pendurada ao colar, é uma águia de prata, bicéfala, com as asas abertas, medindo de ponta a ponta 2,50 cms. e que se acha colocada sobre uma cruz teutônica de 3,50 cms. de ouro esmaltado de vermelho. A administração do Conselho usará, além do colar, uma larga faixa preta, orlada de prata. Para os Cavaleiros: Fitão preto orlado de -aco e guarnecido de franjas de prata, que usa a tiracolo, da esquerda para . a direita. 't' frente, bordadas em cor branca, as iniciais: K: HJ. e, de cada lado uma cruz teutônica, Inrdada em seda escarlate. A Jóia, pendurada no fitão, é um punhal de 501a de aço e cabo ovalado, metade ébano e : vetada marfim. COLAR E J FITÃO E JÓIA ÓIA A
  9. 9. O Conselho de Kadosch, em Sessão Ordiná- ria, funciona em qualquer Camara; Para as Sessoes Magnas sao necessarias quatro Camaras: 1 ~ o Sepulcro 2 - o Altar 3 - o Areópago 4 - o Senado Não sendo possível organizar as quatro Câmaras, far-se-á a solenidade numa só Câmara, obedecendo-se a decoraçao ja explanada. 14 ÀBERTU RA DOS TRABALHOS (Os CCav. '. Kadosch entram informal- “eíte no Conselho, revestidos de suas in- . ;mas Quando todos ocuparem seus luga- 'as o Presidente dá um golpe com a espada, :_e é repetido pelos 1.0 e 2.0 Juiznoh í . ENERAVEL -- (ll . -i2 -- l! ) . -,Z - (i) *JENERAVEL - | r,'. 1.0 Juiz, qual é o ; eo dever no Areópago? ,JIZ - Certificar-me se o Templo está perto, Sábio Mestre. VENERAVEL - Assegurai-vos disso, lr. '. “ Í . luiz . - lZ - Ir. : G. : da Torre, verifica¡ se estamos : aberto (Depois da verificação feita pelo G. : : a Torre e recebida a resposta): . JIZ - Sábio Mestre, o Templo está coberto. _í VENERAVEL - lr. '. 2.0 Juiz, qual é o , sao dever no Conselho de Cavaleiros Ka- _: sch? _ - . .JlZ - Verificar se os irmãos presentes são L-. valeiros Kadosch. L3 VENERAVEL - Irmãos 1.0 e 2.0 Juizes, .erificai se os Irmãos presentes são realmente Cavaleiros Kadosch. 1 De pé e à ordem, meus irmãos. 15
  10. 10. (Os I| r.'. que estão nas colunas volta -se para o Oriente fazendo o sinal, enquant os que se encontram no Oriente se poe pé, sem fazer qualquer sinal. Os 1.0 e 2. Juízes procedem a verificação e voltam seus lugares): 27.07.1012 *-1+'~1.0,Juiz, todos os llri. da regiã . Sul são CCavi. Kãdoschk 1.0 JUIZ - Sábio Mestre, tõüoveswllr; u. estão nas regiões são CCav; Kadosch e têm o direito de permanecer entre nós. GR. : VENERAVEL - Eu respondo pelos que se acham no Oriente. (l) Sentemo-nos, meus Irmãos. (Sentam-se. Após uma pequena pausa): '. VENERAVEL - lr. '. 1.0 Juiz, sois Cava? IUllO Kadosch? JUIZ -- Sábio Mestre, sou de fato um Cavaleiro Kadosch. VENERÁVEL - Como podeis prová lo? 'JUIZ -- _Subi e desci a Escada Misteriosa. . VENERAVEL - Que significam estas pa- Iavras? JUIZ - Que procurei inteirar-me de todo o conhecimento humano que me foi possivel . alcançar e tentei praticar as virtudes que devem ornar o coração e a mente de todo ser humano e particularmente os de um Caivi. Kadosch, desenvolvendo todos os es- foicos para consegui-lo. 16 VENERAVEL - Que significa a palavra KADOSCH, lr 2.9 Juiz? JJIZ - A palavra hebraica Kadosch, Ka- kch ou Kodesch, significa santo, sagrado, mnsagrado, puro, purificado, e quer dizer que todo Maçom que tiver a felicidade de atingir este grau sublime deve estar isento de todo v_ício e possuir a sabedoria. VENERAVEL - Que idade tendes, lr. '. 1.0 Juiz? IJIZ - Um século e mais. Os Cavaleiros Kadosch não contam sua idade porque a ciência e a virtude não têm principio nem fim. VENERAVEL - A que horas um Cav. '. Kadosch pode começar o seu trabalho, lr. '. 2° Juiz? .IMZ - Ao anoitecer, Sábio Mestre. VENERAVEL - llrs. 1.0 e 2.0 Juízes, pois que as sombras da noite permitem tra- balhar com maior segurança, convida¡ os Irmãos que ornamentam as vossas regiões a se prepararem para a abertura de nossos trabalhos. (Os 1.0 e 2.0 Juízes transmitem o convite): VENERÁVEL - (! ) De pé e à ordem. (O Cavi. da Eloqs. , acompanhado do Gr. '. Mest. : de CCerI. , dirige-se ao Altar, dare o LI. da LJ. e lê em: JOB, 16:17): 17
  11. 11. A GIS. do Gr. '. Arq. '. do Univi. ORDO A CHAO. Em nome e sob os auspícios d Supr. '. Cons. '. EEscJ. 4 a 33 pa _A o Brasil, e em virtude dos poderes de qu me acho investido, declaro abertos os tra f lhos deste ll. '. Conselho Fil. '. de CCav. ' Kadosch . ... ... ... ... ... .. ao Clima de . ... ... ... ... ... .. . . A mim, meus llr. '., o sinal (pausa), pela bateria, pela aclamação (Adonai, Adonai Adonai). VENERÁVEL - O Conselho está aberto. Sentemo-nos, meus irmãos (pausa). lr. '. Gr. '. Secretário, dai-nos conta do Balaustre de nossos últimos trabalhos. (Procede-seà leitura, discussão e aprova- ção do balaustre; leitura do expediente, a que o Presidente dará o devido destino. Circula o SJ. de PP. : e llnfi. . Em seguida dá-se eg trada aos visitantes): INICIAÇÃO VENERÁVEL - lr. '. Gr. '. lntrodutor, diri- gi-vos à sala dos PP. : PP. : e verifica¡ se ali se encontram os Ilr. '. que solicitaram admis- são ao grau 30.'. e que já foram aprovados por este ll. '. Conselho, e dai-lhes entrada no Templo. E vós, lr. : Gr. '. Secretário, fazei a leitura da relação dos candidatos. (Enquanto o Gr. '. Secr. '. faz a leitura, o Gr. '. lntrodutor vai a sala dos PPI. PP. '., escolhe o lr. '. sobre o qual deverá ser feita 18 a e conduz todos a porta do Tudo, onde bate como Grande Escocês é Santo André): . G DA TORRE - Como Cavt. de Santo &rüré batem á porta do Areópago. VENERAVEL - lr. '. 1.0 Juiz, manda¡ ¡errficar quem bate. (Depois de haver transmitido a ordem a: GJ. da Torre e recebido' a resposta): . lIIZ - Sábio Mestre, é o lr. '. lntrodutor os Grandes Escoceses de Santo André, je aprovados, que desejam ser recebidos "este Ilustre Conselho. 'L VENERÁVEL - Franqueai-lhes ingresso, lr. 1.0 Juiz. ' JJIZ - Franquea¡ o ingresso, lr. '. G. : da Torre. (0 lntrodutor conduz os candi- datos ate o meio do Templo, ficando a esquerda): VENERAVEL - Meus irmãos, sede ben- 'dOdOS entre nós. A Maçonaria de vós espera, agora, maior soma de esforços, pois com a vossa recepção neste ll. '. Conselho, con- : raireis maior soma de deveres. Tornando-vos CCav. : Kadosch, vossa tarefa será ainda mais difícil, pois estareis colocados na van- guarda dos missionários da verdade. O grau que ides receber é a imagem viva das evo- 19
  12. 12. luções do espirito humano em sua marc r constante para a luz, lutando no meio o. - forças contrárias, que tendem a desviá-l do caminho. O grau de Cavaleiro Kadosch, que sign¡ fica purificado, chegou, por transformaçõ incessantes, comparáveis as da própria natu reza, a tornar-se uma força nova, um penho de união, posto ao serviço da Maçonaria Assim, compreendereis que, sendo esccr' lhidos para este alto grau, deveis estar purifi- cados dos preconceitos e dos sentimentos egoístas, para consagrar-vos ao estudo e à prá- tica de tudo quanto possa contribuir para a felicidade humana e o progresso social. Vossa influência deverá exercer-se: nas Lojas, para. que só admitam nos seus trabalhos homen livres, de espírito elevado, que se distingam pelas suas qualidades de inteligência e nobre- za de sentimentos; nos Capítulos, para que não percam de vista a obra coletiva, tão necessária à nossa Ordem, e nos Conselhos, para que os eternos inimigos da liberdade humana, não cheguem a dividir-nos, e são eles: o fanatismo, a superstição e a violência. 'Pois só assim poderemos triunfar, reunindo todos os homens numa só força, em torno da tolerância mútua e do bem comum. Guiados pela experiência, animados de . . Gandu inteiro transforma-se, rápida e ¡& tanto na ordem das coisas como na das concepções e das . mts morais e éticas. Devemos seguir í vvsformações com toda atenção, a í à fazêlas convergir para uma maior É à justiça no meio da sociedade, de à que oonstituimos o grupo escolhido, '- à dae elevar-se aos graus superiores da Agra. meus irmãos, é nosso dever fazer- É @nas perguntas de ordem filosófica, a q. : respondereis com absoluta liberdade. (As perguntas serão feitas na seguinte C1): , VENERÁVEL - Como acha deva ser cons- truida a familia? Somente pelo Amor? «IMZ - Quais os direitos e deveres do nor-tem na sociedade? .IIIZ - Deve haver lei para defender e #banir a moralidade? 1 DA ELOQS. - Deve haver liberdade de sumo? _ VENERAVEL - O governo deve intervir tinta ou indiretamente na educação pública e privada? ~ . IJIZ - Que entendeis por liberdade de um zelo sempre crescente, pertence-nos a ini- gammento? ciativa dos melhoramentos reclamados pela A ; nz _ Qua¡ é a base do dkeno humano¡ obra maçônica, considerada em seu con- _ A DA ELOQ¡ _ Deve haver “We ¡nte'r_ Junto. (âmbio entre as nações? 20 21
  13. 13. GR. '. VENERAVEL - Quais os meios e recursos para distribuir a justiça? 1.0 JUIZ - Devemos proclamar e defender a* liberdade de reunião? 2.0 JUIZ - A liberdade deve ser total, absoluta, ou sofre restrições? CAV. : DA ELOQ. '. - Que entendeis por igual- _ dade social? GR. '. VENERÁVEL - Como se deve processar a reabilitação do proletariado? 1.0 JUIZ - Como concebeis a liberdade de conformar os atos as convicções e o direito de professar uma crença que não é a da maioria? 2.0 JUIZ - Por que o respeito absoluto da liberdade de consciência de outrem é a condição necessária das conquistas do es- pírito e do progresso dos conhecimentos humanos? CAV. : DA ELOQ. '. - Que vem a ser o Bem e o Mal na_ordem moral e social? GR. '. VENERAVEL - Meus irmãos, chegastes aos mais sublimes ensinamentos e aos mais completos conhecimentos da Maçonaria. Acaba de rasgar-se para vós o último dos véus que envolvem a luz maçônica. A virtude que adquiristes por ensinamentos cada vez mais elevados, vos dará a facul- dade de discernir o bem do mal, o verda- ~ deiro do falso, e pronunciar-vos sempre com perfeito conhecimento de causa. Agora podeis compreender porque a Maçonaria somente dá ensinos proporciona- @à @nas de cada um; vede por que há íqnmaios, mas poucos eleitos. Assim como os mistérios da natureza aã envoltos num tríplice véu, assim tam- Iic¡ simbolos maçônicos têm um tríplice : um: material, moral e espiritual, sentido 1 z achuire em harmonia com as nossas 51x e preparo do nosso espírito. Consagrai-vos, pois, ao culto da Ver- í pregando pelo exemplo e instruindo ; É Sede prudentes, discretos, fir- É ra fe, modestos e recatados nos atos eramos. Assim como o Gr. '. Arq. : do Univ. '. adro a' imensidade com_ sua Luz, assim za _m5, para vossos irmaos e para a insanidade. Prpclamai por toda parte que os ho- mes sao irmaos e devem amar-se, ajudar-se, e ÍSULIIFSB_ _ Combate¡ a mentira, onde quer que ela &Bra; _procurai destruir o erro e derrotar as : rarxoes que desolam a humanidade. Vosso encargo será grave e difi'ci| . Que roorta? Jamais deixai entrar em vossa drfao desfalecimento. Vossas armas são a ciencia e a verdade. Caminha¡ sempre direi- to. Que o triunfo será certo! AQOFG. meus irmãos, chegou o momen- no de vos explicar o significado dos símbolos ! la-e ornamentam o Conselho e nos fixare- rros especialmente na ESCADA MISTICA ou ESCADA MISTERIOSA, que ali vedes, 23
  14. 14. 1_o JUIZ - MATEMÁTICA - Ciência que esta- ' . - urhacidas ou supostas. A S: 2 refere a extensão ~ linha, super- , - ' entre íGeometrial; se se refere às E uma escada dupla, de dois lanç l _tr aos números cá¡cu¡os (Arm com sete degraus cada um. é . N° “P9” da Pam? V°'Faf*a. fim¡ > ' -ASTRONONHA - Ciência que estuda Omdemev ? sta gravaqa 5.' 'nscnçao' : :Instituição e movimento dos astros; as An DEUS. E _a advertencia de que o nom; t? ! dos seus estudos se confundem com “a0 pode “Ver _sem _a creÚça em um h n @às da civilização. Se confundia, na Suprema "O P""Ê'p'° Crwldor' que c a? com a "astrologia" que era a mam95 ° Gr¡- Arq" do Umvãrso' a ¡$321! trniciência de predizer os acontecimentos "espenamosr ad°ramos e _renr &m0; nos à : Josi-cão das estrelas ou de outros corpos “agem COWJJma Veneraçao M? . e m Aí: : A Astronomia deve, assim, ser a 0” Superwçoes de qumquer espeme' n ãtà favorita dos Maçons, tendo em vista 05h59m dçgraus ? Éceqdentes repre-ÍÊH; m: ;largou aos olhos da humanidade o tam a hierarquia das ciencias que permiive 'em/ ando a a| ma do homem até 3° homem Conhecer O umverso er] que v ' 1.a Foi a Ciência que imortalizou GALl- e que passamos agora a VOS exp 'Car' LEU, a quem a civilização deve a primeira ü todas as liberdades - a do pensamento. - DA ELOQ. '. - FISICA - Ciência que anda as leis dos fenômenos naturais sus- xíweis de serem examinados pela obser- 35o e experimentação independentemente m sua composição quimica ou _da modifi- mão dessa composição. A MECANICA é a : arte da Fisica que trata das leis que ; au-amam o movimento dos corpos (cine- "rural, das forças que o produzem (dinâ- *icat ou do equili'brio destas num corpo en'. rmuso (estática). _ í VENERAVEL - OUlMlCA - Ciência que estuda as substâncias, sua estrutura, pro- : riaíades e as reações que as transformam 25 eis que ela representa a nossa própria vi neste _planeta_ (0 Gr. : Mest. '. de CCer. : coadjuvado pelo Gr. '. lntrodutor, acompanha o candi- dato que à medida que se enumeram as ciências, vai subindo os degraus). belece a medida e a propriedade das gran- dezas; seu campo esta na realidadelconsti- tuído por um conjunto de ciencias_ que estudam as relações precisas que existem entre as quantidades ou magnitudes, e as operações ou métodos pelos quais _as mag- nitudes procuradas podem deduzir-se de 24
  15. 15. #na a aplicação de métodos cien- __ a¡ exame da realidade social; estuda É pás quais as sociedades nascem e Ela estuda a moral dos costumes, »jaz nos sentimentos e a ação da em três grandes grupos: a Quimica a Inorgânica e a Analítica. 1.0 JU| Z - LÓGlCA - (Do grego "| ógos' razão), é a ciência do raciocinio ju_ metódico e coerente. Estuda as leis ›_ ¡hesmdo de 5oc¡oiog¡a mens eievado, pensamento e as regras que se devem c. ' o (h "co5mo_3oc¡o¡og¡a"' que é a servar na exposição da verdade; é a ciê w? .. das ¡e¡¡g¡5es_ abrangendo o estudo que estudando as leis do pensamento, o¡ ; ações organkadas po, homens para dUZ a0 FHCÍOCÍHÍO encadeadd, Para a “ga, " Iefgiosos e o das relações estabelecidas das ¡dém e °°e'ê'3°¡a entre as prem' . . os habitantes, reais ou supostos do e a5 COHCÍUSÕGS- E, POÍS. 0 mét0d0 inn, verdadeiro laço entre o conjunto raciocinio que, levado aos fatos, relemb 'l à gas na snnese dos mundos e, f¡na¡_ que a5 PFBmÍSSÔS ObTÍQaTÓÚ-"IS de T0da$ -r ía. as relações do homem e da natureza nossas ações, são constituídas pelo que ç o Gn_ Arq; do un¡v; _ bom, JUSÍO e belo, COmO UÍI¡ e agrada! _ A_posse total desses conhecimentos, -uh incompletos para vós, só a tereis * 2.0 JU| Z - RETÓRICA - (Do grego " 0 Orador numa assembléia). :ndo a eles reunirdes a Virtude, que é o txeito a vós mesmos e a Caridade, expõe as regras para falar bem, l falar ebdüentemente: é 'ü-Jdü BQUÍÍO de q 3 é o verdadeiro amor ao próximo. l nos servimos nos discursos para produz' bom efeito e persuadir (Dialética), os ouvin- tes. O Cavaleiro Kadosch deve com a ciênci . e arte da Retórica, levá-la do "bem falar' para o "Bem Fazer", com a mesma con vicção de que assim como ela adorna oi pensamento e dá relevo às palavras, na açã e nos fatos ela produzirá ainda resultado melhores e mais úteis. CAV. : DA ELOQ. '. - SOCIOLOGIA - Ciência que estuda os aspectos sociais da vida huma- na. Tem como objetivo adquirir todo o conhecimento relativo ao homem e à socie- 26 (Neste momento o candidato está no 'tino degrau). NEC PLUS ULTRA VENERAVEL - Sobe a plataforma, ir- nño. NEC PLUS ULTRA (não mais além), pois para que possa atingir a perfeição, tão bastam ao homem apenas os conheci- mentos científicos e filosóficos; E por isso que, no suporte da parte que está voltada 27
  16. 16. n» para o Oriente, podemos ler: AMOR AC à é uma atitude ativa e PRÓXlMO. Seus sete degraus descendente: à 'Jefesa do direito natural, que lembram as sete virtudes essenciais s ~ “É ao direito escrito, porque todo homem de bem, especialmente a ur* _ a : _ este é transitório. i1) Cavaleiro Kadosch. As duas séries que ir . - : Ei ; KIDADE - que representa timamente se conjugam e se completarr ' e demonstra que devemos representam: uma, a educação do espirito : if 35, HÍBÍUOSOS. ¡ndulgentes e e outra, a do coração; são dois sentimentos : *re fazer pelos outros o que que se confundem, quando se reconhece ' i5 585 DFÓDFÍOS 0 ÍÍZBSSBm. A Deus no que há de melhor no homem i í ? Olidade 550 ÍHSGDWÉVGÍS, n50 Como vedes, é sobre o AMOR que se “Lê a filosofia torna o homem assenta a ESCADA MlSTlCA. E se o Amor ”: :TQUE a bondadeo torna Sábio. é o fogo sagrado que se nos revela aos ›- 5-30 - CANDURA - quer dizer sentidos pelo calor fecundante do Sol, o ~ à Dureza de sentimentos, a in- Amor ao Próximo, por uma reciprocidade ': 39 pensamentos, a simplicidade de benevolência, caridade e deveres, faz de ' 'filogia Sublime que conduz o todos os homens uma família de irmãos. * : í Caminho da perfelÇão- 50m9me ~ ldes ouvir, agora, a explicação do 1.0 *Soto do dever e das obrigações degrau_ '32 sejam materiais, morais, intelec- 1.0 JU| Z - JUSTIÇA « e retidão constituem a i- ãsoirituais, torna o homem digno base de toda virtude, sendo, portanto, as “ ~:5^“0. principais qualidades de um Cavaleiro Ka- EZERÀVEL - FÉ-FIRMEZA - O Ma- dosch. E a justiça que nos impele a ir -; -m, homem de idea| e de convicção_ buscar nas trevas, aqueles que não tiveram e: :os do ideal são conquistados pela a dádiva Divina de conhecer a verdadeira . Ç'. ,Je a Fé é a firme conl/ ¡ccão das Luz, para mostrarlhes toda a beleza do -2 speradas e a certeza das que se que é justo e bom. Mas a Justiça deve : :F71 Como toda a Virtude é dinâ- estar intimamente ligada à Caridade, porque › : - ideal se realiza num determinado sabe que o rigor absoluto da Lei pode "i-“to, em um determinado local. Dai' conduzir à injustiça ~ SUMMUM JUS, e-: essidade de Fé e Firmeza do Macom SUMMA lNJUR| A - (excesso de justiça, sem esmorecer, perseguir o ideal 'Mae excesso de injustiça). Para a Maçonaria, :: sempre comosentimento de huma- a Justiça é a verdade em ação, e não uma e a suprema virtude do Amor. 28 29
  17. 17. - 1.0 JUIZ - PERFE| ÇÃO - significando o tr balho que devemos desenvolver para domí nar as nossas paixões. E homem por si mesmo, isto é, a plen conquista de suas faculdades e de seu f - turo; é a emancipação de sua vontade, q lhe assegura conhecer o mundo, mas oi impõe uma ação permanentemente con" trutiva, laborando na seára do Amor Un a regeneração -i 1 j 1 VEL - Cumpre-nos, pois, meus ainda' as ciencias e praticar as , a_fin de prestar nossa contribui- ¡ &hde humana. nã¡ voltar¡ aos seus lugares). versal, por isso que só se dando Am 3 ' = VEL - Como já vos fo¡ duo é que Amor se recebe. 2.0 JUIZ - TOLERANCIA - que nos ensi « a ter paciência com os nossos semelhant sabendo suportar os defeitos de nossos i é çavaleiro Kadosch sofreu várias _em seu desenvolvimento a- _ los, _retratando desta forma r- do espirito humano. Por isso mãos. Por isso mesmo os Altos Graus n - - ! de elementos que tiveram ori- são nem favor, nem honraria; ao contrári à "N35 ÉDOCêIS. mas que a tradi- trazem-nos maiores encargos e maiores r _ i ? um Esta nos Iegou, a| ém da pró. ponsabilidades, eis que assumimos o co_ _ ínmçao do grau e das palavras promisso de orientar e guiar os irmãos q vêm trilhando o caminho que já percorr CAV. '. DA ELOQ. '. - PRUDÉNCIA - que sign¡ " Cobridor, vários simbolos que -- nos Estandartes e nas insignias " V3m°5 Passar a uma explica- _ _ _ _ _ 80h e pormenorizada na pala- ca hábil discriçao e é a mais elevada qua E (Nader. _dade de um filósofo. Quando se atinge a1; _ como sabds o nome verdades sublimes, é que maior necessida e : :o- significa "santo purificado temos de prudência. O mundo vive conv e ' “ . _ ; amando o gráu com esta' sionado pelas paixões; o ódio o devora; . . mggguio xvm_ porém como mal substitui-se ao bem e a mentira à : r ' - que se refere à Maçonaha da- dade. A Maçonaria tem por tarefa combat . _ a; sua; oñgens são envonas e destruir essa funesta escravidão. No e ' o pouco que conhecemos nos dever, pois, é nos conduzirmos sempre co 3:8 de lendas e notas sem fun- prudência, esclarecendo os homens, proc 1 circulavam entre os Maçons rando colocá-los a seguro da ignorância Foi asim que um irmão, escre- 30 C Illm. dizia que o grau era atri- 31 mos.
  18. 18. _ à: : V, considerados os responsá- buído aos "Cavaleiros Rosa-Cruzes" _a _ . É norte do Grão-Mestre dos Tem- apareceram no Norte da Europa, em 141 e que nao sao outros que os T. .. r Aê, a Maçonaria Templária Alemã dores de maravilhosos segredos. Nesta af¡ j! outras finalidades, a de fazer mação há uma evidente confusão entre o '* - tegnplária (memória) e recla- Rosa-Cruzes, alquimistas do seculo XVI g1 bens invadidos e roubados pela e o grau maçõnico de Cavaleiro Rosa-Cr _ úlsCavaleiros de Malta. Finalmente I surgido no século XVlll. Oscavaleiros in 7 fi aítioo, direta conseqüência do cados na carta pela abreviatura T, era na Alemanha, os Cavaleiros Teutõnicos, o " de surgiu o grau, mas quando introduz¡ na França, foram eles_substituidos pel _ Cavaleiros Templários. Escreveu ainda narrador ao seu correspondente: "Feliz d i montados pelo grande Maçom quele que conhece a Cabala e a ciênc _ ' ' WlRTH, como os inimigos "in- da Ordem. dos números. .. é um tesouro que po proporcionar a maior e mais ampla Oünleiro Kadosch não pode conside- ligência". _ P_ _ de ordem exclusivamente De fato, os nossos irmaos do secu _ DOIS, tendo chegado ao apogeu da XV| ll buscavam na Maçonaria maravilho - _. - Inaoônica, tem também o dever e segredos cabalísticos, através dos quais pret' É tb raciocinar, com perfeito conh_e diam conseguir a regeneração do corpo de causa. Cumpre-lhe portanto ' r da alma, sendo esta, naquela' época, u i - ' que os homens são irmãos, de- das mais profundas metas do grau de K 14a, instruir-se e moraIizar-se. Para @Hinos com armas poderosas: a ala- dosch. Posteriormente, entretanto, o gr de Kadosch, tornou-se um grau de vinga - - ! h RAZÃO, tendo por base a Vin. ça. Nele se comemorou a abolição d r ' _ Caaleiro Kadosch nunca poderá sub- Cavaleiros do Templo e o suplíc. io de Jac '- bus Burgundus Molay, seu último Grã - - -eao despotismo material ou intelec- -Mestre, que pereceu como um mártir i _ que tanto usurpa o poder como prende chamas, a 18 de março de 1314. Pretendia- tllmnêrtcias e agrilhoa o livre pensa- vingar Jacques de Molay contra os suces s i Deverá ser sempre um apóstolo da res do rei de França, Felipe, o Belo, e o- - › e dos direitos do homem; ajudar 32 33 as fábulas introduzidas no século Assim, a vingança dos Cavaleiros _ - ; citou-se contra_ os tres ferrenhos " Odem¡ ambição, ignorancia e . lnnbém penetrou na Maçonaria, -
  19. 19. GR. : aos fracos, pequenos e oprimidos; prega' pelo exemplo e instruir pela palavra; ser prudente, discreto, firme na fé, modesto e recatado nos atos externos. Respeitar in~ condicionalmente a liberdade de pensamen- to e de palavra; combater todos os vícios assim como os privilégios e monopólios, ve- nham eles da riqueza, da posição ou da ociosidade, e respeitar o trabalho, que enal- tece a criatura humana. COMPROMISSO VENERÁVEL - Atenção, meus irmãos ides agora ouvir o juramento que deveis prestar! "Juro solenemente obedecer aos Esta- tutos e Regulamentos do Supremo Conselhc dos Graus Escoceses 4 a 33 para o Brasil fazendo deles a minha regra e minha lei Juro que jamais, sob qualquer pretexto auxiliarei um poder governamental cujo des potismo desconheça o direito dos indivi duos, e que jamais, sob pretexto algum formarei com o despotismo espiritual, que acorrenta a consciência e o pensamento e imputa como crime a dúvida sincera e : - crença honesta. Jamais trairei, seja por ir teresse de' classe, partido ou mesmo pessoa o direito comum e a liberdade do povc Juro 'amar e espalhar a verdade, desmasce rar a mentira e combater os erros e vícios por todos os meios que estiverem ao alcanc: de minhas forças. 34 -. _ *Ze revelar os sinais dis- , - 7-a 'vao ser confiados". - _. ': :-: e : :s candidatos): ' esse premente? _. _~' Ven desce do trono e o . :: maca a ~Ieitura dos nomes -: :2'. :s, que vao se aproximando a ' medida que são chamados, : a um _por sua vez: EU O - da assinam o COMPROMlS- e bate então com a lâmina ombros_ e na cabeça de cada e-n seguida a seu Altar). VESTIDURA E E= L.'EL _- (ll - (Estendendo a " 2- : 'acao aos candidatos). A GL. : 'I _'. :rw - c. _DO UNIVL! EM NOME . . : E êoãPlClOs DO SUPR. '. CONSJ. ._ÃZ: EESCI. 4 A 33 PARA O E . OS CON_ST| TUO CAVALEl- _: _ 3:1_ DA AGUIA BRANCA E *r- : .OS CONFlRO TODOS OS _É_ DRERROGATIVAS INEREN- : GRAU. Z 2' Ven entrega uma espada ao : sr: ^ do para receber a iniciação t' -. :e todos, e diz): 35
  20. 20. Cingi esta espada como símbolo p armadura moral que adquiristes durante- vossa ascenção nos graus maçônicos. Nossas armas não sao o punhal do si ›' rio, o cutelo do carrasco, nem o estilete . caluniador. São a pena e a palavra, a influ r - - DE Kldgsch: Colocar a mão direita ? 05307390, dedos afastados; deixar i ? o sobre a Cox: |direita; dobrar o _ ' PEJar no pun a , evantando-o à à 001570. como para _ferir o céu, - í-b. lAKEN-¡ANODA (Vingança, se. Aff, ... ¡ Tem” Passado o punhal para à estender a mão direita a_ o mraçao, dedos afastados. cia que cada um possa exercer em torno ~ si, o exemplo do respeito pela liberdade o outros, a mão estendida ao que estir oprimido em sua consciência ou lesado ;7 seus direitos. Que isto esteja sempre p sente em vossas lembranças. (! ) Sentemo-nos. Agora recebereis a instrução das palavra' sinais e toques, pelos quais os Cavaleir Kadosch mutuamente se reconhecem. lr Gr. '. Mestr. '. de CCerJ. , ministra¡ a instruçl aos neófitos. - dois | |r. '. que se dão o toque do _Í_ 11- @PTH-Sã reciprocamente, pelas 45hs pes e pelos joelhos. Um apresen- __ 1D o polegar direito levantado e o - 1o o segura rapidamente; deixando-o Tí. recuam um passo e levantam ' ; hi9 °°m° Para ferir com um punhal. É esse movimento, o primeiro diz; MILAAB e o outro responde: ~ P-LOHK (O Gr. '. Mestr. : de CCer. '. comunica instrução do grau, de modo a que tod - Três passos apressados, com as possam ver e ouvir). - COBRHJOR DO 30 u' ícruzadas sobre a cabeça. PALI. SAGRADA - MAKEN-IANODA. Resp; HCSARAHP-LOHK. PAL'. DE PASSE - MAKEN-HAKAM. - Para entrar no Conselho: MAKEN. Resp. '. MEHKANEM. - Para sair: LAGAHP-LOHK. Resp. '. HsARAHslê-LOHK. -seteppzii ! l ! l ! - Um século e mais. ' TRABALHO - O Conselho abre D anoitecer e fecha ao romper do dia. 37
  21. 21. (Terminada a instrução, o Gr. '. Mestri. _. __ de CCeri. diz: ) I 'J-“RAÍWENTO Sábio Mestre, a instrução foi dada aos “ 3 ' 'Í 3- - '| 'S. .~1.0 e 2_o Jufzes' neófitos. A : Esc-S 'egvoes que o Consemo GR. '. VENERÁVEL - | lr. '. 1.o e 2.o Juízes, e : íebalhos- comunica¡ em vossas regiões que os candi- ~ . - datos iniciados receberam as instruções do " ' e 2-° Juízes fazem o grau, e convida¡ os membros deste Conselho a reconhecê-los como Cava| eiros Kadoscr ; ; 3 _ e a aplaudirem sua investidura pela bateria A ' ~ 'T "j, _V_ 1;? Jum a que horas do grau. r _ _ , f_*f__*3 “O _C°“5,e¡h0? f _, › -r _O dia, Sabio Mestre. (Os 1.0 e 2.0 Juízes fazem o anúncio l _ _ i E' _ ' 2° JU¡Z› que horas em suas regiões). _ _ _____ A l . V 7_ : : I : :eterdq Sabio Mestre. GR. '. VENERÁVEL - De pé, meus | lr. '., para i " Í 5 a que “Os reunimos aplaudirmos os novos Cava| eiros Kadosch - a › 17H_ es_ t_ _ ' T - T IS il' "' (Dada a bateria do grau, o Gr. '. Ven: _ da penaae (Êgrísssájaodaâ convida os neófitos a tomarem assento nas A N _ Contra seus manos regiões. Ordena que todos se sentem e _ › __ concede a palavra aos que desejarem agra- › : - ~ E_ - r 2p _MZ que Vmudes decer ou expor suas impressões). :gre atmghmos esse 0h_ (A seguir o Gr. '. Ven. : dá a palavra , ao Gr. '. Cav. : da Eloqüência, cujo discursc › í 7 _ *: a oaciéncia e a Coragem_ deverá versar sobre a história e filosofiz 3 ~ i *i I do grau). l _ GRI. VENERÁVEL - lr. '. Gr. '. Hospitaleirc fazei circular o TRI. de Beneficência. m se_ ea ordem, meus aaa bateria . ... ... . . . (Cumpre-se). 2 : ateria do grau) 38
  22. 22. COBRlDOR DOS GRAUS GR. '. VENERÁVEL - A GL. '. DO GR. : ARQ. : INTERMED| ÁR|0S do UNlV. : ORDO AB CHAO (pronundajse Órdo Ab Cáo). Em nome e sob os auspicios do Supremo Conselho dos Graus Escoceses 4 a 33 para o Brasil, e em virtude dos poderes que me foram conferidos, declaro encerrados os nossos trabalhos. Antes de nos separarmos, porém, _ convido-vos a Pres' tardes o juramento de sigilo sobre os nossos trabalhos de hoje. (0 Gr. '. Ven. : desce do Altar e, se- gurando a espada pela lâmina, apresenta o copo para a frente. Todos os Cavaleiros estendem a mão direita, dizendo): EU 0 JURO! GR. '. 19 Grande Pontífice (ou Sublime Escocês) (Apocalipse 22-13) ' SINAL DE ORDEM - Estender horizontalmente o braço direito e igualmente a mão direita. SNAL - Estando à ordem, abaixar perpendicular- mente os três últimos dedos. TOQUE - Colocar, reciprocamente, a palma da mão direita sobre a testa, trocando entre si este diálogo: Aleluial Resposta: Louva¡ o Sa- nhori O primeiro replica: Emmanuel¡ Resposta: Deus conosco¡ Depois ambos: Amém! PAL. : DE PASSE - AIULELA. PAL'. SAGR. '. - LEUNAMME. IARCHA - Não há. Entrar com passo lento. IATERIA - I I i l i l I l l l i i (doze p. iguais). IDADE - Prestes a não contar. TEMPO DE TRABALHO - Ao abrir - E a hora predita. Ao encerrar - É a hora completa. GR. : 20 30h. '. Príncipe da Maçonaria (ou Mestre "ad-Vitam") (O Gr. '. Ven. : volta ao trono) GR. : VENERÁVEL - lr. '. Gr. '. Mestrs. de CCerJ. , convida¡ o lr. '. Gr. '. Cav. : da Eloqs. a fechar o L. '. S. '.. (Depois de fechado o L. '. SJ. ) (! ) - O Conselho está encerrado. Retiremo-nos em paz. ! RAL - Formar quatro esquadrias: a) mão dir. : aberta sobre o coração, dedos unidos e polegar ajustado, formando duas esquadrias; 41
  23. 23. (União esq. : sobre os lábios, com o polegar afastado, formando uma esquadria; c) juntar os calcanhares, com os pés abertos ~ quarta esquadria. P. '.P. . ~ NASKEJ. Resp. : NlKLOTS. PIS. . ›- HAZAR. ~ HAlTEB. MARCHA - Nove pp. '. em esquadria. BATERlA ~ Três pp. : - O. O. O. Avental amarelo, forrado e debruado de azul. Trazem-se duas faixas, uma azul e outra amarela, forradas e debruadas de azul. Este grau origina-se dos mistérios Caldeus e Salomõnicos. Seu valor social funda-se no preceito: ~ Liberdade de ensino e que todos os homens tem os mesmos direitos ao gozo dos bens da civi- Hzacão. _ O trabalho gira em torno do tema: ~ E neces- sário conhecer a Verdade, para adquiri-la e a de- monstrar por todos os meios; o direito que todos tem à igualdade perante a Lei. O Presidente toma assento num trono erguido sobre nove degraus e tem o título de "Grão Mestre". Tem diante de si um Altar, sobre o qual estão: ~ um Esquadro, uma Biblia, um Compasso, uma Espada e um Malhete. O Oriente chama-se "santuário". Entre o San- tuário e o Altar coloca-se um castiçal de nove velas. Ha um transparente onde fulge a Estrela da Manhã. “Sede como a Estrela da Manhã, que anuncia a vinda do dia; levai ao mundo a luz, sob a proteção do Gr. '. Arq. '. do Univ. '.". 42 GR. : 21 Noachita (ou Cav. : Prussiano) 2 DE ORDEM Volta-se o rosto para o oriente, Dêhffnrãiãie a lu_a, e erguem-se ao céu os braços. d N DUÇAO - Mostrar 3 dedos levantados _a mao direita, que o Cobr. : segura com a mão direita, dizendo: - Fred. : 2.0, apresentando, por sua vez, os tres dedos, que o 1.0 segura, dizendo ambos: EON. DE Pi. - GELAHP, repetida 3 vezes, vagarosa- _ _sz - E tríplice: MES - MAHC _ TEHPAJ. -QUE - Tomar o indice da mão direita do Cobr. : e aperta-lo com o polegar, dizendo: MES; o Cobr. '. da o mesmo toque, dizendo: MAHC; _ ambos repetem o toque, dizendo: TEHPAJ. «RCHA - Tres pp. : de Mestre. ÉêTERIA - Três ppt. vagarosas: O. O. O. "Aiáental amarelo e luvas da mesma cor. A faixa é . =_. _ sa direita para a esquerda, tendo bordadas as a. .. C. . e os atributos do grau. A Jóia é um *a-ilo equilatero, de ouro, atravessado por uma = de Prata, _com a ponta voltada para baixo. O V nas: : Noaquita usa na botoeira uma pequena lua _ ~3Va¡9¡"0 Noaquita ou Prussiano, que se relacio- . tm a torre de Babel, Noé e a Arca. < : ste grau inspira-se no _Tribunal da Santa Vehme, - . _ no reinado de Frederico da Prussia. -Ssipaila e decorada no estilo medieval. residente tem o titulo de "Grande Comenda- : u "lema social prescreve que a Magistratura : -r ivre e independente e os Juizes devem de- 43
  24. 24. pender somente das leis constitucionais, e não do poder ou de caprichos pessoais. Seu trabalho consiste em desmascarar a hipocri- sia, combater a ambição e instruir o ignorante, dedu- zindo-se de sua moral que ~ "só a justiça há de ser a norma de nossos atos, tanto no mundo profano como dentro da Ordem". Estuda-se a falsa liberdade, que comanda a in- disciplina; a falsa ordem, que gera a anarquia e a falsa humildade, que dá origem ao despotismo das massas. GR. : 22 Cavaleiro do Real Machado (ou Príncipe do Líbano) (Exodo 21-15) SlNAL - Fazer o movimento de levantar um macha- do com ambas as mãos, e dar o golpe como para cortar a árvore pelo pé. RESPOSTA AO S. : - Levantar as duas mãos à altura da testa, os dedos estendidos e deixá-los cair. TOQUE - Pegar reciprocamente nas mãos um do outro, cruzando os dedos, em sinal de boa fé. PALAVRA SAGR. : - ÉON, LEELESED, SUINODIS. PALAVRA DE P. : - TE FAJ, BAILOO, ONABIL. MARCHA - Três passos cruzados. BATERlA - Duas pancadas iguais l! !). lDADE - Não tem. GR. : 23 Chefe do Tabernáculo (Jeremias XXX ~ ll - 22,23) PAL. : SAGRADA - HAVOH EJ. Pronuncia-se por sílabas, alternadamente. PAL. : D_E PASSE - LElRU - Resposta: O TABER- NACULO DAS VERDADES REVELADAS. S| NAIS - Avançar com o pé esquerdo, fazendo men- ção de pegar com a mão direita um turibulo, que se supõe estar na mão esquerda. TOQUE -- Segura-se mutuamente o cotovelo esquer- do com a mão direita, curvando o braço como a formar um arco de círculo. MARCHA - Cinco passos iguais. BATERIA - Sete pancadas por seis e uma: ill! !! - ! . TEMPO DE TRABALHO - Para começar: à hora em que o filho de Hiram deve vir sacrificar. - Para encerrar: à hora em que o sacrifício é consumado. Denominações do Grau - Chefe do Tabernáculo da Oficina - Hierarquia do Presidente - Grande Soberano Sacrificador do 1.0 Vigil. : ~ 1.0 Grande Levita do 2.0 Vigil. : - 2.0 Grande Levita dos irmãos - Levitas 45
  25. 25. Ornamentação da Loja A Loja é armada de branco e ornamentada de colunas vermelhas e pretas, dispostas aos pares; o santuário acha-se separado por uma balaustrada que vai do Norte ao Sul, deixando uma entrada para o Oriente. O Altar, decorado de vermelho, tem em cima o Livro da Sabedoria e um punhal. O trono eleva-se sobre sete degraus; a Arca da Aliança e o Delta res- plandescente são colocados por cima. O nome de Jehovah está escrito em hebraico. Aos lados o Sol e a Lua. O altar dos holocaustos e o dos perfumes acham- -se ao lado do grande altar, o primeiro à direita e o segundo à esquerda. No Ocidente acham-se dois candelabros com cinco luzes em cada um, colocados em triângulo; no Oriente, um candelabro que só tem duas luzes; o san- tuário está oculto por uma grande cortina. A Câmara de Reflexões é armada de preto; três caveiras estão colocadas sobre um tamborete e um esqueleto susten- ta um cartaz, sobre o qual se lê: "Se és covarde, sai daqui; só tem lugar entre nós homens que desafiam todos os perigos sem abandonar a virtude". Vestimentas e lnsígnias O Grande Sacrificador usa uma longa veste ver- melha. Por cima, uma túnica amarela mais curta e sem mangas, e sobre a cabeça uma mitra de estofo doura- do. Fita preta com franjas prateadas, usada a tiracolo, da esquerda para a direita, e da qual pende, por uma roseta vermelha, um punhal. Os levitas têm um manto branco e uin colar es- carlate com franjas de ouro, do qual pende um turi- bulo prateado, preso a uma roseta preta. O Avental é de cetim branco, forrado e orlado de escarlate. 46 GR. : 24 Príncipe do Tabernáculo (Gênesis - XXlX - 34) PAL. : SAGRADA - A mesma do grau 23. PAL. : DE PASSE - A mesma do grau 23. SlNAlS - De reconhecimento - Levar a mão direita aberta sobre os olhos como para os resguardar da luz, tendo a mão esquerda sobre o peito; depois levar a mão direita ao ombro esquerdo e retirá-la diagonalmente ao lado direito; este sinal é tam- bém intitulado: Sinal do fitão. Grande Sinal -- Levar as duas mãos abertas sobre a cabeça, unindo os polegares e indicadores nas extremidades, formando um triângulo. TOQUE - Tomar mutuamente o cotovelo esquerdo com a . mão direita, curvando o braço em forma do círculo (Como no grau 23). MARCHA - Sete passos: seis iguais e um maior. BATERIA - Sete pancadas por seis e uma: !l! !!! - l TEMPO DE TRABALHO - Para abrir - A primeira hora do dia dos sete destinados à construção da Hierarquia. Para fechar - A última hora do dia da vida e da suavidade. Denominações do Grau ~ Príncipe do Tabernáculo da Oficina ~ Hierarquia do Presidente - Poderosíssimo Principe do 1.0 Vigil. '. --Poderoso Príncipe 1.0 Sacerdote do 2.0 VigiI. '. - Poderoso Príncipe 2.0 Sacaúot do 3.0 Vigil. : - Poderoso Príncipe 3.0 Sacerme dos irmãos - Príncipes do Tabernáculo 47
  26. 26. Ornamentação da Loja A Loja compreende duas câmaras contíguas: a primeira é chamada vestibulo, é onde se vestem os Irmãos. Está decorada como uma Loja de Mestre. A segunda, de forma circular, por meio de cortinas, é revestida com um tapete liso representando uma colu- nata e o soalho é um pavimento de mosaico. No meio está o candelabro de sete ramos. O número total de luzes em torno da Loja, não compreendendo aquelas que iluminam o altar, deve ser de quarenta e nove. O Presidente representa Moisés e senta no Orien- te. O 1,.0 Vigilante representa Aarão e senta no Sul. O 2.0 Vigilante representa Beseleel e senta no Ociden- te. O 3'? Vigilante representa Ooliab e senta no Norte. Vestimentas e Insígnias Todos os membros são revestidos de uma túnica de tafetá azul, a gola guarnecida em toda a volta por raios de gaze dourada, imitando uma auréola. A veste é razoavelmente comprida e semeada de estrelas. So- bre a cabeça, uma coroa fechada, rodeada de estrelas, em cima da qual há um Delta luminoso. Fita - Colar achamalotado escarlate ao pescoço. Avental - De cetim branco, forrado e orlado de escarlate. Jóia - Um triângulo luminoso com a palavra Jehovah. 48 GR. : 25 Cavaleiro da Serpente de Bronze (Números XXI - 5 a 9) , PAL. : SAGRADA - SÉSIOM. (soietrada). PAL. : DE PASSE - I. : R. : N. : lx. . (soietrada). PAL. : COBERTA - SENNAHOJ PLAR (Nome do fundador da Ordem). SINAIS - De ordem - lnclinar a cabeça e, com o indice da mão direita, indicar um objeto em ter- ra. - De reconhecimento - Traça-se com a mão direi- ta o sinal da cruz sobre o peito. TOQUE - Pondo-se à direita do Cobridor, tomar-lhe' o punho esquerdo com a mão direita. _ _ Em resposta - 0 Cobridor toma o punho direito do_ outro com a mão direita (Estes toques mani- festam a "segurança mútua" que se prestam o indivíduo e a Associação). MARCHA -- Nove passos, serpenteando. _ _ BATERIA - Nove pancadas, cinco lentas, tres preci- pitadase uma separada: ! ! ! ! ! - l! ! - ! lDADE ~ Setenta anos. E o número de anciãos elei- tos por Moisés, por ordem de Deus, para ajudá-lo no governo. TEMPO DE TRABALHO - A Corte abre a uma hora e fecha às quatro. Denominações do Grau - Cavaleiro da Serpente de Bronze da Oficina - Corte do Sinai do Presidente - Poderosíssimo Grão-Mestre do 1.0 Vigil. : - Primeiro Ministro do 2.0 Vigil. '. - Segundo Ministro 49
  27. 27. Ornamentação da Loja A Loja é armada de vermelho, No Oriente, um altar encimado por um rico dossel; sob o dossel e por cima do altar, um transparente sobre o qual figura a Sarça Ardente e um triângulo central no qual se lê o nome de Jehovah em hebraico. No meio da Loja, uma montanha em cone truncado, representando o Monte Sinai. Tem cinco pés de altura e está situada mais para o Norte. Sobre ela, a Serpente enroscada em uma Cruz em forma de Tau. Aparecem também os acam- pamentos dos hebreus. Vê-se também um sol nascen- te, pois se supõe que a Loja realiza a sua sessão em campo aberto, ao romper do dia, em frente à tenda de Moisés, onde este dá audiência ao seu povo. O Presidente representa a Moisés, o 1.0 Vigilante a Aarão e o 2.0 a Josué. O Orador chama-se Pontífice e o Recipiendário é: um viajante. lnsígnias Fita - Colar escarlate sobre o qual é pintada ou bor- dada a divisa: Virtude e Valor. Avental - De cetim branco, forrado e orlado de es- carlate. Jóia - Uma serpente enroscada ao redor de uma cruz em forma de T. 50 GR. : 26 Principe da Mercê (ou Escocês Trinitário) (Apocalipse - V e VI) PAL. : SAGRADA - HAVOH EJ. Resposta: NIKAJ. PAL. : DE PASSE - LEMOG. PPAL: : VULGARES - MILBIHG e NOABAG. PAL. : SUBLIME - LUDE-NEP-UGAC. SINAIS - De entrada - Levar a mão direita aberta em triângulo acima dos olhos como para res- guardar-se de uma viva luz. ' De caráter - Formar um triângulo com os dois polegares e os dois indices reunidos pelas extre- midades, colocando as mãos diante de si e pró- ximas ao corpo. De socorro - Cruzar 'os dois braços acima da cabeça, com as mãos abertas, a palma da mão para a frente, dizendo: "A mim, ffilh. : da verd. : ! " De ordem - Em pé, tendo a mão direita apoiada no quadril. TOQUE -- Levar as duas mãos sobre os ombros do Cobridor, apertá-los levemente por três vezes, dizendo: LEMOG. ~ MARCHA - Três passos iguais, começando com o pé esquerdo. BATERIA - Quinze pancadas por três, cinco e sete: !! ! - ! !Il! '- ! !!! !!! IDADE - Oitenta e um anos. TEMPO DE TRABALHO - Para começar: Adverti. Para terminar: Meia-noite passada. Denominações do Grau - Príncipe da Mercê ou Escocês Trinitário da Oficina - Terceiro Céu do Presidente -- Excelentíssimo Príncipe e Mestre 51
  28. 28. do 1.0 VigiI. '. - Excmo Príncipe Primeiro Tenente do 2.0 Vigil. : - Excmo Principe Segundo Tenente dos Irmãos - Excemos Príncipes da Mercê Ornamentação da Loja A Loja é armada de verde e ornada com nove colunas alternativamente brancas e vermelhas, em ca- da uma das quais há um candelabro com nove velas. O dossel sob o qual se encontra o trono é feito de estofamentos verdes, brancos e vermelhos. O Altar que está diante do trono, como os demais altares, estão cobertos com as mesmas cores. Em lugar de Malhete, o Presidente serve-se de uma flecha, cujas penas são verdes de um lado e vermelhas do outro, sendo o fuste de prata e a ponteira de ouro. Sobre o Altar acha-se uma estátua da Verdade coberta por um véu nas três cores já designadas. Esta estátua é o Palladium da Ordem. O altar é de forma triangular; sobre ele estão colocados os Estatutos do Supre- mo Conselho e também os Regulamentos e uma Espada. Vestimentas e lnsígnias O Presidente está revestido com uma veste verde, branca e vermelha; sobre a cabeça tem uma coroa com nove pontas de flecha. Fita - Colar tricolor; branco, vermelho e verde, ao pescoço. Avental - De cetim escarlate, forrado de verde e orla- do de branco, tendo no centro um triângulo com as mesmas cores. Jóia - E um triângulo equilátero de ouro, em cujo centro há um coração e sobre este a palavra JEHOVAH. 52 GR. : 27 Grande Comendador do Templo PAL. : SAGRADA - I. :_ R. : N. : l. : (soletrada) PAL. : DE PASSE - OAMOLAS SINAIS - De reconhecimento - Fazer o sinal da cruz sobre a testa com o polegar da mão direita, ten- do os outros dedos fechados. Em resposta - O Cobridor beija o lugar onde se fez o sinal, mas isto somente em Corte (sessao). Fora da Corte, em vez de beijar a fronte, res- ponde-se pondo sobre os lábios os dois primeiros dedos da mão direita, cerrando os outros, tendo as palmas voltadas para fora. _ De ordem - Em Corte, a mão direita estendida sobre a mesa redonda, formando com o polegar afastado uma esquadria; estando de pé, a mao direita sobre o corpo, abaixo do peito, formando também uma esquadria. TOQUE - Dar com a mão direita três leves pancadas sobre o ombro esquerdo do Cobridor, que res- ponde tomando a mão direita e sacudindo-a três vezes, ligeiramente. MARCHA E IDADE - Não há. BATERIA - 27 pancadas com a espada em prancha por 12, 1263: lllllllll! !! - ! !l! ll! !!! l! - ll! TEMPO DE TRABALHO - Para abrir - Dez horas. Para fechar - Quatro horas. Denominações do Grau -- Grande Comendador do Templo ou Sobe- rano Comendador do Templo de Jerusalém da Oficina - Corte do Presidente - Poderosíssimo Grande Comendador dos Vigilantes ~ Soberaníssimos Comendadores dos Irmãos - Soberanos Comendadores 53
  29. 29. Ornamentação da Loja A Loja é armada de vermelho com colunas pre- tas em número de doze. Em cada coluna há uma luz. No Oriente coloca se um dossel vermelho com lágri- mas pretas disseminadas. Sobre o Altar, recoberto por um tapete vermelho, bordado de preto, vê-se uma espada nua, um cetro e um Livro Sagrado, sobre o qual todas as vezes que se abre a Loja, os comenda- dores vêm colocar a mão a fim de renovar a sua obri- gação. Ao centro da sala um castiçal com 27 luzes: 12 na ordem inferior, 9 na média e 6 na superior. 27 outras luzes em volta da sala. Todos se colocam ao redor de uma mesa redonda. Vestimentas e Insígnias O Presidente é revestido de uma veste branca e de um manto vermelho; em baixo de sua fita há um triângulo sobre o qual está escrita a Palavra Sagrada em hebraico. - Fita - Colar branco, orlado de escarlate, com quatro cruzes bordadas de torso vermelho; as cruzes são teutõnicas. Além disso, cada irmão usa um fitão vermelho, orlado de preto, da direita para a esquerda, do qual pende uma cruz teutônica es- maltada de ouro. Avental - De seda branca, forrado e debruado de preto, tendo bordada uma cruz teutônica com uma chave. Jóia - Triângulo de ouro com as letras I. : N. : R. : l. : gravadas no centro com caracteres hebraicos. 54 GR. : 28 Grande Cavaleiro do Sol (ou Príncipe Adepto) (Apocalipse, Vll, 2 e XIV, 17) PAL. : SAGRADA - IANODA. Resposta: CARBA. PAL. : DE PASSE - MUlBlTS. SlNAlS - Por a mão direita sobre o coração, o polegar afastado formando esquadria. Em resposta - Levantar a mão direita e apontar o céu com o indice. TOQUE - Tomam-se mutuamente as mãos, que se apertam brandamente. MARCHA E IDADE - Não há. BATERIA - Seis pancadas iguais: Ill! !! _ TEMPO DE TRABALHO - Quando se abre: E noite sobre a terra, porém o sol está no meri- diano. Quando se fecha: Os homens seguem sempre o erro: poucos o combatem, poucos chegam ao santo lugar. Denominações do Grau - Cavaleiro do Sol ou Príncipe Adepto da Oficina - Loja do Cavaleiro do Sol do Presidente - Adão do Vigilante - Irmão da Verdade dos Irmãos - Querubins os sete primeiros, silfos os cinco segundos; os restantes chamam-se patri- arcas. 55
  30. 30. Ornamentação da Loja A Loja está dividida em quatro câmaras. A primeira representa uma caverna; no meio está uma coluna à qual acha-se presa uma corrente; ao lado há uma mesa e sobre ela um Livro Sagrado; em cima, uma lâmpada Iancando uma luz lugubre. Sobre a porta que comunica com a segunda câmara, está escrito em grossos caracteres: "Se não sentes a força de vencer as tuas paixões, fuja deste santuário". A segunda é armada de preto e iluminada por três velas, uma ao Oriente, uma ao Meio dia e a outra ao Ocidente. A terceira é armada de vermelho, ilu- minada por onze luzes: três ao Oriente, uma diante do Grande Vigilante e uma diante de cada Que- rubim. A quarta é armada de azul; a abóbada azu- lada; o santuário iluminado por uma única luz bastante forte para iluminar toda a Loja. Esta' colo- cada por traz de um transparente que representa o sol; esta luz é o simbolo do Grande Todo, do qual emanam todas as máximas e principios filo- sóficos. Vestimentas e lnsígnias O Presidente é revestido de uma veste verme- lha e de um manto aurora (amarelo); tem na mão um cetro encimado por um globo dourado. O Gran- de Vigilante porta um olho dourado suspenso por uma fita azul, em colar. Todos os membros da Loja usam uma túnica, o chapéu na cabeça e o alfange na mão. O Presidente, o Grande Vigilante e os Querubins devem estar sentados em poltronas, tendo diante deles um altar, o malhete na mão e o alfange 56 na outra. Os outros Irmãos estão nas colunas atrás dos Querubins. Fita - Colar branco ao pescoço. Avental - Branco orlado de franjas de prata, Jóia - Os Querubins estão paramentados com a jóia da Ordem que é um triângulo de ouro, tendo no meio um olho gravado e que é suspensa por uma corrente de ouro. Os outros cavaleiros estão paramentados com um sol dou- rado, suspenso ao pescoço por uma corrente de ouro. GRI. 29 Grande Cav. : Escocês de Santo André (ou Patriarca das Cruzadas) (Apocalipse 22-1 e 2) SINAIS: 1.0 Sinal da Terra - Limpa-se a fronte com as costas da mão direita, mantendo a cabeca Ie- vemente inclinada para diante. 2.0 Sinal da Água - Coloca-se a mão direita sobre o coração, e logo se retira pelo lado direito, como quem saúda. 3.0 Sinal de Surpresa e Horror - Volta-se a cabeca para a esquerda e fita-se a terra, erguendo ao céu as mãos postas, um pouco à direita. 4.0 Sinal do Fogo - Unem-se as mãos, entrela- cando os dedos e cobrem-se com elas os olhos com a palma para fora. Resposta: Sinal do Ar - Estender em frente o braço e a mão direita na altura do ombro. 57
  31. 31. 5.0 Sinal de Admiração - Levantam-se os olhos e as mãos para o céu, mantendo o braco esquerdo um pouco mais baixo que o direito, de modo que o joelho forma esquadria com a perna direita. 6.0 Sinal do Sol - Coloca-se o polegar da mão direita sobre o olho direito, estendendo o index para formar esquadria, mira-se o espaco, como se se quisesse estabelecer um ponto, dizendo: "Eu compasso o Sol". 7.0 Sinal Geral - Forma-se sobre o peito uma Cruz de Santo André, com ambos os braços e mãos estendidos. TOQUES: 1.0 Toque - Toma-se mútua_ e sucessivamente a primeira, segunda e terceira falange do index da mão direita, Soletrando, alternadamente, a palavra sagrada de Aprendiz. 2.0 Toque - Toma-se mutuamente a primeira, se- gunda e terceira falanges do dedo médio, sole- trando a palavra sagrada de' Companheiro. 3.0 Toque - Toma-se reciprocamente a primeira falange do index, pronunciando, alternadamen- te, a palavra sagrada de Mestre. Resposta - Levanta-se a mão direita, esten- dendo-a para a frente, à altura do ombro. Toque Geral - Toma-se a última falange do index da mão direita, um dizendo - EN e o outro - AK; depois toma-se igual falange do dedo 58 minimo, um dizendo - HAM e o outro - HAMAKEN. MARCHA - Três passos de Aprendiz, três de Com- panheiro e três de Mestre, todos eles figurando no plano da Cruz de Jerusalém. IDADE - 81 anos - o quadrado de nove. BATERIA - 9 pancadas por 2, 3 e 4: ! ! ! !! l! !! PALAVRAS DE PASSE - 1.0 CALRUF (Anjo da terra) - 2.0 DUILLAT (Anjo da água) - 3.0 LEIRDRA (Anjo do fogo) - 4.0 NARAMSAC (Anjo do ar). PALAVRA SAGRADA - HAMAKEN TEMPO DE TRABALHO - Do meio dia em ponto à entrada da noite. 59

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